Ibérico ou luso-espanhol?*
Deu para perceber que o “duelo ibérico” é um mau negócio para Portugal e uma boa jogada para a Espanha? Portugal é um Estado. Pobre, ciclotímico e um pouco desatinado, mas um Estado sem problemas de identidade ou de fronteiras. Coisa que a Espanha está longe de ser. De cada vez que embarcamos na designação “ibérico”, seja em mercados, encontros ou campeonatos, ajudamos a Espanha a iludir o seu problema com a Catalunha, o País Basco e todos os outros nacionalismos que por ali campeiam – agora até descobriram que existe o valenciano e o andaluz, pois os nacionalismos estão para a invenção das línguas como a bola para o futebol. O busílis da questão é que, ao embarcarmos nesse caldeirão ibérico composto por nações que andam a discutir se são estados e outras minundências que fazem o dia-a-dia da Espanha e que muito dinheiro e influência rendem aos diferentes nacionalismos, colocamo-nos a nós, que somos um Estado, nesse patamar das nações que não só não nos rende nada como nos subalterniza e retira influência. Porque, na hora da verdade, os mesmos catalães e bascos do folclore das nações da Ibéria, que andam de símbolos independentistas no braço, apostam na selecção de Espanha. Seja no futebol ou nos negócios.
Assim, recuperemos a designação “luso-espanhol”, que coloca cada um dos países em seu devido lugar, e deixemos o termo “ibérico” para aquelas embalagens de costeletas provenientes de Espanha mas que os perspicazes empresários espanhóis sabem que compraremos com muito mais facilidade se, em vez de espanhol, tiverem escrito ibérico.
*PÚBLICO

a tradicional cegueira lisboeta que julga que não temos “problemas de identidade”. a lusitânia tinha sede em mérida e a maioria do território a actual espanha. a maioria dos portugueses são galaicos; lusitanos (moçárabes) são apenas os do sul.
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O valenciano é um dialecto do catalão. Depois há o asturiano, uma língua mais próxima do galego e do português do que do castelhano. Quando ao andaluz, tem apenas umas ligeiras diferenças fonéticas e alguns regionalismos, está para o castelhano como está a pronúncia algarvia ou alentejana para o português padrão de Lisboa e Coimbra. Quando estudei «espanhol», recordo-me de ler sobre outro dialecto do catalão nas ilhas baleares, e ainda outro dialecto qualquer, o aragonês, ou navarro, ou algo que o valha, e ainda o leonês, património linguístico herdado dos tempos em que a Península estava dividida em vários reinos.
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#1, de facto em Portugal há dois grandes grupos de dialectos, os do Norte e Galiza, que englobam aproximadamente o território a norte do Douro, e os Centro-meridionais.
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Depois temos mais diferenças interessantes dentro do território, pelos usos, costumes, clima, e outras características, o Entre Douro e Minho e o seu prolongamento para a Beira Litoral Norte é uma região mais próxima da Europa Média («atlântica») do que da Europa Mediterrânica.
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Depois temos mais diferenças interessantes dentro do território
Na realidade só há duas:
-Os que são do Benfica e os Outros.
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ser português, ou luso, também pode ser um pouco mais largo do que ibérico… só quem não saíu do torrão onde nasceu, pode crer que ser português genuino passa por esses bairrismos anacrónicos…
como muitos portugueses e portuenses, uma parte da minha família nasceu e viveu durante algumas gerações no Porto, mas sendo originária de Vila Real e Viseu, ainda não era gente nem pouco mais ou menos, uma parte dessa família foi instalar-se na Figueira da Foz…
outra parte da minha família tem origem em terras do litoral alentejano, onde viveu desde sempre… nasci em Lisboa e pasei a minha infância e adolescência a percorrer o país, de lés a lés, incluindo, por curtos períodos, territórios ultramarinos, desde que comecei a ter consciência de mim própria e do mundo em que vivia, e, por fim, passei, mais de metade dos anos que já vivi, como muitos portugueses, por territórios europeus, a falar outras línguas… claro que sou portuguesa, de origem e de identidade, e tanto sou capaz de defender os interesses das regiões do interior, do norte e do sul, contra o centralismo lisboeta como, achar um exagero, senão despropositado, o bairrismo portuense, que não se encontra em qualquer outra região lusa…
não gosto dos deuses das igrejas nem do desporto dos clubes, como não gosto das políticas dos partidos, facções e idiologias nem dos bairrismos ou nacionalismos dos territórios… mas com a identidade de origem, nascida em Lisboa mas com vivências múltiplas e variadas por todo o país, e com a minha descendência, que tem todas as minhas memórias genéticas, sociais e culturais, mas que continua a sua trajectória por terras do norte americano e na cidade onde um dos membros nascidos na região de Vila Real há 5 gerações, republicano, mas familiar de um dos últimos primeiros ministros da monarquia, sinto-me muito mais cidadã do mundo do que ibérica ou lusa, o que me dá uma distância saudável para qualquer ponto de vista sobre o que se passa, no meu bairro, neste país como no mundo…
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Deixem para sempre de mexer com o termo do “ibérico” e restituiam-no para o bom presunto criado nas dehesas extremenhas que a fim de contas e também o que bem mais satisfaçoes e nehum voto em contra numca deu nem dará…
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mas para chegar à novela de verão, depois de acabada a do mundial… não vejo porque carga de água deveremos sentir-nos inferiores a outros e decretarmos que se trata de um naciononalismo ou colonialismo bacoco esta história da golden share… muitos dos países mais desenvolvidos do mundo em que vivemos – não se trata de mundo virtual – accionaram coisas do mesmo tipo… e até, esse modelo de virtudes liberais de mercado aberto, os states of américa, praticam o proteccionismo mais descabelado do planeta… ignoram, ou não querem ver a realidade? sabe-se que é maior a cegueira de quem não quer ver!…
fazem mal? talvez, segundo a biblía ortodoxa das religiões de mercado, é crime grave… mas esses modelos de práticas exemplares de livre circulação de capitais e coisas do género, podem decidir o que é bom para as suas economias internas, e nós teríamos de abrir mão dos interesses do país e dos seus habitantes, dos quais uma parte não negligenciável trabalha na dita empresa, para satisfazer os interesses de uns accionistas ávidos de ganhos e uma empresa de um outro país que também se dedica à protecção dos seus interesses estratégicos e pretende abarbatar um mercado que partilha meio por meio com a PT?
temos, também, de aprender a ser mais virtuosos internamente e a ser um pouco mais maus da classe em matéria de políticas europeias e mesmo mundiais… também faz parte do jogo das relações internacionais, como a golden share faz parte, por enquanto, das regras da possessão de acções da PT… quai serão as consequências? logo se vê depois das próximas jogadas… e, o mercado, tem memória curta…perguntem-lhe se se lembra das jogadas dos países citados…
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Impressão minha ou um recalque pós desportivo?
