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Prémio empreendedorismo do ano

13 Abril, 2010

Analisar os discursos e políticas anti-racistas nos diversos contextos é o tema de um projecto europeu de investigação que agora se inicia, coordenado pelo português Boaventura de Sousa Santos e a incidir sobre sete países.

O professor Boaventura é um caso notável de empreendedorismo, infelizmente à custa do contribuinte mas de qualquer modo empreendedorismo. O professor Boaventura aproveita o nicho de mercado da culpa e há anos que se dedica a convencer-nos que temos de lhe pagar para ele observar aquilo que à partida está convencido serem os nossos pecados. Antigamente existiam uns padres que andavam pelo país a trovejar contra os pecados do povo. Agora temos os observatórios. Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão. E em matéria de descobrir novos territórios de culpa para observar ninguém bate o profesor Boaventura. Espero com ansiedade pelos resultados de mais esta observação do professor Boaventura e ainda mais ansiosamente pelo dia em que as suas observações se deslocalizem para aqueles regimes que ele tanto aprecia, como o da Bolívia e da Venezuela.

77 comentários leave one →
  1. Desconhecida's avatar
    crespo permalink
    13 Abril, 2010 10:02

    E sobre os submarinos nada?

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  2. Desconhecida's avatar
    anonimo permalink
    13 Abril, 2010 10:06

    você é uma invejosa do caraças

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  3. helenafmatos's avatar
    helenafmatos permalink
    13 Abril, 2010 10:09

    2. creio que sobre o assunto dos submarinos a comissão parlamentar pode ser uma boa solução mas como as comissões parlamentares têm sido apresentadas pelo actual primeiro-ministro como mecanismos de ataque pessoal. Logo não sei qual será a sua opinião.

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  4. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 10:09

    “há anos que se dedica a convencer-nos que temos de lhe pagar para ele observar aquilo que à partida está convencido serem os nossos pecados”

    O professor Boaventura se não existisse teria que ser inventado, como nos álbuns do Tintin o professor Tournesol o foi para mostrar o desvario cómico da alienação ( um termo caro ao professor Boaventura).

    Só me questiono por que razão não se deixou ficar por Barcouço e conseguiu embarcar numa nave de loucos da sociologia.

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  5. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 10:12

    Há anos que anda a observar a justiça, com os resultados que estão à vista…

    Poder-se-ia dizer que o professor Boaventura é um aventureiro do palpite avulso e com pendor à esquerda.

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  6. Desconhecida's avatar
    Ponto Final Parágrafo permalink
    13 Abril, 2010 10:15

    “O professor Boaventura é um caso notável de empreendedorismo, infelizmente à custa do contribuinte…”

    Não querem ver que a D.Helena vai ser o mecenas do professor Boaventura de Sousa Santos para que não seja o contribuinte a pagar-lhe. O que é preciso é privatizar tudo.
    Privatize-se o trabalho do professor Boaventura…

    Subscrevo a pergunta do Crespo #1

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  7. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 10:15

    Ultimamente não tem ido às tv´s o que é de admirar, porque um sábio da sociologia daquele calibre, teria sempre lugar na pantalha em lcd. De resto quem não tem Baudrillard caça com Boaventura.

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  8. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 10:19

    Com uma garantia segura: o professor Boaventura não caça ratos. Está no largo dos ditos.

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  9. AGG's avatar
    AGG permalink
    13 Abril, 2010 10:20

    Para quando um estudo do racismo anti-branco?????

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  10. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Abril, 2010 10:36

    6, ele que arranje mecenas, e não que sejamos todos a pagar-lhe a propaganda de esquerda. Ou será que também é uma função inalienável do Estado sustentar sociólogos e as suas investigações académicas?
    A mim também me dava jeito investigar aqui uns assuntos que me interessam muito, e que eu acho relevantíssimos para a sociedade (e.g. a indumentária da jornalista e sua relação com a percepção da actualidade pelo público masculino).

    Em relação ao 1, é natural que os submarinos sejam investigados. Todos os grandes negócios de Estado o devem ser. Agora não podemos é achar que num caso as investigações são “cabalas” e “campanhas negras” contra o querido líder, e apenas no outro são virtuosas e imprescindíveis. Ou será que querem instrumentalizar esta investigação para fins de política partidária (tal como acusam os outros de fazerem)?
    Esteja descansadinho que ninguém sério quer deixar de ver toda esta trafulhada bem explicada. E não se esqueça que o negócio não foi feito apenas pelo governo PSD/CDS, e as contrapartidas não foram executadas durante os últimos 5 anos. Não preciso de lhe lembrar quem governou durante esse período pois não?

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  11. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 10:48

    6.Ponto Final Parágrafo disse
    13 Abril, 2010 às 10:15 am
    . . . O que é preciso é privatizar tudo. Privatize-se o trabalho do professor Boaventura . . .
    **************************

    PARA QUE ALGO DEVA SER PRIVATIZADO É PRECISO QUE DÊ LUCRO; ORA O BOAVENTURA TEVE A FELICIDADE/BOAVENTURA DE NADA FAZER DE ÚIL E PAGAREM-LHE, PELO QUE
    DEVE DE ESTAR AGRADECIDÍSSIMO
    AOS RATOS (DO LARGO) QUE O SUSTENTA.

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  12. Desconhecida's avatar
    jmlm permalink
    13 Abril, 2010 10:57

    A questão que se levanta é se realmente vale a pena estas obervações, co que preço e quem paga?
    Outra questão é saber porque foi escolhido este Sr Dr e não outro?
    Hoje é 13/4/2010, para quando os primeiros resultados das observações? Há prazos? Quem fiacaliza? Quem paga? Está provado o interesse deste tipod e observações?
    Como contribuinte que vive num estado democrático gostava de ver respostas.
    VIVA PORTUGAL

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  13. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 11:03

    3.helenafmatos disse
    13 Abril, 2010 às 10:09 am
    2. creio que sobre o assunto dos submarinos a comissão parlamentar pode ser uma boa solução mas como as comissões parlamentares têm sido apresentadas pelo actual primeiro-ministro como mecanismos de ataque pessoal. Logo não sei qual será a sua opinião.
    ************************

    ABSOLUTAMENTE.
    VÊ-SE QUAL TEM SIDO O PAPEL DOS SOCIALISTAS , CUJO CLÍMAX FOI A INCRÍVEL ATUAÇÃO MÍMICA DA INÊS
    DE MEDEIRO, MAIS OS ARES PORNOGRAFICAMENTE DISPLICENTES
    DOS SEUS COLEGAS DE BANCADA: ELES TÊM
    TRAZIDO AO DEBATE APENAS ABONADORES PATETAS DA BOA ÍNDOLE DOS DO PARTIDO, CULMINADA COM A REPRESENTAÇÃO INCRÍVEL DO IMBECIL PALHAÇO EMÍDIO RANGEL.
    *** ELES, OS RATOS DO LARGO, NEM QUEREM OUVIR FALAR EM COMBATER-SE A CORRPUÇÃO, NÃO QUEREM E REFINAM !

