Horário “alargado”
2 Setembro, 2010
Em Leiria, capital de distrito de país europeu, na estação de combóios, a bilheteira está aberta das 8:30 da manhã até às 9:30… da manhã.
Quem quiser um bilhete, tem uma hora, a partir deste momento.
87 comentários
leave one →

Está na cara que merece uma paragem do TGV
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É de supor que aos domingos e feriados não abre.
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Qualquer pessoa sabe que a função da CP não é ter clientes. A função da CP é pagar salários.
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Não é suposto depois poder-se comprar o bilhete no próprio comboio?
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“Não é suposto depois poder-se comprar o bilhete no próprio comboio?”
Sim, ao maquinista.
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Ao revisor…
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Não fechou? Então têm muita sorte.
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Mas temos as máquinas automáticas certo? Ou não sabem usar?
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A bilheteira deve ser só para passes e assinaturas.
Não deve ter reparado que havia lá uma máquina de vender bilhetes, ou julgou que era para vender coca-cola.
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8,
Há lá uma máquina de vender bilhetes. Se reparar, verá que está cheia de mossas na parte inferior, resultado dos pontapés que já levou por se recusar a trabalhar. Além disso não responde a perguntas e não aceita reclamações.
Quando os ecos das reclamações chegarem aos ouvidos do seu querido líder, vai ver como ele substitui a Estação inteira por mais um posto do Infocid. Ou por um magalhães.
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Além disso deveriam trocar-se as funções: a bilheteira passaria a vender bilhetes e o posto do Infocid para informações, assinaturas e passes.
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Nas Estações deve vender-se bilhetes. Poderão também ter uma máquina de vender cafés.
Nos cafés deve vender-se cafés. Poderão também ter uma máquina de vender bilhetes.
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Tenho ideia que já há vários anos se pode comprar o bilhete ao revisor, já no comboio, em várias estações onde não há bilheteira com horário alargado. Parece-me uma solução adequada quando o número de passageiros não é elevado (o que presumo seja infelizmente o caso).
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O que eu concluo é que quem chega à estação depois das 9.30 está impedido de sair de Leiria de comboio. É trágico.
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Não é preciso vender bilhetes na estação porque também ninguém quer viajar de comboio de ou para Leiria. Ex.: Lisboa-Leiria com a CP são 4 horas ou 4 horas e meia, depende do horário. Em autocarro é metade do tempo.
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Claro!!!! A partir das nove e trinta, o funcionário vai abrir a bilheteira da estação de Alfarelos, aquela que, inicialmente de tijolo e cimento, foi destruída e substituída por barracões pré-fabricados.
Sinceramente, não vejo o problema.
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Há algum tempo, deparei-me com uma máquina automática de venda de bilhetes (na Estação de Entrecampos). Tinha duas particularidades:
1ª-Quem quisesse comprar um bilhete para Lagos, não podia, pois a máquina só vendia até Tunes. Lá chegado, teria de atravessar a linha e ir à bilheteira comprar o “resto”. No entanto, a bilheteira “humana” da mesma Estação de Entrecampos vende o bilhete completo, evidentemente…
2ª-A máquina aceitava pagamentos por cartão MB, mas desde que o pin do utilizador não tivesse 5 nem 7 nem 8 (teclas avariadas).
Felizmente, para quem tivesse esse problema, havia uma solução: ir à ATM ali ao lado e alterar o código pessoal…
—
NOTA: na semana passada, quem quisesse fazer a viagem Sta. Apolónia-Ródão e consultasse os horários em http://www.cp.pt era surpreendido com a notícia de uma alteração: não havia partidas de Sta. Apolóia, e teria de ir à Gare do Oriente.
O curioso é que a informação era falsa (foi, entretanto, corrigida).
Ou seja: a empresa comporta-se como um comerciante que não quer vender (ou trata mal os clientes)… e depois se queixa da crise.
Passa-se exactamente o mesmo com o Metro de Lisboa (escadas rolantes e elevadores avariados, p.ex.).
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#12. Tiago
Isto deve ser para rir, pois no site da CP
http://www.cp.pt/cp/displayPage.do?vgnextoid=9b17f9e12a584010VgnVCM1000007b01a8c0RCRD
está lá tudo:
“Pontos de Venda
Bilheteiras
A CP disponibiliza uma vasta rede de bilheteiras nas estações, distribuídas por todo o país. O atendimento é personalizado e pretende-se, para além da venda de títulos de transporte, prestar esclarecimento aos clientes.
Multibanco (ATM)
A aquisição de bilhetes no Multibanco pode ser feita com 21 dias de antecedência e até 15 minutos antes da hora de partida do comboio da estação de embarque. Esta opção é válida para os serviços Alfa Pendular e Intercidades. Para além de prática e segura, a aquisição de bilhetes no Multibanco permite-lhe poupar tempo. Seleccione no menu Pagamentos e Serviços a opção transportes, e em seguida CP. O talão serve de comprovativo de compra e indica a carruagem e o lugar. Para qualquer alteração os clientes devem dirigir-se ás estações CP.
