Coisas que fascinam
A equipa de Cândida Almeida não fez 27 perguntas ao primeiro-ministro, nem outras diligências porque, diz ela, o vice-PGR Mário Gomes lhes fixou o dia 25 de Julho como prazo final da investigação que durou 6 anos….
O vice-PGR Mário Gomes encontra-se em funções à margem da lei que o obriga a cessá-las quando atingiu os 70 anos, colocando em causa a legalidade das suas próprias acções.
O governo presidido pelo primeiro-ministro apresentou, «com urgência», uma lei para resolver cirúrgica e retroactivamente a situação acima permitindo aos titulares de mais de 70 anos completarem a comissão de serviço.
O PGR Pinto Monteiro vem anunciar que ele nunca deu qualquer prazo, e desmentindo Cândida Almeida, que apenas se conformou com o prazo por ela indicado, desconhecendo ainda que tal comprometeria a realização de adicionais e necessárias diligências mas que agora irá averiguar «eventuais anomalias registadas na concretização de actos processuais»

você é um fascinado pelo vice-PGR já não se fascina pelo processo ter durado 6 anos, ter documento falsos, videos fabricados, sindicalistas do PSD a barbarizar a Democracia, Jornais a Julgar, televisões a efectuar mortes politicas e o Estado a gastar milhares com este processo e vejam só o que o fascina o vice-PGR ter diligenciado um prazo final.
Obrigado pela sua fascinação mas já não engana ninguem
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“ter documento falsos, videos fabricado”- Falso. Mentira.
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Enquanto este vendedor de carros usados que nos governa continuar a fascinar toni’s, estamos lixados.
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É o fim de regime, Sócrates afunda-se politicamente e já há movimentações de salvar a face para depois do socretismo. Para que depois disto fique tudo na mesma.
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Como se pode ler no link para o SMMP:
“Só passou numa segunda votação e após pedido insistente de Pinto Monteiro.”
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Todo este caso, todos os visados e indiciados, praticamente toda a “justiça” tuga, é um enorme monte de estrume ! — Literalmente o significado de estrume !
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Estes procuradores estão a avalhar a justiça
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…a avacalhar a justiça
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…Tiveram de férias durante 6 anos?
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Visita-se um estabelecimento prisional e constata-se que todos os condenados estão contra a Justiça.
Porque será?
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Os investigadores portugueses têm o velho costume de deixar uma suspeição no ar quando não conseguem encontrar provas da culpa, em Portugal que cai nas malhas da justiça, ou é culpado ou fica eternamente a aguardar por melhor prova, raramente alguém é inocente.
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“ter documento falsos, videos fabricado”- Falso. Mentira.
…o resto é verdade
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Compreende-se, não fosse o PM enganar-se e dizer alguma verdade…..
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Tomar a boa nota
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A imaginação já começa a faltar. Já foram arranjadas todas as explicações do mundo para fingir que não aconteceu o que aconteceu. Agora foi o prazo.
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A investigação dura desde os tempos do Independente…ainda queriam mais 6 anos
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Flash Gordo disse…
O extraordinário deste caso está na teoria das probabilidades:
“Paula Lourenço, advogada de Manuel Pedro e Charles Smith*, dois dos arguidos do processo Freeport, *é amiga de José Sócrates* e do seu pai, arquitecto Fernando Pinto de Sousa. Alem disso, a advogada é também defensora de *Carlos Santos Silva,* um empresário muito conhecido da Cova da Beira, também *amigo de longa data de José Sócrates*. Carlos Santos Silva era proprietário da empresa *Conegil,* que participou no consórcio vencedor da construção e exploração da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Cova da Beira. Este concurso deu origem a um processo que está agora à espera da marcação da data de julgamento. Um dos arguidos é Horácio Luís de Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da empresa de Carlos Santos Silva, mas que o manteve à frente da Conegil. Outro dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de corrupção passiva e de branqueamento de capitais. Horácio de Carvalho é acusado de crime de corrupção activa e branqueamento de capitais.
*Paula Lourenço* é ainda a advogada da empresa J. Sá Couto que está a produzir os célebres *computadores “Magalhães”* para os alunos portugueses.
