Uma economia, dois sectores
O governo tem neste momento duas alternativas, ou corta na despesa, ou aumenta os impostos.
Aumento de impostos transfere recursos do sector privado para o público. O sector público sai a ganhar, apesar de ser o sector onde só se produzem bens não transaccionáveis, que neste momento está sobredimensionado e que produz pouco para os recursos que consome. Retira recursos ao sector privado, o qual pode produzir bens transaccionáveis e está mais exposto à concorrência externa.
Corte na despesa reduz o sector público e torna o sector privado mais atractivo. Desvia recurso para o sector privado, que pode produzir bens transaccionáveis, e força o sector público a usar recursos de forma mais eficiente.
Qual é a decisão que os políticos portugueses vão tomar?

Uma parte importante do sector privado deste país, é um logro: depende do sector público.
Então como se faz?
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José,
Essas empresas vivem da despesa pública. Corta-se na despesa pública.
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Não propôs o PSD, uma efectiva e verdadeira reforma da administração pública com um efectivo ataque à despesa pública (como “ad nauseam” não me cansarei de repetir), com a extinção ou pelo menos a redução dos múltiplos órgãos do Estado parasitários ou a redução do número de deputados e o corte dos seus subsídios ou a extinção dos governos civis parasitários e das empresas municipais igualmente parasitárias ou ainda a extinção dos cargos dos representantes do estado dos governos regionais. A proposta de redução de 2,9% dos salários dos políticos e gestores públicos torna-se demasiado ridícula face à gravidade do peso da despesa pública do Estado. O PSD demonstra assim, ser incapaz de uma alternativa política capaz de inverter a desastrosa gestão do País.
Em Espanha, Zapatero, reduz o salário dos membros do governo em 15%.
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São 700.000 funcionários públicos e quase 5 milhões dependentes de subsidios de vária ordem. A decisão que os políticos portugueses vão tomar é evidente, aumentarão os impostos.
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Hipóteses:
1-A mais imbecil
2-A que produza efeitos estatísticos mais rápidos
3-A que resolva mais depressa a aflição política de José Sócrates
4-A que no curto prazo tenha efeito boomerang nos impostos, como da vez anterior
5-A que aparente estarmos a resolver o problema
6-A que adie para depois do governo socialista o seu efeito desastroso
7-A que deixe o país num estado irrecuperável em que depois nem a subida nem a descida são solução
8-Todas as anteriores
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oh miranda! andas distraído, a associação dos industriais da trolha já deu resposta a isso: sem alcochete e tgv não há emprego e bué de falências. os próximos serão os merceeiros co ameaças de deslocalização.
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Subir impostos, até porque o PSD está a jeito para servir de muleta e boa parte dos apoios que PPC recebeu contam receber em breve um lugarzinho ou benesse do Estado. Dupont et Dupont no seu pior…
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Da maneira que isto foi gerido, as opções que sobraram foram:
-prescindir do motor do automóvel (morremos mais depressas de estagnação)
-prescindir das rodas do automóvel (ficamos parados)
-prescindir dos travões do automóvel (esbarramento na certa)
Nos países onde há corrupção e incompetência a rodos é assim. Fica-se sem opções.
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Vão continuar a aumentar impostos.É o caminho para o comunismo através do combate á pobreza tirando aos que têm mais para dar aos que têm menos.Com a Leida Nacionalidade pobreza é coisa que vai haver sempre com fartura…
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#1,
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Outro mito:
“Uma parte importante do sector privado deste país, é um logro: depende do sector público. ”
ou
o sector privado foi obrigado ditatorialemnte pelo Centrão (nomenklatura e appartnik) a depender ‘a sovietica’ do sector publico e do estado ?
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Como se faz ?
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A carga fiscal está muito acima da capacidade de poder de compra dos ordenados. E muito acima da capacidade de competitividade do produzido pelos Portugueses. Os Espanhois também com um vasto sector publico explicam:
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Redução duma média de 5% em 2010 nos vencimentos do pessoal do sector publico (administração publica e empresas publicas) e congelá-los em 2011. A baixa salarial será proporcional aos vencimentos.
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Redução de 15% nos salários dos membros do Governo.
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Suspensão para 2011 dos aumentos de Pensões, excluindo as contributivas e as minimas
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Eliminação dos regimes especiais de Reformas não contributivas.
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Eliminação a partir de 1 de Janeiro de 2011 do ‘cheque-bébé” de 2.500 € .
