Afinal….
9 Janeiro, 2010
Maria de Lurdes Rodrigues estava de acordo com a filosofia dos sindicatos: mesmo avaliada politicamente com um medíocre, atingiu o topo da carreira.
78 comentários
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Maria de Lurdes Rodrigues estava de acordo com a filosofia dos sindicatos: mesmo avaliada politicamente com um medíocre, atingiu o topo da carreira.
Se eu fosse Ministro metade do «professorado» ia pr’a casa.
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O acordo agora assinado entre o governo e os sindicatos, bem como algumas medidas já adoptadas anteriormente ao acordo (como o fim da estúpida diferenciação entre professores e titulares), constitui uma negação completa da política seguida por MLR. O governo cedeu em diversos aspectos em que MLR tinha feito um insensato finca pé. Mas também cedeu no pouco em que MLR tinha agido bem – na prova de acesso à carreira docente e na ideia de que os professores devem ser avaliados. Este último aspecto é o mais importante. Este acordo baseou-se apenas em conversas acerca de quotas e percentagens e não incluiu nenhuma análise dos critérios de avaliação – como devem os professores ser avaliados? O que é preciso fazer para distinguir os que merecem Insuficiente, dos que merecem Bom ou Excelente? Os sindicatos sempre foram contra a avaliação e só concordaram com esta porque perceberam que não é uma avaliação a sério. Vão todos ter de Bom para cima.
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Esqueci uma frase: esta nomeação de MLR é uma compensação pela humilhação que Sócrates autorizou que lhe fizessem ao fazerem tábua rasa de todo o seu legado – tanto das inúmeras asneiras como das poucas coisas boas que fez.
José Sócrates como se vê é, além de mau PM, uma pessoa desleal.
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Então e os Livrinhos para crianças que têm de continuar a ser vendidos?
A fama e todos os dias na TV valem bem fazer o acordo
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Eu sei que muitos de vocês me vão “matar” mas
a MLR foi a única que conseguiu que nós (os parvos dos pais) começassemos a falar de avaliação muitas vezes e que os profesores percebessem que tinham de ser avaliados como toda a gente
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gosto bem mais dela do que desta “sorriso ao lado”
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Roma paga (bem) aos fiéis súbditos!
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Exactamente! A fidelidade canina a Sócrates e às ideias facilitistas na avaliação dos alunos foi recompensada. Que sabe essa anarquista do assunto para ocupar um lugar? Não tinha o lugar dela no ISCTE?
Quanto a pais referidos: acho bem que os professores sejam avaliados com rigor, mas e os alunos? Devem passar todos, como já vi, mesmo que nada liguem e saibam e até prejudiquem os colegas? Basta ir a uma escola e olhar para muitas pautas.
Conheci bons e maus professores e os piores davam positiva aos alunos todos. É como a “palhaçada” vendida aos portugueses das Novas Oportunidades, só treta!
Já agora, como se avaliam os políticos como essa senhora Maria de Lurdes? Em Tribunal, se houvesse justiça.
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a lurdes e o campos foram os primeiros a mexer naquilo que todos criticam e ninguém teve coragem de tocar, outros seguirão, a história faz-se assim e o resto é conversa.
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o ISCTE n passa de uma cambada de mediocres, e a excepção n é a MLR. MLR é a regra da mediocridade iscetiana. Leiam a tese dela, se vos deixarem… Todos os doutorandos da casa passam com unanimidade e louvor, mesmo que a tese seja uma gd merda. Os profs do secundario se lerem umas coisitas podem ser melhores que a maior parte dos profs do ISCTE.
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Esta frase é completamente idiota!
Só quem não se dá ao trabalho de saber o que se passa dentro das salas de “aula” neste país do faz de conta é que pode proferir uma expressão deste teor. Em política expressões deste tipo são denominadas de POPULISMO! Misturam batatas com cebolas e espera-se que quem as ouça tenha uma interpretação torpe!
Maria de Lurdes Rodrigues foi a PIOR ministra de SEMPRE em todos os sectores de actividade. Esta senhora colocou sempre a ideologia da esquerda à frente dos interesses do país. Esta senhora tinha e tem uma estrutura intelectual dos anos 50 e tentou aplicar o “eduquês” em toda a força a todos os professores.
Só quem não percebe RIGOROSAMENTE nada de coisa nenhuma é que não sabe que, graças a esta personagem, que Portugal paga o MESMO salário a professores do 1º Ciclo e a professores do 12º ano!
Só quem nada sabe de coisa nenhuma e não se dá ao trabalho de saber é que não sabe que em Portugal, os educadores de infância, os professores do 1º ciclo, do 2º ciclo, do 3º ciclo e do secundário, os professores dos cursos profissionais, etc., etc. são regidos pelo mesmo estatuto de carreira.
Só quem não sabe nada e tem preguiça de saber é que não sabe que o sistema de “avaliação” criado pela dita criatura é IGUAL para educadores de infância e a TODOS os professores de TODOS os graus de ensino, excepto no superior!
