Ao que chegámos
12 Junho, 2010
Ricardo Rodrigues fala sobre a verdade e a mentira à saída da comissão parlamentar sobre o caso TVI.
37 comentários
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Ricardo Rodrigues fala sobre a verdade e a mentira à saída da comissão parlamentar sobre o caso TVI.
e aqui há quem seja censurado
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se calhar deveria ter falado à entrada
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pelos vistos chegámos ao apeadeiro helena matos.
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Seria mais indicado ele falar sobre a arte do gamanço, não?
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Pelos vistos não basta utilizar insultos para a Helena censurar.
É preciso que o comentário não a incomode.
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RRodrigues é, actualmente, o paralamentar “socialista” adequado para perorar sobre a verdade conveniente e a mentira subjacente.
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Ela decidiu apagar todos os comentários do Piscoiso.
Piscoiso para a Sibéria.
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Ao que chegamos. Liberais a censurarem.
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Estamos na Dinamarca lusitana.
Sejamos compreensivos.
A verdade vencerá.
Assim como o gamanço.
No circo de S. Bento.
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Ricardo Rodrigues merecia ser entrevistado. Por quem sabe. Gostava de lhe perguntar umas coisas se pudesse. Além disso é um tipo interessante porque desprovido de moral comum. É inteiramente agnóstico nessa matéria.
E como vem dos Açores e de uma nebulosa que integra tanto um Mota Amaral como um Mota Botelho ( vão saber quem é…)ainda mais interessante se tornaria a entrevista. Os repórteres da Sábado provavelmente não estariam muito bem preparados para lhe fazerem as perguntas certas e o modo como o abordaram nos casos Farfalha e da burla bancária foi para afugentar logo o mão-leve. Como aconteceu.
Ineptos.
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O Rodrigues é, sem dúvida, um “case-study”.
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o RR é a voz do dono
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Este bípede simboliza o “regime” em todo o seu esplendor – um caneiro a céu aberto…
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O senhor pode ser um relativista na esteira de Protágoras, sei lá. Por que razão não há-de ele reflectir sobre a verdade e a mentira? Ou então anda a ler Nietzsche ou assim. O importante é que estava ontem na AR, a trabalhar, e nem sequer fez ponte. É isso é que devemos louvar e não andar a discutir quem mente a quem, quem rouba o quê, etc (isto agora fez-me lembrar os Monty Pithon na Demanda do Graal).
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Esse “artista” ainda não foi preso?
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Acho que o jornalismo de investigação devia debruçar-se mais sobre o passado deste homem.
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Nem Zamyatin, Huxley, Rand ou Orwell imaginaram semelhante cenário.
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«É inteiramente agnóstico nessa matéria».
ahahahah
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Ó Peluche, quando queres lavabos num restaurante também fazes name dropping?
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Ocorre-me sempre um: Winston Churchill.
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Tinha de ser. Nunca aprendeste que esse foi responsável pela guerra.
A mim ocorre-me mais o Roosevelt quando apareces.
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«Tinha de ser. Nunca aprendeste que esse foi responsável pela guerra»
Por que motivo será que tão frequentemente se procuram rebuscadas explicações esotéricas para as mais prosaicas razões?
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Toma lá tolinho.
Churchill’s Folly
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Tolo- o teddy bear.
És o maior palerma que por aqui anda. Até a coisa pisca consegue ser mais inteligente.
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Aposto que o burro nem sabe de onde vem o teddy bear, para ter feito a pergunta parva.
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Tu és um ignaro. Nem sabes o que o Churchill fez.
Andaste para aí a decorar nomes e depois despejas tudo ao acaso.
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«Aposto que o burro nem sabe de onde vem o teddy bear, para ter feito a pergunta parva.»
Water-closet, asinapsada criatura.
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E mais merdas do teu Churchill:
http://en.wikipedia.org/wiki/Churchill_White_Paper
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Mais tretas na correspondência secreta com o Duce:
http://en.wikipedia.org/wiki/Winston_Churchill#_note-3
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Furthermore, he controversially claimed that the Fascism of Benito Mussolini had “rendered a service to the whole world,” showing, as it had, “a way to combat subversive forces” — that is, he considered the regime to be a bulwark against the perceived threat of Communist revolution. At one point, Churchill went as far as to call Mussolini the “Roman genius … the greatest lawgiver among men
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parece um cão raivoso…dão-lhe um osso e para o largar é um castigo!
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E tudo por causa de uma mijinha… eheheh!
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Olha, agora temos os velhos marretas juntos.
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Rodrigues é o típico deputado da nação neste início de século. Não arranjaria boneco melhor para representar a mui nobre gente parlamentar.
