Teria demitido o Mentiroso, há mais de dois anos, logo que surgiu o caso da licenciatura e os outros que se lhe seguiram. Santana foi demitido por muito menos e embora não tivesse sido sufragado eleitoralmente, tinha legitimidade para governar.
A demissão tempestiva deste indivíduo era uma exigência democrática e por razões eleitorais, conjonturais e outras tal não sucedeu. Agora é o que se vê…
Indo a caminho do meio século de idade que,(e começo desta forma,porquê)em nada contribuí para a queda da Monarquia.Perante este facto pergunto eu,como se burro fosse,qual a diferença entre uma monarquia e uma democracia, (camuflada)? E a questão prende-se com o texto em questão,sobre o que o sr. da foto faria.Desta forma cada vez mais sou adepto de uma experienciçaõ monartica e olhando para outros exemplos mesmo dentro da nossa pseuda-europa,vejo que seria o melhor para nós.Quanto a tachos seriam igual mas quanto a um alarido popular as coisas seriam diferentes.Penso eu.
Red
Uma vez que os comentários no post anterior estão fechados:
Caro CAA
De uma vez por todas diga qual é o lugar que quer.
Já não é suportável ouvi-lo e ler o que escreve.
O Vital calou-se ( mais ou menos) com o lugar de deputado europeu.
Você quer o mesmo.?
Confunde este Presidente com os poderes do Presidente………
Umas insinuações sobre os “amigos” do Presidente da República…
Ou está a apoiar alguém, que não diz, para dois de eleito dizer que, por uma questão de independência, deixou de apoiar aquele que, por uma questão de transparência devia ter dito que apoiava.
O Sr. é cada vez mais o João Baião do comentário político. Só falta andar aos saltitos. Macacos Adrianos não lhe faltam.
Para os mais inocentes, convem recordar que a Viagem a Praga começou em 1985.
Era uma vez um saloio, filho de um homem de uma bomba de gasolina, que tinha ido tirar um canudo lá fora, e, por isso, se “achava”.
Naquelas eras, pagar um curso a um saloio, em Inglaterra, não era para todos, mas, nem por isso, deixava de ser mais uma manifestação de saloice.
Partiu saloio, saloio voltou, e saloio se meteu num célebre Citroën, que foi à Figueira da Foz fazer a chico-espertice de uma rodagem saloia: lá dentro, ia um saloio, apostado em trair um Bloco Central, chefiado por Mário Soares, pessoa que nunca foi muito boa em contas, mas tinha acabado, com Ernâni Lopes, de equilibrar Portugal, à justinha, muito à justinha, na beira de um abismo pré-Europeu.
O saloio era eurocético, o que quer dizer que não sabia onde ficava a Europa… não, estou a ser injusto… quando submetido a testes de aptidão, sabia dizer, dez vezes mais rápido onde ficava Boliqueime do que Praga, e eurocético continuaria, se não tivesse havido uns javardolas, da sua área de adoção — qualquer servia, já que o Antigo Regime estava extinto… — que lhe assopraram aos ouvidos de saloio que Europa=Dinheiro. Ora, o saloio tinha um doutoramento em dinheiro, e achou que era a altura de dar a facada na Política, para que os compadres enchessem os bolsos de matéria prima.
Como qualquer saloio, era menos de roubar do que de deixar roubar, e, em seu redor, reuniu todas as estratégias que permitissem ordenhar o último Brasil e as últimas Especiarias que Portugal conheceria.
Deixou obra feita: estradas com curvas da morte, linhas férreas arrancadas, o litoral cheio de casinhas de pacóvios, as esquinas, onde antes havia pastelarias, infestadas de bancos, ladrões, drogados e polícias. Como só conhecia a posição do seminarista, alinhou, com o seu amigo, Reagan, a sopeira Tatcher e o mineiro Ratzinger, numa coisa que matava os seres contra a Natureza, e que se chamava Sida. De caminho, foram alguns hemofílicos, mas a co-culpada foi ilibada e promovida, já que num país de cegos, o melhor é mesmo chefiar um instituto para os olhos. Inaugurou a roleta russa da Bolsa do toca e foge; abriu a banca aos apaniguados de S. Balaguer, roubou no alcatrão das estradas, e tornou célebres nomes dignos da Chicago dos Anos 20. Os Tribunais, que vinham dos tempo dos Tribunais Plenários, do Sr. Salazar, adoraram, e, em vez de prender, tornaram heróis caras muito conhecidas, como Ferreira do Amaral, Mira Amaral e o célebre Cardoso e Cunha, muito conhecido dos tráficos e da falência. Foi a era gloriosa do “Major”, do satélite português e do Centro Cultural de Belém, que custou duas vezes o Guggenheim, de Bilbao. Na Cultura, pontuava do alto do Órgão Oficial da Coisa, o “Expresso”, uma rameira, Ferreira Alves, cuja incultura ditava os “nóbèles” da casa, uma bichona, o Melo, que percebia tanto de Pintura quanto eu de Futebol, e mais uns m****s afins. Santana Lopes chegou a ser Secretário de Estado desse bolo; Ferreira Leite, da Educação (!), e os Ministros e Secretários de Estado iam caindo, ou à pala de taveiradas, ou de Pedofilia, ou com anedotas sobre o alumínio da hemodiálise, ou, tão-só, porque sim.
Com Cavaco, passámos das árvores de plástico do Setor Primário para os depósitos diretos na Suíça, do Terciário, e quem os não fez é porque foi parvo.
A Função Pública era então feliz, porque não se chegava a reformar: apenas se esperava que morresse, na paz do senhor Ratzinger.
Cavaco era um cobarde, mão sempre suadas, e, pela primeira vez, desde Salazar, mandou disparar sobre uma multidão, pelo gatilho de Dias Loureiro, um gajo que o Sistema adorava e que depois chegou onde chegou, passando por onde passou. Foram os dias em que mais suou, e, quando os Portugueses se livraram da Praga, já estavam irremediavelmente na Cauda da Europa.