Qualquer palerma percebe rapidamente que MAIS COMUNISTA QUE OS SINDICATOS SÓ MARIA DE LURDES RODRIGUES! A senhora falou em avaliação, mas era evidente para toda a gente que ela não queria saber da avaliação para nada, porque não acredita NISSO! Queria apenas reduzir a despesa neste sector, porque o PM assim lhe pediu.
São estes os liberais que temos em Portugal!
Somos o país mais pobre na Zona Euro e um dos mais pobres da Europa por uma única razão, somos CLARAMENTE muuuuuuuuuuuuuuito inferiores aos restantes povos! TEMOS O QUE MERECEMOS!!!
Peço imensa desculpa pelos termos, mas para além de farto estou completamente saturado de pessoas que utilizam o populismo e a demagogia ao estilo chavista e não conseguem perceber a diferença entre políticas de esquerda e de direita…!
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E agora vai tentar exportar o ISCTE para o Obama…
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é só o princípio, aposto uma sandes de lagosta em como hei-de ver manuel alegre e mário nogueira na inauguração dos futuros hospital correia de campos e eb2+3 maria de lurdes rodrigues.
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No ISCTE abrem-se garrafas de champanhe Don Pérignon, sim porque aquela gente é de esquerda, mas não é parva.
11 # FARTINHO
Eu ia responder à posta do Gabriel Silva, mas você disse tudo. É tal e qual como escreve. Dou-lhe os parabéns, porque é muito raro encontrar alguém que tenha percebido o realmente se passou na educação nos últimos 5 anos.
E até acrescento, MLR só teve problemas com parte do sector, porque teve de reduzir a despesa, porque se não fosse isso, tinha sido um sucesso, porque ela e Valter Lemos tresandam a “eduquês” e a esquerdismo. E isso é o que não falta no sector da educação. A direita liberal só a apoiou porque a confundiu com a sr.ª Thatcher e não percebeu que ela não passa de uma Rosa Luxemburgo de 5ª categoria.
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Fartinho (11)
não sei porquê, mas obviamente não entendeu o que escrevi
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# 1
Isso é que é uma fezada. O que é que você percebe do assunto para opiniari?
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Imagine-se o que seria um engenheiro, arquitecto ou médico ter de provar, hora a hora do seu quotidiano de trabalho, “com evidências”, que sabe construir estradas, desenhar plantas de habitações ou receitar x medicamentos. Pois. É essa a avaliação de desempenho da bexiguenta do ISCZÉ agora promovida e da Al-Çada da “aventura”.
O país endoidou.
De vez.
Como o Ensino não tem resultados imediatos, mas subjaz a TUDO o que significa desenvolvimento económico social cultural, aguardem o pior. E se não for tão mau assim, dêem os parabens à maioria dos professores portugueses.
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Pelo “perfil” do pinócrates, imagine-se que ideia de desenvolvimento do país, o mesmo é dizer que Ensino, tem na cabecita o parolo …!
A Al-Çada mais sorridente e tal não passa de outra tontinha. Havia a possibilidade de repor algo do que foi espatifado.
Nada disso foi conseguido neste pseudo «acordo».
O Ensino são Somente os professores com os seus alunos. Somente.
Temo pelo pior – o-bater-com-a-porta dos professores mais lúcidos, qualificados e experientes. A desmotivação total e a debandada logo que o possam fazer.
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A avaliação depende essencialmente do ponto de vista do avaliador e é óbvio que JS deu boa nota a MLR e a recompensou pelo servilismo.
Quase tudo que legislaram ficou na génese deste acordo que tem aspectos bem mais polémicos do que parece…
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Estudo de professor da Universidade de Londres prova que o novo ECD e o modelo de avaliação de desempenho prejudicam o desempenho dos alunos e inflaccionam as notas
É um estudo académico realizado por um professor de Economia Aplicada da School of Business and Management da Universidade de Londres. O estudo tem o título de Individual Teacher Incentives, Student Achievement and Grade Inflaction. O autor é português: Prof. Pedro Martins. Para além de ser professor na Universidade de Londres, Pedro Martins é “fellow researcher” no Instituto Superior Técnico e no Institute of the Study of Labour, em Bona.
O estudo investigou o impacto das reformas educativas, realizadas, em Portugal, nos últimos 3 anos, no desempenho dos alunos do ensino secundário. O novo ECD, imposto pelo decreto-lei 15/2007, foi incluído no leque de reformas educativas. O estudo baseia-se na informação individual dos resultados dos exames em todas as escolas secundárias portuguesas desde o ano lectivo 2001-02 até ao último ano lectivo completo (2007-08). Utiliza informação disponibilizada pelo Júri Nacional de Exames e que tem sido utilizada para a construção de rankings (por exemplo, aqui e aqui).
Em termos específicos, compara a evolução dos resultados internos e externos (exames nacionais) nas escolas públicas do continente com as escolas privadas e também com as escolas públicas das regiões autónomas. A motivação para esta escolha está no facto de os dois últimos tipos de escolas não terem sido afectadas – pelo menos não com a mesma intensidade – pelas várias alterações introduzidas no estatuto da carreira docente e avaliação de desempenho dos professores. Nessa medida, tanto as escolas privadas como as escolas públicas das regiões autónomas podem servir como contrafactual ou grupo de controlo.
