Originalidades
Quase todos os países europeus tem vindo a anunciar medidas para diminuir os seus astronómicos deficites públicos. Sem excepção, as medidas incidem na diminuição da despesa pública, nalguns casos de forma muito acentuada.
Um país há que destoa dessa tendência: Portugal. Foi o único governo que centrou a acção na via do aumento da receita mediante um aumento de impostos.
É certo que o antigo partido líder da oposição e actual parceiro de governo vendeu a ideia aos seus militantes, de que convencera o governo a fazer esforço de diminuição da despesa. Mas na verdade, para além de alguma desorçamentação, o resto são piedosas intenções de dífícil medição.
Ninguém se espante portanto que demais parceiros europeus venham exigir reais cortes (e quanto mais tarde, mais profundos serão) e uma redução efectiva da despesa. E não simplesmente espremer continuamente o contribuinte. É que as garantias prometidas tem o seu preço, e nenhum estará disposto a suportá-las sem esforço de quem delas beneficia.

O Governo, na sua já que mais provervial incompetência, pensa que a economia é movida a impostos.
Ora os impostos devem derivar da economia e não ao contrário.
Foi com essa mentalidade de terrorismo fiscal e expropriação fiscal que o Governo destrui a Economia Portuguesa, e principalmente desmobilizou os portugueses que queriam trabalhar, produzir e irem mais longe.
Trabalhar e produzir, para o Governo, é coisa feia que deve ser tributada….
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O nosso lider da oposição não nos dá um mínimo de garantia de que será uma alternativa credível.Este acordo negociado por Nogueira Leite é incompreensível.Só vemos aumento da receita por via dos impostos e nada de diminuição da despesa.Faço, no entanto, notar que se por um lado, a diminuição de despesa é vital para a recuperação da economia, ele só será real se, no entretanto, se começar a criar riqueza. E,com o desprezo manifesto pelo trabalho manual, que é notório e visível na nossa sociedade, não se augura nada de positivo no futuro. Porque só com cortes na despesa ou pior ainda com aumento dos impostos, nada de positivo se constrói.
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ESpero que o actual líder da oposição nunca passe disso mesmo e que passe directamente para 2º líder da oposição.
O eleitorado da Direita, da Iniciativa Privada e da Propriedade não aceitam ser mais tributados, roubados e vexados por um estado clientelar e ladrão.
O que o Sr.Passos Coelho deve fazer é entrar agora para o governo juntamente com o Sr.Sócrates.
O Sr.PPC é um embuste e um empecilho à libertação da sociedade portuguesa!
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Esta observação é pertinente. Só que neste país o mandarinato trafulha não quer abdicar um milímetro das mordomias. Cortar nas despesas e moralizar gastos não está no mapa genético destas elites que, desde há séculos, cavalgam sobre este povo. Infelismente o máximo que esta gente conheceu foi uma ameaça pateta de ir parar ao Campo Pequeno. O povo é sereno, já dizia o outro. E nisso reside toda a tragédia dos portugueses, que preferem emigrar (cinco milhões vivem lá fora) a escacar de vez com estes parasitas.
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Para lembrar a História do Socialiismo e da Social Democracia: IVA: 15%, 17%, 19%, 21% e só estou a falar do IVA.
E depois de tal desastre 20% do que o Estado gasta vem da dívida, de dinheiro pedido emprestado.
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Deviam começar por poupar nas vuvuzelas, que fazem um chinfrim do caraças.
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Os portugueses continuam a ser enganados e roubados.
Quem fôr jovem, o melhor que faz é sair daqui para fora.
Se ficar aqui vai continuar a trabalhar para o Estado, e no fim vai perder todo o seu património, através de penhoras e execuções fiscais e da segurança social.
Quem produz e cria riqueza em Portugal é já considerado um perigoso deliquente!
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Se calhar são os piscoisos que te sustentam, ó chulo disfarçado de “Trabalhador Roubado Pelo Socialismo”.
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Algarve tem gás! Para fornecer o consumo de gás, a Portugal, por quinze anos? Ou Mais?
