A Saída
25 Janeiro, 2010
Como vamos sair deste ciclo défice-endividamento, principal símbolo da governação socialista, perante a incapacidade e a falta de coragem de PP e PSD na proposta de alternativas? Não há muitas soluções. Uma destas virá:
- Golpe de estado – Para o descalabro da primeira república, a solução foi um golpe de estado. As medidas difíceis que os políticos da democracia não souberam ou não tiveram coragem de tomar foram decididas em ditadura, inesperadamente com grande apoio popular. Poderemos ter uma ditadura benigna, daquelas que põem ordem na casa e vão-se embora ou uma ditadura violenta por muitos anos. Provavelmente, implicaria a saída da UE.
- Novo Escudo – Saída do euro, criação de uma nova moeda a um câmbio que significaria uma forte desvalorização imediata. Na prática, seria o mesmo que criar um enorme imposto sobre as poupanças dos portugueses, empobrecendo-os a todos de uma só vez. A subida a pique das taxas de juro significaria a “falência” de muitos dos que vivem endividados. Os produtos importados aumentariam de preço e Portugal voltaria a ser competitivo em algumas indústrias baseadas em mão-de-obra barata. Portugal, no seu devido lugar.
- Socialismo Radical –Todos iguais, todos miseráveis. Baixamos os braços e entregamos isto aos Louçãs, Alegres, Soares, Bernardinos e outros chavistas da nossa praça. Aqueles que têm valor e dignidade saem e voltaremos a contabilizar todos os anos as crescentes remessas dos emigrantes – que seria a principal fonte de rendimento à nossa disposição.
- FMI – O FMI já não é o que era e sem a saída do Euro não terá a ferramenta da desvalorização a seu lado. No euro, só nos resta a redução significativa de salários da função pública a par de despedimentos no estado, aumentos de impostos às empresas e particulares, cortes violentos nas prestações sociais e redução das transferências para as autarquias, saúde, educação e cultura. Teríamos que passar por alterações da constituição e viver em clima de entropia social. No fim, estaríamos todos mais pobres, mas honrados.
Haverá outra saída?
66 comentários
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Mas…, até um cego vê que andamos a viver à grande e à francesa !
Nem sei pra que é tanto ” latim ” !
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Há ! Há outra saída, mais ou menos consensual entre todos os portugueses: Regime presidencial, também com um vice-presidente da República.
Presidente: Vitalino Canas
Vice-presidente: José Lelo.
Aliás, sabe-se no PS, que VCanas será o candidato oficial.
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4 FMI É o que nos espera. Ainda não é em 2010 que se tomam estas medidas. Mas elas são inevitaveis, e quanto mais tarde pior. Os politicos portugueses no activo são piores do que eu pensava. (mea culpa) Os da direita, PS incluido, não teem coragem, e os da esquerda estão à espera que isto rebente para se aproveitarem dos despojos. Para onde é que esta gente nos está a levar?
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As soluções estão à vista de todos:
Mais honra, mais verdade, mais educação, mais respeito, mais trabalho, mais ética.
Se fizermos isto no nosso dia-a-dia, na família, na escola, nas empresas, etc, poderemos mudar para melhor.
E se as cabeças pensantes da nossa praça deixarem de nos aspergir com evidências tais como baixar despesas e aumentar receitas. Desses economistas, encartados ou não, estou farto.
É urgente, isso sim, mudarmo-nos como cidadãos e como povo.
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Há um enorme silêncio com a venda da CGD,ANA, fim da RTP,RDP e todas as participações do Estado. Cancelamento do Aeroporto, TGV…
Estão com medo de não terem onde cair quando acabar a passagem pela política? E de acabar a estrutura clientelar Portuguesa de poder: dar lugares aos amigos e amigas á conta do dinheiro dos contribuintes?
Podemos começar assim na Constituição: Artigo 1: Só com superávit(contas do estado Positivas) são permitidos aumentos para Políticos, Funcionários etc. Uma empresa aumenta os salários quando tem lucro não quando tem prejuízo, não há razão para o Estado ser diferente.
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há outra solução: a secessão! o entre douro e minho e tras os montes devem separar-se da choldra lisboeta e encetar um projecto de reunificação da Gallaecia num prazo de 20 anos.
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2 – O “novo escudo” não representaria um imposto sobre as poupanças, pelo simples facto que entre o anúncio do “novo escudo” e a sua implementação efectiva daria tempo para transferir as poupanças (em euros) para outro país qualquer (provavelmente seriam os próprios bancos que se iriam oferecer para isso).
