Leituras:
25 Janeiro, 2010
Normalmente, este artigo deveria implicar automaticamente a demissão imediata da administração da empresa e a profunda remodelação quanto ao serviço prestado. Mas parece que hoje em dia já nada é normal.
79 comentários
leave one →

para não falar das indemnizações por danos nostálgicos e correlativos.
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Para não falar noutras empresas,de área diferente,que quando saem escutas que comprometem as administrações com corrupção e falsificação estas não se demitem e ainda os correlegionários lançam anátemas sobre quem o afirme desejável..
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ESTÁ AQUI TUDO EXPLICADINHO..EM 90 SEGUNDOS…
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Aqui o que interessa é postos de trabalho.Especialmente em Administrações que os administrados têm que se habituar à africanização…
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Produção dos pequenos e médios agricultores e ceareiros do Alentejo:Batata doce, bananeiras,mandioca,amendoim, quiabos e outras espécies exóticas que o exotismo plural consome.De borla…
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È triste vêr o Anibal, num campo de golfe no Algarve, fazer a figura de um eira nem beira.
Se se passa na estranja, o Anibal, de gabardine e com uma gola meia desgolada, nem acreditam naquilo que veem que o Presidente de uma Nação milenário, o atavismo da pessoa que fez o doutoramento numa universidade Inglesa de 3ª nivel.
Agora compreendo, o desdem que os ingleses olham para elite politica portuguesa.
Tenho pena de certos figurinos, dão uma imagem deploravel
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Não, mas isto agora com o TGV é que vai ao sítio!!
Que miséria, deixa-se chegar o transporte ferroviário a esta vergonha e agora vêem com conversas de se investir na ferrovia (leia-se: TGV), que é muito importante e faz muita falta…
Cambada de incompetentes…
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http://www.publico.pt/Local/camara-alugou-parte-de-um-palacio-historico-por-507-euros-em-2004_1419541
A decisão de comprometer o município por 20 anos foi da responsabilidade da então vereadora Helena Lopes da Costa, actualmente deputada do PSD, que satisfez assim a pretensão do inquilino, Alberto Vaz da Silva, contariando os pareceres dos serviços camarários, que popunham um contrato com o prazo normal de cinco anos
E como a desgraçada nunca vêm só, a Helena Lopes da Costa, Deputada do PSD, banqueia-se com o patrimonio que é de todos Olissiponenses e que eu conheço muito bem
È uma saga que leva os Ingleses a chamarem-nos de Mafia
Mas será que são só os Ingleses?
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A CP e o Simplex – Um exemplo:
Quem for à estação de Entrecampos e quiser comprar um bilhete para Lagos, pode fazê-lo de 2 formas:
À antiga (indo para a fila da bilheteira) ou à moderna (indo à máquina de venda de bilhetes, que ali existe.
Na 2ª hipótese, depara-se com as seguintes limitações possíveis:
1ª – A máquina está fora de serviço.
2ª – A máquina está em serviço, aceita pagamentos com MB, mas algumas teclas do código pessoal não funcionam. (A solução para esse problema é ir a uma máquina ATM, ali ao pé, e alterar o código).
3ª – Está tudo bem, mas só vende bilhetes até Tunes. Aí, como é outra “unidade de negócio”, é preciso atravessar a linha, e ir à bilheteira comprar o bilhete Tunes-Lagos. Se não der tempo, pode sempre comprar-se ao revisor…
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O Problema da CP é que por cá ou anda tudo de carro ou preferem as camionetes.
Os nossos comboios eram excelentes. Mas as terras foram-se desenvolvendo e as linhas ficaram onde estavam- por vezes a kms da povoação.
Simplesmente, nada disto se resolve com privatizações, porque em Inglaterra, depois de privatizarem, ficou tudo pior e mais caro.
É simples- num trajecto único, nunca pode haver mais do que uma empresa a explorá-lo- como sucede nas camionetes ou até nos aviões.
