Metade queixa-se
4 Março, 2010
Uma em cada duas vítimas de bullying não se queixa
Uma em cada duas crianças recorre a adultos para resolver os problemas que tem com outras crianças. Quando deixarem de ser crianças vão recorrer a quem?
84 comentários
leave one →

Eu gostaria que eles pudessem acrescentar raça idade e sexo
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sexo idade e raça…Seria interessante ver
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vingam-se depois em adultos e fazem como os mirandas deste país que se queixam de tudo ou como os mascarenhas que denúnciam todos.
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…..à POLICIA !!!!! Que post tão estúpido. Pena ninguém lhe dar a si um enxerto de porrada
que era o que merecia, talvez ai soubesse a quem recorrer!!!!
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Ó João Miranda, se você não tivesse esse ar de quem apanhava de TODA a gente na escola eu até levava este post a sério. Lol.
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E se são deficientes mentais..ui existem tantos..com QI com menos de 40…
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“Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indemnizar.” – in WIKI
Muita da política actual é feita de bullying.
Há páginas de jornais a abarrotar de bullying.
Os blogues políticos, então, são um viveiro de bullying.
Nesta caixa de comentários, por exemplo, sou o único que não faz bullying!
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A incidência crescente das vítimas de bullying sugere a necessidade das comunidades locais envidarem esforços no sentido de identificarem os autores das agressões, fazerm uma lista para decisões futuras. Estes agressores e agressoras são futuros delinquentes que vão danificar propriedades e causar vítimas. Terão que ficar marcados, ser conhecidos por toda a comunidade, mais tarde ou mais cedo terão que sofrer a penalização devida. O sítio está ficar diferente e é bom que quem se preza e preza os seus comece a puxar pela imaginação.
A verdade é que o sítio começa a ficar cheio de salteadores, a começar pelos de alta gama que aparecem frequentemente na tv com largos sorrisos, bem engravatados, lenocidas e assassinos potenciais que sabem ficar impunes. São precisas respostas.
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recorrem a outros adultos , como a polícia e outras autoridade estatais , que deveriam cumprir com aquilo para que quisemos em 1º lugar o estado ( por algo tem o monopolio da violência legitima ).
em alternativa podemos dar às crianças , para que não chateiem os adultos com merdices , umas pistolas para que se defendam. parece-lhe bem assim ?
se lhe roubarem o carro ou a casa ou o sovarem , o JM vai atrás dos ladrões de arma em punho ?
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Se acontecesse a um filho meu eu sabia o que fazer…e não era fisicamente…havia de achincalhar o dito de uma forma tal que nem numa caverna ele se esconder…via net..via jornais, via panfletos…etc…o pior que se lhes pode fazer não é bater-lhes é achincalhá-los ao máximo…
Num estudo recente ficou provado que um bullie acaba na sua grande parte por ser um sacana sem lei após a idade adulta…
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A polícia não é paga para se incomodar demasiado, a menos que sejam os seus filhos a sofrerem bullying. A polícia conhece a lei que vigora, protectora de assassinos, vulgarmente apelidados de “jovens”, sabe que circula entre uma súcia de alegados e presumíveis, naturalmente olha para o lado.
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Piscoiso um dia que o seu filho sofra de Bullying talvez não brinque..sabia que o 1º ministro sofreu disso na adolescência e ficou como hoje está em virtude disso?
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# 7, primo és mais uma vítima, isso pega-se?
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A maior parte dos bullies sofre do mesmo em casa–são quase sempre anormais com cérebros minusculos e potenciais delinquentes…quanto a mim era castração logo…dos pais claro..
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Outras formas de Bullying que mais tarde ou mais cedo virá ter conosco. O pior é que só temos as berlengas, a menos que a madeira e os açores…
“Dois políticos alemães defenderam hoje que a Grécia deverá colocar à venda terra, edifícios históricos e obras de arte para reduzir a défice. O conselho, sugerido numa entrevista ao jornal “Bild”. “Aqueles que se encontram em processo de insolvência têm de vender tudo o que têm para pagar aos seus credores”, argumentou Josef Schlarmann, membro do partido de Angela Merkel. “A Grécia tem edifícios, empresas e ilhas não habitadas, que podiam ser usadas para amortizar a dívida”, disse. “Se tivermos de ajudar a Grécia com milhões de euros, eles têm de nos dar algo em troca – por exemplo algumas das suas maravilhosas ilhas. O lema: vocês recebem carvão. Nós, Corfu”.
A Grécia tem 3054 ilhas, das quais apenas 87 são habitadas, um potencial mercado de luxo que para os alemães já existe.