Melhorava-se as contas externas em 1500 milhões de euros
Será que a CEE também dá subsídio para não produzir gás
http://www.gasbrasil.com.br/noticia/noticia.asp?NotCodNot=39390
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A questão não é económica, é política. Portugal será obrigado a fazer os cortes, não há dúvida. Ou alguém acha que os bancos continuarão a financiar o país eternamente? O ponto é que a escumalha internacional-socialista não fará nada para que sejamos obrigados a fazer a partir de ordens de Bruxelas, entregando ainda mais a nossa soberania. Quem sabe se entregue de vez a ZEE como “garantia”… Portugal será reduzido de província de Bruxelas para protectorado, e no fim desaparecerá com a regionalização, tão querida de Bruxelas.
O melhor é que, ao fim disso tudo, estes paus mandados das corporações (BE e PCP não escapam) poderão dizer à populaça dependente (onde se inclui a maioria da função pública) que não queriam os cortes, mas foram obrigados. O país está prestes a desaparecer e a culpa se estende ao PS, ao PSD, ao BE e ao BCP, enfim, à toda a esquerda, dividida, para usar termos simples, entre europeístas(PS/PSD) e moscovitas(BE/PCP).
E por favor, senhores blasfemos, deixem de chamar o Partido “Social Democrata” de oposição. O que existe entre PS e PSD é uma disputa de cargos entre duas alas de uma mesma facção!
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Repito o que já escrevi há dias, em letra na pedra: não acabará o mês de Outubro sem que desabe sobre nós um novo aumento de impostos.
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Assino,por baixo!
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Só para lembrar uma coisa, nenhum dos cortes feitos por Governos Europeus é suficiente sequer para travar o caminho para o desastre. Vão ser todos forçados pela realidade mais tarde ou mais cedo.
E num futuro próximo vai ser a América de Obama a levar na cara eles que têm a dívida a muito curto prazo.
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os governos europeus andam desorientados, mais impostos, menos apoios sociais; a crise deve ser paga por quem a criou e que se saiba não foram os trabalhadores que arrasaram o sistema financeiro.
entretanto a Alemanha, país com superavit, defende agora a restrição do seu próprio mercado interno, ou seja, quem depende da saúde económica da GER – a maioria da Europa – fica ainda mais deprimida.
parecem baratas tontas estes governos europeus…a mudar de estratégia todos os 15 dias!
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“que se saiba não foram os trabalhadores que arrasaram o sistema financeiro.”
Foram as pessoas que votaram em Governos para ter crédito barato. Foram as pessoas que votaram em Governos que se endividaram loucamente. Foram as pessoas que votaram em governos que lhes dão coisas “grátis” como os jornais esquerdistas chamam a tudo o que é pago pelos contribuintes mais tarde.
A Alemanha gasta mais do que produz. Que parte é que você não entende? A partir de 2016 o deficedeve ser 0% segundo a Constituição.
É um primeiro pequeno passo para a Republica começar a proteger a riqueza das pessoas. Neste momento as pessoas estão protegidas do Estado pela Constituição mas nada do que elas têm ou produzem o está.
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Caro Gabriel Silva,
Tenho sincera curiosidade sobre o que você faz:
a) É um excelente gestor profissional numa multinacional de sucesso (que ainda não começou a despedir, mas que para lá caminhará inevitavelmente (consigo no número dos despedidos, evidentemente)).
b) Trabalha na empresa do papá que irá começar a sentir o aumento de impostos e a falta de consumidores.
c) É um estudante de economia ou gestão embriagado com o «laissez faire» que lhe impingem na cabeça diariamente na escola.
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Não fossem os piscoisos e os chulos do regime, Portugal podia ser o país mais evoluido da Europa…
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Lucklucky disse
8 Junho, 2010 às 7:16 pm
o que nos vale são estes momentos de humor, nomeadamente o papaguear das K7’s como se fossemos meninos de 5 anos.
gostei, sobremaneira, da cena dos “jornais esquerdistas” eh eh he !!!
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Andam os privados, a pagar a máquina do estado, ou será do ps, erros, pagos pelos mesmos, que viram na europa as novas arvores das patacas, como somos um povo muito experto e guloso, agora vamos roer os ossos.