O resto é ainda mais público: veio o Guterres, que achou que um país lá progredia com generosidades, e deixou crescer todo o tipo de monstros, desde Fundações a Redes Pedófilas, beatizando o Estado através do crime de colarinho branco, reciclando Comunistas mal paridos, e atirando os Portugueses para dívidas perpétuas a Bancos e Construtores Civis.
Com Cavaco, fora o direito ao frigorífico; com Guterres, inaugurava-se o direito ao friso de azulejos, na Brandoa; para os poucos outros, era o alegre viajar pelos “off-shores”.
Um dia, caiu uma ponte, em Entre os Rios, felizmente, por causas naturais, e o ciclo inverteu-se, com o último Ministro a demitir-se, e o Picareta Falante a fugir, depois de perceber quem eram Ferro Rodrigues, Jaime Gama e o Paulo Pedroso.
Chamou-lhe “pântano”, porque estava com a boca pegajosa, nesse dia: eu chamar-lhe-ia hoje outra coisa bem pior…
Inaugurado o Declínio, Barroso, um dos mais sinistros invertebrados de Cavaco, proclamou a Tanga do Livrinho Vermelho, e o Portas entretinha-se com renegociar submarinos, onde tanta a gente metera a unha que também a unha achava dever seu meter, e lá meteu.
A viuvinha, Nobre Guedes, abatia sobreiros, e inaugurava a substituição do Banco de Portugal pelo BES.
Um dia, à medida que as cinzas vulcânicas iam encobrindo os céus, desataram todos a fugir: um Maçon cor de cenoura a dar golpes de estado palacianos, e a surgir da sombra o derradeiro Carrasco de Portugal.
Sócrates não era um Político, era um emissário do Fim da Coisa, não fosse a mãezinha dele daquelas de bater às portas, a anunciar o Fim dos Tempos. Brevemente, até disso ficará desempregada.
Entre estas pragas, prosseguíamos para Praga, o Saloio de Boliqueime já senil, convencido de que estava no Estado Novo, pôs a Maria a subir-lhe as bainhas para dois mandatos, até que o Senhor Havel, na República Checa, lhe perguntou se não estava assustado com o estado do País dele, que, por acaso, até é o nosso, mas o outro não percebeu, porque, mesmo sem país, o segundo mandato é mesmo para cumprir.
Feitos a caminho, já de “caminhete”, voltaram aos tempos áureos da sua essência, o sacolejão de estrada, a valise atada com cordões, a água-pé que oscila de boca em boca, a corcunda com a cabeça deitada nos joelhos dos fatos vincados do seu Aníbal, outra vezm vinte aninhos, cantarolando musiquinhas do tempo em que as moçoilas eram virgens, e perguntando, “amor, não percebi aquela do devermos estar preocupados?… Eu não vou voltar a ser Primeira Dama para o ano”?
Pois é, claro que vais: estás à distância disso de um telefonema para o Garrafão de Águeda, que quer pôr o vinho a substituir a gasolina nas rodagens dos citröens, benzó-deus, e mesmo que não telefones, a Irmã Lúcia obrará esse milagre para ti.
Na Alemanha, mandaram parar as “caminhetes”, convencidos de que ali vinha mais um bando de Turcos, para poluir as “banlieux” de Berlim, mas a Maria acenou lá do fundo, e, depois de encostada ao compartimento das bagagens, revistada, e apalpada em todas as partes — as Turcas e as Romenas traficam coca na Boca da Servidão… — foram reconhecidos “Portugueses”, pelo passaporte da mulher de bigode da Saúde, e deixados seguir viagem — quanto mais depressa fora de aqui, melhor!… — , a caminho da Bancarrota. Só a Katia Guerreiro ficou com o telefone dos “Polizei”, para o caso de precisar de algum cilindro desentupidor da garganta.
Nós, por cá, todos bem.
Escapámos, como escapamos sempre, às cinzas, e o Figo já começou a limpar a imagem, dizendo que “tem orgasmos com o Messi”, na velha tradição portuguesa do homoerotismo do “Esférico”.
Assim terminou a Viagem a Praga.
Durou 26 anos, e foi um pouco como Marco Polo, partiu ainda de Veneza próspera, mas, já chegado, tinha, à sua espera, uma bela e justificada Bancarrota.
Arrebenta
Uma fotografia e reflexão para o futuro:
Fernando Nobre.
A sua ‘falta’ de profissionalismo político? Graças a Deus.
As suas posições de apoio político (de Barroso ao BE)? É independente, outra vantagem.
E até faz auto crítica, reconhecendo erros (o de Barroso, por ex).
Jantar a 1 de Maio, restaurante do antigo mercado da Ribeira.
A bem do Regime.
O sr da foto é o PR? fiquei baralhado com os comentários!
Este sr já não faz nada. Está arrumado até às eleições. E depois continuará afazer o mesmo, ou seja: nada!
Estou farto dele. A merda de PMs que se lhe seguiram (Guterres, Barroso, Santana,) acabaram por dar dele a ideia de que, pelo menos era um homem de princípios e com alguma coragem.
Mas transformou-se num rolhas. Sempre se disse dele que era um homem sem coragem física, agora também perdeu a coragem politica.
Em 2000, Cavaco escreve o celebérrimo artigo “O monstro”, salvo erro no DN. Não tendo conseguido encontrar um link para o original, partilho esta sinopse que, apelando à memória, diz o essencial. Tinham passado 5 anos de Guterres (e Sousa Franco, não esqueçamos). A frase que fica é esta: «já não é possível dominar o monstro sem dor».
Três anos depois, num jantar de homenagem a Silva Lopes, Cavaco explica, invocando as suas credenciais académicas, a ligação estreita entre défice público e défit externo, mesmo numa zona monetária. O discurso foi este Constâncio não concorda. Acha que na zona euro, eventuais desequilíbrios externos têm tanta importância (na óptica dele, nenhuma) como a Vírginia dever dinheiro ao Texas.
Cavaco é um institucionalista. Nunca fará nada que fira essa visão institucional. Pelo contrário, aí, quando se sente atacado, reage fortemente (vd. estatuto dos Açores) mesmo que sem muito “jeito”.
