Prémio empreendedorismo do ano
O professor Boaventura é um caso notável de empreendedorismo, infelizmente à custa do contribuinte mas de qualquer modo empreendedorismo. O professor Boaventura aproveita o nicho de mercado da culpa e há anos que se dedica a convencer-nos que temos de lhe pagar para ele observar aquilo que à partida está convencido serem os nossos pecados. Antigamente existiam uns padres que andavam pelo país a trovejar contra os pecados do povo. Agora temos os observatórios. Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão. E em matéria de descobrir novos territórios de culpa para observar ninguém bate o profesor Boaventura. Espero com ansiedade pelos resultados de mais esta observação do professor Boaventura e ainda mais ansiosamente pelo dia em que as suas observações se deslocalizem para aqueles regimes que ele tanto aprecia, como o da Bolívia e da Venezuela.

E sobre os submarinos nada?
GostarGostar
você é uma invejosa do caraças
GostarGostar
2. creio que sobre o assunto dos submarinos a comissão parlamentar pode ser uma boa solução mas como as comissões parlamentares têm sido apresentadas pelo actual primeiro-ministro como mecanismos de ataque pessoal. Logo não sei qual será a sua opinião.
GostarGostar
“há anos que se dedica a convencer-nos que temos de lhe pagar para ele observar aquilo que à partida está convencido serem os nossos pecados”
O professor Boaventura se não existisse teria que ser inventado, como nos álbuns do Tintin o professor Tournesol o foi para mostrar o desvario cómico da alienação ( um termo caro ao professor Boaventura).
Só me questiono por que razão não se deixou ficar por Barcouço e conseguiu embarcar numa nave de loucos da sociologia.
GostarGostar
Há anos que anda a observar a justiça, com os resultados que estão à vista…
Poder-se-ia dizer que o professor Boaventura é um aventureiro do palpite avulso e com pendor à esquerda.
GostarGostar
“O professor Boaventura é um caso notável de empreendedorismo, infelizmente à custa do contribuinte…”
Não querem ver que a D.Helena vai ser o mecenas do professor Boaventura de Sousa Santos para que não seja o contribuinte a pagar-lhe. O que é preciso é privatizar tudo.
Privatize-se o trabalho do professor Boaventura…
Subscrevo a pergunta do Crespo #1
GostarGostar
Ultimamente não tem ido às tv´s o que é de admirar, porque um sábio da sociologia daquele calibre, teria sempre lugar na pantalha em lcd. De resto quem não tem Baudrillard caça com Boaventura.
GostarGostar
Com uma garantia segura: o professor Boaventura não caça ratos. Está no largo dos ditos.
GostarGostar
Para quando um estudo do racismo anti-branco?????
GostarGostar
6, ele que arranje mecenas, e não que sejamos todos a pagar-lhe a propaganda de esquerda. Ou será que também é uma função inalienável do Estado sustentar sociólogos e as suas investigações académicas?
A mim também me dava jeito investigar aqui uns assuntos que me interessam muito, e que eu acho relevantíssimos para a sociedade (e.g. a indumentária da jornalista e sua relação com a percepção da actualidade pelo público masculino).
Em relação ao 1, é natural que os submarinos sejam investigados. Todos os grandes negócios de Estado o devem ser. Agora não podemos é achar que num caso as investigações são “cabalas” e “campanhas negras” contra o querido líder, e apenas no outro são virtuosas e imprescindíveis. Ou será que querem instrumentalizar esta investigação para fins de política partidária (tal como acusam os outros de fazerem)?
Esteja descansadinho que ninguém sério quer deixar de ver toda esta trafulhada bem explicada. E não se esqueça que o negócio não foi feito apenas pelo governo PSD/CDS, e as contrapartidas não foram executadas durante os últimos 5 anos. Não preciso de lhe lembrar quem governou durante esse período pois não?
GostarGostar
6.Ponto Final Parágrafo disse
13 Abril, 2010 às 10:15 am
. . . O que é preciso é privatizar tudo. Privatize-se o trabalho do professor Boaventura . . .
**************************
PARA QUE ALGO DEVA SER PRIVATIZADO É PRECISO QUE DÊ LUCRO; ORA O BOAVENTURA TEVE A FELICIDADE/BOAVENTURA DE NADA FAZER DE ÚIL E PAGAREM-LHE, PELO QUE
DEVE DE ESTAR AGRADECIDÍSSIMO
AOS RATOS (DO LARGO) QUE O SUSTENTA.
GostarGostar
A questão que se levanta é se realmente vale a pena estas obervações, co que preço e quem paga?
Outra questão é saber porque foi escolhido este Sr Dr e não outro?
Hoje é 13/4/2010, para quando os primeiros resultados das observações? Há prazos? Quem fiacaliza? Quem paga? Está provado o interesse deste tipod e observações?
Como contribuinte que vive num estado democrático gostava de ver respostas.
VIVA PORTUGAL
GostarGostar
3.helenafmatos disse
13 Abril, 2010 às 10:09 am
2. creio que sobre o assunto dos submarinos a comissão parlamentar pode ser uma boa solução mas como as comissões parlamentares têm sido apresentadas pelo actual primeiro-ministro como mecanismos de ataque pessoal. Logo não sei qual será a sua opinião.
************************
ABSOLUTAMENTE.
VÊ-SE QUAL TEM SIDO O PAPEL DOS SOCIALISTAS , CUJO CLÍMAX FOI A INCRÍVEL ATUAÇÃO MÍMICA DA INÊS
DE MEDEIRO, MAIS OS ARES PORNOGRAFICAMENTE DISPLICENTES
DOS SEUS COLEGAS DE BANCADA: ELES TÊM
TRAZIDO AO DEBATE APENAS ABONADORES PATETAS DA BOA ÍNDOLE DOS DO PARTIDO, CULMINADA COM A REPRESENTAÇÃO INCRÍVEL DO IMBECIL PALHAÇO EMÍDIO RANGEL.