Na minha optica o problema da identidade tem duas causas,em primeiro elites podres subjacentes a interesses externos quebrando qualquer empatia com um país bem mais velho que os ditos,em segundo a ausência de qualquer tipo de orgulho ou mínima vontade de saber sobre a história,cultura ou traços identificativos de Portugal alem do trivial,e muitas vezes nem o trivial,e pelo inverso explode-se em orgulho em eventos desportivos.Alguma lógica?
O problema é esta constante agenda do “divide and conquer”,criam-se polémicas regionais para quebrar alguma empatia e certamente será mais fácil abalroar á posteriori,esta técnica é amplamente usada em inúmeras áreas e esta não é excepção.
Agora não nos iludamos existe uma continua e visível vontade de alguns podres lentamente,tijolo a tijolo abdicarem da identidade portuguesa em prol de uma ibérica,esta politica de começar a criação de blocos territoriais está presente nos interesses de alguns,e para infelicidade dos cidadãos não só portugueses,mas todos ,encontram-se nas mãos erradas.
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Agora me interrogo,quais as causas para estas polémicas em torno de regiões portuguesas? A classe política representa Viana do Castelo,Lisboa,Porto,Faro,Viseu,Albergaria-a-Velha? Ou representa-se á mesma? Ainda não se percebeu que são precisamente estas guerrinhas o factor que oleia a perca da identidade lusa?Querem chamar o boi pelos nomes diga-se então-A classe politica quer dividir as regiões para uma melhor aceitação pós fragmentária de uma possível futura cedência de identidade de país,visto encontrar-se em faniscos.Não se cometa o erro de catalogar politicos como representantes de algo,seria falacioso e precisamente o almejado.
Agora sem duvida, existem aqueles regionalismos e pré-concepções idioticas ,mas essas é perfeitamente habitual existirem rivalidades,agora há que separar o trigo do joio.
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Totalmente de acordo.
Aceitar o conceito «ibérico» é abrir campo à minimização imbecil de Portugal no seio da Península e, pior ainda, admitir uma identidade de interesses e propósits desde os Pirinéus até ao Cabo de S. Vicente, inexistente e que é propagandeada por Madrid (e, afinal, tb por Barcelona, Valência, Bilbau…).
De facto, a eles esta confusão interessa-lhes: a Madrid porque se torna «maior»; a Barcelona, Valência, Bilbau, porque lhes permite subirem um patamar na sua «autonomia».
A Portugal não serve: porque o subalterniza perante o «centro» e porque o reduz para o patamar dasd «autonomias» (Catalunha, P. Bascos, etc)
Mas, quem quer saber?
No Poder já são mais os iberistas que os maçónicos…
AM
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oh galécia, não seja ignorante, está-nos a falar de mapas do século I A.C??! ahhaha tenha juízo
moçarabes? os portugueses do sul, são aquilo que sempre foram = europeus, e a maioria descende precisamente de gente vinda do norte com a Reconquista, nos famosos “foros de repovoamento” lançados na época.
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Ora, se até o sr. “Rodriguês Sapateiro” já se oferece como medianeiro! Ao que chegámos…
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Parabéns pelo post cara helena Matos.
Finalmente aparece alguém a acordar para o perigo que isto representa para Portugal, tal como eu já me fartei de dizer aqui inúmeras vezes, chamar aos Portugueses ibéricos é um insulto, é o mesmo que lhe chamar espanhóis.
A diferença entre as duas designações é que a primeira é grega a segunda é romana, mas tanto uma como outra são sinónimo da cultura e língua castelhana.
Basicamente esta é 2 volta da ofensiva castelhana sem contar com Aljubarrota, primeiro no sec XVI roubaram a designação romana da península, Hispânia, para tentar com isto espanholizar/castelhanizar os Portugueses, agora vem com a segunda volta roubando o nome grego, ibéria, e ibéricos para tentar pela segunda vez castelhanizar os portugueses, desta vez chamando-lhes ibéricos.
Os portugueses não quiseram ser castelhano no séc XIV, nem espanhóis no sec XVi, agora querem-nos obrigar a ser ibéricos no séc 21, é isto que Sócrates e restante gang, apoiado pelos fanáticos regionalistas do porto encabeçados por Meneses, andam atentar fazer.
Que palhaçada.
É só traidores á pátria, Migueis de Vasconcelos do séc 21, e o traidor iberista do primeio ministro desde 2005 para cá não tem feiro mais nada que conspirar contra Portugal, porque o objectivo dele é só um, destruir Portugal como estado independente em favor de uma federação com sede em madrid.
Desde que este senhor chegou ao governo do nosso pais em 2005, parece que está tudo a passar a “ibérico”, e a deixar de se designar de luso-espanhol como é de direito, parece que agora é proibido usar a palavra luso-espanhol, é tabu, agora é tudo “ibérico”, é prémios literários, é institutos públicos, é fóruns, é prémios literários, é institutos públicos, e o dito mundial “ibérico” que este traidor iberista do Sócrates e alcoólatra que esta a frente da federação querem levar pela frente.
Enfim desde 2005 para cá isto tem sido um vê se te avias no que diz respeito à ibericidade, ou seja, tudo isto faz parte de um processo que na psicologia clínica é designado de motivação contraditória, em que a repetição exaustiva de um termo ou expressão é tomada como certo mesmo que não faça sentido nenhum usá-lo, que é o caso, e o objectivo é que os portugueses se consideram ibéricos, no dia em que isso acontecer estão castelhanizados.
