O PEC e congelamento dos salários da função pública
O 1º governo Sócrates congelou, ou pelo menos manteve em crescimento lento, os salários da função pública até que em 2009, ano eleitoral, resolveu aumentá-los em 2,9%, o que correspondeu a um aumento real de quase 4% e a um aumento acima do crescimento do PIB de mais de 5%. A desculpa, dada para este aumento, foi o facto de os funcionários públicos terem ajudado a controlar as contas públicas e agora mereciam um prémio pelo seu esforço.
Que lição se tira daqui? Que o congelamento dos salários da função pública não é uma forma sustentável de controlar o défice. Os ganhos de 3 ou 4 anos podem ser destruídos em apenas um ano eleitoral.
O governo pretende agora congelar outra vez os salários da função pública até 2013. Em 2013 os funcionários públicos terão capital de queixa suficiente para exigir um aumento brutal de salários. O congelamento não servirá para nada.

“Que o congelamento dos salários da função pública não é uma forma sustentável de controlar o défice.”
claro que não. deveriam ser aumentados 50% todos os meses para ver se morriam de overdose.
GostarGostar
Já aqui o disse anteriormente, aprecio a capacidade do João Miranda de explicar sucinta e pragmaticamente algumas coisas que às vezes podem não ser tão claras.
Mas a verdade é essa… são congelados os salários até 2013, para fazer um “bonito” nas contas, e até lá, se nossa sra de fátima ajudar, as contas públicas ficam melhorzinhas e então aí, escutando as justas reivindicações de quem passou 3 anos de salário congelado, toca de aumentar a função pública “brutalmente”.
Se não resultar, como já referi num outro comentário, “o último a sair que apague a luz”. Que venha o “maizena” ou a “velha”, ou quem quiser, pegar nesta miséria de país…
GostarGostar
E é mesmo isso que irá acontecer se o PS se aguentar até lá.
O fim do PEC coincide com ano de eleições e, portanto, com ano de distribuição de brindes aos funcionários públicos. Até ao PEC seguinte. And so on…
GostarGostar
Sem contas positivas e não aumento da dívida nunca os funcionários públicos e os políticos deveriam ser aumentados.
GostarGostar
Em 2013 a cenoura será agitada e os burros ficarão obcecados pela fartura. Depois é só votar, como carneiros.
Parabéns, JM, assertivo e certeiro.
GostarGostar
Que palhaçada é esta?
Quem é manda em Portugal?
O Chefe! E quem é o Chefe?
http://www.youtube.com/watch?v=t_aa3YuF2o
GostarGostar
1.anónimo disse
9 Março, 2010 às 4:39 pm
“Que o congelamento dos salários da função pública não é uma forma sustentável de controlar o défice.”
claro que não. deveriam ser aumentados 50% todos os meses para ver se morriam de overdose.
****************************
A OVERDOSE É O TGV DE QUE O GOVÊRNO
NÃO DISPENSA QUANDO SE TRATA DE LISBOA-MADRID. É CLARO QUE SE SENTE *ILIBADO* DE DESPESISMO INAUDITO E CRIMINOSO,QUANDO SE TRATA DE LISBOA -PORTO , PORTO-MADRID, QUE JÁ AFIRMARAM QUE FICA * PARA DEPOIS *.
E O TUGA PARVALHÓIDE LÁ VAI ENGOLINDO TAL TRAPAÇA . . .
***********
NÃO ME ADMIRARIA NADA SE BLASFÉMIAS
FOR ALADO COMO FOI O JORNAL DE 6ª DA TVI . . . UMA SÓ PERGUNTA : ESSE C
JORNAL QUE AUDIÊNCIA TINHA? POR ACASO ESTAVA * MORTO*?
GostarGostar
Quem é que manda, então?
GostarGostar
O que eu não percebo é como é que um governo socialista congela salários a funcionários que ganham uma miséria. O que eles deviam fazer era diminuir o salário dos que ganham muito e congelar o daqueles que ganham acima de um certo limite.
GostarGostar
Quem congela é o Chefe!
Quem é que manda?
É o Chefe!
GostarGostar
Vamos ser sérios.
Quem é que manda?
É o Chefe!
GostarGostar
11.Atenção, aqui fala o Chefe! disse
9 Março, 2010 às 5:32 pm
Vamos ser sérios.Quem é que manda?
É o Chefe!
********************
será que ELE precisa de incentivos para se conduzir cono bem lhe apetece?