Se Sócrates foi uma catástrofe que se abateu sobre nós com a sua soberba, a sua insuportável arrogância e teimosia que pretende confundir com tenacidade, o seu carácter próprio de um mentiroso compulsivo, a incapacidade de reconhecer o erro próprio e, desgraça das desgraças (que parece ser endémica nos primeiro-ministros do PS), a suprema ignorância dos mecanismos básicos de funcionamento de uma economia, não tenho quaisquer dúvidas.
O país teve uma hipótese de se ver livre de Sócrates. Preferiu a ilusão e a mentira à verdade. Não culpem Cavaco por isso.
Pois,mas isso é o que nós menos precisamos.
Um parasita traidor a PR.
Alegre demitia um governo socialista que andou sempre a apoiar???
Não brinque,José.
10.JB disse
30 Abril, 2010 às 4:03 pm
Uma fotografia e reflexão para o futuro:
Fernando Nobre.
A sua ‘falta’ de profissionalismo político? Graças a Deus.
As suas posições de apoio político (de Barroso ao BE)? É independente, outra vantagem.
E até faz auto crítica, reconhecendo erros (o de Barroso, por ex).
Jantar a 1 de Maio, restaurante do antigo mercado da Ribeira.
A bem do Regime.
*****************************
ISTO ATÉ DÁ PARA ANÚNCIOS À BORLIÚ :
E AINDA FALAM DA INÊS DE MEDEIROS . . .
Sobre o Nobre há que ter em conta que antes de se candidatar foi pedir a beção ao Soares,ao Louçã e quejandos.
Do seu discurso dá para perceber que é de esquerda…direita…esquerd…hein?!…direit…whatever!
Há uma argumentação(?!) muito socrática que consiste em apontar aos seus adversários políticos, caso evidente do debate de JSocrates com MFL aquando da campanha para as últimas legislativas, supostas contradições pelo facto de terem defendido determinadas medidas de política económica no passado e defenderem outras no presente ou mesmo sustentar a revogação das primeiras.
Esta argumentação(?!) é consistente com literatura de cordel do tipo “receitas para gerir um país” (em 12 lições rápidas, de menos de 100 páginas, com linhas a dois espaços). Ou seja: as políticas são boas ou são más, independentemente do contexto em que são aplicadas. Por exemplo, no quadro mental socrático, o investimento público é sempre bom. Qualquer que ele seja. Que haja auto-estradas de três faixas literalmente às moscas ou que se gaste dinheiro em aeroportos para, eventualmente, servirem de garagem, não interessa ao careca. O que interessa é que se fez investimento e se deu muito(?!) emprego enquanto se construiam os viadutos.
Os japoneses andam nisto há 20 anos e o sucesso tem sido estonteante, como todos sabemos. É lamentável que os tão prolixos Krugman e Stiglitz, tão do agrado de JSocrates, dediquem tão pouca da sua atenção ao caso japonês! Alguém alvitra uma explicação para este curioso facto?
Costumo lê-lo com interesse. Mas, desta vez, V. meteu a pata na poça.
Essa mentira, que nem por muito repetida passou a ser verdade, de que Cavaco demitiu um porteiro do hospital de Faro porque este lhe pediu “identificação no cumprimento ultra-zeloso do dever” não é digna de si.
Tinha-o noutra conta. Estava infelizmente errado.
O Cavaco não demitiu directamente. Mas a Administração do hospital fê-lo conforme foi notícia na época. E sabemos muito bem quem nomeava ( e nomeia) as administrações hospitalares e com que critérios. Não tenho a menor dúvida que o facto de o porteiro ter incomodado sua Exª foi determinante para o porem a correr e muito depressa.
José,não creio que possa de uma partir para chegar à outra.
Acredito que foi a razão do despedimento,não consigo é chegar honestamente à sua conclusão.
Se formos levianos,podemos fazer muitos mais juízos,sobre muita gente.Não me parece é justo.
Porque não excesso de zelo da administração do hospital para “engraxar” Cavaco?
Imagine, por hipótese meramente académica que, de repente, passava a existir um Ministro da Indústria e Energia e que com ele cessariam novos projectos de fotovoltaicas e a tarifa garantida das eólicas passava a metade.
Está a ver de que privados estou a falar, não está? É que para os outros, os verdadeiramente privados, as palavras de Cavaco não aquecem nem arrefecem.
O Homem passou-se mas concordo em absoluto com Ele…
Segunda-feira, Março 08, 2010
Há que investigar a riqueza de José Sócrates e investigar as lojas maçónicas do GOL Todos sabem que eu não morro de amores por José Sócrates.
Desde logo não consigo perceber como José Sócrates é tão rico, mas aufere mensalmente menos que eu!
Sócrates sempre foi uma pessoa pobre.
Não passava de mero funcionário de uma Câmara Municipal. Com um vencimento baixissimo.
Depois não passava de mero deputado, com um vencimento baixo e que não dá para grandes voos.
Nem como secretário de estado ganhava algo que se visse.
De repente, José Sócartes e a sua família, aparecem como as debutantes nos bailes da Associação Comercial do Porto! Ricos, anafados!
Sócrates é imensamente rico, cliente da loja mais cara dos Estados Unidos, a comprar fatos de 50 mil dólares – isto num país em que há 40% de pobres! – a mãe que era empregada doméstica, passa a rica proprietária!
Uma ofensa ao Povo Português!|
Depois temos Vale e Azevedo como vizinho de Sócrates, no mesmo prédio, e as manobras no Reino Unido para evitarem a extradição de Vale e Azevedo!
Isto aliado ao facto de se saber que o PM do Reino Unido é amigo do casal pai da miúda desaparecida no Algarve e que houve um ataque à PJ portuguesa, inacreditável, é obra!
Sócrates tem sido o pior PM da história portuguesa, mas a PGR tem agido como se sabe.
Todas as trapalhadas de José Sócrates têm esbarrado na PGR, dizendo até alguns que há protecção.
Por mais indícios que haja, Sócrates safa-se sempre.
Tudo aponta para manobras da Maçonaria – uma organização criminosa no sub-mundo português – e o apoio do homem que negociava em marfim de sangue e em diamantes de sangue, que é Mário Soares, mais o filho aviador que caiu na Jamba.
