Climategate: Eduardo Zorita pede demissão de Michael Mann e Phil Jones
James Delingpole
Climategate: sack ‘no longer credible’ Michael Mann from IPCC urges climatologist
Not everyone shares the BBC’s rosy view of discredited Climategate scientist Michael Mann (inventor of the roundly discredited Hockey Stick graph and unlikely Youtube comedy musical star) (hat tip: Bishop Hill) (Still less will they do so after the gobsmacking revelations by Steve McIntyre that in his latest paper, he’s actually got his data UPSIDE DOWN!)
One of his IPCC co-authors Eduardo Zorita has demanded that Mann should be banned from contributing to future reports because his scientific assessments are “not credible any more.” Zorita also calls for the barring of CRU’s director Phil Jones and another IPCC lead author, Stefan Rahmstorf.
Zorita, who works in the paleoclimate department of the Institute of Coastal Research, has issued a statement on his website in which he complains that the “scientific debate has been in many instances hijacked to advance other agendas.”
“These words do not mean that I think anthropogenic climate change is a hoax. On the contrary, it is a question which we have to be very well aware of. But I am also aware that in this thick atmosphere -and I am not speaking of greenhouse gases now- editors, reviewers and authors of alternative studies, analysis, interpretations,even based on the same data we have at our disposal, have been bullied and subtly blackmailed. In this atmosphere, Ph D students are often tempted to tweak their data so as to fit the ‘politically correct picture’. Some, or many issues, about climate change are still not well known. Policy makers should be aware of the attempts to hide these uncertainties under a unified picture. I had the ‘pleasure’ to experience all this in my area of research.”
Zorita was one of the contributing authors to the IPCC’s Fourth Assessment Report. He’s unlikely to be asked to contribute to the Fifth. Indeed, as he ruefully acknowledges, this brave admission could well be the death of his career:
By writing these lines I will just probably achieve that a few of my future studies will, again, not see the light of publication.

Caro João Miranda,
Se bem percebo, a intenção deste post é realçar este ponto de vista:
“These words do not mean that I think anthropogenic climate change is a hoax. On the contrary, it is a question which we have to be very well aware of.”
É isso?
henrique pereira dos santos
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Caro Henrique Pereira Dos Santos,
Se não percebe, não serei eu a explicar.
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http://visaodemercado.blogspot.com/
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oh miranda a tua ideia é que malta discuta isto para tu perceberes, passando por entendido.
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“But I am also aware that in this thick atmosphere -and I am not speaking of greenhouse gases now- editors, reviewers and authors of alternative studies, analysis, interpretations,even based on the same data we have at our disposal, have been bullied and subtly blackmailed. In this atmosphere, Ph D students are often tempted to tweak their data so as to fit the ‘politically correct picture’”
O que é pena é que ele não denunciou isto antes. Deve ser horrível para um cientista verdadeiro trabalhar num ambiente em que se tenta ocultar a verdade quando o objectivo da ciência é precisamente o oposto.
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Deixe lá, caro Henrique Pereira Dos Santos, porque eu também não percebi.
Mas também não li.
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««oh miranda a tua ideia é que malta discuta isto para tu perceberes, passando por entendido.»»
Não será com os seus comentários que vou conseguir o meu objectivo.
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Tina
Você escusava de contextualizar a frase sublinhada pelo Henrique.
Além disso já aí vêem as “interpretações metodológicas”.
De qualquer forma parabéns pelo tiro no porta-aviões.
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Of course
A horse is a horse, os ourse
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jm,
isto é um blog em português ou pra bifes?
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deve ser pra bife ver!…
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A minha tia Margarete, viúva de um comerciante inglês, leu tudo de uma ponta à outra e arrotou.
Depois foi beber um chá sem dizer palavra.
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O “coiso”, como não sabe nada de inglês, apesar de ter andados nas “novas” do sokas, não percebeu… porque não leu.