Os resultados indicam uma deterioração relativa de cerca de 5% em termos dos resultados dos alunos das escolas públicas do continente em relação tanto às escolas públicas da Madeira e Açores como às escolas privadas. A explicação dada pelo autor do estudo para este resultado prende-se com os efeitos negativos em termos da colaboração entre professores a partir do momento em que a avaliação de desempenho surgiu associada aos resultados escolares dos alunos (taxas de insucesso e de abandono). Ou seja, os professores começaram a colaborar menos uns com os outros e a partilharem menos os materiais e os conhecimentos. Por outro lado, o aumento da carga burocrática associada à avaliação também poderá ter tido custos em termos da qualidade da preparação das aulas.
Por outro lado, o estudo conclui que a variação em termos dos resultados internos destes mesmos alunos é menor, embora também negativa – cerca de 2% (em contraponto a 5% nos exames nacionais). A diferença entre os dois resultados, que sugere aumento da inflacção das notas, pode explicar-se pela ênfase colocada pelo ECD (decreto-lei 15/2007) e pelo modelo de avaliação de desempenho (decreto regulamentar 2/2008), pelo menos na sua primeira versão (antes da avaliação simplificada) – nos resultados dos alunos (taxas de insucesso e de abandono) como item a ser considerado na avaliação dos professores.
Este estudo é de enorme importância. As conclusões arrasam o novo ECD, o novo modelo de avaliação de desempenho de professores e as restantes reformas educativas introduzidas no ensino secundário. Espero que os jornais e as televisões peguem nos resultados deste estudo. Está tudo neste post, incluindo a versão completa do estudo do Prof. Pedro Martins.
http://www.profblog.org/2009/03/estudo-de-professor-da-universidade-de.html
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Paulo Rangel defende “revolução conservadora” no sistema de ensino
09.01.2010
O deputado do PSD no Parlamento Europeu, Paulo Rangel, defendeu hoje a “urgência” de uma “revolução conservadora” no sistema de ensino português que substitua “o facilitismo pela exigência”.
Numa conferência dedicada ao tema da educação, que aconteceu esta noite na Curia, Paulo Rangel recebeu vários incentivos de militantes do PSD para se candidatar à liderança do partido.
No entanto, o eurodeputado disse estar mais interessado em discutir ideias do que nomes para a liderança do PSD. “Estou apenas apostado em contribuir para o debate de ideias dentro do PSD. Foi sempre isso que fiz e é isso que quero fazer num momento como este que é tão importante para o partido”, declarou, defendendo que tanto o país como o PSD necessitam de “rupturas”.
No sector da educação, Paulo Rangel criticou o Governo por reduzir os problemas do ensino à avaliação de professores e defendeu introdução de um modelo educativo “totalmente novo”. “É crucial definir uma nova concepção da educação. É necessária uma revolução conservadora no ensino. O principal problema das escolas não é a avaliação dos professores mas é a questão da exigência e da autoridade no ensino”, afirmou, criticando o estatuto do aluno por ser totalmente permissivo em relação às faltas escolares. “Há alguém que possa compreender que estejamos num sistema de ensino em que um aluno por mais que falte não reprova?”, questionou Rangel.
Sobre a situação do país, o eurodeputado disse que Portugal está mergulhado numa crise “grave” quer ponto de vista económico, quer do ponto de vista político e defendeu que nos últimos anos o Governo perdeu “autoridade, capacidade de decisão e credibilidade”. “Foi a isto que nos conduziu cinco anos de Governo Sócrates: a um declinar absoluto das instituições executivas e judiciais”, declarou.
Perante o estado do país, Paulo Rangel defendeu que o PSD, como principal partido da oposição, deve protagonizar uma “mudança de políticas que seja capaz de introduzir rupturas em diversos sectores”.
http://www.publico.pt/Educação/paulo-rangel-defende-revolucao-conservadora-no-sistema-de-ensino_1416949
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«A direita liberal só a apoiou porque a confundiu com a sr.ª Thatcher e não percebeu que ela não passa de uma Rosa Luxemburgo de 5ª categoria.»
A`parte o facto dos liberais não serem de direita, a verdade é que estas “avaliações” dos tecnocratas, apenas demonstram que Portugal é um país de analfabetos.
Eles nunca quiseram sequer saber em que consistia a trampa da avaliação. Mas, como a lógica de tudo é feita à semelhança da “eficácia empresarial” nem se lembraram que defender esta imbecilidade é precisamente o mesmo que defender aquilo que papaguearam e consideram danoso- o eduquês.
E é danoso. Mas serve para poupar uns tostões nos ordenados e inventar estatísticas de sucesso escolar.
Para mais nada.
———————
É claro que o post estava a fazer ironia com a promoção da sujeitginha e o tacho que conseguiu na FLAD. Mas o essencial é que o Gabriel é mais um crítico do eduquês, mas defendia a boa da a “avaliação” com grelhas do mesmo.
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Mas o Levy é que deu a imagem perfeita desta farsa. É fake. É a casa do “Meu tio” do Jacques Tati.