*** ELES, OS RATOS DO LARGO, NEM QUEREM OUVIR FALAR EM COMBATER-SE A CORRPUÇÃO, NÃO QUEREM E REFINAM !
É TRÁGICO-CÓMICO SOMO QUEREM TRANSFORMAR ROBALOS EM TORPEDOS . . .
COMO SE NÓS OS NÃO CONHECÊSSEMOS !!!
GostarGostar
#11
“PARA QUE ALGO DEVA SER PRIVATIZADO É PRECISO QUE DÊ LUCRO; ORA O BOAVENTURA TEVE A FELICIDADE/BOAVENTURA DE NADA FAZER DE ÚIL E PAGAREM-LHE, PELO QUE
DEVE DE ESTAR AGRADECIDÍSSIMO
AOS RATOS (DO LARGO) QUE O SUSTENTA.”
Não sou advogado de defesa do visado, apenas me limito a dizer: quem paga a muitos parasitas do centro direita que estão em muitas das instituições públicas? Porventura não são os mecenas portugueses.
Quando houver um governo centro direita, iremos ver aquilo que vemos neste momento. A CAÇA À CADEIRA (TACHO)
GostarGostar
“Outra questão é saber porque foi escolhido este Sr Dr e não outro?”
Porque é de Coimbra, onde animou uma cooperativa em Barcouço que era do tempo do PREC e associada à extrema-esquerda entretanto reciclada. Uma cooperativa que faliu mas com uma experiência que deve ser conhecida porque um “case study” das ilusões do PREC. Porque tem um feudo da faculdade de Economia, onde se albergam muitos dos que orientam o país, em termos governativos ao longo dos anos, no largo do Rato. João Pedroso, por exemplo. Porque tem amizades bem colocadas nos que podem orgbanizar fundações, observatórios, organismos e associações que dependem do Estado.
O professor Boaventura é um estatista nato.
GostarGostar
“Só me questiono por que razão não se deixou ficar por Barcouço e conseguiu embarcar numa nave de loucos da sociologia.” – José (4)
Será que a nave de loucos da sociologia é a Universidade de Yale, onde ele se doutorou?
GostarGostar
Algumas das obras publicadas por Boaventura:
1987: Um Discurso sobre as Ciências, Coimbra.
1988: O Social e o Político na Transição Pós-moderna
1989: Introdução a uma ciência pós-moderna
1990: O Estado e a Sociedade em Portugal (1974-1988). Porto: Afrontamento.
1993 (org.): Portugal: um retrato singular, Porto: Afrontamento.
1994:”Pela mão de Alice – o social e o político na pós-modernidade”. Porto: Afrontamento.
2000 Para uma concepção pós-moderna do direito. Acrítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência, Porto: Afrontamento.
2001 (org.): Globalização: Fatalidade ou Utopia?, Porto: Afrontamento.
2004 : Escrita INKZ, Rio de Janeiro: Aeroplano.
2005: ” A Universidade do Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade”. 2.ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. (Coleção questões de nossa época; v.120).
2005: O Fórum Social Mundial: manual de uso. São Paulo: Cortez Editora.
2006 : Viagem ao centro da pele. Rio de Janeiro: Revista Confraria do Vento [7]
2006 : A gramática do tempo: para uma nova cultura política, S. Paulo, Porto : Cortez Ed., Afrontamento.
2006 : The Heterogeneous State and Legal Pluralism in Mozambique, Law & Society Review, 40, 1: 39-75.
2007: La Reinvención del Estado y el Estado Plurinacional. Cochabamba: Alianza Internacional CENDA-CEJIS-CEDIB, Bolívia
2007: El derecho y la globalización desde abajo. Com Rodriguez Garavito, César A. (Orgs), México: Anthropos.
Cognitive Justice in a Global World: Prudent Knowledge for a Decent Life (Org.). Lanham: Lexington,
2007: Para uma revolução democrática da justiça. São Paulo: Cortez Editora
2008 Conocer desde el Sur: Para una cultura política emancipatoria. La Paz: Plural Editores.
2008: Diritto ed emancipazione sociale. Troina: Città Aperta Edizioni
2008: As Vozes do Mundo (Org.). Porto: Edições Afrontamento.
A universidade no século XXI. Para uma universidade nova (com Naomar de Almeida Filho). Coimbra: Edições Almedina, 2008.
2009: Epistemologias do sul. Com Maria Paula (Orgs.) Coimbra: Edições Almedina.
GostarGostar
O retrato do professor Boaventura, como intelectual, está na Wiki: “Seus escritos dedicam-se ao desenvolvimento de uma Sociologia das Emergências, que segundo ele procuraria valorizar as mais variadas gamas de experiências humanas, contrapondo-se a uma “Sociologia das Ausências”, responsável pelo desperdício da experiência – como exposto em seus livros Renovar a Teoria Crítica e Reinventar a Emancipação Social, que apresente idéias elaboradas anteriormente em Um Discurso sobre as ciências. A herança contratualista é bem marcada em suas obras e seus textos se remetem à organização de contratos sociais que sejam verdadeiramente capazes de representar valores universais.
”
Melhor definição do que esta, da vacuidade, é difícil.
GostarGostar
“Será que a nave de loucos da sociologia é a Universidade de Yale, onde ele se doutorou?”
Talvez seja a parolice de se mencionar esse doutoramento como o nec plus ultra da sabedoria…
GostarGostar
#17:
Conheço autores com o dobro das obras publicadas e sem importância alguma. Tal como as do professor Boaventura, cuja influência é um factor negativo para o nosso desenvolvimento. Logo, se não tivessem sido publicadas ter-se-iam poupadol muitas árvores, essenciais para o nosso equilíbrio ecológico.
