Afinal há policias a mais! Basta ver o DR, 2ª serie de hoje – a quantidade de agentes da policia que são requisitados para exercer funções de motorista no gabinete do PM
Fim do 14º salário para os funcionários público, JÁ!
Gabriel Órfão Gonçalves – orgulhosamnete a recibos verdes desde 2005!
Ou há moral… ou comem todos.
E é bom irmos pensado em acabar com o 13º salário.
Afinal quantos meses tem o ano?
(Procurem na net por “Sócrates dipões de verba de 160 mil euros para telecomunicações móveis”. Bolas, não sabia que ele fazia tanta chamada de valores acrescentado!!!)
Prezado JCD
Essa medida ja foi defendida ha + de 4 anos por Olivier Blanchard num estudo encomendado pelo Banco de Portugal. Este estudo que reflectia as dificuldades de Portugal se ajustar ao EURO esteve durante muito tempo disponivel no site do Banco de Portugal. Pelos vistos ninguem lhe ligou nenhuma!!! Nao e preciso agora o premio nobel dizer o que e obvio
Ora então vamos lá cortar 30% no salário do pessoal, e corta-se também os 13º e 14º mês, e vamos lá ver quanto desce o poder de compra, como é que o consumo interno vai sobreviver e como é que o pessoal vai pagar as dívidas. Fecham-se mais empresas, metem-se mais uns quantos no olho da rua, ah, e o subsídio de desemprego vai levar uns cortes, de modo que o que resta é assaltar uns bancos, uns condomínios de reputados comentadores e economistas, ou dar um tiro nos cornos para acabar com o sofrimento. Parabéns às supremas inteligências da economia da treta nobelados ou não que do alto dos seus tronos mediáticos apontam estas extraordinárias soluções. PQP!
Krugman dá nisto…baixar salários a 30%…quando o que é preciso é acabar com o poder do Estado.
Tirar poder ao Estado entregando património e empresas publicas aos portugueses para compensar os crimes económicos do Estado-Governo.
Em vez disso Krugman quer justificar os impostos a quem é competitivo para manter a inutilidade a funcionar. Quem são os competentes que vendem bem com os seus salários actuais que vão restar por aí após um descida de 30% nos salários por via de impostos?
Nááááá, isto não vai para a frente. A Alemanha não deixa. Senão, quem comprava os BMs, Mercedes e Audis? Ainda por cima agora, que a retoma aí vem e que a venda de carrinhos novos cresceu uns 45%!
Esse jornal Wall Street Times é novidade: deve ser fusão do Wall STreet Journal com o New York Times!;-)
Aqueles que em nome do mirífico “ideal europeu” sacrificaram a economia portuguesa com a adesão ao euro, fazendo, no caso dos economistas, tábua rasa do que tinham aprendido na faculdade é que são os responsáveis por isto, em tamdem com os despesistas de vários matizes que nos têm governado. Estamos metidos num buraco e o resto é conversa. Países como Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda têm de sair do euro, mesmo com todos os custos daí decorrentes, pois a alternativa é pior.
A ideologia em que se transformou o “europeísmo” é a grande responsável por esta verdadeira catástrofe nacional. Haja alguém nos partidos responsáveis pela nossa adesão ao euro (PSD e PS) que tenha a coragem e a honestidade de dizer isto. Nunca é de mais enaltecer a independência de espírito de alguém capaz de o fazer, como é o caso do Dr. João Ferreira do Amaral, que já há 5 anos tinha percebido o que se ia passar.
Finalmente, aos propagadores da teoria conspirativa do “ataque dos mercados” deixo uma singela pergunta: por que razão os mercados esperaram 10 anos para “atacarem” o euro?
Pois é, os Abrantes hoje ficaram um bocado chateado com o Krugman. Então ele que dizia que depois de fazer as contas do que o estado devia gastar a mais, a receita correcta era duplicar o resultado obtido? E agora diz e escreve que há uma perda de competitividade da nossa economia que impõe a redução dos custos unitários do trabalho de cerca de 30%? Terá o mundo virado ao contrário???
Mas não há problemas, Sócrates, e portanto os Abrantes, vêem um futuro cheio de esperança que merece os sacrifícios que nos estão agora a ser pedidos. Nesse sentido, o dia de hoje é particularmente rico em boas notícias (na perspectiva dos Abrantes). Exemplos:
Fuga dos certificados de aforro acelerou em Abril. Mas não era a República Portuguesa que necessitava de financiamento. E, de preferência, interno, resultante de poupança e não crédito sobre crédito numa espiral sem fim?
O mundo pode estar louco mas nós, com a nossa lusitana oligofrenia, no ranking da loucura, da irresponsabilidade, e da incompetência, estamos mesmo no top.
Depois de ler o que o nosso PR disse – e que ficaria muito bem a compor o ramalhete de disparates que elencou – tenho a certeza que o nosso país era melhor governado por uma dona de casa.
Os políticos, dentro das suas redomas, perderam o contacto com a realidade, tout court. Isto – governar – é um jogo que não tem mas valor que o farmville.
Pois, mas e depois despedindo e cortando salários chega o desemprego aos 20%, o resto com salários médios de 500€ e o crime a disparar (literalmente) por todos os lados.
Sempre era uma maneira de os culpados pagarem, mas não me parece muito recomendável. Eu não me importo que me vão ao meu, mas conheço uns operários que não o mereciam…
A nossa crise é só nossa e é cultural! Habituamo-nos a viver acima das nossa possibilidades.Adoramos politicos que nos vêm falar de oásis, de futuros radiosos, de direitos adquiridos, de amanhãs que cantam! E agora que começamos a ver que chegamos ao fundo do poço, desatamos a vociferar contra os economistas pessimistas, contra os banqueiros, contra os ricos, contra os agiotas, contra os bancos estrangeiros que não nos querem emprestar, contra as agências de rating! É urgente dar um espelho aos portugueses para que eles se vejam!Alguns irão suicidar-se, outros fugirão, mas alguns ficarão.E com esses talvez se construa um país viável, um país em que se produza a riqueza necessária ao bem estar do seu povo, sem direitos adquiridos, só com deveres de cidadania e muito, muito trabalho. Então saberemos, porque haveremos de priveligiar o saber, escolher o governo responsável e competente.que saberá distribuir de de forma equitativa a riqueza criada.
“Há funcionários públicos a mais. Muitos. E como o peso do estado está a tornar-se insustentável para continuar a ser pago pela economia que gera riqueza, mais tarde ou mais cedo terá que haver despedimentos na função pública. Pode ser mais cedo (e será doloroso), ou mais tarde (e será muito mais doloroso).