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Outra miséria que esta palhaçada veio mostrar é que os nossos liberais, tão avessos a tudo o que seja Estado, afinal têm os filhos a estudar em escolas oficiais.
E os grandes empreendedores e defensores da optimização do mercado, afinal têm inveja de ordenadecos de professores.
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Cheguei a ler por aqui conversas desbocadas que devia ter guardado.
Parecia coisa de canibais, espantados com as regalias de quem dá aulas.
ehehehehe
E depois, para demonstrarem os benefícios da qualidade de vida dos bons dos projectos socais deles, chegavam ao ponto de fazer rábulas à Monty Pyton, como a da disputa do que tinha a vida mais miserável e chegado a milionário trabalhando 30 horas por dia
“:O)))))
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E a dormirem em caixas de sapatos
eheheh
Palavra, não é gozo. Disputavam a vida mais miserável e as maiores agruras pessoais para dizerem que os professores eram uma elite vergonhosa e inadmissível numa sociedade moderna da “Civilização Ocidental”
“:O))))))
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O melhor exemplo da tacanhez dos tugas foi dado pela tinamonga.
Depois de andar a papaguear os mesmos chavões contra a função pública e a vida de nababos dos professores, e de dar o exemplo dos banqueiros- que possivelmente chegaram a ricos tendo estudado em multi-nacionais, acabou por confessar que também tinha os filhos a estudar em escola pública.
Mas continuava muito indignada com a falta de “avaliação” dos professores e dos ordenados principescos que ela pagava com os seus impostos.
Até ao dia em que acabou a contar que devia ter direito a não pagar impostos pois tinha criado uma empresa que nunca tinha dado lucro
ehehehehehehe
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A história da casa do Meu Tio já não me lembro se foi o Levy se foi outro blogger qualquer que é prof. Mas citei-a no Cocanha.
Foi genial. Disse tudo numa única imagem.
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26 # Zazie
“Cheguei a ler por aqui conversas desbocadas que devia ter guardado.”
Dava um bom blogue, comparar o que disseram de MLR e o que dizem hoje. Aqui no blasfémias até uma fotografia da senhora puseram.
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30 # Zazie
Fui eu. E foi esta:
http://lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/08/tudo-comunica.html
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Ok. Eu tinha essa ideia mas na altura v. não tinha link para o blogue e eu não decorei.
Mas sei que referi o nome no post.
Foi mesmo genial.
(uma nota- eu nada tenho a ver com a luta dos profs; apenas estou um pouco a par por ter amigos professores).
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ehehe
Ainda me estou a rir do “tudo comunica”. V. teve a ideia mais brilhante que se podia ter.
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EU NÃO ENTENDO COMO PESSOAS LETRADAS NÃO FIZERAM O ÓBVIO – consultar as tabelas das remunerações dos professores, ouvir dois ou três professores mais lúcidos sobre a sua actividade profissional (muitos vivem simplesmente a escola e saberiam mal explicar-se) em matérias como avaliação profissional ou outras, ter o mínimo de dados sobre como se desenrola a profissão (durante anos longe de casa, famílias separadas, custos de gasolina e transportes do próprio, alojamento do seu parco salário, escritório nas suas casas tudo pago pelo próprio, materiais e livros tudo pago pelos professores dos seus salários).
Obviamente que o ataque de Sócrates sempre foi à sociedade civil, aos alunos, ao saber, á cultura, ao desenvolvimento. Como não o podia fazer directamente arranjou um estrategema clássico da engenharia social praticado por todos os regimes fantoches – colocar a população inculta contra um grupo de pessoas com nome (no caso professores) para desviar as atenções e manipulá-las a seu belo prazer.
ZAZIE,
Foram marionetas nas mãos dum fascizoide. Incrível. Nem se deram ao trabalho de tentar verificar simples informações.
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Quem conheça uma Escola por-dentro sabe que um professor “medíocre” não pode estar no Ensino.
O escrutínio diário de dezenas de alunos, funcionários, colegas, pais, comunidade numa Escola é implacável e não o admite por tempo «demais».
Existem, de facto, professores com notas mais elevadas e mais baixas tanto nas licenciaturas como nas pedagógicas, como nas formações especializadas, pós graduações ou outras formações. E existem tb formações de base muito distintas, claro. E isso faz toda a diferença.
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Um dos mais patuscos foi o Ricardo Arroja. No Portugal Contemporâneo chegou a defender que se despedissem todos os professores e fizesse “requizição civil” como numa famosa greve de pilotos nos EUA.
E só não se lembrou de mandar disparar a matar por pouco.
Mas nunca quis ler sequer um daqueles papeis de preenchimento de grelhas.
Bastava-lhe ter a certeza que o problema era “não quererem ser avaliados, como todos os restantes trabalhadores”
ehehhe
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requisição, phónix.
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Sim, claro que há-de fazer.
Se souberem em que consistem as famosas pedagógicas a triagem devia era ser às avessas.
Quem se recusasse a fazer essa trampa ainda poderia ter hipótese de vir a ser professor.
