Provavelmente a Autoridade Marítima até teve provas suficientes para as apreender…
As bolas de berlim são dos bolos mais simples de confeccionar e simultaneamente dos que mais problemas poderão provocar.
Por exemplo: quem nos garante a qualidade e prazo de utilização dos recheios e dos óleos ?
Que pessoas as confeccionaram e vendiam ?
Há quanto tempo estavam feitas ? Numa praia, com este calor, naquelas caixas…
Não seria a primeira vez que uma pessoa se sentiria mal-disposta e levada para um hospital por causa de uma bola de berlim…
A ASAE –não é o caso–, abusou pontualmente nos primeiros tempos de actividade. Mas em muitos casos, sobretudo na restauração, agiu muitíssimo bem !
O que se sabe é que Carlos Queirós vai receber com prémio pela extraordinária presença nos oitavos-de-final E NÃO MAIS DO QUE ISSO no Mundial, 700 mil Euros !
Também, que à restante equipa técnica e jogadores, serão atribuídos mais 2,3 milhões de Euros !
Crise ?
Sacrifícios ?
Selecção ?
Patriotismo por causa duma selecção de futebol ?
Embora hoje a minha saúde seja muito periclitante, não me parece que possa imputar essa condição às inúmeras bolas de berlim que comi – verdade que sem creme – durante a meninice e adolescência.
Na realidade eram 600, só que os fiscais desviaram cerca de 100 para a sobremesa do jantar das repecticas famílias, amigos e vizinhos. E para congelar, quem sabe!
Gulosas!!!
“Periclitante” é o carago ! Ânimo, Eduardo F !
Votos para rápidas melhoras !!
Quanto às bolas de berlim por si saboreadas sem que lhe causassem problemas, por certo deliciou-se há muitos anos… Quando elas eram feitas em boas e confiáveis padarias.
Até hoje não conheci uma pessoa que tenha morrido de intoxicação alimentar, e olhem que eu venho do Brasil. Na verdade, o único lugar onde testemunhei uma intoxicação alimentar foi numa cantina da Universidade de Coimbra, mas a rapaziada só teve alguns problemas ligeiros que não passaram de motivo de piada(uma ressaca é bem pior). Mas já conheci vários casos de gente que foi arruinada pela ASAE ou que foi levada ao suicídio devido à perseguições movidas por outros nazis ao serviço das corporações. Essas ASAEs não servem para outra coisa a não ser arruinar os pequenos e garantir monopólios a lixos como os Mc Donalds, Pizzas Huts e uns poucos restaurantes que podem pagar subornos aos fiscaizinhos de merda que pululam por aí.
Eu sei onde como e não preciso que uns merdas de uns delatores corruptos digam o que devo comer e onde devo ir.
Não duvido do que nos relata.
Mas, a avaliar por notícias, e factos (um deles presenciado por mim e sem que os clientes suspeitassem), a ASAE fez uma certa “limpeza” em muitos restaurantes e hoteis…
Penso que também para si será mais saudável a higiene do que a porcaria e o desleixo…
Se a ASAE arruinou, sem razão, alguns negociantes, lamento.
Lembro-me dum caso: as famosas amêndoas de Portalegre, desde há muitas dezenas de anos feitas sem problemas, cuja fábrica, caseira, foi abruptamente encerrada pela ASAE. Alguém me garantiu que esta polícia agiu precipitadamente, sem razão alguma.
Caro MJRB
Desta vez não posso concordar consigo.
A autoridade marítima não garante a segurança nas falésias,não tem meios suficientes para socorro a náufragos, não fiscaliza a canzoada que infesta as praias, não procede á limpeza regular das mesmas, mas em compensação teve um fim de semana disponível para dar cabo do negócio a gente apenas remediada. Devo dizer que sou um grande consumidor desta espécime de bolo em ambiente balnear e nunca tive qualquer indisposição à conta disso. Não tenho conhecimento de um único caso de intoxicação como resultado da ingestão de bolas de berlim. Deduzo portanto, que esta iniciativa não terá resultado de qualquer avaliação de risco, mas de show-off.