    É TRÁGICO-CÓMICO SOMO QUEREM TRANSFORMAR ROBALOS EM TORPEDOS . . .
    COMO SE NÓS OS NÃO CONHECÊSSEMOS !!!

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  14. Desconhecida's avatar
    Ponto Final Parágrafo permalink
    13 Abril, 2010 11:27

    #11
    “PARA QUE ALGO DEVA SER PRIVATIZADO É PRECISO QUE DÊ LUCRO; ORA O BOAVENTURA TEVE A FELICIDADE/BOAVENTURA DE NADA FAZER DE ÚIL E PAGAREM-LHE, PELO QUE
    DEVE DE ESTAR AGRADECIDÍSSIMO
    AOS RATOS (DO LARGO) QUE O SUSTENTA.”

    Não sou advogado de defesa do visado, apenas me limito a dizer: quem paga a muitos parasitas do centro direita que estão em muitas das instituições públicas? Porventura não são os mecenas portugueses.
    Quando houver um governo centro direita, iremos ver aquilo que vemos neste momento. A CAÇA À CADEIRA (TACHO)

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  15. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 11:27

    “Outra questão é saber porque foi escolhido este Sr Dr e não outro?”

    Porque é de Coimbra, onde animou uma cooperativa em Barcouço que era do tempo do PREC e associada à extrema-esquerda entretanto reciclada. Uma cooperativa que faliu mas com uma experiência que deve ser conhecida porque um “case study” das ilusões do PREC. Porque tem um feudo da faculdade de Economia, onde se albergam muitos dos que orientam o país, em termos governativos ao longo dos anos, no largo do Rato. João Pedroso, por exemplo. Porque tem amizades bem colocadas nos que podem orgbanizar fundações, observatórios, organismos e associações que dependem do Estado.

    O professor Boaventura é um estatista nato.

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  16. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 11:32

    “Só me questiono por que razão não se deixou ficar por Barcouço e conseguiu embarcar numa nave de loucos da sociologia.” – José (4)

    Será que a nave de loucos da sociologia é a Universidade de Yale, onde ele se doutorou?

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  17. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 11:34

    Algumas das obras publicadas por Boaventura:

    1987: Um Discurso sobre as Ciências, Coimbra.
    1988: O Social e o Político na Transição Pós-moderna
    1989: Introdução a uma ciência pós-moderna
    1990: O Estado e a Sociedade em Portugal (1974-1988). Porto: Afrontamento.
    1993 (org.): Portugal: um retrato singular, Porto: Afrontamento.
    1994:”Pela mão de Alice – o social e o político na pós-modernidade”. Porto: Afrontamento.
    2000 Para uma concepção pós-moderna do direito. Acrítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência, Porto: Afrontamento.
    2001 (org.): Globalização: Fatalidade ou Utopia?, Porto: Afrontamento.
    2004 : Escrita INKZ, Rio de Janeiro: Aeroplano.
    2005: ” A Universidade do Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade”. 2.ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. (Coleção questões de nossa época; v.120).
    2005: O Fórum Social Mundial: manual de uso. São Paulo: Cortez Editora.
    2006 : Viagem ao centro da pele. Rio de Janeiro: Revista Confraria do Vento [7]
    2006 : A gramática do tempo: para uma nova cultura política, S. Paulo, Porto : Cortez Ed., Afrontamento.
    2006 : The Heterogeneous State and Legal Pluralism in Mozambique, Law & Society Review, 40, 1: 39-75.
    2007: La Reinvención del Estado y el Estado Plurinacional. Cochabamba: Alianza Internacional CENDA-CEJIS-CEDIB, Bolívia
    2007: El derecho y la globalización desde abajo. Com Rodriguez Garavito, César A. (Orgs), México: Anthropos.
    Cognitive Justice in a Global World: Prudent Knowledge for a Decent Life (Org.). Lanham: Lexington,
    2007: Para uma revolução democrática da justiça. São Paulo: Cortez Editora
    2008 Conocer desde el Sur: Para una cultura política emancipatoria. La Paz: Plural Editores.
    2008: Diritto ed emancipazione sociale. Troina: Città Aperta Edizioni
    2008: As Vozes do Mundo (Org.). Porto: Edições Afrontamento.
    A universidade no século XXI. Para uma universidade nova (com Naomar de Almeida Filho). Coimbra: Edições Almedina, 2008.
    2009: Epistemologias do sul. Com Maria Paula (Orgs.) Coimbra: Edições Almedina.

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  18. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 11:36

    O retrato do professor Boaventura, como intelectual, está na Wiki: “Seus escritos dedicam-se ao desenvolvimento de uma Sociologia das Emergências, que segundo ele procuraria valorizar as mais variadas gamas de experiências humanas, contrapondo-se a uma “Sociologia das Ausências”, responsável pelo desperdício da experiência – como exposto em seus livros Renovar a Teoria Crítica e Reinventar a Emancipação Social, que apresente idéias elaboradas anteriormente em Um Discurso sobre as ciências. A herança contratualista é bem marcada em suas obras e seus textos se remetem à organização de contratos sociais que sejam verdadeiramente capazes de representar valores universais.

    Melhor definição do que esta, da vacuidade, é difícil.

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  19. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 11:37

    “Será que a nave de loucos da sociologia é a Universidade de Yale, onde ele se doutorou?”

    Talvez seja a parolice de se mencionar esse doutoramento como o nec plus ultra da sabedoria…

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  20. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 11:39

    #17:

    Conheço autores com o dobro das obras publicadas e sem importância alguma. Tal como as do professor Boaventura, cuja influência é um factor negativo para o nosso desenvolvimento. Logo, se não tivessem sido publicadas ter-se-iam poupadol muitas árvores, essenciais para o nosso equilíbrio ecológico.