Agências de viagens
A CP estabeleceu acordos com cerca de 50 agências de viagens. É possível adquirir bilhetes em todo o país, até 30 dias de antecedência num dos mais de 150 balcões. As Agências de Viagens podem aplicar taxas pelos serviços prestados.
netTICKET
É possível a aquisição de bilhetes através da Internet, esta possibilidade está disponível nos serviços Alfa Pendular e Intercidades. Para efectuar a compra tem de ser um cliente registado no myCP e possuir cartão de crédito.
Máquinas de venda automática
As Máquinas de Bilhetes, disponíveis em todas as estações, permitem um serviço mais rápido e cómodo na aquisição de títulos de transporte. Disponíveis 24 horas por dia, permitem uma aquisição rápida e fácil. Basta seleccionar o título de transporte e o destino pretendidos, confirmar e retirar o título. O pagamento pode ser efectuado com moedas, notas e Multibanco. Caso deseje, solicite o Recibo, carregando na tecla “Recibo”.
Quiosques
O bilhete Alfa Pendular e Intercidades pode ser adquirido nos quiosques de venda que se encontram nas estações com pagamento através de cartão de crédito ou de débito O talão do quiosque indica o lugar servindo de reserva e bilhete. O bilhete para estes serviços pode ser adquirido com 30 dias de antecedência e até 5 minutos antes da hora de partida da estação de embarque.
Venda a bordo do comboio
O operador de revisão e venda é responsável pela venda de bilhetes nos comboios regionais caso a estação de embarque não possua bilheteira ou caso estas estejam temporariamente encerradas.“
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#16 – Ok, este foi um post estilo Helena Matos, “dispara-se primeiro e pergunta-se depois”, nem sempre corre bem. 😉
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é fácil mandar bitaites sobre tudo sentados em frente a um computador.
infelizmente, a vida real não é isto.
Quem precisa de informações, fazer reclamações, ou uma simples viagem – ou seja, a vida real lá fora, é que tem a noção das dificuldades.
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Assim de repente, e sem perder muito tempo, só me vem à cabeça uma pergunta.
Com as facilidades todas enunciadas pelo Piscoiso -Internet, Agências de viagens,etc (presumo que o Piscoiso também venda bilhetes).
-Para que porra é que abrem a puta da bilheteira entre as 8,30 e as 9,30 da manhã?
O bilheteiro trabalha em part-time ou na junta de freguesia?
Ou será que também é maquinista?
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#19.
É óbvio que a bilheteira abre entre as 8,30 e as 9,30 da manhã para que se possam fazer estes posts.
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17.
Perdeu uma boa oportunidade para estar calado. Leu bem?
“Venda a bordo do comboio
O operador de revisão e venda é responsável pela venda de bilhetes nos comboios regionais caso a estação de embarque não possua bilheteira ou caso estas estejam temporariamente encerradas.“
A Estação de Leiria não cumpre estes requisitos: possui bilheteira e não está temporariamente encerrada, está aberta, no seu horário “normal” de funcionamento.
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#21: O sua tese é então que neste caso não é possível comprar o bilhete no comboio?
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“A” sua tese, e não “o”, evidentemente.
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“temporariamente encerradas”
são todas as bilheteiras que não estejam abertas 24h/dia.
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ehehe
Que debate mais parolo. V.s só sabem andar de carroça e depois nem conhecem estas tretas dos comboios.
É assim mesmo- compra-se a quem vende. Se não é na bilheteira, é ao pica-bilhetes.
E a lógica liberotonta do patusco do Paulo Morais é que uma empresa privada devia ter empregados 24 horas por dia, em toda a parte, para satisfazer clientes inexistentes.
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Em Inglaterra é nas camionetes. Acabaram com bilheteiras cá fora.
E mesmo para os comboios, se não souber ir à máquina, o mais provável é perdê-lo enquanto espera horas na bicha.
(eu não fiz upgrade de português e digo a palavra que se sempre se usou- bicha. As bichonas da novilíngua é que falam em fila indiana).
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Podia ser camioneta, já agora. Ou autocarro, ou assim.
Mas vai dar ao mesmo. O Paulo Morais não anda de comboio e fez inventou uma viagem que não conhece.
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Partindo do princípio que existe um bilheteiro, supõe-se que terá um horário de pelo menos oito horas para cumprir.
Sabendo-se que trabalha na bilheteira apenas uma hora, vou presumir o seguinte:
1º- as restantes sete horas passa-as a limpar os quartos de banho.
2º- anda apanhar papéis na estação.
3º- anda com as bandeiras sinalizadoras para assegurar o tráfego rodoviário decorra sem incidentes.
4º- mete-se em alguma composição para fazer serviço de revisão
5º- vai fazer limpeza nas carruagens.
6º- vai para as passagens de nível sem guarda sinalizar a passagens dos comboios.
7º- será que vai para o café do qual é proprietário, servir os clientes.