As falsificações são assunto distinto, obviamente.
Voltando ás bolas, julgo que o pessoal da fatiota branca viu aqui uma oportunidade única de dar uma aparência máscula.
Ou em alternativa terá sido o poderosíssimo lobby das pastelarias a protestar, perante o decréscimo de receitas.
Colocando de lado a ironia, estas prioridades tem muito de questionável.
É por estas merdas todas que não saímos deste atoleiro parolo. As regras e as leis e os impostos para se poder trabalhar são mais importantes que fornecer alguma coisa que os outros querem comprar. É assim que se gera “riqueza” (essa palavra tão papagueada pelos ignorantes jprnalistas), não é com os regulamentos e os incapazes funcionários públicos que “se limitam a cumprir ordens”. E ainda ficam muito contentes, os bimbalhões que nos roubam o nosso dinheiro!
No Reino Unido, país de três nações, é frequente a ocorrência de scares um dos quais, nos inícios da década de 90, deu origem à ocorrência de vários “hygiene blitzs”. Um deles ocorreu a propósito do “crime” que consistia em os produtores ou comerciantes permitirem o contacto dos alimentos com qualquer artefacto de madeira. Estávamos em 1992.
A razão pela qual os EHO (“Environmental Health Officers”) se lançaram neste blitz prendeu-se com a súbita “descoberta” de um estudo, já então com 20 anos de idade, segundo o qual o dito contacto entre os alimentos e a madeira poderia contribuir para a propagação de salmonelas ou, pelo menos, que essa probabilidade seria menor se a superfície, por exemplo, uma prateleira, fosse de plástico.
Daqui até que os raids dos EOH se intensificassem na activa promoção do plástico (através de multas, intimações, etc) foi um ápice. Milhões e milhões de libras foram dispendidos por muitos industriais e comerciais britânicos (especialmente de pequena dimensão e que, até ali, vendiam produtos de qualidade).
Em meados de 1993 dois microbiologistas provaram, para seu próprio espanto, que “infectada” uma superfície de madeira e uma outra de plástico, a de madeira tinha a capacidade de erradicar 99.9% das bactérias enquanto, sujeitas às mesmas condições, todas as bactérias permaneciam vivas na superfície de plástico. Ou seja, a madeira, afinal, contém propriedades bactericidas que a elegem para ser uma excelente superfície onde possam repousar, por exemplo, belíssimos queijos.
Grato pelo exemplo britânico.
Facilmente entendível, pelas ‘propriedades’ da madeira vs plástico.
No entanto, não sei o que motivou a Autoridade Marítima a apreender as tais 500 bolas de berlin. Daí o meu “provavelmente” inicial, # 6.
Como cada vez mais desconfio da linearidade da vida portuguesa…Admito que estivessem impróprias para consumo, tal como não me surpreenderá a actuação de qualquer lobby das pastelarias/AMarítima (Erre # 20), ou, um ‘plastificado’ show-off… Tudo, já tudo pode ocorrer neste desvario entre o Atlântico e a Europa…
O que eu constato, me preocupa (ainda) e faz apartar aceleradamente do ‘sítio’, é que a vida portuguesa, praticamente toda, me faz lembrar as sociedades de alguns países impróprios para consumo… E indecentes para se poder usufruir, respirar.
Esta choldra intoxica mesmo !
