Podem ajudar-me a explicar ao meu irmão de 17 anos…
Não cheguei a perceber quem era o Bruno que, na passada terça-feira, me fez chegar aquela que considerei ser a pergunta mais interessante do debate que moderei entre representantes de três das candidaturas à liderança do PSD. Pedia ele que lhe dessem motivos para explicar ao seu irmão de 17 anos por que razão haveria de votar no PSD em vez de votar no Bloco de Esquerda. José Luís Arnaut, que representava Paulo Rangel, e Pedro Pinto, que falava por Pedro Passos Coelho, acharam que era fácil explicar pois os dois partidos são muito diferentes. Já Diogo Vasconcelos, mandatário de José Pedro Aguiar Branco, levou a pergunta a sério e sublinhou que o PSD não pode esperar voltar a ganhar “se não souber encontrar uma nova narrativa” que ultrapasse o “discurso da dívida” e possa “atrair a imaginação dos eleitores”.
Ontem, no blogue PsicoLaranja – o blogue que organizou o debate – encontrei um curioso testemunho de um dos presentes. Ei-lo: “Os jovens dividem voto entre Bloco e PSD… Pois hoje vinha no autocarro e vinha um grupo de cerca de 15 jovens para a manif no Saldanha que falavam disso mesmo. Votas Bloco ou PSD? Curioso que eu não tinha esta perspectiva e de repente, em menos de 10 horas, vejo a questão colocada dentro e fora do partido…”
Pois é. O drama do PSD, que muito provavelmente não será ultrapassado com a escolha de uma nova liderança nas eleições internas de hoje, é ter não só perdido o contacto com a realidade e o sentimento do eleitorado, como não entender a importância do debate de ideias, antes valorizando o seu mítico “pragmatismo”. Isto para além de o seu aparelho se ter tornado tão ou mais clientelar do que o do PS.
De facto, se algo não aconteceu durante a campanha para a liderança do PSD foi aparecer alguém capaz de capturar não só a imaginação como, ao mesmo tempo, as expectativas do eleitorado.
Pedro Passos Coelho tem tanto de água destilada como Paulo Rangel tem de vulcânico, mas se o primeiro não conseguiu desfazer a imagem de alguma artificialidade cosmética, o segundo também não reuniu à sua volta uma equipa sólida. Já José Pedro Aguiar Branco, que terá apresentado a moção de estratégia mais inovadora e interessante, mostrou muita energia no contra-ataque mas pouca capacidade para mostrar que não será apenas mais do mesmo actual PSD. Quanto a Castanheira Barros não conta, nunca contou, nesta disputa.
A pergunta do Bruno, apesar de parecer surpreendente para muitos, era e é pertinente. Sobretudo porque não é possível responder-lhe com as fórmulas gastas e retóricas do passado.
Por exemplo: o Bloco situa-se numa área ideológica muito distinta da do PSD? Pois situa. Mas quem fala hoje de ideologias? Muito pouca gente, sobretudo em sociedades como aquela em que vivemos onde é crescente a tendência para a atomização social e para os interesses imediatos do “eu” se sobreporem à lógica de um qualquer “nós”. E num país dividido entre os que estão saturados do actual primeiro-ministro e os que ainda o vêm como um mal menor, para contrariar o populismo de esquerda e o populismo de direita é necessário o PSD precisava de construir um discurso capaz de fazer acreditar que Portugal pode ser melhor.
Como, perguntam alguns, quando “o PS de Sócrates ocupou o espaço do PSD”? Talvez começando por provar que isso é falso, como fez Diogo Vasconcelos naquele debate – o que não deixou de ser curioso e sintomático pois aquele quadro da Cisco vive hoje a maior parte do ano fora de Portugal. Talvez tendo mais mundo, horizontes mais largos, e mostrando que a inovação, em Portugal, tem muito mais a ver com a devolução de autonomia aos cidadãos e às empresas do que com a expansão de uma rede de fibra óptica. Talvez regressando ao essencial da política, que são as ideias, e ter consciência de que quando não se conquistam as pessoas para as nossas ideias, não só as eleições passam a ser um concurso de competências como, sobretudo, nunca se será capaz de colocar essas ideias em prática.
