Será que depois de variadíssimas (dezenas?) leis e regimes e respectivas portarias e posturas, continua difícil perceber que a destruição do mercado de aluguer de habitações é função directissima da imiscuição do estado?
Também tenho para dar uma parte de um prédio na Lapa, em Lisboa, que inclui um estabelecimento comercial no r/c, o qual deposita (?) 5 euros por mês na CGD a título de renda… Aliás, não sei se ainda deposita, pois desinteressei-me do assunto há coisa de 20 anos, pelo menos.
Por um lado estão os proprietários que têm casas arrendadas a preços disparatados como €.20/euros por mês e que nem proprietártios nem arrendatários têm dinheiro para fazer obras.
por outro lado estão milhares e milhares de casas desocupadas porque os donos não as conseguem vender (querem preços de 1995/2000 que já ninguém dá)e não as querem arrendar a preços actuais de mercado: querem preços absurdos tipo €. 1.000,00/mês por 4 assoalhadas!
E anda tudo a mamar nas pensões de reforma, por invalidez e todo o tipo de subsídios que consiga do Estado!
Nestes casos de prédios degradados com rendas absurdas:
1 – Dava-se ao senhorio 2 opções
1.1 – Teria um prazo para fazer obrigatóriamente as obras necessárias ou
1.2 – Se entendesse que o montante a investir para fazer as obras não compensasse, teria que dar a casa ao arrendatário
2 – Por sua vez o arrendatário, se o senhorio escolhesse a opção 1.2, teria também 2 opções:
2.1 – Teria um prazo para fazer obrigatóriamente as obras necessárias ou, caso não o fizesse:
2.2 – Teria que sair da casa que seria devolvida ao senhorio
No caso 2.1, o arrendatário (agora o novo proprietário) não poderia vender ou alugar a casa por um período de alguns anos.
No entanto, independentemente da escolha (com excepção da 2.2), ainda assim o actual senhorio seria sempre o mais prejudicado.
Paulo Nunes disse
“1.2 – Se entendesse que o montante a investir para fazer as obras não compensasse, teria que dar a casa ao arrendatário”
Desde que o Estado, o primeiro e principal responsável pelas várias distorções existentes na habitação em Portugal, reembolse esses senhorios pelas décadas de congelamento administrativo das receitas quando os custos de manutenção, conservação e até de actualização nunca pararam de subir, estamos de acordo.
O Estado desde que pague pelo prejuízos que causou poderá depois dar o que quiser e a quem quiser. Qualquer outra solução que não passe primeiro por isto não passa de extorsão e roubo puro e simples.
este anuncio é falso, o email não existe. mas ta certo pode-se fazer uma noticia disto. na rua da corticeira so existem barracos. mas claro como se isso interessasse alguma coisa!
Também tenho uma casa para dar. Está alugada por um euro mensal.
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A Helena já contactou a Direcção Geral do Tesouro para doar os pinhais que referiu aqui ? https://blasfemias.net/2010/08/13/alguem-sabe-para-onde-se-mandam-as-cadernetas/
Recordo-lhe que A Helena Matos pode consultar o artº 38º a 41º do Dec Lei 280/2007 de 7 de Agosto, disponível aqui http://intranet.uminho.pt/Arquivo/Legislacao/CCP/LegislacaoNacional/DL280-2007.pdf
A parte que lhe interessa é esta http://www.dgtf.pt/ResourcesUser/PatrimonioImobiliario/Documentos/DL_280_partido/Herancas.pdf
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Será que depois de variadíssimas (dezenas?) leis e regimes e respectivas portarias e posturas, continua difícil perceber que a destruição do mercado de aluguer de habitações é função directissima da imiscuição do estado?
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Mas isso é uma das razões, apanha-se barato ou dado de quem não consegue sustentar um mercado não existente e depois de repente mudam-se as leis.
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Também tenho para dar uma parte de um prédio na Lapa, em Lisboa, que inclui um estabelecimento comercial no r/c, o qual deposita (?) 5 euros por mês na CGD a título de renda… Aliás, não sei se ainda deposita, pois desinteressei-me do assunto há coisa de 20 anos, pelo menos.
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Ah, esqueci-me de dizer que pago todos os anos (em Setembro) a parte do IMI que me cabe, bem como a respectiva taxa à CML.
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#5, #6 :
!!! FABULOSO !!!
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Por um lado estão os proprietários que têm casas arrendadas a preços disparatados como €.20/euros por mês e que nem proprietártios nem arrendatários têm dinheiro para fazer obras.
por outro lado estão milhares e milhares de casas desocupadas porque os donos não as conseguem vender (querem preços de 1995/2000 que já ninguém dá)e não as querem arrendar a preços actuais de mercado: querem preços absurdos tipo €. 1.000,00/mês por 4 assoalhadas!
E anda tudo a mamar nas pensões de reforma, por invalidez e todo o tipo de subsídios que consiga do Estado!
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Nestes casos de prédios degradados com rendas absurdas:
1 – Dava-se ao senhorio 2 opções
1.1 – Teria um prazo para fazer obrigatóriamente as obras necessárias ou
1.2 – Se entendesse que o montante a investir para fazer as obras não compensasse, teria que dar a casa ao arrendatário
2 – Por sua vez o arrendatário, se o senhorio escolhesse a opção 1.2, teria também 2 opções:
2.1 – Teria um prazo para fazer obrigatóriamente as obras necessárias ou, caso não o fizesse:
2.2 – Teria que sair da casa que seria devolvida ao senhorio
No caso 2.1, o arrendatário (agora o novo proprietário) não poderia vender ou alugar a casa por um período de alguns anos.
No entanto, independentemente da escolha (com excepção da 2.2), ainda assim o actual senhorio seria sempre o mais prejudicado.
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Paulo Nunes disse
“1.2 – Se entendesse que o montante a investir para fazer as obras não compensasse, teria que dar a casa ao arrendatário”
Desde que o Estado, o primeiro e principal responsável pelas várias distorções existentes na habitação em Portugal, reembolse esses senhorios pelas décadas de congelamento administrativo das receitas quando os custos de manutenção, conservação e até de actualização nunca pararam de subir, estamos de acordo.
O Estado desde que pague pelo prejuízos que causou poderá depois dar o que quiser e a quem quiser. Qualquer outra solução que não passe primeiro por isto não passa de extorsão e roubo puro e simples.
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Mas as rendas não são aumentadas todos os anos, nem que seja uma percentagem baixa ? É o que ouço.
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este anuncio é falso, o email não existe. mas ta certo pode-se fazer uma noticia disto. na rua da corticeira so existem barracos. mas claro como se isso interessasse alguma coisa!
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É com exemplos destes que eu percebo o significado do conceito de “solialismo democrático”.
Querem lá ver que Salazar era Socialista e ninguém percebeu?
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