A compra pelo governo de 922 automóveis para seu uso entre 2008 e 2010, os piores anos da crise gerada pelos socialistas e agravada pela crise internacional;
A miseravelmente enganadora e profundamente triste explicação do governo de que se trata, não da compra de carros, mas de «actualização do inventário»;
A ideia profundamente socialista de que na compra de 922 automóveis de luxo novos para uso dos governantes não se gastaram dezenas de milhões de euros, mas antes se «pouparam» 3 milhões (em relação ao gasto maior que poderia ter acontecido, reparem), porque a compra foi feita centralizadamente;
Aquela fundação, como noticiava ontem o Público, que nunca funcionou durante anos, nem ameaça funcionar em breve, mas que, no entanto, tem um conselho de administração;
A ideia de que as viagens aéreas de deputados devem ser feitas em 1.ª classe, sob pena de serem humilhantes em turística (suponho que como os socialistas consideram ser todas as viagens oficiais feitas por todo o pessoal administrativo dos EUA);
O défice de tesouraria (de tesouraria) da Estradas de Portugal, que foi em tempos uma instituição séria sob o nome de Junta Autónoma das Estradas, e anda hoje embrulhada no monumental embuste socialista das estradas anunciadas como «gratuitas»…
… são apenas sinais daquilo que muitos sabem há bastante tempo. Que temos enquistada no aparelho do poder, com tentáculos bem firmados e sôfregos, uma clique cujo único propósito é perdurar, para vantagem e conforto seus e dos seus amigos, e que não conhece na prossecução desse desejo quaisquer limites de ordem política, nem económica, nem financeira, nem ética.
Um povo que reeleje para o governar quem desbaratou dinheiros públicos, sufocou a economia e destruiu o emprego, quem mentiu durante o processo eleitoral mentiras que só um imbecil não identificaria, é um povo que confirma a sua sujeição – mesmo tendo em conta que parte dos eleitores socialistas serão interessados directos e outra parte simplesmente idiotas.
Mas o povo que não reelegeu esta gente ávida e incompetente, mais o povo que se arrependeu tardiamente, está, ainda assim, refém.
Está refém deste governo indigno.
Está refém de um Presidente da República que põe as suas contas eleitorais próprias acima da correcção do descalabro.
Está refém de uma oposição medrosa e sem alma de estadista, que vai subscrevendo o aumento da canga e a pontua com protestos sem consequência.
E está refém de uma comunicação social sem brio nem honra, que vai proclamando grandes feitos como a criação de mais vagas no ensino superior (resultantes sobretudo do crescimento dos cursos nocturnos), e se refugia no futebol, em polvos, e em parvoíces, para se abster do seu dever informativo e de controle.
É o grau zero do serviço público, o grau zero da sociedade civil.
Nós, merecemos a crise.
E é justo que o nome de Sócrates fique perenemente ligado ao que Ernâni Lopes chamou, anteontem, o pior dos últimos 50 anos, o irrealismo, a fantasia, a irresponsabilidade, o engano, o grau zero da política, da economia e da ética.
Às 1.50 am, “até” arrepia fazer-nos lembrar mais esses tão pecaminosos e reprováveis actos, justificações e personagens…
E porque a memória não está perturbada, outros ressurgem…
Só pesadelos, só pesadelos…
À primeira leitura os meus olhos viram “Bolas de Marfim”, afinal eram de Berlim :P. Ah, ora se eram de Berlim, deviam ter entrado ilegalmente em Portugal. 😛
Ignoro porque razões a Autoridade Marítima actuou, mas não me espantaria que fosse só precipitação e vontade de “mostrar serviço”. Só lamento que essa dita Autoridade não actue tão expeditamente quando se trata de enfrentar gangs de “loirinhos” que se dedicam com toda a desfaçatez ao gamanço nas praias…
O que para aqui vai com os bolinhos, certamente por causa de uma imagem tão cremosa.
A tal autoridade marítima, actuou sobre vendedores que não estavam licenciados.
Depois apreendeu o que vendiam.
A foto do post também podia ser um relógio.
Mais um post cretino do jmf. O título e a resto. Imaginemos uma intoxicação alimentar, como já houve algumas e provocadas pelo recheio das bolas de berlim. O título do post seria, versão jmf: “Sócrates não tem mão na ASAE” ou “A nossa saúde na mão de irresponsáveis” ou “Já não podemos ir à praia tranquilos”. Tudo serve a este jmf.
# 35. Se bem entendo, a Autoridade actuou por causa da falta de licença e não pela qualidade real do produto (embora a falta de uma coisa possa facilitar a falta de qualidade da outra). Esta explicação clarifica o incidente. Agora esperemos que a Autoridade actue com a mesma eficácia sobre aqueles muitos que actuam sem possuir licença para o gamanço descarado e, por vezes, agressivo… Sei do que falo.