Quase nada disto se viu nesta campanha para a liderança do PSD. E se é verdade que o partido teve cinco meses para preparar a sucessão, agora ou o vencedor das directas é capaz de surpreender, ou é bem possível que o Bruno continue sem boas respostas para as perguntas do seu irmão quando este for votar pela primeira vez. Jornalista
Não cheguei a perceber quem era o Bruno que, na passada terça-feira, me fez chegar aquela que considerei ser a pergunta mais interessante do debate que moderei entre representantes de três das candidaturas à liderança do PSD. Pedia ele que lhe dessem motivos para explicar ao seu irmão de 17 anos por que razão haveria de votar no PSD em vez de votar no Bloco de Esquerda. José Luís Arnaut, que representava Paulo Rangel, e Pedro Pinto, que falava por Pedro Passos Coelho, acharam que era fácil explicar pois os dois partidos são muito diferentes. Já Diogo Vasconcelos, mandatário de José Pedro Aguiar Branco, levou a pergunta a sério e sublinhou que o PSD não pode esperar voltar a ganhar “se não souber encontrar uma nova narrativa” que ultrapasse o “discurso da dívida” e possa “atrair a imaginação dos eleitores”.
Ontem, no blogue PsicoLaranja – o blogue que organizou o debate – encontrei um curioso testemunho de um dos presentes. Ei-lo: “Os jovens dividem voto entre Bloco e PSD… Pois hoje vinha no autocarro e vinha um grupo de cerca de 15 jovens para a manif no Saldanha que falavam disso mesmo. Votas Bloco ou PSD? Curioso que eu não tinha esta perspectiva e de repente, em menos de 10 horas, vejo a questão colocada dentro e fora do partido…”
Pois é. O drama do PSD, que muito provavelmente não será ultrapassado com a escolha de uma nova liderança nas eleições internas de hoje, é ter não só perdido o contacto com a realidade e o sentimento do eleitorado, como não entender a importância do debate de ideias, antes valorizando o seu mítico “pragmatismo”. Isto para além de o seu aparelho se ter tornado tão ou mais clientelar do que o do PS.
De facto, se algo não aconteceu durante a campanha para a liderança do PSD foi aparecer alguém capaz de capturar não só a imaginação como, ao mesmo tempo, as expectativas do eleitorado.
Pedro Passos Coelho tem tanto de água destilada como Paulo Rangel tem de vulcânico, mas se o primeiro não conseguiu desfazer a imagem de alguma artificialidade cosmética, o segundo também não reuniu à sua volta uma equipa sólida. Já José Pedro Aguiar Branco, que terá apresentado a moção de estratégia mais inovadora e interessante, mostrou muita energia no contra-ataque mas pouca capacidade para mostrar que não será apenas mais do mesmo actual PSD. Quanto a Castanheira Barros não conta, nunca contou, nesta disputa.
A pergunta do Bruno, apesar de parecer surpreendente para muitos, era e é pertinente. Sobretudo porque não é possível responder-lhe com as fórmulas gastas e retóricas do passado.
Por exemplo: o Bloco situa-se numa área ideológica muito distinta da do PSD? Pois situa. Mas quem fala hoje de ideologias? Muito pouca gente, sobretudo em sociedades como aquela em que vivemos onde é crescente a tendência para a atomização social e para os interesses imediatos do “eu” se sobreporem à lógica de um qualquer “nós”. E num país dividido entre os que estão saturados do actual primeiro-ministro e os que ainda o vêm como um mal menor, para contrariar o populismo de esquerda e o populismo de direita é necessário o PSD precisava de construir um discurso capaz de fazer acreditar que Portugal pode ser melhor.
Como, perguntam alguns, quando “o PS de Sócrates ocupou o espaço do PSD”? Talvez começando por provar que isso é falso, como fez Diogo Vasconcelos naquele debate – o que não deixou de ser curioso e sintomático pois aquele quadro da Cisco vive hoje a maior parte do ano fora de Portugal. Talvez tendo mais mundo, horizontes mais largos, e mostrando que a inovação, em Portugal, tem muito mais a ver com a devolução de autonomia aos cidadãos e às empresas do que com a expansão de uma rede de fibra óptica. Talvez regressando ao essencial da política, que são as ideias, e ter consciência de que quando não se conquistam as pessoas para as nossas ideias, não só as eleições passam a ser um concurso de competências como, sobretudo, nunca se será capaz de colocar essas ideias em prática.