“A chanceler [Angela Merkel] não pode prometer nenhuma a ajuda à Grécia” disse Frank Schaeffler, especialista em política financeira. “O governo grego tem de dar passos radicais para vender a sua propriedade – por exemplo as ilhas não habitadas”, sustentou.
“Também ouvi a sugestão de que devíamos vender a Acrópole”, reagiu o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, Dimitris Droutsas. “Sugestões como estas não são apropriadas nesta altura”.
Governo grego quer eliminar o 14.º mês dos salários na função pública, cortar 9% dos salários e impor novas medidas fiscais que incluem o aumento do IVA, o imposto sobre o álcool, o tabaco, combustível e sobre sinais exteriores de riqueza.
Georges Papandreou afirmou terça-feira que a situação financeira grega é “catastrófica” e esboçou um cenário de “bancarrota» ao anunciar “medidas de austeridade” necessárias para garantir uma redução do défice público de 4 por cento, em 2010.
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e, quando chegarem a dultos, vão-se queixar a quem?
as mulheres vítimas de violência doméstica, são adultas e vão-se queixar a quem? às polícias incompetentes e ao ministério público negligente, que não reabre queixas arquivadas, para não avolumar ao seu trabalho e ao dos tribunais e, isto vi-o, com os meus olhos que tenho bem abertos!… e não falta para aí quem se gargarize com a prioridade judicial à violência doméstica… de boas intenções está o inferno cheio!…
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Alguns autores deste blogue praticam bullying contra os funcionários públicos. Pronto já me queixei.
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“A incidência crescente das vítimas de bullying sugere a necessidade das comunidades locais envidarem esforços no sentido de identificarem os autores das agressões, fazerm uma lista para decisões futuras. ”
Acho que isso não faz grande sentido – o bullying costuma (nem sei se não será quase por defenição) ser praticado pela “maioria” contra a “minoria”, logo duvido que se vá “identificar” a maioria (ou uma minoria significativa) como potenciais deliqunetes.
Atenção – não se confundo “bullying” com roubos, agressões por alguma razão especifica, lutas na cantina, etc (acho que são estes actos que são mais típicos dos futuros deliquentes, não bullying). Bullying está ligado à idea de “perseguição sistemática” (o que em pricnipio requer que haja uma massa critica relevante de bullies) e até pode não envolver nada que em si seja um ilicito.
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A ver e reflectir..Piscoisisces segundo uns…
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# 18 “Acho que isso não faz grande sentido – o bullying costuma (nem sei se não será quase por defenição) ser praticado pela “maioria” contra a “minoria”, logo duvido que se vá “identificar” a maioria (ou uma minoria significativa) como potenciais deliqunetes”.
Essa definição de bullying é correcta mas está ligada à sociedade americana, cá no sítio estes personagens não são a maioria, vê-se não passa muito tempo nas escolas.
Nós estamos no início do verdadeiro bullying, se permitirmos vamos avanaçar em força como em tudo o que é mau.
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A falta de autoridade de todos numa sociedade pós-moderna, anómica, decadente, desvirilizada é a causa de tudo…
Nos good old times duas bofetadas valentes dadas oportunamente pelo professor nas pestinhas eram pedagogia milagrosa. Por incivilidades que não chegavam a um décimo desta…
E ninguém constestava a autoridade de professor. Dentro da escola é ele o pai… e o pai verdadeiro, ao tomar conhecimento do sucedido dobrava logo a dose em casa…
Havia disciplina, respeito e poupavam-se milhões em processos,, em inquéritos inconclusivos, em psicólogos, em estudos…
A falta que os colhões fazem na pedagogia… foram cortados rentes pela paneleiragem eduquesa…
Isto não acontece nas sociedades ascendentes, como as islâmicas…
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#12.
Há que distinguir o real do virtual, e reconheço que numa escola, entre colegas, é bem real pois há presença física.
Quando se passa apenas na net, crianças, ou mesmo adultos facilmente influenciáveis, podem precisar de apoio para os tornar imunes a essas acções.
Por ex. o comentário #13. define exactamente o bullying virtual, que não me incomoda nada. Sendo um sintoma de delinquência, quando passar ao real, acabará atrás das grades.
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Segundo, o JM deviam levar pancada e ficarem calados…genial! Se for o filho ou a filha dele a levar pancada, aposto q dizia outra coisa.
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isto , da violência em meio escolar ,e não me refiro às bulhazitas que sempre houve entre rapazes , mas a roubos , sevicias e sovas a sério , suponho que é o resultado de políticas tão belas e românticas de escolaridade obrigatória e escola inclusiva. e é inadmissível que as crianças , num espaço que o estado obriga a frequentar e lobos misturados com cordeiros , não estejam em segurança.