GostarGostar
Tem trabalhos publicados sobre globalização, sociologia do direito, epistemologia, democracia e direitos humanos. Os seus trabalhos encontram-se traduzidos em espanhol, inglês, italiano, francês e alemão.
É internacionalmente reconhecido como um intelectual importante da área de ciências sociais, e tem especial popularidade no Brasil, onde participou de três edições do Fórum Social Mundial em Porto Alegre.
Seus escritos dedicam-se ao desenvolvimento de uma Sociologia das Emergências, que segundo ele procuraria valorizar as mais variadas gamas de experiências humanas, contrapondo-se a uma “Sociologia das Ausências”, responsável pelo desperdício da experiência – como exposto em seus livros Renovar a Teoria Crítica e Reinventar a Emancipação Social, que apresente idéias elaboradas anteriormente em Um Discurso sobre as ciências. A herança contratualista é bem marcada em suas obras e seus textos se remetem à organização de contratos sociais que sejam verdadeiramente capazes de representar valores universais.
GostarGostar
#21:
Pode limpar as mãos à parede com todos esses trabalhos.
GostarGostar
Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick.
GostarGostar
And so on…dantes dizia-se que um estudante poderia ser um burro carregado de livros. Parafraseando, há doutorados com pós docs às dúzias que são do mesmo género. Os erros intrínsecos não se apagam com livros escritos a eito ou conferências em catadupa.
O mérito pessoal do professor Boaventura pode ser muito e não é isso que discuto. O mérito intelectual, a meu ver, é nulo e de efeito perverso, o que é bem pior que a simples nulidade que não devia surtir qualquer efeito.
GostarGostar
#22
Os seus argumentos anti Boaventura são estarrecedores….
Fiquei plenamente convencido que não terá lido uma única obra do autor, embora não se coíba de o classificar tão negativamente.
Enfim, o espirito tuga no seu melhor
GostarGostar
Que autoridade tem o senhor José sobre méritos intelectuais?
GostarGostar
É-me indiferente que BSSantos , seja doutorado por esta ou aquela universidade , escreva x ou y livros , sobre isto ou aquilo .
O que importa aqui é que em vez de se impor por sua conta e risco se impoe parasitando os portugueses que trabalham e pagam impostos sem contrapartida visivel como se observa pelos seus estudos sobre a justiça.
GostarGostar
“UC disse
13 Abril, 2010 às 11:34 am
Algumas das obras publicadas por Boaventura:
bla,bla,bla”
Só? Nem um artigozinho publicado numa revista listada no ISI? Eu sei que a malta de Sociologia produz “ciência” para consumo interno e não faz a mínima ideia do que é a competição científica a nível internacional, mas mesmo assim…
GostarGostar
ARTIGOS EM REVISTAS CIENTÍFICAS
Santos, Boaventura de Sousa (2009) “Pourquoi Cuba est devenu un problème difficile pour la gauche”, Mouvements, 31 mai 2009.
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “A Non-Occidentalist West?: Philosophy for Sale, Learned Ignorance, and the Wager”, Theory, Culture & Society, 26(7-8), 103-125. Número Especial Occidentalism: Jack Goody and Comparative History.
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Why Has Cuba Become a Difficult Problem for the Left?”, Latin American Perspectives. Número especial sobre Cuba. (no prelo)
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Por que é que Cuba se transformou num problema difícil para a Esquerda?”, Oficina do CES, 322.
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Por qué Cuba se ha vuelto un problema difícil para la izquierda?”, El Viejo Topo, 256, Mayo 2009, 29-37.
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Portugal: Tales of Being and not Being”, Portuguese Literary & Cultural Studies, 20, 1-46.
Santos, Boaventura de Sousa (2009), “If God were a Human Rights Activist: Human Rights and the Challenge of Political Theologies”, Law Social Justice and Global Development, 1. Festschrift for Upendra Baxi.
Santos, Boaventura de Sousa (2008), “El Foro Social Mundial y la Izquierda Global”, El Viejo Topo, 240, 39-62.
Santos, Boaventura de Sousa (2008), “The World Social Forum and the Global Left”, Politics & Society, 36, 2, 247-270.
Santos, Boaventura de Sousa (2008), “A filosofia à venda, a douta ignorância e a aposta de Pascal”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, 11-43.
Santos, Boaventura de Sousa; Gomes, Conceição (2007), “Geografia e democracia para uma nova justiça”, Julgar, 2, 109-128.
Santos, Boaventura de Sousa (2007), “Beyond Abyssal Thinking: From Global Lines to Ecologies of Knowledges”, Review, XXX, 1, 45-89.
Santos, Boaventura de Sousa (2007), “Para além do Pensamento Abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 78, 3-46.
Santos, Boaventura de Sousa (2006), “La debolezza dei diritti umani tra globalizzazioni rivali e la turbolenza nel rapporto sacro/profano”, Democrazia e Diritto, 2, 45-62.
Santos, Boaventura de Sousa (2006), “Das Weltsozialforum: Auf dem Weg zu einer gegen-hegemonialen Globalizierung”, Kritische Interventionen, 9, 135-182.
Santos, Boaventura de Sousa (2006), “The Heterogeneous State and Legal Pluralism in Mozambique”, Law & Society Review, 40, 1, 39-75.
Santos, Boaventura de Sousa (2006), “Globalizations”, Theory, Culture & Society, 23, 2-3, 393-399.