Quase nada disto se viu nesta campanha para a liderança do PSD. E se é verdade que o partido teve cinco meses para preparar a sucessão, agora ou o vencedor das directas é capaz de surpreender, ou é bem possível que o Bruno continue sem boas respostas para as perguntas do seu irmão quando este for votar pela primeira vez.
Público, 26 de Março de 2010

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Relação confirma envolvimento de Ricardo Rodrigues com “gang internacional”
Ricardo Rodrigues é deputado do PS, vice-presidente do grupo parlamentar, pertencendo a várias comissões entre as quais:
•Comissão eventual para o acompanhamento político do fenómeno da corrupção e para a análise integrada de soluções com vista ao seu combate
•Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar à relação do Estado com a Comunicação Social e, nomeadamente, à actuação do Governo na compra da TVI
http://www.jornal.publico.pt/noticia/20-12-2009/relacao-confirma-envolvimento-de-ricardo-rodrigues-com-gang-internacional-18453719.htm
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As ligações incómodas de Passos
As empresas de resíduos do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos Coelho desempenha responsabilidades de gestão directa, têm como sócios figuras envolvidas em escândalos financeiros: os construtores Irmãos Cavaco, acusados de burla qualificada no caso BPN e Horácio Luís de Carvalho, que está a ser julgado por corrupção e branqueamento de capitais no processo do aterro da Cova da Beira.
Horácio Luís de Carvalho possui 20% da Tejo Ambeinte, que detém duas empresas de resíduos presididas por Pedro Passos Coelho. Está a ser julgado por ter depositado 59 mil euros numa conta offshore de António Morais, o célebre professor de José Sócrates na Universidade Independente. Segundo a acusação, António Morais terá favorecido Horácio de Carvalho através da sua consultora que prestava assessoria no concurso para o aterro da Cova da Beira na segunda metade dos anos 90.
O candidato à liderança do PSD não quis prestar declarações sobre a empresa onde trabalha. Mas Ângelo Correia, presidente do grupo Fomentinvest, explicou à SÁBADO que Horácio de Carvalho se faz representar no conselho de administração pelo seu sócio Jorge Raposo de Magalhães. “Não temos qualquer relação com ele, nem está nos órgãos sociais”
Os construtores de Santa Maria da Feira, António e Manuel Cavaco, são parceiros da Fomentinvest na SDEL (uma empresa de mini-hídricas) e foram sócios na Ecoambinete (segunda maior empresa do Pais na recolha de lixo) até Dezembro de 2009. Antigos accionistas da SLN – grupo que controlava o BPN – foram acusados pelo Ministério Público por participarem num esquema para iludir o Banco de Portugal através da compra fictícia da SLN Imobiliária, através de uma empresa offshore, com dinheiro do próprio BPN.
“Nunca houve ligação ao BPN no financiamento dessa empresa [Ecoambiente]”, disse Ângelo Correia à SÁBADO.
A SÁBADO revela os negócios e as relações com o Estado das empresas do grupo Fomentinvest, onde Pedro Passos é o administrador com o pelouro financeiro. A Ecoambiente, por exemplo, tem muitas autarquias como clientes. Em Sintra, onde Ângelo Correia é presidente da Assembleia Municipal, o grupo Fomentinvest tem vários projectos em andamento e a Ecoambiente possui um contrato com uma empresas municipal no valor de 2,5 milhões de euros por ano. Mas o estatuto dos eleitos locais proíbe os autarcas de fazerem contratos na câmara que representam.
Ângelo Correia defende-se: “O contrato com a Ecoambiente é anterior à minha ida para presidente da Assembleia Municipal e quando fui eleito demiti-me de presidente do conselho de administração”. Ainda assim, é presidente da holding que controla esta sociedade.
http://www.sabado.pt/Actualidade/Portugal/Passos-Coelhos-empresas-escandalos.aspx
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Os blogues costumam impor-se por notícias na hora, em primeira mão, ou abordadas de outro àngulo.