Parte-se de um príncipio: é possível dispensar muitos funcionários sem tirar qualquer capacidade ao estado de fazer o que faz. Este pressuposto parece evidente, tendo em atenção relatórios recentes sobre a actividade da função pública. E há casos por demais óbvios… estou a lembrar-me do município que tem 7 funcionários na recepção e mais um ou dois à porta de cada serviço, dos departamentos de recursos humanos de serviços com meia dúzia de funcionários e da enormidade de departamentos e de institutos que engordam os vários tentáculos do monstro.
Luís Novais Tito, do Tugir, tem nada menos que 120 questões pertinentes relacionadas com o tema dos despedimentos no estado. Para já deixou meia dúzia que, subentende-se, não teriam resposta fácil.
Posso tentar? A cor das questões é subliminar.
1 – Quanto vai custar ao subsídio de desemprego?
No máximo, custa o mesmo do que custam hoje os salários líquidos dos mesmos funcionários. À medida que estes forem sendo absorvidos pelo sector privado, vai custar cada vez menos.
2 – Quanto vai custar ao IRS?
Imposto de funcionário público é como fazer negócio consigo próprio. Toma lá dá cá. Basta que um só destes funcionários públicos se empregue no sector privado ou começe um negócio próprio para tornar o saldo positivo para o estado.
3 – Quanto vai custar à Cx. Geral de Aposentações?
É irrelevante. É só uma questão de bolsos: tira de um e mete no outro. Preocupante é a linha de raciocínio que origina esta pergunta. Se continuarmos por aí, não tarda nada estamos a sugerir um aumento do número de funcionários do estado para ajudar a Caixa Geral de Aposentações.
As três primeiras perguntas juntas respondem-se melhor. Hoje, um dado grupo de funcionários recebem um salário bruto do estado, que inclui um montante que é devolvido ao próprio estado na forma de descontos para a Caixa Geral de Aposentações e para o IRS.
Se os funcionários forem dispensados, passam a receber um subsídio de desemprego. O saldo para o estado seria, aparentemente nulo se Salário Líquido=Subsídio de Desemprego. Mas não é. O saldo para o estado é bastante positivo, porque estes funcionários deixam de consumir telefones, espaço de escritório, energia, papel, canetas, etc, etc. O falecido professor Alfredo de Sousa fez em tempos as contas e chegou à conclusão que o custo associado a um funcionário activo representa cerca de 65% do seu salário, e isto sem contar com o custo do trabalho que este funcionário em excesso origina para os outros funcionários do seu serviço. Ou seja, a poupança seria desde logo significativa.
E o que acontece quando um só destes funcionários se empregar no sector privado? Passa a pagar impostos. E basta que um só pague impostos para deixar o estado com saldo positivo.
4 – Quanto vai custar ao comércio em geral?
Nada. Porque é que havia de custar?
5 – Quanto vai custar ao ensino privado?
6 – Quanto vai custar à construção civil?
Todos os sectores criadores de riqueza teriam a ganhar com um estado mais pequeno e mais barato. Um estado mais económico cobraria menos impostos. Menos impostos impicam um maior rendimento disponível para os contribuintes. Contribuintes mais ricos são contribuintes com mais disponibilidade para pôr os filhos nas escolas privadas e para comprarem casas novas.”
krugman não advoga nada, krugman constata que não existe qualquer outra opção. Se ninguém tem coragem de taxar os bancos, as mais valias financeiras e acabar com a betonização e os offshores (que é para onde foi o dinheiro) claro que a única solução é desvalorizar o valor do trabalho.
Ler aquí as aventuras e desventuras de um sicario económico.Enquanto a como a dessestabiliçar um país ja conheciamos.
Mas isso era dantes; agora até as fórmulas sao outras…
eu só gostava de saber o que quer dizer o homem com “baixar entre 20% a 30% face aos da Alemanha“… saberá ele que os nossos salários apenas representam 1/3 a 1/4 dos salários alemães, excepção feita para os do Mexia e do governador do BP (já não digo Constâncio, porque já para lá vai outro)?
“O Nobel da Economia defende que os salários dos países periféricos da Europa precisam de baixar entre 20% a 30% face aos da Alemanha.”
#15 Você assume que são todos inúteis, que é um extremo do excendentarismo. Falta emprego no brilhante privado para tanta gente que daqui a um ano anda toda a roubar, e depois tem que ouvir o Paulo Portas a dzier que precisamos de mais polícia. Você quer mesmo ouvir mais Paulo Portas?
Penso que não é grande segredo de que há gente mal distribuida e gente a ganhar demais, mas isto não vai lá com soluções fáceis de mandar toda a gente para o subsídio de desemprego e RSI daqui a um ano. Aquilo que se ganha em dinheiro perde-se em coesão social e igualdade, o que geraria uma onda de crime e violência, pelo menos. E cortar a direito em todo o lado implicaria, por exemplo, cortar também as secções da CP a investir em modernização e corte de custos via produção de novas ferramentas e modo de gestão do material circulante, implicando que as contas nunca iriam melhorar porque a manutenção ficava como há 50 anos. Tenho a certeza que há outros exemplos onde as contas seriam prejudicadas com cortes cegos
Sendo que, obviamente, é preciso cortar. Mas sem direcção, daqui a menos de 20 anos voltamos a ter guilhotinas.
“o JCD não percebe nada de nada do mundo onde vive, canta de galo do cimo dum poleiro qualquer… no dia em que o poleiro for abaixo, muda de discurso!…”
Admito que não perceba nada e que vocês percebam tudo, mas, que coincidência, há 10 anos que ando a escrever sobre estes temas e aquilo que previ está tudo a acontecer… Já da vossa parte não sei se posso dizer o mesmo. Agora, o que afirmo é que os salários dos funcionários públicos e/ou dependentes do estado vão cair – de uma maneira ou de outra, sendo que a alternativa é a falência do estado. Daqui a algum tempo veremos o que aconteceu. Na prática sou um dos afectados pela situação, uma vez que metade dos assalariados do meu círculo familiar são funcionários públicos.
Tem mesmo a certeza que o Krugman defende isso? Não será que está a ser influenciado pelo modo como a notícia que cita está escrita? Mas olhe que, mesmo na notícia, percebe-se que não é bem isso que ele defende.
Defende-se a mentira e o encobrimento da verdade…nalguns casos, naqueles casos, na conveniência daquela situação, aquela situação mais próxima, que lhes afecta porque ataca-se o bolo todo desde que a fatia deles não seja comida também.
Liberalismos ? Sim mas no quintal alheio que o meu é o meu e com ninguém partilho as dores.
jcd:
“Entrávamos em campanha eleitoral e o que faria PPC? Mentia para ganhar ou falava verdade para perder?”