E o mesmo em relação à outra gigantesca patranha das “modas & bordados” para créditos na progressão da carreira.
Há autênticas anedotas que deviam ser publicadas nessa farsa.
Eu já fiz o frete a uma amiga de lhe criar a porcaria de um blogue e botar lá um vídeo do youtube porque a formadora dizia que isso era coisa só para profissionais.
E outro amigo, prof de filosofia, frequentou uma acção de formação onde lhe ensinaram a abrir notas de rodapé no word. E isto depois de ter trocado a acção de fotografia pela de informática.
Na de fotografia aprendeu que existem lentes muito caras e “muito compridas” (sic) que se chamam tele-objectivas.
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Mas só podiam aprender com máquina automática, por também ser técnica para profissional mais do que isso.
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«Quem conheça uma Escola por-dentro sabe que um professor “medíocre” não pode estar no Ensino.
O escrutínio diário de dezenas de alunos, funcionários, colegas, pais, comunidade numa Escola é implacável e não o admite por tempo «demais».»
Não sei em que país vive o Anónimo da 1:02 de 10 de Janeiro, mas não deve ser o mesmo do meu. Pelo menos “por dentro”.
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# 41
Não dá aulas há 25 anos.
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# 41
Saiu do Ensino há 25 anos, certo?
Fez muitíssimo bem.
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# 41
Claro que não há escrutínio nenhum nem sequer era isso que importava.
Mas não há por 2 razões óbvias:
1- Não pode haver qualquer separação do trigo do joio entre pares.
2- A população portuguesa é analfabeta. A melhor prova disso são as ditas “elites” que nem sequer quiseram perceber em que consiste a dita avaliação.
À parte estes 2 aspectos, existe outro ainda mais grave- ninguém toca no monstro totalitário com currículos obrigatórios cada vez mais de palha e o que se (des)ensina nessas disciplinas.
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Mas há de facto um pacto de silêncio entre profs e Ministério.
Nisso concordo. E esse pacto diz respeito a uma coisa de que ninguém fala e que sempre existiu e continua a existir- aquilo que eu referi- as ditas “acções de formação” para progressão (ou actualização) na carreira.
Há uma máfia que sacou o privilégio de as fornecer e eu acredito que se houvesse coragem entre alguns professores (antes de atirarem com a porta) de as filmarem e fazer um bom levantamento por escola e as atirassem para a televisão- no dia seguinte o Ministério da Educação caía.
E uns dias depois podíamos ter o milagre de ver o ISCTE fechado.
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E ainda era preciso outra coisa.
Alguém que fizesse o mesmo nas pedagógicas (teórias- fornecidas pelas faculdades).
Por acaso isso eu fiz. E tenho tudo escrito. Só não filmei mas tenho um relatório dessa anormalidade e até o meu exemplo em que sabotei essa treta, sem ninguém notar, sacando a nota mais alta da turma.
Um dia publico essa historieta. Nunca usei nem vou usar as tais pedagógicas.
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Claro que se alguém se lembrar de perguntar como se passa na tropa e em que consiste a tarimba, aposto que é capaz de encontrar farsa a triplicar.
Mas, ao menos esses limitam-se a jogar dominó.
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Cara Zazie,
Os meus sinceros parabéns!
Dá gosto ver, finalmente, alguém apontar o dedo aos sítios certos e não a utilizar o populismo saloio e completamente analfabeto que se vai fazendo por este país fora.
Cara Zazie, se 20% dos opinion makers se desse ao trabalho de trabalhar, ou seja se desse ao trabalho de investigar, Portugal não era a vergonha de país que é!
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Na direita, talvez meia dúzia de pessoas percebam aquilo que VERDADEIRAMENTE se passa nas “escolas” e uma dessa meia dúzia de pessoas tem como nome Paulo Rangel. Ouçam-no e leiam-no com atenção…
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Eu não sou de direita nem de esquerda e nem quero ser nada.
E também o que faço nada tem a ver com o ensino ministerial.
Mas fiz as pedagógicas e às vezes até faço estes fretes para amigos progredirem na carreira.
Sei o que é o eduquês. Ao contrário dos que repetem essa palavra sem se lembrarem que o eduquês começa no Ministério e é imposto aos professores.
Os professores não podem ser professores nem bons nem maus. Antes de o poderem ser, têm de ser doutrinados nesta farsa e depois têm de participar nela para poderem manter-se no ensino.
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Mas digo-lhes outra coisa.
Também estou um pouco a par do ensino em Inglaterra. E, por estranho que possa parecer para quem vive de cartilhas, quem instalou por lá o eduquês e a burocracia que mata o ensino foi a Tatcher.
E a Inglaterra já anda a requisitar profs na Austrália e até cá, nos centros de emprego.
E pagam as ditas pedagógicas para quem se oferecer para dar aulas no centro de Londres.
E as ditas pedagógicas liberais anglo-saxónicas são a mesmíssima anormalidade que chegou cá por via francesa.
Um dos trabalbahos para se adquirir capacidade pedagógica no ensino de informática consistia em fazer um levantamento da rede do metropolitano.
