E bom lembrar que estes resultados eleitorais foram obtidos em eleições livres. E que sem dificuldade se marcam novas. Não é bem igual a interromper a democracia. 😉
O Rui A. está certo. Por outra, é compreensível que o Coelho lá ensaie a de estadista. Um cognome grande, que, rapaz novo, certamente, almeja. E como tal se perdoa.
Manuela Ferreira Leite não tem jeito frente às câmaras e é normalmente infeliz quando recorre à ironia. Mas foi das primeiras pessoas a anunciar o que aí vinha. Quase ninguém lhe ligou nenhuma. Pagaremos todos por isso.
Já a nossa selecção não está adr uma para o saco, malgrado o retrato benfiquista de incitamento. E próooo-lugar de Deco eeeenntra o Tiaaago… A jogar com um Verdíssimo Cabo de futebol, a ver se pega. E nem assim vai lá, nem assim pega.
Pedro Passos Coelho, não vale um tostão furado…Belmiro de Azevedo ( ou alguem da mesma estirpe…) a Primeiro-Ministro de Portugal !!! tempo é dinheiro…mas em Portugal parece que toda a gente anda de bolsos cheios e pretendem continuar a ser Governados por MAÇARICOS…
“Pagaremos todos por isso.” Oh, se pagamos, que anda o funcionarismo todo das Finanças à caça de impostos, mais algum buraco esquecido.
A propósito, alguém me diga o que vem a ser o “tributo CA”, que me diz, hoje, aviso da repartição que estou devendo e me cortam todos os favores de estado, se prestes não pago!
O modelo centralizador, depurado durante o regime autoritário, trazia consigo uma lógica de pensamento único que ia da política a vários outros domínios. A democracia trouxe pluralidade de opiniões políticas e liberdade para as expressar, mas pouco alterou tudo o resto. O resultado é um país politicamente plural, profundamente desigual em termos socioeconómicos e muito homogéneo em quase todas as outras dimensões. Frustrada com essa não evolução, a Esquerda radical cai, recorrentemente, na armadilha autoritária, tentando impor administrativamente o que de outro modo não ocorreria. Mesmo com essas tentativas, há um enorme denominador comum na nossa maneira de ser e pensar, o que tem sido amplamente explorado pelos anti-regionalistas. Pensamos igual, logo somos iguais, logo podemos ser regidos por um centro único. Na verdade, Portugal é um verdadeiro deserto, com um ou outro oásis, apenas tolerados até ao ponto em que ainda possam ser controlados centralmente. E assim vamos penando.
A fé clubista é um domínio em que aquela homogeneidade de pensamento, típica de um país centralista, tem uma expressão marcante. Em nenhum país da Europa há um clube que congregue uma adesão tão grande como acontece com o Benfica em Portugal. Admitir-se-ia que, com a hegemonia que o Porto tem demonstrado nos últimos 30 anos, a vontade de estar com os vencedores tivesse alterado essa adesão. Tendo, inicialmente, baseado a sua afirmação na construção de um poder alternativo a Lisboa, os dirigentes portistas não terão sabido evoluir para uma lógica mais autónoma e menos defensiva.
No fundo, esta dicotomia acabou por servir, perfeitamente, aos centralistas que tiveram de se concentrar apenas no desacreditar de um adversário. A inércia de um povo habituado a viver das glórias do passado fez o resto: nada apaga a fé benfiquista. Que se mantém como norma. Só isso justifica que canais abertos e por cabo transmitam, todos, a festa benfiquista. É suposto todos sermos benfiquistas. Quem não é, não é bom chefe de família.
O aparecimento de outsiders nesse duelo Porto-Lisboa assume, por isso, particular importância. Foi assim, há muitos anos, com o Vitória de Setúbal e tem sido, de uma forma mais consistente, com o Guimarães que, desse modo, sedimentou o sentido de identidade numa massa associativa dedicada e fiel. Tem sido assim, desde a chegada de António Salvador à presidência, com o Braga, culminando na extraordinária campanha que este ano quase o levava ao título. Uma cidade tradicionalmente benfiquista despontou para uma outra forma de estar e sentir.
