Sábado, pelos jornais. Ou como o melhor é ir à praia.
28 Agosto, 2010
Histórias de um país a ficar despovoado a ritmo galopante: “Já tivemos maternidade. Agora, nem uma farmácia” (e “Aldeias sem remédio”, no Expresso)
Um Estado que não conhece o país real – e se está marimbando para ele: Segurança Social exige aos beneficiários provas de recursos através da Internet
Maravilhas do nosso Ministério da Educação à beira do regresso às aulas: Travessia do Tejo é problema para 100 alunos
Mais uma “campanha negra”: PGR quer certidão sobre familiares de José Sócrates
O Governo mais centralista de que há memória: Lisboa ficou com quase todos fundos para modernizar Estado
A desonestidade política em todo o seu esplendor: Governo culpa AR por falta de verba para autarcas locais
24 comentários
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Isso de uma visita guiada pelos jornais é para as criancinhas?
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Não deixo comentário nenhum.
Vou para a praia.
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Que o ME deva,junto com a autarquia de Constância,arranjar a melhor e mais rápida solução(com a colaboração do min. das Obras Públicas)para o problema desses alunos, de acordo. Agora, nem o Ministério da Educação nem a Câmara de Constância adivinhavam que o MOPTC,por indicação da REFER, ia ter que fechar a ponte rodo-ferroviária(na componente rodoviária),devido a alegados problemas num pilar. Deseja-se uma rápida solução para o caso(ali bem perto há a engenharia militar,Tancos…), não se deseja concerteza outro Entre-os-Rios.
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Nova Desordem Mundial: As Farpas de Eça de Queirós(1871)
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____Rui Dias, referiu a existência de documentos de fluxos financeiros. Tem documentos que referem o desvio de 383 milhões de euros”, envolvendo “o tio, o primo e a mãe” do primeiro-ministro, José Sócrates. ____
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O P.G.R. mandou passar certidão . . ..
Vi de certeza tentar passar a ser considerado uma denúncia caluniosa, digo eu.
As principais cabeças deste Ministério Público , com Cândida Almeida mais o CHEFE=Beirão Honesto, apenas servem para inocentar o Deus-Nosso-Senhor e a sua família : o Pai José, a Mãe=Virgem Maria, e o São Tiago) ao mesmo tempo, perseguir os denunciantes (anónimos ou conhecidos).
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So falta trazer aquilo, que foi bastante anunciado da impresa,,, Duarte Lima vs Advogado da Rosalina
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Em relação ao 2.º ponto, há prémios (exemplares do livro «Crónicas da InforFobia») para os melhores comentários feitos até às 20h de 30 Ago 10. Ver [aqui].
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Pelos vistos, o pastel de Belém é o único que ainda não concluíu que o (des)governo do falso engenheiro enlouqueceu. Em bloco e de vez.
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eu nem queria acreditar quando vi quem tinha sido escalado para a filha-da-putiçe do dia
como o vitalino deve estar de férias e o silveira não tinha tomado o lítio,tiveram que chamar o outro inimputável,o junqueiro
é sempre deprimente ver uma pessoa em cuecas ,a mentir e maquilhado de estadista
para bobo da corte não está mal,só acho é que ganha dinheiro a mais,devia andar de chapéu na mão a pedir trocos
o spill-over foi inventado em portugal,é típico de países africanos,capital cheia de carros do governo e de outros parasitas e o resto do pais ao abandono
o ditado é velho,nunca sirvas quem serviu nem peças a quem pediu
enquanto formos aturando beirões deslumbrados que foram sempre mamando na teta do estado estamos fdds
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falta ainda a entrevista do CCruz no “i”…
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O envio da certidão para a PGR faz parte dos procedimentos para abafar o caso. Enquanto lá estiver ninguém investiga. Sempre são 383 milhões de €uros…
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#8, Burns,
Pois te digo que há mais investimento hoje no Uíge, em Malange e no Huambo, em Angola, que alguma vez haverá nas regiões Centro, Norte e Alentejo em Portugal.
Não digas mal dos africanos.
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Fernando Antolin
Isto “Agora, nem o Ministério da Educação nem a Câmara de Constância adivinhavam que o MOPTC,por indicação da REFER, ia ter que fechar a ponte rodo-ferroviária(na componente rodoviária),devido a alegados problemas num pilar.”, em qualquer país minimamente organizado chama-se estudar mal os problemas alé de mostrar total falta de coordenação entre ministérios do mesmo governo. Gente competente não precisa de adivinhar. Alguém devia ser chamado a desponsabilizar-se por esta decisão.
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Como ninguém aqui propõe uma solução, proponho eu:
Para reanimar a nossa economia, temos que seguir literalmente a fórmula de Keynes. Ele disse que em caso de crise mais valia meter as pessoas a cavar um grande buraco e a tapá-lo ouyra vez.
Temos cerca de 500.000 desempregados. Como cada um pode deslocar 1,5m³ de terra por hora com auxílio de máquinas na proporção de 1/10, podemos ter cerca de trinta milhões de metros cúbicos por semana escavados. A sete metros de profundidade, corresponde a cerca de 4,3 milhões de metros quadrados à superfície, um buraco com mais de dois quilómetros e meio de diâmetro.
Assumindo um rendimento efectivo de 50%, o buraco (ou buracos) poderia ser escavado em duas semanas.
O plano seria:
2 semanas para escavar o buraco,
1 hora para colocar o Sócrates, o Junqueiro, a xuxaria toda e a esquerdalha caviar no fundo do buraco.
2 semanas para o tapar.
Os custos seriam basicamente o rendimento mínimo de meio milhão de pessoas (que o receberiam à mesma se paradas) e dois milhões de horas de máquina. A economia seria animada de vez com a ausência de quem a deprime.
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Digo além e responsabilizar-se.
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Com tanto trabalho, tanto dinheiro e com um buraco desse tamanho, colocar só o Sócrates, o Junqueiro, a xuxaria toda e a esquerdalha caviar no fundo do buraco, seria um desperdício inqualificável.
Sugire-lhe que reformule a proposta e ponha também, no buraco, tudo o que é de direita, liberais, neoliberais, conservadores, monárquicos. Quiçá se consiga animar a economia.
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#15, DesconfiandoSempre,
Juntamos as aventesmas da Júlia Pinheiro de da Fátima Lopes e fazemos negócio.
Podemos candidatar-nos a fundos comunitários? Temos é de ter a certeza de que o buraco é absolutamente «non-spill-over» e fazê-lo na Região de Lisboa.
Alternativamente, podemos nomear o Sócrates Rei das Berlengas, e solicitar-lhe que vá tomar posse dos seus domínios.-
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pois é
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=440785
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Não fui à praia, mas fui cagar (que é quase a mesma coisa).
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#13.
Excelente.
Seria a melhor empreitada dos últimos cem anos.
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19,
mais um buraco? isto já é o país dos buracos… eu punha era o país a produzir tomates… batatas e feijões!…
aí, sim, muita coisa ia mudar!… talvez deixassemos de ser dependentes da produção externa que é de cerca de 80% actualmente… até o défice e a dívida externa baixavam!…
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#22, E-Ko,
eu punha era o país a produzir tomates… batatas e feijões!
Pois sim, sem te livrares da xuxalhada primeiro, até os tomates te taxavam.
Estes tipos estão janados no nosso dinheiro. Não há remédio, gastam quanto podem arrebanhar de ti e de mim. Ainda iriam criar mais uma empresa pública, em Lisboa, com dinheiros da Região Centro, para vender créditos de carbono do metano que gerasses com os feijões cultivados.
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