Portugal está um lodaçal. Portugal é uma república de criminosos onde qualquer irmão da Maçonaria está livre.
António Vitorino fugiu aos impostos e deixou de ser ministro, mas é comentador!
Murteira Nabo parece que fugiu aos impostos, mas é importante!
Sócrates nem tem uma licenciatura limpa, verdadeira, mas é engº!
Licencitaura de fim de semana, numa universidade gerida por gente que está acusada de crimes de organização criminosa, burla, falsificação de documentos!!!
Na Assembléia da República Sócrates já era engº antes de ter qualquer curso, embora viciado. Até o site oficial do governo dizia que Sócrates era licenciado em “engenharia”!
Pobres assessores de Sócrates que nem sabem a diferença entre engenharia e engenheiria!
A PGR existe?
O PGR sabe o que está a fazer?
Basta de vigarices!
Os portugueses têm de deixar de ser carneiros.
Os políticos são apenas individuos!
O Procurador-Geral da República, que é um homem da confiança do PS, não pode impedir a Assembléia da República de conhecer os seus despachos.
Ou o PGR é o único na União Europeia que faz o que quer e age como quer sem controlo?
Basta o PGR arquivar sem ninguém poder reagir?
Que porcaria de ordem política e jurídica é esta?
Não pode ser.
O PGR deve é demitir-se ou ser demitido.
O Presidente da República não pode aceitar isto!
Basta de andar em Andorra a engraxar os pobres emigrantes portugueses que são escorraçados de Portugal pelas políticas miseráveis dos políticos portugueses!
Eu se fosse PR demitia já o PGR. Obrigava o PM a retirar-lhe a confiança e demita o PGR. E depois demitia Sócrates! “Obviamente, demito-o”.
Até porque tenho uma enorme consideração pelos magistrados portugueses, que estão ofendidos pela manutenção do PGR.
Ninguém tenha disso dúvida!
Para mim, como membro do Povo e como advogado, o PGR tem de mostrar os despachos, até para ser responsabilizado, se for caso disso.
Do ponto de vista legal, o PGR está sujeito às normas que punem quem decide contra direito, favorecendo outrem.
Liquido e cristalino!
Temos de conhecer os despachos!
O PGR foi juiz do STJ mas como PGR não é livre para decidir de uma forma ou de outra.
Mesmo as decisões do STJ são sindicáveis no Tribunal Constitucional e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem!
Então o PGR pode decidir como quer e pensa que nada nem ninguém o pode questionar?
Estamos no Zimbabwe ou quê?
Portugal virou estado ditatorial?
Sócrates não pode pensar que faz tudo e tem a PGR mais os magistrados maçóns a protegê-lo.!
Se assim for há que agir e alterar isto.
A PGR tem de fazer o que fazem em Itália : Investigar a máfia das lojas maçónicas.
Porque se assim não for vamos ter graves problemas.
Demissão do PGR, já!|
E a Ministra do trabalho que parece estar feita com o casino estoril bem como o Ministro da Economia
Pois o despedimento terrorista que foi feito aos 112 trabalhadores do Casino Estoril sem que houvesse investigação das entidades competentes todos fecharam os olhos boca etc… e depois na assembleia da républica a Ministra diz estar em dialgo para se resolver este caso o que é falso nunca a ministra falou seja com quem devia falar é este o governo de Sócrates despedir o máximo de pessoas e ao mesmo tempo preocupar com a escala do desemprego
Teria demitido o Mentiroso, há mais de dois anos, logo que surgiu o caso da licenciatura e os outros que se lhe seguiram. Santana foi demitido por muito menos e embora não tivesse sido sufragado eleitoralmente, tinha legitimidade para governar.
A demissão tempestiva deste indivíduo era uma exigência democrática e por razões eleitorais, conjonturais e outras tal não sucedeu. Agora é o que se vê…
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logo vi que o problema era conjontural
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Indo a caminho do meio século de idade que,(e começo desta forma,porquê)em nada contribuí para a queda da Monarquia.Perante este facto pergunto eu,como se burro fosse,qual a diferença entre uma monarquia e uma democracia, (camuflada)? E a questão prende-se com o texto em questão,sobre o que o sr. da foto faria.Desta forma cada vez mais sou adepto de uma experienciçaõ monartica e olhando para outros exemplos mesmo dentro da nossa pseuda-europa,vejo que seria o melhor para nós.Quanto a tachos seriam igual mas quanto a um alarido popular as coisas seriam diferentes.Penso eu.
Red
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quando o santana foi demitido já o governo se tinha dissolvido em fascículos.
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Uma vez que os comentários no post anterior estão fechados:
Caro CAA
De uma vez por todas diga qual é o lugar que quer.
Já não é suportável ouvi-lo e ler o que escreve.
O Vital calou-se ( mais ou menos) com o lugar de deputado europeu.
Você quer o mesmo.?
Confunde este Presidente com os poderes do Presidente………
Umas insinuações sobre os “amigos” do Presidente da República…
Ou está a apoiar alguém, que não diz, para dois de eleito dizer que, por uma questão de independência, deixou de apoiar aquele que, por uma questão de transparência devia ter dito que apoiava.
O Sr. é cada vez mais o João Baião do comentário político. Só falta andar aos saltitos. Macacos Adrianos não lhe faltam.
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Há por aqui uns “monárqicuzitos” muito engraçados, dão os quartos trazeiros e 8 tostões, para dizerem que a monarquia é que é bom……………
Daaaaaaaaaaaaaaaa-ssssssssssssssssseeeeeeee !!
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A Viagem a Praga (d’après Morike)
Para os mais inocentes, convem recordar que a Viagem a Praga começou em 1985.
Era uma vez um saloio, filho de um homem de uma bomba de gasolina, que tinha ido tirar um canudo lá fora, e, por isso, se “achava”.
Naquelas eras, pagar um curso a um saloio, em Inglaterra, não era para todos, mas, nem por isso, deixava de ser mais uma manifestação de saloice.