Há só duas saídas , quanto a mim : ou se *suicida politicmente * ou está em andamemto acelerado outro *Salazar*.
Somos nós que temos de dizer NÃO!
GostarGostar
Há uma velha anedota que resume o que é dito no ‘post’:
É a do gajo que promete passar pelas tascas todas do bairro sem entrar em nenhuma. No fim, satisfeito, comenta para si mesmo:
«Ah, Zé!, foste um valente! Mereces um copo, para comemorar!»
GostarGostar
#13
É quase como o outro gajo que que promete que nunca mais vai por um copo à boca. Depois entra num bar e pede uma imperial com palhinha eheheheh
Ah espera lá, esta é mais para a questão “aumento de impostos” versus “aumento de carga fiscal”…
GostarGostar
Mas que palhaçada, é esta?
Quem é que manda aqui?
É o Chefe!
GostarGostar
#15
Ó Chefe, desculpe lá, mas a frase “Mas que palhaçada é esta?” não precisa de vírgula…
GostarGostar
Andas a tchova…não tens qualidade…
Quem é que manda? É o Chefe!
Quem é que fez o PEC?
É o Chefe!
GostarGostar
Jockers do baralho, com que se bluff, os funcionários públicos não passam de sombra ao pé da maltosa dos partidos do poder, que outros chamam boys. E esses, sim, nunca saem a perder.
GostarGostar
Só para rir!
GostarGostar
PECzinho
Contrariamente ao que cheguei a pensar, problema meu porque ninguém me manda ser crédulo, o PEC não deu em nada. As medidas – medidinhas é capaz de ser mais apropriado – apresentadas, além de não se traduzirem, quanto à despesa, em poupança imediata, também não representam, em termos de receita, entrada rápida de dinheiro nos cofres do Estado. Mesmo aquelas que se afiguram mais racionais e capazes de gerar algum consenso na sociedade, como a introdução de portagens em várias scuts ou a criação de uma taxa de quarenta e cinco por cento, em sede de irs, para os titulares de rendimentos cima de cento e cinquenta mil euros, só começarão a produzir efeitos lá para o próximo ano. E o mesmo acontece com a anunciada redução de benefícios fiscais e com as privatizações que pouco, ou mesmo nenhum, impacto terão sobre as contas de dois mil e dez.
Afinal serão apenas os funcionários públicos a pagar a crise e os únicos que terão de apertar o cinto nos próximos três anos. Não constituindo isso uma surpresa assinalável confesso que cheguei a pensar que o engenheiro, ou além por ele, fosse capaz de tomar uma ou outra medida inteligente e que fizesse entrar quase de imediato alguns euros nos cofres da nação. Seguir o exemplo da Grécia e, por exemplo, criar uma taxa de iva de trinta ou trinta e cinco por cento para os bens de luxo ou aumentar em dez cêntimos o preço da gasolina. É que, pelo menos neste último caso, ninguém foge e todos contribuiríamos para o equilíbrio das contas públicas. Mas isso era se tivéssemos um primeiro-ministro inteligente em lugar de apenas esperto. E cobardolas, porque só sabe “bater” nos fracos.
GostarGostar
Mas agora a sério, alguém que me ajude a fazer as contas, por favor.
Quanto é que se iria poupar, nos 3 anos, com a extinção pura e simples de alguns (já nem digo todos) os milhentos institutos e direcções gerais e afins e derivados e sucedâneos?
E com a redução dos estudos e estudinhos e pareceres e parecerezinhos e afins? Será que o Estado não tem competências para fazer esses estudos todos? Tem que andar sempre a pagar a terceiras entidades? Será que não podia recorrer à porcaria dos institutos? Ou será uma questão de “transparência do estudo em si”? Mas se o estudo é pago, não se vai a transparência toda por água abaixo? Aliás, não será uma boa forma de gerar “Estudos versão 1.0”, que no fim têm um parágrafo que diz “para aprofundamento destas questões, é favor contratar o Estudo versão 2.0”? Com mais custos, claro?
Será que não se ia poupar muito mais nestes 3 anos desta maneira, do que congelando os salários da FP (que muito provavelmente vão subir outra vez depois de 2013, voltando o problema à proverbial “estaca zero”)?
Ou será que sou eu que sou meio parvo?
GostarGostar
“O chamado «direito democrático» é um aliado da barbárie e do totalitarismo” – Quitéria Barbuda in “Fascismos”, Revista “Espírito”, nº 24, 2010
GostarGostar
Oh Xtremis, queres a resposta?
Sim, és um parvo inteiro!
