O futuro dos jovens
6 Dezembro, 2009
Governo confessa que o futuro dos jovens portugueses são os estágios na Função Pública. Melhor demonstração de impotência não podia haver.
49 comentários
leave one →
Governo confessa que o futuro dos jovens portugueses são os estágios na Função Pública. Melhor demonstração de impotência não podia haver.
Acaso terás melhor ideia?
Apresenta-a pois seria um acto patriótico.
Ou estarás como a Dona um dia disse; que não tinha ideias e mesmo que as tivesse não as apresentava pois seriam copiadas.Bela líder sim senhor
GostarGostar
O PM começou por prometer 200 000 postos de trabalho, conseguiu perder meio milhão, e agora vem anunciar 2000 estágios, não postos de trabalho, o seu próximo anuncio só ja devem ser 200.
GostarGostar
Ofereço-me publica e humildemente para oferecer ao Sr.PM José Sócrates um estágio na Disneyland de Paris, para que ele possa experimentar todas as suas fantasias e teorias económicas sobre o papel do estado na sociedade sem que ninguém o incomode.
GostarGostar
Isto já não é um governo, é uma associação recreativa.
GostarGostar
Deus sabe que eu gostaria de ver Sócrates a cumprir uma pena de 20 anos de cadeia. Mas que sugere o João Miranda para o futuro dos jovens portugueses.
GostarGostar
Ideias e propostas é que não aparecem, assim é fácil criticar.
#2
Pois, a Dona foi à Alemanha repreender a sua amiga por o desemprego lá ter aumentado. Não foi?
GostarGostar
Emigrem.
Isto não vai melhorar tão cedo.
GostarGostar
#6
Qualquer economista honesto , sem interesse na politica , ensinaria o socrates no que fazer !
Ele é que não está interessado em ouvir , enquanto a “grande farra” puder continuar!
Não é ,portanto , uma quetão de propostas , é uma questão de poder e de dominio dos portugueses!
GostarGostar
Nos tempos gloriosos de Portugal a nossa juventude trabalhava, estuda, assentava praça, combatiam em África,etc.
Agora as politicas de pandeleirices deste governo é pôr os nossos jovens a «estagiar» em hipermercados, call centers ou em sobrelotados gabinetes do funcionalismo público.
Oh jovens, façam como nós em 68 e década de 70!
VÊM PR’A RUA!MANIFESTEM-SE!
FAÇAM CERCO A S.BENTO ONDE ESTÁ O REI-SOL DA ALDRABICE E DA INTRUJICE!!!!!
GostarGostar
#9 – “Oh jovens, façam como nós em 68 e década de 70!”
oh ambrósio, nós foi mais pró 69. em 68 foi a cadeira que fez algo de apetecível.
GostarGostar
Quem anda a tratar do futuro,com nova série de jantaradas, é o jovem poeta Alegre,oque não é nada bom para o colesterol do ilustre bardo.
GostarGostar
“Agora as politicas de pandeleirices deste governo é pôr os nossos jovens a «estagiar» em hipermercados, call centers ou em sobrelotados gabinetes do funcionalismo público.”
Depois de 12 anos no “Ensino”…
GostarGostar
E depois obriga as empresas a aumentá-los em 25 euros por mês. A bem da justiça social!
GostarGostar
O Sócrates é o maior empregador dos amigos.
Ó Sócrates, posso ser teu amigo?
GostarGostar
#6
Caro Jorge, ja reparei que você quer ideias, pois bem meu caro aqui vão algumas bem simples, a sua implementação só não é executada devido aos grandes lobies económicos, se os pequenos e medios estoirarem, meia duzia de grandes ficam com o mercado todo.
As sugestões não são minhas, são do vulgo comum, daqueles que têm clarividência e resultam de muito debate de muitos entendidos comentadores.
– Apoiar as PME,S que são 95% do tecido empresarial Português e por conseguinte criar emprego e riqueza.
– Baixar os ordenados milionários dos taxistas nas administrações das empresas publicas, semi privadas e os muitos institutos, há intsitutos para tudo.
– Cortar nas despesas esbanjadoras dos politicos em luxuria.
– Baixar os ordenados e regalias de tantos deputados e acessores.
– Reavaliar rigorosmente os subsidio dependentes e acabar com os excessos em curso, incutir a este povo a necessidade de produzir, incluindo os ciganos, chega de nada fazerem e tudo receberem, não são intocáveis, deveriam receber tratamento igual a todos nós e não terem estatuto especial.