Ó coiso, dou-te uma ajuda: estamos na mesma situação que o copérnico face ao lobby das alterações climáticas com o negócio do CO2 que os políticos analfabrutos andam a apaparicar desde “Quioto”.
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Aqui há uns 30 e tal anos, recordo-me de dois problemas que frequentemente ocupavam largo espaço nos jornais e na então televisão única.
Um dizia respeito ao problema da habitação que se resumia no título “Faltam 700 mil casas em Portugal”; o outro respeitava ao insucesso escolar, sendo que a opinião publicada, ao que recordo unanimista, era que semelhante problema só se resolveria quando se baixasse o número de alunos por turma para valores “europeus”.
Passaram estes 30 e tal anos e o que vemos? Não só o défice habitacional foi superado como, agora, há centenas de milhar de habitações vazias (543 777 à data da realização do Censo de 2001). Convirá recordar que os agentes desta inversão foram, de longe, os promotores privados pois encontraram um terreno devidamente “adubado” para que o conseguissem: a absoluta irracionalidade do financiamento das autarquias e os incentivos estatais à aquisição de casa própria (bonificação de juros, dedução no IRS, etc.), eliminando o arrendamento (e a recuperação do património já edificado), ao mesmo tempo que o centro das cidades ia apodrecendo com a consequente desertificação.
Quanto ao número de alunos por turma, ou ao número médio de alunos por professor, estamos hoje no “top five”. Por que razão então continuamos a estar no “bottom five” dos rankings da literacia ao nível da OCDE?
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este senhor não fala bife, e já em postas sobre o mesmo tema pespeguei alguns vídeos das suas conferências, mas diz exaxtamente o que eu penso sobre a questão, este´data de dois ou três dias e é uma entrevista para vários médias:
http://www.dailymotion.com/video/xbaihj_1parlons-net-avec-vincent-courtillo_news
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“Não vejo porque sou cego”. “Não oiço porque sou surdo”. “Não ando porque sou paraplégico”. “Não consigo perceber porque não sei ler”. Tudo situações terríveis mas, desde que haja vontade dos próprios e disponibilidade de outros para os ajudarem são, pelo menos, parcialmente superáveis.
Au contraire, “não sei porque não” ou “não sei porque não li (e não quero ler)” revela ou ma-fé, ou estupidez dos próprios. Situações, as mais das vezes, incuráveis.
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Ó Garfield, só leio o que me apetece e vá chamar nomes aos da sua laia.
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Caro João Miranda,
Tenho pena que não explique porque verdadeiramente não percebo bem o post, porque não percebo bem a questão levantada.
Zorita, pelo que percebo, participou (como muitos outros cientistas, convém não esquecer) nos relatórios do IPCC. Zorita diz que há um problema com as alterações climáticas que é preciso ter em atenção. Diz ainda que acha que há um problema de credibilidade de outros cientistas (sem que no texto esteja fundamentada esta opinião). E conclui ainda que tem sido uma vítima de pressões (a que cedeu).
Com este quadro o que pretende dizer com este seu post?
Sinceramente não percebo onde quer chegar. E não percebo por que razão se recusa a explicar.
henrique pereira dos santos
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Ali ao privado público, nosso caro
“Por todos nós”, enfim, por antonomásia, como sói dizer-se, pois que, não tarda, a ir como vai, o caro estará mais que seguro entre os cobradores dos nossos impostos.
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Caro Henrique Pereira dos Santos,
Explicitou bastante bem (#18) que não percebeu de facto o post do João Miranda e o que o link para que ele remete explica. Talvez o problema decorra de um insuficiente domínio da língua inglesa (problema que afecta, de forma grave, outros frequentadores habituais destas paragens).
Tente centrar-se nesta passagem:
«By writing these lines I will just probably achieve that a few of my future studies will, again, not see the light of publication.» (Eduardo Zorita, no link referido)
Obs: o realce é meu.