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  21. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 11:41

    Tem trabalhos publicados sobre globalização, sociologia do direito, epistemologia, democracia e direitos humanos. Os seus trabalhos encontram-se traduzidos em espanhol, inglês, italiano, francês e alemão.
    É internacionalmente reconhecido como um intelectual importante da área de ciências sociais, e tem especial popularidade no Brasil, onde participou de três edições do Fórum Social Mundial em Porto Alegre.
    Seus escritos dedicam-se ao desenvolvimento de uma Sociologia das Emergências, que segundo ele procuraria valorizar as mais variadas gamas de experiências humanas, contrapondo-se a uma “Sociologia das Ausências”, responsável pelo desperdício da experiência – como exposto em seus livros Renovar a Teoria Crítica e Reinventar a Emancipação Social, que apresente idéias elaboradas anteriormente em Um Discurso sobre as ciências. A herança contratualista é bem marcada em suas obras e seus textos se remetem à organização de contratos sociais que sejam verdadeiramente capazes de representar valores universais.

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  22. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 11:43

    #21:

    Pode limpar as mãos à parede com todos esses trabalhos.

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  23. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 11:57

    Distinguished Legal Scholar da Faculdade de Direito da Universidade de Wisconsin-Madison e Global Legal Scholar da Universidade de Warwick.

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  24. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 12:03

    And so on…dantes dizia-se que um estudante poderia ser um burro carregado de livros. Parafraseando, há doutorados com pós docs às dúzias que são do mesmo género. Os erros intrínsecos não se apagam com livros escritos a eito ou conferências em catadupa.

    O mérito pessoal do professor Boaventura pode ser muito e não é isso que discuto. O mérito intelectual, a meu ver, é nulo e de efeito perverso, o que é bem pior que a simples nulidade que não devia surtir qualquer efeito.

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  25. Desconhecida's avatar
    BiEpi permalink
    13 Abril, 2010 12:04

    #22

    Os seus argumentos anti Boaventura são estarrecedores….
    Fiquei plenamente convencido que não terá lido uma única obra do autor, embora não se coíba de o classificar tão negativamente.

    Enfim, o espirito tuga no seu melhor

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  26. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 12:07

    Que autoridade tem o senhor José sobre méritos intelectuais?

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  27. Desconhecida's avatar
    Castanheira permalink
    13 Abril, 2010 12:12

    É-me indiferente que BSSantos , seja doutorado por esta ou aquela universidade , escreva x ou y livros , sobre isto ou aquilo .
    O que importa aqui é que em vez de se impor por sua conta e risco se impoe parasitando os portugueses que trabalham e pagam impostos sem contrapartida visivel como se observa pelos seus estudos sobre a justiça.

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  28. Diebold's avatar
    Diebold permalink
    13 Abril, 2010 12:16

    “UC disse
    13 Abril, 2010 às 11:34 am

    Algumas das obras publicadas por Boaventura:
    bla,bla,bla”

    Só? Nem um artigozinho publicado numa revista listada no ISI? Eu sei que a malta de Sociologia produz “ciência” para consumo interno e não faz a mínima ideia do que é a competição científica a nível internacional, mas mesmo assim…

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  29. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 12:28

    ARTIGOS EM REVISTAS CIENTÍFICAS

    Santos, Boaventura de Sousa (2009) “Pourquoi Cuba est devenu un problème difficile pour la gauche”, Mouvements, 31 mai 2009.

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “A Non-Occidentalist West?: Philosophy for Sale, Learned Ignorance, and the Wager”, Theory, Culture & Society, 26(7-8), 103-125. Número Especial Occidentalism: Jack Goody and Comparative History.

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Why Has Cuba Become a Difficult Problem for the Left?”, Latin American Perspectives. Número especial sobre Cuba. (no prelo)

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Por que é que Cuba se transformou num problema difícil para a Esquerda?”, Oficina do CES, 322.

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Por qué Cuba se ha vuelto un problema difícil para la izquierda?”, El Viejo Topo, 256, Mayo 2009, 29-37.

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “Portugal: Tales of Being and not Being”, Portuguese Literary & Cultural Studies, 20, 1-46.

    Santos, Boaventura de Sousa (2009), “If God were a Human Rights Activist: Human Rights and the Challenge of Political Theologies”, Law Social Justice and Global Development, 1. Festschrift for Upendra Baxi.

    Santos, Boaventura de Sousa (2008), “El Foro Social Mundial y la Izquierda Global”, El Viejo Topo, 240, 39-62.

    Santos, Boaventura de Sousa (2008), “The World Social Forum and the Global Left”, Politics & Society, 36, 2, 247-270.

    Santos, Boaventura de Sousa (2008), “A filosofia à venda, a douta ignorância e a aposta de Pascal”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 80, 11-43.

    Santos, Boaventura de Sousa; Gomes, Conceição (2007), “Geografia e democracia para uma nova justiça”, Julgar, 2, 109-128.

    Santos, Boaventura de Sousa (2007), “Beyond Abyssal Thinking: From Global Lines to Ecologies of Knowledges”, Review, XXX, 1, 45-89.

    Santos, Boaventura de Sousa (2007), “Para além do Pensamento Abissal: Das linhas globais a uma ecologia de saberes”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 78, 3-46.

    Santos, Boaventura de Sousa (2006), “La debolezza dei diritti umani tra globalizzazioni rivali e la turbolenza nel rapporto sacro/profano”, Democrazia e Diritto, 2, 45-62.

    Santos, Boaventura de Sousa (2006), “Das Weltsozialforum: Auf dem Weg zu einer gegen-hegemonialen Globalizierung”, Kritische Interventionen, 9, 135-182.

    Santos, Boaventura de Sousa (2006), “The Heterogeneous State and Legal Pluralism in Mozambique”, Law & Society Review, 40, 1, 39-75.

    Santos, Boaventura de Sousa (2006), “Globalizations”, Theory, Culture & Society, 23, 2-3, 393-399.

    Santos, Boaventura de Sousa (2006), “La universidad en el siglo XXI. Para una reforma democrática y emancipadora de la universidad”, Umbrales. Revista del Postgrado en Ciencias del Desarrollo, 15, 13-70.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “The Future of the World Social Forum: The Work of Translation”, Development, 48, 2, 15-22.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Os tribunais e as novas tecnologias de comunicação e de informação”, Direito e Democracia, 10.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A Universidade no Séc. XXI: Para uma Reforma Democrática e Emancipatória da Universidade”, Educação, Sociedade & Culturas, 23, 137-202.