– Acabar com obras faraónicas de milhões para satisfazer meis duzia de cosntrutores.
– Acabar com a corrupção é claro, pelo menos redizir os indices.
– Conceder mais automia as regiões.
– Gerir o património do estado numa matriz de custo- beneficio.
– E claro gerir melhor os recursos humanos do estado, chega de vêr 10 calceteiros autarquicos para calcetar 10 metros quadrados num dia de trabalho.
– etc…
muitas mais….
GostarGostar
Socrates de Atenas:
Só falta pedires para que o salazar volte.
GostarGostar
nop,como queres levantar um pais, esbanjando ???? ou com rigor ????
então não se queixem deixem andar até rebentar
GostarGostar
quanto ao salazer, é figura que não aprecio meu caro, tas frio, ehe he
GostarGostar
Aconselho a todos os jovens de Portugal que emigrem ou que saiem o mais depressa de Portugal.
Aqui o vosso futuro é a escravidão!
ESTE PAÍS NÃO É PARA GENTE JOVEM!
ESTÁ BOM É PARA OS REFORMADOS DA POLITICA, DAS EMPRESAS PÚBLICAS E DA FUNÇÃO PÚBLICA.
Saem enquanto é tempo!!!!!!!!
GostarGostar
Eu sou sofista, defendo a necessidade de se resgatar o velho sentido da Ética, da Justiça e da Moral, perdidos durante o período de crescimento e “enriquecimento” desta nação, estamos contaminados pela hipocrisia pelo egoismo, é com a “volta a uma sociedade mais simples”, mas não uma volta ao passado real que aconteceu, mas sim antes a um passado imaginário situado em algum lugar no futuro no qual os velhos valores, renovados a partir das indagações, reflexões e críticas dos erros passados, nos permitam orientar para uma sociedade estável, mais evoluida e com novos conceitos baseados nos pressupostos validos do passado, só assim uma nação em decadencia poderá sobreviver nesta planeta tão concorrido.
GostarGostar
pois , mais uma manada de jovens com altas qualificações fictícias e tal para o pessoal sustentar. será que percebem sequer que estão a retirar do mercado de trabalho a sério gente que podia ser produtiva com um cursuzinho técnico daqueles do tempo em que se trabalhava?
GostarGostar
Sugiro ao PM que passe a fazer essas promessas no Second Life e que deixe Portugal em paz (sempre vai fazer estragos para outro lado) e aos Jovens, se não forem patriotas sugiro que emigrem para o Norte da Europa, se forem patriotas, que se associem e comecem a produzir qualquer coisa útil, pois o país importa quase tudo e há muita coisa que podíamos fazer cá, a começar na agricultura.
Sempre nos livrávamos de uma seita que não faz falta a ninguém e sentiam na pele (no norte) o que é o Patriotismo e a defesa e o amor pelo seu país.
A Bem da Nação!
GostarGostar
Jovens de Portugal:
Saem daqui o mais depressa possível.
As promessas do Sokas não passam de mentiras.
Vão para países onde se respeita o trabalho e onde as oportunidades são para todos.
Aqui as «oportunidades» é para quem tem cartão do partido da sucata ou para aqueles que rastejam atrás dessa grande líder de papel!
GostarGostar
Caro Socrates De Atenas,
Apenas para lhe apontar que a Ética, a Moral e a Justiça, no nosso tempo, normalmente só precisam de “resgate” em tempos de muito fraco ou nulo crescimento económico. Vidé a última década ou inicial da I República.
GostarGostar
# 16
Já não há “salazar(es)” que nos salve, porque “estamos feitos ao bife” e de que maneira…
Agora e a calhar, vinha mesmo, era um “Max Robespierre”… É que ao ponto que isto chegou, só “rolando cabeças” se acabaria com “a peçonha”.
GostarGostar
No meu tempo a gente saia de Portugal a salto.
Agora estes jovens da pôrra levam na cabeça e contentam-se com a raçãozinha que o Sr.Sócrates lhes dá?
Foi pr’a isto que eu FIZ o 25 de Abril???????
GostarGostar
#26.
Vocês fizeram uma meia-revolução de pacotilha que instalou uma democracia de presépio e lavaram as mãos disso quando os primeiros pingos de Euros choveram de Bruxelas.
Fazer uma revolução não é sair de casa de cravo na mão a horas certas, como dizia o outro.
GostarGostar
Se não os conseguimos levar para a câmara de gás, levemos o gás ao parlamento.