Com uma situação económica que nos faz recuar ao passado, quase apetece dizer que é adequado o Benfica ser campeão. O emergir de um novo pólo em Braga é um sinal importante. Se a coisa não vai lá pela via política, talvez o futebol possa dar uma ajuda na construção da consciência da necessidade de rompermos com o centralismo e o pensamento único. Que mil Bragas floresçam por esse país fora!
só é pena não termos jornalistas à séria para apanharem nossa duquesa de york o sócrates com a mão na massa…
só apanham peixe-miúdo… como o ladrão de telemóveis…
Em tempos de Crise, QUEM VAI PAGAR O JANTAR?
“Lisboa, 24 mai (Lusa) – Dirigentes do FC Porto jantam na quinta feira com deputados da Assembleia da República, no restaurante do Edifício Novo, informou hoje a deputada socialista Rosa Maria Albernaz. No habitual jantar de final de temporada, com início às 20:00, a delegação do FC Porto será encabeçada por Pinto da Costa, presidente portista, que estará acompanhado de elementos do elenco diretivo, bem como de Sardoeira Pinto, presidente da Mesa da Assembleia Geral, e de Vítor Baía, director de Relações Externas.” Em tempos de crise, QUEM VAI PAGAR A CONTA?
Já que se fala tanto em sacrificios, em que Passos Coelho e José Socrates agora decidiram apelar ao “Patriotismo”, não percebo porque é que estes dois partidos, em nome do Patriotismo de que agora tanto falam, não se chegam à frente, e não convidam o Eng. Belmiro de Azevedo ( ou da mesma estirpe ) para Governar Portugal ( a Credibilidade de Portugal no exterior subiria logo em flexa…) isto é que era Patriotismo por parte de Passos Coelho e do Socretino…ahhh, mas o EGO deles é bastante grande…mas o que é que isso importa, o nosso futuro já esta traçado se continuarmos a ser governados pela MEDIOCRIDADE dos dirigentes partidarios que por aí se apresentam…
“Se continuarmos assim, vamos ficar um país africano”
Belmiro de Azevedo alertou hoje que Portugal irá cair para um nível similar ao dos países africanos, a manter-se o crescimento da dívida pública e a inércia dos empresários.
“Só agora, depois de as agências de ‘rating’ fazerem o ‘downgrade’, as pessoas se aperceberam que o dinheiro é limitado e tende para zero, enquanto o custo de financiamento tende para o infinito”, disse Belmiro de Azevedo, durante um evento no Centro Cultural de Belém.
“Não temos dinheiro para criar empregos caros, que não trazem tecnologia nova. Se continuarmos assim vamos ficar um país africano”, lamentou o empresário.”
um jantar é uma merdice insignificante comparada com um estádio. ao benfas foi-lhe pago um estádio inteiro e parece que toda gente não se incomoda minimamente. este povo de bois mansos e ignorantes merece ser reduzido à condição de africano.metam-lhe uma canga pesada e ele ainda agradece. sebentos!
#16,
não parece que seja bem assim.
Não estava previsto que Portugal fosse o proximo a ser atacado depois da Grécia. Mas o Plano PS(s)PS meteu-se na boca dos lobos.
.
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E bom lembrar que estes resultados eleitorais foram obtidos em eleições livres. E que sem dificuldade se marcam novas. Não é bem igual a interromper a democracia. 😉
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“A defesa da governabilidade deve caber aos membros do governo, do qual, que se saiba, Passos Coelho ainda não faz parte.”
Não faz parte?!!! Olhe que sim, olhe que sim!…
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O Rui A. está certo. Por outra, é compreensível que o Coelho lá ensaie a de estadista. Um cognome grande, que, rapaz novo, certamente, almeja. E como tal se perdoa.
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Manuela Ferreira Leite não tem jeito frente às câmaras e é normalmente infeliz quando recorre à ironia. Mas foi das primeiras pessoas a anunciar o que aí vinha. Quase ninguém lhe ligou nenhuma. Pagaremos todos por isso.