Trazer um texto publicado ontem num jornal, é como servir sopa azeda.
Se é só para pôr a claque berrar contra o Socas, está bem.
Viva a bovinidade.
Comentar o post?
Já o comentei no Público.
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Lá veio o contraditório contrariar o contrariado.
Atrás da manada veio aqui mugir dizendo que não mugia porque já mugiu noutro lado.
Bovinos sem consciência da sua identidade acabam por zurrar.
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E que vieste tu aqui fazer Noel.
Na tua óptica vieste zurrar bovinamente.
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Ó piscoiso, há malta que só lê o blasfémias e do pouco que aqui lê é o que o jmf escreve. Vai lá armar-te em cozinheiro em tua casa… azedos deve ser a tua comida.
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Em que cave se encontram neste momento a conspirar os opositores de PPC e quando serão as próximas directas? Aceitam-se apostas!
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Em que cave se encontram neste momento a conspirar os opositores de PPC e quando serão as próximas directas? Aceitam-se apostas.
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Se calhar, ainda servia a velha teoria que associava juventude/coração e idade madura/razão.
Difícil seria explicar porquê votar PS e não PSD, ou vice-versa.
O “atrair a imaginação dos eleitores” é bom para qualquer partido… Realmente, só com muita imaginação…
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Irmão do Bruno de 17 anos,
Não há diferença: uns falam mais alto que outros, outros mais depressa,uns têm mais jeito para entrevistas, outros para cortar na casaca, outros espreitam melhores por trás das portas…
mas é tudo a mesma coisa: querem tachos: como presidentes de Junta, de Câmara, deputados, Secretários de Estado, chefes de gabinete, assessores, ministros e, Essencialmente, ser “Boy”s que é o melhor de tudo, pois ficam com os tachos na REN, na EDP, na CGD e por aí fora.
Por isso, quando no PEC se diz que vão privatizar tudo, não acredite: não dá jeito nenhum perder o poder e os tachos.
E, também, o PEC não é para cumprir: tal nunca foi visto; é só para europeu ver.
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#7.
Um gajo vir aqui só para ler o jmf, deve ser o típico borlista que não compra o jornal, para ler no dia seguinte num blogue.
Porreiro, que lhe faça bom proveito.
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“Lidador disse
14 Março, 2010 às 9:20 pm
Não vale a pena responder acidamente ao comentador que assina Piscoiso. Por acaso conheço-o. É pago para fazer isto que faz. Não ganha muito, mas é um emprego e ele faz o melhor que pode. Vai lendo os blogues de referência e tem como tarefa tentar orientar as discussões no sentido que convenha ao PS.
Há outros do género. Um deles envia para uma enorme lista de contactos, todos os dias, logo de manhã, por SMS, os títulos da imprensa que têm a ver com o PS. É o seu trabalho e executa-o bem.
Enfim, são alguns boys, pagos pelo orçamento de Estado, para servirem os interesses do PS.
Não os condenem…fazem o que todos fariam se tivessem necessidade. Não são nenhuns águias, trata-se de arraia miúda, ganham a sua vida como podem.
É triste, mas é mesmo assim.”
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Não desculpas miseráveis,são desculpas de um miserável:
http://movel.publico.pt/shownews.aspx?id=1428641&canalid=12
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1, Semelha
O que é que V. pretende? Meter-nos os dedos pelos olhos dentro, é?
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Ó Pisca não consegues nem pôr um ponto de exclamação?
Escusavas de repetir exactamente o que eu disse.
Ou nem sequer percebeste que depois do teu zurrar qualquer um parece bem inteligente?
Assim não estás a fazer o contraditório ensinado pelas tuas tias.
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Picoiso: “Porreiro, pá!” está tudo disto… esse capacete deve ser igualzinho ao do socas…
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“Podem ajudar-me a explicar ao meu irmão de 17 anos…”
Esse jovem é ensinado pelos professores da sua Escola a ter capacidade de crítica e julgamento, ser solidário, a todos os valores e princípios civilizacionais e a intervir socialmente.