Não fazem falta. Conduziram o país à deplorável situação de bancarrota, de que não é facil sairmos. Viver à conta do endividamento sucessivo é um suicídio. Sócrates só em 4 anos aumentou a dívida em mais de 50%, ultrapassando já bastante os 100% do PIB. Estamos lixados.
GostarGostar
o estado moderno e progressista , que não é educado , apenas ouviu falar em educação , e como é burro , nunca leu um livro ( quizás algum filósofo espanhol..) e nem percebe o que é educação , anda sempre com ela na boca para ninguém perceber que é burro , retira recursos à economia de muitas formas , uma delas é empregar estes coitados com títulos que não servem para nada e que os encorajou ( obrigou quase ) a tirar , na digna tarefa de polir esquinas e chular os que produzem bens e serviços tangíveis , quando , como o Zorro diz , podiam estar a discutir e executar formas de prover a nossa própria alimentação e outras necessidades básicas e a contribuir para a economia do país onde vivem. Em resumo , quando podiam estar a Trabalhar naquilo que é preciso.
a maior palermice destes nabos é a escolaridade obrigatória que consegue que 1 em cada 5 tenha um nível de literacia médio. 1/5 dos escoloarizados à força percebe o que lê. os resultados da massificação do ensino são lindos , né? quando saem de lá , só mesmo para polir esquinas.
GostarGostar
Despesa em 2009
Dívida Pública aumenta 28 mil mihões e chega a 113%
Pela primeira vez, este ano a dívida do Estado e das empresas públicas à banca e em
títulos ultrapassa a riqueza produzida no País. Factura com juros vai subir nos
próximos meses
A dívida do Estado, incluindo as empresas públicas, deverá este ano atingir 113,3% do
produto interno bruto (PIB), contra 93% do PIB em 2008. Os empréstimos públicos
contraídos à economia – no montante de 182,6 mil milhões de euros – através de créditos
bancários e em títulos como as obrigações do Tesouro, aumentaram 28 mil milhões de euros,
em relação a 2008, uma verba que daria para construir cinco aeroportos como o de
Alcochete.
A dívida directa do Estado – contraída junto de investidores portugueses e estrangeiros,
para financiar sucessivos défices orçamentais que serviram para pagar despesas com a
Saúde, Educação, Defesa, investimentos e salários públicos, pensões – deverá orçar em
132,5 mil milhões de euros, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Ministério das
Finanças.
Só a dívida do Estado, sem contabilizar as empresas públicas, no final deste ano deverá
representar 81,2% do PIB e, em 2010, deverá alcançar os 90% da produção, atingindo os
100% em 2013, tal como sublinhou o Fundo Monetário Internacional esta semana. Mas, para
este ano, isto significa mais despesa para além do estimado em Setembro passado, pelo
Instituto Nacional de Estatística, quando se calculava um endividamento de 74,5% do
produto. Contas feitas, após sucessivas alterações orçamentais, o Estado endivida-se este
ano em 15 mil milhões de euros.
A somar à dívida do Estado, estão os passivos das empresas públicas, a maioria titulados
em empréstimos bancários e em emissões de títulos, como as obri- gações. Para não
aumentar o défice orçamental, a maioria destas EP são “empurradas” a endividarem-se,
assumindo custos financeiros crescentes. No final de Setembro, a dívida conjunta das
cerca de 80 empresas publicas atingia os 50 mil milhões de euros, 31% do PIB, de acordo
com dados ontem divulgados.
Metade desta dívida está concentrada nas Estradas de Portugal, Refer e CP. Em apenas um
ano, estas empresas aumentaram o passivo em 1,8 mil milhões de euros, 1,1% da riqueza do
país. O Metro de Lisboa e o Metro do Porto, no conjunto, contraíram dívidas de 6,4 mil
milhões de euros e, em apenas um ano pediram à banca mais 700 milhões de euros. Tal como
a Refer e a CP, estas empresas estão tecnicamente falidas, com os passivos a superarem já
os activos.
E as responsabilidades futuras do Estado não param por aqui. Nas parcerias
público-privadas (PPP), os compromissos assumidos para os próximos três anos (até 2012)
implicam já uma despesa de quatro mil milhões de euros.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1438156
GostarGostar
Cinco Erros que Pagaremos Caro
A actual política educativa assenta em muitos equívocos, chavões mal demonstrados, fundamentações erradas e muitos anúncios de “sucessos” que não passarão de falhanços a curto ou médio prazo. Algumas das medidas erradas irão demonstrar a sua invalidade daqui por uma mão-cheia de anos, enquanto outras que se anunciam terão efeitos devastadores a mais longo prazo, para lá de 2013, que é o horizonte da actual governança. Quando se realizarem as provas de um hipotético PISA 2018 perceberemos isso, mas entretanto já terá sido deitada fora a pouca água que resta na banheira, o bebé e tudo o que está à volta.
