A votação foi transversal a classes sociais, ideologias partidárias e géneros…..e tem mais a ver com os problemas criados pela intolerancia do islão em toda a europa, em que franjas maioritárias de muçulmanos se recusam a aceitar a constituição do país face à lei islamica sharia ( em Inglaterra já foi pedida a sua aplicação no sistema judicial ). Mas se preferem acusar os suiços de racismo, xenofobia….ok força…não percam tempo a ler e a ouvir os europeus que lidam diáriamente com os pacificos e tolerantes muçulmanos….
Vai devagarinho .
Em 1648 foi á força e não deu certo ali ao lado em Viena .
Agora vai mais devagar .
A demografia , a emigração e a democracia vão acabar por impor minaretes , sharias e outras coisas hoje impensáveis.
Depois agarrem-se ao pau .O Peta é que falou certo .É desfrutar da coisa enquanto não for crime. punido com pedradas .E andam os ianques no Afeganistão a ver se dão cabo dos Talibãs …
Não sou xenófobo, porque o meu desejo de viver longe dos fiéis do Islão não é uma fobia, um medo portanto.
Prefiro e tenho o direito de preferir viver num local onde a lei seja democraticamente criada por quem eu elego e não se submeta a vontades, fobias, delírios, fanatismos e/ou códigos de ética religiosos.
Concordo com os Suiços e não vejo porque se tenha de fazer o enorme esforço de tentar acolher os muçulmanos em culturas onde eles próprios não reconhecem a autoridade.
Eu por acaso até gosto de minaretes. O que de lá vem é que por vezes não é recomendável.
Vou fundar uma religião onde os membros andam nus na rua. Quero ver a reacção do Gabrial contra xenofobia…
O extraordinário é que o Gabriel não vê a xenofobia que está subjacente à Burka.
Quem veste(ou obriga a vestir) a Burka é necessariamente xenófobo.
Ora a reacção a essa xenofobia é absolutamente compreensível e não é xenofobia.
a proibição de andar nu na rua não se dirige a nenhuma religião ou grupo em especial, já pre-existia sobre a mesma, e as suas razões nada tem a ver com ela.
O que cada um vista apenas a ele lhe diz respeito, seja dentro ou fora de casa.
Por razões de lei geral (e não visando determinada indumenta´ria ou adereço em particular), como sejam de segurança, uma pessoa deve identificar-se quando a autoridade tiver poder para o fazer, ou quando o cidadão pretenda utilizar certos serviços, por exemplo nos aeroportos onde certamente pelo menos no controle de embarque burkas ou piercings ou opas de bispo não serão aceites.
Mas isso parece-me tão óbvio que sinceramente não vejo bem a questão porque tanta preocupação por uns paninhos na cabeça de outrem ou sobre os locais onde outros rezam.
Por mim gostava era que tentassem proibir as sinagogas que pagava para ver o embargo económico e a denúncia de crime de anti-semitismo em Tribunal Internacional.
Quanto a ficarem longes de quem deixam entrar, só por proibirem edifícios religiosos é raciocínio mongo.
Mas há mongos e racistas para todos os gostos, incluindo entre liberais que nem notam que referendar construções arquitectónicas é um totalitarismo de Estado.
Nem sei o que adianta para os mesmíssimos muçulmanos que continuam a viver na Suiça.
Como é que os Suiços imaginam que se livram do multiculturalismo que receberem entre portas.
E como é que os critérios e direitos de cidadania podem ter discrepâncias destas.
Mas é lá com eles e com a vossa linda utopia global.
“a proibição de andar nu na rua não se dirige a nenhuma religião ou grupo em especial,
Dirige-se aos que querem andar nus na rua. Logo dirige-se a um grupo.
“já pre-existia sobre a mesma, e as suas razões nada tem a ver com ela.”
Pois as razões para não andar nu têm que ver com as regras construídas de uma sociedade , incluíndo as religiosas -logo na última frase está enganado- o uso dos mesmo códigos morais de conduta e de comunicação.
