Se investir em Gaia, os seus direitos são estes
13 Julho, 2010
Lido no Público:
Os silos das Devesas serviam de plataforma de distribuição para o Norte do país, por via rodoviária, dos materiais produzidos pela Cimpor que ali chegavam de comboio. Depois de gorada uma negociação para a transferência daquela operação para outro local, que permitisse a demolição dos silos, o presidente da câmara, Luís Filipe Menezes, fez publicar uma postura de trânsito que passou a proibir o tráfego de pesados no perímetro urbano, com excepção para os camiões que fazem serviço para as caves de vinho do Porto.
E, claro, estas arbitrariedades do presidente de câmara são pagas pelo contribuinte:
Tribunal Administrativo condenou Câmara de Gaia a pagar 22,6 milhões à Cimpor
15 comentários
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Há uma solução para isto: foiu aprovada há relativamente pouco tempo a legislação que permite a responsabilização civil extracontratual do Estado, por danos provocados por decisões de entidades públicas e depois, obrigatoriamente a acção de regresso contra quem aprovou e assinou o acto lesivo.
Menezes não aprovou sózinho mas a entidade colectiva que o fez, impulsionado pelo mesmo, pode pagar, como vai pagar, mas deveria existir depois a acção de regresso contra quem decide, pessoalmente, desse modo acintosamente ilegal.
Desse modo, acabariam certas prepotências caciqueiras.
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“Desse modo, acabariam certas prepotências caciqueiras.”
Ora, ora! Se, ao fim e ao cabo, é sempre o contribuinte a pagar, os caciques nem se ralam!…
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Prepare-mo-nos irmãos para a dupla Marco António/Felipe de Menezes.
Se eles conseguem gerir o cais de Gaia, muito melhor poderão gerir PORTUGAL.
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Seria interessante ler a opinião dos Blasfemos que eram grandes entusiastas do edil de Gaia… (isto de estar na bancada a mandar uns palpites é porreiro porque não é preciso manter grande coerência e pode sempre ir-se ao sabor das notícias).
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19 Fevereiro 2008
PSD condenado
O Tribunal Constitucional divulgou hoje que decidiu multar o PSD numa coima de 35 mil euros, no caso do financiamento ilegal realizado pela Somague, nas eleições autárquicas de 2001.A este valor acrescem os 233.415 euros que o PSD recebeu de apoio indirecto daquela empresa, através do pagamento de material de campanha, e que terá de entregar ao Estado. Quanto à Somague foi condenada a pagar 600 mil euros. No que respeita à responsabilização individual, o Tribunal Constitucional, que deliberou a 13 de Fevereiro sobre o assunto, condenou José Luís Vieira de Castro, secretário-geral adjunto para a área administrativa e financeira do PSD, fixando-lhe uma multa de 10 mil euros, o mesmo montante que Diogo Vaz Guedes, presidente do Conselho de Administração da Somague terá de pagar.Este é o primeiro caso de financiamento ilegal de um partido político que chega ao Tribunal Constitucional e que merece uma condenação
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Eduardo dos Santos diz que resultados da visita superam expectativas
Ontem
O Presidente de Angola considerou hoje que os resultados obtidos nos dois dias de visita de Estado a Portugal superaram as suas expectativas iniciais e pediu ao primeiro-ministro português para continuar a confiar no Governo angolano.
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O Governo Poerugês a confiar no Governo Angolano, porque não? As duas Máfias até não têm interesses concorrenciais . . .
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#5
. . . . .. Os mãozinhas ao ataque , à falta de gravadores, e de miudos do Farfalha (para gozo do RR e compinchas), vêm apenas confirmar que a Justiça Monteirista funciona: mas só para os Laramjas.
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Metam esse Menezes na ordem! Ele devia pagar essa indemnização toda do seu ordenado.
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jcd só comenta Lisboa/Bragaparques? ou em Gaia funcionou a mão invisível?
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Tudo o que Menezes faz é sagrado para umas certas pessoas.
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Grande investimento….vinte e tres mil e quinhentos escudos mês, que a Cimpor à Refer??
Falta de respeito para quem lá vive e para quem tem lutado pela recuperação da Zona His-
tórica de Gaia.
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Temos pena. Também há muita gente que paga rendas inferiores a 5 euros por mês. Não é por isso que podem ser expulsas das suas casas. A Cimpor tem direitos que devem ser respeitados pela CM Gaia.
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Estão a ver as coisas ao contrário. O objectivo sempre foi tirar os camiões da cidade. Primeiro a CMG tentou encontrar uma solução que servisse também os interesses da Cimpor. Como esta se mostrou inflexível em negociar, a câmara avançou à mesma com a medida.
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E agora queimou-se e vai ter de pagar uma indemnização milionária à Cimpor e corre o risco de entrar em falência.
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