No quotidiano, depara diariamente com notícias de um mundo «de adultos» que nega totalmente esses ensinamentos
Os professores continuam na sua tarefa diária de preparar os jovens para uma sociedade civilizada/culta, sociedade civilizada essa que esses jovens não encontram no seu quotidiano pelo exemplo de quem o deveria dar …
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“A Europa está doente. Portugal está doente. A generalidade dos países europeus estão doentes. Para o pensamento liberal, tem sido salientado que a doença se chama “modelo social europeu”. Alguns países, como a Grécia, estão em pior estado. Outros estão menos mal. Nenhum está totalmente livre da doença.”
Só umna ressalva, a Europa está doente e Portugal doentíssimo, e isto é bem real. Só casos mentais sem assistência mais de 26 %. Fora os diabéticos, cardíacos, etc. etc.
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O “modelo social europeu” era a marca distintiva dos países mais ricos do mundo, sobretudo dos países ricos europeus do norte da Europa … de ideologia de Direita.
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Democracia Cristã e da Social Democracia.
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Privatizando
Espalharei por toda a parte
A desgraça a pobreza e o enfarte
Privatizarei o mar
O sol, a marinha e o sal
Privatizarei a honra
Arrecadarei muito do vil metal
Serei o herói que vai saldar Portugal
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Agora , encontrado o presidente do P.S.D. , é essencial e urgente que haja uma sincera intenção de unidade partidária.
Os Portugueses não estão em nada interessados nessa unidade (com discussão interna com certeza)por si: apenas e só na medida que assim se pode ser mais eficaz em
__a)__enfrentar a ação do gang dos ratos/socráticos,
__b)__estancar o SAQUE A TODOS NÒS (que não tivémos qualquer culpa do estado calamitoso das finanças)QUE O TEIXEIRA DOS SANTOS NOS ESTÀ IMPONDO,
__c)__impedir o delírio despesista, infame, e autocrático que caracteriza estes últimos dois governos.
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Agora o jmf apaga-me comentários em que utilizava direito de resposta.
Pergunte à HM como se bloqueia o nick.
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este zé manal é um fartote bués de hilariante com estas dúvidas metafisicas entre votar no partido dos cotas ou no dos filhos. atão não te lembras de ser maoísta, de teres combatido o socialismo por defeito e de hoje por feitio.
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“Talvez regressando ao essencial da política, que são as ideias, e ter consciência de que quando não se conquistam as pessoas para as nossas ideias,”
A maioria das pessoas não quer saber de ideias, só quer saber do que pode obter no mais curto prazo de tempo. É por isso que o povo português, remediado e ignorante como é, é “tendencialmente de esquerda”. O PSD teria de engraxar e mentir ao povo, como Sócrates faz, para conquistar o seu coração.
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22.smile disse
27 Março, 2010 às 9:50 pm
Privatizando
Espalharei por toda a parte
A desgraça a pobreza e o enfarte
Privatizarei o mar
O sol, a marinha e o sal
Privatizarei a honra
Arrecadarei muito do vil metal
Serei o herói que vai saldar Portugal
*************************************
Ó EUROPA DESENVOLVIDA,
NÃO TENDES MESMO NADA,
A ENSINAR-NOS NA VIDA,
TOMASTES A VIA ERRADA:
DE SMILE DESPROVIDA
SÓ FAZEIS TRAPALHADA
VOS É DESCONHECIDA
A FALÊNCIA DA PRIVADA.
VIVA O ESTADO, MAIS A GUIDA
MAIS OS BOYS DA BURRICADA
QUE FICAVAM SEM GUARIDA
SEM JOBS À ESCANCARADA.
NADA VALEM,COMO É TIDA
ESSA PÚTRIDA CANALHADA,
SERVEM SÓ À REPETIDA
P´RA MAMAR À DESCARADA
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“Agora , encontrado o presidente do P.S.D. , é essencial e urgente que haja uma sincera intenção de unidade partidária.”
Os do costume estão a afiar as facas para na pr«imeira oportunidade assasinarem o seu lider.
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De longe, o Dr.Castanheira Barros, era o politico bem mais preparado e academicamente com mais curriculum.