Partiu saloio, saloio voltou, e saloio se meteu num célebre Citroën, que foi à Figueira da Foz fazer a chico-espertice de uma rodagem saloia: lá dentro, ia um saloio, apostado em trair um Bloco Central, chefiado por Mário Soares, pessoa que nunca foi muito boa em contas, mas tinha acabado, com Ernâni Lopes, de equilibrar Portugal, à justinha, muito à justinha, na beira de um abismo pré-Europeu.
O saloio era eurocético, o que quer dizer que não sabia onde ficava a Europa… não, estou a ser injusto… quando submetido a testes de aptidão, sabia dizer, dez vezes mais rápido onde ficava Boliqueime do que Praga, e eurocético continuaria, se não tivesse havido uns javardolas, da sua área de adoção — qualquer servia, já que o Antigo Regime estava extinto… — que lhe assopraram aos ouvidos de saloio que Europa=Dinheiro. Ora, o saloio tinha um doutoramento em dinheiro, e achou que era a altura de dar a facada na Política, para que os compadres enchessem os bolsos de matéria prima.
Como qualquer saloio, era menos de roubar do que de deixar roubar, e, em seu redor, reuniu todas as estratégias que permitissem ordenhar o último Brasil e as últimas Especiarias que Portugal conheceria.
Deixou obra feita: estradas com curvas da morte, linhas férreas arrancadas, o litoral cheio de casinhas de pacóvios, as esquinas, onde antes havia pastelarias, infestadas de bancos, ladrões, drogados e polícias. Como só conhecia a posição do seminarista, alinhou, com o seu amigo, Reagan, a sopeira Tatcher e o mineiro Ratzinger, numa coisa que matava os seres contra a Natureza, e que se chamava Sida. De caminho, foram alguns hemofílicos, mas a co-culpada foi ilibada e promovida, já que num país de cegos, o melhor é mesmo chefiar um instituto para os olhos. Inaugurou a roleta russa da Bolsa do toca e foge; abriu a banca aos apaniguados de S. Balaguer, roubou no alcatrão das estradas, e tornou célebres nomes dignos da Chicago dos Anos 20. Os Tribunais, que vinham dos tempo dos Tribunais Plenários, do Sr. Salazar, adoraram, e, em vez de prender, tornaram heróis caras muito conhecidas, como Ferreira do Amaral, Mira Amaral e o célebre Cardoso e Cunha, muito conhecido dos tráficos e da falência. Foi a era gloriosa do “Major”, do satélite português e do Centro Cultural de Belém, que custou duas vezes o Guggenheim, de Bilbao. Na Cultura, pontuava do alto do Órgão Oficial da Coisa, o “Expresso”, uma rameira, Ferreira Alves, cuja incultura ditava os “nóbèles” da casa, uma bichona, o Melo, que percebia tanto de Pintura quanto eu de Futebol, e mais uns m****s afins. Santana Lopes chegou a ser Secretário de Estado desse bolo; Ferreira Leite, da Educação (!), e os Ministros e Secretários de Estado iam caindo, ou à pala de taveiradas, ou de Pedofilia, ou com anedotas sobre o alumínio da hemodiálise, ou, tão-só, porque sim.
Com Cavaco, passámos das árvores de plástico do Setor Primário para os depósitos diretos na Suíça, do Terciário, e quem os não fez é porque foi parvo.
A Função Pública era então feliz, porque não se chegava a reformar: apenas se esperava que morresse, na paz do senhor Ratzinger.
Cavaco era um cobarde, mão sempre suadas, e, pela primeira vez, desde Salazar, mandou disparar sobre uma multidão, pelo gatilho de Dias Loureiro, um gajo que o Sistema adorava e que depois chegou onde chegou, passando por onde passou. Foram os dias em que mais suou, e, quando os Portugueses se livraram da Praga, já estavam irremediavelmente na Cauda da Europa.
O resto é ainda mais público: veio o Guterres, que achou que um país lá progredia com generosidades, e deixou crescer todo o tipo de monstros, desde Fundações a Redes Pedófilas, beatizando o Estado através do crime de colarinho branco, reciclando Comunistas mal paridos, e atirando os Portugueses para dívidas perpétuas a Bancos e Construtores Civis.
Com Cavaco, fora o direito ao frigorífico; com Guterres, inaugurava-se o direito ao friso de azulejos, na Brandoa; para os poucos outros, era o alegre viajar pelos “off-shores”.
Um dia, caiu uma ponte, em Entre os Rios, felizmente, por causas naturais, e o ciclo inverteu-se, com o último Ministro a demitir-se, e o Picareta Falante a fugir, depois de perceber quem eram Ferro Rodrigues, Jaime Gama e o Paulo Pedroso.
Chamou-lhe “pântano”, porque estava com a boca pegajosa, nesse dia: eu chamar-lhe-ia hoje outra coisa bem pior…
Inaugurado o Declínio, Barroso, um dos mais sinistros invertebrados de Cavaco, proclamou a Tanga do Livrinho Vermelho, e o Portas entretinha-se com renegociar submarinos, onde tanta a gente metera a unha que também a unha achava dever seu meter, e lá meteu.
A viuvinha, Nobre Guedes, abatia sobreiros, e inaugurava a substituição do Banco de Portugal pelo BES.
Um dia, à medida que as cinzas vulcânicas iam encobrindo os céus, desataram todos a fugir: um Maçon cor de cenoura a dar golpes de estado palacianos, e a surgir da sombra o derradeiro Carrasco de Portugal.
Sócrates não era um Político, era um emissário do Fim da Coisa, não fosse a mãezinha dele daquelas de bater às portas, a anunciar o Fim dos Tempos. Brevemente, até disso ficará desempregada.
Entre estas pragas, prosseguíamos para Praga, o Saloio de Boliqueime já senil, convencido de que estava no Estado Novo, pôs a Maria a subir-lhe as bainhas para dois mandatos, até que o Senhor Havel, na República Checa, lhe perguntou se não estava assustado com o estado do País dele, que, por acaso, até é o nosso, mas o outro não percebeu, porque, mesmo sem país, o segundo mandato é mesmo para cumprir.