Hei-de ser velhinho e ainda vai haver gente a falar dos impostos que os funcionários públicos pagam. Lembro-me dessas conversas à 10 anos na faculdade. Tanto nessa altura como agora as pessoas não compreendem que o saldo é zero. Os funcionários do estado não aumentam as receitas do estado quando pagam impostos porque foi precisamente o estado que lhes pagou o vencimento. Se os funcionários públicos contribuíssem para a receita do estado a solução seria nacionalizar tudo e seriam todos funcionários do estado. Viveríamos num paraíso do género Venezuela.
se reduzirem o nr de funcionários publicos a sério, não estou a falar dos quadros baixos que esses há a menos, vai ser um ai jesus nas hostes liberais. ainda acabam a defender o rsi
“o JCD não percebe nada de nada do mundo onde vive, canta de galo do cimo dum poleiro qualquer… no dia em que o poleiro for abaixo, muda de discurso!…”
As soluções não devem ser tomadas para remediar o mal mas sim para promover o bem. É muito mais eficaz, mas também muito mais difícil, criar riqueza do que simplesmente distribuí-la. Não se deve actuar de uma posição de desespero mas sim daquela em que o raciocínio frio prevalece. Os povos com menos medo são os mais bem sucedidos.
refazendo a frase, com respeito: “nos únicos que são obrigados a pagar impostos’ , ié, Pagam os otários e continuam, no essencial, a ficar fora-da-lei a Banca e as Financeiras.
Lá em casa ninguém trabalha na Banca ou em quaisquer outras empresas financeiras ou para-financeiras. Nem ninguém detém quaisquer acções ordinárias ou preferenciais (douradas ou de qualquer outas cor), de forma directa ou indirecta, sobre tais instituições.
«Agora v.s são uns dependentes do Estado e uns burgueses conformistas e depois ainda querem dar lições de vida a quem nunca foi isso.»
Deve ser por isso que “nós” defendemos a redução significativa do peso no estado na economia e, por razões de mera aritmética de sobrevivência, a imperiosa e inadiável redução das despesas do estado.
«Não posso crer. Então deixavas a esposa para vir para aqui saber a que horas eu me deito e fazias serenatas julgando que eu vivia com em casa da mamã?»
Convém reparar que o comentário #53, de onde não consta o meu avatar, faz lembrar um certo minúsculo homúnculo.
Responder o quê? Já disse tudo: “São liberais, mas enfim, até vivem da função pública; são empresários, mas enfim, até são financiados pelo Estado. E por aí fora- querem sempre que sejam os outros a prescindir do que eles aproveitam.”
O know it all Miranda chama-lhes freeriders. Aos outros. Não a eles.
Lá isso tem e o Eduardo ainda leu e, se tiver ética, percebe que o que foi apagado nada teve a ver com palavrões meus e muito menos com doutoramentos que eu tenha dito que possua.
Ele apagou outra coisa que lhe deve ter causado demasiada comichão.
Isso sim. E que apague, que eu só a disse por ter me passado com a imbecilidade do peluche.
«Lá isso tem e o Eduardo ainda leu e, se tiver ética, percebe que o que foi apagado nada teve a ver com palavrões meus e muito menos com doutoramentos que eu tenha dito que possua.»
A linguagem de Intendente, nada tem a ver com ética. Nem a soberba insuportável manifestada por parte que quem não percebe a que ridículo se auto-sujeita quando escreve sobre assuntos onde detém uma inominável ignorância.
“E quem deu motivos para que eu perdesse o respeito foi quem agora é tratado a pontapé.”
Mas você pensa que as suas diatribes me incomodam minimamente? A maior parte das vezes nem sequer sei quais os seus motivos, que nascem quase sempre da sua incontrolável tendência para a tresleitura e da incompreensão do sentido do que os outros escrevem. Já a vi histérica a publicar posts e ‘screens’ de comentários, cheios de insultos originados em terríveis maldades e eu sem imaginar sequer o que é que terei feito de errado. Mas, enfim, chega de conversas.
O que quero é manter estas caixas de comentários respiráveis. Agradeco-lhe que me vá insultar para o cocanha, onde ninguém a censura e onde poderá atingir novos limites no seu vocabulário. Obrigado
“É esta elegância e capacidade de argumentação que por vezes nos faz gostar de si…”
por isso é que deixas ficar asneirada + insulto e censuras as ideias. só aqui é que os links, tipo: apalpa-me-as-mamas-quando-me-vais-ao-cú, da bulibunda, são top ten.
«Tu apagaste o comentário onde o peluche se referiu à minha família sem me conhecer de parte alguma»
Refere-se ao meu comentário das 9:22 am que copio abaixo?
««Quando fala nesses ‘únicos que pagam impostos’ refere-se a quem, exactamente?»»
«Devem ser com certeza os de «vida liberal e ideias também»»
____________________________
Nota: repito que o comentário das 9:37 am, que chegou a ter o número 53, não tem o meu avatar, ou seja, o meu nick foi usurpado pelo minúsculo homúnculo.
Ridículo. Ideias que não me agradam estão por aí centenas. Há comentadores que não concordam com nada do que escrevo e não se inibem de o manifestar publicamente. Baste seguir os comentários.
Há outros, anónimos e públicos, que são incapazes de debater. Mandam bocas, ou insultam. Esses têm muito pouco interesse.
« Eu não estou livre e, mesmo que estivesse nunca andaria na net para cenas dessas»
Essa parta gaga já eu a interpretei. Não reclamo direitos de autor, mas o plágio nunca fica bem a quem dele faz uso, especialmente quando se é “apanhado”.
“Há outros, anónimos e públicos, que são incapazes de debater. Mandam bocas, ou insultam. Esses têm muito pouco interesse.”
só te vejo a debater assuntos interessantes como este e a respeitar comentários de malta educada, bulimundas, mbjr, licas, colonizados, tinas, atrásdosmontes e quejandos.
Tenho mais que fazer que ler todos os comentários. Mas também o “anónimo” podia esforçar-se e elevar o nível dos seus, que a maior parte das vezes são demasiado rasteiros.
“E precisou de apagar uns pequenos detalhes. Os detalhes resumem-se no que eu disse. A partir de agora sei que arranjei um inimigo ressabiado por ter andado ao engano e sei também que o peixe podre vai andar com mais cuidadinho. Só isto. E é coisa com que ninguém tem nada a ver. Quem apagou o que não queria que se lesse, sabe.”
É isto. Vive num universo paralelo. Mas alguém faz a mínima ideia do que é que ela está a falar?
# 45- jcd dixit: «Um dia a Zazie há-de perceber um bocadinho dos assuntos de que fala porque a verdade é que a sua soberba arrogante enche-a de ridículo e a sua ignorância é atroz. Mesmo com todos os doutoramentos e mestrados, não se preocupe, não é a única. E se por vezes fico a rir à gargalhada com as suas asneiradas, outras não tenho paciência para a palermice extrema.»
Onde é que alguma vez a zazie falou em doutoramentos e mestrados?
2010/05/18 às 9:35 pm
Não ter a culpa de ter feito 1 mestrado e dois doutoramento em 4 anos. Em Cambridge, Oxford e Lyon.