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    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A justiça em Portugal: diagnósticos e terapêuticas”, Manifesto, 7, 76-87.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “A crítica da governação neoliberal: O Fórum Social Mundial como política e legalidade cosmopolita subalterna”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 72, 7-44.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Desigualdad, Exclusión y Globalización: Hacia la Construcción Multicultural de la Igualdad y la Diferencia”, Revista de Interculturalidad, 1.

    Santos, Boaventura de Sousa (2005), “Os tribunais e as novas tecnologias de comunicação e de informação”, Sociologias, 13.

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    Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Casi di diritto emancipatorio”, Democrazia e Diritto, 2.

    Santos, Boaventura de Sousa (2004), “Può il diritto essere emancipatorio? Una riflessione teorica”, Democrazia e Diritto, 1.

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    Santos, Boaventura de Sousa (2004), “O futuro do Fórum Social Mundial: o trabalho da tradução”, Revista del Observatorio Social de América Latina, 15, 77-90.

    Santos, Boaventura de Sousa; Nunes, João Arriscado (2004), “Introduction: Democracy, Participation and Grassroots Movements in Contemporary Portugal”, South European Society & Politics, 9, 2, 1-15.

    Santos, Boaventura de Sousa (2003), “Entre Próspero e Caliban: colonialismo, pós-colonialismo e inter-identidade”, Novos Estudos Cebrap, 66.

    Santos, Boaventura de Sousa (2003), “Poderá o direito ser emancipatório?”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 65, 3-76.

    Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Entre Próspero e Caliban: colonialismo, pós-colonialismo e inter-identidade”, Luso-Brazilian Review, 39, 2, 9-43.

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    Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Para uma sociologia das ausências e uma sociologia das emergências”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 63, 237-280.

    Santos, Boaventura de Sousa (2002), “Nuestra America: Reinventing a Subaltern Paradigm of Recognition and Redistribution”, Rutgers Law Review, 54, 4.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “El fin de los descubrimientos imperiales”, Chiapas, 11, 17-27.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Nuestra America. Reinventando un paradigma subalterno de reconocimiento y redistribución”, Chiapas, 12, 31-69.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Para uma Concepção Multicultural dos Direitos Humanos”, Contexto Internacional, 23, 1, 7-34.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Seis razões para pensar”, Lua Nova, 54, 13-24.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Los nuevos movimientos sociales”, Revista del Observatorio Social de América Latina/OSAL, 5, 177-188.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Toward an Epistemology of Blindness: Why the New Forms of ‘Ceremonial Adequacy’ neither Regulate nor Emancipate”, The European Journal of Social Theory, 4, 3, 251-279.

    Santos, Boaventura de Sousa (2001), “Nuestra America: Reinventing a Subaltern Paradigm of Recognition and Redistribution”, Theory, Culture and Society, 18, 2-3.

    Santos, Boaventura de Sousa; Marques, Maria Manuel Leitão; Pedroso, João (1999), “Les tribunaux dans les sociétés contemporaines: le cas portugais”, Droit et Société, 42-43, 311-331.

    Santos, Boaventura de Sousa (1999), “The Gatt of Law and Democracy: (Mis)Trusting the Global Reform of Courts”, Oñati Papers, 7, 49-86.

    Santos, Boaventura de Sousa (1999), “O todo é igual a cada uma das partes”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 52-53, 5-14.

    Santos, Boaventura de Sousa (1999), “Porque é tão difícil construir uma teoria crítica? “, Revista Crítica de Ciências Sociais, 54, 197-215.

    Santos, Boaventura de Sousa (1999), “The Fall of the Angelus Novus: Beyond the Modern Game of Roots and Options”, Revista Mexicana de Sociologia, 2, 35-58.

    Santos, Boaventura de Sousa; Ferreira, Sílvia (1998), “Uma reforma realista da Segurança Social”, Communio, Revista Internacional Católica, 4, 373-377.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Time, Baroque Codes, and Canonization”, Cultural Values, 2, 2/3, 403-420.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “The Fall of the Angelus Novus: Beyond the Modern Game of Roots and Options”, Current Sociology, 46, 2, 81-118.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Why We Can’t Afford to be Innocent”, Identities, 4, 3-4, 529-533.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Oppositional Postmodernism and Globalizations”, Law and Social Inquiry, 23, 1, 121-139.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Moeda Única: Europeização ou Crioulização Monetária?”, Notas Económicas, 10.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Participatory Budgeting in Porto Alegre: Toward a Redistributive Democracy”, Politics & Society, 26, 4, 461-510.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Tempo, Códigos Barrocos e Canonização”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 51, 3-20.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Presupuestacion Participativa: Hacia una Democracia Redistributiva”, Ruralter, 16-17.

    Santos, Boaventura de Sousa; Ferreira, Sílvia (1998), “Para uma reforma solidária da Segurança Social”, Sociedade e Trabalho, Especial Segurança Social.

    Santos, Boaventura de Sousa (1998), “Why is it so Difficult to Construct a Critical Theory?”, Zona Abierta, 82-83, 219-229.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Vers une conception multiculturelle des droits de l’homme”, Droit et Societe, 35, 79-96.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Por uma concepção multicultural de direitos humanos “, Lua Nova, 39.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “A queda do angelus novus: fragmentos de uma nova teoria da história”, Novos Estudos CEBRAP, 47.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Por uma concepção multicultural de direitos humanos “, Revista Crítica de Ciências Sociais, 48, 11-32.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Toward a Multicultural Conception of Human Rights”, Sociologia del Diritto, 1.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Epistemología y Feminismo”, Utopía y Praxis Latinoamericana, 2.

    Santos, Boaventura de Sousa (1997), “Toward a Multicultural Conception of Human Rights”, Zeitschrift für Rechts-soziologie, 1.

    Santos, Boaventura de Sousa (1996), “Uma Cartografia Simbólica das Representações Sociais: Prolegómenos a uma concepção Pós-Moderna do Direito”, Revista Brasileira de Ciências Criminais, 13, 253-277.

    Santos, Boaventura de Sousa (1996), “A queda do Angelus Novus: para além da equação moderna entre raízes e opções”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 45, 5-34.

    Santos, Boaventura de Sousa (1996), “Florestan: um sociólogo comprometido com seu tempo”, Revista Estudos Avançados, 26, 17-22.

    Santos, Boaventura de Sousa; Marques, Maria Manuel Leitão; Pedroso, João (1996), “O que se pune em Portugal”, Sub-Júdice, 11.

    Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Three Metaphors for a New Conception of Law: The Frontier, the Baroque, and the South”, Law and Society Review, 29, 4, 569-584.

    Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Sociedade-Providência ou Autoritarismo Social?”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 42, 1-4.