Aqui vou apenas alinhar aqueles que acho mais calamitosos:
1. A multiplicação de cursos que de profissionais ou profissionalizantes só têm o nome: na realidade muitos CEF (ou EFA) não passam de uma forma de combater o insucesso escolar – e em menor grau o abandono – através da criação de cursos praticamente sem meios técnicos, com uma capacidade de integrar os alunos no mercado de trabalho meramente provisória e uma estratégia cosmética para dar a entender que voltámos a ter uma espécie de ensino técnico intermédio. Na verdade são muitas vezes “turmas de nível” disfarçadas onde se promete sucesso em troca da presença na escola ou, se outras asneiras singrarem, apenas da matrícula. Entre nós apresenta-se, portanto, como grande iniciativa o que além-fronteiras já começou a ser questionado por fornecer uma educação de segunda qualidade, sem verdadeira relação com as necessidades de mão-de-obra e apenas iludindo os formandos com um diploma sem especial valor para os empregadores, conhecedores de tudo isso e que acabam por preferir trabalhadores formados através da prática no local de trabalho.
(…)
5. Um modelo errado de formação profissional e certificação de competências assente meramente numa certificação e não numa aquisição de competências ou conhecimentos, pois o projecto Novas Oportunidades baseia-se na seguinte lógica: atrair quem sente falta de uma “certificação” para aceder a uma situação melhor, entrando num esquema de formação que nada de substancial lhes traz (e a maioria dos potenciais empregadores sabem isso) para além do diploma e eventual participação em cerimónia oficial. O culminar de tudo é a distribuição de diplomas em catadupa, preparados em centenas de centros de validação de certificações, numa teia burocrática que absorve boa parte das verbas envolvidas (o formador e o certificador, por regra, ganham mais do que o formando/certificado), que depois se apresentam, em acções de propaganda, como enormes sucessos de uma política de requalificação da população activa com baixos níveis prévios de qualificação. O problema é que, nem se estudam a sério as consequências deste tsunami certificador em termos de ganhos efectivos de rendimentos pelos, nem estes novos diplomados são testados de forma independente e comparativa nas competências que supostamente adquiriram. E tudo acabará como os cursos do Fundo Social Europeu: a médio prazo, constatar-se-á que a população activa continua subqualificada em muitas áreas do mercado de trabalho. Apesar de dezenas e centenas de milhar de certificações e diplomas.
Mas claro que, quando se perceberem os erros, a culpa nunca será de ninguém. Pois até aposto que os relatórios oficiais dificilmente negarão adjectivação abundante e entusiasmada quanto ao “sucesso”.
E a vidinha continuará como sempre.
http://www.sol.sapo.pt/blogs/paulog/archive/2007/12/28/Cinco-Erros-que-Pagaremos-Caro.aspx
GostarGostar
Em frente é que é o caminho
Ao longo de três anos, por opção política, o investimento público caiu para mínimos. Havia um défice a combater. O investimento privado caiu por arrastamento e, com ambos, diminuiu a criação de emprego. Os salários caíram e as relações laborais foram “flexibilizadas”. Havia que equilibrar uma batalha, perdida à partida por força de um comércio livre que permite a concorrência em pé de igualdade entre produções com e sem direitos laborais e restrições ambientais, de uma espécie de competitividade que se conseguiria embaratecendo o factor trabalho. O consumo das famílias caiu por arrastamento e, com ele, também por esta via, a criação de emprego. Houve empresas que tiveram que fechar as suas portas, perdendo-se o emprego que asseguravam. Da conjugação de todos os anteriores, caíram as receitas fiscais e caíram as contribuições para a Segurança Social, tantos foram os encerramentos e tão forte foi a diminuição da actividade das empresas, e porque a massa salarial diminuiu, quer em termos absolutos, quer em proporção da riqueza total criada. Com todos eles, aumentou o défice orçamental, forçando a novos cortes no investimento público e a congelamentos salariais, com as mesmas consequências atrás referidas, e aumentou o défice da Segurança Social, forçando a introdução de uma nova fórmula de cálculo das pensões, penalizadora, e a um aumento da idade da reforma. A opção política foi, assim, a de manter quem deveria estar em casa a descansar de toda uma vida de trabalho a ocupar os postos de trabalho que deveriam ser ocupados pelo exército de desempregados que, soube-se ontem, ultrapassam já os 10 por cento da população activa. 10,2 por cento, para ser mais preciso. Mas nada de recuar nas e repensar as políticas que foram seguidas, sem dúvida alguma, as mais correctas. Não há erros a assinalar. A “culpa” é toda, todinha, da maldita crise internacional. As políticas são para manter. A bola de neve continua a crescer.