*(CM 20.02.09)*”
(http://ptesoterico.wordpress.com/2010/03/09/para-que-a-historia-nao-esqueca-o-polvo-ii)
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Sua Santidade Sócrates ascende aos altares
Quando SSS (Sua Santidade Sócrates) apareceu terça-feira na sua residência oficial a congratular-se com o fim da investigação ao caso Freeport, afirmou – e cito – que assim se demonstrava não haver “razão para acusar quem quer que fosse de financiamento ilegal a partidos, corrupção ou tráfico de influência”.
Por:João Miguel Tavares (jmtavares@cmjornal.pt)
Depois virou as costas e foi-se embora, porque não há nada como uma boa proclamação de inocência sem direito a perguntas – actividade que o primeiro-ministro muito aprecia, seja em declarações à imprensa, seja em entrevistas à RTP.
Infelizmente, SSS mais uma vez confunde – outra das suas actividades favoritas – o não haver “razão para” com o não haver “provas de”. Isto já para não falar da diferença entre responsabilidade política e responsabilidade criminal, uma subtileza demasiado subtil para a sua cabecinha. O caso Freeport fede, fedeu e continuará a feder por todos os lados, e lá por a polícia e o Ministério Público não terem sido capazes de descobrir os responsáveis pelo mau cheiro, não significa que ele não exista. Aparentemente há provas de que Manuel Pedro e Charles Smith pediram muito dinheiro ao Freeport e que o Freeport lhes entregou esse dinheiro – e o elo quebra-se aí. Mas tenho cá para mim que os dois senhores não hão-de ter agarrado nas notas para fazer barquinhos e lançar ao Tejo. Desconfio de que as entregaram a alguém – até porque o Freeport acabou miraculosamente aprovado nas vésperas de o PS sair do governo.
Ora, a esta pergunta José Sócrates nunca respondeu: porque é que o empreendimento foi aprovado nas vésperas de o PS sair do governo? O nosso SSS fez declarações, deu um par de entrevistas, mas esta singelíssima questão continua envolta no mais profundo mistério. E – aposto – assim continuará, até porque a linha que separa a verdade da mentira há muito se eclipsou da sua confusa memória.
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Como conclusão, por ora, afinal Almeida Santos sabe, muuuiiiiiiiiito(!) quando há dias afirmou que Sócrates “é como Deus, está em todo o lado”. Também na “justiça”, por óbvio. Omnipresente e bem ‘almofadado’…
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Um verdadeiro farsante, esse Pinto Monteiro.
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Eu confio na Justiça. Se a Justiça diz que não há indícios para acusar José Sócrates, o assunto não tem mais discussão. Com esta decisão, Sócrates acaba de perder a última hipótese que lhe restava de ficar na história maior de Portugal: ter estado envolvido, enquanto governante, em processo de corrupção de dimensão relevante. Excluída essa oportunidade, o que resta? A de ser lembrado pela trampolineirice de uns projectos manhosos na Cova da Beira? A de ter obtido uma licenciatura domingueira que constituiu um primeiro ensaio do modelo de certificação de competências adquiridas ao longo da vida que veio a institucionalizar nas Novas Oportunidades? Promessas de oásis em campanha eleitoral quando a sede do deserto já apertava? Mediocridade, demagogia, clientelismo, tentativa de controlo da comunicação social, défice das contas pública, arrogância, alheamento da realidade? Bah !!! Outros o fizeram antes dele e outros o farão. O sistema de Justiça acabou por fazer… Justiça: remeteu José Sócrates para o seu devido lugar. Nem mais nem menos que uma nota de rodapé num Manual relativamente obscuro salientando o Simplex como seu contributo mais relevante.
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Deixo aqui um comentário anónimo que me deixaram no blog:
“1.É impressionante como as coisas realmente graves desaparecem do radar da sociedade portuguesa. Vamos lá fazer um exercício de memória: o Conselho Superior do Ministério Público considerou como provadas as pressões de Lopes da Mota sobre os procuradores do caso Freeport. A pena proposta foi de 30 dias de suspensão. Este caso começa a não fazer sentido logo aqui: se Lopes da Mota pressionou dois procuradores, a pena de 30 dias de suspensão é ridícula. Se Lopes da Mota pressionou dois procuradores no sentido de beneficiar José Sócrates, então a pena certa devia ser a suspensão definitiva.