Depois disso são largados às feras, pagos abaixo de cão e o risco de serem mortos à paulada num recreio é grande. Demasiado grande para podermos dizer que por cá ainda se vive num paraíso.
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Um dia ganho coragem e publico mesmo o relatório que fiz de 2 anos de “teoria” pedagógica ensinada numa das melhores universidades que temos.
A sério. E só não o fiz ainda para não comprometer uma ou outra pessoa que também as leccionavam.
Mas muita gente as fez comigo e nunca vi uma única a atrever-se a criticar a farsa.
Esse é outro aspecto muito engraçado. Temos jovens aparentemente hiper-irreverentes no preparatório e secundário e depois temos os mesmos feitos carneirinhos a darem o cuzinho e 5 tostões pelo canudo.
E depois do canudo, baixam a bolinha para conseguirem as vagas e as notinhas para o ensino.
E eu decidi que ia sabotar esta treta toda, ou não me chamasse “zazie”.
E sabotei-a na maior aldrabice que fiz em toda a minha vida.
E tenho cá o diploma com a bruta nota que ainda me deram gozando com a treta.
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“se houvesse coragem entre alguns professores (antes de atirarem com a porta) de as filmarem e fazer um bom levantamento por escola e as atirassem para a televisão- no dia seguinte o Ministério da Educação caía”
ZAZIE,
Se alguém o fizesse, muitos já tiveram essa ideia como imagina, teria de emigrar para bem longe de Portugal, tais os interesses poderosíssimos instalados ou verdadeiro POLVO. Pior que na Justiça, parece-me.
É o total escândalo mas disso “os CAA” não falam porque pertencem ao “circo” dos interesses instalados. Percebe?
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ZAZIE,
Os representantes dos lobby que se servem da Educação, ou POLVO, no actual governo:
1 – LOBBY DOS ISCTE E AFINS
João Trocado da Mata – Secretário de Estado da Educação
Sociólogo do ISCTE
http://www.cies.iscte.pt/en/investigadores/ficha.jsp?pkid=155)
Do: Plano Tecnológico da Educação (sinístrico)
http://www.sg.min-edu.pt/faq2005_02.htm
Estatísticas e magalhães
2 – LOBBY DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS E PRIVADAS (EDUQUÊS)
José Alexandre da Rocha Ventura Silva – Secretário de Estado Adjunto e da
Educação
“Ciências da Educação” da Universidade de Aveiro
www2.dce.ua.pt/docentes/ventura/curriculo.asp
Do: Conselho científico da avaliação de professores (sinístrico)
3 – LOBBY DAS ESCOLAS SUPERIORES DE EDUCAÇÃO E AFINS
Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar – empossada Ministra da Educação
Grupo da Bosta(on) das Escola Superior de Educação
http://www.portugal.gov.pt/pt/GC18/Governo/Perfis/Pages/MariaIsabelGiraodeMeloVeigaVilar.aspx
DO: Plano Nacional Leitura (sinístrico)
O POLVO auto alimenta-se.
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É falso.
Eu arrisquei, fiz e trabalho de forma absolutamente liberal.
Claro que não tenho emprego vitalício. Mas há coisas que nem com arma apontada à cabeça seria capaz de acatar.
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Espreitem!!!
http://WWW.EPIS.PT
Sei o que se passa e garanto que é um escândalo TOTAL.
TOTAL!!!!!!!! …
Muita guita envolvida …
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Por isso é que digo que é mentira que os jovens de hoje sejam irreverentes.
Eles são mas é criancinhas mal educadas e apaparicadas por pais irresponsáveis.
E mal entram na faculdade para serem “doutores” dão-lhes o popó e acabou-se a “irreverência”.
São absolutamente servis para conseguirem sacar o lugarzinho ao sol.
E de forma cada vez mais chunga. Tenho pessoas amigas a viverem na província que me garantem que metade da população já está enfiada em partidos.
E nas escolas praticamente está tudo enfiado no PS. E é por isso que depois chegam a “directores” daquela palhaçada, com votos das “forças vivas da terra”.
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Mas leiam as “teses de doutoramento” de toda essa cambada do ISCTE e das “Ciências de Educação” e vão ver onde está o cancro.
Eu fico é parva por não haver um único jornalista (e esses não eram perseguidos pelo ministério) que conte isto nos jornais.
Ninguém quer saber nada. E os media já são ruído de fundo em terceira mão.
Não há um único a dar-se ao trabalho de fazer uma mera investigação. Bastava conversar com alguns profs. Bastava assistirem. Bastava filmarem aquelas anedotas.
Há vídeos da Aberta que se podem ir lá buscar.
Vejam um qualquer deles a explicar em que consiste a linguagem técnica para se fazerem programações de aulas.
Ou leiam uma mera tese de doutoramento em “multiculturalismo cigano”.
Aí aprende-se que as ciganas nem usam cuecas mas têm bons músculos por se sentarem de cócoras.
E isto é leccionado em boas universidades onde os clãs dominam. E é com isto que se preparam as cabecinhas dos profs para aprenderem o que é o “reforço positivo” e a “negociação da disciplina”.