O engraçado disto tudo, é quem comeu a carne, diz-nos agora, que é tempo de sacrificios.
Não há culpados, só temos o que merecemos.
Isto, já não é um país, é uma sanita.
A maior revolta, será, dos reformados, a terem cem ou duzentos euros, por mês, depois de trabalharem uma vida, criando riqueza, para estes” fulanos” viverem á tripa forra e desbaratar essa riqueza.
Não há paredes que cheguem………
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A febre iberalóide levou ao caos que hoje grassa no mundo. O abismo nasceu do desajuste formidável entre a economia das coisas e as jogatinas financeiras, entre o lucro fácil das aplicações e a realidade do trabalho produtivo. As finanças sobrepuzeram-se de tal forma à economia que o descalabro era inevitável. Este é um tempo de acerto entre o desvario e a realidade. Vencerão os que nunca se esqueceram das coisas para usar e para comer, perderão os fanáticos do supérfluo e do lucro fácil.
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#15
E iam fazer o quê? Votam em quem? Faz alguma diferença votar na esquerda ou na direita??faz? Vamos reagir como? Não votando?
O problema não sao os nossos trabalhadores, os problemas passam pela politica, pela sociedade de cunhas e pela infinita estupidez dos nossos politicos teimosos que quanto mais afundam mais continuam a afundar.
Se forem taxar os bancos como eles merecem,e pagam pouco, isso sim concordo, agora aumentar os impostos para quem ganha muito ja acho que é um exagero. è evidente que têm que pagar mais, mas 45%???As pessoas andam a trabalhar pa 2 patroes, o estado e o seu efectivo patrão. E que eu saiba não sao atendido mais rapidamente nos hospitais, ou a agua sai mais rapido das torneiras, ou os bombeiros chegam mais rapido a casa, ou tem um policia á porta…E nem preciso de falar nos impostos dos mais pobres, porque esses sao o mais sofrem.
O problema nem sao os impostos absurdos que pagamos, o problema reside na retributividade dos mesmos, nós pagamos e não vemos o retorno da moeda. As operaçoes demoram seculos, ficamos horas a espera nas urgencias, as escolas tem varios problemas, as Uni tb, a segurança é o que é…e ainda nos pedem para pagar mais??? Porque? para pagar os luxos e mordomias dos politicos e respectivos?
Um bom exemplo disso é o que o ex presindente do IHRU fez.
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“jornais esquerdistas”
Tem razão deveria ter dito jornais socialiistas. É só ler o que defendem: Defice e Dívida. Os Esquerdistas são os piores dos socialiistas, para o BE ou PCP 3% de defice é quase um crime contra a humanidade.
Diga-me um economista Português que tenha defendido défice zero? Você até tem dificuldade em encontrar um que aceite os insustentáveis 3% dos critérios de Maastrich. 3% de defice implica crescimento de 4-5%.
“E iam fazer o quê? Votam em quem? Faz alguma diferença votar na esquerda ou na direita??”
Não faz diferença, são todos socialiistas, sejam de esquerda ou direita. Todos -e digo na maior parte dos países ocidentais- julgam que o dinheiro cai do céu.
Qual é o Governo que limita o seu defice? temos o Chile e em 2016 teremos a Alemanha. Os escandinavos andam década sim, década não a limparem os défices.
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@ MDN os impostos destroem a economia livre, aumentam o poder do Estado, favorecem o clientelismo e corrupção.
Veja o que escrevi acima sobre a história do IVA que começou com 15% e já vai em 21%
O limite de impostos deveria estar na Constituição.
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“O limite de impostos deveria estar na Constituição.”
O limite dos impostos e o limite das funções do Estado.
Isto de o Estado pretender intervir em tudo, desde a criação e gestão de empresas utilizando o dinheiro alheio, até à ridícula aplicação de multas às toalhas das praias, é puro totalitarismo que só pode conduzir à miséria.