Eu defendo os comboios e até penso que a imagem de novo-riquismo pelintra de Portugal se espelha nesse desprezo por um meio de transporte mil vezes mais bonito que a carreira de camionete, e que noutros países com menos complexos “à americana” é preferido e usado, sem ser pelos velhos e gente de terceira sem os popós por membro da família.
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Posso acrescentar que já fiz Portugal inteiro de transportes públicos- deliberadamente. E, de preferência, de comboio.
Quem vai passear e quer matar o prazer da viagem e do olhar, para ficar em segundos noutra localidade, é um boçal.
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«Aí, como é outra “unidade de negócio”, é preciso atravessar a linha, e ir à bilheteira comprar o bilhete Tunes-Lagos. Se não der tempo, pode sempre comprar-se ao revisor…»
Exacto! Mas isto acontece, precisamente, por ter deixado de estar centralizado numa única exploração.
Eu nestas coisas sou muito liberal para o que importa ser liberalizado e hiper-centralista, para o que convém manter-se organizado e centralizado.
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Se o fundador do Partido PPD ,Dr. Sá Carneiro, viesse a luz terrenea, não refundava, mas sim reciclava-o – não é possivel refundar com tantos “gatos pingados” que só olham para o pulso e para algibeira.
No PSd não há “sportmen” há os de bolsinha de prata
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A CP e as suas unidades de negócio não precisa de clientes para sobreviver a curto medio prazo, por isso podem mandar os clientes bugiar. Existem as indeminizações compensatórias ou seja: dinheiro certo dos contribuintes,
No passado em Portugal, em Inglaterra empresas diferentes colaboravam para conseguir o máximo clientes facilitando a vida a toda a gente. Precisavam de clientes para sobreviver. Para a CP isso é só uma desculpa para existir. Tal como para o Ministério da Educação os alunos são só uma desculpa para existir.
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E o idiota que escreveu o artigo é outro matarroano. Então o imbecil critica as muitas paragens dos comboíos em várias terras, quando é precisamente aí que está a sua utilidade?
Parece mais outro palerma a vender a vantagem do TGV que faria o mesmo que um rápido, caso houvesse linhas para alta velocidade.
E isso é que não existe- o problema dos comboios está nas linhas. Não as mudam, nunca reorganizaram os carris de acordo com a alteração dos centros habitacionais nem as substituiram, noutros lugares pelas que permitem altas velocidades.
Bastava terem feito isto que o TGV não era preciso para nada.
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Assim vamos é pagar um TGV para andar à velocidade a que devia andar um rápido.
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Em Inglaterra tenho eu família e sei o caos que aquilo é. Cheguei a demorar 3 horas do centro de Londres a Heathrow.
E aí, é caríssimo, não funciona- todos os dias há linha fechada e com avarias e as indemnizações nem são usadas pelos ingleses que, ao contrário de nós, comem e não bufam.
Cá pede-se indemnização pelo dano causado e tempo perdido e recebe-se cheque em casa.
Sei do que falo porque já recebi vários.
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Acrescento que em Inglaterra eles também indemnizam. As pessoas é que não pedem.
Mas funciona lá pior do que muita linha nossa dos arredores. E isto devido à privatização que acabou por colocar na mão de uma única empresa- sem concorrência- por tal ser inviável- como no metropolitano- um serviço que era estatal e funcionava.
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E lá, andar de comboio é uma fortuna. Um exagero de preços. Nós vivemos num paraíso no que respeita a transportes públicos.
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Bons são os franceses e os da Bélgica, por exemplo. Ainda que o metropolitano belga seja um atraso de vida.
Mas os comboios são bons e toda a gente os usa sem o preconceito parolo que existe por cá, em relação aos transportes publicos.
Cá, parece coisa de branco com vergonha de se meter no machibombo da pretalhada.
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O quadrado do Luk nem vale a pena.