Desde 2005 para cá, quando esse senhor afirmou que a sua principal prioridade era a Espanha, Espanha, Espanha, isto tem sido uma desgraça a todos os níveis, que culmina com investimentos ruinosos como o TGV madridocentrico e iberista, que a ser feito vai significar a subalternização de Portugal em relação á Espanha, fazendo um convite as multinacionais que ainda estão em Lisboa para que se mudem de armas e bagagens para madrid, levando com o tempo a bolsa de Lisboa á insignificância.
Para alem disto, e de entre muitas outras cretinices que este vendido a Espanha tem levado em diante, salienta-se o dito mundial “ibérico”, em que o único objectivo é castelhanizar/iberizar os portugueses usando o futebol, tal como já disse chamar aos Portugueses ibéricos, é o memo que lhe chamar espanhóis, a diferença entre estas 2 designações é que a primeira é a grega a segunda é a que os romanos davam à peninsula, mas tanto uma como outra são sinónimo de dominio da cultura e lingua castelhana.
Que palhaçada.
Se ainda lhe chamassem luso-espanhol ainda vá que não vá, agora ibérico, isso é um insulto aos Portugueses.
O futebol é um jogo nobre, não quando é usado com fins políticos pelo traidor iberista do primeiro ministro.
O objectivo é fazer com que os portugueses se identifiquem com o termo ibérico, e se consideram como tal, ou seja, no dia em que isso acontecer os portugueses estão pura e simplemente castelhanizados.
Para conseguir isso, nada melhor que o futebol, dai o dito mundial ibérico que o traidor iberista do Sócrates e os alcoólatra que esta a frente da federação querem levar pela frente, alcoólatra este do Madail que não passa de um congolês nascido em brazaville , um português puro não se metia nestes atentados á soberania do pais.
Querem lavar a cabeça aos Portuga média que nada percebe de politica e da máfia que esta por detrás deste mundial que tal como o TGV madridocentrico tem por único objectivo acabar com Portugal como estado independente e soberano em função de uma federação com sede em madrid.
Assim desde 2005 para cá temos assistido a uma lógica que passa pelo afastamento da expressão luso-espanhol para designar eventos relativos aos 2 paises, sendo esta expressão trocada por ibérico ou ibérica.
E isto não é inocente, nem aconteceu por acaso, tem sido sistemático e deliberado, e envolve os meios de comunicação em geral, há jornalistas que são aconselhados a desviar do seu léxico a palavra luso-espanhol e substitui-la por ibérico, sendo o expoente máximo disto o dito mundial “ibérico”, que grande pouca vergonha, que diminuição e que rebaixamento para Portugal e que perigo para a nossa soberania.
Um exemplo do que nos pode esperar caso este dito mundial ibérico vá me frente, foi o jogo entre Espanha e Portugal, nos 4 dias que antecederam o jogo assistimos a um espectáculo deprimente para qualquer português patriota, só a sic escapa por motivos óbvios, de resto na TVi e na RTP foi uma desgraça, era desde títulos garrafais nos rodapés em que não se via mais nada que duelo ibérico, ate aop relato do jogo na RTP, em que para mim se bateu no fundo.
Contei eu, desde o inicio do jogo ate ao golo dos castelhanos, o Hélder Conduto, repetiu umas impressionantes 23 vezes a palavra duelo ibérico, a uma média de uma vez a cada 1minuto e 40 segundos, ou seja, isto não é feirto por aços, isto é deliberado, e são ordens que vem das linhas editoriais para que os jornalistas repitam esta palavra à exaustão de modo a que os portugueses, por mais estapafúrdia que ela seja, se habituem a ela, e se considerem ibéricos, no dia em que isso acontecer estão castelhanizados.
O que mais me admira era que estes mesmos jornalistas, no euro 2004 onde também houve um Portugal-espanha, nem uma vez usavam aexpressão duelo ibéricos, era ou luso-espanhol, correcto, ou Portugal-espanha.
Só há uma explicação para isto, o traidor iberista do Sócrates chegou ao poder em 2005, e essa palavra foi censurada, á que iberizar os Portugueses que a ibéria avança a todo o vapor, agora é tudo ibérico, para os Portugueses se irem habituando à ideia, por isso para minar a cabeça das massas nada melhor que o futebol.
Ou seja, os Portugueses estão a ser vitimas de há 5 anos para cá a um processo de motivação contraditória que passa pela repetição exaustiva da palavra ibérico, este martelanço sistemático na palavra ibérico, tem por objectivo levar os Portugueses a que se habituem ao termo e que se consideram ibéricos, no dia em que isso acontecer estão pura e simplesmente castelhanizados.
Isto há 10 anos era impensável, mas tudo isto faz parte do processo de castelhanização e iberização de Portugal lavado acabo por Sócrates e companhia.
Se se querem deliciar vá ao site da candidatura dita ibérica, vai ficar deliciado, então o símbolo, em que as cores de Espanha se sobrepõem sempre as de Portugal tanto em cima como em baixo, como o amarelo sobre o verde.
Ou então veja este artigo histórico, em que se faz questão de dizer que estivemos sob o domínio espanhol ate 1640, e que o nosso sentido de independência era discreto, num claro sentido de diminuição de Portugal, quando na verdade nunca fizemos parte de Espanha, fizemos parte do império Habsburgo, uma espécie de união europeia do sec XVi comandada por espanhóis e austríacos, mas nunca fizemos parte de Espanha, Espanha e Portugal foram sempre duas unidades geográficas diferentes dentro do império Habsburgo, onde estavm outros paise como a Holanda, a Bélgica, o Luxemburgo, a Áustria, todo o sul de Itália, a sardenha, Córsega entre outros territóriso, isto é uma vergonha nacional, veja o artigo:
http://www.candidaturaiberica.com/por/Espanha-Portugal/Portugal/Historia
Neste artigo só faltou dizer que Portugal é um acidente histórico, que é o que o canal de história diz, pudera emitido de Espanha, desde madrid, não era de esperar outra coisa, ate já nos brindam com a publicidade e legendas em castelhano, só não percebo como é que o governo permite isto, ou melhor compreendo, este traidor quer acabar com Portugal e castelhanizar-nos.
Ou então deliciem-se com a declaração do madail no anuncio da candidatura:
“Dois países que possuem uma só história, a da Península Ibérica, onde se agregaram diferentes povos provenientes de horizontes geográficos, culturais e religiosos distintos. Dois povos que partilham e partilharam o mesmo destino, a mesma fé no futuro, o mesmo desejo de progresso numa terra bonita, dura e rica que formou o carácter do ‘homo ibericus’”, refere a missiva.