Santos, Boaventura de Sousa (2006), “La universidad en el siglo XXI. Para una reforma democrática y emancipadora de la universidad”, Umbrales. Revista del Postgrado en Ciencias del Desarrollo, 15, 13-70.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “The Future of the World Social Forum: The Work of Translation”, Development, 48, 2, 15-22.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Os tribunais e as novas tecnologias de comunicação e de informação”, Direito e Democracia, 10.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A Universidade no Séc. XXI: Para uma Reforma Democrática e Emancipatória da Universidade”, Educação, Sociedade & Culturas, 23, 137-202.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “L’Fsm: politica e diritto subalterni”, Filosofia e Questioni Pubbliche, 3, 175-190.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A justiça em Portugal: diagnósticos e terapêuticas”, Manifesto, 7, 76-87.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A crítica da governação neoliberal: O Fórum Social Mundial como política e legalidade cosmopolita subalterna”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 72, 7-44.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Desigualdad, Exclusión y Globalización: Hacia la Construcción Multicultural de la Igualdad y la Diferencia”, Revista de Interculturalidad, 1.
Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Os tribunais e as novas tecnologias de comunicação e de informação”, Sociologias, 13.
Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Nuestra América: reinventando un paradigma”, Casa de las Américas, 237, 7-25.
Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Casi di diritto emancipatorio”, Democrazia e Diritto, 2.
Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Può il diritto essere emancipatorio? Una riflessione teorica”, Democrazia e Diritto, 1.
Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Tesis para una universidad pautada por la ciencia postmoderna”, Educación Superior: Cifras y Hechos, 18.
Santos, Boaventura de Sousa (2004), “O futuro do Fórum Social Mundial: o trabalho da tradução”, Revista del Observatorio Social de América Latina, 15, 77-90.
Santos, Boaventura de Sousa; Nunes, João Arriscado (2004), “Introduction: Democracy, Participation and Grassroots Movements in Contemporary Portugal”, South European Society & Politics, 9, 2, 1-15.
Santos, Boaventura de Sousa (2003), “Entre Próspero e Caliban: colonialismo, pós-colonialismo e inter-identidade”, Novos Estudos Cebrap, 66.
Santos, Boaventura de Sousa (2003), “Poderá o direito ser emancipatório?”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 65, 3-76.
Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Entre Próspero e Caliban: colonialismo, pós-colonialismo e inter-identidade”, Luso-Brazilian Review, 39, 2, 9-43.
Santos, Boaventura de Sousa (2002), “El Estado y los modos de reprodución del poder social”, Nueva Época, 2, 17-29.
Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 63, 237-280.
Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Nuestra America: Reinventing a Subaltern Paradigm of Recognition and Redistribution”, Rutgers Law Review, 54, 4.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “El fin de los descubrimientos imperiales”, Chiapas, 11, 17-27.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Nuestra America. Reinventando un paradigma subalterno de reconocimiento y redistribución”, Chiapas, 12, 31-69.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Para uma Concepção Multicultural dos Direitos Humanos”, Contexto Internacional, 23, 1, 7-34.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Seis razões para pensar”, Lua Nova, 54, 13-24.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Los nuevos movimientos sociales”, Revista del Observatorio Social de América Latina/OSAL, 5, 177-188.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Toward an Epistemology of Blindness: Why the New Forms of ‘Ceremonial Adequacy’ neither Regulate nor Emancipate”, The European Journal of Social Theory, 4, 3, 251-279.
Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Nuestra America: Reinventing a Subaltern Paradigm of Recognition and Redistribution”, Theory, Culture and Society, 18, 2-3.
Santos, Boaventura de Sousa; Marques, Maria Manuel Leitão; Pedroso, João (1999), “Les tribunaux dans les sociétés contemporaines: le cas portugais”, Droit et Société, 42-43, 311-331.
Santos, Boaventura de Sousa (1999), “The Gatt of Law and Democracy: (Mis)Trusting the Global Reform of Courts”, Oñati Papers, 7, 49-86.
Santos, Boaventura de Sousa (1999), “O todo é igual a cada uma das partes”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 52-53, 5-14.
Santos, Boaventura de Sousa (1999), “Porque é tão difícil construir uma teoria crítica? “, Revista Crítica de Ciências Sociais, 54, 197-215.
Santos, Boaventura de Sousa (1999), “The Fall of the Angelus Novus: Beyond the Modern Game of Roots and Options”, Revista Mexicana de Sociologia, 2, 35-58.
Santos, Boaventura de Sousa; Ferreira, Sílvia (1998), “Uma reforma realista da Segurança Social”, Communio, Revista Internacional Católica, 4, 373-377.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Time, Baroque Codes, and Canonization”, Cultural Values, 2, 2/3, 403-420.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “The Fall of the Angelus Novus: Beyond the Modern Game of Roots and Options”, Current Sociology, 46, 2, 81-118.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Why We Can’t Afford to be Innocent”, Identities, 4, 3-4, 529-533.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Oppositional Postmodernism and Globalizations”, Law and Social Inquiry, 23, 1, 121-139.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Moeda Única: Europeização ou Crioulização Monetária?”, Notas Económicas, 10.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Participatory Budgeting in Porto Alegre: Toward a Redistributive Democracy”, Politics & Society, 26, 4, 461-510.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Tempo, Códigos Barrocos e Canonização”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 51, 3-20.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Presupuestacion Participativa: Hacia una Democracia Redistributiva”, Ruralter, 16-17.
Santos, Boaventura de Sousa; Ferreira, Sílvia (1998), “Para uma reforma solidária da Segurança Social”, Sociedade e Trabalho, Especial Segurança Social.
Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Why is it so Difficult to Construct a Critical Theory?”, Zona Abierta, 82-83, 219-229.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Vers une conception multiculturelle des droits de l’homme”, Droit et Societe, 35, 79-96.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Por uma concepção multicultural de direitos humanos “, Lua Nova, 39.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “A queda do angelus novus: fragmentos de uma nova teoria da história”, Novos Estudos CEBRAP, 47.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Por uma concepção multicultural de direitos humanos “, Revista Crítica de Ciências Sociais, 48, 11-32.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Toward a Multicultural Conception of Human Rights”, Sociologia del Diritto, 1.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Epistemología y Feminismo”, Utopía y Praxis Latinoamericana, 2.
Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Toward a Multicultural Conception of Human Rights”, Zeitschrift für Rechts-soziologie, 1.