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O povo português é analfabeto funcional.
Não temos “elites”. Venderam-se ao polvo!
Muito poucos resistem …
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O povo até era um povo decente quando era analfabeto. Pelo menos tinham ética.
Hoje que é verdadeiramente analfabeto é quem chega ao poder. E o resto é fabricação de novela mediática.
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O professorado é, pelas razões óbvias, quem conhece melhor o “real” país e povo. A indignação tomou conta dos mais lúcidos, qualificados e experientes nestes últimos anos. Lutaram e lutam.
Quem os apoiou ??????????????????
Se existisse outras condições teriam-os enviado para campos de concentração ……………………….
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tinha ética.
Mas o que o que é impressionante é a força da propaganda e o embuste do populismo.
Este Sócrates metia num chinelo a agit prop nazi e comunista.
E é um facto que enganou meio mundo à conta da tacanhez dos jornalistas.
A farsa foi básica. Explorou a inveja de uma sociedade pelintra.
E fez crer que existiam elites pagas pelo Estado (escamoteando os verdadeiros que sacam- os políticos).
E com isto conseguiu diabolizar grupos profissionais como os juízes e MP e os professores.
Só não conseguiram o mesmo com a tropa, para fazerem precisamente o mesmo- poupar uns tostões e enganar papalvos.
Aí fartei-me de rir quando vieram logo os “coronéis” a alertarem que esses “cortes” podiam ser do desagrado do pé-rapado e o pé-rapado até já estava a murmurar revolta.
ahahaha
E a ver se não meteram a viola no saco
“:O))))))
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Vídeo da Intervenção Do Professor Manuel Cardoso, no programa da RTP 1 Prós e Contras
Consequências
http://www.queixasdeprofessores.blogspot.com/2008/06/queixa-1.html
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Não enviavam para campos de concentração porque depois tinham de fazer requisição civil em África
ehehehe
O resto da Europa já a faz nos lugares mais chungas.
E, se quisessem “requisição civil” entre as “forças vivas da pátria” iam deparar com o que eu li aqui nas caixinhas de comentários.
A rabula dos “four yorkshiremen”.
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http://www.youtube.com/watch?v=E9C1C_RyWMg&NR=1
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Eu nem tinha visto este programa.
Mas a única passagem que gostei foi a do exemplo dos putos que recebem as calculadoras e tratam logo de lhes tirar as pilhas para os mp3
“:O)))))
Palavra. Se há gente que acredita que vai mudar a forma de ser dos tugas para fazer deles exército austríaco ou anódinos à países nórdicos, então mais valia reformarem-se.
Se sacam logo as pilhas, é porque têm mais agilidade mental
ahahah
E o que se deve aproveitar é os talentos específicos em vez de querer normalizar tudo.
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“Maria de Lurdes Rodrigues foi a PIOR ministra de SEMPRE em todos os sectores de actividade. Esta senhora colocou sempre a ideologia da esquerda à frente dos interesses do país. Esta senhora tinha e tem uma estrutura intelectual dos anos 50 e tentou aplicar o “eduquês” em toda a força a todos os professores.”
LMR era prof do ensino primario. Depois do 25 de Abril, nos anos 80, entrou (numas vagas especiais para regentes do ensino primario que tinham o antigo quinto ano dos liceus) no ISCTE.
Depois com sopinhas e conversinhas conseguiu ficar omo ISCTE libertando-se do ensino primario, podendo chamar aos outros professorzecos.
O problema n seria muito grande se n houvessem muitas MLR no ensino superior em Portugal.
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Os números do PISA. Quem é quem com melhores resultados a Matemática, Ciências e Leitura?
O Estudo Internacional que avalia as competências dos alunos até aos 15 anos, através de exames de matemática, Ciências e Leitura, vulgarmente conhecido por PISA, dá-nos a seguinte resposta:
Finlândia: 1º em Ciências; 2º em Matemática; 2º em Leitura. Canadá: 3º em Ciências; 4º em Leitura; 4º em Matemática. Coreia do Sul: 11º em Ciências; 1º em Leitura; 4º em Matemática. Japão: 6º em Ciências; 15º em Leitura; 10º em Matemática. Noruega: 33º em Ciências; 25º em leitura; 29º em Matemática. Espanha: 31º em Ciências; 35º em Leitura; 32º em Matemática. França: 25º em Ciências; 23º em Leitura; 23º em Matemática.
Portugal está à frente da Espanha, com resultados muito semelhantes aos de França. Os países mediterrânicos, Portugal, Espanha, França, Grécia, Turquia e Itália, têm resultados semelhantes. Encontram-se a meio da tabela ou um pouco mais para trás. Ao contrário do que o Governo de Sócrates quis fazer crer, os alunos portugueses tiveram, em 2006, um desempenho muito razoável nos testes do PISA.