Ora querer andar todo vestido tapando a cara ou querer andar nu são rupturas com a normas vigentes os mesmos códigos de conduta e comunicação a que chamou de “pre-existentes”. Para o Gabriel uma ruptura com as normas pre-existentes pode ocorrer a outra não. Explicação para tal não há.
Uma muçulmana(o) pode andar todo tapada e não é acusado de xenofobia apesar de recusar apresentar a outros humanos a sua face. Mostrar a face é só mais uma das condições “pre-existente” no estabelecimento da comunicação entre seres humanos. Mas quem reage e recusa essa falha de comunicação é xenofobo – isto é quem quer estabelecer a comunicação é que é chamado de xenófobo. É como se um preto levasse pancada do KKK e ao retaliar passa-se a ser considerado tão racista como o KKK.
Ó luckyLUCKY…leia o comentário (mais soft desta vez da prezada Zazie) e talvez perceba ….e a sua comparação TÃO CONVENIENTE E FALSA com o KKK…bem…ainda está a tempo de ir para a assembleia e PRATICAR ESSE TIPO DE PENSAMENTO DEMAGÓGICO!
«Ora querer andar todo vestido tapando a cara ou querer andar nu são rupturas com a normas vigentes os mesmos códigos de conduta e comunicação a que chamou de “pre-existentes”.»
Não são. Pode andar perfeitamente na rua com a cara tapada, seja por mascara preventiva da gripe A ou do smog ou por fantasia, que ninguém lhe diz coisa nenhuma. Aliás, por vezes é mesmo obrigatório, como quando anda de moto e tem de usar capacete.
A proibição de burka dirige-se a um modelo especifico de vestuário (e não ao acto de tapar a cara) e a uma religião e como tal a sua proibição é discriminatória.
“Não são. Pode andar perfeitamente na rua com a cara tapada, seja por mascara preventiva da gripe A ou do smog ou por fantasia, que ninguém lhe diz coisa nenhuma. Aliás, por vezes é mesmo obrigatório, como quando anda de moto e tem de usar capacete.”
E se eu for a um bar e estiver uma mulher a dançar no ferro nua ou quase qual o problema? Ou numa praia. Então porque é que 2km mais ao lado já é problema? Ainda não explicou a diferença entre a Burka e o Nudismo.
As religiões e as raças não devem ter mais direitos que o indivíduo.
“A proibição de burka dirige-se a um modelo especifico de vestuário (e não ao acto de tapar a cara) e a uma religião e como tal a sua proibição é discriminatória.”
Porque é que o Gabriel dá mais valor ao Grupo do que ao Indíviduo? Porque é que quando é contra a sua definição restrita de grupo é discriminatório e contra um individuo ou grupo de indíviduos não é? O resultado disso é que força o estabelecimento institucional de grupos, com todo problemas que isso acarreta. É o que acontece quando se discrimina a favor de quem tem grupo.
Neste blogue, a Helena Matos não permite nos comentários aos seus posts um avatar de um rosto com a cara tapada com uma ligadura.
Porque sem avatar continuo a comentar.
eu gosto da “xenofobia” dos suiços (parece-me saudável); e depois…?
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Não tarda vem aí a xenofobia contra os lenços de papel.
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medos e receios à solta! sem causa…mas com as inerentes consequências !
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medos e receios à solta (fruto da propaganda de extrema direita suiça)…sem causas mas com as óbvias consequências.
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Espero que não comecem com xenofobia contra os minetes…
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A votação foi transversal a classes sociais, ideologias partidárias e géneros…..e tem mais a ver com os problemas criados pela intolerancia do islão em toda a europa, em que franjas maioritárias de muçulmanos se recusam a aceitar a constituição do país face à lei islamica sharia ( em Inglaterra já foi pedida a sua aplicação no sistema judicial ). Mas se preferem acusar os suiços de racismo, xenofobia….ok força…não percam tempo a ler e a ouvir os europeus que lidam diáriamente com os pacificos e tolerantes muçulmanos….