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ainda pra bife não ver:
2º- http://www.dailymotion.com/video/xbaihj_1parlons-net-avec-vincent-courtillo_news
e o
3º- http://www.dailymotion.com/video/xbais2_3parlons-net-avec-vincent-courtillo_news?from=rss
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Caro Eduardo F.
Não é vergonha não saber inglês. Mas neste caso esse seu realce no again está explicitado no que escrevi: “E conclui ainda que tem sido uma vítima de pressões (a que cedeu).”. Mas se precisar posso traduzir para Inglês para perceber melhor. O que essa frase não explica é como sendo ele um cientista boicotado é um co-autor dos relatórios do IPCC.
Mas isso continua a ser uma matéria lateral porque o essencial é que ele não diz que as conclusões do IPCC estão erradas, só diz que algumas pessoas envolvidas cometeram erros.
Ora tanto quanto me parece a questão central não é saber se no meio de tanta gente há aldrabões (o que é inevitável) mas sim, se de facto nos devemos preocupar com as alterações climáticas.
E Zorita diz que sim.
henrique pereira dos santos
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Este piscoiso está cada vez mais imbecil.
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Caro Henrique Pereira dos Santos,
O teor do seu comentário #23 mostra-me que eu não conseguirei ajudar a elucidá-lo neste caso. Insuficiência minha pela certa.
Cordialmente,
Eduardo F.
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Henrique Pereira Dos Santos,
««Mas isso continua a ser uma matéria lateral porque o essencial é que ele não diz que as conclusões do IPCC estão erradas, só diz que algumas pessoas envolvidas cometeram erros.»»
No Climategate a questão essencial é mesmo a de saber se pessoas envolvidas cometeram erros. A análise do Climategate não o ajudará a saber se as conclusões do IPCC estão certas ao erradas.
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Imbecil é você, ó “Cobardolas” (24)
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“Conversas privadas”, conversas de amigos, tu cá, tu lá, como estás, pá, sem mais alcance. Sinceramente, não vejo interesse de as ver publicadas. Mas, se assim querem, por mim, nada obsta. E vão ficar desolados, se as publicam. Até gostava. Palavra. Tragam-nas a público.
Armando Vara, no Telejornal, repetidamente.
Como quem diz, pensavam que anda aí gozo, traficância de negócios a amigos. Enfim, estamos em Portugal, senhores jornalistas, aqui não é a Itália nem África.
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14.Eduardo F. disse
28 Novembro, 2009 às 7:06 pm ~
Aqui há uns 30 e tal anos, televisão (ou telebijõe…) única???
rofl
Nuno
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#28. Per Caso
É sempre possível fazer uma análise negativa ao que quer que seja.
Publicadas as conversas, mesmo que fosse tudo banal, iria fazer-se uma análise gramatical e encontrar erros.
Ou pelo menos iriam criticar-se os vocábulos utilizados.
Já anda por aí um a dizer que não sabemos inglês, só porque não nos apeteceu ler um texto nessa língua.
Ridicularias!
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E ele não é parvo, o Vara, bem sabe que a gente, olá, desconfia de tudo, of course.
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João Miranda,
Afinal estamos de acordo: não é esta história dos emails (independentemente da leitura que cada um faça, e há leituras para todo o gosto, sendo que a enorme maioria das pessoas não leu os emails) que é essencial para a discussão sobre alterações climáticas.
Óptimo, sempre é melhor convergir que divergir.
Subsiste a minha dúvida sobre o que o leva dar tanta importância ao assunto (que a tem, com certeza, mas muitíssimo menor que a substância da discussão, que o João Miranda desvaloriza como se se tratasse de conversas de tontos, ou menos crível ainda, de uma enorme conspiração).
henrique pereira dos santos
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.
O que eu acho graça é que todos falam líguas e sabem de todas as matérias.
Génios…
Nuno
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– Quê?