Feitos a caminho, já de “caminhete”, voltaram aos tempos áureos da sua essência, o sacolejão de estrada, a valise atada com cordões, a água-pé que oscila de boca em boca, a corcunda com a cabeça deitada nos joelhos dos fatos vincados do seu Aníbal, outra vezm vinte aninhos, cantarolando musiquinhas do tempo em que as moçoilas eram virgens, e perguntando, “amor, não percebi aquela do devermos estar preocupados?… Eu não vou voltar a ser Primeira Dama para o ano”?
Pois é, claro que vais: estás à distância disso de um telefonema para o Garrafão de Águeda, que quer pôr o vinho a substituir a gasolina nas rodagens dos citröens, benzó-deus, e mesmo que não telefones, a Irmã Lúcia obrará esse milagre para ti.
Na Alemanha, mandaram parar as “caminhetes”, convencidos de que ali vinha mais um bando de Turcos, para poluir as “banlieux” de Berlim, mas a Maria acenou lá do fundo, e, depois de encostada ao compartimento das bagagens, revistada, e apalpada em todas as partes — as Turcas e as Romenas traficam coca na Boca da Servidão… — foram reconhecidos “Portugueses”, pelo passaporte da mulher de bigode da Saúde, e deixados seguir viagem — quanto mais depressa fora de aqui, melhor!… — , a caminho da Bancarrota. Só a Katia Guerreiro ficou com o telefone dos “Polizei”, para o caso de precisar de algum cilindro desentupidor da garganta.
Nós, por cá, todos bem.
Escapámos, como escapamos sempre, às cinzas, e o Figo já começou a limpar a imagem, dizendo que “tem orgasmos com o Messi”, na velha tradição portuguesa do homoerotismo do “Esférico”.
Assim terminou a Viagem a Praga.
Durou 26 anos, e foi um pouco como Marco Polo, partiu ainda de Veneza próspera, mas, já chegado, tinha, à sua espera, uma bela e justificada Bancarrota.
Arrebenta
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1. Hà dois anos a questão podia (não sei se devia) ter tido esse desfecho. Agora acho que não.
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Avisou há sete anos atrás o que estariamos a passar agora. Já não foi mau. E o CAA? Para que serve?
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Uma fotografia e reflexão para o futuro:
Fernando Nobre.
A sua ‘falta’ de profissionalismo político? Graças a Deus.
As suas posições de apoio político (de Barroso ao BE)? É independente, outra vantagem.
E até faz auto crítica, reconhecendo erros (o de Barroso, por ex).
Jantar a 1 de Maio, restaurante do antigo mercado da Ribeira.
A bem do Regime.
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O sr da foto é o PR? fiquei baralhado com os comentários!
Este sr já não faz nada. Está arrumado até às eleições. E depois continuará afazer o mesmo, ou seja: nada!
Estou farto dele. A merda de PMs que se lhe seguiram (Guterres, Barroso, Santana,) acabaram por dar dele a ideia de que, pelo menos era um homem de princípios e com alguma coragem.
Mas transformou-se num rolhas. Sempre se disse dele que era um homem sem coragem física, agora também perdeu a coragem politica.
Tem medo de tudo. Outro inútil!
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O Coelho foi para a cama com o Sócrates e quem paga é o Cavaco. Um raciocínio de monta para um Super Dragon.
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O Amorim quando perde ao berlinde bate no melhor amigo e se perder com o melhor amigo bate no presidente da república.
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Caiu-lhe o santinho na lama e o Amorim, como bom ateu, renega e desdiz do Presidente.
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Perdoe-me mais esta Helena, mas é para tentar ajudar o Amorim a focar: CAA, o problema, AGORA, é o COELHO.
Vamos ser homenzinhos e parar de apontar, que é feio.
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As eleições foram fraudulentas, antes o défice era 5,9% depois passou a 9,3%.
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O Cavaco só demite pessoal menor. Tipo porteiro de hospital que lhe pede identificação no cumprimento ultra-zeloso do dever.
Ou em casos tipo Pinho…perdão, Borrego. Ou se deixarem de lhe agradar politicamente, mas não lhe façam mossa politica. Tipo Ângelo Correia.
Agora com tipos do género Loureiro, Oliveira e Costa e Delerues mais companhia, não se incomoda.
Cavaco é um timorato que se arrisca a perder o posto para Manuel Alegre, o que seria uma lição que o tipo bem precisa.
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Vamos a factos. Escritos.
Em 2000, Cavaco escreve o celebérrimo artigo “O monstro”, salvo erro no DN. Não tendo conseguido encontrar um link para o original, partilho esta sinopse que, apelando à memória, diz o essencial. Tinham passado 5 anos de Guterres (e Sousa Franco, não esqueçamos). A frase que fica é esta: «já não é possível dominar o monstro sem dor».
Três anos depois, num jantar de homenagem a Silva Lopes, Cavaco explica, invocando as suas credenciais académicas, a ligação estreita entre défice público e défit externo, mesmo numa zona monetária. O discurso foi este Constâncio não concorda. Acha que na zona euro, eventuais desequilíbrios externos têm tanta importância (na óptica dele, nenhuma) como a Vírginia dever dinheiro ao Texas.
Muitos mais avisos à navegação surgiram, já como Presidente da República. Já não nos lembramos dos discurso de Ano Novo em 2009 e 2010? Recordam-se, por exemplo, da sua intervenção na cerimónia de comemoração do 160º aniversário do Tribunal de Contas?
Cavaco é um institucionalista. Nunca fará nada que fira essa visão institucional. Pelo contrário, aí, quando se sente atacado, reage fortemente (vd. estatuto dos Açores) mesmo que sem muito “jeito”.
Se Sócrates foi uma catástrofe que se abateu sobre nós com a sua soberba, a sua insuportável arrogância e teimosia que pretende confundir com tenacidade, o seu carácter próprio de um mentiroso compulsivo, a incapacidade de reconhecer o erro próprio e, desgraça das desgraças (que parece ser endémica nos primeiro-ministros do PS), a suprema ignorância dos mecanismos básicos de funcionamento de uma economia, não tenho quaisquer dúvidas.