Santos, Boaventura de Sousa (1996), “Uma Cartografia Simbólica das Representações Sociais: Prolegómenos a uma concepção Pós-Moderna do Direito”, Revista Brasileira de Ciências Criminais, 13, 253-277.
Santos, Boaventura de Sousa (1996), “A queda do Angelus Novus: para além da equação moderna entre raízes e opções”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 45, 5-34.
Santos, Boaventura de Sousa (1996), “Florestan: um sociólogo comprometido com seu tempo”, Revista Estudos Avançados, 26, 17-22.
Santos, Boaventura de Sousa; Marques, Maria Manuel Leitão; Pedroso, João (1996), “O que se pune em Portugal”, Sub-Júdice, 11.
Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Three Metaphors for a New Conception of Law: The Frontier, the Baroque, and the South”, Law and Society Review, 29, 4, 569-584.
Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Sociedade-Providência ou Autoritarismo Social?”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 42, 1-4.
Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Teses para a renovação do sindicalismo em Portugal, seguidas de um apelo”, Vértice, 68, 132-139.
Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Hacia un entendimiento postmoderno del derecho”, Frónesis, 1, 2, 163-17.
Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Etat, rapports salariaux et protection sociale à la semi-peripherie — Cas du Portugal”, Peuples Méditerranéens, 66, 23-66.
Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Modernidade, Identidade e a Cultura de Fronteira”, Tempo Social, 5 , 1-2, 31-52.
Santos, Boaventura de Sousa (1993), “O Social e o Político na Transição Pós-Moderna”, Lua Nova, 31, 181-208.
Santos, Boaventura de Sousa (1993), “Límites y Posibilidades de la Democracia”, Politeia, 13, 78-83.
Santos, Boaventura de Sousa (1992), “Cinco Desafios a la Imaginación Sociológica”, No Hay Derecho, 8.
Santos, Boaventura de Sousa (1992), “A Discourse on the Sciences”, Review, XV, 1, 9-47.
Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Una cartografía simbólica de las representaciones sociales”, Nueva Socieda, 116, 18-38.
Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Subjectividade, Cidadania e Emancipação”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 32.
Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Justiça e Comunidade em Macau no Contexto da Transição”, Revista da Administração, 13.
Santos, Boaventura de Sousa (1991), “A Justiça e a Comunidade em Macau”, Revista de Cultura, 15, 125-143.
Santos, Boaventura de Sousa (1990), “O Estado e o Direito na Transição Pós-Moderna”, Humanidades, 7, 3.
Santos, Boaventura de Sousa (1990), “O Estado e o Direito na Transição Pós-Moderna”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 30, 13-44.
Santos, Boaventura de Sousa (1990), “Stato e dritto nella transizione post-moderna. Per un nuovo senso comune giuridico”, Sociologia del Diritto, XVII, 3.
Santos, Boaventura de Sousa (1989), “La transición postmoderna: Derecho y política”, Doxa, 6, 223-263.
Santos, Boaventura de Sousa (1989), “Room for Manoeuver: Paradox, Program or Pandora’s Box?”, Law and Social Enquiry, 14, 1, 149-164.
Santos, Boaventura de Sousa (1989), “Da Ideia da Universidade à Universidade de Ideias”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 27/28.
Santos, Boaventura de Sousa (1988), “Uma cartografia simbólica das representações sociais: o caso do Direito”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 24, 139-172.
Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Law: A Map of Misreading. Toward a Post-Modern Conception of Law”, Journal of Law and Society , 14, 3, 279-302.
Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Estado, sociedade, políticas sociais: o caso da política de saúde”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 23, 13-74.
Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Introdução à Sociologia da Administração da Justiça”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 21, 11-37.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Estado e Sociedade na Semiperiferia do Sistema Mundial: o Caso Português”, Análise Social, 87/88/89, 869-901.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “On Modes of Production of Social Power and Law”, International Journal of Sociology of Law, 13, 299-336.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Direito e Cooperação”, Justiça Popular, 10, 33-36.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Os Três Tempos Simbólicos da Relação entre as Forças Armadas e a Sociedade em Portugal”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 15/16/17, 11-45.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Introdução à Sociologia da Administração da Justiça”, Revista de Processo, 37, 121-139.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Uma Perspectiva Sociológica sobre a Relação Médico – Doente”, Revista Portuguesa de Clínica Geral, 9, 18-21.
Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Introducción a la Sociología de la Administración de Justicia”, Revista Uruguaya de Derecho Procesal, 1, 21-35.
Santos, Boaventura de Sousa (1984), “From Costumary Law to Popular Justice”, Journal of African Law, 28, 1-2, 90-98.
Santos, Boaventura de Sousa (1984), “A Crise e a Reconstituição do Estado em Portugal (1974 – 1984)”, Pensamiento Iberoamericano, 5, 499-520.
Santos, Boaventura de Sousa (1984), “A Crise e a Reconstituição do Estado em Portugal (1974 – 1984)”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 14, 7-29.
Santos, Boaventura de Sousa (1983), “Os Conflitos Urbanos no Recife: o caso do ‘Skylab'”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 11, 9-59.
Santos, Boaventura de Sousa (1982), “O direito e a comunidade: as transformações recentes da natureza do poder do Estado nos países capitalistas avançados”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 10, 9-40.
Santos, Boaventura de Sousa (1982), “O Estado, o Direito e a Questão Urbana”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 9, 9-86.
Santos, Boaventura de Sousa (1981), “A pequena agricultura e as Ciências Sociais”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 7/8, 559-563.
Santos, Boaventura de Sousa (1981), “A questão do Socialismo”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 6, 149-173.
Santos, Boaventura de Sousa (1980), “Law and Community: The Changing Nature of State Power in Late Capitalism”, International Journal of Sociology of Law, 8, 379-397.