    Santos, Boaventura de Sousa (1995), “Teses para a renovação do sindicalismo em Portugal, seguidas de um apelo”, Vértice, 68, 132-139.

    Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Hacia un entendimiento postmoderno del derecho”, Frónesis, 1, 2, 163-17.

    Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Etat, rapports salariaux et protection sociale à la semi-peripherie — Cas du Portugal”, Peuples Méditerranéens, 66, 23-66.

    Santos, Boaventura de Sousa (1994), “Modernidade, Identidade e a Cultura de Fronteira”, Tempo Social, 5 , 1-2, 31-52.

    Santos, Boaventura de Sousa (1993), “O Social e o Político na Transição Pós-Moderna”, Lua Nova, 31, 181-208.

    Santos, Boaventura de Sousa (1993), “Límites y Posibilidades de la Democracia”, Politeia, 13, 78-83.

    Santos, Boaventura de Sousa (1992), “Cinco Desafios a la Imaginación Sociológica”, No Hay Derecho, 8.

    Santos, Boaventura de Sousa (1992), “A Discourse on the Sciences”, Review, XV, 1, 9-47.

    Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Una cartografía simbólica de las representaciones sociales”, Nueva Socieda, 116, 18-38.

    Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Subjectividade, Cidadania e Emancipação”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 32.

    Santos, Boaventura de Sousa (1991), “Justiça e Comunidade em Macau no Contexto da Transição”, Revista da Administração, 13.

    Santos, Boaventura de Sousa (1991), “A Justiça e a Comunidade em Macau”, Revista de Cultura, 15, 125-143.

    Santos, Boaventura de Sousa (1990), “O Estado e o Direito na Transição Pós-Moderna”, Humanidades, 7, 3.

    Santos, Boaventura de Sousa (1990), “O Estado e o Direito na Transição Pós-Moderna”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 30, 13-44.

    Santos, Boaventura de Sousa (1990), “Stato e dritto nella transizione post-moderna. Per un nuovo senso comune giuridico”, Sociologia del Diritto, XVII, 3.

    Santos, Boaventura de Sousa (1989), “La transición postmoderna: Derecho y política”, Doxa, 6, 223-263.

    Santos, Boaventura de Sousa (1989), “Room for Manoeuver: Paradox, Program or Pandora’s Box?”, Law and Social Enquiry, 14, 1, 149-164.

    Santos, Boaventura de Sousa (1989), “Da Ideia da Universidade à Universidade de Ideias”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 27/28.

    Santos, Boaventura de Sousa (1988), “Uma cartografia simbólica das representações sociais: o caso do Direito”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 24, 139-172.

    Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Law: A Map of Misreading. Toward a Post-Modern Conception of Law”, Journal of Law and Society , 14, 3, 279-302.

    Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Estado, sociedade, políticas sociais: o caso da política de saúde”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 23, 13-74.

    Santos, Boaventura de Sousa (1987), “Introdução à Sociologia da Administração da Justiça”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 21, 11-37.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Estado e Sociedade na Semiperiferia do Sistema Mundial: o Caso Português”, Análise Social, 87/88/89, 869-901.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “On Modes of Production of Social Power and Law”, International Journal of Sociology of Law, 13, 299-336.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Direito e Cooperação”, Justiça Popular, 10, 33-36.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Os Três Tempos Simbólicos da Relação entre as Forças Armadas e a Sociedade em Portugal”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 15/16/17, 11-45.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Introdução à Sociologia da Administração da Justiça”, Revista de Processo, 37, 121-139.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Uma Perspectiva Sociológica sobre a Relação Médico – Doente”, Revista Portuguesa de Clínica Geral, 9, 18-21.

    Santos, Boaventura de Sousa (1985), “Introducción a la Sociología de la Administración de Justicia”, Revista Uruguaya de Derecho Procesal, 1, 21-35.

    Santos, Boaventura de Sousa (1984), “From Costumary Law to Popular Justice”, Journal of African Law, 28, 1-2, 90-98.

    Santos, Boaventura de Sousa (1984), “A Crise e a Reconstituição do Estado em Portugal (1974 – 1984)”, Pensamiento Iberoamericano, 5, 499-520.

    Santos, Boaventura de Sousa (1984), “A Crise e a Reconstituição do Estado em Portugal (1974 – 1984)”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 14, 7-29.

    Santos, Boaventura de Sousa (1983), “Os Conflitos Urbanos no Recife: o caso do ‘Skylab'”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 11, 9-59.

    Santos, Boaventura de Sousa (1982), “O direito e a comunidade: as transformações recentes da natureza do poder do Estado nos países capitalistas avançados”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 10, 9-40.

    Santos, Boaventura de Sousa (1982), “O Estado, o Direito e a Questão Urbana”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 9, 9-86.

    Santos, Boaventura de Sousa (1981), “A pequena agricultura e as Ciências Sociais”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 7/8, 559-563.

    Santos, Boaventura de Sousa (1981), “A questão do Socialismo”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 6, 149-173.

    Santos, Boaventura de Sousa (1980), “Law and Community: The Changing Nature of State Power in Late Capitalism”, International Journal of Sociology of Law, 8, 379-397.

    Santos, Boaventura de Sousa (1980), “O discurso e o Poder”, Revista Forense, 272, 272, 1-40.

    Santos, Boaventura de Sousa (1978), “Da Sociologia da Ciência à Política Científica”, Revista Crítica de Ciências Sociais, 1, 11-56.

    Santos, Boaventura de Sousa (1977), “The Law of the Oppressed: The Construction and Reproduction of Legality in Pasargada Law”, Law and Society Review, 12, 5-126.

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  30. Diebold's avatar
    Diebold permalink
    13 Abril, 2010 12:41

    “UC disse
    13 Abril, 2010 às 12:28 pm

    ARTIGOS EM REVISTAS CIENTÍFICAS
    bla,bla,bla”

    Esta malta de Sociologia não sabe mesmo o que é produzir ciência. Esses artigos não valem nada pois não foram revistos pelos pares e foram publicados em “revistas” que não se encontram listadas no ISI. Quantos artigos forma publicados pelo Boaventura em revistas listadas no ISI?

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  31. OLP's avatar
    OLP permalink
    13 Abril, 2010 12:54

    O BUSH também era e é doutorado…ora bolas.