O país teve uma hipótese de se ver livre de Sócrates. Preferiu a ilusão e a mentira à verdade. Não culpem Cavaco por isso.
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Pois,mas isso é o que nós menos precisamos.
Um parasita traidor a PR.
Alegre demitia um governo socialista que andou sempre a apoiar???
Não brinque,José.
CAA só há um,o oportunista e mais nenhum!
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10.JB disse
30 Abril, 2010 às 4:03 pm
Uma fotografia e reflexão para o futuro:
Fernando Nobre.
A sua ‘falta’ de profissionalismo político? Graças a Deus.
As suas posições de apoio político (de Barroso ao BE)? É independente, outra vantagem.
E até faz auto crítica, reconhecendo erros (o de Barroso, por ex).
Jantar a 1 de Maio, restaurante do antigo mercado da Ribeira.
A bem do Regime.
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ISTO ATÉ DÁ PARA ANÚNCIOS À BORLIÚ :
E AINDA FALAM DA INÊS DE MEDEIROS . . .
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Sobre o Nobre há que ter em conta que antes de se candidatar foi pedir a beção ao Soares,ao Louçã e quejandos.
Do seu discurso dá para perceber que é de esquerda…direita…esquerd…hein?!…direit…whatever!
Mais um a quem se adivinham as intenções.
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Nobre? Presidente? Estamos a brincar aos presidentes?
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O Cavaco só joga para o campeonato.
O Alegre é mais uma anedota à portuguesa.
O Nobre, como explicar. Eu já tenho médico de família, agora se ele quer tratar da dele o problema não é meu.
Até já temos agora o Guterres a mandar postas de pescada e a querer meter conversa.
Estamos pior que pensamos.
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Há uma argumentação(?!) muito socrática que consiste em apontar aos seus adversários políticos, caso evidente do debate de JSocrates com MFL aquando da campanha para as últimas legislativas, supostas contradições pelo facto de terem defendido determinadas medidas de política económica no passado e defenderem outras no presente ou mesmo sustentar a revogação das primeiras.
Esta argumentação(?!) é consistente com literatura de cordel do tipo “receitas para gerir um país” (em 12 lições rápidas, de menos de 100 páginas, com linhas a dois espaços). Ou seja: as políticas são boas ou são más, independentemente do contexto em que são aplicadas. Por exemplo, no quadro mental socrático, o investimento público é sempre bom. Qualquer que ele seja. Que haja auto-estradas de três faixas literalmente às moscas ou que se gaste dinheiro em aeroportos para, eventualmente, servirem de garagem, não interessa ao careca. O que interessa é que se fez investimento e se deu muito(?!) emprego enquanto se construiam os viadutos.
Os japoneses andam nisto há 20 anos e o sucesso tem sido estonteante, como todos sabemos. É lamentável que os tão prolixos Krugman e Stiglitz, tão do agrado de JSocrates, dediquem tão pouca da sua atenção ao caso japonês! Alguém alvitra uma explicação para este curioso facto?
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O Cavaco não pode fazer nada, nadinha.
Vejam o Passos Coelho, coitado! Tão jovem e já cheio de reumático.
Não tem cura.
O Cavaco nem sequer é médico…
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Nem de propósito. Cavaco Silva: Todos os investimentos públicos e privados devem ser “reponderados”
«O Presidente da República falou hoje pela primeira vez desde que a S&P cortou o rating de Portugal, tendo defendido que se deve reponderar todos os investimentos públicos ou privados na área dos bens não transaccionáveis, sobretudo os que tenham componentes importados e pouco mão-de-obra.»
(via Miguel Madeira , n’O Insurgente)
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O link não ficou bem. As minhas desculpas. Repito, assim, o comentário
Nem de propósito. Cavaco Silva: Todos os investimentos públicos e privados devem ser “reponderados”
«O Presidente da República falou hoje pela primeira vez desde que a S&P cortou o rating de Portugal, tendo defendido que se deve reponderar todos os investimentos públicos ou privados na área dos bens não transaccionáveis, sobretudo os que tenham componentes importados e pouco mão-de-obra.»
(via Miguel Madeira , n’O Insurgente)
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Caro Eduardo,
Quando encontrar declaração equivalente com sabor a coelho passe-o ao CAA, a ver se lhe cura o fastio.
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Caro Romão,
Fica combinado. Mas temo tratar-se de algo cuja probabilidade se situa na vizinhança da “Missão Impossível”.
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“Todos os investimentos públicos e privados devem ser “reponderados””
Privados também?! Porquê?
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Eu sempre votei Cavaco!
Agora? Jamais!
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Tenha calma! Os últimos que confrontaram o gordo neste blogue foram escorraçados… com a sua inefável ajudinha é certo. Mas foram.
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#31
És demasiado óbvio,Coiso.Muda o disco.
Diz assim:
-Eu sempre votei PS,são eles qie me pagam.
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17, José:
Costumo lê-lo com interesse. Mas, desta vez, V. meteu a pata na poça.
Essa mentira, que nem por muito repetida passou a ser verdade, de que Cavaco demitiu um porteiro do hospital de Faro porque este lhe pediu “identificação no cumprimento ultra-zeloso do dever” não é digna de si.
Tinha-o noutra conta. Estava infelizmente errado.
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Gestor:
O Cavaco não demitiu directamente. Mas a Administração do hospital fê-lo conforme foi notícia na época. E sabemos muito bem quem nomeava ( e nomeia) as administrações hospitalares e com que critérios. Não tenho a menor dúvida que o facto de o porteiro ter incomodado sua Exª foi determinante para o porem a correr e muito depressa.
Mas se não se recorda do caso, eu lembro-lhe
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José,não creio que possa de uma partir para chegar à outra.
Acredito que foi a razão do despedimento,não consigo é chegar honestamente à sua conclusão.
Se formos levianos,podemos fazer muitos mais juízos,sobre muita gente.Não me parece é justo.
Porque não excesso de zelo da administração do hospital para “engraxar” Cavaco?
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«Nobre? Presidente? Estamos a brincar aos presidentes?»
Portanto, sigamos a tradição.
Um igual aos anteriores, incluindo o actual.