Santos, Boaventura de Sousa (1980), “O discurso e o Poder”, Revista Forense, 272, 272, 1-40.
Santos, Boaventura de Sousa (1978), “Da Sociologia da Ciência à Política Científica”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 1, 11-56.
Santos, Boaventura de Sousa (1977), “The Law of the Oppressed: The Construction and Reproduction of Legality in Pasargada Law”, Law and Society Review, 12, 5-126.
GostarGostar
“UC disse
13 Abril, 2010 às 12:28 pm
ARTIGOS EM REVISTAS CIENTÍFICAS
bla,bla,bla”
Esta malta de Sociologia não sabe mesmo o que é produzir ciência. Esses artigos não valem nada pois não foram revistos pelos pares e foram publicados em “revistas” que não se encontram listadas no ISI. Quantos artigos forma publicados pelo Boaventura em revistas listadas no ISI?
GostarGostar
O BUSH também era e é doutorado…ora bolas.
GostarGostar
A diferença entre o ser e o parecer ainda não foi bem assimilada pelos sociólogos, que pretendem usar o título de “ciência” para a sua área de conhecimento…
Se a sua grande “marca” são as políticas sociais e um pretenso melhoramento da sociedade, estamos conversados. Nada disso seria possível sem o aumento da produtividade, bem como da democratização dos mais variados bens de consumo (nomeadamente com os antibióticos, revolução “verde” e no desenvolvimento da electrónica em meados do século passado) resultado da actuação…de cientistas e engenheiros!
Fazem-me parecer uns pândegos a soprarem a vela, pensando que por isso o barco avança!
GostarGostar
O prof. Boaventura também é poeta.
GostarGostar
Prémios é também, na verdade, com BSS. Como o que recebeu do presidente Frías:
http://www.ces.uc.pt/misc/plibert.php
GostarGostar
O prof. Boaventura também é o único português citado naquela magnífica obra de Sokal e Bricmont ““Transgressing the Boundaries: Towards a Transformative Hermeneutics of Quantum Gravity”.
GostarGostar
Nada tenho contra o Prof. Boaventura Sousa Santos e a sua vastíssima obra científica. Chateia-me apenas – e muito – que essa produção se dirija e seja financiada com os meus impostos quando semelhante personagem se desvela perante esses vultos do Humanismo e protagonistas da Justiça Social como são, por exemplo, Chávez, Castro ou Morales.
Assim sendo, e para que não me acusem de ataques ad hominem, proponho antes que o Observatório da Justiça e, já agora, todos os outros observatórios sejam extintos. A bem dos nossos bolsos. O Prof. Boaventura, certamente, com o reconhecimento internacional que conquistou com todo o mérito, encontrará financiamentos externos para prosseguir no engrandecimento da sua vasta obra científica. Certamente, pelo menos, lá pela América do Sul.
GostarGostar
Para um ateu, o Pai-Nosso vale o quê, intelectualmente? Uma nulidade, pois claro.
Para uma ateu que valor intelectual têm as obras do cardeal Ratzinger? Menos que zero.
Pois então, para mim, as obras do professor Boaventura, todas juntinhas e atadinhas e relegadas para o lixo da incineradora de Souselas, é a mesma coisa.
GostarGostar
E isso independentemente de considerar o professor Boaventura o nosso Tournesol da sociologia.
GostarGostar
Cá por mim estou á espera que o Boaventura se dedique ao indigenismo portuga como se tem dedicado ao dos outros…
Mas cheira-me que a receita anti-racista do Boaventura vai gerar mais racismo…
GostarGostar
Uma péssima entrada “em esforço” de Helena Matos. Um cientista não tem de ser atacado pelas suas convicções pessoais se estas não contaminam o seu trabalho. De resto, Helena Matos dificilmente teria tempo ou capacidade para perceber se é este o caso. Lendo o texto, parece que este trabalho é financiado por impostos portugueses e não o trabalho de dimensão internacional financiado por fundos Europeus que é. Há um argumento neste texto: que os cientistas sociais nunca teriam conclusões contrárias à necessidade de fazer mais estudos sobre o assunto, o que um conhecimento básico da história da ciência (também social) mostra ser falso. Resta-nos a opinião que o interesse científico pelo Racismo na Europa se limita a uma exploração da culpa dos contribuintes, o que demonstra um desfasamento da realidade assustador. Um 1/10.
GostarGostar
40, cientista? Na área “social”? Lol…
GostarGostar
42.
Não percebo se me pergunta se sou cientista “na área social” ou se se pergunta sobre a existência de cientistas sociais. Essa construção frásica é um 4/10.
GostarGostar
“Cientista” e na “área social”. Desta, nem o Tournesol se lembraria. E bem que andava com o pêndulo de um lado para o outro.
Mas o professor Boaventura também é poeta. E de louco todos temos um pouco…
GostarGostar
Caro Jcd,
Só agora dei conta do seu pertinente comentário (#35). Já tinha lido esse famosíssimo artigo há uma dúzia de anos atrás mas não tinha retido que o Prof. Boaventura era uma das referências a que o artigo alude.
Por que razão será que não fiquei surpreendido?
GostarGostar
Um extracto notável do “Um Discurso Sobre as Ciências” do eminente Prof. BSS:
“A ciência moderna não é a única explicação possível da realidade e não há sequer
qualquer razão científica para a considerar melhor que as explicações alternativas da metafísica, da
astrologia, da religião, da arte ou da poesia.”
Pergunta-se: face a isto,o autor quando tem um problema de saúde, dirige-se ao médico ou ao feiticeiro?
