Tudo está bem quando acaba bem
Nos dias pares essa voz instituída da legalidade=impostos em dia atormenta-nos a meninge com o problema das esplanadas. Há que dinamizar as esplanadas. Arranjar artistas que tragam gente às esplanadas. As autarquias devem fazer esplanadas… Quão mais inóspito for o local mais se atazanam em fazer lá uma esplanada. Quando, pelo contrário, as esplanadas têm muita procura e as pessoas se querem lá sentar o problema está no excesso das esplanadas: “Esplanadas fora da lei triplicam número de mesas” Ora aí vamos nós atrás das esplanadas que têm mais mesas do que as previstas na taxa.
Obs1. A propósito do regime fiscal das amas o caso já está resolvido: Segurança Social despede amas com dívidas atrasadas. Agora vamos ter a justa luta das amas despedidas.
Obs 2. Na luta contra a precariedade, o neo liberalismo e a falta de regulação devemos estar a fazer história pois creio que devemos ter o primeiro seleccionador de futebol que anuncia: “Só saio daqui morto”. Como aqui se diz o barato sai caro

Porque é que esta malta da direita anda tão mal com o mundo, será que há alguma coisa que andam a comer que lhe está a cair mal… ainda se lixam é o que é.
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na lista, já só falta o contéudo das fraldas das pobres criancinhas tão mal tratadas pelas maezinhas desmaseladas, que não têm dinheiro para pagar amas que trabalham a recibo verde ou à candonga!…
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Se querem esplanadas podem fazê-las no Gerês.
Há cada vez mais espaço livre.
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A falsidade nas investigações é que ninguem investiga o caso do despedimento colectivo de 112 familias do casino estoril uma empresa com milhoes de lucros e o governo nada faz QUEM GANHA COM A DESGRAÇA DE 112 FAMILIAS.
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