“O trabalho está feito”
31 Março, 2010
A 13 de Maio de 2009, o anterior Primeiro-Ministro (José Sócrates) anunciou que ia comprar a Cosec. Um mês e meio depois, como o negócio não se concretizava, o anterior Ministro de Estado e das Finanças (Teixeira dos Santos), assegurava no Parlamento que o negócio estava fechado e que faltava apenas redigir as “peças contratuais”.
Como é sabido, há muito, não só o negócio não estava fechado, como a sua concretização implicaria custos inaceitáveis para o contribuinte. No entanto, só hoje, no Parlamento, é que o actual Primeiro-Ministro (José Sócrates) desmentiu oficialmente o seu antecessor e o Ministro das Finanças.
17 comentários
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A nossa comunicação social é que é mesmo panhonha!! só assim se explica que estes aldrabões Governaram tanto tempo Portugal…mas ao que parece, acho que com as movimentações que estão a existir na comunicação social( os VERDADEIROS coveiros de Portugal…), estes preparam-se para oferecer a Portugal outro Socretino, um carreira politico, testa de ferro do clã de Ângelo Correia que ao que parece ja fez um pacto com o clã de Jorge Coelho, para substituir Socrates por Passos…
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Já estamos cansados deste Santana Lopes. Ele é só trapalhadas e namoradas. Não se admite.
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e por falar em negocios…
O Paulo Portas deve abdicar imediatamente da liderança do CDS…” os Cãncios e os Passistas ” estão aliados no ataque ao CDS…
é so observar o Diario de Noticias= Passistas + Cãncios
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Sandes mistas de contradições e mentiras grosseiras, com molho de pulhice.
Este gabiru (já lhe chamei tudo e começo a ficar sem adjectivos) mais a clique estão em roda livre.
Não invisto nem mais um cêntimo neste pântano. Fede!
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Este primeiro-ministro continua a gozar com os portugueses, incluindo todos os jornalistas, pois o Sócrates tem tanto respeito pelos jornalistas como eu tenho pelas baratas e ratazanas.
O homem mente constantemente na «casa mãe» da Democracia e ainda fica muito escandalizado por ser intimado a responder a uma Comissão de Inquérito.
O Sócrates caminha alegremente sobre as cabeças dos jornalistas, que são uma classe bovinizada e completamente despretigiada.
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1.tric disse
31 Março, 2010 às 7:05 pm
A nossa comunicação social é que é mesmo panhonha!! só assim se explica que estes aldrabões Governaram tanto tempo Portugal…mas ao que parece,
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OLÁ Tric NÃO É HONESTO ARGUMENTAR-SE NA BASE DE * SÃO TODOS IGUAIS *.
É PARA TENTAR MANTER NO PODER UM
SOCIOPATA P.M. ?
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1.tric disse
31 Março, 2010 às 7:05 pm
Ó Tric ISSO É TRUC.
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acho que é trac com molho
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a falácia do “engenheiro e dos acólitos é ainda mais gigantesca do que o que parece…
seguros de crédito não são para quem exporta! são para quem importa!
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O SÓCRATES CONTINUA A MENTIR E A GOZAR COM AS INSTITUIÇÕES.
AMANHÃ É O DIA SANTO DELE!
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POIS É * DIA DAS MENTIRAS * 1 DE ABRIL. E VAI, NO MÊS, ATÉ 25 (PELO MENOS).
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Enquanto isso no país real real:
“Com o petróleo perto dos 82 dólares vai ser difícil fazê-los cortar ainda mais [a produção] “, disse o presidente de um centro de investigação energético do Massachussets à Bloomberg”
Resumindo, temos os mesmos preços de quando os petróleo estava nos 150 dolares.
E a Galp impávida até aumenta quando há baixa do petróleo lá fora.
Se é pra esta merda continuar assim aumentem logo pra 100 euros o litro, bastardos!!!
FARTO, FARTO DE SER ROUBADO!!!
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Ele é só trapalhadas e namoradas. Não se admite
Olhe que as namoradas também são uma grande trapalhada.
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SÓCRATES: ELE É SÓ FALHANÇO E GAMANÇO ( E É O POVO-TANSO QUE LHE DÁ AVANÇO).
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Viva a liberdade responsavel
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Coisas de adolescentes malcriados e ignorantes! não se fazem negocios aos berros!
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«Em declarações à TSF, Henrique Neto revelou que procurou, várias vezes, esclarecimentos junto do Ministério da Economia sobre a questão das contrapartidas do negócio, mas nunca conseguiu qualquer resposta «séria».
Para Henrique Neto, as suspeitas de corrupção na atribuição do contrato de compra de submarinos pelo Estado a um consórcio alemão – divulgadas esta semana pela revista alemã Der Spiegel – são apenas uma parte do problema, restando ainda a questão das contrapartidas. Este foi um «problema» que o empresário tentou abordar, ao escrever cartas ao ministro da Economia da época, Manuel Pinho.
«Escrevi cartas ao anterior ministro da Economia, às quais ele nunca respondeu. Uma vez mandei-lhe uma carta, dizendo que estava muito surpreendido de ele não responder às cartas das contrapartidas, e que dele tinha recebido apenas duas cartas, uma a convidar-me para uma tourada e a outra para uma exposição de fotografia. Não se podia levar a sério um ministro que não tratava a sério uma questão desta importância», alertou.
Henrique Neto manifestou estranheza pelo facto de várias entidades, incluindo o Governo, nunca terem manifestado interesse em conseguir, da parte das empresas estrangeiras, o cumprimento das contrapartidas acordadas pelo negócio dos submarinos.
«Não é normal que os governo não tenham mexido uma palha para resolver o problema. Nunca procurou sequer clarificar a situação, quando estão em causa milhões e milhões de euros», defendeu.
Henrique Neto considera, por isso, que «o mínimo que se pode dizer» é que este «é um negócio escuro, que precisa de ser clarificado».»
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