GostarGostar
A sociologia não é uma ciência. Ciência, ou uma disciplina científica, não pode produzir resultados falseados. Na verdadeira Ciência e suas disciplinas (Física, matemática, Engenharias, Geologia, alguma Medicina etc) os resultados falseados, compostos, arranjados, têm imediatamente consequências graves. Quando nâo têm é porque são utilizados como simulacros de Ciência. O betão-armado tem MESMO de resistir; o reactor nuclear tem MESMO de ser seguro; o tratamento errado MATA mesmo. A Socilogia não passa de uma ideologia, ou quando muito, um apanhado de ideologias conveniente a cada sociólogo. Se este tiver de “seleccionar” os entrevistados, desprezando outros para “obter” resultados assim e assado, não tenham dúvidas que o sociólogo (pelo menos o de hoje) o fará: cortará os dedos ao pé para que este caiba na bota. Boaventura devia era estar a produzir ciência em Cuba: os resultados são pré-conhecidos. Ass.: Besta Imunda.
GostarGostar
. . . cortará os dedos ao pé para que este caiba na bota . . .
************************
DIVINO !!!!!!!!!!!
DEFINIÇÃO DE UMA PSEUDO – CIÊNCIA OU PROCEDIMENTO DE UM FALSO CIENTISTA :
MAS AQUI SE NÃO PUDER RE-DEMONSTRAR OS RESULTADOS, REPETIDA E REPETIDAMENTE, QUE DIZ TER ATINGIDO, O ALDRABÃO PERDE IMEDIATAMENTE TODA A CREDIBILIDADE E É EXPULSO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA:
SEU DESTINO SERÁ IR PARA POLITÓLOGO, BOANAVENTURÓLOGO, OU VENDEDOR DE BANHA DE COBRA, OU DE BABA DE CARACOL . . .
GostarGostar
17.UC disse
13 Abril, 2010 às 11:34 am
. . . 2006 : Viagem ao centro da pele. Rio de Janeiro: Revista Confraria do Vento [7]
*******************
ESTA REVSTA , SIM ,TEM O ÍTULO ADEQUADO :
CONFRARIA O VENTO (EH, EH, EH, EH, …)
GostarGostar
Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?
GostarGostar
O BOAVENTURA POR QUE É QUE NÃO VAI PARA ÁFRICA ANALISAR OS DISCURSOS RACISTAS QUE LÁ SE FAZEM.
AQUI, PRETO É TRATADO COM PINÇAS.
LÁ, BRANCO É ROUBADO E ASSASSINADO!
JÁ ESTOU FARTO DE CONTRIBUIR COM IMPOSTOS PARA ESTAS TRETAS DE INTELECTUAIS DA TRETA!
GostarGostar
DIGO : REVISTA , TÍTULO
GostarGostar
Para uma critica inteligente e certeira das teorias do Professor Boaventura nomeadamente sobre a ciência ler por favor de António Manuel Baptista “Um discurso pós-moderno contra a ciência – obscurantismo e irresponsabilidade”, e ainda “Critica da Razão Ausente” do mesmo autor.
Resumidamente a afirmação entre outras que “toda a ciência natural é ciência social” releva de C H A R L A T A N I S M O. Tão só.
GostarGostar
“Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?”
tu escreves aqui tudo o que te apetece, insultas & difamas à vontade sem que alguma vez te tenham censurado, portantes o teu parlapier já virou wallpaper aqui dos caixotes do comentário tóxico.
GostarGostar
35.jcd disse
13 Abril, 2010 às 1:55 pm
O prof. Boaventura também é o único português citado naquela magnífica obra de Sokal e Bricmont ““Transgressing the Boundaries: Towards a Transformative Hermeneutics of Quantum Gravity”.
********************************
PESSOAS COM CRITÉRIO E HONESTAS DEVEM DE DAR OS PASSOS EM MECÂNICA QUÂNRICA/RELATIVIDADE DE ACÔRDO COM O COMRIMENTO DAS SUAS PERNAS.
TEXTOS COMO ESTE DO *BOAVENTURA *
SÃO APENAS BABA DE SAFIO PARA EMBASBACAR AS BOAS ALMAS DOS AINDA
MAIS IGNORANTES DO QUE O AUTOR.
********
49.José disse
13 Abril, 2010 às 8:11 pm
Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?
NÃO JOSÉ , NÃO ESTÁ, DE MODO NENHUM
FALTANDO À VERDADE, GARANTO-LHE.
GostarGostar
ferreira abécula: sobre o professor Boaventura ainda faço perguntas. Quanto a ti não insulto. Limito-me a declarar a realidade visível nos escritos de latrina.
GostarGostar
DIGO MECÃNICA QUÂNTICA / RELATIVIDADE
GostarGostar
O ferreira é uma boa pessoa.
é capaz de tirar a sua camisa para dar a quem necessita.
É pena o mundo não estar cheio de ferreiras.
GostarGostar
Desenvolve lá esses actos caritativos de quem vive 24 horas por dia nas caixas de comentários do Blasfémias.
GostarGostar
24/24 e uma produção que nem a paneleira consegue.
GostarGostar
“é capaz de tirar a sua camisa para dar a quem necessita.”
mais que isso, interrompo o acto para oferecer a camisa.
GostarGostar
Assim ainda te constipas nas costas.
GostarGostar
Devias aproveitar a caridade para dares aulas na rede ex-aequo.
GostarGostar
Mas hoje não estou para vos aturar porque tenho a vagina inflamada.
GostarGostar
A culpa foi do porteiro
O porteiro da Escola Luciano Cordeiro de Mirandela corre o risco de expulsão, por alegadamente ter deixado sair o aluno Leandro no dia em que este faleceu.
Não demorou muito até que este caso acabasse como todos os outros: ninguém é responsabilizado, excepto o elo mais fraco. Dos agressores já ninguém fala, para não os traumatizar, coitados, e da inacção da direcção perante as agressões, também não. Resta o porteiro, que está a ser alvo de um inquérito à parte, para se saber se controlava ou não as entradas e saídas da escola. Se por azar se apurar que a culpa não foi dele, alguém concluirá que terá sido do rio, que se atravessou na frente do rapaz.