Só diz asneiras. Em matéria de ensino eu defendo o máximo de liberalismo- porque aí, sim, é uma área onde o totalitarismo e centralismo é prejudicial. Precisamente pelo facto de se poder ter várias formas de “chegar ao mesmo”- à formação escolar.
Em transportes onde tal está inviabilizado pelas suas próprias características- não podem existir 10 linhas paralelas de metro para levar ao mesmo sítio- portanto só uma o pode fazer, por uma única empresa- e igual para comboios- privatizar é evitar qualidade e apenas tornar mais caro o que se tinha sendo do estado.
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Mas quem decora cartilhas é alguém que já tem a mioleira formatada.
Nem pensam. Apenas repetem o chavão do privado e abaixo o Estado para tudo. Por efeito pavloviano- como os comunas com a k7.
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No ensino pode-se ter vários tipos de escolas e de curriculos de acordo com muito mais coisas. E escolher seria ideal, apenas com uma orientação governamental, mas sem imposição de pedagogias únicas ou curriculos obrigatórios a todos os estabelecimentos.
No campo do ensino, sim. defendo que liberalizar é criar alternativas de qualidade e metodologias diferentes que enriqueceriam o país.
Nos transportes que não podem ter alternativa de percurso ou estão limitados nele- e na natureza (por ser um bem para além dos interesses temporais das pessoas- o oposto- centralizar o máximo.
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Já tivemos um país que ia por aí mas perdeu-se no 25 de Abril.
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E os LuckLukys e autores do artigo do jornal são filhos de Abril, por muito que treinem ao espelho qualquer papel oposto.
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o Paulo Portas, namorou, namorou, foi um fartote de namoricos
Chegado a altura de casar não arrranjou padrinhos para celebrar a boda
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Um Algarvio, com cara deslavada de Lisboeta.
Um sorriso de malandreco, de quem namora as “sopeiras”, nos bailes na Padaria do Povo, em Campo de Ourique.
Será que foi aqui que nasceu os “Boys de Campo de Ourique”?
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Lendo melhor.
O artigo até explica precisamente de onde vem o problema e que foi o que eu disse- da falta de organização centralizada.
E está aqui chapado o mal: «A lógica da CP em unidades de negócios era no sentido da privatização. Essa situação originou que as unidades trabalhassem de forma autónoma e as forças integradoras não conseguiram vencer essa força autónoma”, diz o presidente da CP, Cardoso dos Reis.
A verdade é que cada unidade de negócios funciona como uma “mini CP” e tem a sua própria frota de material circulante e quadro de pessoal (maquinistas e revisores).»
Precisamente- dividir em pequenas unidades de negócio o que só funciona com planificação única, dá nisto. Burocracia irracional que só atrapalha quem usa o serviço.
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Neste paìs… É SEMPRE NATAL ! E o que interessa não é o presente, o conteúdo, a essência, o que interessa é o embrulho, a aparência, a imagem, e assim temos o embrulho perfeito, o TGV !!!
Bom post Gabriel, mas tardio, pois sei que V. sabe que há muito se abandonam e inundam linhas em Portugal, que o interior está desertificado sem acessos ferroviários, em tempos um exlibris da nação!…hoje a REFER, como a comadre EP nas estradas, nada gasta em reparações, manutenções e reformulações de trajectos e vias…não LHES interessa nem é rentável, interessam sim n autoestradas paralelas óbviamnete com portagens e…. pedra filosofal da cantonária…o TGV ! Uau !!!
Não obstante…um bom post!
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#26
Deixa lá,o Sócrates vai casá-lo.Afinal lê pela mesma cartilha.
Quanto ao PR fazer má figura,volta-te para o teu padrinho que está implicado em vigarices que até foi investigado pela polícia inglesa.Esse é que é a nossa vergonha.
Cavaco nunca se arrastou nesse lodaçal socialista que afinal atingiu todos os anteriores capos do PS.
