Segundo os ratos do Largo, essa coisa do segredo de justiça só vale para os outros. Para a dita rataria não se aplica, apenas se defeca sobre ela (a coisa).
Serão estas as fugas de informação a que se refere Jorge Lacão?
«Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a
partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/ TVI, existindo a
suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as
primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro» – SOL
A inevitabilidade das suspeitas, segundo o Sol:
No dia 24 de Junho de 2009, decorreu uma reunião na PGR com o PGR e magistrados do
processo. No dia 25 de Junho, de manhã os telemóveis dos actuais arguidos deixaram de
cantar. Ficaram subitamente mudos. Soube-se depois que todos eles, numa estranha
coincidência decidiram mudar de aparelho e de cartão.
Todos, menos um deles: o principal suspeito. Esse só mudou de cartão. O IMEI lá ficou
para se saber isto, agora.
O João Miranda descobriu a pólvora. Eles ficam calados quando a conversa não convem.
Já os outros fazem mea culpas não é? Por acaso o João Miranda que, parece-me, foi um dos que defendeu o pobre coitado do Mario Machado que aqui del rei preso por delito de opinião e tal também já fez a sua contrição devido as coisas que agora se sabem?
Se foi anónimo fui eu que escrevi! 😉
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Segundo os ratos do Largo, essa coisa do segredo de justiça só vale para os outros. Para a dita rataria não se aplica, apenas se defeca sobre ela (a coisa).
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se é anónima, foi escrita pela judiciária. tirando esses gajos, hoje em dia ninguém tem esse apelido.
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No geral, em portugal, ser violador continua a ser um estatuto!
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Ó Piscoiso!
Então?
Estás de folga?
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Serão estas as fugas de informação a que se refere Jorge Lacão?
«Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a
partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/ TVI, existindo a
suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as
primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro» – SOL
A inevitabilidade das suspeitas, segundo o Sol:
No dia 24 de Junho de 2009, decorreu uma reunião na PGR com o PGR e magistrados do
processo. No dia 25 de Junho, de manhã os telemóveis dos actuais arguidos deixaram de
cantar. Ficaram subitamente mudos. Soube-se depois que todos eles, numa estranha
coincidência decidiram mudar de aparelho e de cartão.
Todos, menos um deles: o principal suspeito. Esse só mudou de cartão. O IMEI lá ficou
para se saber isto, agora.
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Telenovelas.
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O João Miranda descobriu a pólvora. Eles ficam calados quando a conversa não convem.
Já os outros fazem mea culpas não é? Por acaso o João Miranda que, parece-me, foi um dos que defendeu o pobre coitado do Mario Machado que aqui del rei preso por delito de opinião e tal também já fez a sua contrição devido as coisas que agora se sabem?
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