Mentem e não conseguem esconder isso LÁ FORA. Cá dentro não há problema, mentem na mesma e conseguem maiorias, absolutas ou relativas. Se duvidam esperem pelas próximas eleições..
Outras, João Miranda? Acredita nisso? A receita é sempre a mesma: mais impostos e mais dívida. A única criatividade reside na identificação de novas formas de gastar dinheiro e no desenvolvimento da semântica e da hermenêutica do subsídio. Os keynesianos da altura encarregar-se-ão de legitimar “cientificamente” que gastar o dobro do que se está a pensar dispender, recorrendo a empréstimos, é insuficiente, havendo que, pelo menos, quadruplicar o que previamente se tinha pensado.
Os Portugueses corrompidos pelo Estado-Poder Político deixaram-lhe o poder de decidir sobre as próprias vidas e dos filhos. Com todo o poder, o Estado faz o que sempre fizeram todas as burocracias: Cresce desmesuradamente. E depois como as coisas pioram a cada vez que ganha mais poder diz que ainda precisa de mais poder.
“Nenhum movimento especulativo fará o Governo mudar de planos (…) O pior que podemos fazer é mudar de plano”.
– 1 de Maio
“Estou a pensar justamente em todos os investimentos que não foram ainda adjudicados, como é o caso, por exemplo, da terceira via, como é o caso do aeroporto, para que os possamos lançar num momento em que a estabilização financeira regresse aos mercados e possa haver maiores garantias de financiamento para que essas obras se possam desenvolver”.
– 7 de Maio
Traduzido: “Não posso continuar com a minha habitual arrogância e estupidez natural porque Bruxelas não deixa.”
“Não há aumento de impostos, concentraremos os nossos esforços na contenção e na redução da despesa, seguindo uma política financeira de rigor”.
– 27 de Janeiro
“Se [ajustamento do défice] tiver de ser feito através de um aumento de impostos, temos de recorrer a uma solução dessa natureza. Não podemos recusar ou pôr de parte toda a panóplia de soluções que serão indispensáveis”.
– 10 de Maio
Traduzido: “Confirmo assim que mereço o meu galardão de pior ministro das finanças europeu. E que Medina Carreira tinha razão ao dizer que confiava mais numa dona de casa para gerir o país do que em mim”.
“As medidas que vieram a público ao longo do dia de hoje são adequadas ao objectivo de Portugal reduzir o défice para menos de 3% do PIB em 2013”
– 9 de Março
“Não me pronuncio sobre medidas concretas que competem ao Governo, mas é evidente que na situação de tensão e dificuldades financeiras, tudo tem de ser ponderado. Tem de se reforçar o PEC, tem de se reduzir mais o défice e se isso implicar o adiamento de despesas para o futuro, com certeza que vai nessa direcção”.
– 6 de Maio
Traduzido: “Nunca houve um administrador do Banco de Portugal que se esteve tanto nas tintas para o país por isso não se admirem se eu disser hoje uma coisa e outra amanhã. Eu bato o recorde por ter sido o pior administrador e ao mesmo tempo o mais bem pago.”
A tia Merkelina do Zézito mandou ele ler os livros apropriados e ainda mandou deveres para casa.
A tia Merkelina fez ver ao Zézito que o fax que ele mandou (PEC) não serve para nada ainda mais enviado ao domingo, pelo que tem de prestar novas provas.
Também chamou a atenção à sabedoria de novela das outras tias solteironas e ardidas dizendo ao Zézito que pode continuar a esconder-se atrás dela mas que vai ter de lhe obedecer senão leva umas palmadas.
A vida é dura quando se chega quase aos 50 e ainda se apanha nas nalgas de uma tia distante.
Vejam como o semblante do Zézito está mais carregado, um pouco triste até. Aquele sorrriso de desprezo pelos outros desvaneceu-se.
Acontece!!!!
Não podemos ser jovens “inconcientes” toda a vida.
Antes a minha tia Francelina andava de aeroplano.
Depois passou a andar de low-cost.
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ehehe
à Groucho.
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MENTEM COM TODOS OS DENTES QUE TÊM NA BOCA!
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Mentem e não conseguem esconder isso LÁ FORA. Cá dentro não há problema, mentem na mesma e conseguem maiorias, absolutas ou relativas. Se duvidam esperem pelas próximas eleições..