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http://tv1.rtp.pt/noticias/?headline=46&visual=9&tm=9&t=Ferreira-Leite-acusa-Socrates-de-rasgar-politicas-do-anterior-Governo.rtp&article=305129
A Avó Manela, na posse de uma leitura que foi feita á sua medida
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Click to access 0000125034.pdf
Fujam…ele anda aí
A quem abrir conta de 200 mil euros, oferece um Fiat 600
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Vá ler como os Caminhos de Ferro nasceram. Foram os Privados com linhas concorrentes e outras complementares, e todos cooperavam porque senão todos perdiam a clientela. O mercado forçou a cooperação. Nos EUA a Hora Legal foi determinada pelas Empresas de Caminhos de Ferro porque havia cidades com diferenças na hora legal de minutos. E o mercado para todas não crescia sem essa cooperação entre empresas, por isso a linhas passaram a ter a mesm bitola e o material era compatível.
A CP está-se nas tintas para a clientela.
Nessa altura também não havia legislação a dizer que era serviço publico, que tinham de cumprir horários x y z, e milhões de regras. A partir do momento que o Dinheiro dos Contribuintes(ou seja o Estado) e os Sindicatos tomaram conta dos Caminhos de Ferro foi o desastre.
E com cada vez maior presença do Estado em todo o lado, cada vez menos pessoas serão capazes de pensar e decidir sem terem um paizinho a fazer as regras. Essa é mais uma das razões porque vão nascer cada vez menos empresas na Europa.
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“Precisamente- dividir em pequenas unidades de negócio o que só funciona com planificação única, dá nisto. Burocracia irracional que só atrapalha quem usa o serviço.2
Continua com as palas nos olhos. Estranho as coisas funcionavam no ínicio do Século XX com dezenas ou noutros países centenas de empresas.
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Este imbecil parece uma peixeira na Bulhão a falar do mercado e de quem lhe compra o peixe.
E é de tal modo mongo que nem consegue entender a diferença de escalas entre Portugal e a América.
Não vale a pena. Nem o Gabriel disse essa asneira e apenas referiu que a CP tem de ser organizada. E tem, mas isso nada tem a ver com a K7 mongo-liberalóide que se tornou a mézinha banha-da-cobra da propaganda destes neo-tolos.
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A partir do momento em que chegar à conclusão que para a CP os clientes são só um argumento para a existência…porque as indeminizações compensatórias estão certas…e o lucro infelizmente não existe como motivo.
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ò idiota- cala-te meu ignaro.
Cala-te ou vai conversar com a tina ou pró chá da canasta que tu irritas-me por seres estúpido.
Tu não pensas. Tu és um papgaio de k7. Não dizes nada. Tens sempre as mesmas palavras para tudo.
Dizes essa trampa do abaixo o Estado, até para explicar um crime emocional de um casal.
Eras capaz de explicar todos os fenómenos do mundo animal e vegetal com a mesma K7 do mercado e do mal da existência de Estado.
É isto o teu paleio. E chegaste a isto progressivamente. Há uns 3 anos ainda conseguias formular qualquer mini ideia fora deste espartilho.
Agora não. Agora tornaste-te relógio de cuco da k7 do mercado.
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Olha, como tu nunca leste nada, nem um artigo online ou entrada de dicionário, e desconheces em absoluto o que foi o início do capitalismo americano, fica aqui uma dica para pesquisares a história dos caminhos de ferro, até por lá.
E devias fazer o mesmo em relação à finança e a todas as corporações, para depois não dizeres bacoradas como aquela da FED ter sido inventada pelo Estado e absolutamente estatal, sem qualquer coisinha a ver com os banqueiros.
Reading Railway Company
E isto é num continente onde cabem n países do tamanho de Portugal.
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O lucro, existe, como motivo, em Inglaterra, meu retardado.
E, como esse lucro não tem concorrência, meu retardado, esse lucro em nada beneficiou os utentes.