Quem é que manda?
É o Chefe!
GostarGostar
Prontos, então sendo assim retiro o que disse e ponho flores…
GostarGostar
Pois, sacar mais dinheiro à economia é que resolve a crise e os funcionários publicos é que são coitadinhos. Não admira que sejas canhoto.
GostarGostar
Este país não bate bem da bola. Como não hão-de os estrangeiros gozarem com os portugueses, se este governo faz estas figuras tristes?
É impressionante ao que chegou a política em Portugal. E este desgoverno em particular. O que demonstra que os portugueses se vivem mal, vivem porque querem. Porque deixam que os políticos lhes façam as piores patifarias, em nome do clubismo partidário.
Alguém que seja honesto e que viva fora de Portugal, não pode deixar de sorrir com a anedota que são os políticos em Portugal.
Vai tudo à bancarrota e não é caso para menos. São completamnete malucos e irresponsáveis.
anti-comuna
GostarGostar
Mais uma factura para o Zé pagar. Viva o socialismo moderno.
GostarGostar
Só mais uma coisa. Um governo que é lixo, também só produz lixo. E lixo é quem neles vota e votou.
anti-comuna
GostarGostar
Esse PEC-pequeno exercícoo de comilança, prevê a redução de 30% no salário de todos os titulares de cargos públicos incluindo órgãos de soberania?! Não?!! Então joguem essa merda no lixo!
GostarGostar
Perante uma populaça-NADA (cada vez mais NADA !) é fácil vencer eleições quando se mente, quando se adulteram ‘números’, quando se promete “estabilidade” e progresso (afinal…) impossíveis.
Supondo que JSócrates, Teixeira dos Santos, Vítor Constâncio, e outros, nunca mentiram — “enganaram-se”. Só que esses “enganos” consecutivos e não por acaso difundidos em períodos pré-eleitorais do primeiro e deste mandato, seriam suficientes, num país decente, para que alguém (PRepública ?) já tivesse agido de modo determinado e cortando cerce o abuso e reabuso do poder.
(A culpa da nossa economia não é só da crise internacional. E os mentirosos estão entre nós !)
GostarGostar
coitados dos senhores funcionários publicos, são tão explorados, tem tão poucas condiçoes, a adse é bem pior que a segurança social, tem alguns reembolsos na medecina privada, beneficiam de alguma transferencia do oge, orgamento geral dos espertos. bem melhor que os funcionários publicos estão todos os privados. os privados até tem desemprego garantido. vão trabalhar malandros
GostarGostar
PAGA RICO!!!!
ANDA!!! ENCOSTA A BARRIGA AO BALCÃO!!!
QUANTO MAIS TEM MAIS PAGA!!!!
SÓCRATES…O ROBIN DOS BOSQUES PORTUGUÊS!!!!!
GostarGostar
Até choro pelos coitadinhos dos funcionários públicos!
GostarGostar
E o salário de Sócrates e dos ministros também é congelado? Vai ser terrível para Sócrates, como poderá ele continuar a comprar meias a 50 dólares o par e fatos a 50 000?
GostarGostar
À BEIRA DOS PSDÊS E DOS PÊPÊS SÓCRATES É UM POBRETANAS.
OS RICOS E OS LADRÕES (BANQUEIROS EH EH EHE) É TUDO DE DIREITO.
GostarGostar
Eu só vou pagar impostas se houver uma redução de 25% a 30% dos tuitulares dos cargos politicos.
GostarGostar
#19
Ai, AB.
Mas diga a menina onde fica a escola.
Que eu quero a brigada cá para outra coisa.
GostarGostar
ACHO QUE É PRECISO LANÇAR UM MOVIMENTO PARA A REDUÇÃO DE 30% NOS VENCIMENTOS DO TITULARES DE CARGOS PÚBLICOS, ORGÃOS DE SOBERANIA, GESTORES PÚBLICOS, ETC.
ESTÁ NA HORA DE SERMOS NÓS A DECIDIR!! NÃO PAGUEMOS MAIS!
30% DE CORTE! É O MÍNIMO QUE SE PODE EXIGIR!!!!
FAÇAM UMA PETIÇÃO, ESCREVAM, MANIFESTEM-SE…APOIO 100% ESSA IDEIA.
GostarGostar
Quem papa isto,papa tudo.
Manigâncias,vigarices,mentiras,enganos,tráfico de influências,assalto à Banca,controlo dos orgãos superiores de justiça,falsificações,etc.
Tudo tem sido permitido ao Chefe Máximo.
