Match of the day
16 Junho, 2010
«Secretário de estado do Emprego considera que os números do desemprego não são sazonais»
VERSUS
«Redução dos desempregados está ligada à sazonalidade, diz ministra do Trabalho»
(Nota: o desemprego cresceu 14,6% segundo o IEFP face ao mês de Maio de 2009. Na RTPN vai passar um forum sob o tema «O desemprego baixou….»
10 comentários
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Esse carrascão se Valter Lemos já era a nulidade na Educação, o chouriço de encher, mas é-o ainda mais agora, inútil, parlapatão de dizer nada, no desemprego.
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Os demais colaboradores do “Blasfémias” devem ter algo a dizer sobre o facto de o CAA:
a) ter cortado todos os comentários ao post anterior, independentemente do respectivo conteúdo;
b) ter publicado na caixa de comentários um texto em que, de forma vergonhosa, apelida os comentadores do blogue de “retardados mentais com evidentes questão psiquiátricas não resolvidas”.
É claro que, num blogue com comentários livres, há sempre a possibilidade de aparecer um ou outro a pedir tesoura. Mas a opção pelo comentário live implica uma capacidade de encaixe que não se coaduna com a atitude ora tomada pelo CAA, não vos parece?
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Gabriel, peço-lhe antecipadamente que me perdoe a threadjacking; não o faria não fosse o seu companheiro de blogue ter fechado os comentários insultando-me e produzindo uma catadupa de mentiras que não envergonhariam o nosso PM. Três pontos são suficientes para repor a verdade e é essa tolerância que lhe peço.
1. Ao contrário do que diz o Amorim, não assino com diferentes pseudónimos e não pode haver mais nenhum comentador com o meu IP. A ideia que o Amorim quer fazer passar, não obstante a realidade o desmentir e desiludir, é a de que existe uma pessoa que não gosta dele, ou do que ele pensa, e que se declina em múltiplas intervenções para dar a sensação de que são mais sujeitos. Essa ideia, podendo corresponder a um desejo subreptício do Amorim, cujo jogo de cintura na escola da chico-espertice rapidamente transforma em contra propaganda, não equivale à realidade e esta última não se compadece com o umbiguismo do escriba, cujo poder se limita a cercear aquilo que não lhe agrada e a trancar a porta quando se lhe acaba o fair-play, caluniando quem não lhe dá a importância que ele se dá a si próprio (porque este é que é o grande insulto, não é Amorim?). É mentira aquilo que escrevo? Então publique os IPs dos comentários produzidos e cruzamo-los com o meu.
2. É igualmente falso que o post do Amorim tivesse despertado uma torrente de insultos, impropérios ou sequer expressões menos adequadas. Eu, por exemplo, após verificar a existência de seis comentários que basicamente focavam o mesmo tema, i.e., a irrelevância com que cada comentador encarava a notícia dada pelo Amorim, uns porque dariam tanta importância ao directo ao assunto como às manhãs do Goucha e outros porque gostam tanto do programa em apreço como de fazer hemodiálise, disse qualquer coisa muito aproximada do seguinte: “se a emissão do pugrama dependesse da democracia directa nestas caixinhas de comentários, era melhor o Amorim começar a praticar um ofício qualquer para não desequilibrar o orçamento familiar”. Amorim, desfie os restantes comentários e justifique-se desmentindo-me: onde estão essas criaturas desequilibradas e cheias de fel que menciona na sua frouxa justificação para o facto de lhe faltar em poder de encaixe aquilo que lhe sobra em injustificada vaidade?
3. O Amorim queixa-se da blogosfera, da porcaria que esta se tornou, e das moscas que circundam os seus posts. Pois o Amorim é porventura um dos que mais se esforçou para que a este estado de coisas se chegasse, dentro e fora da blogosfera e tenho para mim que o problema de que se queixa o acompanhará para onde for. Não se eximiu a ser populista para atrair atenções e maximizar a velha fórmula segundo a qual qualquer publicidade é boa; não se coibiu de opinar sobre todos os assuntos, mesmo que para isso tivesse nulas competências: foi sempre apóstolo da prevalência da forma sobre o conteúdo e crente de que uma prosa a raiar o gongórico seria suficiente para enfileirar uma legião de tolos que justificassem, perante o escrutínio patronal, a continuação no circuito das comentadeiras todo-o-terreno movidas a euros. Que moral tem um tipo que faz pela vida confiando que o dicionário de sinónimos lhe serve melhor que a razão e que mais vale ser incómodo do que ser verdadeiro?
PS. Esta coisa da gramática e da ortografia, que menciona com radical indignação, pode ser jogo para durar uns meses porque somos todos, em maior ou menor grau, propensos a falhas, sobretudo quando escrevemos, muitas das vezes sem reler, mas dificilmente aceitarei lições de gramática de uma criatura que ainda há dias mostrava não saber utilizar a terceira pessoa do verbo haver no contexto de existir.
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Também peço desculpa por trazer aqui assunto que não é do post.
Apenas queria responder a isto, os 2 últimos parágrafos do comentário do CAA:
“Os blogues, cada vez mais, estão a tornar-se infrequentáveis, o asco da net, sobretudo graças a estes incapazes que nada fazem e atacam vilmente tudo e todos sob a cómoda capa do anonimato.
É pena. Mas já poucos estão disponíveis para aturar retardados mentais com evidentes questão psiquiátricas não resolvidas e que se apegaram à mania de conspurcar blogues que mereciam mais e melhor.”
Se o meu comentário, em que apenas dizia que tinha muita pena por não poder ver o programa, (com ironia, achará ele com razão) lhe merece as palavras que aqui reproduzo, então a solução mais fácil será deixar de postar. Ou então siga a via dos 3(?) ex-colaboradores que saíram deste blog por razões que ele bem conhece.
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Ouço os representantes das associações patronais nos telejornais e digo: os dirigentes das centrais sindicais podem não ser grande coisa, mas com estes patrões…!
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Estamos a gastar bits e tempo com o Sr. Valter Lemos?!
Francamente!
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Caro C. Medina Ribeiro #6
Nem mais.
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#3.
r
Retrato na mouche. Tal e qual.
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Caro Romão #3,
Se há comentadores no Blasfémias que primam pela elegância do que escrevem sem que com isso percam a acutilância que entendem transmitir, o Caro Romão é um deles. Estou à vontade para o dizer pois, com frequência, não estamos de acordo sobre o que aqui é discutido.
Não li os comentários que motivaram o comportamento que CAA entendeu tomar no caso, embora isso seja frequente nos seus posts como qualquer frequentador habitual pode testemunhar.
Quanto às questões de gramática, sintaxe ou mera ortografia, e não sendo eu, longe disso, um ás na matéria, também aconselharia CAA em ter alguma moderação na invocação de guardião da língua portuguesa.
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Balter Lemur … i presume ?
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