P. Porque razão a Autoridade Marítima começou a apreender Bolas de Berlim em vez de droga?
R. O tráfico de Bolas de Berlim é mais pernicioso, está a crescer imenso e é exremamente lucrativo. Ainda hoje, em declarações à RTP1, um dealer de bolas de Berlim declarou que se arrepende de não ter começado a vendê-las há 25 anos
P.Porque é que a Bola de Berlim é o único bolo vendido as praias?
R. Porque o polvilhado de açucar não se consegue distinguir da areia, o que é muito reconfortante naqueles dias ventosos na Figueira da Foz.
Devem ter vindo, recentemente, de alguma acção de formação na ASAE.
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As bolas de Berlim , trouxemo-las nós, nos anos 30 e inícios de 40.
Os óculos e demais bric-a-brac não são da nossa responsabilidade.
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Até que enfim que a justiça funciona.
O primeiro mega-processo (o das bolas) já foi resolvido.
Agora só falta o resto.
Eu sempre disse que tinha confiança neste governo.
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Pena, eu adoro bolas de berlim
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E gente com fome. Esta que ilustra o post não me parece grande coisa, muito creme, sei lá.
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Provavelmente a Autoridade Marítima até teve provas suficientes para as apreender…
As bolas de berlim são dos bolos mais simples de confeccionar e simultaneamente dos que mais problemas poderão provocar.
Por exemplo: quem nos garante a qualidade e prazo de utilização dos recheios e dos óleos ?
Que pessoas as confeccionaram e vendiam ?
Há quanto tempo estavam feitas ? Numa praia, com este calor, naquelas caixas…
Não seria a primeira vez que uma pessoa se sentiria mal-disposta e levada para um hospital por causa de uma bola de berlim…
A ASAE –não é o caso–, abusou pontualmente nos primeiros tempos de actividade. Mas em muitos casos, sobretudo na restauração, agiu muitíssimo bem !
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É para descongestionar as urgências nos hospitais.
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Deixem o mercado funcionar!
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ainda a propósito de bola:
O que se sabe é que Carlos Queirós vai receber com prémio pela extraordinária presença nos oitavos-de-final E NÃO MAIS DO QUE ISSO no Mundial, 700 mil Euros !
Também, que à restante equipa técnica e jogadores, serão atribuídos mais 2,3 milhões de Euros !
Crise ?
Sacrifícios ?
Selecção ?
Patriotismo por causa duma selecção de futebol ?
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E eles a darem-lhe com as bolas de Berlin !
O Isaltino apanhou 7 em primeira instancia, 2 na Relação e vai ser absolvido no Supremo.
Eu tambem precisava de um sobrinho taxista , mas o meu foi de cana a vender bolas.
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MJRB,
Embora hoje a minha saúde seja muito periclitante, não me parece que possa imputar essa condição às inúmeras bolas de berlim que comi – verdade que sem creme – durante a meninice e adolescência.
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O Governo a confiscar borlas de berlim e os corruptos a encher os bolsos de dia e de noite pois já compreenderam que o vento já está mudar!
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Manifestamos às Bolas de Berlim a solidariedade do Pastel de Vouzela.
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Na realidade eram 600, só que os fiscais desviaram cerca de 100 para a sobremesa do jantar das repecticas famílias, amigos e vizinhos. E para congelar, quem sabe!
Gulosas!!!
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Mas os marroquinos e não só continuam a passear-se no Algarve e a vender material proveniente sabe-se lá de onde. Isto está bom é p`ró o gamanço.
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Eduardo F,
“Periclitante” é o carago ! Ânimo, Eduardo F !
Votos para rápidas melhoras !!
Quanto às bolas de berlim por si saboreadas sem que lhe causassem problemas, por certo deliciou-se há muitos anos… Quando elas eram feitas em boas e confiáveis padarias.
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Trinta E três,
Há uns 8, 9 anos, deliciei-me pela primeira vez com os pasteis de Vouzela.