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Eu concordo consigo os impostos de facto sao um entrave para a economia, não será a toa que paises como a Alemanha optam por descerem e não subirem impostos…So estava a argumentar que se pelo menos vissemos o retorno do roubo fiscal que nos fazem todos os meses ja não era muito mal…paises escandinavos tem uma carga muito alto de impostos, mas o Estado de facto porpociona um serviço com qualidade, qui não, pagamos muito e recebemos pouco…
Só discordei consigo quanto a analise politica em relaçao ao voto…n vale a pena dizer mal de um partido ou outro, não vale a pena dizer que sou de esquerda ou direita…porque infelizmente no nosso parlamento cozem se todos com as mesmas linhas…
Aquilo na cantina do paralmento deve ser muita amizade e anedotas sobre o que dizem uns aos outros em frente as cameras, e por tras é so palmadinhas nas costas…
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O Estado não tem legitimidade moral para extorquir impostos a seu bel-prazer.
Isso são hábitos que vêm lá das alfurjas do feudalismo que já devia estar erradicado mas não está. Pudera, viver à custa dos outros é tão bom!…
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Mas mesmo que tivesse na contituiçao isso não seria um obstaculo….olhe para a retroactividade do IRS…tb esta la previsto…mas consegue se tudo
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Isto é a vida, é assim mesmo! De promessas, está o inferno cheio. Aqui aconteceu o mesmo, prometendo-se a todos os indígenas aquilo que “eles” bem sabiam dar só para alguns (deles) e… não para sempre, mas convinha convencer o “zé” que agora é que ia ser… e, nessa onda, eles foram-se enchendo e à pressa, cientes que isto não duraria para sempre.
Diziam eles que, toda a gente seria (+/-) igualzinha e beneficiaria de iguais oportunidades… eheheh!
Qual Constituição qual carapuça?!… Isso foi brincadeira de mau gosto!
E agora?! Estes patriotas/revolucionários da treta, agora “caducos e podres de iguarias”, estão-se cagando para nós. Eles e os seus queridos, apaniguados e seguidores, ficarão bem de vida, com fortunas colossais (aqui e lá fora) e nós, os “tugas malandros”, improdutivos, que não querem trabalhar, ficamos a vê-los engordar, engordar, engordar… por tudo quanto em si estica.
A parte positiva é que, muitos deles, não têm noção das limitações elásticas do seu “canastro”… e, naturalmente, acabarão por rebentar!
Espero não estar por perto.
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Será que Portugal precisa dum «Governo»?
A Bélgica a maior parte do tempo está sem governo e eles lá vivem muito melhor….
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Tem piada…quem ler o seu post até pensa que é verdade!
Então e a redução da Despesa no programa de Defesa não conta ?!
Este é um exemplo entre muitos, basta ir ao site do Governo.
E já agora..o tal governo incompetente é aquele que fez com que Portugal neste arranque de 2010 obteve o 2º Maior Crescimento Económico da UE
E as Exportações até Abril aumentaram para a casa dos dígitos.
Convém fazer o trabalho de casa senão engana só quem quer ser enganado, meu caro Watson.
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Eu queria era ler um comentário do Anti-comuna.
Porque será que anda desaparecido há tanto tempo?
Vá, lá, Anti-comuna! Diga de sua justiça!
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Portugal tem condições para extinguir metade das freguesias, cerca de um quarto dos concelhos das regiões Norte e Centro e despedir todos os funcionários públicos excedentários do poder local. O Reino Unido prepara-se para despedir 300 000 funcionários públicos, por cá só com a extinção de 2000 freguesias e de uns 50 concelhos o Estado poder-se-ia ver livre de uns milhares de funcionários públicos. Pelo caminho, extinguia os governos civis, e eram mais umas dezenas a menos. É preferível, e muito mais barato, termos poucos concelhos, poucas freguesias, poucos deputados, poucos ministros, poucos secretários de estado e poucos assessores, bem pagos e competentes, do que esta multidão de medíocres.
Ora aqui fica um exemplo…
Comune di Milano:
Área: 183,77 km2
População: ~ 1 300 000 habitantes
Áreas administrativas: 9
Lisboa:
Área: 83,84 km2
População: ~560 000 habitantes
Freguesias: 53
A nossa capital, com metade da área do concelho de Milão, e menos de metade dos habitantes da capital económica de Itália, tem o extraordinário número de 53 freguesias. De facto, haja dinheiro para tanto desperdício. Os contribuintes, de facto, andam há anos a ser roubados e ainda não acordaram.