O funcionalismo público e as massas dependentes de RSI são a base eleitoral do Socratinismo.
Chegou o seu pay time!
Até a idade de reforma vai subir.Serão mais os que entrarão no caixão,que aqueles que pedirão aposentação.
Acabaram de reeleger a máfia.preparem-se para o acto seguinte.
Siga a dança!
José Eduardo Moniz não tem «a mínima dúvida» da influência do Governo sobre a Media Capital, detentora da TVI, e da existência de um «plano» para controlar os meios de comunicação social.
«Houve claramente um plano para condicionar a actuação de alguns meios de informação, alguns empresários e alguns jornalistas. Nunca fui permeável a pressões, mas há quem seja», afirmou, na Comissão de Ética.
«Não tenho a mínima dúvida da influência do Governo sobre a Media Capital e da capacidade de intervenção sobre os seus administradores», acrescentou, sem, no entanto, dar exemplos concretos, a não ser «rumores» do envolvimento de António Vitorino.
Sobre a tentativa de compra da TVI por parte da PT, Moniz defendeu-se, alegando que o administrador da Prisa Miguel Gil o pressionou a tomar uma posição sobre o negócio «no dia 24 ou 25 de Junho» e que, nessa posição, não defendeu este negócio em particular, mas qualquer negócio do género, em qualquer parte do mundo.
«Para mim, se eu estivesse na PT, este era um negócio que não era mau, mas não era vital. Para a PT era a garantia de ter um fornecedor de conteúdos. Mas a PT também quer os melhores conteúdos possíveis e não há um só fornecedor capaz disso», precisou.
Para o vice-presidente da Ongoing Media, José Sócrates estava bem informado sobre o negócio PT/TVI. «Toda a gente com o mínimo de bom senso percebe que estas coisas não se passam sem que o Governo saiba e sem a mínima vontade deste para que o negócio se realizasse», afirmou.
GostarGostar
“O líder cubano Fidel Castro terá sido alvo de, nada mais, nada menos, que 638 tentativas de assassinato. O tema, em livro há vários anos, passa agora para o ecrã da televisão oficial cubana em horário nobre, numa série de oito episódios de 70 minutos cada.”
Até os cubanos têm mais tomates…
GostarGostar
O sr. presidente do conselho reincide no esquema estafado de enganar os pacóvios. Desta vez já não basta. As agências de olho vivo não contratam os génios das novas oportunidades. Azar.
“Os mercados estão a dar novos sinais de receios em relação às contas públicas nacionais, depois de a Fitch ter dito hoje que pode cortar o ‘rating’ de Portugal, no rescaldo do PEC.
Depois de sete sessões a descer, o preço de subscrever um seguro contra o eventual incumprimento da República Portuguesa está hoje novamente em alta. Os ‘credit default swaps’ (CDS) nacionais sobre obrigações a cinco anos estão a avançar 5 pontos para 117 pontos, a quarta maior subida em todo o mundo.
Isto significa que por cada dez milhões de euros investidos em dívida portuguesa, o investidor tem de pagar um seguro de 117 mil euros anuais. Também o ‘spread’ das obrigações do Tesouro a 10 anos está a subir. O prémio que os investidores estão a exigir para comprar dívida portuguesa em vez das ‘bund’ alemãs, que são a referência para o mercado, está hoje a subir 4,5 pontos para 93,4 pontos.
Isto depois de os analistas da Fitch se terem dito hoje, numa conferência em Londres, que o ‘outlook’ para Portugal continua a ser negativo, manifestando-se receosos com a “abordagem” do Governo português para fazer descer o défice até 2013.
A casa de ‘rating’ avançou ainda que é provável proceder a uma descida do ‘rating’ de Portugal se a consolidação das contas públicas for “insuficiente”.
Os pacóvios não ainda não percebem bem o que se está a passar.
Hoje uns choram a abada em londres enquanto outros sonham passar em marselha e em madrid. Acabarão todos na lama.
Em breve andarão de pé descalço, farão finalmente dieta e evitarão sair à noite. Recordarão as férias na praia. Só vão dar conta que a casa ardeu quando olharem em redor e já não enxergarem a mobília.
GostarGostar
QUEM ME DERA PAGAR O ESCALÃO MÁXIMO!!!!