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  32. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    13 Abril, 2010 13:37

    A diferença entre o ser e o parecer ainda não foi bem assimilada pelos sociólogos, que pretendem usar o título de “ciência” para a sua área de conhecimento…
    Se a sua grande “marca” são as políticas sociais e um pretenso melhoramento da sociedade, estamos conversados. Nada disso seria possível sem o aumento da produtividade, bem como da democratização dos mais variados bens de consumo (nomeadamente com os antibióticos, revolução “verde” e no desenvolvimento da electrónica em meados do século passado) resultado da actuação…de cientistas e engenheiros!
    Fazem-me parecer uns pândegos a soprarem a vela, pensando que por isso o barco avança!

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  33. jcd's avatar
    13 Abril, 2010 13:41

    O prof. Boaventura também é poeta.

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  34. Lino's avatar
    13 Abril, 2010 13:41

    Prémios é também, na verdade, com BSS. Como o que recebeu do presidente Frías:
    http://www.ces.uc.pt/misc/plibert.php

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  35. jcd's avatar
    13 Abril, 2010 13:55

    O prof. Boaventura também é o único português citado naquela magnífica obra de Sokal e Bricmont ““Transgressing the Boundaries: Towards a Transformative Hermeneutics of Quantum Gravity”.

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  36. Eduardo F.'s avatar
    13 Abril, 2010 13:58

    Nada tenho contra o Prof. Boaventura Sousa Santos e a sua vastíssima obra científica. Chateia-me apenas – e muito – que essa produção se dirija e seja financiada com os meus impostos quando semelhante personagem se desvela perante esses vultos do Humanismo e protagonistas da Justiça Social como são, por exemplo, Chávez, Castro ou Morales.

    Assim sendo, e para que não me acusem de ataques ad hominem, proponho antes que o Observatório da Justiça e, já agora, todos os outros observatórios sejam extintos. A bem dos nossos bolsos. O Prof. Boaventura, certamente, com o reconhecimento internacional que conquistou com todo o mérito, encontrará financiamentos externos para prosseguir no engrandecimento da sua vasta obra científica. Certamente, pelo menos, lá pela América do Sul.

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  37. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 14:11

    Para um ateu, o Pai-Nosso vale o quê, intelectualmente? Uma nulidade, pois claro.

    Para uma ateu que valor intelectual têm as obras do cardeal Ratzinger? Menos que zero.

    Pois então, para mim, as obras do professor Boaventura, todas juntinhas e atadinhas e relegadas para o lixo da incineradora de Souselas, é a mesma coisa.

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  38. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 14:12

    E isso independentemente de considerar o professor Boaventura o nosso Tournesol da sociologia.

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  39. Desconhecida's avatar
    Padeira de Aljubarrota permalink
    13 Abril, 2010 14:57

    Cá por mim estou á espera que o Boaventura se dedique ao indigenismo portuga como se tem dedicado ao dos outros…
    Mas cheira-me que a receita anti-racista do Boaventura vai gerar mais racismo…

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  40. Crítico's avatar
    Crítico permalink
    13 Abril, 2010 15:01

    Uma péssima entrada “em esforço” de Helena Matos. Um cientista não tem de ser atacado pelas suas convicções pessoais se estas não contaminam o seu trabalho. De resto, Helena Matos dificilmente teria tempo ou capacidade para perceber se é este o caso. Lendo o texto, parece que este trabalho é financiado por impostos portugueses e não o trabalho de dimensão internacional financiado por fundos Europeus que é. Há um argumento neste texto: que os cientistas sociais nunca teriam conclusões contrárias à necessidade de fazer mais estudos sobre o assunto, o que um conhecimento básico da história da ciência (também social) mostra ser falso. Resta-nos a opinião que o interesse científico pelo Racismo na Europa se limita a uma exploração da culpa dos contribuintes, o que demonstra um desfasamento da realidade assustador. Um 1/10.

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  41. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    13 Abril, 2010 15:35

    40, cientista? Na área “social”? Lol…

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  42. Crítico's avatar
    Crítico permalink
    13 Abril, 2010 15:39

    42.

    Não percebo se me pergunta se sou cientista “na área social” ou se se pergunta sobre a existência de cientistas sociais. Essa construção frásica é um 4/10.

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  43. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 15:54

    “Cientista” e na “área social”. Desta, nem o Tournesol se lembraria. E bem que andava com o pêndulo de um lado para o outro.

    Mas o professor Boaventura também é poeta. E de louco todos temos um pouco…

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  44. Eduardo F.'s avatar
    13 Abril, 2010 17:38

    Caro Jcd,

    Só agora dei conta do seu pertinente comentário (#35). Já tinha lido esse famosíssimo artigo há uma dúzia de anos atrás mas não tinha retido que o Prof. Boaventura era uma das referências a que o artigo alude.

    Por que razão será que não fiquei surpreendido?

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  45. Anónimo's avatar
    Anónimo permalink
    13 Abril, 2010 18:41

    Um extracto notável do “Um Discurso Sobre as Ciências” do eminente Prof. BSS:

    “A ciência moderna não é a única explicação possível da realidade e não há sequer
    qualquer razão científica para a considerar melhor que as explicações alternativas da metafísica, da
    astrologia, da religião, da arte ou da poesia.”

    Pergunta-se: face a isto,o autor quando tem um problema de saúde, dirige-se ao médico ou ao feiticeiro?

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  46. Desconhecida's avatar
    Besta Imunda permalink
    13 Abril, 2010 18:54

    A sociologia não é uma ciência. Ciência, ou uma disciplina científica, não pode produzir resultados falseados. Na verdadeira Ciência e suas disciplinas (Física, matemática, Engenharias, Geologia, alguma Medicina etc) os resultados falseados, compostos, arranjados, têm imediatamente consequências graves. Quando nâo têm é porque são utilizados como simulacros de Ciência. O betão-armado tem MESMO de resistir; o reactor nuclear tem MESMO de ser seguro; o tratamento errado MATA mesmo. A Socilogia não passa de uma ideologia, ou quando muito, um apanhado de ideologias conveniente a cada sociólogo. Se este tiver de “seleccionar” os entrevistados, desprezando outros para “obter” resultados assim e assado, não tenham dúvidas que o sociólogo (pelo menos o de hoje) o fará: cortará os dedos ao pé para que este caiba na bota. Boaventura devia era estar a produzir ciência em Cuba: os resultados são pré-conhecidos. Ass.: Besta Imunda.

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  47. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 19:42

    . . . cortará os dedos ao pé para que este caiba na bota . . .