– Só mais um negócio?
– De quantos?
– Embora, conquanto cá entre, para ti e para mim, e para seita, é andar, se é cá dos nossos.
Que no mais serão erros de magrática.
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Eu cá só percebo de robalos…estão mais gorditos com o aquecimento global, ops alteraçoes climaticas.
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Ora bem, Henrique Pereira dos Santos disse tudo.
Estes cientóinos que detestam a natureza, pensam sempre da mesma forma- como nada é possível provar como absolutamente, certo, então tudo o que dizem está errado.
E depois de feito este truque manhoso, defendem o que mais pode estragar o planeta em nome do “pogresso do mercado”.
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É mais que óbvio que por muita preocupação que se tivesse, o planeta anda a ser espatifado a todo o vapor.
Ora a lógica deles, então, se assim é e nunca se poderá provar a culpa, espatife-se alegremente.
E isto, quanto a mim, só tem uma explicação grunha- o mau gosto burguesóide e a falta de requinte.
Na volta, são capazes de achar que um esgoto cheira a rosas e que poluição até faz bem aos pulmões.
Tirando isto, o mundo nerde é virtual.
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Nestas tretas até o maradona que é um ferrenho defensor do capitalismo selvagem se passa com o JM.
Por uma única razão- ele tem verdadeiro gosto pela natureza.
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Da (frequente) falta de humildade:
Nuno Crato, na sua habitual coluna do Expresso, em crónica intitulada “Chocolate negro”, remata-a da seguinte forma:
«Lendo estes estudos [dos efeitos do chocolate (negro) na saúde das pessoas] fica-se ainda mais céptico sobre as conclusões precipitadas que se tiram sobre fenómenos ainda mais complexos, como os métodos de ensino ditos revolucionários ou a influência da tecnologia na vida das sociedades. A verdadeira ciência é sempre uma lição de modéstia.»
Obs: o realce é meu.
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««Afinal estamos de acordo: não é esta história dos emails (independentemente da leitura que cada um faça, e há leituras para todo o gosto, sendo que a enorme maioria das pessoas não leu os emails) que é essencial para a discussão sobre alterações climáticas.»»
Depende da discussão e dos argumentos que forem usados.
Argumentos de autoridade, argumento do consenso, argumento do peer review, são todos postos em causa pelo climategate.
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Caro João Miranda,
Argumentos de autoridade não vi ainda serem usados. Argumentos de consenso vejo pouco por que não existe consenso (existe um nível de argumentação, de parte a parte, que nem vale a pena contar, onde de facto se fala de consensos, mas esse não é com certeza o argumento da enorme maioria das pessoas mais qualificadas envolvidas e os emails o que retratam é sobretudo isso, a falta de consenso numa discussão informal entre cientistas). Argumentos de peer review é razoável que se usem, mas com moderação (é verdade que o peer review não é nenhuma mezinha, mas é apesar de tudo mais fiável que a sua ausência).
A sensação que me fica é que realmente não se leram os emails e que na verdade se não acompanham as discussões sobre o assunto.
Doutra maneira há muito tempo se estaria perfeitamente consciente de que existe discussão, de que não existe consenso em muita coisa, que existe muita incerteza, que todos os modelos têm problemas, etc..
Mas provavelmente também já se teria percebido que nada disso altera o essencial: há um problema sério que mais vale encarar seriamente que arrumar nas anedotas da história.
O que significa discutir seriamente o que fazer, no plano da decisão política, tendo em atenção a necessidade de lidar com a incerteza, com os custos associados a todas as alternativas em cima da mesa, com o nível de risco que as pessoa estão dispostas a correr, etc..
Claro que pode sempre mandar-se umas chalaças para o ar, todos os dias sugerir que isto é tudo uma patetice controlada pelos donos da indústria do medo e por aí fora.
