Por vezes Acontece
11 Julho, 2010
“O Acontece não está, sequer, entre os mais vistos” (…) ficaria mais barato pagar uma volta ao mundo a cada um dos espectadores do Acontece do que produzir o programa.” Morais Sarmento, 2003
“Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV se podem perfeitamente oferecer um Porsche a cada português gastando menos” Luís Campos e Cunha
fica mais barato «dar um carro» a cada passageiro por ano, incluindo «combustível», do que utilizar a Linha do Tua «nas condições em que estava a ser explorada» António Mendonça, Ministro das Obras Públicas
“Prometo uma Patinadora Russa para cada Português, e um Bailarino Cubano à escolha para cada Portuguesa!” Manuel João Vieira, candidato à presidência da República
18 comentários
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fica mais barato dar um pontapé no cu
ou defenestrar
esta gentlha que pensa que somos todos ignoraqntes e estúpidos
história do querido PORTO do meu tempo:
«-ó Micas porque vais tu presa?
-por dizer porra
-ó que caralho por tão pouco»
não são para levar a sério
mas estamos na fossa
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Acontece que eu prefiro ter a possibilidade TGV do que um Porsche.
Apesar de não saber conduzir o TGV.
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Porque é que estas analogias são palermas?
Porque nunca se deve comparar gastar assim com gastar assado mas gastar com não gastar.
São comparações para enganar, por espanto, o povinho.
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Seria possível alguém colocar um link para um orgão de informação onde se visse a notícia de Luís Campos e Cunha ter disto essa frase?
Onde e quando proferiu essa frase?
Até agora só vi diz-que-disse.
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Este tipo de afirmações só podem vir de pessoas que não têm a menor ideia de como se gere politicamente e economicamente um pais, é que um país não é a mercearia do sr. Albino onde existe o “caderno” do deve e do haver, os cidadãos têm direitos que não podem ser contabilisticamente avaliados, por isso fique lá com os porsches e com esses “políticos”.
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Subtileza
Muito mais subtil e encapotado do que na Venezuela do Chavismo, cá no sítio, não se proíbem licenças de emissão da TV privada em Canal Aberto, prefere-se eliminar, por via administrativa, os programas não afectos ao Poder (leia-se Sócrates), como o Jornal de 6ª Feira. Acontece que na Venezuela, com maior desabrimento, mesmo as da TV por Cabo são atingidas pelo Chávez:
*** A cable television channel that has been critical of President Hugo Chávez was taken off the air on Sunday after defying new government regulations requiring it to televise. ***
Como se vê atinge-se cá uma política muito mais * Veneziana * do que a do * magala *: nem é preciso invocar a lei. E, para resguardo da * perfeita democraticidade e cuidado de garantir a diversidade de opinião, temos a declaração que o nosso Governo nada teve com a suspensão do programa da SIC.
Conclusão: há que, a par de lhe vender computadores, ensiná-lo a mover-se com memos alarido no que toca a atingir o Poder Absoluto.
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Luís Campos e Cunha nunca disse tal coisa.
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Vai uma voltinha?
A afirmação de Morais Sarmento – de que sairia mais barato pagar uma viagem à volta do Mundo aos espectadores do ‘Acontece’ do que manter o programa vivo – foi um mimo em matéria de ‘falta-de-chá’; e a primeira coisa quem vem ao espírito é que não se deveria gastar tempo a discutir patacoadas de tal jaez. Mas houve quem se desse ao trabalho de contra-argumentar, multiplicando o número de espectadores do programa pelo preço de uma viagem dessas.
Palpita-me, no entanto, que foi tempo perdido pois, se calhar, o verdadeiro problema está na definição de ‘volta-ao-mundo’: quem se abalançar a fazer uma ‘volta ao mundo’ deverá atravessar os meridianos todos (mas, de preferência, à latitude do Equador) percorrendo, pelo menos, os 40076,5 km que ele tem de perímetro.
Ora, alguns pensam que basta cruzar os meridianos, independentemente da latitude a que o façam. Se isso fosse verdade, podia considerar-se que alguém dava a volta-ao-mundo (mesmo de trotineta, de patins ou ao pé-coxinho) contornando simplesmente um urso polar que estivesse a hibernar à latitude de 90º.
Deve ter sido para uma ‘volta’ dessas que o senhor ministro pediu orçamento e, se assim foi, está tudo explicado e com clareza ‘meridiana’.
Quanto ao urso: de facto, não era necessário para esta explicação, mas acabou por entrar aqui por associação de ideias.
–
Publicado no “EXPRESSO” – “Carta Branca”, em 1 Mar. 2003
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#7
Também me parece que nunca disse. Deve ser mais uma coisa como as supostas crónicas de Clara Ferreira Alves que circulam por mail.
O Campos e Cunha ainda vai processar o Blasfémias lol
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Como é que se chama o candidato que quer tirar o lugar ao crispado e que promete uma patinadora russa?
São duas promessas eleitorais chorudas que podem levar-me a rever o meu votoembranco.
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Pela falencia da Marsans, o único culpado, que encontraram, é o Governo.
É o resultado da crise do sector que é da sua responsabilidade.
E se fossem comer na anilha
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As tropas Cavaquistas estão-se a perfilar
na parada da Cotec
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O fugitivo, veio a Portugal/Estoril e deu a sua sentença, numa lição bem estudada
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Quem vai para o algarve, há quem saia em Alcaçer do Sal e vai pela EN, poupa 35€, dá para a gasolina
No poupar é que está o ganho
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De todas as características que são vulgares na natureza humana a inveja é a mais desgraçada; o invejoso não só deseja provocar o infortúnio e o provoca sempre que o pode fazer impunemente, como também se torna infeliz por causa da sua inveja. Em vez de sentir prazer com o que possui, sofre com o que os outros têm. Se puder, priva os outros das suas vantagens, o que para ele é tão desejável como assegurar as mesmas vantagens para si próprio. Se uma tal paixão toma proporções desmedidas, torna-se fatal a todo o mérito e mesmo ao exercício do talento mais excepcional. Por que é que o médico deve ir ver os seus doentes de automóvel quando o operário vai para o seu trabalho a pé? Por que é que o investigador científico pode passar os dias num quarto aquecido, quando os outros têm de expor-se à inclemência dos elementos? Por que é que um homem que possui algum talento raro de grande importância para o mundo deve ser dispensado do penoso trabalho doméstico? Para tais perguntas a inveja não encontra resposta. Afortunadamente, porém, há na natureza humana um sentimento compensador, chamado admiração. Todos os que desejm aumentar a felicidade humana devem procurar aumentar a admiração e diminuir a inveja.
Bertrand Russell,
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Há uma senhora sentada na primeira fila da bancada socialista, que chegou a pensar em ser Ministra, que devia falar com o sr. Mendonça explicando-lhe a temática da “interioridade”, da “disctiminação positiva” e da preservação do “património da humanidade”. A consulta ao dossiê Foz Côa é também aconselhável.
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>> … oferecer um Porsche a cada português gastando menos” Luís Campos e Cunha
> Luís Campos e Cunha nunca disse tal coisa.
Também não me parecia que fosse abrir mão do Porsche.
Os “reformados” do C.A. do Banco de Portugal têm ideias muito próprias sobre as divisões de bolos.
Tipo Maria Antonieta.
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Curioso que se fale do Tua, que tem uma procura muito superior à oferta… convém repetir a mentira muitas vezes a ver se cola.
Mas a verdade é que os comboios vão cheios e se mais houvesse, mais enchiam.
O que interessa é ajudar os campeões nacionais da secretaria – a EDP.
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