Luís Encarnação, o futuro de Portugal
23 Julho, 2010
«Deu mais um passo para afastar os alunos da escola”.
“Quer um exemplo? O novo estatuto prevê que os alunos tenham de pagar o material que estragam. Isto é pedagógico? Não é. Se um aluno partir um vidro e for obrigado a pagá-lo, no dia seguinte parte outro e dois dias depois outro ainda. Porque a obrigação da escola não é castigá-lo, mas explicar-lhe por que é que não deve andar a partir vidros”, comentava ontem, indignado, Luís Encarnação, estudante. (p) (via 4ª República)
9 comentários
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Que idiota…..eu frequentei o secundário no Colégio D.Fuas Roupinho na Nazaré e a regra era : quem partir tem de substituir !!!!!. Um dia, encostei-me com a sapatilha a um vidro que ornamentava uma parede e parti o vidro. No dia seguinte o meu pai foi comigo comprar um vidro com as mesmas dimensões e entregar na escola. Foi aborrecido para o meu pai e para mim, mas assim se mantinha uma escola limpa e funcional……
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E qual é a explicação para não partir vidros
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das duas uma: ou esse Luís Encarnação é um caso grave de oligofrenia (e deveria estar em tratamento psiquiátrico) ou é um agent provocateur a fazer a performance da praxe de modo a conseguir a adesão dos estudantes, mesmo daqueles mais estupidozinhos.
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Nestas coisas, temos que descer ao nível destes vermes: Pedagógico, pedagógico, pedagógico, era pegarmos no menino Luizinho e esfregarmos-lhe o focinho na porcaria que faz, seja um vidro partido, seja outra porcaria qualquer. E depois explicar-lhe – já que o moço gosta que lhe expliquem bem as coisas – que, cada vez que voltasse a fazer porcaria, voltávamos a esfregar-lhe o focinho nessa mesma porcaria. Resultava de certeza.
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Eu punha esse rapazinho a cavar o meu quintal nas férias grandes!
Grande cabrão!
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“Porque a obrigação da escola não é castigá-lo, mas explicar-lhe por que é que não deve andar a partir vidros”
A explicação é simples. Não se deve andar a partir vidros porque senão tem de se pagá-los. Parece-me que não há melhor explicação do que fazer mesmo o aluno pagar o vidro.
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Esta história dos vidros já foi muito bem explicada e até criou lei por Rudolph Giuliani.
Diz assim:
“Se um vidro quebrado não for substituido, todos os outros vidros terão em breve a mesma sorte.”
É natural que Luís Encarnação nao consiga compreender o conceito.
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Essa abécola do Luís Encarnação só diz isso porque os vidros não são dele. Garanto que se fosse o vidro ou um risquito na porta do carrito lá de casa caía o céu e a trindade !!! Aí sim já era pedagógico fazer o paizinho do delinquente juvenil pagar o concerto. A esquerdalha é assim… Gosta de fazer pedagogia com os bens materiais dos outros, mas quando lhes toca em conta aí a moral já é outra !!!
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Muito bem pensado! O rapaz é inteligente e já está a partir do princípio que os pais não se ralam com o mau comportamento dos filhos na escola…o que é verdade para uma grande maioria dos casos.
Contudo, como aqui lhes sai do bolso, penso que a coisa fiará fininho.
É pena que não haja multas para os restantes comportamentos.
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