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#21:
A isso que diz e muito bem, deveria acrescentar o seguinte:
O Estado actual erigiu-se em defensor formal das crianças e para tal regulamentou o que entender para que se saibam os limites da intervenção das “instituições”.
Acontece que fora desses limites, actualmente, ninguém quer fazer nada e dentro desses limites faz-se mal. Por isso surgem os casos.
isto é um paradoxo típico do socialismo: o querer controlar toda a actividade humana, acaba por perverter aquilo que pretende acautelar.
Tal fenómeno quanto a mim , tem um responsável nesta altura em Portugal: o ISCTE porque é daí que vem esta ideologia de protecção assegurada por lei.
É também por isso que os mesmos dizem publicamente na AR que a ética republicana é a lei.
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Há 2 formas de qualificar um ser um ser humano.
Na substancia e na forma.
Com este post, o João Miranda mostrou que o seu caracter, é abaixo de cão nas duas formas.
Uma criança que é molestado à vista de colegas masculinos e femininos, sobretudo estas, na adolescência, por colega ou colegas, de forma repetida, é mil vezes pior do que a mesma criança apanhar uma grande coça, de um adulto, sem ninguém ver.
A necessidade de alimentares o teu ego libralista e parvo, é superior aos minimos da decência.
Eu não sou psicólogo ou psiquiatra, sou economista.Sou pai de 2 filhos.
Acho contudo, que há limites para a decência.
Tu não a tens.
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“isto , da violência em meio escolar ,e não me refiro às bulhazitas que sempre houve entre rapazes , mas a roubos , sevicias e sovas a sério , suponho que é o resultado de políticas tão belas e românticas de escolaridade obrigatória e escola inclusiva”
Olhe que aqueles colégios internos de elite sempre tiveram grande fama de bullying (não sei se o proveito); e também as escolas suburbanas norte-americanas (note-se que nos EUA subúrbio significa “classe média e alta”) – repito que só estou a falar da fama (nomeadamente a que aparece através da televisão).
De qualquer forma, penso que a difeença entre bullying e “bulhazitas” não é uma questão de quantidade (um ser mais violento do que o outro) mas de qualidade: uma “bulha”, seja a soco seja com navalhas de ponta e mola é simétrica (e eu não tenho nada contra lutas à navalha desde que todos os participantes lá estejam de livre vontade); o bullying, seja esconder os livros seja um espacamento, é assimétrico
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Espero que o João Miranda venha a ter um filho que não fale em casa dos seus problemas (e que os tente resolver sózinho) e que não conseguindo enfie um tiro na cabeça.
Também espero que apareço por aí uma serial killer que enfie umas balas na carne do Miranda (mas que o deixe vivo) e ele que se desenrasque sózinho que os tribunais (e já agora os hospitais) não servem para nada.
Não há limite para a blasefémia quando sua maioria é cretinice pura, Galileu foi excepção.
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É simples,tanta desculpabilização patente nas ditas sociedades evoluídas, com exércitos de psicólogos prontos a contornar a evidência,a fobia de uma palmada, mas a vivência tranquila com a morte alheia, haveria de culminar em algo, numa sociedade onde a vitimização é rainha, onde se vangloria a vitimização,depois com o rompimento dos moldes familiares, alguma coisa coisa haveria de correr mal não?
O facto de serem envolvidos adultos em brigas de crianças é simplesmente asqueroso.
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Uma teoria minha (dificil de comprovação empirica) – parte da culpa da bullying talvez esteja nos pais que dizem “se te baterem, não respondas; chama um adulto”.
essa educação normalmente não é suficiente para os levar a chamar um adulto – o “código de honra do recreio” é suficientemente forte para dissuadir quixas (mais, penso eu, do que o famoso “medo de represálias”); mas é suficiente para reprimir o instinto natural de, se alguém mais forte nos bate, ir ao estojo de educação visual, tirar o compasso e espetar nas costas do agressor.
Ou seja, as crianças sujeitas a essa educação acabam por ficar prisioneiras de dois imperativos sociais contraditórios e ficam com o pior de dois mundos – nem se queixem nem reagem.
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#23
Como bem disse um comentador mais acima, caso já tenha visto uma foto do JM o gajo tem todo o aspecto de ter levado porrada durante todo o tempo que estudou….ou as tantas ainda leva…por isso diz estas baboseiras.
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Não deixa de ser irónico que muitos comentadores tenham optado por fazer bullying psicológico contra o autor do post em vez de comentar o conteúdo do mesmo. Mas bullying comigo não resulta.