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multas às toalhas das praias?
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“Só discordei consigo quanto a analise politica em relaçao ao voto…n vale a pena dizer mal de um partido ou outro, não vale a pena dizer que sou de esquerda ou direita…porque infelizmente no nosso parlamento cozem se todos com as mesmas linhas…”
Há ideologia em tudo o que acontece. Dizer mal com razão deve ser feito para identificar ou erros. Tem razão quando fala de direita e esquerda ser insuficiente, há mais linhas de força. Se for ver todos os nomes dos partidos representados o que fica é:
Comunista,Esquerda, Socialista, Social, Social.
“tal governo incompetente é aquele que fez com que Portugal neste arranque de 2010 obteve o 2º Maior Crescimento Económico da UE”
Para lá da patetice de trimeste como referência para coisa alguma… talvez o Governo incompetente que aumentou a dívida em mais do dobro do que cresceu o país no mesmo período…e não estou a incluir o aumento de dívida nas EP’s, Municipios etc…
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Afinal o Pinho foi demitido por causa duns simples corninhos. Mas a este Sócrates tudo é permitido. Cortar nas despesas do estado? E os votos das clientelas? Os que vivem do estado são muitos e votam?
Onde estão os representantes dos contribuintes?
Se o Carvalho da silva pode decretar greve geral?
O que podem decretar os representantes dos contribuintes?
Pois, pois, pois
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“discordei consigo” e no fim concordaram um com o outro.
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“discordei consigo do que v. disse” e v. concordou comigo em discordarmos ambos juntos.
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Outras originalidades da ‘elite’ politica portuguesa:
o que é Portugal é provincianamente considerado pelo Centrão e por certa ‘Direita’ um ‘perigoso discurso esquerdista’:
=CULPA DA FINANÇA PUBLICA NA CRISE GREGA e PORTUGUESA
Corrupção na Admnistração Publica e Governança
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40.000 millones de dólares (más de 33.000 millones de euros) a paraísos fiscales por parte de miembros corruptos de la Administración.
El BANCO MINDIAL denuncia la fuga de 40.000 millones en los países ricos
La entidad insta a luchar contra la corrupción y a evitar que se repitan casos como la crisis griega y portuguesa
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http://www.elpais.com/articulo/economia/Banco/Mundial/denuncia/fuga/40000/millones/paises/ricos/elpepueco/20100608elpepueco_16/Tes
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=CULPA DA FINANÇA PRIVADA NA CRISE:
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Posição de Empresários Alemães:
http://www.dw-world.de/popups/popup_single_mediaplayer/0,,5660627_type_video_struct_1432_contentId_5662951,00.html
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http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5662951,00.html
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Jogos de xadrez ou jogos de bridge aí para a rapaziada mais fidalga falida. Quem ganhar leva um pacote de castanhas assadas embrulhadas em jornal velho:
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-DETAILS OF THE SAVINGS PACKAGE
Budget cuts hammer blow Germany austerity deal calls for €80bn saving by 2014
http://www.bild.de/BILD/news/bild-english/world-news/2010/06/07/germany-budget-cuts/austerity-deal-calls-for-80bn-saving-by-2014.html
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-Is the Rescue Package Constitutional?
German High Court Considers Euro Bailout
http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,699471,00.html
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-Political Violence for Dummies
German Authorities Concerned about Far-Left Terror Manual
http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,699205,00.html
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El deterioro de las finanzas públicas
Moody’s afirma por primera vez que no es absurdo hablar del fin del euro
La agencia critica que la gestión de la crisis ha sido “ineficaz”.- Vincula la presión sobre España a la desconfianza en su recuperación
http://www.elpais.com/articulo/economia/Moody/s/afirma/primera/vez/absurdo/hablar/fin/euro/elpepueco/20100608elpepueco_9/Tes
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Notícias que fascinam na TSF:
Urgências de pediatria em Setúbal e no Barreiro fechadas à noite
em pleno verão.
