Também é um método de trabalho
31 Julho, 2010
Os abrantes passaram a primeira parte da semana a valorizar a investigaçao do Freeport (a prova de que Sócrates seria inocente) e a segunda parte da semana a insinuar que os procuradores que dirigiram a investigação são no mínimo incompetentes.
5 comentários
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Os “abrantes” são os anjinhos do “deus” Sócrates.
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João Magalhães pergunta no CC onde está o dinheiro que foi pago, mas parece que ninguem recebeu.
Aqui está o grande misterio do caso Freeport. Se calhar por isso é que os investigadores queriam interrogar Socrates e o clone Silva Pereira.
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Bem observado. A Justiça é meramente um instrumento de função do poder, para o Abrantes. Serve para o que serve e nada mais. Se der para manter o poder, serve. Se não, é uma porcaria e obra de incompetentes. Loucura maior que esta só a dos lobotomizados do séc. passado.
Por exemplo, esta semana que passou, uma das vítimas da Casa Pia deu uma entrevista ao Correio da Manhã para reafirmar que Paulo P. devia ser julgado e condenado. A Justiça que não o pronunciou é um modelo para os abrantes. Se o tivessem levado a julgamento era o pior que lhe poderia acontecer porque estava neste momento bem fodidos e com a ala esquerda do partido toda desfeita. E isso por causa de uns putos que se atreveram a denunciar abusos sexuais. Que topete!
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Por falar em Casa Pia, e como sabemos da perseguição socratina a Rui Teixeira, era bom saber o percurso “profissional” (agradecimento político com benesses, talvez) da “juíza” que não pronunciou PPedroso e dos desembargadores que libertaram PPedroso.
Apesar de na semana seguinte à grande festa da libertação, ter havido acórdão da Relação de Lisboa a considerar legal a prisão preventiva do Paulinho.
que, obviamente, passou “despercebida” à comunicação social….
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E fizeram muito bem porque é verdade.
Pior fizeram vocês sem qualquer prova.
Agora não gostam. Só acham bem quando o ataque ao Tocas é diário e infundado.
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