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Até hoje não conheci uma pessoa que tenha morrido de intoxicação alimentar, e olhem que eu venho do Brasil. Na verdade, o único lugar onde testemunhei uma intoxicação alimentar foi numa cantina da Universidade de Coimbra, mas a rapaziada só teve alguns problemas ligeiros que não passaram de motivo de piada(uma ressaca é bem pior). Mas já conheci vários casos de gente que foi arruinada pela ASAE ou que foi levada ao suicídio devido à perseguições movidas por outros nazis ao serviço das corporações. Essas ASAEs não servem para outra coisa a não ser arruinar os pequenos e garantir monopólios a lixos como os Mc Donalds, Pizzas Huts e uns poucos restaurantes que podem pagar subornos aos fiscaizinhos de merda que pululam por aí.
Eu sei onde como e não preciso que uns merdas de uns delatores corruptos digam o que devo comer e onde devo ir.
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Acho muito bem, a Alemanha meteu-se com a malta, agora vai pagá-las!
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Carlos Velasco,
Não duvido do que nos relata.
Mas, a avaliar por notícias, e factos (um deles presenciado por mim e sem que os clientes suspeitassem), a ASAE fez uma certa “limpeza” em muitos restaurantes e hoteis…
Penso que também para si será mais saudável a higiene do que a porcaria e o desleixo…
Se a ASAE arruinou, sem razão, alguns negociantes, lamento.
Lembro-me dum caso: as famosas amêndoas de Portalegre, desde há muitas dezenas de anos feitas sem problemas, cuja fábrica, caseira, foi abruptamente encerrada pela ASAE. Alguém me garantiu que esta polícia agiu precipitadamente, sem razão alguma.
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MJRB,
Grato pelo puxar de ânimo, mas não me tenha por piegas.
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Caro MJRB
Desta vez não posso concordar consigo.
A autoridade marítima não garante a segurança nas falésias,não tem meios suficientes para socorro a náufragos, não fiscaliza a canzoada que infesta as praias, não procede á limpeza regular das mesmas, mas em compensação teve um fim de semana disponível para dar cabo do negócio a gente apenas remediada. Devo dizer que sou um grande consumidor desta espécime de bolo em ambiente balnear e nunca tive qualquer indisposição à conta disso. Não tenho conhecimento de um único caso de intoxicação como resultado da ingestão de bolas de berlim. Deduzo portanto, que esta iniciativa não terá resultado de qualquer avaliação de risco, mas de show-off.
As falsificações são assunto distinto, obviamente.
Voltando ás bolas, julgo que o pessoal da fatiota branca viu aqui uma oportunidade única de dar uma aparência máscula.
Ou em alternativa terá sido o poderosíssimo lobby das pastelarias a protestar, perante o decréscimo de receitas.
Colocando de lado a ironia, estas prioridades tem muito de questionável.
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É por estas merdas todas que não saímos deste atoleiro parolo. As regras e as leis e os impostos para se poder trabalhar são mais importantes que fornecer alguma coisa que os outros querem comprar. É assim que se gera “riqueza” (essa palavra tão papagueada pelos ignorantes jprnalistas), não é com os regulamentos e os incapazes funcionários públicos que “se limitam a cumprir ordens”. E ainda ficam muito contentes, os bimbalhões que nos roubam o nosso dinheiro!
Safa! Farto desta merda!!!
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Eduardo F,
Óptimo !, por não ser “piegas” — meio caminho já andado para a total recuperação.
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Erre 20,
Tive o cuidado de colocar inicialmente a palavra “provavelmente” para comentar (#6) o caso.
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MJRB,
No Reino Unido, país de três nações, é frequente a ocorrência de scares um dos quais, nos inícios da década de 90, deu origem à ocorrência de vários “hygiene blitzs”. Um deles ocorreu a propósito do “crime” que consistia em os produtores ou comerciantes permitirem o contacto dos alimentos com qualquer artefacto de madeira. Estávamos em 1992.