…É SINAL QUE O TINHA $$$$$$
GostarGostar
«Você é daqueles que vivia na Economia Paralela e nunca pagaram impostos? Pois saiba que vai ter um IRS de 45%, a partir de agora
Governo cria novo escalão de IRS de 45%
Quem tem rendimentos anuais superiores a 150 mil euros vai estar sujeito a uma nova taxa de IRS de 45%. É uma das novidades do PEC.
http://www.economico.sapo.pt/noticias/governo-cria-novo-escalao-de-irs-de-45_83466.html
GostarGostar
# 42, ainda há tontos a pensar que as grandes fortunas, não são assim tõa poucas, têm cá mais do que os trocos. Eu sou acéfalo mas ainda consigo pensar com as costas.
GostarGostar
Pois eu também queria pagar pelo escalão máximo.
Infelizmente 99% dos portugueses são pobres, recebem pela tabela mínima europeia, e pagam impostos pelas tabelas máximas!
Ainda por cima têm serviços públicos que são uma autêntica merda e um governo que nos vai levar ao fundo!!!!!!!!!
GostarGostar
Quanto maior for a economia paralela dum país, mais feliz e próspero é esse país.
Olhem para a América do Sul.
Vivem felizes!!!
GostarGostar
O problema em Portugal é que a economia oficialmente registada paga impostos, e quando estes entram no circuito é potenciada a corrupção, a fuga ao fisco, etc., etc.
Como é que se justifica tantas derrapagens, boys and girls, sacos azuis???
Pagar imposdtos indirectamente fomenta a corrupção pública.
Essa é que é essa!
GostarGostar
Não faz mal, cada um só tem aquilo que merece. Votaram nele, aguentem-se à bronca!
GostarGostar
QUEM MAIS CHORA É QUEM MAIS…..
REPAREM SENHORES E SENHORAS COMENTADORES QUANTOS CHORÕES ESTÃO AQUI NESTE BLASFÉMIAS!!!!!
IMAGINEM A QUE ESCALÃO PERTENCEM!!!! EHE HE EH EHHE
VAIS PAGAR MAIS????
É PORQUE O GANHAS!!!!!
QUE CHATICE…OS POBRES ESTÃO ISENTOS!!!
GostarGostar
o meu compadre zé ferrão como não tem computador e está zangado
com anamorada que lhe ficou com o email, pediu-me para publicar isto:
Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE
Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era
presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos
Serviços Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e,
dos que conhecem, poucos devem saber para que serve.
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu
cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade
ainda fossem maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego,
fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade
empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai
para casa com 12 mil euros por mês – ou seja, 2.400 contos – durante o
máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego. Aqui, quem me ouve
ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse
que o senhor Vasconcelos se despediu?».
E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por
vontade própria!».
E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os
tais 2.400 contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o
trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».
Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá,
como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de
administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE». E que, «de
acordo com o artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho
de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo
o que não resultar desses estatutos».
Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os
seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE
desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração,
apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema
ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem
com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus
cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos
governantes.
Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites,
de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados
baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma,
de um desenfreado, abusivo e desavergonhado abocanhar do erário
público.
Mas voltemos à nossa história. O senhor Vasconcelos recebia 18 mil
euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de
custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120
contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas
de custo.
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é – e para que serve – a ERSE?
A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas
para o sector energético.
E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não
bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não. A
coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém
através da mediação e da tentativa de conciliação das partes
envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de
serviço.
Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas
astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos
aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa
chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de
pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo?
Políticas à parte, estou em crer que perante esta e outras, só falta
mesmo manifestarmos a nossa total indignação.
JÁ AGORA FAÇAM LÁ O FAVORZINHO DE REENVIAR PARA A V/ LISTA DE AMIGOS,
PELO MENOS SEMPRE SE FICA A SABER O QUE SE PASSA NO NOSSO PAÍS.
GostarGostar
De facto com o Sócrates no Governo até 2013 cerca de 9.000.000 de portugueses não pagarão impostos, pois vão ficar todos abaixo do limiar da pobreza.
O outro milhão – se tiver juízo – deverá zarpar deste país da porra e ir para o estrangeiro.
Assim o Sócrates atingirá o seu objectivo: construir um «estado social» sem cheta e sem economia!!!
GostarGostar
SÓCRATES…..O ROBIN DOS BOSQUES PORTUGUÊS!!
QUEM VAI PAGAR A CRISE???
OS POBRES???
NÃO!!! ESTÃO ISENTOS!!!
É POR ESCALÃO!!!!
É PROGRESSIVO!!!!!!
QUANTO MAIS GANHAS MAIS CONTRIBUIS!!!!
ASSIM, SIM!!!