Também não seria muito mau para endividados, já que o valor real da dívida iria descer.
O senão era que nesse processo os bancos iriam acabar por falir todos (arrastando consigo os depositantes que não tivessem transferido o dinheiro a tempo).
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Nada disso.
Já que o TGV e o Aeroporto são a solução para o nosso problema, são o nosso desenvolvimento e modernização, eu voto em fazermos 2 de cada. E aplicar mais politicas keynesianas. Não era Keynes que dizia que o investimento público era bom nem que fosse para por o pessoal a abrir um buraco e tapa-lo a seguir? Vamos por o pessoal todo a cavar (a ver se encontramos petróleo)
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Há uma boa saóda, diz aguiar branco, este orçamento congrega as condições adequadas a aprofundar o desemprego, a agonia e mais empobrecimento, de modo que é bem-vindo e nós vamos viabilizá-lo, porque, enfim, nem nós faríamos um melhor do que este.
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Caustico
Essa é a solução que só se vai implementar depois dos cenários 1, 2, 3 ou 4.
O problema desta 3ª Republica, é que, por si só não vai à procura das soluções que está a apontar.
Teve uma primeira fase, de euforia contida e incontida, fruto da libertação de 48 anos de Estado Novo. Os militares eram herois, e a aliança Povo/ MFA e o Conselho de Revolução eram (bem) aceites pelo povo, que se via ganhar direitos e liberdades que há muito tardavam
De seguida, um periodo de luta politica e ideológica, que fez o pais cair na real,a braços com uma grave crise e abrindo a porta ao FMI. NEssa altura visamos uma solução: CEE
Entrando na CEE (grande vitória diplomatica, sem duvida), tivemos um periodo de vacas gordas, em que se aliaram a estabilidade e remessas gigantes de fundos do exterior, canalizados para a modernização e progresso do pais. Seja virtude do Cavaco ou sorte e abundancia, o certo é que tivemos o nosso periodo de ouro.
Desde então (15 anos, num total de 35), caimos num periodo negro, de efezamento, sem criatividade, e a definhar progressivamente. A ultima decada de Portugal não trouxe, nem bons governantes, nem medidas de longo prazo, nem aproximação da Europa,nem esperança, nem revolta. Estamos em transe, hipnotizados, a ver-nos perder todos os dias, um bocadinho dos direitos que conqusitámos há 30 anos, e cada vez mais a perceber a alhada em que estamos metidos.
Interpreto isto como o fim de um ciclo – a 3ª Republica nasceu, teve as suas crises de adolescencia, afirmou-se, e está no seu ocaso. Não vejo, não sinto, qualquer esforço de mudança.
Tal ciclo é natural, e passou-se tambem com o Estado NOvo ou 2ª Republica.
Acredito então que, quanto mais tempo continuarmos neste depressão, mais violenta e radical será a mudança. E assim sendo, espero que comecemos pelo FMI – e de todos o cenário mais suave, apesar do choque social que vai impor, e a vergonha internacional que nos vai causar.
Mas se formos orgulhosos, e quisermos rejeitar o FMI, continuamos a caminhada e aumentam as hipoteses de rebentar. E o rebentamento será, esperemos, o do “Novo Escudo”.
Se nos mantivermos firmes, e realizarmos (enganadoramente), que não é FMI nem Novo Escudo que precisamos, então a caminhada prossegue ainda mais para baixo, e a pressão irá fazer-se sentir mais forte e radical – aí tudo é possivel – ou radicalismo de esquerda ou golpe de Estado.
È assim em todo o lado. o doente que não se trata vai piorando, piorando, e mais violenta vai ficando a doença.
Nós estamos doentes, não é ligeira nem passageira (já lá vão mais de 10 anos de doença), e nem o passado recente nem as perspectivas de futuro próximo nos apontam para que de livre vontade, começemos a tomar remédios, pelo que vamos agonizar até a pressão rebentar.
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http://portugalobserver.blogspot.com/2010/01/89-havera-arrependimento.html
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O que talvez acontecesse nos meses antes da saida do euro:
http://www.eurointelligence.com/Article3.1018+M5ebbe817127.0.html
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Tanta conversa de chacha e do que interessava saber ficou-se pela interrogação final.