    ************************

    DIVINO !!!!!!!!!!!
    DEFINIÇÃO DE UMA PSEUDO – CIÊNCIA OU PROCEDIMENTO DE UM FALSO CIENTISTA :
    MAS AQUI SE NÃO PUDER RE-DEMONSTRAR OS RESULTADOS, REPETIDA E REPETIDAMENTE, QUE DIZ TER ATINGIDO, O ALDRABÃO PERDE IMEDIATAMENTE TODA A CREDIBILIDADE E É EXPULSO DA COMUNIDADE CIENTÍFICA:
    SEU DESTINO SERÁ IR PARA POLITÓLOGO, BOANAVENTURÓLOGO, OU VENDEDOR DE BANHA DE COBRA, OU DE BABA DE CARACOL . . .

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  48. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 19:52

    17.UC disse
    13 Abril, 2010 às 11:34 am

    . . . 2006 : Viagem ao centro da pele. Rio de Janeiro: Revista Confraria do Vento [7]

    *******************

    ESTA REVSTA , SIM ,TEM O ÍTULO ADEQUADO :

    CONFRARIA O VENTO (EH, EH, EH, EH, …)

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  49. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 20:11

    Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?

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  50. Desconhecida's avatar
    Espoliado pelo Socialismo! permalink
    13 Abril, 2010 20:12

    O BOAVENTURA POR QUE É QUE NÃO VAI PARA ÁFRICA ANALISAR OS DISCURSOS RACISTAS QUE LÁ SE FAZEM.

    AQUI, PRETO É TRATADO COM PINÇAS.

    LÁ, BRANCO É ROUBADO E ASSASSINADO!

    JÁ ESTOU FARTO DE CONTRIBUIR COM IMPOSTOS PARA ESTAS TRETAS DE INTELECTUAIS DA TRETA!

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  51. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 20:20

    DIGO : REVISTA , TÍTULO

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  52. JP Ribeiro's avatar
    JP Ribeiro permalink
    13 Abril, 2010 20:31

    Para uma critica inteligente e certeira das teorias do Professor Boaventura nomeadamente sobre a ciência ler por favor de António Manuel Baptista “Um discurso pós-moderno contra a ciência – obscurantismo e irresponsabilidade”, e ainda “Critica da Razão Ausente” do mesmo autor.

    Resumidamente a afirmação entre outras que “toda a ciência natural é ciência social” releva de C H A R L A T A N I S M O. Tão só.

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  53. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    13 Abril, 2010 20:31

    “Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?”

    tu escreves aqui tudo o que te apetece, insultas & difamas à vontade sem que alguma vez te tenham censurado, portantes o teu parlapier já virou wallpaper aqui dos caixotes do comentário tóxico.

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  54. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 20:43

    35.jcd disse
    13 Abril, 2010 às 1:55 pm
    O prof. Boaventura também é o único português citado naquela magnífica obra de Sokal e Bricmont ““Transgressing the Boundaries: Towards a Transformative Hermeneutics of Quantum Gravity”.

    ********************************

    PESSOAS COM CRITÉRIO E HONESTAS DEVEM DE DAR OS PASSOS EM MECÂNICA QUÂNRICA/RELATIVIDADE DE ACÔRDO COM O COMRIMENTO DAS SUAS PERNAS.
    TEXTOS COMO ESTE DO *BOAVENTURA *
    SÃO APENAS BABA DE SAFIO PARA EMBASBACAR AS BOAS ALMAS DOS AINDA
    MAIS IGNORANTES DO QUE O AUTOR.

    ********
    49.José disse
    13 Abril, 2010 às 8:11 pm
    Se eu escrever aqui que o professor Boaventura é um charlatão, estou a falsear a verdade?
    NÃO JOSÉ , NÃO ESTÁ, DE MODO NENHUM
    FALTANDO À VERDADE, GARANTO-LHE.

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  55. Desconhecida's avatar
    José permalink
    13 Abril, 2010 20:43

    ferreira abécula: sobre o professor Boaventura ainda faço perguntas. Quanto a ti não insulto. Limito-me a declarar a realidade visível nos escritos de latrina.

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  56. Desconhecida's avatar
    Licas permalink
    13 Abril, 2010 20:44

    DIGO MECÃNICA QUÂNTICA / RELATIVIDADE

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  57. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 21:02

    O ferreira é uma boa pessoa.
    é capaz de tirar a sua camisa para dar a quem necessita.
    É pena o mundo não estar cheio de ferreiras.

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  58. Desconhecida's avatar
    zazie permalink
    13 Abril, 2010 21:08

    Desenvolve lá esses actos caritativos de quem vive 24 horas por dia nas caixas de comentários do Blasfémias.

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  59. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    13 Abril, 2010 21:14

    24/24 e uma produção que nem a paneleira consegue.

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  60. Desconhecida's avatar
    anónimo permalink
    13 Abril, 2010 21:18

    “é capaz de tirar a sua camisa para dar a quem necessita.”

    mais que isso, interrompo o acto para oferecer a camisa.

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  61. Desconhecida's avatar
    zazie permalink
    13 Abril, 2010 21:30

    Assim ainda te constipas nas costas.

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  62. Desconhecida's avatar
    13 Abril, 2010 21:32

    Devias aproveitar a caridade para dares aulas na rede ex-aequo.

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  63. Desconhecida's avatar
    Zazie permalink
    13 Abril, 2010 21:48

    Mas hoje não estou para vos aturar porque tenho a vagina inflamada.

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  64. gigi's avatar
    13 Abril, 2010 22:46

    A culpa foi do porteiro

    O porteiro da Escola Luciano Cordeiro de Mirandela corre o risco de expulsão, por alegadamente ter deixado sair o aluno Leandro no dia em que este faleceu.
    Não demorou muito até que este caso acabasse como todos os outros: ninguém é responsabilizado, excepto o elo mais fraco. Dos agressores já ninguém fala, para não os traumatizar, coitados, e da inacção da direcção perante as agressões, também não. Resta o porteiro, que está a ser alvo de um inquérito à parte, para se saber se controlava ou não as entradas e saídas da escola. Se por azar se apurar que a culpa não foi dele, alguém concluirá que terá sido do rio, que se atravessou na frente do rapaz.
    Mais uma vez o sistema prova que está muito bem montado e nunca falha. Não foi por acaso que o Director Regional de Educação do Norte esteve sempre muito descansado em relação a este assunto. Tudo está bem quando acaba bem.
    http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2010/04/culpa-foi-do-porteiro.html

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  65. gigi's avatar
    13 Abril, 2010 23:07

    Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão.

    O professor socialês Sebastião (vídeo) é um caso notável de empreendedorismo na observação da violência escolar – Do Observatório.