VÃO SER OS QUE GANHAM MAIS!!!
QUANTO MAIS TEM MAIS PAGA!!!!
É ASSIM MESMO SÓCRATES!!!!!!!
GostarGostar
Ti Miguel António:
Já todos nós sabíamos que no miolo do Estado e das Empresas Públicas é só chulice e ladroagem.
O país está na bancarrota, por que é?
É por causa do rendimento mínimo garantido ou por causa do rendimento máximo garantido que a nomenklatura do regime aufere sem que para tal tenha trabalho ou investido um tostão????
GostarGostar
O REGIME SOCIALISTA DO SÓCRATES É UM VERDADEIRO REGIME «SUCIALISTA» ONDE VÁRIAS SÚCIAS SE ABOTOAM TODOS OS DIAS.
HÁ GAJOS QUE TINHAM SAPATOS ROTOS E DENTES PODRES E AGORA VESTEM GUESS E ARMANI E JÁ VIVEM EM CONDOMINIOS FECHADOS.
DONDE VEIO O DINHEIRO?
CERTAMENTAMENTE TIRARAM DO MONTE QUE SE DESTINAVA AOS MILHÕES DE POBRES PORTUGUESES JÁ SINALIZADOS PELA UE E OCDE.
ESTOU CERTO OU ESTOU ERRADO????
GostarGostar
Dizer que o pobre não paga e só quem vai pagar é o «rico» é a anrdota da noite!!!
Parabéns ao seu autor!
GostarGostar
tina disse
9 Março, 2010 às 10:20 pm
(…) Sócrates a comprar fatos a 50 000 (…)
50.000 Dólares? 7.000 contos? Não dá para cortar as baínhas?
GostarGostar
Tal como nos sai na rifa, o PEC português, entretanto segregado pelo grave Governo presidido pelo ainda mais grave e honesto Primadonna, corresponde à máxima imbecilização do cidadão. Ele imputa ao pobre contribuinte — faz recair de múltiplas formas sobre ele —, todas as responsabilidades pela manutenção intacta de um Estado Corrompido, Decadente, Danoso, Irremediavelmente Empobrecedor das inermes pessoas. O PEC é o culminar do Pacto-Que-Conta: esse entre os estômagos da partidocracia e dos que escarram nos portugueses. Amanham-se bem os apaniguados do PS e de um certo PSD convenientemente mexicanizado para melhor se associar à decorrente vampirização dos recursos. Nada mais caro nem mais trágico para todos. Símbolo absoluto do Regime, pelo seu lado, alegre e vaporoso, segue o magnífico imbecil reluzente que nunca se manca. Ele segue com o seu programa pessoal de poder. O seu grupúsculo de ávidos medra intacto. É com a felicidade estampada no rosto que vemos tal sexymbecil enterrar Portugal, paz à sua alma. Sim, porque Nada, País Nenhum, merece outro destino senão ficar em segundo plano diante da excelsa prioridade da sua pessoa, do brilho excelso que dimana de esse rosto laroca, amabilíssimo, supremo fornecedor de emoções vibratórias às matronas das feiras. Ele representa a suprema goleada do Regime ao destino insustentável português. Vaidade Pessoal do Primadonna 7 — Portugal 0
GostarGostar
SÓCRATES…..O ROBIN DOS BOSQUES PORTUGUÊS!!
QUEM VAI PAGAR A CRISE???
OS POBRES???
NÃO!!! ESTÃO ISENTOS!!!
É POR ESCALÃO!!!!
É PROGRESSIVO!!!!!!
QUANTO MAIS GANHAS MAIS CONTRIBUIS!!!!
ASSIM, SIM!!!
VÃO SER OS QUE GANHAM MAIS!!!
QUANTO MAIS TEM MAIS PAGA!!!!
É ASSIM MESMO SÓCRATES!!!!!!!
[P.S – Joaquim Oliveira vai pedir ao Estado (ou seja, a nós) uma indemnização de 1 milhão de Euros por violação do Segredo de Justiça. Se isso acontecer, e vai acontecer porque houve violação do segredo de justiça e isso é irrefutável, os contribuintes portugueses é que a irão pagar. Agradeçamos desde já ao Jornal Laranja Sol, ao Partido Social Defascistas e aos ‘agentes’ infiltrados na Justiça este ir ao bolso dos tugas!]
GostarGostar
Que mentalidade mais retrógrada é essa de continuar a congelar os salários, João.
GostarGostar
As “mais valias” não são sujeitas a impostos.