Homo-ibericus, diz ele.
Se fosse há 400 anos dizia homo-hispânico, é de acordo com o interesse de Castela.
Vejam tudo neste artigo, deliciem-se.
http://desporto.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1405954
É o iberismo futebolístico está ai em força, eu já o disse aqui há meses que os castelhanos iam fazer tudo para levar para lá o mourinho, meu dito, meu feito, espero bem que o mourinho não se deixa comprar pelos euros castelhanos, e se alinhe também com o ideário iberista.
Não foi por acaso que o cristiano ronaldo foi para a capital e para o clube castelhano, este capitão da selecção que nem o hino nacional canta, por este andar , não tarda nada casam-no com uma espanhola e esta como o futre, a dizer que é ibérico, é que o futre já não é portugues, disse numa entrevista à RTP que era um ibérico.
Também não é por acaso que o mourinho para lá vai, e quantos mais portugueses conseguirem para lá levar melhor, o objectivo é pérfido, fazer do real Madrid o quarto grande de Portugal, e preparar terreno para depois do dito mundial ibérico, ou seja, para o próximo passo no sentido de matar Portugal, que é acabar com o campeonato portugues e criar um campeonato “ibérico”.
Sim isto eu ouvi em directo ano passado na TVI, o Sousa Martins, perguntou ao Gabriel Alves se o real madrid com a ida do Cristiano para lá se poderia tornar o quarto grande de Portugal.
A resposta do Gabriel Alves foi de um autentico bajulador traidor à patria, disse que se pode tornar mesmo o grande de Portugal.
O plano é usar o futebol, o ópio do povo para matar Portugal, e estes traidores à pátria também vão atacar nessa frente, sendo assim esta esquerda anti-patriótica e iberista que domina e desgoverna Portugal neste momento personificada pelo actual partido socialista subserviente à maçonaria espanhola e que conspira para destruir Portugal como estado soberano, veio também com o mundial de futebol dito também “ibérico” em 2009 anunciado com pompa e circunstancia, sendo sem dúvida nenhuma esta designação um atentado aos portugueses e a Portugal, porque para mim chamar-lhe “ibérico” seria o mesmo que nós chamar-lhe luso-castelhano, é claro que os espanhóis não aceitariam e achariam isso um insulto, contudo o senhor Sócrates, que está ao serviço dos espanhóis e o senhor madail que nem sequer é português visto que nasceu no Congo aceitaram, estão os dois comprados pelos castelhanos, porque se fossem Portugueses de verdade nunca aceitariam este nome.
Que vergonha, que nojo, que rebaixa para Portugal, chamar a isto mundial “ibérico” é uma autentica afronta aos verdadeiros portugueses, é uma atentado a Portugal e só um primeiro ministro iberista e traidor á pátria, bem como um presidente da federação de futebol bêbado e vendido que dá pelo nome de Gilberto Madaíl que nem sequer nasceu em Portugal mas sim no Congo como já dito antes é que podiam aceitar que a este mundial que nunca devia acontecer se dê-se o nome de “ibérico”.
Num acontecimento desportivo desta magnitude não contam só os turistas-espectadores que vêm só para ver os jogos durante o decurso dos mesmos, mas também conta muito o facto de durante meses se falar nas televisões do mundo inteiro do pais que organiza o evento, como aconteceu em 2004, em que nas televisões do mundo inteiro se via “Euro 2004 em Portugal”, ou seja, o nome “Portugal” é martelado vezes sem conta nas cabecinhas de muitos futuros turistas.
Fala-se de Portugal, logo, Portugal existe.
Na verdade o problema é esse. Contudo se o que aparece é o “Mundial ibérico” não se está a promover Portugal, mas sim a “ibéria” e não Portugal.
E só os anjinhos, é que acham que existe tal coisa de”ibéria” sendo ela diferente de Espanha.
Mas isto não fica por aqui no que respeita a futebol, e depois do mundial de futebol ibérico estas mentes pérfidas já estão a preparar o Campeonato de Futebol “ibérico” (extinção do campeonato Português), havendo até quem já proponha o senhor Paulo Futre para presidente da federação, o tal que vive em Madrid e que numa entrevista aqui há uns dias na RTP afirmou se considera um “ibérico”, afirmado que se considerava chocado com o facto de nunca ter tido um reconhecimento público em Portugal, pudera alguém que em vez de dizer que é português se assume como ibérico, renunciando assim à pátria.
Ainda por cima disse no decorrer da entrevista que está em Madrid a dar consultadoria e conselhos a firmas que querem entrar no mercado português, ou seja, como e que um traidor destes quer ter um reconhecimento público em Portugal com uma retórica desta, só pode passar por traidor.
Mas para além deste senhor também se fala do Figo, em relação a este nunca lhe ouvi afirmações deste calibre que me levassem a chamar-lhe iberista de caras, contudo parece que foi comprado pelo Sócrates para o apoiar nas eleições e também anda para aí a promover o dito mundial “ibérico”, tendo pelos vistos arraiais assentes em Madrid visto que vive lá, sendo segundo o que lhe ouvi dizer numa entrevista que Madrid é uma espécie de base onde está a sua família e onde vive, visto que fica entre Portugal e Milão.
Sendo assim, temo que este senhor Madail, o tal que disse que nasceu no Congo, é um apoiante acérrimo deste mundial dito “ibérico”, e que disse na apresentação deste com o seu homólogo Angel Villar, e estou a citar que “Portugal e Espanha tinham uma só história, a da Península Ibérica, e uma língua e cultura comum, estando entrelaçados um com o outro”, nos tente lançar uma espécie de cavalo de Tróia para a Federação Portuguesa de Futebol, para assim dar a facada final no futebol e campeonato Português.