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Que pode fazer o Governo? Ele está prisioneiro das clientelas políticas que o sustentam e daí não há saída. Lembra muito o sistema parlamentar-partidário do final da monarquia que só caiu com a revolução republicana.
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E ninguém quer discordar comigo? Deixaram-me para aqui, a discordar sozinho…
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“Um país há que destoa dessa tendência: Portugal. Foi o único governo que centrou a acção na via do aumento da receita mediante um aumento de impostos.” GS
isso não é verdade, tanto a Grécia como a Espanha aumentaram impostos… embora não defenda os aumentos de impostos em geral e em particular o tipo de aumentos de impostos adoptados… no caso da Grécia, é agora a classe média e média-baixa, que vão pagar pelas classes superiores que não os pagaram antes da crise…
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uma excelente análise do que se passou em matéria de manobras eleitoralistas da tanga na Hungria:
“Durão Barroso terá sido dos primeiros a perceber ao que vinha o governo de Budapeste quando, no final da semana passada, surgiram declarações de responsáveis do executivo e do Fidesz (União Cívica) sobre a alegada falsificação da contabilidade pública que ameaçava lançar a Hungria na bancarrota.
Por cá, o choque fiscal prometido por Barroso em 2002 deu em nada quando o líder social-democrata declarou o País de tanga por culpa do governo de António Guterres, que deixara derrapar as contas públicas no ano anterior, gerando um défice orçamental equivalente a 4,4% do PIB.
A manobra da tanga serviu a Barroso para descartar o prometido choque fiscal, não evitou a recessão de 2003, e ao ouvir Mihály Varga, secretário de estado do primeiro-ministro Viktor Orbán, anunciar que o défice orçamental húngaro poderia exceder os 7%, o presidente da Comissão Europeia só pode ter suspirado de enfado.
Uma manobra irresponsável
Inepta e demasiado óbvia, a tanga húngara acelerou a desvalorização do forint, fez cair a bolsa de Budapeste, aumentou os juros da dívida soberana, atingindo por tabela o zloty polaco, a koruna checa e o euro, e liquidou uma emissão de obrigações da Roménia.
Imperturbável, o mesmo Mihály Varga declarava no sábado que afinal as comparações feitas na quinta-feira e na sexta-feira com a Grécia eram infelizes e que o governo conseguiria cumprir a meta de redução do défice orçamental para 3,8% em 2010.
Pelo caminho ficou em ruínas a credibilidade política do governo de Budapeste que assumiu funções a 29 de Maio e revelaram-se certas todas as suspeitas sobre os riscos do populismo de Viktor Orbán.
A União Cívica conseguiu uma maioria parlamentar absoluta nas eleições de Abril, 263 mandatos entre 386 lugares em disputa, pondo termo a oito anos de governação socialista, com promessas de reduzir a carga fiscal, limitar a burocracia do estado e estimular a economia para criar um milhão de empregos numa década.
As primeiras decisões do governo de centro-direita, empossado a 29 de Maio, contemplaram a agenda nacionalista.
O parlamento alterou a 31 de Maio a lei da nacionalidade de modo a conceder a cidadania húngara a cerca de dois milhões e meio de húngaros que habitam nos estados vizinhos, designadamente na Eslováquia e na Roménia.
O parlamento de Budapeste decretou ainda o dia 4 de Junho como “Dia da Unidade Nacional”.
Assinalava assim, ante as previsíveis críticas dos estados que emergiram do Tratado de Trianon, o dia fatídico da assinatura do tratado de 1920 que amputou o antigo reino da Hungria em mais de 70% dos territórios que controlara no seio da monarquia dual austro-húngara.
De Praga a Belgrado, passando por Bratislava, Bucareste, Zagrebe, Lubliana, Sarajevo ou Mostar, estavam confirmadas as piores suspeitas sobre o revanchismo húngaro e o nacionalismo exacerbado da União Cívica.
Mais difícil de cumprir era a promessa que Viktor Orbán fizera de renegociar os termos do acordo com o FMI, o Banco Mundial e a União Europeia quanto ao crédito de emergência de 20 mil milhões de euros que em 2008 salvara a Hungria da bancarrota. Orbán afirmara recusar diktats, mas uma vez eleito logo ficou a saber que a linha de crédito que expira em Outubro não seria prolongada, com a adição de mais 5 mil milhões de euros, caso Budapeste alteresse a política de redução do défice orçamental conforme pretendia a União Cívica.