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Deixem lá o pena branca, pois está a prestar um grande serviço ao país. Cada vez que aparece na televisão (a roubar ou não gravadores) o partido do homem mais vaiado de sempre da história de Portugal perde milhares de votos. É deixá-lo andar.
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O povinho rasca segue os exemplos do depu(tedo)
http://www.corta-fitas.blogs.sapo.pt/3738806.html
Putos rascas com pais rascas (II)
Uma professora foi esbofeteada pela mãe de uma aluna, na escola Afonso III, em Faro. O caso ocorreu na semana passada, e foi o segundo no estabelecimento em menos de dois meses.
A agressão aconteceu “porque a professora apanhou uma aluna a copiar” (…). A docente anulou o teste à rapariga mas “deu-lhe uma segunda oportunidade, dando-lhe um outro exame, em que a aluna acabou por ter nota negativa”.
Na quarta-feira da semana passada, a mãe da aluna, que não terá gostado da nota da filha, “deslocou–se à escola e esbofeteou a professora” (…). A agressão terá ocorrido em frente a elementos do conselho executivo da Afonso III”
Nota. A agressão terá ocorrido em frente a elementos da conselho direcção da escola Afonso III … que pediram desculpa à mãe da filha pelo trauma psicológico sofrido pela jovem, que vai ser seguida por psicóloga (.)
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DOIS SEMPRE É MELHOR DO QUE UM
Plano tecnológico e-escolas. 91% dos aderentes já tinham computador em casa
.Estudo da Autoridade Nacional de Comunicações revela que mais 80% dos aderentes ao e-escolas já tinham acesso à internet
A intenção era democratizar o acesso às novas tecnologias, permitindo que os alunos do 5.o ao 12.o ano adquirissem um portátil e internet móvel a preços reduzidos. No entanto, o programa e-escola, que o primeiro-ministro José Sócrates classificou como “provavelmente o mais ambicioso e o mais importante” do Plano Tecnológico, acabou por ter um efeito inesperado: 91% dos alunos que aderiram já tinham computador e/ou internet em casa. Ou seja, o e-escola foi aproveitado por quem já tinha contacto com a informática e não pelos info-excluídos que era suposto beneficiar.
As conclusões são do “Estudo sobre a adesão e o impacto das e.iniciativas”, conduzido pela KPMG a pedido da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), divulgado ontem. Segundo o relatório, o e-escola abrange 470 mil alunos (dados de Outubro de 2009), o que corresponde a menos de 50% do universo potencial.
“Os aderentes revelam ser um grupo de indivíduos que já demonstrava familiaridade com o universo informático, no momento anterior à adesão à e.escola”, lê-se no relatório, que sublinha ainda que “a esmagadora maioria dos lares já possuía computadores e acesso à internet (91,1% e 82,4%, respectivamente)”. Os consultores explicam que se “tratava de um grupo cuja mobilidade informática era menor”. Esta falha, a par dos preços competitivos da oferta, é um dos principais motivos para adesão ao programa.
O documento revela ainda que grande parte das famílias já tinha intenção de comprar um portátil no ano a que se refere a adesão ao programa. “Porventura, a iniciativa e.escola terá representado, para os aderentes, a antecipação na satisfação de uma necessidade que já estava identificada, pelo menos, por 50,0% das famílias”, refere o relatório.
De salientar também que mais de 35% dos alunos que não aderiram ao e-escola não têm computador, o que reforça a ideia de que o programa foi mais apelativo para quem já tinha acesso à tecnologia. Ou seja: “mais do que potenciar a difusão informática entre estes alunos”, assinala o estudo, o e-escola “terá contribuído para melhorar as condições de utilização e acesso à internet daqueles que já apresentavam um registo de utilização bastante assinalável”.
Feitas as contas, o programa que serviu para que as operadoras móveis saldassem a sua dívida pela atribuição de licenças UMTS (sendo que a TMN devia a maior parcela, por isso dominou a oferta) só contribuiu para que 8,9% dos alunos passassem a dispor de computador e para que 17,6% obtivessem acesso à net.
Outro indicador inesperado é o local de utilização do portátil: não em situações de mobilidade, como na escola ou na biblioteca, mas em casa. “Não houve mudanças assinaláveis.”
Ainda assim, as conclusões do estudo são positivas. A adesão foi mais significativa nas classes média e média baixa e mais no Interior que no Litoral, algo que Sócrates pretendia. Os alunos referem que o portátil melhorou as suas actividades diárias e o estudo conclui uma “satisfação elevada” com o programa.
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