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Nem 8 nem 80 !!!
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Vai devagarinho .
Em 1648 foi á força e não deu certo ali ao lado em Viena .
Agora vai mais devagar .
A demografia , a emigração e a democracia vão acabar por impor minaretes , sharias e outras coisas hoje impensáveis.
Depois agarrem-se ao pau .O Peta é que falou certo .É desfrutar da coisa enquanto não for crime. punido com pedradas .E andam os ianques no Afeganistão a ver se dão cabo dos Talibãs …
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Não tarda vem aí a xenofobia contra os Piscoisos.
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Não sou xenófobo, porque o meu desejo de viver longe dos fiéis do Islão não é uma fobia, um medo portanto.
Prefiro e tenho o direito de preferir viver num local onde a lei seja democraticamente criada por quem eu elego e não se submeta a vontades, fobias, delírios, fanatismos e/ou códigos de ética religiosos.
Concordo com os Suiços e não vejo porque se tenha de fazer o enorme esforço de tentar acolher os muçulmanos em culturas onde eles próprios não reconhecem a autoridade.
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Quanto a xenofobias tudo o que se situar abaixo do paralelo de Sagres lá deve permanecer.Não é pedir muito pois não?
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O Gabriel gosta de minaretes?
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Eu por acaso até gosto de minaretes. O que de lá vem é que por vezes não é recomendável.
Vou fundar uma religião onde os membros andam nus na rua. Quero ver a reacção do Gabrial contra xenofobia…
O extraordinário é que o Gabriel não vê a xenofobia que está subjacente à Burka.
Quem veste(ou obriga a vestir) a Burka é necessariamente xenófobo.
Ora a reacção a essa xenofobia é absolutamente compreensível e não é xenofobia.
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Lucklucky,
Coisas tão simples:
a proibição de andar nu na rua não se dirige a nenhuma religião ou grupo em especial, já pre-existia sobre a mesma, e as suas razões nada tem a ver com ela.
O que cada um vista apenas a ele lhe diz respeito, seja dentro ou fora de casa.
Por razões de lei geral (e não visando determinada indumenta´ria ou adereço em particular), como sejam de segurança, uma pessoa deve identificar-se quando a autoridade tiver poder para o fazer, ou quando o cidadão pretenda utilizar certos serviços, por exemplo nos aeroportos onde certamente pelo menos no controle de embarque burkas ou piercings ou opas de bispo não serão aceites.
Mas isso parece-me tão óbvio que sinceramente não vejo bem a questão porque tanta preocupação por uns paninhos na cabeça de outrem ou sobre os locais onde outros rezam.
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A velha e secular his(es)tória…TUDO O QUE É DIFERENTE ASSUSTA E CAUSA TEMOR! Esqueletos nos armários sem dúvida!
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O Gabriel ainda mantém a cabeça no lugar.
O Luck Lucky ficou quadrado de vez.
Por mim gostava era que tentassem proibir as sinagogas que pagava para ver o embargo económico e a denúncia de crime de anti-semitismo em Tribunal Internacional.
Quanto a ficarem longes de quem deixam entrar, só por proibirem edifícios religiosos é raciocínio mongo.
Mas há mongos e racistas para todos os gostos, incluindo entre liberais que nem notam que referendar construções arquitectónicas é um totalitarismo de Estado.
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Ficarem longe.
Nem sei o que adianta para os mesmíssimos muçulmanos que continuam a viver na Suiça.
Como é que os Suiços imaginam que se livram do multiculturalismo que receberem entre portas.
E como é que os critérios e direitos de cidadania podem ter discrepâncias destas.
Mas é lá com eles e com a vossa linda utopia global.
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Os que conspurcam a Europa são objecto de um obituário aguardado com grande expectativa.
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«Xenofobia contra»?
O medo do que é estranho, estranjeiro, «contra»?
Isso é bom português?