Edição Rápida | Editar | Not Spam | Apagar Definitivamente
Náo se referia a si? Pois não se percebe. O que é normal, porque as suas palavras e comentários atropelam-se uns aos outros, tamanha é a turbulência do fluxo e fica tudo uma baralhada.
“Mas também o “anónimo” podia esforçar-se e elevar o nível dos seus, que a maior parte das vezes são demasiado rasteiros.”
claro! vocês bostam posta, os comensais pastam a bosta e eu elevo o nível da rasteirice. já agora, se não é perturbar o seu descanso, explique lá o que é isso da rasteirice e quais são as regras dos comentários. há manual de condições prévias à aceitação de comentários ou será que estou a ser rasteiro?
Pois eu – aqui do alto da minha cátedra – ainda vou mais longe! Há que pôr os tugas em regime de “racionamento”, ou seja, a receber o seu salário em senhas/bilhetes de compras… a começar já por esses tais “grandes latifundiários das massas” que grande rombo nos estão dando nas (des)finanças, com os seus absurdos e descomunais (do outro mundo) vencimentos.
Isto é um gozo pegado! Não fora o “dramatismo da peça” que nos forçam interpretar, e não que e somente assistir, e estaríamos ali, na plateia, a rir a “bandeiras despregadas”. Porém…
Não haverá mais “pilim” a circular?!… Só uns papelitos (e pequenitos, porque o “papel” está caro) que distribuirão ao pagode, para ir à loja do povo comprar umas gramas de nada ou, uns quartilhos de coisa nenhuma.
Estamos indo no bom sentido! Ainda bem que não nos faltam boas auto estradas para lá chegarmos, fantásticos CCB e Casas da Música para então matarmos o muitíssimo tempo (idle) que iremos ter, Alqueva para nos refastelarmos navegando na inspiração das suas margens super aproveitadas, muitos e belos Estádios de Bola utilizados para actividades automóvel e de musical ou para actividade nenhuma, o Europeu de 98 que já foi mais o Europeu que está para vir, etc., etc… Isto não mencionando as “maravilhas” de que se fala que serão construídas a “custo zero” ou quase – TGV-Praia, Aeroporto Jamé, e porque não, o Centro Espacial do Vou Ali e Já Venho, mais a Grande Mansão Retiro dos Tretas e Peseteiros… porque não? E porque não?! Já agora, se tudo será a pagar com pedacitos de papel…?! Blá, blá, blá!
Ora Porra!
“Este gajo não quer que se saiba o quê?
ehehe
Esta agora está a ter piada.
Ou será que ainda não percebeste o alcance da tua argolada?
Cá para mim, não. E é coisa que eu sei há tantos anos e que nunca contaria a ninguém.
Mas tu não sabias. E agora precisas de lançar a confusão e apagar porque a cena tocou-te forte.”
Isto é impossível, NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DO QUE É QUE ESTÁ A FALAR! Zero. Nadinha. Está a precisar de ajuda? Quer que chame um médico? Já tomou os medicamentos?
Não sei se já repararam, mas o grande jornalista que escreveu a peça confundiu a Letónia com a Lituânia. Vá lá, podia ter ido para mais longe…
Já agora um comentário que deixaram no post original:
Really don’t know what data the author has based his analysis on. The unemployment rate at its peak in Latvia two months ago reached 17.3% which no doubt is way too big but is somewhat smaller than 22% mentioned in the post. The average wage in the country has fallen about 25% since 2008. The people living here know exactly the difference between a 5% (mentioned by the author) and 25% fall.
O Krugman? Que aborrecimento. E agora, quem é que os jugulares vão citar? Já só lhes resta o Stiglitz e mesmo esse…
GostarGostar
Afinal há policias a mais! Basta ver o DR, 2ª serie de hoje – a quantidade de agentes da policia que são requisitados para exercer funções de motorista no gabinete do PM
GostarGostar
Fim do 14º salário para os funcionários público, JÁ!
Gabriel Órfão Gonçalves – orgulhosamnete a recibos verdes desde 2005!
Ou há moral… ou comem todos.
E é bom irmos pensado em acabar com o 13º salário.
Afinal quantos meses tem o ano?
(Procurem na net por “Sócrates dipões de verba de 160 mil euros para telecomunicações móveis”. Bolas, não sabia que ele fazia tanta chamada de valores acrescentado!!!)
🙂
GostarGostar
Então o salário médio devia passar a 500€, portanto.
GostarGostar
.
Ponto da situação União Europeia, Portugal, Alemanha, Espanha, disciplinar Banca e Hedge Funds; e mais alguma coisa sobre a Economia, Reformas Estruturais, Deflação, Recessão, Inflação, Impostos e Competitividade:
.
-“Para Alemania la estabilidad de la zona euro es innegociable”
http://www.elpais.com/articulo/internacional/Alemania/estabilidad/zona/euro/innegociable/elpepiint/20100518elpepiint_5/Tes
.
-Bruselas acelera las medidas para un mayor control del sector financiero
La presidencia española presenta el plan para regular los fondos especulativos
http://www.elpais.com/articulo/economia/Bruselas/acelera/medidas/mayor/control/sector/financiero/elpepueco/20100518elpepieco_6/Tes
.
-España promete ante el Eurogrupo acometer reformas estructurales
El plan de ajuste español pasa el primer examen de las autoridades europeas.- Salgado confía en que la UE no pedirá más medidas de ajuste
http://www.elpais.com/articulo/economia/Espana/promete/Eurogrupo/acometer/reformas/estructurales/elpepueco/20100518elpepueco_1/Tes
.
GostarGostar
Prezado JCD
Essa medida ja foi defendida ha + de 4 anos por Olivier Blanchard num estudo encomendado pelo Banco de Portugal. Este estudo que reflectia as dificuldades de Portugal se ajustar ao EURO esteve durante muito tempo disponivel no site do Banco de Portugal. Pelos vistos ninguem lhe ligou nenhuma!!! Nao e preciso agora o premio nobel dizer o que e obvio
GostarGostar
Ora então vamos lá cortar 30% no salário do pessoal, e corta-se também os 13º e 14º mês, e vamos lá ver quanto desce o poder de compra, como é que o consumo interno vai sobreviver e como é que o pessoal vai pagar as dívidas. Fecham-se mais empresas, metem-se mais uns quantos no olho da rua, ah, e o subsídio de desemprego vai levar uns cortes, de modo que o que resta é assaltar uns bancos, uns condomínios de reputados comentadores e economistas, ou dar um tiro nos cornos para acabar com o sofrimento. Parabéns às supremas inteligências da economia da treta nobelados ou não que do alto dos seus tronos mediáticos apontam estas extraordinárias soluções. PQP!
GostarGostar
Krugman dá nisto…baixar salários a 30%…quando o que é preciso é acabar com o poder do Estado.
