A lei do namoro e o direito a não acordar casado*
Nas políticas de entretenimento e terapia ocupacional que o PS tem desenvolvido para manter o povo sempre com a ideia de que o país está a progredir o casamento tem sido uma trave mestra. Tivemos o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Em aberto está a questão dos polígamos: esta mesma semana soube-se que um turco foi privado da nacionalidade suíça por ser polígamo. E muito rapidamente teremos o problema do registo das crianças nascidas nestes casamentos: vão ter duas mães? Desaparecem o pai e a mãe e passam a existir os assexuados progenitores?
Mas, para que não nos falte assunto, já temos aí outra importantíssima e avançadíssima questão. A saber: as uniões de facto. Pretende agora o Governo aperfeiçoar a legislação de modo a que os unidos gozem dos direitos e deveres dos casados. Como, além dos polígamos, não existe neste momento ninguém em Portugal que não se possa casar, não só não se percebe esta pressa em mudar a lei, como sobretudo não se entende que a lei continue a existir. Quem quer casar casa. Aos outros francamente deixem-nos em paz. Não queiram dar-lhes direitos e deveres que eles não quiseram contrair. Por estranho que lhes pareça, há quem não queira que outros digam sim por eles.
*PÚBLICO

Na prática é a proibição da união de facto.
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“E muito rapidamente teremos o problema do registo das crianças nascidas nestes casamentos: vão ter duas mães? Desaparecem o pai e a mãe e passam a existir os assexuados progenitores?”
Helena, espanto-me sempre pela confusão que faz entre as palavras e a realidade. A Helena está obcecada com o facto de não existirem palavras adequadas para definir os “pais” e as “mães” destas novas formas de família. E acha que isso é a prova de que elas não existem, ou não devem existir. A história mostra outro caminho. Novas realidades sem nome surgem todos os dias e em todos os domínios. E novas palavras são inventadas para espelhar essas novas realidades. São as palavras que correm atrás da realidade e não o contrário.
Em sentido contrário, há palavras e expressões que caem em desuso. “Chefe de família”, por exemplo. Alguém, hoje em dia, acha que a sua família tem um “chefe”?
Outras, simplesmente mudam de significado. “Gay” era sinónimo de alegre… Hoje em dia, não é essa a associação imediata que se faz à palavra.
“Pai” e “mãe” também já não têm o significado que a Helena tenta forçar. O significado destas duas palavras, mesmo que o não queira, modificou-se. “Pai” e “Mãe” há muito que deixaram de designar indivíduos heterosexuais. Não são palavras que estejam associados inequivocamente à orientação sexual, por muito que a Helena o deseje.
Tenho a certeza que a Helena vai continuar obcessivamente a escrever e a matutar nesta dessincronia entre as palavras que tem e a realidade com que é confrontada. Mas não se preocupe. Esse seu conflito pessoal não impede o mundo de encontrar o seu caminho.
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Então o Quim Barreiros não era homofóbico por ter usado estes termos? Não estavam os LGBT’s a ponderar uma queixa-crime por esse facto?
(…) Já “Maricas e fufas contra a austeridade laboral” é, segundo Fernando Rosa, do colectivo “Panteras Rosa”, “uma iniciativa organizada por um conjunto de pessoas independentes, que pretende integrar um bloco”, composto por LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) e outros (…)
JN de hoje: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1580943
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3. Se isso for verdade podemos ficar a saber hoje se existe vida pós-morte. Pois caso a alma de Álvaro Cunhal ande por um qualquer algures vem hoje a Lisboa meter ordem na dita manifestação.
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Na Dinamarca ou Suécia não sei a certo existem quintas onde quem quiser fazer amor com animais o pode fazer à face da lei e se não infligir sevícias aos ditos animais logo a homossexualidade também tem direito a existir…como a poligamia…
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Mas o mais engraçado é que antes de ontem acusavam o Quim Barreiros de homofóbico por ter usado essas mesmas palavras:
(…) Se não vejamos: “ Os políticos aprovaram o casamento gay. Nem todos estão de acordo com a aprovação da lei. O Zezinho ‘paneleiro’ casou com o Manuel das ‘tricas’. E convidaram a família, os amigos e os ‘maricas’. Um casamento ‘panasca’ com muita animação”.
“Este é um registo de um cantor profundamente sexista, que usa palavras que são claramente usadas como fonte de discriminação contra a qual lutamos”, denuncia, ao JN, Paulo Jorge Vieira, da associação LGBT e feminista “Não te prives”. “Esta é uma atitude preocupante quando sabemos que se trata de alguém bem conhecido que está a reforçar a homofobia com a sua música”, acrescenta o activista, admitindo que é necessário analisar se tal composição configura ou não crime (…)”
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1579079
A notícia é do mesmo JN e das mesmas alminhas.
Retire-se a Igreja e coloque-se o LGBT e parece que estamos em pleno Séc. XVI.