O Canadá está entre os 5 melhores e tem um sistema que permite as reprovações. A Finlândia está no 1º lugar e, embora sejam raras as reprovações, a retenção não é proibida. Está em marcha, em Portugal, um processo mediático que conduzirá ao fim das reprovações. Esse processo começou com a divulgação do documento A Educação dos 0 aos 12 Anos da autoria de uma comissão proposta pelo CNE. É uma ideia tola. Os países nórdicos têm uma taxa de alfabetização de 100% desde meados do século XX. São países ricos e com poucas diferenças sociais. Portugal é o contrário. Proibir as reprovações é um absurdo.
http://www.profblog.org/2009/02/os-numeros-do-pisa-quem-e-quem-com.html
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Ex-professor da ministra faz a crítica da personagem
Foi professora primária, tirou a licenciatura em Sociologia, no ISCTE, como estudante trabalhadora, aos 28 anos de idade. No curriculum vitae oficial, incluído no portal do Governo, esse facto é omitido. Foi aluna de Raul Iturra.
http://www.scribd.com/doc/2508286/10-4Minha-querida-Maria-de-Lurdes-Rodrigues1
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“Foi professora primária, tirou a licenciatura em Sociologia, no ISCTE, como estudante trabalhadora, aos 28 anos de idade.”
Sim sim… mas acontece que entrou para o ISCTE ao abrigo de uns “numerus clausus” para profs, e que esses “numerus clausus” abrigavam tb os antigos regentes escolares que tinham somente o 5 ano dos liceus.
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# 69
Pior. A tipa apanha no 2º ano do Magistério (ano de estágio pedagógico) o 25 de Abril de 74 (…) Regabofe.
Vai para Moçambique apoiar a Frelimo nas famigeradas campanhas de alfabetização (imagine-se!!!…).
Pior. Coloca a fasquia de aposentação “especial” no Ensino- transição sem praticamente penalização – exactamente como se estivesse no Ensino e fosse uma das sorteadas com a taluda (de onde fugiu há 18 anos quando tomou posse na 5 de Outubro) – tipo lotaria.
Uma pulha da pior espécie.
Uma fascizoide.
Daí os grandes amores entre a p**** e o minino de oiro.
São feitos da mesmíssima “massa”.
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Um país que teve um governo cuja ministra da educação foi essa personagem citada, é um país manifestamente doente.
Em tudo o que está doente em Portugal, encontramos a influência do ISCTE, fundado por Marcello Caetano para ajudar a sociologia nascente a ter alguma ocupação. No entanto, os loucos tomaram conta do asilo e passaram a mandar no mesmo.
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A carta do tal professor Iturra é reveladora da doença. É ler.
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6.Ana C disse
9 Janeiro, 2010 às 8:20 pm
gosto bem mais dela do que desta “sorriso ao lado”
******************
A *Milú* , essa, não enganava ninguém : tinha exactamente o ar e estúpida que era.
Vocês, prventura, têm alguma dúvida da verdadera *paternidade* da proposta de avaliação dos Professores?
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A “avaliação” pouco avalia do mais importante: a capacidade de ensinar. Quem avalia isso são os alunos, desde sempre. Basta que qualquer um que foi aluno médio, pense um pouco nisso, para concordar.
A “avaliação” da tal senhora dona que foi para a FLAD ganhar uns cobres para pagar o apartamento, é um logro, um embuste, uma asneira que os professores pagam caro, em inimizades e rivalidades de sala. Inutilmente.
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A carta do Iturra é um monumento de teias e famílias desta trampa toda.
Realmente está lá tudo chapado. Melhor retrato não se podia ter. E foi dado sem querer.
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Mas também é outro “monumento” a leitura que é feita dela.
Não entendem a “viragem do humanismo marxista para o neoliberalismo autoritário”.
Eheheh
Eu bem digo que os que mais se queixam são os que os elegem.
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A Nomeação Óbvia
Há meses que era óbvio que Maria de Lurdes Rodrigues iria ser principescamente recompensada por Sócrates pelo “trabalho” desenvolvido no Ministério da Educação. Só faltava saber quando, como e onde. Nesse sentido, a notícia, um dia depois do celebrado acordo entre sindicatos de professores e a ministra da Educação Isabel Alçada, de que Maria de Lurdes Rodrigues irá, em Maio, suceder a Rui Machete à frente da FLAD, só relevaria de algum interesse por ser uma clara provocação aos professores (e à própria Isabel Alçada).
Porém, a dita nomeação é uma provocação aos portugueses. E a razão é simples. A nomeação diz tudo sobre aquilo que Sócrates e a ex. ministra pensam sobre o lugar que o “mérito” (lembram-se defensores das avaliações?) deve ter na vida portuguesa… na casa de banho, à entrada do cano de esgoto que sai da sanita.
http://www.cachimbodemagritte.blogspot.com/2010/01/nomeacao-obvia.html
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Quando o embaixador dos EUA aceita esta personagem para presidir à FLAD está a demonstrar o mais que demonstrado: os EUA sempre escolheram escroques que defendiam os seus interesses contra o interesse das populações locais. Os EUA apoiaram o assassino Pinochet que manteve contas secretas nesse banco chamado BES, banco que igualmente apoiou o bandido Pinochet.
Mais uma vez ao aceitarem MLR os EUA demonstram de que lado estão, que é o lado onde sempre estiveram: ao lado dos bandidos e dos ditadores.
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