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AÍ ESTÁ O LIBERALISMO EM TODO O SEU ESPLENDOR…
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#32 Resposta de gajo ressabiado que levou nas ventas quando era puto.
Já agora, oh JM, como é que um liberal como tu vive a custa de bolsas do estado para (supostos) doutoramentos?
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F+ácil..as chuloempresas portugusess investemo,ooooooooooooo1 ..o resto é o estado…e mesmo assim o montantes dos projectos é uma mafiosice
tremenda…os gabinetes dos ditos fazem artimanhas tais que o montante é sempre mais do que o suposto…
Já agora existem mais de 300 mil patenmtes me Portugal graças ao grande tarbalho de investigação…E os bolseiros são os escravos..os chulos são aqueles que vivem á contra do trabalho deles..aliás estes sofrem e enm do bullying dos tais doutores…ou me obeces ou a bolsa nicles…
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Caro Peta,
Quanto ao aspecto privado da pergunta, a minha vida não é da sua conta.
Quanto ao aspecto público, onde foi buscar a ideia de que os liberais não podem concorrer a bolsas públicas?
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João Miranda,
Fazer Bullying contigo, é o mesmo que fazer bullying com uma bola de Berlin da Concha D,Ouro.( Private joke para Portuenses).
O problema, é que tu na ansia de seres generalista, dizes asneiras vezes de mais.
O meu pai levou-me à escola no primeiro dia da escola primária, e foi chamado à escola no 4º e 5º anos do liceu porque fodi as trombas e o Cortina castanho, ao professor de desenho.Este batia nas gaijas.O meu interesse não era o gérero feminino em geral, mas numa Alexandra em particular.
Ou seja, eu sou contra o excesso de proteção que alguns miudos têm hoje, contudo, confudir isso com bullying, é uma enorme imbecilidade.
No regresso a casa, tinha que passar a pé, por 2 bairros fodidos, em que, com a experiência, fui obrigado a lutar e a escolher os melhores caminhos.
O problema, Miranda, é que na escola tu tens todos os dias que trilhar o mesmo caminho…Seja este bom ou mau. Tu não tens escolha.
Imagina um trilho com minas postas pelos Taliban.Agora imagina que te obrigam diariamente a trilhar esse caminho.É fodido.
Queres que te ponha isto a cores?!
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“Uma em cada duas crianças recorre a adultos para resolver os problemas que tem com outras crianças. Quando deixarem de ser crianças vão recorrer a quem?”
Isto é um processo transitório JM, as variáveis da infância e dos adultos são diferentes. Ou seja, quem faz queixa para obter protecção irá ganhar ao longo da vida outras formas de protecção, como seja a sua actividade laboral, a sua socialização, ou mesmo o ginásio.
Não vejo nenhuma relação linear entre pedir ajuda na infância e ser incapaz de obter ajuda na idade adulta (que foi a minha interpretação do post). Aliás, acho que quem pede ajuda, se a tiver, começa a perceber os efeitos dos outros na sua defesa, e se não a tiver começa a procurar novas defesas.
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Xé…parece que tocamos num ponto sensível do JM….
Não tenho visto resultados práticos das tuas “investigações em Bio-tecnologia”, logo é cancelar as bolsas de imediato. Tás a gastar parte do meu dinheiro, portanto quero resultados, senão é bazar. Concerteza há gajos mais rentáveis e que apresentam melhores resultados, já que não passam o dia todo a debitar bosta num blogue, do que tu.
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Miranda, e o teu post de merda, não é bullying e um insulto para quem tem dois dedos de testa?
Procria e aparece! Porque quem escreve o que escreveste aparenta ter muito pouca experiência de vida. Vida real e não sentadinho a ler.
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Vocês são todos muito corajosos. Vejo que bullying só através do anonimato e pela internet.
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Parem lá com isso pessoal, que o JM tá quase a chorar, devem-lhe estar a vir a memória os tempos em que levava pancada na escola.
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João,
No meu caso, não é anonimato.
Contudo, se quiseres, escolhe o local a hora e a arma.
Em tempo: Fui jogador de xadrez e boxer no FC Porto.
Boa tarde.
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Caro Mesquita
Gostei no geral do seu comentário, se bem que não tenha percebido a piada das bolas de berlim da concha d’ouro (apesar de ser cliente quase diário, por ser vizinho muito próximo).
Já há muito me cansei de mandar umas bocas às imbecilidades do miranda, não vale a pena, pois o desgraçado é masoquista e alimenta-se de insultos.
Admito até que o dito cujo não seja tão imbecil quanto parece (pelo aspecto e pelo que escreve) mas que que aja assim para ganhar mais uma dose diária insultos.
Ele há gostos para tudo.