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#1
E palmas, palmas, palmas, à senhora deputada, que digna repressentante destes nossos consolados.
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Já a nossa selecção não está adr uma para o saco, malgrado o retrato benfiquista de incitamento. E próooo-lugar de Deco eeeenntra o Tiaaago… A jogar com um Verdíssimo Cabo de futebol, a ver se pega. E nem assim vai lá, nem assim pega.
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Pedro Passos Coelho, não vale um tostão furado…Belmiro de Azevedo ( ou alguem da mesma estirpe…) a Primeiro-Ministro de Portugal !!! tempo é dinheiro…mas em Portugal parece que toda a gente anda de bolsos cheios e pretendem continuar a ser Governados por MAÇARICOS…
http://www.youtube.com/watch?v=AisEYSNuNK0
http://www.youtube.com/watch?v=i3d5G9cDujc
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#5
“Pagaremos todos por isso.” Oh, se pagamos, que anda o funcionarismo todo das Finanças à caça de impostos, mais algum buraco esquecido.
A propósito, alguém me diga o que vem a ser o “tributo CA”, que me diz, hoje, aviso da repartição que estou devendo e me cortam todos os favores de estado, se prestes não pago!
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O modelo centralizador, depurado durante o regime autoritário, trazia consigo uma lógica de pensamento único que ia da política a vários outros domínios. A democracia trouxe pluralidade de opiniões políticas e liberdade para as expressar, mas pouco alterou tudo o resto. O resultado é um país politicamente plural, profundamente desigual em termos socioeconómicos e muito homogéneo em quase todas as outras dimensões. Frustrada com essa não evolução, a Esquerda radical cai, recorrentemente, na armadilha autoritária, tentando impor administrativamente o que de outro modo não ocorreria. Mesmo com essas tentativas, há um enorme denominador comum na nossa maneira de ser e pensar, o que tem sido amplamente explorado pelos anti-regionalistas. Pensamos igual, logo somos iguais, logo podemos ser regidos por um centro único. Na verdade, Portugal é um verdadeiro deserto, com um ou outro oásis, apenas tolerados até ao ponto em que ainda possam ser controlados centralmente. E assim vamos penando.
A fé clubista é um domínio em que aquela homogeneidade de pensamento, típica de um país centralista, tem uma expressão marcante. Em nenhum país da Europa há um clube que congregue uma adesão tão grande como acontece com o Benfica em Portugal. Admitir-se-ia que, com a hegemonia que o Porto tem demonstrado nos últimos 30 anos, a vontade de estar com os vencedores tivesse alterado essa adesão. Tendo, inicialmente, baseado a sua afirmação na construção de um poder alternativo a Lisboa, os dirigentes portistas não terão sabido evoluir para uma lógica mais autónoma e menos defensiva.
No fundo, esta dicotomia acabou por servir, perfeitamente, aos centralistas que tiveram de se concentrar apenas no desacreditar de um adversário. A inércia de um povo habituado a viver das glórias do passado fez o resto: nada apaga a fé benfiquista. Que se mantém como norma. Só isso justifica que canais abertos e por cabo transmitam, todos, a festa benfiquista. É suposto todos sermos benfiquistas. Quem não é, não é bom chefe de família.
O aparecimento de outsiders nesse duelo Porto-Lisboa assume, por isso, particular importância. Foi assim, há muitos anos, com o Vitória de Setúbal e tem sido, de uma forma mais consistente, com o Guimarães que, desse modo, sedimentou o sentido de identidade numa massa associativa dedicada e fiel. Tem sido assim, desde a chegada de António Salvador à presidência, com o Braga, culminando na extraordinária campanha que este ano quase o levava ao título. Uma cidade tradicionalmente benfiquista despontou para uma outra forma de estar e sentir.
Com uma situação económica que nos faz recuar ao passado, quase apetece dizer que é adequado o Benfica ser campeão. O emergir de um novo pólo em Braga é um sinal importante. Se a coisa não vai lá pela via política, talvez o futebol possa dar uma ajuda na construção da consciência da necessidade de rompermos com o centralismo e o pensamento único. Que mil Bragas floresçam por esse país fora!