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Adequação do numero de unidades das embalagens de medicamentos ajustando-o à duração estandardizada dos tratamentos. Podem-se dispensar unidoses mediante o fraccionamento das embalagens de medicamentos.
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A ajuda publica ao desenvolvimento será reduzida entre 2010 e 2011 em 600 milhões de euros.
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O Investimento Publico entre 2010 e 2011 será reduzido em 6.045 milhões de euros.
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Previsão duma poupança adicional nas Despesas do Estado de 1.200 milhões de euros no investimento das Regiões e Autarquias Locais.
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Os pedidos do Rendimento de Inserção Social terão de ser despachados no prazo máximo de 6 meses e não conferem direitos retroactivos.
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A amnistia fiscal está em curso ‘feita na secretaria’.
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E a seguir vem a Baixa Geral de Impostos.
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Portugal já se devia ter mexido há muito tempo. Se teima, o Tecido Economico Português já destroçado e a Produção de Riqueza levam um ‘arrepia’ que nunca mais se curam. Se Portugal não se mexe as consequências para a Admnistração Publica etc são simplesmente arrepiantes.
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Sem uma reestruturação da “democracia” com exageros milionários e uma efectiva política de produção, no mínimo para consumo interno Portugal é inviável.Tornaram-no inviável.
Como isto só se consegue fazer com outro regime…
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Os socialistas subirão impostos tal como fariam as outras alternativas se estivessem no poder.A consequencia será o maior afundamento da economia portuguesa e consequentemente o aumento do desemprego e da pobreza.
O que eles não querem fazer é acabar com todos os organismos estatais parasitários (Agencias reguladoras , obervatórios inuteis , institutos inuteis , fundaçoes inuteis , comissoes inuteis , associaçoes inuteis , empresas publicas inuteis etc)e reduzir o nº de deputados , de juntas de freguesia , de camaras municipais , acabar com governos civis , acabar com reformas e pensões antes dos 65 anos e com reformas duplas e triplas.Racionalizar e gerir bem todo o sistema de saude e de educação ,e de segurança e justiça.
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Um corte de 20% nos salários e está resolvida a crise . Trabalhar 5 dias e receber 4 , parece-me um mal necessário . Em 2013 Portugal estará no topo do mundo económico , não deverá nada a ninguém . A partir daí mão à obra , TGV , Aeroporto , 3ª ponte , reabilitação de 200.000 casas degradadas , 1 semana de férias na Madeira com tudo pago para todos , enfim , um sonho tornado realidade. E mais um desejo , que nunca mais se repita a história seguinte :
Eça de Queirós, em 1872, escreveu nas Farpas:
“Nós estamos num estado comparável somente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá …vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par , a Grécia e Portugal”.
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#12, olhe que talvez não,
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Além da merkalização,
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Obama llama a Zapatero y advierte de los ‘problemas’ económicos de España
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/05/11/espana/1273605896.html
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Essa da solução tuga ‘aumentam-se os impostos’ só se fôr para passaporte de como chegar o mais depressa possivel ao fecho da torneira do crédito (emprestiomos) internacionais ….
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Qual é a decisão que os políticos portugueses vão tomar?
Os Políticos vão escolher a opção que lhes dá ainda mais poder. Isto é: Aumentar Impostos
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Ó africanizador de portugal
Não inventes mentiras.O teu patrão é que é uma merda a governar.Entalou o país.Nomeadamente com a Lei da Nacionalidade de que ninguém fala por cobardia.Ou julgas que tomar conta de quase 1000000 de gajos pobres é baratinho?A todos os níveis:custos em habitação, RSI, desemprego,saúde, educação, segurança, tribunais, prisões, droga…
Aliás basta comparar os nºs das nacionalizações com o aumento das “dívidas”, ou o ano da Lei com a “morte lenta”…
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O que o teu patrão fez foi importar má moeda e exportar a boa moeda percebes?Acabando tudo nos braços do Estado…
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(cont #10 e #14)
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Convém não varrer para baixo do tapete, Portugal está encostado à parede tal qual a Espanha foi:
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Portugal no final de 2008 (racio de insolvência 1.166) já estava 68% PIOR que a Grecia (racio de insolvência 0.696) e 50% PIOR que Espanha (0.771). A Divida Externa Portuguesa agravou-se ainda mais em 2009 piorando o rácio.