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“Pois caso a alma de Álvaro Cunhal ande por um qualquer algures vem hoje a Lisboa meter ordem na dita manifestação.”
isso pensas tu, o gajo vem cá hoje mais vai ao concerto do king a sabrosa, tásse cagando para manifes de idiotas, apoiadas por parvos e patrocinadas por chulos.
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regular as uniões de facto é , como diz o #1, na pratica proibir .Mas e mais grave é também um atentado á liberdade das pessoas escolherem livremente os seus modos de vida.Só da cabeça de idiotas inimigos da liberdade poderá algum dia sair uma lei como essa .O socialismo escolhe a sua escola , o seu hospital e já agora escolhe também se casa ou não casa!
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Curioso pensava que chulos éramos todos n´+os que vivemos vai par 25 anos à custa de subsídios da CEE…
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# Ricardo,
Helenafmatos não forçou qualquer significado. Já la estava quando nasceu e até antes… O Novlangue é que quer impor novos sentidos às palavras e inventar outras (progenitor A e B). E se não perceber a alusão aconselho ler 1984 duas vezes pelo menos.
E Força Helenafmatos por resistir aos novos fascistas.
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“Pai” e “Mãe” há muito que deixaram de designar indivíduos heterosexuais.
Nunca designaram individuos heterossexuais. Designaram sempre, e hoje também, o progenitor do sexo masculino e outro do sexo feminino. E ou muito me engano, ou para uma criança nascer ainda é necessário um progenitor de cada sexo.
O que choca a Helena, e a qualquer pessoa comum, é que se volte ao tempo em que as crianças eram filhos de pais incógnitos.
E esta das uniões de facto, é boa: voltamos ao tempo Salazar em que tinham todos que casar. Agora, claro, há dois termos diferentes: um para os que querem mesmo casar e outro para os que não querem mas são obrigados pelo Estado. Isto é progressismo? É do conservadorismo mais bacoco!
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Quem ainda gera e pari um bebé , vulgo filho, é uma mulher, vulgo mãe, de uma fecundação de um homem,vulgo pai… assim aprendi e tem sido desde a existência do animal homem. Estou a falar da natureza.
O Ricardo não teve mãe e pai? É de geração espontânea? Não tem família? Será incapaz de gerar descendência? Tem laços de sangue com o quê?
Ainda agora os humanos geram filhos e por isso são pais. Essa deformação animalizada que hoje singrar na Europa putrefacta e decadente, esta a transformar o europeu numa criatura menorizada, um humanóide “bestializado” e”bestializante.”
p.s.:Os lá de casa ainda são um produto natural. Os modernistas querem que seja uma excepção a regra.
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http://www.publico.pt/Sociedade/amantes-de-padres-escrevem-ao-papa-para-pedir-fim-do-celibato_1439584
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Liberal #11,
Para alguém que acredita que estamos a viver no 1984, não deixa de ser curioso que esteja a distorcer o significado comum das palavras “liberal” e “facista”. Nem você é um liberal, já que não se importa de condicionar os comportamentos alheios, nem me parece que eu seja um facista por sublinhar uma evidência.
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Cada parvoice que se vai acreditando… e escrevendo, como este comentador
Ricardo. Desculpe lá se pertence a alguma das minorias actualmente projectadas, até através da novilingua… mas não consigo sentir de outra forma, então agora os hetero, pai e mãe têm de passar a defender os seus
direitos a constituir uma familia dita “tradicional”?? Nunca me importei com a vida sexual de ninguém, mas que me venham tirar o uso da palavra pai e mãe com que sempre vivi, é demais !!!
Helena, em geral gosto muito do que escreve e “como pensa”, continue!
Este titulo está muito bom, é de facto assim e como diz o #1 e o #9.
O PS e uma certa esquerda querem acabar com a minha liberdade de viver em União de Facto e não casado – fascistas !
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Mau, demais, para ser verdade!
Mas, se o fôr, coitado deste Portugal…
Texto do Dr. José Maria Martins, Advogado, publicado no seu Blog
Portugal – Um país cheio de tiranetes, de crápulas que nas suas aldeias e vilas fazem a lei e subvertem a Democracia
Estava agora a ver a televisão e a ouvir Ricardo Rodrigues, deputado do PS, eleito nos Açores, quando ele dizia que a Comissão da Assembleia da República, sobre o negócio da PT/TVI, nada mais era que uma forma de enxovalhar o Primeiro Ministro “Um dos mais altos magistrados da Nação”.
Publicada por José Maria Martins
Pasme-se! José Sócrates um dos mais altos magistrados da Nação! Eu que conheço muito bem, e até pessoalmente, o deputado Ricardo Rodrigues e dei comigo a pensar: “Para onde vai o meu Portugal?”.
É vergonhoso que o PS tenha metido nas listas de deputados Ricardo Rodrigues.Vergonhoso! Digo-o no âmbito da minha liberdade de expressão e opinião.