E digo isto, não assente me matéria de opinião , mas com base em matéria de facto, visto que o senhor Madail disse em Agosto de 2009, que para além do mundial dito “ibérico” ainda se podia ver no futuro que outras coisas se podiam fazer em conjunto com os castelhanos, e eu não tenho dúvidas, o objectivo final destes traidores à pátria é lançar um hipotético Campeonato de Futebol “ibérico”, com a secundarização dos clubes Portugueses em detrimento do Real Madrid, o mesmo foi dito pelo Gabriel Alves no canal castelhano(TVI) aquando da transferência do Ronaldo para o Real Madrid, de que o real madrid se poderia tornar o quarto grande de Portugal, se não mesmo o maior grande, veja bem o que este vendido disse, foi corrido da RTP, e da SIC e agora vendeu-se aos espanhóis, mas não ficamos pelo Ronaldo, a seguir eles vão tentar o mourinho de modo a fazer a promoção do Real madrid em Portugal.
Por isso é que eu bem como qualquer português patriota e atento deve torcer sempre para que estes castelhanos do real Madrid percam e por muitos, aquilo havia de dar o estoiro já esta época, a bem de Portugal e dos nosso pais, e eles não ganhando nada, o florentino havia de ir à falencia e o Ronaldo que mude de clube, ai volto a apoiá-lo, assim nem pensar, enquanto estiver vendido ao clube castelhano, e não me admira nada que o venham a usar para fins políticos, qualquer dia casam-no com um a espanhola e não tarde nada o gaijo vem também dizer que é ibérico como o traidor do Futre.
E nisto os grandes clubes Portuguesas já estão a ser minados, o Sporting tem á cabeça um presidente que trabalhava no santander, daqui não se pode aferir que esteja feito com os espanhóis, mas pode-se desconfiar, para alem do mais o Sporting têm lá um boy muito perigoso de nome Salema Garção, que trabalhou em madrid e que já se mostrou favorável á criação de uma liga ibérica numa noticia que eu vi no Dn, na altura fiquei chocado em ouvir isto de um dirigente do Sporting.
Dizia ele que não alinhava na do papão espanhol, tínhamos que apostar na ibericidade e olhava com muita simpatia para a liga ibérica, diz o traidor, liga ibérica que lhe foi proposta, imagine lá por quem, RUI PEDRO SOARES, nem mais nem menos que o boy do Sócrates na PT, o tal da Face Oculta e do negócio com o Figo que foi chamado á comissão parlamentar de inquérito, diga lá, isto começa a fazer sentido?
O Bettencourt que corra com este individuo do Sporting.
Se quiserem ver tudo deixo aqui o endereço onde esta a noticio completa, imagine também aonde, no bússola, o blog do traidor do serrão.
http://bussola.blogs.sapo.pt/119972.html?page=1#comentarios
O Benfica também já conta nas suas fileiras com um agente infiltrado da iber-maçonaria, o senhor Luis Nazare, o tal que disse na sic noticias aqui há uns dias que o TGV serve para nos ligar ao centro da ibéria, p+ara alem de ter sido um dos signatários do manifesto pro-obras publicas, espero que o Vieira corra com ele rapidamente.
O Porto também tem por lá muitos artistas alinhados com Castela, regionalistas/separatistas fanáticos alinhados com o ideário iberista, o Meneses diz que é do Sporting, mas quem o conhece bem diz que é Portista desde pequeno, tal como os filhos, todos adeptos do FCP.
Em suma, querem-se também aproveitar do futebol para matar Portugal, e veja bem ao ponto que o primeiro-ministro conspira o traidor.
Mas não fica por aqui, já se fala em meter um espanhol na selecção, o Aragonês, este madail é mesmo um bêbado na mão da maçonaria e do governo, será que a FIFA só ve as ingerências da politica no futebol na França, a propósito dos avanços de Sarkozy devido ao desaire Francês no mundial e depois a FIFA não vê que em Portugal a Federação Portuguesa de Futebol está transformada num instrumento de politica ao serviço dos traidores iberistas que desgovernam Portugal.
Tudo isto se bem sucedido culminaria depois numa união politica assente num pan-iberismo com sede em Madrid, alienado assim 900 anos de história portuguesa e passando os portugueses a ser considerados cidadãos de 2ª sob o domínio castelhano/espanhol, domínio este contra a qual os Portugueses sempre lutaram durante os quase 900 anos da sua história.
O dito cujo que dá pelo nome de Sócrates, desde que entrou para o poder não fez mais nada que destruir Portugal, trocando o patriotismo pelo iberismo, e desde que ele cá está tudo está a passar a ibérico, e a deixar de ser luso-espanhol como mandam a lógica e as leis do direito internacional.
Sendo assim, desde que esta corja de conspiradores do lobby maçonico-iberista estiverem no poder em Portugal tudo está a passar a “ibérico” desde o futebol aos institutos públicos, e isto está-se a tornar perigoso porque as gerações mais novas começam a habituar-se ao termo e podem até achá-lo normal, tal como se costuma dizer, água mole em pedra dura tanto bate até que fura, e não se apercebem do que está em causa e do perigo que o nosso pais esta a correr e vai correr no futuro se estes iberistas socialistas se mantiverem no poder.
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Que dizer destes fanáticos regionalistas do Porto, o Galécia, galaico e o galaico/duriense são sempre o mesmo individuo, que com certeza deve ser um fanático regionalista do porto e adepto do FCP.
São estes tipos de comentários que me leva realmente a crer piamente bem como muitos Portugueses patriotas e responsáveis que os cérebros, os mentores e os fanáticos regionalistas do Porto estão feitos com Espanha.
Para este tipo de gente movida por um ódio patológico e doentio à parte de Portugal que fica abaixo do douro, a quem designam de mouros, e especialmente a Lisboa motivado pela politização do futebol, para este tipo de gente tudo é preferível a estar sob o domínio de Lisboa, mesmo serem castelhanizados e mandados desde madrid, isto para
mim não configura mais nada que traição á pátria.
A mim choca-me ver regionalistas fanáticos do Porto como esse senhor que se denomina Galaico, ou Galaico duriense outras vezes de galécia, que deve ser mais um dos que vive na fantasia grotesca de ressuscitar a Galécia, mas ao mesmo tempo não deve perceber nada de história de Portugal e com certeza desconhece que quando franceses e espanhóis nos atacavam à 200 anos nas guerras napoleónicas, os exércitos que provocaram a queda da Ponte das Barcas ai no Porto, que provocou a morte de centenas de Portugueses Portuenses, esses exércitos compostsos por Franceses e espanhóis estavam aquartelados na Galiza, era disto que se deviam lembrar antes de viram par aqui falar da Galiza ou de galécias defuntas desde 476 dc, queda do império romano, ou seja, há mais de um milénio e meio.