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só é pena não termos jornalistas à séria para apanharem
nossa duquesa de yorko sócrates com a mão na massa…só apanham peixe-miúdo… como o ladrão de telemóveis…
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Em tempos de Crise, QUEM VAI PAGAR O JANTAR?
“Lisboa, 24 mai (Lusa) – Dirigentes do FC Porto jantam na quinta feira com deputados da Assembleia da República, no restaurante do Edifício Novo, informou hoje a deputada socialista Rosa Maria Albernaz. No habitual jantar de final de temporada, com início às 20:00, a delegação do FC Porto será encabeçada por Pinto da Costa, presidente portista, que estará acompanhado de elementos do elenco diretivo, bem como de Sardoeira Pinto, presidente da Mesa da Assembleia Geral, e de Vítor Baía, director de Relações Externas.” Em tempos de crise, QUEM VAI PAGAR A CONTA?
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Eu já tirei o meu há muito tempo.
Vocês que andam para aí a berrar um belo dia vão ficar com o vosso dinheiro ni «curralito».
Para alguns socretinos era bem feito!
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Lá que há greves que interrompem o traânsito, ou o fornecimento do leite, lá isso há.
Greve a interromper a democracia… só se for em banda desenhada.
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Já que se fala tanto em sacrificios, em que Passos Coelho e José Socrates agora decidiram apelar ao “Patriotismo”, não percebo porque é que estes dois partidos, em nome do Patriotismo de que agora tanto falam, não se chegam à frente, e não convidam o Eng. Belmiro de Azevedo ( ou da mesma estirpe ) para Governar Portugal ( a Credibilidade de Portugal no exterior subiria logo em flexa…) isto é que era Patriotismo por parte de Passos Coelho e do Socretino…ahhh, mas o EGO deles é bastante grande…mas o que é que isso importa, o nosso futuro já esta traçado se continuarmos a ser governados pela MEDIOCRIDADE dos dirigentes partidarios que por aí se apresentam…
Diário Económico 18/02/09 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
“Se continuarmos assim, vamos ficar um país africano”
Belmiro de Azevedo alertou hoje que Portugal irá cair para um nível similar ao dos países africanos, a manter-se o crescimento da dívida pública e a inércia dos empresários.
“Só agora, depois de as agências de ‘rating’ fazerem o ‘downgrade’, as pessoas se aperceberam que o dinheiro é limitado e tende para zero, enquanto o custo de financiamento tende para o infinito”, disse Belmiro de Azevedo, durante um evento no Centro Cultural de Belém.
“Não temos dinheiro para criar empregos caros, que não trazem tecnologia nova. Se continuarmos assim vamos ficar um país africano”, lamentou o empresário.”
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Democracia?
Não somos uma província do 4º Reich prestes a ser “promovida” a protectorado?
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um jantar é uma merdice insignificante comparada com um estádio. ao benfas foi-lhe pago um estádio inteiro e parece que toda gente não se incomoda minimamente. este povo de bois mansos e ignorantes merece ser reduzido à condição de africano.metam-lhe uma canga pesada e ele ainda agradece. sebentos!
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Hoje e mais uma vez, Pedro Passos Coelho demonstrou a sua inocuidade e irresponsabilidade, na entrevista à SIC.
É, já, um flop como presidente do PSD !
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#16,
não parece que seja bem assim.
Não estava previsto que Portugal fosse o proximo a ser atacado depois da Grécia. Mas o Plano PS(s)PS meteu-se na boca dos lobos.
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REVOLUÇÃO NA EDUCAÇÃO:
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Schools to be freed from State shackles: Education shake-up to lead the Queen’s Speech
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1281210/Queens-speech-leads-education-Schools-freed-state-control.html#ixzz0otpyZMw6
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Deixem-me governar, deixem-me governar!
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“A democracia foi INTERROMPIDA???????
por seis meses ????????
Um país corrupto, em que a justiça apanha os pequeninos e destrói ou anula as provas comprometedoras para os grandes, alguma vez foi democracia?
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