Mas o PSD é assim.
Escolhe sempre os piores.
Será para imitar o seu irmão gémeo, o PS?
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O banqueiro João Rendeiro, que levou o BPP à falência, é o mesmo que dirige uma “Associação”, patrocinada pelo PR e pela ME, que ensina “boas práticas” de gestão escolar.
Estão a ver quem é João Rendeiro? O presidente do Banco Privado Português, aquele banco que geria 3000 clientes e grandes fortunas? Não é que o banqueiro anda a ensinar às escolas públicas as técnicas de gestão que levaram o BPP ao estado que todos conhecemos? É verdade! Dirige uma organização http://WWW.EPIS.PT, com o apoio do ME, do PR e de grandes empresas públicas e privadas que dá formação sobre as formas de gestão e de organização “modernaças”. Custa a acreditar mas é verdade.
É fácil de adivinhar que as tais grandes empresas usufruam dos tais benefícios fiscais que, em 2007, custaram 1.100 milhões de euros ao Estado, quer dizer, pagam os contribuintes portugueses.
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/iol/968365-1730.html
Isenções, reduções de taxas, deduções e amortizações
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Esta Bandeira é que representa Portugal.
A verde e rubra é uma bandeira maçónica da «República Portuguesa».
http://www.youtube.com/watch?v=rKtGg8cwbfQ
Portugal tem 900 anos e essa bizantice da República tem só 100 anos, recheados de assassínios, diataduras, roubalheiras, miséria e exploração!
Vamos referendar a Bandeira para Portugal!
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de facto,tanto uma bandeira como outra amortalharam assassinos.
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Órgãos “sociais” da EPIS
http://www.epis.pt/epis/epis_orgaos.php
Assembleia Geral
vice-presidente: José Migual Júdice
Presidente da Direcção: João Rendeiro
Conselho Fiscal
Presidente: Eduardo Catroga
Conselho Científico
presidido por José Manuel Canavarro
Esta “Associação” é um maná-informativo para jornalistas que se interessem por contar a(s) Verdade(s) aos portugueses. Jornalismo de investigação.
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Alguns professores conhecem muito bem o “assunto” EPIS (…)
Pelo que já me informei no “terreno”, é um outro GRANDE escândalo público.
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Já Diogo Vasconcelos, jmf, tal e tal, bem dito e tudo, pena só não ser ele o mandatário, de forma a lhe sentirmos a diferença. Porque ou não a viu o candidato ou, azar, não teve rasgo de no-la expor, minimamente.
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Para começar direi que me informei sobre o que realmente se passava num concelho-piloto “EPIS”, com os tais «mediadores», por sinal todos psicólogos, por mera casualidade.
Os tais «mediadores» começaram a “trabalhar” em meados do ano 2007/2008 com as turmas do 7º ano das duas EBásicas com 3º ciclo (+ – 10 turmas), em reuniões com alguns encarregados de educação, reuniões da responsabilidade (e trabalho) dos directores das turmas (DT). Pouca adesão. Pediram todo o tipo de informações (e trabalho) a esses DT – nenhum aluno com dificuldades de aprendizagem moderadas a difíceis ou problemas de comportamento das Escolas poderia ser “seguido” pela EPIS – esses alunos eram da total responsibilidade da Escola.
Seleccionaram uns poucos alunos e famílias, propondo-se seguir 3/4 casos simples, por cada «mediador».
Mas, no final do ano lectivo seguinte (2008/2009), nenhum desses casos de jovens teve intervenção, acompanhamento (…) Os «mediadores» trabalhavam para “estatísticas” fornecidas pelas escolas. Constava que o objectivo era vender o “projecto EPIS” ao ME (…)
Este é o 3º ano de “projecto” nesse concelho. Estamos a chegar ao fim do ano lectivo … Os tais alunos do 7º ano, passaram ao 8º ano e este ano frequentam o 9ª ano.
Nota. É provável que exista alguma experiência no país onde os «mediadores» sejam professores e estes, em consciência, não deixem de tentar dar algum acompanhamento a alguns miúdos com simples dificuldades de aprendizgem escolares.