Sempre é mais fácil e não se corre o risco de ter de discutir argumentos de substância sobre o assunto.
henrique pereira dos santos
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««Argumentos de autoridade não vi ainda serem usados.»»
Não? Por onde tem andado?
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Talvez distraído. Pode resolver-me esse problema indicando dois ou três links?
henrique pereira dos santos
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Henrique Pereira Dos Santos,
O seu primeiro comentário baseia-se num argumento de autoridade.
O comentário #23 também: “o essencial é que ele não diz que as conclusões do IPCC estão erradas, só diz “
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Caro João Miranda,
Seria um argumento de autoridade eu dizer que como o senhor é o maior especialista do mundo o que ele diz não se pode discutir.
Agora realçar que a pessoa cujas declarações estão a ser reproduzidas para demonstrar que a discussão sobre as alterações climáticas é uma aldrabice só diz uma coisa diferente disso, não me parece que seja um argumento de autoridade.
Mas acho que estamos a chover no molhado e esta troca de argumentos tem demasiada retórica e falta de substância, portanto não conseguimos sair donde estamos os dois.
É pena.
henrique pereira dos santos
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Caro Henrique Pereira dos Santos ,
Importar-se-á de nos elucidar onde, neste post, o João Miranda ou quem ele cita ou refere ou para que ele remeta tenha afirmado que «a discussão sobre as alterações climáticas é uma aldrabice»?
Antecipadamente grato.
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E quando diz que “que estamos a chover no molhado”, refere-se especificamente a quê?
Antecipadamente grato.
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A falsificação da imagem e usurpação do nick em #47 12:09 am, se bem que de melhor qualidade que as anteriores, continua a ser fácil de detectar. Quer pelo teor do “comentário” quer pela dimensão da imagem. Os 1415 bytes falsos da imagem opõem-se aos verdadeiros 1447.
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Como diz Eduardo Cintra Torres no post anterior, «há programas de comentadores generalistas, sobre economia, política, desporto, sobre tudo e nada, comentadores de notícias, de notícias sobre notícias, de decisões judiciais, de notícias sobre decisões judiciais, comentadores de comentadores.» De tal forma que estamos sempre à espera que um deles peça mais uns minutos para nos prover, por exemplo, com uma nova receita de bacalhau.
Isto é um post do P.dos Pequeninos.Bem sei que o propósito não era esse,mas não é o retrato fiél do CAA?
Acho que o socretino do CAA devia mesmo dedicar-se a falar de culinária…ou da pesca do robalo!
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eheheh
Esta falsificação agora foi bem metida.
Antecipadamente grata.
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“Afinal estamos de acordo: não é esta história dos emails (independentemente da leitura que cada um faça, e há leituras para todo o gosto, sendo que a enorme maioria das pessoas não leu os emails) que é essencial para a discussão sobre alterações climáticas.”
Em princípio não seria essencial porque eles já corrompiam a Ciência muito antes disto, isto se os Media e a Ciência fossem realmente independentes e livres.
Mas não são, logo só agora muita gente só agora está aperceber como a “Ciência do Clima” funciona em algumas importantes Instituições.
Quem está no meio do escândalo são só uns dos mais importantes proponentes da teoria do Aquecimento Global. Influenciando mesmo o Supremo Tribunal dos EUA e a EPA em recentes decisões.
Como os emails provam ,manipulação, esconder dados ou destruí-los fazem parte dos atributos de ditos membros. A negação da Ciência. Depois temos a incompetência, já no início do ano tinham “perdido” os dados com os quais fizeram os cálculos…
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Tadinha da Ciência- andam em negacionismos- deve dar direito a cadeira como os outros.
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Este também é mais um porcalhão que gosta de tomar banho no esgoto e ainda lhe cheira a rosas.
Bibá a ciência popular, científica e de massas!
Biba, Biba!
Biba o neoliberalismo leninista feito electricidade! Biba!