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Há outra saída. Pega em tudo o que puderes, diz adeus à amante, pega na mulher e filhos e põe-te a andar daí para fora já! o último a sair apaga a luz e fecha a porta.
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LEIAM QUE FAZ BEM LER..DÁ CULTURA E FAZ PENSAR…
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Grandes economistas-comentadores.Que nem contas de somar e subtrair sabem fazer.
Para mim o internacionalismo dos políticos descolonizadores e agora colonizadores é que estoiraram com isto.Comparem os gráficos da imigração/nacionalização(esta ultima um verdadeiro segredo de estado) com o desemprego/RSI.Acrescentem os custos dos bairros sociais e outras despesas sociais.
Encontrarão a razão da desorganização social Portuguesa.Emigrantes a descontar noutros países e a deixar cá a família por conta.Imigrantes a receberem sem nunca terem descontado nada e sem nada para fazer.
Os nossos napoleõezinhos tiveram mais olhos que barriga… e eis que conseguiram africanizar todo um país!
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As soluções de saída apresentadas partem da premissa:
“Como vamos sair deste ciclo défice-endividamento”
Como fala no plural, não me deve abranger, pois não devo nada a ninguém.
Se calhar foi eleito ou é o chefe de uma qualquer agremiação de que não especifica.
O mais certo é ser propaganda partidária pelo exercício do medo.
Porreiro, mais um post.
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Gostei muito da ideia do Socialismo Radical. Nessa altura iria logo para o fundo de desemprego para não ser tratada abaixo de cão como trabalhadora independente. Sabe-se lá, até me podiam prender!…
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Falta aí uma última: suicídio colectivo e em massa….
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“É urgente, isso sim, mudarmo-nos como cidadãos e como povo.”
Nesta frase está tudo para Portugal ser diferente.
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É interessante verificar que a quase totalidade dos “experts” e populaça aplaudiu as políticas económicas do governo anterior que terminou o seu mandato há escassos 6 meses …
No entretanto existiu uma campanha eleitoral em que MFL alertou para a trapaça … e apelidaram-a de “velha” e outros “mimos” …
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A ‘lavagem cerebral’… não explica tudo, nomeadamente, não pode servir para branquear a bandalheira inqualificável dos adoradores de negociatas-fáceis – (a maioria) os europeus:
-> não se preocupam em construir uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL [nota: há que pagar os custos de renovação demográfica necessários até… se alcançar a média de 2.1 filhos por mulher]…
-> adoram mão-de-obra servil (imigrante) ao preço das chuva…
-> vendem o património público que herdaram…
-> deixam dívidas para quem vier a seguir que pague…
-> querem reformas antecipadas e, como não constituem uma sociedade sustentável,… lá irão ser os imigrantes, e seus filhos, que irão suportar essa dívida…
-> etc
Todos Diferentes! Todos Iguais!
{TODOS os povos – quer os de maior, quer os de menor, rendimento demográfico – devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta}
—»»» Conclusão: antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… SEPARATISMO-50-50… e coligação contra o inimigo comum: os predadores insaciáveis…
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Mas ainda não estamos mal.Ainda conseguimos ir montar uma barracas no Haiti que é o nosso destino…
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@ Miguel Madeira
Nesse texto falta a parte em que os “Bons” com as finanças em boa situação saiem do Euro…
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Que música mais bonita!
“É urgente, isso sim, mudarmo-nos como cidadãos e como povo.”
Quer dizer, deixarmos de ser portugas?
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A porcaria
Vasco Graça Moura
02 Dezembro 2009
Quem quer que venha acompanhando com alguma atenção o que dizem especialistas, comentadores, analistas políticos, opinion makers, jornalistas, simples cidadãos e mais gente com acesso aos media, pode notar uma transição tão interessante quanto deprimente
no que toca ao teor geral dessas intervenções.
A princípio e durante muito tempo, falava-se da crise. Depois, e também durante bastante tempo e porque os factos são o que são, passou-se a falar do lastimoso beco sem saída a
que Portugal se encontra reduzido. Agora basta abrir um jornal, escutar a rádio ou ver a televisão: as vozes são praticamente unânimes e concluem que o nosso país se está a tornar uma autêntica porcaria.