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Saia um conjunto de perfumes catinga para a central Piscoisa!Dá-lhes cá uma tusa…
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Outras, João Miranda? Acredita nisso? A receita é sempre a mesma: mais impostos e mais dívida. A única criatividade reside na identificação de novas formas de gastar dinheiro e no desenvolvimento da semântica e da hermenêutica do subsídio. Os keynesianos da altura encarregar-se-ão de legitimar “cientificamente” que gastar o dobro do que se está a pensar dispender, recorrendo a empréstimos, é insuficiente, havendo que, pelo menos, quadruplicar o que previamente se tinha pensado.
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“Those are my principles; if you don’t like them I have others”-
no original.
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Finalmente se vê um pouco de jornalismo.
Os Portugueses corrompidos pelo Estado-Poder Político deixaram-lhe o poder de decidir sobre as próprias vidas e dos filhos. Com todo o poder, o Estado faz o que sempre fizeram todas as burocracias: Cresce desmesuradamente. E depois como as coisas pioram a cada vez que ganha mais poder diz que ainda precisa de mais poder.
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Este artigo é espectacular. Vou “plantá-lo” lá pelo meu jardim assim que puder (mais logo). 😉
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“Nenhum movimento especulativo fará o Governo mudar de planos (…) O pior que podemos fazer é mudar de plano”.
– 1 de Maio
“Estou a pensar justamente em todos os investimentos que não foram ainda adjudicados, como é o caso, por exemplo, da terceira via, como é o caso do aeroporto, para que os possamos lançar num momento em que a estabilização financeira regresse aos mercados e possa haver maiores garantias de financiamento para que essas obras se possam desenvolver”.
– 7 de Maio
Traduzido: “Não posso continuar com a minha habitual arrogância e estupidez natural porque Bruxelas não deixa.”
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“Não há aumento de impostos, concentraremos os nossos esforços na contenção e na redução da despesa, seguindo uma política financeira de rigor”.
– 27 de Janeiro
“Se [ajustamento do défice] tiver de ser feito através de um aumento de impostos, temos de recorrer a uma solução dessa natureza. Não podemos recusar ou pôr de parte toda a panóplia de soluções que serão indispensáveis”.
– 10 de Maio
Traduzido: “Confirmo assim que mereço o meu galardão de pior ministro das finanças europeu. E que Medina Carreira tinha razão ao dizer que confiava mais numa dona de casa para gerir o país do que em mim”.
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“As medidas que vieram a público ao longo do dia de hoje são adequadas ao objectivo de Portugal reduzir o défice para menos de 3% do PIB em 2013”
– 9 de Março
“Não me pronuncio sobre medidas concretas que competem ao Governo, mas é evidente que na situação de tensão e dificuldades financeiras, tudo tem de ser ponderado. Tem de se reforçar o PEC, tem de se reduzir mais o défice e se isso implicar o adiamento de despesas para o futuro, com certeza que vai nessa direcção”.
– 6 de Maio
Traduzido: “Nunca houve um administrador do Banco de Portugal que se esteve tanto nas tintas para o país por isso não se admirem se eu disser hoje uma coisa e outra amanhã. Eu bato o recorde por ter sido o pior administrador e ao mesmo tempo o mais bem pago.”
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O quê, o Económico escreveu isso? Deve ter havido aí um engano qualquer…
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A tia Merkelina do Zézito mandou ele ler os livros apropriados e ainda mandou deveres para casa.
A tia Merkelina fez ver ao Zézito que o fax que ele mandou (PEC) não serve para nada ainda mais enviado ao domingo, pelo que tem de prestar novas provas.
Também chamou a atenção à sabedoria de novela das outras tias solteironas e ardidas dizendo ao Zézito que pode continuar a esconder-se atrás dela mas que vai ter de lhe obedecer senão leva umas palmadas.
A vida é dura quando se chega quase aos 50 e ainda se apanha nas nalgas de uma tia distante.
Vejam como o semblante do Zézito está mais carregado, um pouco triste até. Aquele sorrriso de desprezo pelos outros desvaneceu-se.
Acontece!!!!
Não podemos ser jovens “inconcientes” toda a vida.
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Devia ter começado pelas outras, pode ser que sejam melhorzinhas…
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