Mais uma vez o sistema prova que está muito bem montado e nunca falha. Não foi por acaso que o Director Regional de Educação do Norte esteve sempre muito descansado em relação a este assunto. Tudo está bem quando acaba bem.
http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2010/04/culpa-foi-do-porteiro.html
GostarGostar
Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão.
O professor socialês Sebastião (vídeo) é um caso notável de empreendedorismo na observação da violência escolar – Do Observatório.
GostarGostar
Também eu me vou retirar.
Tenho que aviar dois pretos e um basquetebolista ucraniano.
GostarGostar
Enganei-me. Eles é que me vão aviar. Estou a teclar de gatas.
GostarGostar
Nunca mais, ainda vou ter de lamber o teclado a pensar no caga.
GostarGostar
Sou panasca mas sou ateu.
GostarGostar
Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão.
GostarGostar
Com a publicidade que aqui faço,já tenho uma fila de marroquinos à minha porta.
Finalmente vou satisfazer a minha líbido e deixar o Papa em paz.
GostarGostar
Crítico, analise então a construção frásica do seguinte excerto: “vai-te foder”. E repare que escrevo isto com todo e respeito e admiração pela sua obtusidade.
BTW (vou tomar a liberdade de usar este acrónimo, peço a sua compreensão), estava a referir-me à sua hilariante proposta de designar tais indivíduos como “cientistas sociais”. Estou como o outro, vá ao bruxo/sociólogo quando precisar que lhe construam uma casa, lhe receitem uma terapêutica ou queira comunicar com alguém do outro lado do planeta…
GostarGostar
errata: onde se lê “todo e respeito”, deve-se passar a ler “todo o respeito”.
GostarGostar
Quando Boaventura começou, há uns anitos, a aparecer na “télvisão” vindo de fresco “lá-de-fora” – mas já maduro e borrego velho – exibia a indomentária da esquerda americana universitária (existe outra?): camisas merdosas, blazer de mau corte, calças largueironas e sapatilha – tén – branca com riscas de côr. A farda do sociólogo. Tal como o macaco-e-boné-verde-mais-a-estrela-vermelha do cidadão-formiga maoista; tal como a batina do padre; tal como a pintura loura e jóias da tia; tal como a águia (ou espinhos?) que certas putas têm tatuada sobre o cu. Quanto à trunfa longa, Santana Lopes invejou-lha, por certo. Estas observações não-científicas e subjectivas permitem-nos, sem grandes riscos de errar, concluír que todos somos catalogáveis e que outros nos podem tirar o retrato. Já todos o sabemos. Acontece que alguns de nós perdem mais tempo a arranjar “um visual”. Tenho que admitir que alguns dos escritos ou trabalhos de Boaventura possam ter alguma validade. Não tenho no entanto a intenção de conhecer a vasta palhada filosófico-ideológica que ele produziu. A listagem avassaladora das suas “obras”, papéis e contributos deve provir de algum gabinetezeco onde ele manda. Hoje, “rico” e influente, está menos inapresentável. Influencia às claras, com relatórios martelados, e também às escondidas, como qualquer homem com um certo poder. Vai tirar certamente conclusões do alto do seu “observatório” e está já a pré-definir quem é, ou será, racista e que terapeuticas (…re-educação!…) aplicar. Boaventura – até o nome é apropriado – é assim um Dominicano-do-Esquerdalhismo-Social; tem já o seu Manual-do-Inquisidor preparado; a cáfila política (braço secular) executará os heréticos. Santo arranjo. A Europa e Portugal estão a caminho da ignóbil irrelevância. Ass.: Besta Imunda
GostarGostar
Besta Imunda, e pensar que vai “observar” os indivíduos que lhe pagam o próprio estudo e que vão ter de sofrer com as “recomendações” que ele achar apropriadas…Roubam-nos e ainda temos de pedir desculpa!
GostarGostar
O Dr. Boaventura Sousa Santos (BSS) é um dos expoentes da impostura intelectual nacional, tendo-se abarbatado com o honroso título de sociólogo-mor da galáxia, à pala do muito palavreado oco que, vertido nas homilias do Bloco de Esquerda, lá vai enganando o pagode que não percebe patavina do que o homem diz, (justamente porque não há nada para perceber), mas tem um certo receio de o dizer em voz alta, para não passar por inculto.
Ora o Dr Boaventura SS, além de costumar andar a roçar o proletário e muito sapiente cu nas poltronas da classe executiva quando vai para os Fóruns Sociais perorar sobre a pobreza, no regresso, quando os gases o atacam em virtude da dieta sóbria desses Fóruns (basicamente fuba, milho, arroz e feijão), resolve fazer poesia.
E que poesia!
Ora atente-se nesta:
“Nas ruínas do ciclone de quarenta
trabalho manuais sem mestre nem montra
entram chefes guerras caracóis
tesouras e pauzinhos
nas rachas das meninas
na catequese é em coro
e em filas
no escuro dos intervalos
medem-se as pilas
Boaventura tens quebranto
dois te puseram três te hão de tirar
se eles quiserem bem podem
são as três pessoas da Santíssima Trindade…”.
Mas que pouca vergonha é esta?
Já não basta o facto de a poesia ser pior que a de um gajo com a 4ª classe mal amanhada, ainda nos vem o Dr Boaventura SS, confidenciar que anda a medir pilas no escuro?
Então a malta paga-lhe para ir salvar os pobres e oprimidos e observar coisas, e ele vai para lá de régua na mão medir os pénis oprimidos na escuridão?
GostarGostar
Caro Rxc: tal como diz, roubam-nos. Boaventura é exactamente como os “mexias” – trabalha em monopólio; a protecção, total; o rendimento, assegurado (e à sua escala, alto); e as “conclusões”, à medida da cáfila marxista-quinquenalista. Kafkiano!
Atentamente, Besta Imunda
GostarGostar