Digo-o como cidadão político.
Digo-o na qualidade de irmão de dois açorianos: Victor Manuel Martins, nascido na Horta, Ilha do Faial, e de Maria Isabel Martins, nascida emVila do Porto, Ilha de Santa Maria.
E lembro-me que Ricardo Rodrigues era advogado do sobrinho do Dr. Mota Amaral e nem soube defendê-lo, tendo sido eu a trabalhar para o libertar, pela incapacidade de Ricardo Rodrigues.
Da mesma maneira que Ricardo Rodrigues deixou condenar, estupidamente,um amigo meu, um homem bom e muito influente em Ponta Delgada, quando Ricardo Rodrigues era apenas advogado e o irmão dele empregado na Associação Agrícola.
Todos se lembram que Ricardo Rodrigues se demitiu do Governo dos Açores aquando do caso de pedófilia conhecido como Caso Farfalha.
Agora aparece – depois de fazer mais umas tantas ilegalidades,porcarias, no âmbito de um jornal, do PS, que foi à falência em Ponta Delgada! – como o homem forte do PS!!
Veja-se que pessoas o meu ex-partido tem como arautos!.
Onde está Mário Soares? Onde está António Arnault? Onde está Almeida Santos? Onde está Carlos Candal (já morreu)?
Creio que o deputado Ricardo Rodrigues é o maior defensor, no PS, dos casamentos homossexuais, quando se sabe que não tem filhos… e que nos Açores é tido como membro do grupo Gay!
Portugal está do avessso!
Sócrates deixa estas pessoas tomarem posições de destaque e afundar Portugal.
Onde estão os milhões de euros desviados da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo? Em cujo processo crime Ricardo Rodrigues foi arguido e salvo pelos amigos, contra a posição da Policia Judiciária?
Sei do que falo porque fui advogado desse caso em que Ricardo Rodrigues era arguido, mas alguém se encarregou de o safar…
Se Ricardo Rodrigues me quiser processar que o faça!
Mas temos que saber quem era o procurador gay que o safou! O procurador que tinha um namorado preso na prisão da Boa Nova, em Ponta Delgada!
Uma miséria este Portugal!
Por outro lado, ao longo do país vamos vendo tiranetes que defendem as suas capelinhas, contra o Povo. Nas freguesias, nos concelhos, há sempre os “regedores” que vão emporcalhando Portugal e sendo responsáveis pela miséria em que vivemos.
Portugal está nas bocas do Mundo pelas piores razões.
Eu por mim preferia dar um tiro nos cornos de um desses tiranetes a deixar o meu amado, o meu querido, o meu adorado Portugal morrer, o país pelo qual jurei morrer se fosse necessário.
Declaro que se for necessário morrerei por Portugal, de armas na mão,mas há-de haver filhos da puta que vão à minha frente!
Os Povos têm o direito de se revoltar!
Os meus filhos, os teus filhos, os nossos filhos, não podem estar na mão destes biltres.
Os portugueses, se for necessário, devem seguir o exemplo do Povo de Paris, os “sans culottes”, que destruíram a Bastilha, que mataram Luis XVI e Maria Antonieta.
Se me quiserem processar, façam-no, porque eu não tolero pedófilos, que não confessam, nem corruptos que destroiem o meu amado Portugal.
Basta, já”! Ricardo Rodrigues homossexual e pedófilo?! E vigarista?!
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As pessoas não devem ser obtrigadas a casar quando não querem. No entanto há aqueles que não se casam para estar a usufruir de benefícios que perderiam com o casamento, como seja duas pessoas viuvas a viverem juntas, não se casam, para não perderem a reforma dos falecidos. Para além do aspecto moral, acho que é uma fraude ao Estado. Esse dinheiro era mais bem aplicado na ajuda a pessoas incapacitadas , com doenças raras que vivem de subsídios míseros e da caridade dos outros.Portanto se as pessoas querem União De Facto que gozem também dos direitos e deveres dos casados, doutra forma estarão a descriminar os casados.
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Fui enganado pela desinformação deste blogue.
Como leitor regular que sou, passei os últimos anos a acreditar que um casal que co-habitasse há mais de dois anos acabava por ser “forçado” a viver em união de facto.
Esse paternalismo do estado, essa criação de um vínculo indesejado com valor legal, sempre me indignou.
Mas, descobri há dois dias, que isso é MENTIRA.
Só vive em união de facto quem o requerir. Ninguém vive em união de facto contra a sua vontade. Posso co-habitar com quem quiser, por quantos anos quiser, que a lei continua sem reconhecer essa união.
Desta forma, eu que sempre defendi a posição veículada neste blogue sobre esse assuno, vejo que andei também, sem o saber, a enganar outros. Vítima das mentiras que aqui leio. Agradeço a quem, há dois dias, me esclareceu.
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