Tirar poder ao Estado entregando património e empresas publicas aos portugueses para compensar os crimes económicos do Estado-Governo.
Em vez disso Krugman quer justificar os impostos a quem é competitivo para manter a inutilidade a funcionar. Quem são os competentes que vendem bem com os seus salários actuais que vão restar por aí após um descida de 30% nos salários por via de impostos?
GostarGostar
Nááááá, isto não vai para a frente. A Alemanha não deixa. Senão, quem comprava os BMs, Mercedes e Audis? Ainda por cima agora, que a retoma aí vem e que a venda de carrinhos novos cresceu uns 45%!
GostarGostar
Esse jornal Wall Street Times é novidade: deve ser fusão do Wall STreet Journal com o New York Times!;-)
Aqueles que em nome do mirífico “ideal europeu” sacrificaram a economia portuguesa com a adesão ao euro, fazendo, no caso dos economistas, tábua rasa do que tinham aprendido na faculdade é que são os responsáveis por isto, em tamdem com os despesistas de vários matizes que nos têm governado. Estamos metidos num buraco e o resto é conversa. Países como Portugal, Grécia, Espanha e Irlanda têm de sair do euro, mesmo com todos os custos daí decorrentes, pois a alternativa é pior.
A ideologia em que se transformou o “europeísmo” é a grande responsável por esta verdadeira catástrofe nacional. Haja alguém nos partidos responsáveis pela nossa adesão ao euro (PSD e PS) que tenha a coragem e a honestidade de dizer isto. Nunca é de mais enaltecer a independência de espírito de alguém capaz de o fazer, como é o caso do Dr. João Ferreira do Amaral, que já há 5 anos tinha percebido o que se ia passar.
http://cabalas.blogspot.com/2010/05/uma-opiniao-sobre-o-euro.html#links
Finalmente, aos propagadores da teoria conspirativa do “ataque dos mercados” deixo uma singela pergunta: por que razão os mercados esperaram 10 anos para “atacarem” o euro?
GostarGostar
Pois é, os Abrantes hoje ficaram um bocado chateado com o Krugman. Então ele que dizia que depois de fazer as contas do que o estado devia gastar a mais, a receita correcta era duplicar o resultado obtido? E agora diz e escreve que há uma perda de competitividade da nossa economia que impõe a redução dos custos unitários do trabalho de cerca de 30%? Terá o mundo virado ao contrário???
Mas não há problemas, Sócrates, e portanto os Abrantes, vêem um futuro cheio de esperança que merece os sacrifícios que nos estão agora a ser pedidos. Nesse sentido, o dia de hoje é particularmente rico em boas notícias (na perspectiva dos Abrantes). Exemplos:
Fernando Ulrich afirma que “O dia em que batermos na parede não está muito longe”;
Taxa de desemprego sobe para 10,6% em Portugal;
Merkel fala aos países do Sul: “Não aceitaremos uma união de transferências financeiras”;
Teixeira dos Santos diz que “Medidas de austeridade vão manter-se enquanto forem necessárias”;
Fuga dos certificados de aforro acelerou em Abril. Mas não era a República Portuguesa que necessitava de financiamento. E, de preferência, interno, resultante de poupança e não crédito sobre crédito numa espiral sem fim?
O mundo pode estar louco mas nós, com a nossa lusitana oligofrenia, no ranking da loucura, da irresponsabilidade, e da incompetência, estamos mesmo no top.
GostarGostar
#17.
Depois de ler o que o nosso PR disse – e que ficaria muito bem a compor o ramalhete de disparates que elencou – tenho a certeza que o nosso país era melhor governado por uma dona de casa.
Os políticos, dentro das suas redomas, perderam o contacto com a realidade, tout court. Isto – governar – é um jogo que não tem mas valor que o farmville.
GostarGostar
Pois, mas e depois despedindo e cortando salários chega o desemprego aos 20%, o resto com salários médios de 500€ e o crime a disparar (literalmente) por todos os lados.
Sempre era uma maneira de os culpados pagarem, mas não me parece muito recomendável. Eu não me importo que me vão ao meu, mas conheço uns operários que não o mereciam…
GostarGostar
A nossa crise é só nossa e é cultural! Habituamo-nos a viver acima das nossa possibilidades.Adoramos politicos que nos vêm falar de oásis, de futuros radiosos, de direitos adquiridos, de amanhãs que cantam! E agora que começamos a ver que chegamos ao fundo do poço, desatamos a vociferar contra os economistas pessimistas, contra os banqueiros, contra os ricos, contra os agiotas, contra os bancos estrangeiros que não nos querem emprestar, contra as agências de rating! É urgente dar um espelho aos portugueses para que eles se vejam!Alguns irão suicidar-se, outros fugirão, mas alguns ficarão.E com esses talvez se construa um país viável, um país em que se produza a riqueza necessária ao bem estar do seu povo, sem direitos adquiridos, só com deveres de cidadania e muito, muito trabalho. Então saberemos, porque haveremos de priveligiar o saber, escolher o governo responsável e competente.que saberá distribuir de de forma equitativa a riqueza criada.
GostarGostar
Nightwish:
19/1/2005 – O Excesso
GostarGostar
Após derramar sobre o que desconhece apresentando soluções básicas de tramitação público –> privado, conclui com isto:
“Contribuintes mais ricos são contribuintes com mais disponibilidade para pôr os filhos nas escolas privadas e para comprarem casas novas.”
EXTRAORDINÁRIO !!!
GostarGostar
Parece que o Krugman disse que os países do sul da Europa deveriam ter os salários mais baixos 30% em comparação com os da Alemanha.
Só que as “vítimas” deste corte, caso viesse a verificar-se, não seriam de certeza os que têm salários até 3.000 ou 4.000 Euros mensais.
Vocês sabem de quem estou a falar…
Ainda acham que a esquerda tem razões para se sentir incomodada com esta proposta do Krugman ?
GostarGostar
krugman não advoga nada, krugman constata que não existe qualquer outra opção. Se ninguém tem coragem de taxar os bancos, as mais valias financeiras e acabar com a betonização e os offshores (que é para onde foi o dinheiro) claro que a única solução é desvalorizar o valor do trabalho.
GostarGostar
Ler aquí as aventuras e desventuras de um sicario económico.Enquanto a como a dessestabiliçar um país ja conheciamos.
Mas isso era dantes; agora até as fórmulas sao outras…
GostarGostar
o comentário #1 é um bocado pedante, não é?
GostarGostar
como é que estes artistas, que só sabem citar Milton Friedman, tem lata para estas baboseiras?
GostarGostar
eu só gostava de saber o que quer dizer o homem com “baixar entre 20% a 30% face aos da Alemanha“… saberá ele que os nossos salários apenas representam 1/3 a 1/4 dos salários alemães, excepção feita para os do Mexia e do governador do BP (já não digo Constâncio, porque já para lá vai outro)?