2. O caso começa a fazer ainda menos sentido quando o advogado de Lopes da Mota dá a entender que as pressões vieram do próprio procurador-geral da República e da directora do DCIAP, Cândida Almeida. Como salientou um editorial deste jornal, uma coisa é certa no meio desta confusão: existiram pressões no sentido de beneficiar o primeiro-ministro.
3. Eu não sei se há gente corrupta ou corrompida nesta história. Mas sei que o Ministério Público está institucionalmente desfeito. É bom lembrar que Cândida Almeida fez parte da comissão de honra de Mário Soares em 2006. É aceitável este tipo de comportamento por parte de uma procuradora? Não, não é. E as regras internas do Ministério Público deviam ser claras a esse respeito. O procurador-peral da República devia ter o poder para impedir que um procurador crie, através dos seus actos, um clima de promiscuidade entre justiça e partidos.
4. O caso Lopes da Mota podia ser o mote para uma discussão alargada sobre as mudanças institucionais que é preciso introduzir no Ministério Público. Mas isso não está a acontecer, nem vai acontecer. A elite portuguesa nunca discute regras e instituições; só discute pessoas. “
http://aeiou.expresso.pt/e-o-caso-lopes-da-mota=f560360
A cabeça do MP finou-se, pim, pá, pum. Não serve para coisa alguma. Pobres dos restantes delegados (sou velho e não quero saber de modernices) sérios que combatem o crime e são barrados, vilipendiados e apodados de incompetentes. Pobre instituição gerida por sedento de entrevistas e servida pela criatura Cândida e Morgado.
30 de Julho de 2010 15:07
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Deixei de acreditar na justiça, na noite em que o PS ganhou as eleiçoes, e vi entrar na sede do partido, um Sr.Juiz, eufórico, a comemorar a vitória. Esperei pelo dia seguinte, esperando ver o orgão competente, CSM, abrir um inquerito disciplicar com intensão de expulsão de tal senhor da magistratura. Nada se passou. Pergunto, qual a influência da maçonaria e por enerência do PS na nossa magistratura? Responda quem souber.
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Esta verdadira “troupe” de pilha-galinhas ,(des)organizada pelo bacharel sanitário zézito, ainda vai emular os irmãos Marx.
E os escribas de turno, serviçais e analfabetos , tentando justificar o lugarzinho à manjedoura…
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josé fontinha
quem era esse juiz?
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Tico então não começa com uma carta falsa e provou-se que o video foi encomendado!!
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Caro LOP
Se deseja nomes, aqui vai:
Juiz Conselheiro Santos Bernardino, na altura Vice Presidente do Conselho Superior da Magistratura
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reproduzo aqui o q um amigo referia a propósito deste blog:
« …atrevo-me a dizer que isto já remonta aos tempos do “Presidente-Rei” – Sidónio Paes, e concretamente o desfecho que a investigação do assassínio originou !!! mas não foram só os tribunais, a justiça como tb a própria polícia !!! pelo menos nessa época tudo era decidido conforme “mandavam” os detentores do poder … pela amostra recente alguma coisa sobrou mesmo para os nossos tempos … e é como se costuma dizer: “a fama já vem de longe!” »
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Juiz Conselheiro Dr. António Cardoso Santos Bernardino
Nasceu em 1945, em Coimbra, e é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Foi Promotor de Justiça no Tribunal Militar Territorial de Cabo Verde, durante o serviço militar obrigatório (1970/1972).
Foi Delegado do Procurador da República nas comarcas de Pinhel, Marinha Grande, Mafra, Leiria, Ovar e Leiria.
Foi Juiz de Direito, após o estágio para ingresso na magistratura judicial (1977/1978), nas comarcas (anexadas) de Celorico da Beira e de Fornos de Algodres (1978/1980), e depois, entre (1980/1993), nos 1.º e 3.º juízos da comarca de Leiria, no Círculo Judicial de Leiria e no Tribunal de Círculo de Leiria.
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