Esta é uma situação indiscutível. Na política, a porcaria salta à vista todos os dias. A governação socialista tornou-se, desde há muito, um sinónimo ominoso de aldrabação sistemática dos cidadãos, de passes de prestidigitação grosseira e de manipulação
descarada da opinião pública. Tudo eram maravilhas nos resultados sucessivamente alcançados. Mas como era absolutamente falso que assim tivesse sido, afinal tudo era areia nos olhos dos papalvos…
É claro que o eleitorado devia ter defenestrado devida,definitiva e implacavelmente, o Partido Socialista nas últimas eleições. Mas não o fez. Em consequência, o novo Governo não aprendeu nada com o passado nem com os insucessos e falhanços do Governo anterior.
Com esse lindo serviço, Portugal continua a ser outranvalentíssima porcaria na economia e nas finanças. Estas derrapam todos os dias escandalosamente. A economia enfia-se cada vez mais num buraco sem fundo. O desemprego aumenta de modo galopante e imparável e vai continuar a crescer com todas as consequências inerentes.
Tão preocupado com a inovação, o nosso Governo pode pelo menos tirar uma patente europeia: a da miséria que está a tornar-se cada vez mais uma realidade social lusitana, devidamente financiada de modo absolutamente improdutivo pelo Estado e que não poderá ser erradicada tão cedo.
Mas foi para chegar a isto que o povo votou em Setembro, encantado por estar a proporcionar a Portugal a possibilidade de se tornar o pior país da União Europeia, que nada de positivo acontece e tudo decorre sob o signo da batota e da esquizofrenia
governativa.
A recuperação, que noutras partes da União Europeia e do mundo começa a ser uma realidade palpável, entre nós corresponde apenas a uma ilusão cada vez mais patética. Os impostos também vão aumentar, não obstante todas as promessas que, mais uma vez, tudo indica virão a ser violadas por novos malabarismos e piruetas dos governantes.
Os economistas mais competentes de todos os quadrantes dizem ser inevitável um aumento de impostos dentro de pouco tempo. Mas o Governo, que também sabe ser isso inevitável por força da governação desastrosa dos últimos anos, tem andado impávido e sereno a garantir exactamente o contrário.
É um facto indesmentível que este Governo adoptou como programa o paleio a mascarar o falhanço e como método de acção o falhanço mascarado pelo paleio. A política económica e financeira da governação socialista é mais uma porcaria irresponsável, imprópria de um Governo normal de um Estado civilizado.
A administração da Justiça também não presta. Qualquer arguido começa por dizer que confia na acção dos tribunais, porque já sabe que tem todas as probabilidades de se safar. A Justiça há-de chegar deficiente, imperfeita, desequilibrada e tarde e a más
horas, de modo que, por cada bode expiatório encontrado (quando é encontrado algum), fiquem pelo menos dez ou vinte responsáveis que conseguem sacudir a água do capote, enquanto as autoridades e as magistraturas se vão enredando numa série de contradições e
subtilezas, de jogadas de efeito retardado e de manobrismos inconciliáveis de todo com o correcto esclarecimento da opinião pública.
Vivemos num Estado cada vez mais policial que também é uma verdadeira porcaria e todos capricham em se alvoroçar muito com as porcarias de que vai havendo notícia…
É bem feito. O país votou nessa cambada. O país prefere a porcaria. Já está formatado para viver nela e com ela.
Sirvam-se. Ponham-se a jeito. Besuntem-se.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1436193&seccao=Vasco
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“Como vamos sair deste ciclo défice-endividamento, principal símbolo da governação socialista,…”
queria dizer como vamos sair do buraco roubalheira/crise simbolizado na tralha cavaquista/amigos da bolha
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Que tal se esses políticos de algibeira (gorda) fossem obrigados a “dispensar” a dúzia de assessores que cada um tem?
Que fossem cavar batatas.
Resolviam-se vários problemas da agricultura e do excesso de despesa da “função pública” flutuante.