São transferidas para os “paraísos fiscais”, offshores.
Parece que a transferência da “massa” para os tais “paraísos”, atingiu em Portugal uma subida percentual elevadíssima.
GostarGostar
# 58
O amigo “Jaquim”?
IHIHIHIHIHIHHHHHHHHHHHHH
Uma comichão qualquer parece que está a tratar do assunto – favorecimento dos xuxas, com dinheiros públicos – publicidade (…), o “Jaquim”
GostarGostar
Você é daqueles que vivia na Economia Paralela e nunca pagaram impostos? Pois saiba que vai ter um IRS de 45%, a partir de agora
GostarGostar
Perfil de um mentiroso
(www.fliscorno.blogspot.com/2010/03/perfil-de-um-mentiroso.html)
GostarGostar
http://www.fliscorno.blogspot.com/2010/03/perfil-de-um-mentiroso.html
GostarGostar
#58
Fala com o Ferro acerca desse ignominioso crime.
GostarGostar
Dados do BdeP revelam que 50% do contingente de trabalhadores da AD têm formação universitária. Por dedução, a maioria deste contingente aufere vencimentos que os colocam na classe média remediada. Os trabalhadores da AD não podem fugir ao fisco.
…
Afinal, quem vai pagar mais impostos?
GostarGostar
Quem vai pagar impostos são os que trabalham, os trabalhadores do sector privado, os trabalhadores independentes, os lavrados e os empresários.
O pessoal da administração pública acham que trabalha?
E quando pagam impostos é com os impostos dos trabalhadores da privada!
Quem é que põe o país a girar?
Quem é?
Se eu fosse governo metade do funcionalismo ia cavar batatas!
Ao menos contribuiriam para o PIB nacional!
GostarGostar
Quem é que vai comer as bolas? Uma é com certeza o pingo da bosta bem temperada com nerda… e o mais certo é despedir o Jesualdo e contratar outro mais cagão.
His problem isn’t it? hehehehe
GostarGostar
O que irá acontecer é maior fuga aos impostos e à segurança social. Acho bem, por que tem o povo de sustentar os projectos megalómanos do governo que nos levam ainda mais à miséria?
GostarGostar
#66
Devia põr a pergunta nos seguintes termos:
Afinal quem vai deixar de receber tanto dos impostos.
Ou ainda acha que é do sector “produtivo do estado” que vêem as “mais valias” cobradas?
GostarGostar
O congelamento dos salários da função pública é aceitável.
Porém, o que já não se deve admitir é que se construa, nos próximos anos, o TGV para Madrid.
O TGV só interessa às empresas de construção e a ” Espanha”.
Quando Portugal for rico, será altura de construir o TGV para o Porto.
GostarGostar
“O TGV só interessa às empresas de construção…”
e ao psd se alguma vez voltar a ser governo e no caso de ainda não ter sido construído.
GostarGostar
Não duvidamos da bondade da medida referente à convergência da idade de reforma entre os funcionários públicos e os restantes.
O erro está na ideia que a convergência se tem de fazer no sentido que está determinado. Porque não reduzir a idade de reforma do sistema geral?
Porque aí, era a falência do sistema, dirão. Não há dinheiro para sustentar as reformas durante esses anos todos.
Pois então, a solução passa por ajustar os valores das reformas a atribuir. Mas nunca aumentar a idade de reforma. É que não tem sentido manter os “velhos” no sistema mais anos, dando-se ao luxo de ter os “novos” no desemprego.
Os primeiros até poderão contribuir para os cofres da CA mais alguns anos, mas tendo como base um rendimento (pago por alguém) que não se ajusta à produtividade. E, dessa forma, esse déficite (rendimento-produção) contribui para o agravamento das “contas” de Portugal. Entretando, não bastando aquilo, teremos que suportar os jovens desempregados, parados e sem poderem contribuir para o rendimento nacional. Não tem sentido nenhum.
O mesmo se passa ao nível da distribuição do trabalho. Este está disponível em cada vez menor quantidade (os chineses têm, gradualmente, tomado conta de grande parte dele, no seu percurso, lícito, em direcção ao nosso nível de vida). Haveria, já, que criar mecanismos de redistribuição do trabalho. Um bem cada vez mais raro e precioso. E tal só poderá ser assegurado através de uma determinação qualquer que reduziria o tempo de trabalho legalmente estabelecido (menos horas diárias de preferência em relação a menos dias por semana, mais férias por ano ou reforma precoce) com a correspondente redução no rendimento.