http://www.opaisdoburro.blogspot.com/2009/12/em-frente-e-que-e-o-caminho.html
GostarGostar
oh gigi , se os que estão a coordenar programas de educação e formação não os têm e apenas pensam que esses programas são o máximo por não os terem nem perceberem , estavas à espera de que? só podia sair bosta. educação e formação é bué importante hoje em dia , não para arranjar emprego , mas para não ir em conversas tolas de Inferno (quente , quentinho ) global. ou gripes peste negra. é importante para não gastar o suor do trabalho em tonterias.
o meu presidente de camara é burro todos os dias , como não quer que se saiba , diz que a salvação da cidade são museus. os cultos curtem museus , o gajo quer passar por culto , e pronto , dá-lhe com os museus. e museus já temos de sobra e empregos derivados de possíveis visitantes são igual a zero.
GostarGostar
Ponham uma venda nos jovens para eles não verem o que se passa na Grécia, por favor.
GostarGostar
Com o clima de corrupção generalizada existente, com os métodos usados na revisão dos preços, com os objectivos anunciados e com as prioridades conhecidas do Governo a serem a EDP, a PT a Mota-Engil, a Ongoing, Joaquim de Oliveira, a Martifer, a Sá Couto e quejandos, é fácil de ver para onde irão os milhares de milhões de euros de investimentos públicos previstos.
…
Ou seja, a grande prioridade de José Sócrates não são os postos de trabalho, mas a ajuda às empresas do regime e o controlo dos meios de comunicação, para que os portugueses não se apercebam disso. Henrique Neto, em Jornal de Leiria 26 Nov, pag 16
GostarGostar
arremessos
Já se sabe como foi: o governo português não encontrou melhor instrumento de combate e de
propaganda e colocou a avaliação de professores no centro do debate político; a escola
pública tornou-se uma arma de arremesso. E colocou a avaliação como farol das políticas
de contenção financeira quando ainda era aceitável responsabilizar a massa salarial da
função pública pelo desnorte da despesa do estado ilibando com esse argumento o desvario
na alta finança. Intencional ou não, foi isso que se verificou.
O tempo passou e o anunciado desastre das constas públicas aconteceu sem qualquer aumento
salarial dos professores e em que o valor global desse investimento até diminuiu. Mas
mais: o volume salarial da função pública passou de três por cento do produto interno
bruto para menos de dois enquanto o défice orçamental passava de menos de três para oito
por cento.
http://www.correntes.blogs.sapo.pt/498442.html
GostarGostar
# 35, já não vai ter tempo para isso, alguns já sabem. Em breve se puxarão os cordelinhos de fora e o pinóquio sai de cena num ápice. Ele representou bem o papel que lhe deram e será recompensado, mas já passou. Eu estou fora e sei porque tomo banho em águas quentes e falo com as pessoas certas. Antes que o rectângulo comece a arder, alguns trutas mandarão na canzoada por interposta pessoa. O dia acaba sempre por chegar, né pá!
Não quer dizer que os vossos jovens venha a dar-se bem nesse deserto e que os vossos idosos venham a ter a reforma por que esperavam. Paciência, não é o que vocês têm mais rapazes!
GostarGostar
O futuro dos jovens só está em picarem esta merda toda!
GostarGostar
pois 38 , os jovens só valerão alguma coisa se meterem uns que eu cá sei nuns submarinos excedentários e os afundarem ao largo das berlengas!!! para ficarem num mundo à maneira deles. a bem dizer não os devemos proteger e aconselhar a emigrar. devemos dizer-lhes que devem reconquistar o seu território a umas alimárias mediocres.
GostarGostar
Não nos devemos preocupar excessivamente com os jovens. Afinal não são melhores que os velhos. É tudo a mesma trampa. Quem tiver algum valor pira-se e não volta.
GostarGostar
Enquanto o M.E. não civilizar os conteúdos programáticos escolares…e tirar de lá o elogio de assassinos, traficante de drogas como FIDEL, CHE, CHÁVEZ e quejandos
a ileteracia, obscurantismo, ignorância, imbecilidades dos jovens vão continuar
GostarGostar
E piram-se pra onde ? só se for pra Vanuatu ou para alguma tribo de bosquímanos . o resto já está todo conspurcado pela veia semita do ser humano.