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Saídas…:
«Golpe de Estado»: Não se vislumbra. Nem de Esquerda (vivemos com regime saído de um Golpe de Esquerda, porque razão quereriam fazer outro?); nem de Direita; a Direita Portuguesa é uma criação da Esquerda pós-revolucionária, sem coragem para tomar atitudes políticas banais, quanto mais para fazer um Golpe de Estado;
«Novo Escudo»: É uma probabilidade muito real. É evidente que não estávamos preparados para aderir ao euro: as pessoas sentiram-no de imediato, os bancos é que não. Desde 1986 que a discussão sobre a CEE/UE nunca foi feita neste País. A soberania foi de facto alienada, em troca de milhões que se esfumaram em: Estádios; Centros Culturais; Quilómetros de Auto-Estradas para lugar nenhum; Viagens de Presidentes da República; Ordenados de políticos; Rotundas de Autarquias Locais; Empresas Públicas; Sistema Bancário falido; Nepotismo; Incompetência; Corrupção, etc., etc.;
«Socialismo Radical»: Não estou a ver como. Esse Socialismo viveu, desde sempre, das fraquezas do Capitalismo. Só faz verdadeiro sentido, como forma de protesto e pouco mais. No governo de qualquer País, os resultados são mais do que conhecidos e ninguém os pretende ressuscitar;
«FMI»: Se pensarmos bem, não há grande diferença entre a tutela do FMI ou a do BCE. A a grande alteração que pesará nos nossos bolsos – e isso é já certo, haja o que houver! – é a deterioração económica do tecido social e o fim da – já nos nossos dias pouquíssima – qualidade da nossa classe política.
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“Vivemos num Estado cada vez mais policial que também é uma verdadeira porcaria e todos capricham em se alvoroçar muito com as porcarias de que vai havendo notícia…
É bem feito. O país votou nessa cambada. O país prefere a porcaria. Já está formatado para viver nela e com ela.”
Então porque é que a direita quer mais polícias? Afinal em que ficamos?
quando houver iutras eleições, é provávelç que votem noutra cambada, pois o país prefere viver na porcaria.
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para que é que querem fazer golpes de estado? não há mais nada para roubar.
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#33 – só se for para queimar as investigações pendentes
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Deixem-se de diversões. Isso neste momento não é importante. O que nos deve preocupar é saber se os gays devem ou não usar anilha no dedo.
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As coisas não são bem assim. Já sabemos que a psico-politica-prop-agit, à falta de melhor deu em imitar os alcaedistas. O “terror de papel” justificado pela “garbage science”. O “ou nós ou o caos”, ele são as pandemias que ninguém viu, os ‘aquecimentos globais’, as catastrofes etc. Os “apés nous le deluge” à Luis XIV ou Salazer ou Franco ou Hitler ou Mussolini para não ir para os da Asia e de Afrca ….
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É claro que há soluções que galvanizariam o País e rapidamente começariam a enriquecer os Cidadãos, Familias e Empresas. Mas fóra deste quadro de opiniões e soluções ‘marteladas’ de autêntica impotência intelectual e politica para resolver tão só um mundo novo que já está no Mundo. Ultimos suspiros … E essa soluções virão após os ultimos soluços do ‘mais do mesmo’ e do ‘mesmo remendado sempre com os mesmos para a mesmsa lenga-lenga de sempre’. Impotência.
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Não tenho lido nada de novo ou de verdadeiro interesse de RESOLVER PORTUGAL. Apenas mais ‘romances de cordel’.
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E contra factos não há argumentos. Apenas.
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#25
Não.
Deixe-mos de debitar tretas e dizer mal dos outros, sacudindo a água do capote (porque, isso sim, é uma característica do portuga)
e… trabalhemos.
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#23. “Ainda conseguimos ir montar uma barracas no Haiti que é o nosso destino…”
É o consegues. Primeiro tem de pedir autorização aos americanos.
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# 4 Cáustico.
Não sou de subscrever integralmente textos mas este, à semelhança do de EPC http://prasinal.blogspot.com/2007/12/crnica-de-eduardo-prado-coelho.html..É URGENTE CUMPRIR !!!
“As soluções estão à vista de todos:
Mais honra, mais verdade, mais educação, mais respeito, mais trabalho, mais ética.
Se fizermos isto no nosso dia-a-dia, na família, na escola, nas empresas, etc, poderemos mudar para melhor.
E se as cabeças pensantes da nossa praça deixarem de nos aspergir com evidências tais como baixar despesas e aumentar receitas. Desses economistas, encartados ou não, estou farto.
É urgente, isso sim, mudarmo-nos como cidadãos e como povo.”
E CADA DIA É TARDE DEMAIS! ACORDEM ! DESPERTEM ! TODOS NÓS !
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Anónimo disse
25 Janeiro, 2010 às 3:11 pm
Que tal se esses políticos de algibeira (gorda) fossem obrigados a “dispensar” a dúzia de assessores que cada um tem?
Se assim fosse,poucos políticos se poderiam candidatar.Eles não são experts em coisíssima nenhuma a não ser roubar e traficar.
