Já agora dava jeito
19 Março, 2010
que completassem este estudo: Tendencias del nuevo siglo ¡Burgueses del mundo, uníos!
Las clases medias crecen a un ritmo de vértigo en los países emergentes, pero no combaten a los regímenes autoritarios que los gobiernan antecipando o que acontece à classe média nos países que estão a ‘desemergir’.
5 comentários
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“Os estrageirismos têm a extraordinária de nos mostrar em primeiro lugar que o problema não é só nosso”- helenafmatos.
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Cá as classes médias estão a desaparecer para fomentar as classes médias africanas.Todos iguais, todos diferentes mas uns pagam e outros recebem.A colonização mais politicamente correcta que alguma vez se planeou.Mas com muita animação e RAP
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a minha cadela chama-se bullie
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Quando menos esperam o homem do fraque aparece. A minha burra vai comer anda menos palha, vamos ver até quando aguenta.
Já nem o Diário Económico faz mais fretes ao sr. pinto de sousa.
“Os suspeitos do costume estão novamente a ensombrar os mercados internacionais com a incerteza em torno da Grécia a contagiar as percepção de risco dos investidores para com Portugal e Espanha. O ‘braço-de-ferro’ em Bruxelas entre França e Alemanha sobre o futuro da Grécia – Sarkozy descarta a intervenção do FMI, enquanto Merkel está contra uma ajuda europeia -, fez regressar os receios em torno de Atenas.
“O apoio verbal de Bruxelas que tem suportado os mercados de dívida está a desvanecer-se, causando esta incerteza em torno dos ‘spreads'”, explicou Wilson Chin, especialista do ING, à Reuters. É neste cenário que o preço dos ‘credit default swaps’ (CDS) sobre as obrigações gregas a 5 anos é o que mais sobe em todo o mundo, estando a ser negociado nos 323 pontos, mais 13 pontos do que ontem. O mesmo acontece com Espanha (mais 10 pontos para 104 pontos) e também com Portugal (mais 8 pontos para 129 pontos).
“A única via confortável para a Grécia sair da crise onde se encontra é adoptar políticas responsáveis. Por isso precisamos que as medidas de austeridade anunciadas sejam aplicadas este ano e nos anos seguintes, tal como planeado”, lê-se numa nota do banco francês Societe Generale.
Os sinais de nervosismo são também evidentes na evolução do ‘spread’, o prémio exigido pelos investidores para comprarem dívida grega ou portuguesa, por exemplo, em vez das ‘bunds’ alemãs, tidas como o pilar europeu mais sólido neste domínio.
O ‘spread’ das obrigações gregas a 10 anos atingiu já os 333 pontos, contra os 318 pontos de ontem. No mesmo sentido, o prémio das obrigações do Tesouro portuguesas na mesma maturidade avançou até aos 120 pontos, um máximo de um mês”.
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