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Suponho que é do conhecimento geral que não há cura para a mixomatose…
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#1 Semelha
“Que é que você acha de ter sido considerado o homem mais sexy de Portugal?”…
Ó Judite, não me quer tirar do sério, com certeza, e agradeço, mas eu é que me vejo ao espelho, do outro lado, todos os dias, e, sabe, o que parece não é, sempre, o que devia, ou por que se deita com gaivota que sabemos, todos os dias, em vez de com um finório, um mais tratante?
Eh, eu sei que além de atleta sou charmoso, mas olhe que também tenho defeitos. Tenho.
Se não, veja, maioria dos humanos segue as regras, por formação e respeito, com medo de errar e sofrer as consequências, o que não se dá comigo, descobri-o, que o comum se rende aos atrevidos, seguindo os deuses e a fortuna, e ao passo que os que me invejam se contentam de elucubrações baratas, rebuscada explicação sobre carácter, ainda quando a justiça não encontra afastamento nas minhas palavras e actos com o que, instuitivamente, sinto, pretendem que eu devia recear, tremer de medo, como eles, compreendo, enquanto eu, tal um cavalo louco, sigo em frente, sem me recordar de alguma acção abusiva, assim tida pelos fracos. E então lá há-de parecer mistério, aos olhos dos meus detractores, que a mesma transparência me transporte, me suba ao rosto e delineie o corpo, aprimorando a elegância, adónis entre os mais deuses, que não sendo humanos se hão-de rir da intriga, divertidos quão distantes.
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Só vigarice súcia.Até quando iremos suportar?
Figo assinou com Tagus ao sábado
Contrato da ex-estrela do Inter de Milão com Taguspark foi alterado. DIAP de Lisboa já constituiu três arguidos.
Saiba mais sobre esta investigação na edição em papel do jornal ‘Correio da Manhã’.
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http://www.tvi24.iol.pt/politica/eleicoes-legislativas-tvi24-eleicoes-ultimas-sondagem/1150700-4072.html
Ehehehe!
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Cambada de pirosos que vocês são.
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E tu és um génio.Falta-te a lâmpada.
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jmf1957
Li do 1º ao 3º e o ultimo e antepenúltimo comentário, nenhum comenta ao seu post o que me faz pensar que os restantes vão pelo mesmo caminho.
Infelizmente o seu amigo não vai conseguir explicar ao irmão qual a diferença em votar no BE ou no PSD, o irmão vai é descobrir que não vale a pena votar nem no BE nem no PSD nem em nenhum dos outros.
Votar no BE poderá ser um voto de afirmação mas não é um voto útil no sentido do poder, votar no PSD ou no PS poderá ser um voto no poder mas não é um voto de afirmação, porquê? porque ao votar na área do poder vota contra a afirmação de um projecto visto que esse está afirmado enquanto projecto de poder, votar PS ou PSD é a mesmíssima coisa, não existe grande diferença, já votar no BE é afirmar um voto contra o poder instituído mas sem consequências.
Por isso ele vai descobrir que votar, no caso das eleições serem no verão, é perder um bom dia de praia, se forem de inverno, uma boa sessão de cinema.
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SE ACABAR COM AS NACIONALIZADAS
FOR ADIANTE COMO NÓS QUEREMOS:
DE VER HAVEMOS BRUTAS DEBANDADAS,
MAS SÓ NOS PARTIDOS QUE SABEMOS.
DE MINISTRO, FICAM ASSIM GORADAS
PARA GESTORES PÚBLICOS, JÁ NÃO VEMOS:
PROMOÇÕES DESDE SEMPRE COBIÇADAS.
É ESSE O PANORAMA QUE TEMOS.
QUANDO FALHAM FICAM ASSEGURADAS
COMPENSAÇÕES LEVADAS AOS EXTREMOS,
O QUE SÃO SORTES AMALDIÇOADAS
APENAS PARA NÓS, QUE MAL PODEMOS
VIVER NESTE PAÍS DE NULOS/NADAS
DA FÚTIL ACÇÃO DOS QUAIS PADECEMOS.
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Por que razão o irmão do Bruno deve votar no PSD e não no BE?