Estamos a pagar fortunas escandalosas a mais de duas centenas de deputados que nada mais fazem que levantar o dedo quando os mandam.Alguns são analfas que recebem o lugar como prémio pelas safadezas que fazem em favor do partido na política local.Outros são acordos de conveniência com chaladas como aquela abominável K7 Inês de Medeiros ou o lobbysta gay V.Almeida.
Contráriamente ao que acima escreveram,não temos que mudar como cidadãos de um dia para o outro,isso é conversão,religião não é política.
Temos é que exigir dos políticos comportamentos éticos e honestidade.
Ninguém está na politica por obrigação,logo ou cumpre as exigências e requisitos ou não vai.Se vai e não cumpre,cadeia com o canalha!
Já é tempo dos vigaristas prestarem contas do estado da economia do país.
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A MELHOR SAÍDA SERIA UM GOLPE DE ESTADO, E QUE CULMINARIA COM A ENTREGA À JUSTIÇA DE TODOS OS RESPONSÁVEIS PELO DESCALABRO, BANCARROTA E MISÉRIA DO POVO.
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#5.lucklucky
Estão com medo de não terem onde cair quando acabar a passagem pela política? E de acabar a estrutura clientelar Portuguesa de poder: dar lugares aos amigos e amigas á conta do dinheiro dos contribuintes?
:THUMBUP:, :THUMBUP:, :THUMBUP:
(3 thumbs up)
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Cavaco Silva ao avalizar o entendimento desta partidocracia para que o orçamento passa também ficará na História como um dos responsáveis pela desgraça de Portugal.
Esse orçamento não devia passar. O governo devia cair ainda hoje.
E o povo deve sair à rua e tomar conta do país.
As fronteiras devem fechar para que os actuais politicos e gestores não fujam com pastas de carcanhol!
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http://infamias-karocha.blogspot.com/
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Acho que estão todos a ver mal a questão. O Governo socialista foi legitimado na últimas eleições. Com maioria relativa, mas venceu. Portanto, aqueles que se abstiveram e votaram neles que resolvam o problema. Aos outros só lhes resta uma solução, emigrarem e deixarem que eles se governem. Pode ser que aprendam, mas duvido.
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Anonimo 44. Eu, um dos outros, ja estou fora. e nao contem com as minhas remessas.
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Um GOLPE DE ESTADO seria bem recebido pela população.
Tal como em 1926 e em 1974 há que salvar a honra da Nação!
Portugueses, não caem ma ratoeira dos partidos que aprovem este orçamento que vos irá pôr mais uma canga!
Libertai-vos da canga!
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Em primeiro lugar é firme desígnio do governo e do Sousa Pinto resolver o problema do casamento gay. Tudo o mais é intromissão no timing do Governo.
A seguir já foi mais que explicado que a construção do TGV, 3ª autoestrada Porto/Lisboa, novo aeroporto e Mundial de Futebol é imprescindível para a plena saída da crise – pois como disse o n/1º Portugal foi um dos primeiros países a sair dela (crise).
Finalmente só temos de investir nas praias Lisboetas aproveitando o nicho de mercado constituído pelo novo TGV.
Tenho plena fé que este governo e o n/1º- o melhor desde a monarquia- nos levará finalmente ao nível exigido por este país.
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Espero que o Governo caia ainda este mês!
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«Haverá outra saída?»
Afirmativo. É a que está.
Após a banca rota do regime liberal (1892),
quando surgiu na Lusitânia um novo surto de
desenvolvimento?
Década de sessenta/século XX.
Esperemos.
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#48
Não depende de quereres.
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“Espero que o Governo caia ainda este mês!”
O Governo cai todos os dias, em cima dos contribuintes!
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Já oiço vários comentadores e politólogos do regime a defenderem a merda deste orçamento, e a dizerem com a ignorância que lhes é reconhecida, que não há muita margem e que a despesa é «rígida»…
Ora, meus amigos, rígido é o coiso e mesmo assim ele vai abaixo!
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A hipotese 2 parece ser a mais viável mas não serve: a dívida portuguesa está toda em euros.
Ou seja, estamos f.., desta vez não há milagres.