E foi para Galiza que retiraram sempre os espanhóis e franceses quando precisaram.
Depois volta meia volta esta gente vem com essa conversa do povo do norte( entenda-se Porto), que foi o Porto que começou as grandes revoluções em Portugal, etc, é só mitos falsos. De cidade invicta só têm o nome, de resto levaram na fuça dos franceses que foi uma desgraça, com o infeliz desastre da ponte das barcas, e depois os movimentos populares de revolta, tanto em 1640 como nas invasões franco-espanholas em 1810, não começaram no Porto, nem de longe nem de perto, aquando dos levantamentos das invasões napoleónicas, todos eles começaram em Tras os montes e na beira alta, com os fossados transmontanos, e os capitais de ordenanças transmontanos, que saquearam e desbarataram completamente as aldeias galegas da raia, o Porto depois é que se juntou por arrastamento e ajudou sem dúvida, mas esse mito de que as revoltas começaram no Porto, treta, tudo treta, para quem nada percebe de história de Portugal.
Os galegos são uns fdp’s, conspiraram contra nós, e atacaram-nos, nos tratamos da nossa independência, eles que tratem da deles, não quiseram ser Portugueses, têm o que merecem, são espanhóis e foram castelhanizados.
Mas no Porto que conheço minimamente também há gente boa e patriota que amam o seu pais no seu todo de Bragança a Faro, que não se espelha nem se identifica com o que esta minoria de radicais extremistas que vêm para aqui falar de movimentos secessionistas, e de galécias, motivados pela politização do futebol, que têm em comum têm o facto de ser adeptos do FCP, gente esta mal intencionada que quer destruir este pais, e que está sem dúvida a denegrir a imagem do Porto, uns pagos por Espanha, outros vivem na fantasia grotesca de ressuscitar a galecia, coitados, no mínimo ignorantes, como que se Espanha algum dia o permitisse, na península ou a Portugal e Espanha, ou há ibéria, parece que você prefere a ibéria, isto para mim é traição à pátria.
Portugal é um estado nação, o único da Europa, consolidado por mais de 800 anos de história, por mais que estes fanáticos regionalistas do Porto feitos com Espanha, discípulos de Meneses e companhia, tentem fazer crer o contrário, todos os Portugueses de Viana do castelo a faro se identificam com o termo luso, que designa a lusofonia, os países lusófonos, os luso-descendentes, e sentem-se lusas os lusitanas, toda a gente de Bragança a Lisboa se identifica com o termo luso, como diminutivo de Portugal, não se diz brasileio-português, diz-se luso-brasileiro, isto é consensual, contudo este termo vem sendo posto de parte em favor do ibérico, os regionalistas do Porto pelos vistos preferem o segundo, prova que estão convertidos ao iberismo.
As afirmações deste individuo são o espelho disto mesmo, contudo espero que este tipo de gente representa apenas uma minoria de fanáticos regionalistas, e caciques da bola, e não o Porto em geral, este tipo de afirmações como as que fez num pais governado por patriotas e com uns serviços secretos operantes, davam lugar no mínimo a que você estivesse referenciado, é por isto que a regionalização e o fanatismo em torno do FCP são duas faces de uma mesma moeda e directamente proporcionais.
Para alem disso é um insulto chamar ibéricos aos Portugueses, é o mesmo que lhe chamar espanhóis, a diferença esta na designação ser grega ou romana, o conteúdo é o mesmo, domínio da língua e cultura castelhana, basicamente é a segunda volta do ataque castelhano, a primeira foi no sec VXI quando roubaram o nome romano Hispânia, o segundo é agora com a designação dos gregos, ibérico.
E toda a gente sabe que ibérico ou o prefixo iber é sinonimo de Espanha, da mesma forma que Espanha era sinónimo de Castela no sec XVI, não usassem e abusassem eles do prefixo iber, para tudo que é firmas espanholas por exemplo Iberdrola, ibergru, e uma serie delas que não vou estar para aqui a enumerar.
O império romano caiu há mais de 1500 anos, a galecia existiu como unidade do império romano durante pouco mais de 200 anos, o mesmo se passou com a Lusitânia, tudo isso acabou há mais de 1500 anos, o que existe agora é Portugal, e Portugal passou a ser sinónimo de lusos, nunca se poderia usar o termo galegos os galaicos porque esses são os da Galiza, e isso não faria sentido.
O nome Portugal não foi escolhido por acaso, d. Afonso Henriques escolheu este nome com o intuito de meter cá os galegos, dai Portu de condado portucalense e Gal de Galiza, mas se eles não quiseram ser portugueses, e declinaram o convite, tiveram o que mereciam, foram castelhanizados.
A mim o que me deixa de boca aberta é esta gente do porto, estes fanáticos virem para aqui falar de uma galecia que durou 200 anos, que já não existe há mais de 1500 anos e sobrepor tudo isso a um pais e um estado nação chamado Portugal com quase 900 anos.
É por isto que os Transmontanos não querem misturas com a gente do Porto, não querem ser misturados com esta gente do Porto que se diz do norte, norte este que como eu faço questão de deixar bem claro não passa de Gondomar, Trás-os-Montes é terra de gente patriota, quando o pais precisou os transmontanos disseram presente, não foi os flores de estufa do Porto.
Esta gente é a mesma que vem par aqui com as expressões divisionistas dos mouros e do al-lisbunah, vocês estão todos doentes do miolo, e os Transmontanos são patriotas e não entram, nunca entraram, nem querem ser misturados com nessa guerra que o Porto foi comprando com Lisboa, essa guerra é vossa travai-a sozinha.
Esta gente do Porto em vez de canalizar o ódio para os castelhanos, esses sim que conspiram e ameaçam o futuro de Portugal, pelo contrário andam numa cruzada antipatriótica contra Lisboa e a parte do pais que fica a sul do douro, a quem designam de mouros, acicatados pelos seu general de serviço e mais graduado, Pinto da Costa, o maior cacique da bola e corrupto futebolístico de todos os tempos, e alguns vivem mesmo na fantasia grotesca de ressuscitar a galecia morte enterrada Há mais de milénio e meio.