Bem, o irmão do Bruno deve votar no partido que melhor represente os seus pontos de vista e os seus ideais. Se esse partido é o Bloco de Esquerda, o PSD ou o PNR, só o irmão do Bruno o poderá avaliar.
Colocar a questão nos termos em que o jmf a coloca é alinhar na ideia de que os partidos políticos são meros clubes e que o “nosso” é melhor do que todos os outros apenas porque é o “nosso”. Completamente errado.
O Bruno não tem nada que convencer o irmão a votar no PSD ou noutro partido qualquer. Tem, isso sim, que lhe explicar que, mais do que um direito, o voto é uma responsabilidade e não deve ser exercido de forma leviana.
Deve explicar-lhe o que o PSD representa e defende e ajudá-lo a informar-se sobre o que os outros partidos representam e defendem. Deve procurar responder às suas questões, valorizar as suas opiniões e respeitar o seu sentido de voto, mesmo que seja diferente do dele.
Se fizer menos do isto, o Bruno limitar-se-á a tentar recrutar mais um a juntar à “carneirada” e a prestar um mau serviço ao irmão, ao PSD e a Portugal.
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Assessor de Cavaco escreve moção de Passos Coelho Francisco Teixeira
15/02/10
Carlos Blanco de Morais é consultor de Cavaco para assuntos constitucionais.
Carlos Blanco de Morais, consultor do Presidente da República para os assuntos constitucionais, será um dos redactores da moção estratégica que Pedro Passos Coelho vai apresentar no próximo congresso do PSD.
O candidato a líder do maior partido da oposição já fechou a equipa encarregue de escrever as linhas estratégicas com que guiarão a “mudança” que quer aplicar, primeiro no PSD e mais tarde no país.
O grupo de trabalho que será coordenado pelo economista e ex-secretário de Estado de Guterres, António Nogueira Leite, e contará ainda com Jorge Moreira da Silva (ex-líder da JSD, ex-consultor de Cavaco Silva e actual quadro das Nações Unidas), com Assunção Esteves (eurodeputada), José Manuel Canavarro (ex-secretário de Estado da Educação e professor na Universidade de Coimbra), com Rui Nunes (ex-presidente da Autoridade Reguladora da Saúde), Mónica Ferro (politóloga da Universidade Católica), Amaral Lopes (ex-vereador da Cultura de Lisboa), Emídio Gomes (presidente do PortusPark e pró-reitor da Universidade do Porto), Norberto Pires (doutorado em Robótica e Automação), Rita Marques Guedes (quadro da Ongoing, proprietária do Diário Económico) e Maria Luís Albuquerque (quadro do IGCP).
Para chegar à liderança do partido, Passo Coelho enfrenta Aguiar-Branco, líder parlamentar do PSD, e Paulo Rangel, eurodeputado.
http://www.economico.sapo.pt/noticias/assessor-de-cavaco-escreve-mocao-de-passos-coelho_81691.html
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“Assessor” e “consultor” são sinónimos?
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O irmão do Bruno é, potencialmente, um bissexual da política. Deve sentir-se atraído por homens de negócio engravatados e com meinha de seda e por gajas boas como a Joana Amaral Dias. Antes de pensar em quem vai votar devia primeiro decidir se prefere ocupar os tempos livres a ler a secção de política dos jornais ou a ver luta livre americana na sic radical, pois está num período muito crítico na definição da sua orientação política. Claro que a culpa não é maioritariamente dele. Ele é mais uma vítima de um sinistro fenómeno denominado mindjacking, do qual tento humildemente falar no meu blog…
http://www.mindjacking.wordpress.com
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Pressões
O final do 2º período chegou e algumas perturbações começam a fazer-se sentir, por aqui, por ali, por acolá. As famosas pressões.
Não são coisas novas. Novidade é ser possível falá-las abertamente e discuti-las para além dos corredores e mesas de café.
Ontem ao início da noite um amigo telefonava-me a contar como fora contactado a meio da tarde pelo seu delegado para que subisse as suas notas, caso contrário poderiam existir problemas. Fora outras insinuações sobre o futuro profissional.
Paulo Guinote, na Educação do meu Umbigo.
http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2010/03/pressoes.html
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