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Proposta alternativa com a qual estou … em desacordo 🙂
1º ministro: a indicar pela Associação de Bancos
Finanças: a indicar pelo BPN
Trabalho: a indicar pela Sonae
Saúde: a indicar pelos Mellos
Comunicação Social: a indicar por Sócrates
Justiça: a indicar pela Maçonaria
Desporto: a indicar por Pinto da Costa
Subsecretário Adjunto do Secretário Adjunto para as Finanças: JCD em representação do Blasfémias
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e se pedissemos asilo económico na australia? os coitados dos 4 milhões de activos? talvez nos aceitem. já temos no curriculo o sustento de 6 milhões de “passivos”, entre eles o constâncio que come que nem uma lontra e uns milhares mais como ele.
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ou seja , somos bons trabalhadores , poucos mas bons , sustentamos muita gente fina , os tipos é que são insaciáveis. eu penso que bem falado ainda nos arranjam pra lá um cantinho ao lado dos aborígenes. sempre são menos monstruosos que estas lesmas.
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Opcção 4 sem dúvidas, doa a quem doer o país precisa de ser salvo,o estado tomou conta do país,ou seja subverteu-se a “coisa”,o estado , melhor dizendo os “funcionários” do estado aprisionaram o país e servem-se dele,quando deveriam isso sim servir o país.Mude-se a constituição acabe-se um quanto antes com certos “direitos” que de direitos não são nada se não autênticos abusos e “roubos” ao bolso do contribuinte! ….. mas começe-se por quem lidera , porque liderar é acima de tudo dar o exemplo , políticos e funcionários públicos de Portugal ponham os olhos na Irlanda !
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..precisamente por terdes essa visão asfixiada das coisas é que o povo é socialista e maioritariamente de Esquerda em Portugal.
..e ainda bem..já viste o que era suspender a democracia por 6 mesitos apenas
..e se calhar toma-se o gosto e quem sabe são só uns aninhos
A Direita Saudosista e Conservadora, ou seja..Retrógada.
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A Verdade que fica para a História é tão somente 1
Este é o Governo de Sócrates (não o Filósofo mas sim o Político) que fica para a História como o que mais modernizou, o que mais Reformou no Estado, na Educação, na Saúde, na Justiça, na própria Assembleia da República, nos Equipamentos Sociais, nas Energias Renováveis Não Poluentes.
Em suma..no Futuro.
Hoje sabemos dos ganhos conseguidos nessas áreas em relação ao passado. Hoje percebemos esses ganhos incontestáveis.
..mas e a Oposição..de que lado estiveram quando essas coisas foram lançadas e “Mãos-à-Obra” ?
……estiveram Contra.
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Por exemplo, o anónimo 21:
21.anonimo disse
25 Janeiro, 2010 às 2:58 pm
Este marreta escreveu esta merda todo lampeiro:
«É interessante verificar que a quase totalidade dos “experts” e populaça aplaudiu as políticas económicas do governo anterior que terminou o seu mandato há escassos 6 meses …»
Só um esgaziado a levar na anilha e a vir-se, porra!
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26.anónimo disse
25 Janeiro, 2010 às 3:08 pm
A porcaria
Vasco Graça Moura
02 Dezembro 2009
Há alguma dúvida de que o que este homem diz está certo?
Só um mongo é que não vê…
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Este País é idêntico ao Titanic… O navio já afunda mas…, a banda ainda toca….!
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Há! Integrar Portugal como província da Baviera…
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#45 parabéns, deu o salto. Mas não deixe que aí lhe façam o mesmo.
É muito giro atirar soluções pseudo-radicais para o ar, mas todas têm em comum o mesmo: não tocam nos privilégios dos que roubam o estado.
Como já alguém referiu: reformas milionárias injustas, antecipadas, roubo nas autarquias, nos institutos, fundações, empresas públicas. Alguém faz as contas às benesses injustas? Números concretos, e logo se via como se corrigia o défice.
Quanto à democracia, quando entre PS, PSD, PP, e abstenção se contam 6 ou 7 milhões, está tudo tido, têm o país que merecem, façam-lhe bom proveito.
E para quem está muito bem instalado com o que roubou ao estado, olhem que a “explosão social” vai chegar mais depressa do que demoram a construir muitos condomínios fechados e armados como no Brasil… O Titanic afundou. A diferença é que até tinha alguns salva-vidas.
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piscoiso:
às 2:47 p.m.
“…Como fala no plural, não me deve abranger, pois não devo nada a ninguém. …”
às 4:17 p.m.
“… É o consegues. Primeiro tem de pedir autorização aos americanos. …”
o piscoiso é o maior. força piscoiso arrasa com eles.
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