Agora o que é que isso tem a ver com as bolas de berlim?
Abraço
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Deixe João. A coisa está na moda e não adianta ir contra tendências.
Há tempos a minha avó, com 85 anos, ao ver o telejornal perguntou-me o que era o “bulinga”. Disse-lhe que era zaragata entre canalhada(*), mas que agora lhe chamam assim porque é mais bonito. Ela ficou muito admirada pela importância que estavam a dar à coisa … até dava no telejornal. E realmente não é para menos.
(*) Em Trás-os-Montes (e não só) o termo “canalha” significa rapaziada nova, ou como se diz noutras zonas do país “catraios”.
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“Vocês são todos muito corajosos.”
provocação barata de mentalidade reles. se não queres anónimos restringe os comentários a identificação real.
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Deixem o meu piscoiso em paz.
Ele quando vinha da escola,passava todos os dia no meu bairro,depois…já se vê,não queria outra coisa!
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João, agora ature-os (43).
Não há como ler um pouco destes comentários para me sentir no café da minha aldeia há vinte e muitos anos atrás. Principalmente quando davam os filmes do Rambo: no final a pancadaria era certinha.
Mais tarde começaram a chamar-lhes parolos e, aos poucos foram desaparecendo das ruas. Agora aparecem na net. Afinal a parolice, que sempre caracterizou os povos latinos, não desapareceu; apenas se camuflou e vai-se manifestando agora nestes espaços.
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Enquanto escrevia o comentário acima, reparei que o mirandita ia reagindo.
Assim que começa a levar no toutiço, já não consegue parar e só pensa em levar mais…
Não puxem mais por ele, mas, acima de tudo, não lhe falem em procriar ou seja no que for relaccionado com “gajas” que o miranda passa-se.
Ele lá sabe porquê (e a gente calcula)
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O bullying na net é coisa de catraios ou de adultos cobardolas.
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pinto de capoeira transforma-se em galo de aviário e usa o poleiro do miranda para cagar urbanidade. chapéus, havia muitos antes da migração galinácea.
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«Há tempos a minha avó, com 85 anos, ao ver o telejornal perguntou-me o que era o “bulinga”. Disse-lhe que era zaragata entre canalhada(*), mas que agora lhe chamam assim porque é mais bonito.»
Não é. “Bullying” é vários a dar e um a levar, ou um mais forte a bater num muito mais fraco.
Zaragata´, para mim, é uma luta entre 2 pessoas, ou entre dois bandos (quando eu andava na escola primária – numa aldeia considerada à época das mais “duras” da zona – havia muita zaragata, com pessoal que ia para o hospotal com cabeças partidas, mas quase nenhum bullying)
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“Bullying” é vários a dar e um a levar, ou um mais forte a bater num muito mais fraco.
Pois, as zaragatas têm destas coisas: há sempre um que é mais forte e por vezes dois ou três juntam-se para dar uma tareia noutro.
Poupe-me. “Bulingues” destes sempre os houve.
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53. “Pois, as zaragatas têm destas coisas:” Insiste no mesmo hahhhh.
Atrás já lhe explicaram e muito bem a diferença entre “Bullying” e zaragatas
mas volta a insistir …nada a fazer portanto…
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Ó Miranda diz-me lá — tu és o gajo “novo” no gabinete E206? Não tenho qualquer pejo em dizer-te que o teu post é uma valente merda, um insulto para quem o lê, assim já sabes quem eu sou…
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Argumento esclerosado do Pinto “isso sempre houve”.
Com estas ideias mais vale ficarmos no estado neanderthal — porque se assim éra-mos para quê mudar?
Vê-se que este tipo veio da aldeia e não aprendeu nada. Ando eu a pagar impostos para educar esta gente e vêm com o comentário mais bacoco da série — sempre foi assim!
O terramoto no chile também é assim há milhões de anos, os gajos lá do chile que se lixem!
LOL!
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Eu no meu tempo dava porrada até criar bicho a alguns arruaças da escola.
Sempre defendi os meus colegas mais franzinos ou mais fracos.
Aqueles que queriam bater neles já sabiam que iriam ficar com os olhos negros ou os dentes partidos!!
Justiça é aquela que é feita no momento, e eu não dava possibilidade a qualquer contraditório ou derrogação!
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Gina Tomé, psicóloga da equipa de investigação em Psicologia da Educação da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, comentou apenas que os estudos feitos no seu departamento comprovam que o número de casos de bullying baixou entre 2002 e 2006, em Portugal, pelo que não há qualquer razão para “alarme social”.
Ó Gina hoje em dia em Portugal não há qualquer razão para alarme social.
Antes muito pelo contrário.