A razão pela qual os EHO (“Environmental Health Officers”) se lançaram neste blitz prendeu-se com a súbita “descoberta” de um estudo, já então com 20 anos de idade, segundo o qual o dito contacto entre os alimentos e a madeira poderia contribuir para a propagação de salmonelas ou, pelo menos, que essa probabilidade seria menor se a superfície, por exemplo, uma prateleira, fosse de plástico.
Daqui até que os raids dos EOH se intensificassem na activa promoção do plástico (através de multas, intimações, etc) foi um ápice. Milhões e milhões de libras foram dispendidos por muitos industriais e comerciais britânicos (especialmente de pequena dimensão e que, até ali, vendiam produtos de qualidade).
Em meados de 1993 dois microbiologistas provaram, para seu próprio espanto, que “infectada” uma superfície de madeira e uma outra de plástico, a de madeira tinha a capacidade de erradicar 99.9% das bactérias enquanto, sujeitas às mesmas condições, todas as bactérias permaneciam vivas na superfície de plástico. Ou seja, a madeira, afinal, contém propriedades bactericidas que a elegem para ser uma excelente superfície onde possam repousar, por exemplo, belíssimos queijos.
Cá como lá…
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Eduardo F 23,
Grato pelo exemplo britânico.
Facilmente entendível, pelas ‘propriedades’ da madeira vs plástico.
No entanto, não sei o que motivou a Autoridade Marítima a apreender as tais 500 bolas de berlin. Daí o meu “provavelmente” inicial, # 6.
Como cada vez mais desconfio da linearidade da vida portuguesa…Admito que estivessem impróprias para consumo, tal como não me surpreenderá a actuação de qualquer lobby das pastelarias/AMarítima (Erre # 20), ou, um ‘plastificado’ show-off… Tudo, já tudo pode ocorrer neste desvario entre o Atlântico e a Europa…
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Em vez de apreenderem a “bolinha” deviam ir atrás dos marroquinos com o seu arsenal de vestidos+colares+óculos
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O que eu constato, me preocupa (ainda) e faz apartar aceleradamente do ‘sítio’, é que a vida portuguesa, praticamente toda, me faz lembrar as sociedades de alguns países impróprios para consumo… E indecentes para se poder usufruir, respirar.
Esta choldra intoxica mesmo !
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Nuno Gonçalves,
É a “vingança” dos norte-africanos…
Pior, é o “quer flô” surgido de rompante e encostado às mesas de restaurantes…
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…
O grau zero da política
A compra pelo governo de 922 automóveis para seu uso entre 2008 e 2010, os piores anos da crise gerada pelos socialistas e agravada pela crise internacional;
A miseravelmente enganadora e profundamente triste explicação do governo de que se trata, não da compra de carros, mas de «actualização do inventário»;
A ideia profundamente socialista de que na compra de 922 automóveis de luxo novos para uso dos governantes não se gastaram dezenas de milhões de euros, mas antes se «pouparam» 3 milhões (em relação ao gasto maior que poderia ter acontecido, reparem), porque a compra foi feita centralizadamente;
Aquela fundação, como noticiava ontem o Público, que nunca funcionou durante anos, nem ameaça funcionar em breve, mas que, no entanto, tem um conselho de administração;
A ideia de que as viagens aéreas de deputados devem ser feitas em 1.ª classe, sob pena de serem humilhantes em turística (suponho que como os socialistas consideram ser todas as viagens oficiais feitas por todo o pessoal administrativo dos EUA);
O défice de tesouraria (de tesouraria) da Estradas de Portugal, que foi em tempos uma instituição séria sob o nome de Junta Autónoma das Estradas, e anda hoje embrulhada no monumental embuste socialista das estradas anunciadas como «gratuitas»…
… são apenas sinais daquilo que muitos sabem há bastante tempo. Que temos enquistada no aparelho do poder, com tentáculos bem firmados e sôfregos, uma clique cujo único propósito é perdurar, para vantagem e conforto seus e dos seus amigos, e que não conhece na prossecução desse desejo quaisquer limites de ordem política, nem económica, nem financeira, nem ética.
