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Toque de Midas

28 Novembro, 2009

Emirados Árabes Unidos foram grande aposta do ministro Manuel Pinho

15 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Novembro, 2009 13:04

    Louçã escreveu livro com esse nome, que simboliza o Capitalismo em decadência (o livro já tem 20 anos).

    De facto, 20 anos depois o Toque de Midas continua a originar crises devidas a especulação surgidas em paraísos fiscais que ostentam uma riqueza absurda construida com mão escrava, longe do nosso país, e que ainda assim terá implicações reais na nossa economia. Todos pagaremos mais uma bolha especulativa. Não me parece uma derrota do PS, parece-me uma derrota do sistema podre e ainda assim defendido por todos.

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  2. Desconhecida's avatar
    Ulissipo permalink
    28 Novembro, 2009 13:14

    Deixe-me dizer num tom que não quero que seja interpretado como “playful racism”, que faz todo o sentido – o dito Pinho tem ar de marroquino.

    Acrescento para que não haja dúvidas que eu também o tenho. O que me permite andar em paz pelo casbah, sem dezenas de putos a pedir bakshish. E de medir forças com os melhores narguilés, em cafés calmos, onde não entram turistas e quejandos.

    A diferença entre mim e o Pinho, contudo, apesar da nosssa “apartenance” física aos magrebinos, é que ele fez tudo para vender os portugueses – não só os produtos – barato. E isso não se esquece assim tão rapidamente.

    Desse ministro – apesar do Hades generalizadp (para os menos dotados em referências clássicas e correndo o risco de passar pelo Arnaldo de Matos educador dos povos, o Hades é o estado de amnésia individual e colectiva em que vivem submergidos 90% dos lusos) – restará a sua parlamentar aventura cornícola para sempre. E essa sim fica para a posteridade como uma das “marcas” da governação socrática.

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  3. Insatisfeito's avatar
    Insatisfeito permalink
    28 Novembro, 2009 13:21

    “Depois de anos a alimentar projectos imobiliários faraónicos, o Dubai sentiu na pele o estouro da bolha imobiliária. Os activos imobiliários desvalorizaram 50% e o emirado está incapaz de pagar as suas dívidas, pedindo moratória de seis meses.”

    “uma dívida de 80 mil milhões de dólares (59 dos quais do Dubai World)”
    ( http://dn.sapo.pt/bolsa/interior.aspx?content_id=1433065 )

    “uma dívida de 80 mil milhões de dólares (59 dos quais do Dubai World)”

    Para se perceber onde leva o delírio de que se está a falar veja-se :

    http://www.dubai-online.com/real/video-nakheel.htm

    http://video.google.com/videoplay?docid=3205299137616012822#

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  4. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    28 Novembro, 2009 13:28

    queres ver que devia ter apostado no casino da póvoa

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  5. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    28 Novembro, 2009 13:29

    oh miranda, o que é que você tinha feito? nada, rasgava.

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  6. Desconhecida's avatar
    dói muito? isso passa permalink
    28 Novembro, 2009 15:03

    Que é feito do “chifrudo” do Pinho? Ainda andará a lutar contra os moinhos das Qimondas que por cá temos?

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  7. Desconhecida's avatar
    Marafado de Buliquei-me permalink
    28 Novembro, 2009 15:40

    Não !!!!
    O Sr. Miranda que é uma pessoa de bem, punha Portugal na rota do 24/4……….. , ou seja, suspendia a democracia, suspendia tudo e ficariamos tal qual o Portugal, pindérico, analfabeto e embrutecido…… que era no tempo da outra senhora…, esse é o grande desejo da nossa direita e seus apoiantes !!

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  8. OLP's avatar
    OLP permalink
    28 Novembro, 2009 16:18

    Antes do Louçã lá para os idos 1848 não com esse título mas com outro também já se “denunciava” a decadência do capitalismo.
    Já naquela altura era uma morte breve e anunciada.
    20 anos não é nada.

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  9. Aborigene's avatar
    Aborigene permalink
    28 Novembro, 2009 16:58

    Que falta de previsão do Pinho!Então o gajo esqueceu a Mota & Engil?Queria a TAP, a EDP, o BES e a auto estrada para o DUBAI?

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    28 Novembro, 2009 17:05

    OLP: enquanto as crises vierem e os contribuintes as pagarem, parece-me lógico que a decadência continue sem morte anunciada.

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  11. Desconhecida's avatar
    28 Novembro, 2009 17:39

    Enfim, Irlanda, Islândia, Dubai, em certa medida a Espanha… Os maiores expoentes de desenvolvimento rápido das últimas décadas estão todos a cair como castelos de cartas. E a China? A China? Não… A China?…

    Concluindo, não há milagres.

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  12. OLP's avatar
    OLP permalink
    28 Novembro, 2009 18:16

    11…… só se for pelo segundo sistema do país de duas vias que esteja anunciada, o que não me parece nada.
    O capitalismo atroz da ditadura chinesa vai vem e recomenda-se.

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  13. Eduardo F.'s avatar
    Eduardo F. permalink
    28 Novembro, 2009 18:25

    Há muito quer estou convencido que, a par da necessidade inadiável do desmantelamento do Ministério da Educação e deixar que “dez mil flores floresçam” (*), a execução de um qualquer mas verdadeiro “PRACE” passa necessariamente pela extinção do Ministério da Economia (da tal “equipa de luxo de marketing”).

    (*) – Deixo a sugestão de se promover um conjunto de posts sobre a matéria que não se atenham simplesmente ao “que não interessa” que Medina Carreira denuncia, ou seja, à “avaliação” dos professores.

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  14. Desconhecida's avatar
    Amonino permalink
    30 Novembro, 2009 02:08

    The role of Iran may be the most overlooked in the Dubai debt crisis.
    .
    Of all the states of the United Arab Emirates federation, Dubai has maintained the closest ties to Iran. Indeed, as international pressure has built on Iran over the past decade, Dubai has prospered from those ties. It provides critical banking and trade links for Iran, often serving as the go-between for European or Asian companies and financial firms that want to do business with Iran without violating international sanctions.
    .
    Apart from its ties to Iran, Dubai is widely viewed as a model Islamic country. It has a relatively clean government, and there is a remarkable level of religious tolerance and progressive attitudes toward women for the region.
    .

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