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Ó Tiago (54), ó Pai (55 e 56), poupem-me. Não tenho grande tempo para vocês. Para me atazanar o juízo já tenho dois aqui em casa. Os vossos que vos aturem.
Mais duas crianças a sonhar com uma sociedade utópica, perfeita; tão perfeita que nem os meninos andariam à tareia uns com os outros.
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41. João Miranda:
“Quando deixarem de ser crianças vão recorrer a quem?”
Se 4 ou 5 homens se juntarem regularmente para o insultar, agredir e roubar, o João recorre a quem?
“Vocês são todos muito corajosos. Vejo que bullying só através do anonimato e pela internet.”
O João é um dos autores do Blasfémias que me faz voltar (quase) todos os dias, apesar de nem sempre concordar consigo. Mas este post e comentário (assumindo que são do mesmo autor) só merecem uma resposta: nesta matéria, o João está a portar-se como um imbecil.
Se quiser que lho diga na cara, tem o meu endereço de email e podemos combinar o local e hora.
Não estou com isto a desafiá-lo para resolvermos a questão à estalada mas assumo as consequências do que escrevo e por isso assino sempre com o meu nome. Se essas consequências forem levar umas estaladas de si e/ou ter que lhe dar umas estaladas, seja.
Há muitas formas de cobardia. Chamar cobarde a alguém sem se disponibilizar para o fazer em pessoa é uma delas.
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“Quando deixarem de ser crianças vão recorrer a quem?”
Presumo que à polícia.
Mas se o JM conhecer uns porteiros de discoteca baratos, convinha dizer.
O JM já parece o Malato dos concuros.
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Primeiro o estado obriga a todos os putos cujos pais não podem pagar uma escola privada a frequentar os seus presídios infantis disfarçados de escolas. Obriga lá estarem com aqueles que lá não querem estar e chumbam constantemente, muitas vezes personagens envolvidos em actividades económicas lucrativas(não pagam impostos), como o comércio de especiarias marroquinas.
Depois, em nome dos novos modelos educacionais, deixa a animalidade substituir o princípio hierárquico que deveria reger as instituições de ensino, para além de trocar o ensino da matemática por coisas sugestivas como a educação sexual.
Um puto até pode ter tomates, mas sozinho nada pode contra os putos que estão no crime e se garantem nos seus gangs, protegidos por um estado que é nada mais do que o grande chulo. Assim o puto quebra, se transformando no banana que desejam as nossas classes políticas, ou morre, livrando o estado de controlar um cidadão com espírito de independência.
Não é por acaso que toda a gente aqui responde sem picar o olho que os adultos devem recorrer à polícia quando têm problemas. Que distância separa estas ovelhas dos seus antepassados. Com uma população assim, e ainda por cima desarmada voluntariamente, só preciso de uns dez mil hooligans para tomar o poder em Portugal e manter toda a gente aterrorizada.
Não por acaso o estado faz o que quer. Talvez a democracia americana e a próspera Suíça tenham algo a ensinar aos portugueses de hoje, já que os do passado, quando abandonados pelo poder político, até pegaram em armas contra tropas experimentadas em batalhas como Austerlitz.
Me deixem portar uma arma e garanto que não chamarei a polícia quando tiver problemas. Até porquê, quando ela chega, já é tarde demais. A não ser que já estejamos a viver num mundo Big Brother. Mas aí quem vem te apanhar é o capo dei capi, ou seja, o Estado.
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Dei um péssimo exemplo aos jovens. Escrevi no último parágrafo um “porquê” quando deveria ter metido um “porque”.
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João Miranda, a resposta: a policia. São uns tipos com umas fardas azuis com um boné. Ou já nem essa função reconhece ao estado. Mas pronto, sei que não me devo atrever a perguntar ao João Miranda questões privadas, como saber como resolve isso. A sério, que raio de pergunta, que post. O mais irónico é que o JM se queixe de bulliyng, imagine-se, por não se poder defender de anónimos. JM, é precisamente a fragilidade das vitimas que caracteriza o bullying. São crianças que levam de mais velhos, que não conseguem retaliar, que são mais frágeis, obviamente, esses queixam-se aos pais. O João Miranda, um homem feito, que apenas levou umas bocas, ao nível da sua provocação, queixa-se aos seus comentadores.
E depois vem o Eurotretas, o típico geek, defender que um professor dê “duas valentes bofetadas” aos alunos. Ó pá, tenha dó de si.
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Fiquei na mesma,depois de ler tudo isto.
Além de insultos ao sr Miranda,que não vejo em tão grande quantidade na minha escola,entre os alunos,uns defendem umas bofetadas nos corrécios e outros que se deve colocar os bandalhos num moldura.