Porque os utentes é que não podem passar sem os transportes.
Entendeste, ó palerma?
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Curioso que em Inglaterra depois de privatizarem os caminhos de ferro aquilo passou de bonzinho a péssimo….
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#40…mas alguém duvida que privatizada a GESTÃO FERROVIÁRIA os interesses/maiores valias dos SEUS utilizadores SE EXTINGUE!!! Se o Estado já se comporta deste modo actualmente, privatizada a gestão das linhas (com que concorrência ???!!!) resta-nos as ligações inter-cidades (metrópoles)… Isto é gente muito atrasada por à solta !!!
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Outra coisa que o Luck precisava de conhecer eram as depressões americanas como a do Pânico de 1893– com causas e consequências.
Se se desse ao trabalho ou tivesse curiosidade pelos factos, não andava a brandir a cartilha vermelha e a citar os vdersículos, para tudo e mais alguma coisa, feito neo-maoista.
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Exacto, Outside_ Metropolis- literalmente- como as do King Camp Gillette que levaram a outras utopias comunistas e económicas- as das grandes corporações.
Este Luck era militante do PCP e ainda anda nessa. Só que agora virou às avessas a cartilha e coloca os capitalistas no lugar do proletariado, com a mesma auréola que o fazem os marxistas.
E nem sabe o que é mercado. Porque um espaço onde não há concorrência e nem pode haver, por definição- é o oposto do mercado e das escolhas e concorrências que este permite.
A bacorada que ele disse traduz-se nisto:
Os ricos são pessoas santas, e o Estado Português devia passar-lhes os caminhos de ferro para satisfazer um rico.
O resultado disto para os utentes podia ser zero que, aquela cabecinha pensadora, também faz equivaler utentes a empregados, a invejosos de ricos, a proletariado.
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Lá está a Zazie ao serviço dos socretinos.
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Essa Zazie precisa era dum bom regime comunista.
Num campo de reeducação lá para os lados do Marão, ela acabava com esse palavreado pequeno-burguês!
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Lá vem o retardado mental do Doutor Pardal/Horatio César que nem leu o que eu escrevi.
ó animal- eu acabei de desmontar o comunismo de um tipo que se diz liberal- o LuckLucky.
E tu és igual à coisa Pisca- nem ler consegues, só tresler para chagares gajas por seres um rabeta.
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Estes velhos comunas emparelham bem ao lado dos filhos de Abril que decoram cartilhas do mesmo modo.
E apenas por isso, esta treta aqui acaba por ser um observatório das espécies ideológicas que se multiplicam por analfabetismo.
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O animal é tão mongolóide que até diz que eu estou ao serviço dos socretinos.
Essa imbecilidade faz da coisa pisca um génio em comparação contigo.
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Um rabeta?
É o que está a dar
Agora ate podem pedir subsidio de casa
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Este é como o ferreira- um velho comuna estalinista que agora fez upgrade e até emparelha com o que antes era o “inimigo de classe”.
V.s são uns desgraçados aos caídos. Uns desgraçados fora de prazo há décadas.
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É- isto também está cheio de rabetas.
Dantes o Partido não queria porcarias dessas e eles só colocavam a cabeleira e vestiam o tailleur às escondidas.
Agora o partido para sobreviver tem de deitar mão a tudo e os rabetas são os novos revolucionários de soutien e véu e grinalda ao léu.
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pequenas leituras para os “teóricos” da casa .
(O Gabriel já me bloqueou).
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Zazie:
A Sibéria é um lugar fresquinho para arejares essas ideias socretinas e xuxialistas!
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#46 – “ó animal- eu acabei de desmontar o comunismo de um tipo que se diz liberal- o LuckLucky”
e depois vem o jolie jumper e monta a zaida, é o swing a funcionar.
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ehehe
Este gajo é comuna e xuxialista e tão imbecil que até diz que eu é que o sou.