“O Nobel da Economia defende que os salários dos países periféricos da Europa precisam de baixar entre 20% a 30% face aos da Alemanha.”
http://economico.sapo.pt/noticias/krugman-salarios-em-portugal-tem-de-cair-ate-30-face-a-alemanha_89918.html
GostarGostar
#15 Você assume que são todos inúteis, que é um extremo do excendentarismo. Falta emprego no brilhante privado para tanta gente que daqui a um ano anda toda a roubar, e depois tem que ouvir o Paulo Portas a dzier que precisamos de mais polícia. Você quer mesmo ouvir mais Paulo Portas?
Penso que não é grande segredo de que há gente mal distribuida e gente a ganhar demais, mas isto não vai lá com soluções fáceis de mandar toda a gente para o subsídio de desemprego e RSI daqui a um ano. Aquilo que se ganha em dinheiro perde-se em coesão social e igualdade, o que geraria uma onda de crime e violência, pelo menos. E cortar a direito em todo o lado implicaria, por exemplo, cortar também as secções da CP a investir em modernização e corte de custos via produção de novas ferramentas e modo de gestão do material circulante, implicando que as contas nunca iriam melhorar porque a manutenção ficava como há 50 anos. Tenho a certeza que há outros exemplos onde as contas seriam prejudicadas com cortes cegos
Sendo que, obviamente, é preciso cortar. Mas sem direcção, daqui a menos de 20 anos voltamos a ter guilhotinas.
GostarGostar
nightwish #23,
o JCD não percebe nada de nada do mundo onde vive, canta de galo do cimo dum poleiro qualquer… no dia em que o poleiro for abaixo, muda de discurso!…
GostarGostar
“o JCD não percebe nada de nada do mundo onde vive, canta de galo do cimo dum poleiro qualquer… no dia em que o poleiro for abaixo, muda de discurso!…”
Admito que não perceba nada e que vocês percebam tudo, mas, que coincidência, há 10 anos que ando a escrever sobre estes temas e aquilo que previ está tudo a acontecer… Já da vossa parte não sei se posso dizer o mesmo. Agora, o que afirmo é que os salários dos funcionários públicos e/ou dependentes do estado vão cair – de uma maneira ou de outra, sendo que a alternativa é a falência do estado. Daqui a algum tempo veremos o que aconteceu. Na prática sou um dos afectados pela situação, uma vez que metade dos assalariados do meu círculo familiar são funcionários públicos.
GostarGostar
Krugman é de uma certa esquerda que se encontra hoje em dia num beco sem saída e que tende a jogar pela direita quando as coisas apertam.
GostarGostar
João Miranda:
Tem mesmo a certeza que o Krugman defende isso? Não será que está a ser influenciado pelo modo como a notícia que cita está escrita? Mas olhe que, mesmo na notícia, percebe-se que não é bem isso que ele defende.
GostarGostar
Já agora, para quem quiser ler o que Krugman REALMENTE diz: http://krugman.blogs.nytimes.com/2010/05/17/et-tu-wolfgang/
GostarGostar
Declaração de interesses:
À semelhança do Jcd, metade dos assalariados lá de casa também são funcionários públicos.
GostarGostar
Mas devem estar bem encostados. Na média nacional.
GostarGostar
GostarGostar
Defende-se a mentira e o encobrimento da verdade…nalguns casos, naqueles casos, na conveniência daquela situação, aquela situação mais próxima, que lhes afecta porque ataca-se o bolo todo desde que a fatia deles não seja comida também.
Liberalismos ? Sim mas no quintal alheio que o meu é o meu e com ninguém partilho as dores.
jcd:
“Entrávamos em campanha eleitoral e o que faria PPC? Mentia para ganhar ou falava verdade para perder?”
Esta frase, este seu pensar….shame shame shame…
GostarGostar
Hei-de ser velhinho e ainda vai haver gente a falar dos impostos que os funcionários públicos pagam. Lembro-me dessas conversas à 10 anos na faculdade. Tanto nessa altura como agora as pessoas não compreendem que o saldo é zero. Os funcionários do estado não aumentam as receitas do estado quando pagam impostos porque foi precisamente o estado que lhes pagou o vencimento. Se os funcionários públicos contribuíssem para a receita do estado a solução seria nacionalizar tudo e seriam todos funcionários do estado. Viveríamos num paraíso do género Venezuela.
GostarGostar
se reduzirem o nr de funcionários publicos a sério, não estou a falar dos quadros baixos que esses há a menos, vai ser um ai jesus nas hostes liberais. ainda acabam a defender o rsi
GostarGostar
A esquerda é, na essência, ignorante, corrupta e despreza profundamente os pobres.
Como se vê pelos ídolos…políticos, económicos, culturais, etc.
Agora, mais uma vez se mostra a sua pequenez humana.
GostarGostar
“o JCD não percebe nada de nada do mundo onde vive, canta de galo do cimo dum poleiro qualquer… no dia em que o poleiro for abaixo, muda de discurso!…”
As soluções não devem ser tomadas para remediar o mal mas sim para promover o bem. É muito mais eficaz, mas também muito mais difícil, criar riqueza do que simplesmente distribuí-la. Não se deve actuar de uma posição de desespero mas sim daquela em que o raciocínio frio prevalece. Os povos com menos medo são os mais bem sucedidos.
GostarGostar
refazendo a frase, com respeito: “nos únicos que são obrigados a pagar impostos’ , ié, Pagam os otários e continuam, no essencial, a ficar fora-da-lei a Banca e as Financeiras.
GostarGostar
«Quando fala nesses ‘únicos que pagam impostos’ refere-se a quem, exactamente?»
Devem ser com certeza os de «vida liberal e ideias também»
GostarGostar
Declaração de interesses:
Lá em casa ninguém trabalha na Banca ou em quaisquer outras empresas financeiras ou para-financeiras. Nem ninguém detém quaisquer acções ordinárias ou preferenciais (douradas ou de qualquer outas cor), de forma directa ou indirecta, sobre tais instituições.
GostarGostar
«Agora v.s são uns dependentes do Estado e uns burgueses conformistas e depois ainda querem dar lições de vida a quem nunca foi isso.»
Deve ser por isso que “nós” defendemos a redução significativa do peso no estado na economia e, por razões de mera aritmética de sobrevivência, a imperiosa e inadiável redução das despesas do estado.
GostarGostar
Não ter a culpa de ter feito 1 mestrado e dois doutoramento em 4 anos. Em Cambridge, Oxford e Lyon.
GostarGostar
A Goldman Sachs teve lucros de 92% depois de uma crise que fechou bancos e obrigou a que se nacionalizassem uma data deles.
Então como é?
E não foi a Goldman Sachs que andou a apadrinhar as mentiras do governo grego?
Porque é que nunca falam disso?