A bem do regime
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35, José
Nova pata na poça. É falso que o homem tenha acabado por ser despedido.
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Caro Pi-Erre #30,
Imagine, por hipótese meramente académica que, de repente, passava a existir um Ministro da Indústria e Energia e que com ele cessariam novos projectos de fotovoltaicas e a tarifa garantida das eólicas passava a metade.
Está a ver de que privados estou a falar, não está? É que para os outros, os verdadeiramente privados, as palavras de Cavaco não aquecem nem arrefecem.
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É como cá em Portugal !!!
Afinal,sempre há alguma razão para os políticos citarem os países nórdicos como exemplo…
Parlamento sueco dá exemplo de transparência
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Assunto: Broncas
Para:
Mais uma das Broncas do nosso 1º…
José Maria Martins…..
O Homem passou-se mas concordo em absoluto com Ele…
Segunda-feira, Março 08, 2010
Há que investigar a riqueza de José Sócrates e investigar as lojas maçónicas do GOL Todos sabem que eu não morro de amores por José Sócrates.
Desde logo não consigo perceber como José Sócrates é tão rico, mas aufere mensalmente menos que eu!
Sócrates sempre foi uma pessoa pobre.
Não passava de mero funcionário de uma Câmara Municipal. Com um vencimento baixissimo.
Depois não passava de mero deputado, com um vencimento baixo e que não dá para grandes voos.
Nem como secretário de estado ganhava algo que se visse.
De repente, José Sócartes e a sua família, aparecem como as debutantes nos bailes da Associação Comercial do Porto! Ricos, anafados!
Sócrates é imensamente rico, cliente da loja mais cara dos Estados Unidos, a comprar fatos de 50 mil dólares – isto num país em que há 40% de pobres! – a mãe que era empregada doméstica, passa a rica proprietária!
Uma ofensa ao Povo Português!|
Depois temos Vale e Azevedo como vizinho de Sócrates, no mesmo prédio, e as manobras no Reino Unido para evitarem a extradição de Vale e Azevedo!
Isto aliado ao facto de se saber que o PM do Reino Unido é amigo do casal pai da miúda desaparecida no Algarve e que houve um ataque à PJ portuguesa, inacreditável, é obra!
Sócrates tem sido o pior PM da história portuguesa, mas a PGR tem agido como se sabe.
Todas as trapalhadas de José Sócrates têm esbarrado na PGR, dizendo até alguns que há protecção.
Por mais indícios que haja, Sócrates safa-se sempre.
Tudo aponta para manobras da Maçonaria – uma organização criminosa no sub-mundo português – e o apoio do homem que negociava em marfim de sangue e em diamantes de sangue, que é Mário Soares, mais o filho aviador que caiu na Jamba.
Portugal está um lodaçal. Portugal é uma república de criminosos onde qualquer irmão da Maçonaria está livre.
António Vitorino fugiu aos impostos e deixou de ser ministro, mas é comentador!
Murteira Nabo parece que fugiu aos impostos, mas é importante!
Sócrates nem tem uma licenciatura limpa, verdadeira, mas é engº!
Licencitaura de fim de semana, numa universidade gerida por gente que está acusada de crimes de organização criminosa, burla, falsificação de documentos!!!
Na Assembléia da República Sócrates já era engº antes de ter qualquer curso, embora viciado. Até o site oficial do governo dizia que Sócrates era licenciado em “engenharia”!
Pobres assessores de Sócrates que nem sabem a diferença entre engenharia e engenheiria!
A PGR existe?
O PGR sabe o que está a fazer?
Basta de vigarices!
Os portugueses têm de deixar de ser carneiros.
Os políticos são apenas individuos!
O Procurador-Geral da República, que é um homem da confiança do PS, não pode impedir a Assembléia da República de conhecer os seus despachos.
Ou o PGR é o único na União Europeia que faz o que quer e age como quer sem controlo?
Basta o PGR arquivar sem ninguém poder reagir?
Que porcaria de ordem política e jurídica é esta?
Não pode ser.
O PGR deve é demitir-se ou ser demitido.
O Presidente da República não pode aceitar isto!
Basta de andar em Andorra a engraxar os pobres emigrantes portugueses que são escorraçados de Portugal pelas políticas miseráveis dos políticos portugueses!
Eu se fosse PR demitia já o PGR. Obrigava o PM a retirar-lhe a confiança e demita o PGR. E depois demitia Sócrates! “Obviamente, demito-o”.
Até porque tenho uma enorme consideração pelos magistrados portugueses, que estão ofendidos pela manutenção do PGR.
Ninguém tenha disso dúvida!
Para mim, como membro do Povo e como advogado, o PGR tem de mostrar os despachos, até para ser responsabilizado, se for caso disso.
Do ponto de vista legal, o PGR está sujeito às normas que punem quem decide contra direito, favorecendo outrem.
Liquido e cristalino!
Temos de conhecer os despachos!
O PGR foi juiz do STJ mas como PGR não é livre para decidir de uma forma ou de outra.
Mesmo as decisões do STJ são sindicáveis no Tribunal Constitucional e no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem!
Então o PGR pode decidir como quer e pensa que nada nem ninguém o pode questionar?
Estamos no Zimbabwe ou quê?
Portugal virou estado ditatorial?
Sócrates não pode pensar que faz tudo e tem a PGR mais os magistrados maçóns a protegê-lo.!
Se assim for há que agir e alterar isto.
A PGR tem de fazer o que fazem em Itália : Investigar a máfia das lojas maçónicas.
Porque se assim não for vamos ter graves problemas.
Demissão do PGR, já!|
E a Ministra do trabalho que parece estar feita com o casino estoril bem como o Ministro da Economia
Pois o despedimento terrorista que foi feito aos 112 trabalhadores do Casino Estoril sem que houvesse investigação das entidades competentes todos fecharam os olhos boca etc… e depois na assembleia da républica a Ministra diz estar em dialgo para se resolver este caso o que é falso nunca a ministra falou seja com quem devia falar é este o governo de Sócrates despedir o máximo de pessoas e ao mesmo tempo preocupar com a escala do desemprego
Nós vamos todos ficar pior que a Grécia .
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