Olha, imbecil, na blogo chamam-me tudo, mas nem uma criança de 5 anos era capaz de me confundir com apaniguada xuxa e da situação.
Normalmente tratam-me por uber-fascista e coisas assim.
Mas um retardado mental como o Pardal/Horatio é rabeta e mainada.
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ehehe
Ainda me estou a rir de ser xuxialista. Isto dito por um mongolóide comuna e neocon que tanto idolatra o Putin como o Bush e a moral proletária do Alvaro Cunhal.
Mas para vender a Canavilhas ao Joãozinho pequenino a ver se ele não foi para lá com falinhas mansas a tratá-lo por Sua Majestade Doutor Honoris Causa da Blogolândia.
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Oh Zazie:
Bebeste vodka ou uisque?
O que é vens com essa conversa de horacios, pardais, xuxas, comunas,etc?
O Nacional-Bolchevista metia toda essa trampa num campo de reeducação e a Zazie ficava lá a fazer serviço cívico para esses cadastrados e reaccionários!
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E depois diz que está no iate ao largo do Funchal e a seguir já é a loira burra amásia do pederasta dos Açores ou o Anti/Chulos “à beirinha do Estoril”.
O gajo é morcão e há-de ser canalizador.
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Olha burro- o teu IP está registado. Bastava atirar com ele para te calar.
Mas tenho mais que fazer- Continua aí com as imbecilidades e aproveita que o ferreira está livre.
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Pergunta ao ferreira se eu não caço IPs mais rápido, quanto o Iznag tem pontaria com os tijolos
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Zazie, eu já te disse que a Sibéria tem um clima muito higiénico e faz muito bem à esclerose acelerada em que te encontras!
Falas em código e não te percebo, o que é que essa do iate e do Funchal?
Eu se pudesse ia à Madeira buscar o kamarada Alberto João para governar este país de pedófilos, corruptos e ladrões!
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(52)
(O Gabriel já me bloqueou)
ainda não.
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Ok. Então obrigadinha e uma beijoca.
Vou indo. Já deixei uns links para acompanhar a indicação das leituras.
Mas isto continua bloqueado se colocar o link directo para o cocanha. E bloqueou por ter assinado zazie. Tive de separar as letras para entrar.
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Mas pode limpar as caganitas do Horatio ou mandar o JCD fazê-lo. Esse larga para aí palavrão à vontade e v.s deixam.
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No artigo em questão, a certo ponto, justifica-se o caos com o plano de se privatizar a empresa, o que situa a origem do caos num passado recente. Acontece que a situação tem barbas. Há 20 anos, nos meus tempos de Coimbra, já a Bifurcação de Lares era o local ventoso de espera por ligações que não foram planeadas correctamente que agora é. Bi-anualmente havia novos horários, os de Verão e os de Inverno. Em cada novo horário, a situação mantinha-se: uma ligação não se fazia por uma questão de minutos, obrigando à espera de quase uma hora pela ligação seguinte.
Esta e outras histórias aqui:
http://fliscorno.blogspot.com/2006/09/o-inexplicvel-caso-da-cp.html
Custando-me a acreditar que seja possível existir tanta incompetência
junta, só posso concluir que estas situações resultam duma estratégia.
Qual é ela já não me é claro.
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A CP tem práticas comerciais absurdas.
Por exemplo, quem compre bilhete pela Internet perde um direito importante que teria se fosse comprado presencialmente. Se eu perder o comboio, e possuir bilhete de papel, posso adquirir outro mediante o pagamento de uma taxa (ver *1)
Mas se o meu bilhete for electrónico, já não tenho acesso a essa possibilidade, mesmo pagando taxas (ver 2*)
Ou seja, em vez de se incentivar a compra online, há um claro desincentivo. A coisa poderia ter lógica, tal como na aviação lowcost e já mesmo nas tradicionais, em que bilhetes comprados pela Net são mais baratos pelo que tem menos direitos, face às tarifas clássicas. Isso faria todo o sentido. Mas não, alguém do departamento comercial da CP resolveu imitar o conceito mas esqueceu-se da outra parte do conceito, os bilhetes via Net não são mais baratos, são ao mesmo preço, apesar da empresas poupar obviamente com eles.