Mais uma vez digo que Trás-os-Montes, e os Transmontanos nada tem a ver com o Porto, é uma cultura e identidade totalmente diferente, e os transmontanos defendem Portugal como um todo, e para isso tem que defender Trás-os-Montes da colonização e deste centralismo personificado pelo norte caragoo dos pérfidos portistas regionalistas, que para cá querem alargar os seus domínios feudais, para assim ganharem massa critica para lançar o pais no caos numa guerra fratricida norte sul, e destruir Portugal entregando-o de bandeja á Espanha, é isto que Sócrates, Meneses e companhia querem fazer.
O norte dos fanáticos regionalistas do Porto acaba em Gondomar.
Trás-os-Montes não é norte, é simplesmente Trás-os-Montes.
Norte é porto.
Para lá do marão mandam os que lá estão.
Viva Portugal.
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Mas a verdade venha sempre acima e para isso, basta uma arranhadela. Quando os patetas de Valença do Minho hastearam a bandeira espanhola por mero oportunismo chupista, os do outro lado fronteira ficaram plenamente convencidos Quando depois de vencerem a nossa patética selecção ronaldeira, decidiram vir a Valença passear a bandeira de Espanha, foram recebidos à pedrada. Pois, para que aprendam. Os srs. Sócrates, Cavaco, Salgado, Coelho, Balsemão e outros “ibéricos” que se cuidem, ou ainda voam por uma janela. Não se perdia nada.
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O amigo Transmontano parece bem informado, mas junte mais esta iberice, esta calinada que eu ouvi de um jornalista da RTP.
O Manuel fernades Silva, que apresenta um programa de desporto na RTP N, designou os espanhóis como irmães ibéricos no seguimento do apuramento de Portugal para os oitavos, passo a citar:
” Portugal começa agora a preparar o jogo com os nossos irmãos ibéricos”
Entendo paises irmãos de Portugal como Brasil, Palop’s e restantes paises de lingua Portuguesa com quem temos laços culturais e históricos.
Espanha é no máximo um vizinho, mais vezes mau vizinho do que bom, diga-se de passagem, agora “irmão ibérico”, isto é o cúmulo.
Com certeza que alheio a isto não são as ordens daa linha editorial da RTP, mandada por sua vez pelo governo sócrates.
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Entorpeço ao reparar no fraco orgulho português quer pela cultura,quer pelo historial.Li algures que a Lusitânia seria sediada em Mérida e como tal pertença a Espanha,algo erróneo,se analisarmos os maiores símbolos da cultura lusitana provêm da parcela de território portuguesa e não espanhola,mas faz-se sempre o engano de correlacionar a Lusitânia romana administrada em Mérida,com a Lusitânia tribalista de Viriato,com maiores ligações a Portugal,leia-se que o dito nasceu nos montes Hermínios,Serra da Estrela.Se o português não defende o que é seu acontece como a pintura de José Madrazo espanhol que pinta Viriato, e existindo outras representações espanholas do dito,á falta de portugueses ,é triste constatar tal.
Já dizia Júlio César que á beira do Atlântico existe um povo que nem se governa nem se deixa governar.
Isto é só um exemplo entre outros
Recuaria mais e diria,existem por Portugal de hoje muitos Audas,Ditacos e Minuros que baixam as calcinhas a interesses estrangeiros e como ignorantes que são sendo trapaçados pela agenda que os ditos possivelmente desconhecem.
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3.Anti Socialista disse
2 Julho, 2010 às 9:35 am
“de facto em Portugal há dois grandes grupos de dialectos, os do Norte e Galiza, que englobam aproximadamente o território a norte do Douro, e os Centro-meridionais.”
Cá anda o artista dos inúmeros pseudónimos, mais um, escreve ás 9.29 e depois responde logo de seguida as 9:33, 9:35 9:38 táctica recorrente dos separatistas do Porto, mas já não engaam ninguem.
Você percebe tanto do mapa dos falares Portugueses como eu de lagares de azeite, como se diz aqui.
Em primeiro lugar não há nenhum dialecto do Norte, por isso não venha para ai falar do norte, esse norte só existe na sua cabeça e de deficientes mentais como voce que com base na politização do futebol querem destruir o pais, mais nada.
Depois os dialectos portugueses setentoriais que você designa de norte, esse estendem-se ate castelo branco numa linha obliqua no sentido noroeste sudeste que vai de Aveiro a castelo branco englobando Viseu.
http://cvc.instituto-camoes.pt/hlp/geografia/mapa02.html
Depois isso que você designa de norte não existe, a não ser na sua cabeça e de mais meia dúzia de separatistas como você, caro galécia, da mesma forma isso do dialecto dos norte é uma invenção sua, acima do douro há os dialectos Transmontanos, os alto minhotos, e os baixo-minhotos-durienses, todos eles diferentes entre si.
A pronuncia do Porto, que vocês gostam de designar do norte, não tem nada a ver com a de Tras os Montes e o minho, existe uma grande clivagem, entre o que se fala no porto e área metropolitana e o que se fal no Minho e Trás-os-Montes.
Se você for a Fafe vê que as pessoas não falam como no Porto, o Porto tem uma pronuncia diferente mas essa pronuncia cinge-se ao Porto e área metropolitano, é o chamado porto caragoo, se for ao Minho a pronuncia é totalmente diferente, muito diferente da do Porto, deixo-lhe aqui um link de uma imagem do estudo feito por Manuel Paiva Boleo sobre os dialectos portugueses, para poder a diferença num mapa, e ver que a pronuncia do Porto, que vocês gostam de designar de pronuncia norte cinge-se apenas ao Porto e area metropolitana, mais uma vez repito nada de confusões com os transmontanos.
http://cvc.instituto-camoes.pt/hlp/biografias/mapapboleo.html
Por isso se não sabe o que diz, o senhor Galécia, barra anti-socilaista, quiçá o famoso centrista, conhecido por inúmeros outros heterónimos, se não sabe o que diz esteja calado, antes de vir para aqui dizer estas baboseiras devia estudar Portugal e a língua Portuguesa, por ventura nunca ouviu falar de Manuel paiva boleo, deixo-lhe aqui o link do maior estudioso da lingua e dos falares portugueses que elaborou o primeiro mapa dos falares portugueses.
http://cvc.instituto-camoes.pt/hlp/biografias/pboleo.html
Convêm dizer que a zona do pais onde o português é melhor falado não é Lisboa, nem de longe nem de perto, nem do Minho, nem do Alentejo, nem do Porto, o português mais bem falado é para os lados de Coimbra, ai é que se fala o português mais correcto.