Um povo que reeleje para o governar quem desbaratou dinheiros públicos, sufocou a economia e destruiu o emprego, quem mentiu durante o processo eleitoral mentiras que só um imbecil não identificaria, é um povo que confirma a sua sujeição – mesmo tendo em conta que parte dos eleitores socialistas serão interessados directos e outra parte simplesmente idiotas.
Mas o povo que não reelegeu esta gente ávida e incompetente, mais o povo que se arrependeu tardiamente, está, ainda assim, refém.
Está refém deste governo indigno.
Está refém de um Presidente da República que põe as suas contas eleitorais próprias acima da correcção do descalabro.
Está refém de uma oposição medrosa e sem alma de estadista, que vai subscrevendo o aumento da canga e a pontua com protestos sem consequência.
E está refém de uma comunicação social sem brio nem honra, que vai proclamando grandes feitos como a criação de mais vagas no ensino superior (resultantes sobretudo do crescimento dos cursos nocturnos), e se refugia no futebol, em polvos, e em parvoíces, para se abster do seu dever informativo e de controle.
É o grau zero do serviço público, o grau zero da sociedade civil.
Nós, merecemos a crise.
E é justo que o nome de Sócrates fique perenemente ligado ao que Ernâni Lopes chamou, anteontem, o pior dos últimos 50 anos, o irrealismo, a fantasia, a irresponsabilidade, o engano, o grau zero da política, da economia e da ética.
tácito
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Tácito,
Às 1.50 am, “até” arrepia fazer-nos lembrar mais esses tão pecaminosos e reprováveis actos, justificações e personagens…
E porque a memória não está perturbada, outros ressurgem…
Só pesadelos, só pesadelos…
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À primeira leitura os meus olhos viram “Bolas de Marfim”, afinal eram de Berlim :P. Ah, ora se eram de Berlim, deviam ter entrado ilegalmente em Portugal. 😛
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Ignoro porque razões a Autoridade Marítima actuou, mas não me espantaria que fosse só precipitação e vontade de “mostrar serviço”. Só lamento que essa dita Autoridade não actue tão expeditamente quando se trata de enfrentar gangs de “loirinhos” que se dedicam com toda a desfaçatez ao gamanço nas praias…
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O que para aqui vai com os bolinhos, certamente por causa de uma imagem tão cremosa.
A tal autoridade marítima, actuou sobre vendedores que não estavam licenciados.
Depois apreendeu o que vendiam.
A foto do post também podia ser um relógio.
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Agora comia uma, sem creme
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Mais um post cretino do jmf. O título e a resto. Imaginemos uma intoxicação alimentar, como já houve algumas e provocadas pelo recheio das bolas de berlim. O título do post seria, versão jmf: “Sócrates não tem mão na ASAE” ou “A nossa saúde na mão de irresponsáveis” ou “Já não podemos ir à praia tranquilos”. Tudo serve a este jmf.
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O texto a #31 tem direitos de autor. (excepto o ultimo parágrafo)
A César o que é de César.
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fiquei com fome …
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# 35. Se bem entendo, a Autoridade actuou por causa da falta de licença e não pela qualidade real do produto (embora a falta de uma coisa possa facilitar a falta de qualidade da outra). Esta explicação clarifica o incidente. Agora esperemos que a Autoridade actue com a mesma eficácia sobre aqueles muitos que actuam sem possuir licença para o gamanço descarado e, por vezes, agressivo… Sei do que falo.
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P. Porque razão a Autoridade Marítima começou a apreender Bolas de Berlim em vez de droga?
R. O tráfico de Bolas de Berlim é mais pernicioso, está a crescer imenso e é exremamente lucrativo. Ainda hoje, em declarações à RTP1, um dealer de bolas de Berlim declarou que se arrepende de não ter começado a vendê-las há 25 anos
P.Porque é que a Bola de Berlim é o único bolo vendido as praias?
R. Porque o polvilhado de açucar não se consegue distinguir da areia, o que é muito reconfortante naqueles dias ventosos na Figueira da Foz.
http://www.mindjacking.wordpress.com
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