Parecem meninos a brincar às empresas. A ferrovia clássica é o transporte do futuro. Não o TGV, que acabará por destruir o que resta de bom em Portugal na ferrovia. É uma destruição intencional por uma amadora e incompetente gestão e por criminosas decisões politicas.
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1* Condições gerais – A alteração da viagem para outro dia ou outro comboio pode ser solicitada numa estação CP com serviço de Longo Curso e ainda on line para os bilhetes adquiridos através do netTICKET. É permitida uma revalidação gratuita por viagem até 30 minutos antes da partida do comboio. Ultrapassando este prazo, a revalidação é feita mediante o pagamento de taxa de reserva de lugar e taxa de revalidação:
2* Condições no netTICKET – A alteração da viagem para outro dia ou comboio pode ser solicitada numa estação CP com serviço de Longo Curso ou on line. É permitida uma revalidação gratuita por viagem até 30 minutos antes da partida do comboio (da estação de origem). Ultrapassado este prazo não serão aceites pedidos de alterações.
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Falar do péssimo serviço da CP nada tem de matarroano. Acho que até se devia falar bem mais de um grupo (CP+REFER) que come 78 milhões de euros ao orçamento.
Durante alguns anos usei o DB (comboios alemães) e posso constatar os anos luz a que a CP está em todos os níveis: organização, oferta, diversificação de serviços e interligação com outros meios de transporte. Experimentem vós mesmos:
http://www.deutschebahn.com/site/bahn/en/start.html
Um exemplo: o Bayern Ticket, o bilhete válido na Baviera (outros estados têm outros bilhetes) que permite 1 a 5 passageiros uma viagem de ida e volta para qualquer ponto da Baviera por 25 euros usando os regionais e inter-regionais.
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Culpar o automóvel pelo declínio da CP é muito conveniente para a própria. Mas há um pequeno detalhe: a CP começou a sua estratégia de fecho de linhas bem antes do domínio do automóvel.
Veja-se a linha do Oeste, localizada numa zona populacional densa, perto das praias e que liga a Figueira da Foz ao centro de Lisboa, no Rossio. Tem portanto todos os ingredientes para o sucesso, certo? Errado. Os horários são uma miséria. Qualquer serviço de autocarro é mais rápido, tem melhor horários e o preço (na última vez que verifiquei) até é mais baixo.
Na década de 80, portanto ainda longe do omnipresente automóvel, a CP decidiu transformar a linha do Oeste num percurso de mercadorias, já que, no seu entender, a linha do Norte era melhor para o transporte de passageiros. Começou por produzir horários que não serviam os clientes, seja pelas horas de passagem nas diversas estações, seja pelo número de comboios disponível. O número de passageiros foi-se mudando para a crescente oferta de serviço rodoviário e, num processo de feedback, a CP foi dizendo que não tinha passageiros, o que a levava a produzir cada vez piores horários. Hoje o resultado é uma espécie de ligação regional entre a Figueira da Foz e o Rossio, com passagem pelas Caldas da Rainha.
Dizem que vem aí o TGV. Mais um serviço de transportes desarticulado dos restantes – é o meu palpite. Algo bem típico da CP, inclusivamente, entre os seus próprios serviços como bem demonstra o artigo.
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“Em transportes onde tal está inviabilizado pelas suas próprias características- não podem existir 10 linhas paralelas de metro para levar ao mesmo sítio- portanto só uma o pode fazer, por uma única empresa- e igual para comboios- privatizar é evitar qualidade e apenas tornar mais caro o que se tinha sendo do estado.”