Esta medida ajustaria as necessidades de mão-de-obra de muitas empresas (não podem despedir e, por isso definham), criaria mais empregos nas empresas funcionais e válidas e permitiria um aumento na respectiva produtividade. O que Portugal precisa.
As famílias teriam mais tempo para os seus filhos.
.
Logo virá o argumento recorrente que impede que tudo isto se possa fazer: os portugueses ganham pouco pelo que não podem ganhar menos…
.
É falso porque relativo.
.
E verifica-se que é falso quando (ainda mais) as empresas fecharem e as pessoas ficarem sem emprego. Aí, ajustam-se como podem e todos ficam a pensar como se poderia ter evitado isso…
.
E verificar-se-há também que é falso quando a redução de rendimentos vier por conta dos nossos credores (como está a suceder na Grécia). E aí vamos nos questionar porque não fizemos isso antes (como na Irlanda).
.
E vamos nos penetênciar, em qualquer destes casos, porque esses cortes nos nossos rendimentos serão feitos (e vamos ter que nos ajustar) sem qualquer corte no tempo de trabalho.
.
Ou seja, poderíamos sim viver com menos rendimentos. Mas preferimos caminhar para o abismo. Temos o que merecemos…
GostarGostar
“O pessoal da administração pública acham que trabalha?” – 67
Quem é o pessoal da administração pública?
GostarGostar
A factura energética vai subir acentuadamente com o congelamento de tanto funcionário público !! será que a poupança obtida com o congelamento dará para pagar a energia usada com o dito ??
GostarGostar
para o chefe que manda
ó chefe que manda, o luis eatá á sua espera no hotel lhe ir ao bidon.
GostarGostar
Quando se fala tanto dos funcionários públicos em relação à despesa (déficit), já alguém ouviu algum comentador político tais como António Vitorino , Marcelo e outros políticos dizer que a crise tem fundamento a injecção de capital público no BPN a drenagem para os partidos políticos a grande massa de Gestores Públicos e outros as despesas de representação que são um verdadeiro escândalo, será que os portugueses são tão ignorantes que embarcam nas cantilenas dos políticos!!!…
GostarGostar
Quem fala de que não sabe normalmente diz asneiras, é melhor ficar calado e parecer inteligente. O aumento do poder de compra dos funcionários públicos é rídiculo, há 8 anos tinha encargos superiores (bancários) áqueles que tinha, um salário menor e tinha mais capital ao fim do mês. Além de que o trabalho rendia mais e eram satisfeitas mais céleremente, e com eficácia, as necessidades do público. Os congelamentos só atingem quem está embaixo, o funcionário público de balcão que atende o público. O déficit encontra-se no alto, nos diretores, boys e outros apêndices, esses ganham salários obscenos, não o Zé dos Anzóis que trabalha para viver. Antes de falarem as pessoas deviam pensar um pouco e deixarem de ser ovelhas, o problema é político, basta fazerem algumas perguntas: Precisamos de mais de 200 deputados (somos 10 milhões)? Precisamos de dezenas de subministérios e ministérios, e secretarias e merdas do género? Precisamos de empresas públicas que sorvem fundos do estado como vampiros? Precisamos de lugares políticos?…
Haveria muito que dizer, mas termino dizendo apenas e só isto:
A culpa dos Tribunais, da Justiça em geral, da administração pública não funcionar, é dos POLíTICOS que criam as Leis na Assembleia da República. O Funcionário obedece e o Juiz julga com as leis que tem, se algo não funciona a culpa é de quem cria as Leis, não de quem as aplica com os meios que tem, era a mesma coisa que fazer bolos com ovos podres e esperar que o bolo não seja uma merda!.
GostarGostar
li no «Diário de Notícias».que os suplementos salariais permanentes de “todos os funcionários públicos” vão passar a fazer parte da base de incidência para a ADSE ou para outros sistemas de assistência na doença: Só que há muita gente a dormir…
– Sabem que as despesas de representação dos cargos de dirigente não entram nessa base de incidência porque não são considerados suplementos remuneratórios?
-Sabem que até agora, os funcionários “sem cargos dirigente” tem de esperar 10 anos para ter uma mudança de posicionamento remuneratório e os dirigentes de 3 em três anos e ,até menos, mudavam de posicionamento remuneratório automaticamente, na carreira de origem? Pois eles acautelaram-se, sabiam que mais cedo ou mais tarde tínhamos todos de apertar o cinto. Mas nestas pequenas “grandes” coisas passa ao lado da comunicação social.
GostarGostar