Alguém pode fazer a síntese,por favor?
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Ó Pinto, o facto de teres dois já te dá currículo para falares. E que currículo, mulher e filhos. Sabes que há por aqui uns teóricos que de mulher só pagando e filhos não sabem o que isso é.
Mas eu não sou utópico, também eu já dei (e gostei) e levei (gostei menos) muita porrada. Mas daí a achar normal e que se não deve fazer nada nos casos onde um miúdo dia após dia é o bombo da festa vai uma grande distância. Espero que os teus filhos se saibam desenrascar, não sei se já reparaste mas as coisas não são bem como no nosso tempo… isto está pior!
José Amado Lopes, o Miranda não é um génio, desta vez meteu a pata na poça… ou na caca. O gajo não pode estar sempre certo. Vê que em termos de cretinice o Miranda é bem mais esperto que o Burro Minhoto (o Prof. Jumento aqui da loja, vulgo CAA).
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A culpa é da escola , é lá o sitio excelente para os apertos ao mais fracos , refiro-me ás escolas públicas porque nas outras a musica é outra . Quanto ao facto de ninguem se queixar a razão é porque o queixoso é colocado provávelmente de castigo. Os professores têm medo de represálias e de serem eles próprios o centro das atenções dos bullboys e das bullgirls , logo sacrificam as vitimas , é mais fácil.
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# 52-
Miguel Madeira:
«Ou seja, as crianças sujeitas a essa educação acabam por ficar prisioneiras de dois imperativos sociais contraditórios
e ficam com o pior de dois mundos – nem se queixem nem reagem.».
É curioso isto que v. diz. Em teoria era capaz de concordar consigo e já tinha pensado no assunto, mas em enquadramentos sociais do que me parece ser este caso.
Esta ideia de não se ensinar a auto-defesa aparece na burguesia citadina que deixou de conhecer a vida de rua.
Mas é este o caso a que se reporta a notícia?
Duvido.
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Estava falando em abstracto
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Mas esta ideia é paralela da outra que o José referiu no portadaloja.
A de ninguém se chatear e nada fazer fora da burocracia institucional.
E acredito plenamente que haja professores que podem ir a passar, tal como polícias e assistam à cena e finjam que não viram nada.
Esta cobardia geral que se ensina em casa existe porque os adultos é que já se tornaram hipócritas e cobardes.
E depois, o que mais querem é que ninguém os chateie. eu não sei se o miúdo tinha uma desvantagem física enorme que não pudesse defender-se, como o Miguel Disse, se fosse preciso com um objecto cortante para cima do outro.
Mas sei que era assim que dantes os miúdos mais pequenos se defendiam dos mesmos sacanas de sempre porque bullying o tanas, não é por se falar estrangeiro que os actos aparecem do nada.
Isto sempre existiu. A diferença é que dantes ninguém fazia vista grossa nem precisava de prestar declarações ou participar por escrito para mandar pelo ar o sacana que estivesse a espancar o puto.
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Quem diz os miúdos diz as miúdas. Ainda tenho cicatrizes de me defender com canivete da ciganada.
Mas as deles foram maiores e era assim mesmo. E ninguém em casa ou na escola ia chatear por ter existido auto-defesa.
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# 70.
Nesse caso estou de acordo consigo. Ainda que nunca tenha tido esse problema com descendência nunca defendi a anomia betola porque auto-defesa é coisa que se tem de aprender de pequeno.
Comigo sempre lhe dei bom uso.
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43#
Você diz que foi “boxer” no F.C.Porto?
Satisfaça-me a curiosidade:
Eles passeavam-no com trela, ou deixava-no livremente a cheirar o cú dos passantes? Tinha caixotinho de areia, para fazer as necessidades? Eles davam-lhe banho regularmente? Comia restos dos humanos ou dava-lhe ração própria?
Como diz que “foi” boxer, penso que já não é agora. Então agora o que é?
Mudou de raça? E jogava xadrez? Enquanto era boxer, ou depois?
Só mesmo uma audição parlamentar para me satisfazer a curiosidade.
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ahahahahahahahaha
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João Miranda:
O João Miranda referiu-se à abundância de insultos gratuitos, com razão. Mas alegou que ninguém tinha avançado nenhum argumento substancial para refutar a ideia que o João Miranda pretendeu apresentar, e isso é falso.
Quando o João Miranda escreveu esse comentário, cerca de três comentadores tinham dado um argumento que o João Miranda não referiu. Depois do comentário do João Miranda, cerca de 5 comentadores diferentes avançaram com esse mesmo argumento.