Apanhado em falso
O líder da União Cívica não tinha condições para cumprir a promessa de cortes substanciais de impostos e vê-se agora na mesma situação do socialista Ferencz Gyurcsány.
Em Abril de 2006, o líder socialista conseguira a reeleição prometendo cortes de impostos e aumentos das prestações sociais, mas passados dois meses fez precisamente o contrário.
Em Setembro desse ano viria a público, por sua vez, a gravação de um discurso de Gyurcsány em que o chefe do governo admitia a membros do seu partido que mentira sistematicamente durante a campanha eleitoral sobre a real situação económica do país.
Os tumultos que se seguiram provocaram mais de 700 feridos, mas Gyurcsány conseguiu manter-se no poder até Abril de 2009.
O seu sucessor, Gordon Bajnai, prosseguiu a cura de austeridade que se saldou por uma redução do défice orçamental de 9,3% em 2006 para valores próximos dos 4% (4,1% a 4,2% nas projecções do Banco Central de Budapeste) abaixo da média de 7,2% da União Europeia, enquanto a dívida pública rondará os 79% do PIB em linha com os 80% da média dos 27.
Indiferente à turbulência dos mercados, e na altura em que a Hungria começa a sair da pior recessão do pós-comunismo (a contracção da economia em 2009 foi de 6,3%), Orbán ensaiou uma grotesca manobra da tanga que, de tão inepta, lhe acabou por retirar qualquer margem de negociação com a União Europeia, o FMI e o Banco Mundial.
Orbán cultivou anos a fio tiradas contra o risco para a soberania nacional que representavam investidores estrangeiros e com a manobra da tanga avivou ainda mais as desconfianças quanto ao equívoco populismo da União Cívica.
Uma semana é imenso tempo
Na terça-feira das promessas de Orbán restavam apenas a intenção de taxar em 10% as empresas com lucros anuais na ordem dos 2 milhões de euros, a introdução nos próximos dois anos de um imposto único de 16% sobre o rendimento, a interdição de empréstimos em divisas, que representam presentemente cerca de 70% do crédito a retalho, e um aumento de impostos durante três anos sobre lucros de bancos, seguradoras e entidades financeiras.
Uma declaração de intenções apresentada ao parlamento que, além de cortes até 15% nos salários da função pública e de restrições às despesas ministeriais, visa cumprir o objectivo de redução do défice orçamental para 3,8% em 2010.
Os estímulos à economia foram descartados, impostos adicionais sobre o sector financeiro ao mesmo tempo que são eliminados os empréstimos em divisas poderão destabilizar todo o sistema bancário e desvalorizar acentuadamente o forint em desagrado dos maiores compradores das exportações húngaras que se encontram na Zona Euro, e só quedou a vaga promessa de continuar a apostar na criação de um milhão de postos de trabalho em dez anos.
Da manobra da tanga sobrou apenas uma desilusão para o eleitorado que apostou forte em Orbán e o descrédito de um governo que, em apenas uma semana, se mostrou financeiramente irresponsável e altamente suspeito aos olhos da maior parte dos estados vizinhos.”
Jornalista
barradas.joaocarlos@gmail.com
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http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS_OPINION&id=429505
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PSD denuncia as pensões milionárias de 5900 euros
Por isso vai propor que o limite máximo para as pensões seja de 5200!!!
Eh eh eh!
Inacreditável!….
Há gente que não tem mesmo o sentido do ridículo!
Como é que este país pode ter solução?
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Não se esqueçam que quem nos representou ( ex-MES) nos dois mandatos imediatmente anteriores ao Cavaco, com a habitual insolencia que lhe era reconhecida, desdenhava das orientaçoes vindas de Bruxelas argumentando despudoradamente “…que havia vida para além do déficit” incentivando ao regabofe a que chegámos.
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#46
Este PSD de Passos Coelho consegue ser muito pior do que o de Manuela Ferreira Leite, é que este senta-se à mesa com Sócrates.
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