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Palermas. Até de uma trampa tão óbvia como esta- do planeta andar a ser espatifado, são capazes de fazer ideologia de mercado.
Parecem ciganos. Vendem tudo, os porcalhões.
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O Times de Londres só agora notou que os dados tinham desaparecido… Parece que vamos ver muitos Jornais e TV’s a começarem a noticiar certas coisas que propositadamente ignoravam…
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/environment/article6936328.ece
“SCIENTISTS at the University of East Anglia (UEA) have admitted throwing away much of the raw temperature data on which their predictions of global warming are based.
It means that other academics are not able to check basic calculations said to show a long-term rise in temperature over the past 150 years.
The UEA’s Climatic Research Unit (CRU) was forced to reveal the loss following requests for the data under Freedom of Information legislation.(…)
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Aqui para nós que ninguém ouve, isto não vai lá com pedidos de demissão do Mann, do Jones do Hansen ou de outro punhado de corruptos qualquer. O IPCC devia pura e simplesmente ser extinto. Nenhum dos colaboradores é inocente, tanto no grupo dos cinquenta e tal que suportam a teoria, como fora dele. Cépticos (ou pelo menos que se afirmam como tal) incluídos. Como é possível que alguém com formação superior na área das ciências tenha permitido que o seu nome apareça ligado a uma teoria tão aberrante como esta. Se a ideia era ganharem o Nobel, à semelhança do analfabeto Molina, conseguiram-no (não foi o da Química mas o da Paz também não é mau para o currículo) agora já podem “pôr a boca no trombone” e contar a verdade toda ou em alternativa deviam ir arranjar emprego para outro lado. Já sabemos que todo o empregado deve defender os interesses do patrão mas, quem inventa teorias que apenas contribuem para a estupidificação da população e que denigrem a imagem e o nome da ciência para enriquecer ainda mais as poderosas multinacionais que os sustentam, não é honesto e deve sofrer consequências disso.
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Se o que está em causa é o modelo de desenvolvimento, a poluição….então façam-se sérios e não inventem temperaturas.
Se a questão é energética façam-se sérios e invistam na pesquisa e desenvolvimento das alternativas e não o deitem fora em modelos computacionais viciados.
Se a questão é política façam uma revolução e atirem-se ao capitalismo a começar pelo chinês.
Num mundo com quase 7 biliões de pessoas querem o quê?
Nem reduzindo o consumo para 1/10 em media ele melhoraria nos aspectos da interferência e desgaste.Quando muito daria um balão de falsas expectativas mais uns poucos de anos.
Tudo ou quase tudo o resto é conversa da treta.
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oh miranda! foi um fartote de censura. vê lá se queres uns compensans.
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“Parece que vamos ver muitos Jornais e TV’s a começarem a noticiar certas coisas que propositadamente ignoravam…”
É muito difícil, quando a pressão é assim tão grande, ser o primeiro a dizer que o rei vai nú. Neste caso, senão fossem os hackers, ninguém teria tido coragem de avançar. Esperemos que ainda se esteja a tempo de conter gastos completamente desnecessários.
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Nada que não se soubesse
1992, Apelo de Heidelberga, subscrito depois por mais de 4000 cientistas de 106 países, incluindo 72 Prémios Nobel:
http://www.sepp.org/policy%20declarations/heidelberg_appeal.html
“We are, however, worried at the dawn of the twenty-first century, at the emergence of an irrational ideology which is opposed toscientific and industrial progress and impedes economic and social development”
“The greatest evils which stalk our Earth are ignorance and oppression, and not Science, Technology, and Industry, whose instruments, when adequately managed, are indispensable tools of a future shaped by Humanity, by itself and for itself, overcoming major problems like overpopulation, starvation and worldwide diseases.”
Já lá vão mais de 20 anos, mas está tudo dito neste Apelo, feito na sequência da Conferência do Rio, onde nasceu a ideologia do catastrofismo climático.
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