Que grande parvoice!… A Zazie não percebe nada disto!
Não sabe o que são sistemas logisticos de processamento sequencial. Só conhece o processamento paralelo. Ainda vive na Idade da Pedra. Lascada!
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ò imbecil- Explica lá como é que tens concorrência no metropolitano privado de Inglaterra.
Cada calhau que por aqui aparece.
Explica lá apenas isso- mongo. Explica lá a diferença entre a concorrência aérea, a das camionetes e das comboios ou metropolitanos.
Mongo- quantas empresas exploram o gigantesco metro londrino para se poder falar em mercado?
Mongo- quantas empresas em competição podiam explorar as nossas linhas de metro ou de comboios?
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V.s são quadrados e fazem luxo nisso.
Até parece que deram soltura no manicómio aos napoleões-neo-liberais de hospício.
Apareceram logo todos.
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O outro anormal também mete prá veia. Como se eu tivesse argumentado alguma coisa oposta.
Parece que se babam e nem conseguem ler. Cá para mim são mesmo deficientes mentais a quem ofereceram computadores para não partirem a mobília.
Só pode.
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Aqui onde moro compro um bilhete que serve para qualquer transporte público e para qualquer local excepto comboios. Se quero comprar um bilhete de comboio posso comprar em qualquer estação para qualquer lugar. As máquinas até assumem que, ao querer comprar um bilhete, preciso mesmo de ir, e não havendo trocos dão-me um bilhetinho a dizer o número de telefone onde tenho de ligar para reaver o troco. Posso pagar com cash, multibanco, cartão de crédito e tutti quantti. E chegam quase sempre a horas. Parece de outro mundo, mas não é. Se tenho de fazer transbordo, seja qual a hora que apanhe o transporte, já tenho à minha espera o outro transporte que chegou primeiro e espera. Por quem? pelo utente. E de cada vez que usar o bilhete único por dia, vou pagando menos.
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Olha aqui- ó retardado paleolítico- os sistemas logísticos fazem com que as linhas se multipliquem para o mesmo trajecto?
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E o outro retardado analbeto que veio com a treta da falta de lucro que a CP dá e que isso se devia aos automóveis é mais um imbecil.
Nem eu argumentei que a irresponsabilidade da CP tivesse desculpa por esse factor.
Mas se o gajo não fosse mongo, tinha era respondido ao Luck que, por essa razão, também não há-de haver muito privado interessado no que dá despesa.
E, ainda menos, 10 cães a um osso, para depois termos o tal “mercado a funcionar” e escolhermos a oferta de uma série de empresas em competição num negócio que só dá despesa, pelo facto de meio mundo andar de carro.
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E sim, assino por baixo a conclusão que o Gabriel retirou disso tudo:
«Normalmente, este artigo deveria implicar automaticamente a demissão imediata da administração da empresa e a profunda remodelação quanto ao serviço prestado. Mas parece que hoje em dia já nada é normal.»
Acontece é que nem foi ao Gabriel que respondi mas ao quadrado do Luck que veio logo com a k7 do mercado e da privatização.
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51.zazie disse
25 Janeiro, 2010 às 4:52 pm
64.za-zie no metro disse
25 Janeiro, 2010 às 6:11 pm
Aqui, minha querida, estampou-se ao comprido.
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#77
Correcção: Refiro-me aos transportes em geral, em particulat, aos combóios e aos metros.
Quanto ao resto, em Londres ou nas outras também grandes cidades há muita miséria humana em especial devido à população flutuante. Em Londres é tanta ou mais que Portugal inteiro.
Mas não diverge muito de outros países europeus — e mumdiais então… — onde a merda é mais que muita.
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“Olha aqui- ó retardado paleolítico- os sistemas logísticos fazem com que as linhas se multipliquem para o mesmo trajecto?”
Fazem. Mas eu não te explico porque tu não tens neurónios suficientes.
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