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  66. Ferreira's avatar
    Ferreira permalink
    13 Abril, 2010 23:09

    Também eu me vou retirar.
    Tenho que aviar dois pretos e um basquetebolista ucraniano.

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  67. Desconhecida's avatar
    Ferreira permalink
    13 Abril, 2010 23:18

    Enganei-me. Eles é que me vão aviar. Estou a teclar de gatas.

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  68. Desconhecida's avatar
    Ferreira permalink
    13 Abril, 2010 23:19

    Nunca mais, ainda vou ter de lamber o teclado a pensar no caga.

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  69. Desconhecida's avatar
    Ferreira permalink
    13 Abril, 2010 23:20

    Sou panasca mas sou ateu.

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  70. gigi's avatar
    13 Abril, 2010 23:24

    Como os observatórios se alimentam de observar jamais chegarão a uma conclusão que os isente de tal missão.

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  71. Ferreira's avatar
    Ferreira permalink
    13 Abril, 2010 23:29

    Com a publicidade que aqui faço,já tenho uma fila de marroquinos à minha porta.
    Finalmente vou satisfazer a minha líbido e deixar o Papa em paz.

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  72. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    14 Abril, 2010 00:02

    Crítico, analise então a construção frásica do seguinte excerto: “vai-te foder”. E repare que escrevo isto com todo e respeito e admiração pela sua obtusidade.
    BTW (vou tomar a liberdade de usar este acrónimo, peço a sua compreensão), estava a referir-me à sua hilariante proposta de designar tais indivíduos como “cientistas sociais”. Estou como o outro, vá ao bruxo/sociólogo quando precisar que lhe construam uma casa, lhe receitem uma terapêutica ou queira comunicar com alguém do outro lado do planeta…

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  73. Desconhecida's avatar
    Anónimo permalink
    14 Abril, 2010 00:03

    errata: onde se lê “todo e respeito”, deve-se passar a ler “todo o respeito”.

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  74. Desconhecida's avatar
    Besta Imunda permalink
    14 Abril, 2010 13:17

    Quando Boaventura começou, há uns anitos, a aparecer na “télvisão” vindo de fresco “lá-de-fora” – mas já maduro e borrego velho – exibia a indomentária da esquerda americana universitária (existe outra?): camisas merdosas, blazer de mau corte, calças largueironas e sapatilha – tén – branca com riscas de côr. A farda do sociólogo. Tal como o macaco-e-boné-verde-mais-a-estrela-vermelha do cidadão-formiga maoista; tal como a batina do padre; tal como a pintura loura e jóias da tia; tal como a águia (ou espinhos?) que certas putas têm tatuada sobre o cu. Quanto à trunfa longa, Santana Lopes invejou-lha, por certo. Estas observações não-científicas e subjectivas permitem-nos, sem grandes riscos de errar, concluír que todos somos catalogáveis e que outros nos podem tirar o retrato. Já todos o sabemos. Acontece que alguns de nós perdem mais tempo a arranjar “um visual”. Tenho que admitir que alguns dos escritos ou trabalhos de Boaventura possam ter alguma validade. Não tenho no entanto a intenção de conhecer a vasta palhada filosófico-ideológica que ele produziu. A listagem avassaladora das suas “obras”, papéis e contributos deve provir de algum gabinetezeco onde ele manda. Hoje, “rico” e influente, está menos inapresentável. Influencia às claras, com relatórios martelados, e também às escondidas, como qualquer homem com um certo poder. Vai tirar certamente conclusões do alto do seu “observatório” e está já a pré-definir quem é, ou será, racista e que terapeuticas (…re-educação!…) aplicar. Boaventura – até o nome é apropriado – é assim um Dominicano-do-Esquerdalhismo-Social; tem já o seu Manual-do-Inquisidor preparado; a cáfila política (braço secular) executará os heréticos. Santo arranjo. A Europa e Portugal estão a caminho da ignóbil irrelevância. Ass.: Besta Imunda

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  75. Desconhecida's avatar
    Rxc permalink
    14 Abril, 2010 16:30

    Besta Imunda, e pensar que vai “observar” os indivíduos que lhe pagam o próprio estudo e que vão ter de sofrer com as “recomendações” que ele achar apropriadas…Roubam-nos e ainda temos de pedir desculpa!

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  76. Lidador's avatar
    14 Abril, 2010 17:37

    O Dr. Boaventura Sousa Santos (BSS) é um dos expoentes da impostura intelectual nacional, tendo-se abarbatado com o honroso título de sociólogo-mor da galáxia, à pala do muito palavreado oco que, vertido nas homilias do Bloco de Esquerda, lá vai enganando o pagode que não percebe patavina do que o homem diz, (justamente porque não há nada para perceber), mas tem um certo receio de o dizer em voz alta, para não passar por inculto.

    Ora o Dr Boaventura SS, além de costumar andar a roçar o proletário e muito sapiente cu nas poltronas da classe executiva quando vai para os Fóruns Sociais perorar sobre a pobreza, no regresso, quando os gases o atacam em virtude da dieta sóbria desses Fóruns (basicamente fuba, milho, arroz e feijão), resolve fazer poesia.

    E que poesia!

    Ora atente-se nesta:

    “Nas ruínas do ciclone de quarenta
    trabalho manuais sem mestre nem montra
    entram chefes guerras caracóis
    tesouras e pauzinhos
    nas rachas das meninas
    na catequese é em coro
    e em filas
    no escuro dos intervalos
    medem-se as pilas
    Boaventura tens quebranto
    dois te puseram três te hão de tirar
    se eles quiserem bem podem
    são as três pessoas da Santíssima Trindade…”.

    Mas que pouca vergonha é esta?

    Já não basta o facto de a poesia ser pior que a de um gajo com a 4ª classe mal amanhada, ainda nos vem o Dr Boaventura SS, confidenciar que anda a medir pilas no escuro?

    Então a malta paga-lhe para ir salvar os pobres e oprimidos e observar coisas, e ele vai para lá de régua na mão medir os pénis oprimidos na escuridão?

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  77. Desconhecida's avatar
    Besta Imunda permalink
    14 Abril, 2010 17:39

    Caro Rxc: tal como diz, roubam-nos. Boaventura é exactamente como os “mexias” – trabalha em monopólio; a protecção, total; o rendimento, assegurado (e à sua escala, alto); e as “conclusões”, à medida da cáfila marxista-quinquenalista. Kafkiano!
    Atentamente, Besta Imunda

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