GostarGostar
Quando é que foram as eleições? Os tugas têm o que merecem.
Atenas mostra o caminho!
GostarGostar
# 43, engana-se, pelo menos um deles vai ocupar lugar de destaque na cena internacional, o meu amigo desconhecerá que só na aparência os votos o puseram lá. Por detrás está uma máquina invisível, funciona em rede com os maiores farsantes localizados nas grandes capitais e de lá comanda sítios como este. Eles são peritos em vender qualquer produto de plástico (Obama, o prémio nobel da paz que envia 30000 para o afeganistão). Quando o maestro tresmalha arranjam outro, mas em regra deixam algumas gorgetas. Veja onde pára o anafado guterres sempre a cuidar dos desgraçadinhos. O circo já teve melhores dias antes do madoff, mas continua. Só na China não põem nem dispõem, a Índia, a Rússia e o Brasil estão procurando emancipação.
O problema é que nós vemos o mapa mundi e ainda pensamos que as fronteiras dos países são a sério. Para as máfias internacionais não há fronteiras e a corrupção é passaporte infalível.
GostarGostar
O futuro dos jovens?
perceber que o futuro de Portugal já é desolador.
Esta não é uma opinião, isto não é mais “pessimismo português” esta é uma realidade com base em dados estatísticos:
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=9625
GostarGostar
O futuro dos jovens hoje é não irem à escola e fazerem depois umas “novas oportunidades” para despachar as habilitações depressa. De seguida, ente um rendimento minimo e um subsídio de desemprego fazem-se umas formações e uns estágios aqui e ali. Tudo regado com muitos e-mails, smss, twitadas e facebookadas…Não tarda nada vem a reforma e toca a ir pedir à IPSS mais próxima ajuda para comer, vestir e ir ao médico.
Enquanto houver dinheiro dos impostos dos que trabalham a sério para pagar esta fantasia política… O importante é salvaguardar o direito de voto ao rebanho…
GostarGostar
#46, nem mais.
GostarGostar
o futuro dos jovens e dos tugas em geral está nas mãos de gente sem ética, tanto à direita como à esquerda, e que se vendem assim… todos:
Lima de Carvalho, arguido no caso da Universidade Independente (UNI), revelou hoje em tribunal que o dinheiro da UNI serviu para financiar uma campanha política do PSD, a eleição de um bastonário dos advogados e pagar viagens de deputados.
Amadeu Lima de Carvalho, accionista maioritário da SIDES (empresa detentora da extinta UNI), falava no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), na instrução do caso UNI, em que é acusado de 46 crimes, incluindo branqueamento de capitais, burla qualificada, corrupção e fraude fiscal.
Questionado sobre o alegado desvio de dinheiro da SIDES, Lima de Carvalho denunciou que 90 mil euros serviram para financiar a campanha do ex-bastonário da Ordem dos Advogados Rogério Alves, uma campanha da Associação Sindical dos Juízes através da então mulher do também arguido Rui Verde e para pagar viagens a deputados da Assembleia da República a Inglaterra para aprenderem inglês.
http://www.ionline.pt/conteudo/36148-universidade-independente-serviu-financiar-psd-eleger-um-bastonario-e-pagar-viagens-deputados
GostarGostar
Querem resolver o problema meus caros ????
Os “Novos Sofistas” querem sem duvida um pais melhor com gente melhor, sejam eles quem forem, não é o seu ser que deve importar, mas sim o seu estar, o seu agir no sentido do bem comum, vivemos uma era de presupostos opostos, a Ética, a Justiça e a Moral, não representam nada para o Homo Econo-Digitalis, ele as despreza, apelidando-as de velhos costumes obsoletos, para ele existe somente o upgrade e o update, como se o ser humano, fosse como um computador (PC), leva um disco novo, é formatado o disco e instala-se de novo o sistema operativo e restantes programas e aplicativos, depois cria-se uma sessão de utilizador limitada, e já está, o individuo fica configurado, até novo update, depois sai o windows 7, toca a formatar de novo, corrigir os bugs e já está, pronto para mais uma legislatura, há 34 anos que somos formatados e instalados de novo, começamos com as antigas versões do MS-DOS, passamos pelo velhinho windows 3.11, estreamos o Windows 95, coremos os restantes e estamos prontos para o windows7.
GostarGostar