Que raio tem um banco a ver com contas de défices dos gregos?
Para quê? sabes responder?
GostarGostar
Eu? a morar com a mãezinha?
Tu julgavas que andavas a cantar os patinhos a pita?
ahahahahahahaha
Não posso crer. Então deixavas a esposa para vir para aqui saber a que horas eu me deito e fazias serenatas julgando que eu vivia com em casa da mamã?
“:O)))))))))
GostarGostar
«Não posso crer. Então deixavas a esposa para vir para aqui saber a que horas eu me deito e fazias serenatas julgando que eu vivia com em casa da mamã?»
Convém reparar que o comentário #53, de onde não consta o meu avatar, faz lembrar um certo minúsculo homúnculo.
GostarGostar
Responder o quê? Já disse tudo: “São liberais, mas enfim, até vivem da função pública; são empresários, mas enfim, até são financiados pelo Estado. E por aí fora- querem sempre que sejam os outros a prescindir do que eles aproveitam.”
O know it all Miranda chama-lhes freeriders. Aos outros. Não a eles.
GostarGostar
E eu não falei em nenhuma habilitação minha.
Tu apagaste o comentário onde o peluche se referiu à minha família sem me conhecer de parte alguma.
GostarGostar
Zazie dixit:
“Vai levar na peida sabujo merdoso de JCD porque tu és um velhaco hipócrita e um mentiroso.”
É esta elegância e capacidade de argumentação que por vezes nos faz gostar de si…
GostarGostar
Mas tem piada o que ele apagou.
Lá isso tem e o Eduardo ainda leu e, se tiver ética, percebe que o que foi apagado nada teve a ver com palavrões meus e muito menos com doutoramentos que eu tenha dito que possua.
Ele apagou outra coisa que lhe deve ter causado demasiada comichão.
Isso sim. E que apague, que eu só a disse por ter me passado com a imbecilidade do peluche.
GostarGostar
E nem é segredo total aqui na blogosfera. O LA_C sabe.
GostarGostar
“Ele apagou outra coisa que lhe deve ter causado demasiada comichão.”
Foi a eito, mas pronto, reponho os poucos comentários que não têm insultos. Mas bem que podia ficar lá pelo Cocanha.
GostarGostar
apagar insultos só pode melhor a sustentabilidade ambiental.
GostarGostar
«Lá isso tem e o Eduardo ainda leu e, se tiver ética, percebe que o que foi apagado nada teve a ver com palavrões meus e muito menos com doutoramentos que eu tenha dito que possua.»
A linguagem de Intendente, nada tem a ver com ética. Nem a soberba insuportável manifestada por parte que quem não percebe a que ridículo se auto-sujeita quando escreve sobre assuntos onde detém uma inominável ignorância.
GostarGostar
Zazie dixit
“E quem deu motivos para que eu perdesse o respeito foi quem agora é tratado a pontapé.”
Mas você pensa que as suas diatribes me incomodam minimamente? A maior parte das vezes nem sequer sei quais os seus motivos, que nascem quase sempre da sua incontrolável tendência para a tresleitura e da incompreensão do sentido do que os outros escrevem. Já a vi histérica a publicar posts e ‘screens’ de comentários, cheios de insultos originados em terríveis maldades e eu sem imaginar sequer o que é que terei feito de errado. Mas, enfim, chega de conversas.
O que quero é manter estas caixas de comentários respiráveis. Agradeco-lhe que me vá insultar para o cocanha, onde ninguém a censura e onde poderá atingir novos limites no seu vocabulário. Obrigado
GostarGostar
“É esta elegância e capacidade de argumentação que por vezes nos faz gostar de si…”
por isso é que deixas ficar asneirada + insulto e censuras as ideias. só aqui é que os links, tipo: apalpa-me-as-mamas-quando-me-vais-ao-cú, da bulibunda, são top ten.
GostarGostar
“por isso é que deixas ficar asneirada + insulto e censuras as ideias”
Para evitar esse problema é preciso separar as ideias dos insultos.
GostarGostar
«Tu apagaste o comentário onde o peluche se referiu à minha família sem me conhecer de parte alguma»
Refere-se ao meu comentário das 9:22 am que copio abaixo?
««Quando fala nesses ‘únicos que pagam impostos’ refere-se a quem, exactamente?»»
«Devem ser com certeza os de «vida liberal e ideias também»»
____________________________
Nota: repito que o comentário das 9:37 am, que chegou a ter o número 53, não tem o meu avatar, ou seja, o meu nick foi usurpado pelo minúsculo homúnculo.
GostarGostar
“Para evitar esse problema é preciso separar as ideias dos insultos.”
pois, pois, qualquer ideia que não agrada pode ser considerada insulto. é tudo uma questão de sensibilidades.
GostarGostar
Ridículo. Ideias que não me agradam estão por aí centenas. Há comentadores que não concordam com nada do que escrevo e não se inibem de o manifestar publicamente. Baste seguir os comentários.
Há outros, anónimos e públicos, que são incapazes de debater. Mandam bocas, ou insultam. Esses têm muito pouco interesse.
GostarGostar
«Ele vai e mete acções da banca e cenas retardadas mentais que eu não disse nem escrevi em parte alguma.»
Mas será que se julga o centro do mundo? Tem-se assim em tanta conta?
GostarGostar
ehehehe
Estou tramada. Arranjei mesmo um inimigo que não sabe fazer contas.
“:O)))))
Conta lá como é que conseguiste andar ao engano julgando que eu era chavala com experiência marcelista.
“:O)))))
GostarGostar
« tudo o resto que foi a resposta às tuas “acções da bolsa” da minha família.»
Importa-se de assinalar onde é que eu fiz referência às eventuais acções que a sua família pudesse deter?
GostarGostar
Parece que aqui todo o pessoal é funcionário público.
Eu, nem a minha família, é.
Se calhar é por isso que me surpreendo constantemente.
Haviam de experimentar o privado.
Vão ver que gostam.
GostarGostar
aahhaha
Este agora nega tudo. Pede desculpa pelo engano depois de ter dito isso tudo e agora entra numa de negação.
Ò peluche. Juro que nunca topei que andavas a fazer-me a corte.
Palavra. Eu não estou livre e, mesmo que estivesse nunca andaria na net para cenas dessas.
GostarGostar
«Até porque o mundo é muito pequeno. E Portugal ainda mais»
Vai contratar algum detective?
GostarGostar
Estúpido, essa treta é uma mera indirecta para o peixe podre.
Tu não apagas comentários. Foi ele que os apagou. E ele lá saberá o motivo para ter apagado, por mero acaso, esses.
GostarGostar
« Eu não estou livre e, mesmo que estivesse nunca andaria na net para cenas dessas»
Essa parta gaga já eu a interpretei. Não reclamo direitos de autor, mas o plágio nunca fica bem a quem dele faz uso, especialmente quando se é “apanhado”.