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Galécia, Galaicos entre outras peças do género que por aqui aparecem são uma cambada de separatistas do Porto, que vêm para aqui falar de galécias mortas e enterradas há mais de 1500 anos, cambada de separatistas feitos com Espanha.
Você deve ser mais um dos que faz fazer parte do MRA Galécia, grupo de extrema direita nazista que advoga a ressuscitação da Galécia, e a destruição de Portugal.
Sois tão maluquinhos que até dá pena.
Pasmem-se com o video que eu vou por a seguir:
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É por isto que este regionalistas separatistas do Porto querem regionalizar o pais à força no mapa das 5 regiões, para poderem mandar em tudo o que está do douro para cima e assim ressuscitar a galécia matando Portugal, fugindo do mapa das 8 ou 10 regiões como o diabo foge da cruz.
Por isso nunca se pode deixar regionalizar o pais no mapa iberista das 5 regiões, dando poder ao Porto sobre tudo o que se encontra acima do douro, a regionalizar o pais tem que ser no mapa das 8 ou 10 regiões, eu sou contra na mesma por principio, porque Portugal é um estado nação uno, mas assim dividia-se o mal pelas aldeias e não se dava poder a esta gente para destruir o pais com estas palhaçadas das galécias.
É que sem Tras-os-Montes não dá para ressuscitar a Galécia, ficam isolados no Porto e só podem formar um enclave galego no grande porto, por isso toca a colonizar os Transmontanos á força, os que resistirem toca a insultar que é o que se está a passar comigo, mas os insulto só da razão aos meus argumentos reforçado-os ainda mais.
Mais uma vez digo que Trás-os-Montes, e os Transmontanos nada tem a ver com o Porto, é uma cultura e identidade totalmente diferente, e os transmontanos defendem Portugal como um todo, e para isso tem que defender Trás-os-Montes da colonização e deste centralismo personificado pelo norte caragoo dos pérfidos portistas regionalistas, que para cá querem alargar os seus domínios feudais, para assim ganharem massa critica para lançar o pais no caos numa guerra fratricida norte sul, e destruir Portugal entregando-o de bandeja á Espanha, é isto que Sócrates, Meneses e companhia querem fazer.
Até dão pena estes regionalistas separatistas do Porto, como se fosse possível ressuscitar a galécia defunta há mais de 1500 anos, a espanha nunca deixava.
A organização do noroeste peninsular que o traidor iberista do Meneses preside, o ídolo dos regionalistas do Porto que defende o ensino do castelhano em Portugal desde os 6 anos, e se assumiu como militante pro-peninsular, ou seja, iberista, é vista e foi criada por estes separatistas inadjectiváveis para ser o embrião da Galécia.
Traidores.
Vendidos.
É por isto que os Transmontanos não querem misturas com a gente do Porto, não querem ser misturados com esta gente do Porto que se diz do norte, norte este que como eu faço questão de deixar bem claro não passa de Gondomar, Trás-os-Montes é terra de gente patriota.
A parte do vídeo que desmascara os regionalistas separatistas do Porto traidores, e o motivo pelo qual querem a tanto custo colonizar os Transmontanos, e criar o seu norte politizado em torno do FCP e do pinto da costa, para assim poderem ressuscitar a galecia, é ao minuto 2:10.
Se tiverem tempo vejam tudo, senão vejam a partir dai é onde esta o principal.
Vejam e fiquem de boca aberta os objectivos dos regionalistas fanáticos/separatistas do porto.
Traidores.
O norte dos fanáticos regionalistas do Porto acaba em Gondomar.
Trás-os-Montes não é norte, é simplesmente Trás-os-Montes.
Norte é porto.
Para lá do marão mandam os que lá estão.
Viva Portugal.
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por mim mandam à vontade e se quizerem pagar a despesa, go ahead, a malta agradece.
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Duas coisas:
Obrigado ao J.F.Transmontano, que tem coisas interessantes a dizer, e arruma bem certos doentes da bola.
E-ko:
> sinto-me muito mais cidadã do mundo
No such thing. Been there, done that, got the t-shirt. It says “all I got was this lousy t-shirt”.
E depois, sabe que mais? Deus, Pátria, Família afinal não era má ideia. Lá cheguei, por ordem inversa, a muito custo. Não são eles que precisam, somos nós. Desesperadamente, como se vê pela figura junta (ver fotografia do estado a que chegaram as coisas em qualquer jornal …)
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Euro2cent,
uma cidadã do mundo, de cultura europeia, mas de nacionalidade portuguesa…
não não me sinto superior por isso nem, tão pouco, inferior… assim é!
tem alguma coisa contra?
pátria, para mim, é o planeta, deus, a minha própria espiritualidade e a família um número infindável de pessoas que fui e vou cruzando pelo mundo… não é isso que me impede de ver o que possa ser mais vantajoso para o planeta, para os diferentes países que fui, ou irei atravessando, incluindo aquele onde nasci, sem ter de vender a minha consciência…
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A resposta para esta questão é muito simples.
Um cidadão Português que requeira cidadania espanhola, ficando com dupla nacionalidade, como é que é designado oficialmente?
Luso-espanhol.
Resposta dada.
Só falta agora virem dizer que é ibérico.
Os espanhóis se calhar interessa-lhe chamar ibéricos, tal como diz a helenae bem para assim acalmar os impetos independentostas dos catala~es e bascos, naçõesdentro da peninsula tal e qual Portugal, com a grande diferança de nunca se terem conseguido libertar do jogo de castela.
Mas ainda vão a tempo, pelos menos os Catalães e bascos, e os Portugueses devem apoia-los, seriamos nós quem mais ganharia com o desmebramento da espanha, devido ao requilibrio de poder que se daria na peninsula em nosso favor, que com um jeito nos colocaria como potencia dominante.
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A lusitania pre-romana de viriato chagava ao cantábrico, esta é para os galecias que para ai andam.
meninos de coro.
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