Ou será, quem sabe, uma manifestação de xenofobia contra a gramática?
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“a proibição de andar nu na rua não se dirige a nenhuma religião ou grupo em especial,
Dirige-se aos que querem andar nus na rua. Logo dirige-se a um grupo.
“já pre-existia sobre a mesma, e as suas razões nada tem a ver com ela.”
Pois as razões para não andar nu têm que ver com as regras construídas de uma sociedade , incluíndo as religiosas -logo na última frase está enganado- o uso dos mesmo códigos morais de conduta e de comunicação.
Ora querer andar todo vestido tapando a cara ou querer andar nu são rupturas com a normas vigentes os mesmos códigos de conduta e comunicação a que chamou de “pre-existentes”. Para o Gabriel uma ruptura com as normas pre-existentes pode ocorrer a outra não. Explicação para tal não há.
Uma muçulmana(o) pode andar todo tapada e não é acusado de xenofobia apesar de recusar apresentar a outros humanos a sua face. Mostrar a face é só mais uma das condições “pre-existente” no estabelecimento da comunicação entre seres humanos. Mas quem reage e recusa essa falha de comunicação é xenofobo – isto é quem quer estabelecer a comunicação é que é chamado de xenófobo. É como se um preto levasse pancada do KKK e ao retaliar passa-se a ser considerado tão racista como o KKK.
Extraordinário.
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Ó luckyLUCKY…leia o comentário (mais soft desta vez da prezada Zazie) e talvez perceba ….e a sua comparação TÃO CONVENIENTE E FALSA com o KKK…bem…ainda está a tempo de ir para a assembleia e PRATICAR ESSE TIPO DE PENSAMENTO DEMAGÓGICO!
extraORDINARIO!
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Lucklucky,
«Ora querer andar todo vestido tapando a cara ou querer andar nu são rupturas com a normas vigentes os mesmos códigos de conduta e comunicação a que chamou de “pre-existentes”.»
Não são. Pode andar perfeitamente na rua com a cara tapada, seja por mascara preventiva da gripe A ou do smog ou por fantasia, que ninguém lhe diz coisa nenhuma. Aliás, por vezes é mesmo obrigatório, como quando anda de moto e tem de usar capacete.
A proibição de burka dirige-se a um modelo especifico de vestuário (e não ao acto de tapar a cara) e a uma religião e como tal a sua proibição é discriminatória.
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Na altura do Carnaval é ver os agentes da autoridade alegres e contentes a autuar tudo e mais alguém!
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“Não são. Pode andar perfeitamente na rua com a cara tapada, seja por mascara preventiva da gripe A ou do smog ou por fantasia, que ninguém lhe diz coisa nenhuma. Aliás, por vezes é mesmo obrigatório, como quando anda de moto e tem de usar capacete.”
E se eu for a um bar e estiver uma mulher a dançar no ferro nua ou quase qual o problema? Ou numa praia. Então porque é que 2km mais ao lado já é problema? Ainda não explicou a diferença entre a Burka e o Nudismo.
As religiões e as raças não devem ter mais direitos que o indivíduo.
“A proibição de burka dirige-se a um modelo especifico de vestuário (e não ao acto de tapar a cara) e a uma religião e como tal a sua proibição é discriminatória.”
Porque é que o Gabriel dá mais valor ao Grupo do que ao Indíviduo? Porque é que quando é contra a sua definição restrita de grupo é discriminatório e contra um individuo ou grupo de indíviduos não é? O resultado disso é que força o estabelecimento institucional de grupos, com todo problemas que isso acarreta. É o que acontece quando se discrimina a favor de quem tem grupo.
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«É o que acontece quando se discrimina a favor de quem tem grupo.»
exacto.
qualquer um pode andar de cara tapado, mas querem proibir um grupo, as que usam burka, de o fazer.
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Neste blogue, a Helena Matos não permite nos comentários aos seus posts um avatar de um rosto com a cara tapada com uma ligadura.
Porque sem avatar continuo a comentar.
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