GostarGostar
Mas deixa lá que não vais nunca ter motivo para cuscar porque eu tenho códigos de honra que não quebram e ele não há-de ter interesse em contar nada.
GostarGostar
Como é que nós, portugueses, podemos ter uma resposta à altura como estão a fazer os gregos se toda a energia é gasta numa caixa de comentários? :))
GostarGostar
# 69
eehhe
Essa é verdade. E nas estatísticas de produção os tugas estão muito atrás dos gregos, Estão mesmo entre os 4 últimos da Europa.
GostarGostar
“Há outros, anónimos e públicos, que são incapazes de debater. Mandam bocas, ou insultam. Esses têm muito pouco interesse.”
só te vejo a debater assuntos interessantes como este e a respeitar comentários de malta educada, bulimundas, mbjr, licas, colonizados, tinas, atrásdosmontes e quejandos.
GostarGostar
Tenho mais que fazer que ler todos os comentários. Mas também o “anónimo” podia esforçar-se e elevar o nível dos seus, que a maior parte das vezes são demasiado rasteiros.
Fiquemos por aqui. Boa noite e bons debates.
GostarGostar
Zazie dixit:
“E precisou de apagar uns pequenos detalhes. Os detalhes resumem-se no que eu disse. A partir de agora sei que arranjei um inimigo ressabiado por ter andado ao engano e sei também que o peixe podre vai andar com mais cuidadinho. Só isto. E é coisa com que ninguém tem nada a ver. Quem apagou o que não queria que se lesse, sabe.”
É isto. Vive num universo paralelo. Mas alguém faz a mínima ideia do que é que ela está a falar?
GostarGostar
# 45- jcd dixit: «Um dia a Zazie há-de perceber um bocadinho dos assuntos de que fala porque a verdade é que a sua soberba arrogante enche-a de ridículo e a sua ignorância é atroz. Mesmo com todos os doutoramentos e mestrados, não se preocupe, não é a única. E se por vezes fico a rir à gargalhada com as suas asneiradas, outras não tenho paciência para a palermice extrema.»
Onde é que alguma vez a zazie falou em doutoramentos e mestrados?
Onde? Onde foi inventar essa mentira?
GostarGostar
Paciência sem limites.
2010/05/18 às 9:35 pm
Não ter a culpa de ter feito 1 mestrado e dois doutoramento em 4 anos. Em Cambridge, Oxford e Lyon.
Edição Rápida | Editar | Not Spam | Apagar Definitivamente
Náo se referia a si? Pois não se percebe. O que é normal, porque as suas palavras e comentários atropelam-se uns aos outros, tamanha é a turbulência do fluxo e fica tudo uma baralhada.
GostarGostar
“Mas também o “anónimo” podia esforçar-se e elevar o nível dos seus, que a maior parte das vezes são demasiado rasteiros.”
claro! vocês bostam posta, os comensais pastam a bosta e eu elevo o nível da rasteirice. já agora, se não é perturbar o seu descanso, explique lá o que é isso da rasteirice e quais são as regras dos comentários. há manual de condições prévias à aceitação de comentários ou será que estou a ser rasteiro?
GostarGostar
Olhe, não só não me referia a mim como v. até não há-de ter interesse nenhum que esta conversa vá mais longe.
Ponto final.
GostarGostar
Pois eu – aqui do alto da minha cátedra – ainda vou mais longe! Há que pôr os tugas em regime de “racionamento”, ou seja, a receber o seu salário em senhas/bilhetes de compras… a começar já por esses tais “grandes latifundiários das massas” que grande rombo nos estão dando nas (des)finanças, com os seus absurdos e descomunais (do outro mundo) vencimentos.
Isto é um gozo pegado! Não fora o “dramatismo da peça” que nos forçam interpretar, e não que e somente assistir, e estaríamos ali, na plateia, a rir a “bandeiras despregadas”. Porém…
Não haverá mais “pilim” a circular?!… Só uns papelitos (e pequenitos, porque o “papel” está caro) que distribuirão ao pagode, para ir à loja do povo comprar umas gramas de nada ou, uns quartilhos de coisa nenhuma.
Estamos indo no bom sentido! Ainda bem que não nos faltam boas auto estradas para lá chegarmos, fantásticos CCB e Casas da Música para então matarmos o muitíssimo tempo (idle) que iremos ter, Alqueva para nos refastelarmos navegando na inspiração das suas margens super aproveitadas, muitos e belos Estádios de Bola utilizados para actividades automóvel e de musical ou para actividade nenhuma, o Europeu de 98 que já foi mais o Europeu que está para vir, etc., etc… Isto não mencionando as “maravilhas” de que se fala que serão construídas a “custo zero” ou quase – TGV-Praia, Aeroporto Jamé, e porque não, o Centro Espacial do Vou Ali e Já Venho, mais a Grande Mansão Retiro dos Tretas e Peseteiros… porque não? E porque não?! Já agora, se tudo será a pagar com pedacitos de papel…?! Blá, blá, blá!
Ora Porra!
GostarGostar
Zazie dixit
# 75
Quem? era de mim que estava a dizer isso? seu imbecil que apagou o resto.
Não apaguei nada. Aliás, o comentário está activo outra vez, se quiser ver. Trate-se, mulher.
GostarGostar
Ahahaha!
GostarGostar
Zazie, imparável, dixit:
“Este gajo não quer que se saiba o quê?
ehehe
Esta agora está a ter piada.
Ou será que ainda não percebeste o alcance da tua argolada?
Cá para mim, não. E é coisa que eu sei há tantos anos e que nunca contaria a ninguém.
Mas tu não sabias. E agora precisas de lançar a confusão e apagar porque a cena tocou-te forte.”
Isto é impossível, NÃO FAÇO A MENOR IDEIA DO QUE É QUE ESTÁ A FALAR! Zero. Nadinha. Está a precisar de ajuda? Quer que chame um médico? Já tomou os medicamentos?
GostarGostar
Oligofrenia?
GostarGostar
Não sei se já repararam, mas o grande jornalista que escreveu a peça confundiu a Letónia com a Lituânia. Vá lá, podia ter ido para mais longe…
Já agora um comentário que deixaram no post original:
Really don’t know what data the author has based his analysis on. The unemployment rate at its peak in Latvia two months ago reached 17.3% which no doubt is way too big but is somewhat smaller than 22% mentioned in the post. The average wage in the country has fallen about 25% since 2008. The people living here know exactly the difference between a 5% (mentioned by the author) and 25% fall.
GostarGostar
Espectacular a Zazie. Que alucinação.
GostarGostar
O Krugman passou-se, desta, a pensar com a direita.
GostarGostar
O Norte salva-se porque Lisboa vai ter que mudar de vida
http://norteamos.blogspot.com/2010/05/norte-salva-se-porque-lisboa-vai-ter.html
GostarGostar