O argumento consiste na resposta à pergunta retórica feita pelo João Miranda: a polícia, as forças da autoridade. A ideia de denunciar o bullying corresponde à ideia de não fazer justiça pelas próprias mãos, porque quem tem razão muitas vezes não é quem tem mais força. Também é uma forma de lidar com o problema referido pelo “Caramelo”: é precisamente a fragilidade das vitimas que caracteriza o bullying.
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ZAZIE,
OBVIAMENTE QUE NÃO VOU RESPONDER AO GAY DO 74, AGORA, O TEU AHAHAH É UM BOCADO PAVLOVIANO NÃO É?..
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O problema é que hoje em dia, uma criança cada vez menos é uma criança, basta olhar á volta e reparar em todos os estímulos precoces com que é bombardeada, com medidinhas de sobre proteccionismo e com a incompetência dos órgãos correctos de agirem levam a isto.
Se são brigas de crianças deixem-nas reagir,se extrapolarem um determinado nível,existem órgãos para supervisionar e zelar pelo bem estar das crianças,bem como punir bullyies que se pautem por um excessivo comportamento.
Se existem determinados comportamentos em grande escala,será porque os mesmos não têm qualquer tipo de punição, agora colocar adultos ao barulho já é algo pateta se não muito bem justificado.
O problema dessas vitimas de bullying é que saberem que atrás de um pateta vem a ameaça que vem um adulto,ou o grupinho de subordinados que não o fará sentir-se o que realmente é, um cobarde,e este sobre proteccionismo levará certamente a que as vitimas se tornem ainda mais apetecíveis e sem auto-defesas.
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Perante a inércia da escola , das forças de segurança , da justiça , do estado em geral alguém terá de fazer algo pelos mais fracos.
Os pais devem incentivar os seus filhos a passar ao ataque em caso de serem agredidos, devem comprar-lhes botas de biqueira de aço , cintos com fivela de aço , bonés das obras que são bastante rijos por sinal e parecem bonés vulgares ou outros artigos de vestuário pró metal para assim irem vestidos adequadamente para a escola.
Além disso devem também incentivar a auto-defesa , devem fazer notar aos seus filhos que o primeiro murro deve ser dado com muita força entre os olhos a apanhar a cana do nariz de modo a provocar hemorragia nasal imediata e deixar o bulldog debilitado. Já o pontapé nos tomates é preciso cuidado , ser certeiro e não deixar agarrar a perna. Já os pontapés e cacetadas devem fazer uso do vestuário atrás mencionado.
Caso não haja resultados positivos ,devem contratar um habilidoso do ramo que faça uma espera aos agressores e lhes provoque grande dor do tipo algumas fracturas nos membros superiores e inferiores , e também na fatecha de modo a ficarem com um novo visual .Penso que isso será o suficiente para que os seus filhos não sejam mais as suas vitimas preferidas . Penso também que por um filho se deve fazer todos os sacrificios , portanto acho que gastando entre 500 a 1000 euros para resolver o problema é dinheiro bem gasto , étendo em conta que serviço garante ainda um bónus entregue ao fim de 15 dias , quando o bulldog tiver a fatecha quase cicratizada o habilidoso volta-a a estragar !
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66. Pai:
“José Amado Lopes, o Miranda não é um génio, desta vez meteu a pata na poça… ou na caca. O gajo não pode estar sempre certo. Vê que em termos de cretinice o Miranda é bem mais esperto que o Burro Minhoto (o Prof. Jumento aqui da loja, vulgo CAA).”
Totalmente de acordo (excepto relativamente ao uso do nome “José” ;-]). Daí ter tido o cuidado de escrever “nesta matéria”.
Quanto ao CAA, o aspecto mais interessante do que escreve é o facto de ele não ter vergonha de se identificar como o autor. O “Blasfémias” é um dos poucos blogs que sigo regularmente e faço-o também por causa do João Miranda e apesar do CAA.
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Peço desculpa, Joaquim! O Miranda é o motor do Blasfémias, mas é preciso ter cuidado que o Miranda provoca-nos para ter hits — é fino o menino… O Prof. Jumento já é mais sincero e acredita mesmo ser verdade a burrice que aqui debita.
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81. Pai,
Colocar o número de hits acima da seriedade intelectual demonstra uma estrutura de valores muito… curiosa. Se é verdade o que afirma, será que o João também o faz em pessoa, com colegas e amigos, para ter mais gente à volta dele?
É que se só o faz através da Internet, deve haver um nome para esse tipo de comportamento. E não me parece que seja muito lisonjeiro.
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# mesquita:
AHAHAHAHAHAHAHA
És tu o boxer do FCP que mudou de raça?
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