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External Debt (BILions) Population (MILions). Valores em $ USD (dolares americanos)
……….(BILion) (MILion)..Debt/capita….GDP/capita…..RACIO DE INSOLVENCIA
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Portugal 286 / 10.7 =….$26,729……..$22,923……..1.166 (=$26,729/$22,923)
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Spain 1100 / 40.5 =..-.$27,160……..$35,215……..0.771 (=$27,160/$35,215)
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Italy 1400 / 58.1 =….$24,096……..$38,492……..0.626 (=$24,096/$38,492)
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Greece 236 / 10.7 =….$22,056……..$31,670……..0.696 (=$22,056/$31,670)
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(GDP per cap data is from World Bank 2008. Ratio data supplied by calc.exe)
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ou melhor as elites que dominaram o ‘Centrão’ e satélites foram encostados impiedosamente à parede ….
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Por este andar, o melhor é o Zapatero nomear o Sócrates Presidente do Governo Regional da Lusitânia e a Academia das Ciências começar a preparar o novo Acordo Ortográfico com a Real Academia de la Lengua, de Madrid. A menos que o Lula se chateie e ordene aos escravos que se revoltem e fondem (?) mais um estado brasileiro. Eu, por mim, vou para Canudos.
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os responsáveis por isto são, por esta ordem
– empresários, fracotes,
– ps e psd,
– sindicatos.
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Por falar em Peninsula Ibérica,
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Portugal fica sempre parado. Acaba por ser sempre rebocado pelas medidas economicas e fiscais da Espanha o que funciona como aspiradora da já pouca riqueza nacional,
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quando Portugal deveria sempre antecipar-se a Espanha nas medidas economicas e fiscais para ser aspiradora da riqueza da Peninsula Iberica.
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É um erro estratégico que se tem repetido sucessivamente.
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Como foi planificado e alertado antecipadamente por alguns Portugueses, se HÁ 2 ANOS tivéssemos feito o que vamos ser obrigados a fazer agora, e outra vez rebocados pela Espanha, a nossa riqueza tinha aumentado em milhares de milhões de euros. Os nossos problemas HOJE seriam tão mais pequenos.
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Mas as Governanças embasbacam-se à espera de ‘milagres do Além’.
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“José,
Essas empresas vivem da despesa pública. Corta-se na despesa pública.”
Eu que destas coisas percebo pouco continuo a perguntar: e isso não for despesa mas apenas investimento produtivo? É que há quem o diga expressamente e acantone a despesa noutro lado…
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“Eu que destas coisas percebo pouco…”
… destas e das outras, o problema não está no empinanço, mas sim na capacidade de adquirir conhecimentos.
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e o estado também retira recursos humanos à economia privada…muita gentinha que pule esquinas e cadeiras podia estar a trabalhar em qualquer coisa de produtivo em vez de sanguessugar recursos a quem trabalha.
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Anónimo #25:
Aì está uma verdade, se for dita por um conhecedor. Agora, se for por um borra-botas qualquer, como me parece ser o caso, vale o que vale o sarrabisco numa lousa, para ver o efeito.
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o caga atira a matar nos pulidores de esquinas e cadeiras.
eu é mais polydor e deutsche grammophon.
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Caro JM e José,
BST Privado
BSNT Público
BST são mesmo os sectores que pela sua natureza não estão abrigados da concorrência internacional, como seja quase todos os produtos físicos, com excepção para alguns alimentos como por exemplo o pão. Inclui-se ainda os serviços que podem ser contratados externamente como seja grandes consultorias, transporte marítimo e aéreo, serviços de telecomunicação internacional, construção civil com obrigatoriedade de concurso internacional.
Tudo o resto é BSNT, como por exemplo todo o sector público, os serviços bancários, telecomunicações, transporte, construção civil, advocacia, ensino e saúde residentes. Estes sectores não tem concorrência de empresas estrangeiras, portanto tem mais folga para maiores margens e lucro. Em PRT, manipulam o Estado Central para os beneficiar. É o chamado Crony Capitalism (ver Wikipedia)
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oh 27 , se está a mandar piada para “pulem”…aconselho que estude a conjugação do verbo polir no presente de indicativo.
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Entretanto nos paises protestantes do Norte que nao tem por que conhecer a este tal Keynes mais eles…continuam a avançar.
So aquí no Sur é o lugar onde nos permitimos tanta classes de “teorica” em quanto se comença a falar de economía.
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