8º- É o chefe da estação e por isso vai dormir a sesta.
9º- está de baixa médica e dá uma horinha para ir sacar mais algum.
10º- ou então, não reproduzo o que estou a pensar do ministro dos transportes, para não me chamarem mal-criado.
Cps
SRG
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Mas o morcão nem conhece capitais europeias quanto mais Leiria.
Que conversa mais saloia. Afinal era bom gastar dinheiro inútil para se parecer europeu e ter bilheteiras abertas “para inglês ver”.
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Já agora que tal os novos cartões da CP de Lisboa tão modernos que demoram muito mais a comprar que os antigos bilhetes de máquina e depois ainda se tem de perder mais tempo a validar.
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À mesma hora, num apeadeiro 30 km a sul, 7 ou 8 funcionários de colete verde “preparavam-se” para arranjar qualquer coisa na linha.
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A Zazie pode indicar uma estação de comboios de uma capital de distrito/região/província europeia servida por estação de comboios que não tenha bilheteira, apenas máquina. Basta uma cara zazie. Não deve ser difícil já que tanto sabe do alto do seu pedestal de bimba drunfada.
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ò imbecil- esta tem bilheteira.
Mas queres exemplos? Ora conta lá em Inglaterra quantas bilheteiras tens tu abertas em percursos regionais.
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#32: A questão aqui é: a bilheteira, neste caso concreto, é necessária?
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Há uma série de estações, em toda a parte, onde apenas se entra e sai e não se compra bilhete em bilheteira.
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Do mesmo modo que têm vindo a fechar as bilheteiras de estações de camionagem.
E, em muitos casos, nem estação existe para se esperar pelo transporte.
Queres exemplo, ó palhaço. Ainda agora estive numa estância turística e bem de luxo- lindíssima, aliás- Saint Ives, na Cornualha.
Sabes onde se apanham as camionetes?
Na rua- em bicha ao ar livre (e à chuva, que por lá chove e não é pouco). Porque a estação- micro- dá para umas 10 pessoas. O resto é na rua. E não há local para venda de bilhetes.
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O mesmo se passa em Newquay que até tem aeroporto. Aí dá para comprar bilhetes na bilheteira mas só dos comboios.
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Estação de Leiria é como quem diz. Experimente ir a pé até à zona central da cidade a ver quanto tempo demora…
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# 34.
Exacto .Mas eles é que se dizem liberais. Pelos vistos liberalismo é gasto público, mesmo que inútil, para imitar o “estrangeiro”.
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É verdade. Mais essa- As nossas estações de comboio ficam a kms das localidades.
Experimentem fazer Portugal de comboio, como eu já fiz, inteirinho e vão ver as surpresas que apanham. Abrantes, por exemplo- tentem ir a Abrantes de comboio.
Ou ao Alvito. Acho que essa fechou e eu fui a última pessoa que lá saiu.
Até fizeram festa. Tive direito a ver o album de família do guarda-da-estação.
E depois, para chegar ao Alvito, nem taxi havia. Foi o padeiro que vai à estação que me deu boleia.
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Vinha agora um palhaço destes ensinar-me cenas sobre comboios e transportes públicos.
Fiz Portugal inteiro- incluindo ilhas, em transporte público e à boleia (em muitos casos). E adoro comboios.
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O nosso mal é esta bimbalhada que só anda de carro e que depois bota sentença acerca do que não sabe e até despreza.
Os comboios são um excelente meio de transporte. Mas por cá não actualizaram as linhas por preferirem o asfalto.
É a bimbalhice à americana que caracteriza a chungaria. E depois são pelo TGV quando o que precisávamos era de linhas regionais com actualização em relação às localidades.
As localidades expandiram-se para fora desses velhos centros. E é por isso que os comboios não são usados.
Porque depois tem de se andar kms até chegar à localidade.
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Aliás, posso comparar com a Europa porque sempre viajei de comboio.
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Só os tugas é que parecem colonos em África com a pedantice que machibombo é coisa para preto. Nem de metropolitano andam. Só de carro, nem que seja para ir à esquina da rua.
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Estou a ver que o horário da bilheteira podia ser mudado para das 11,30 às 12,30 que a situação seria a mesma.
Por mim preferiria das 14,30 às 15,30.
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Mas, não é por nada. Onde é que aquele palhaço julga que se compram bilhetes na bilheteira, em saindo de avião em Londres, por exemplo.
Onde? Quantas bilheteiras abertas tem ele em estações importantes londrinas?
Aliás, mesmo abertas, caso Saint Pancras, tente apanhar comboio com 30 minutos de antecedência, enfiando-se nas bichas da bilheteira para ver o que lhe acontece.
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Acontece que perde o comboio!
Se não souber ir à máquina está tramado.
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Em Alvito, a Zazie viu o padeiro, portanto.
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Recordo-me que há uns anos fui de Alfa Pendular para Faro. Depois, para seguir para Tavira, esperei 15 minutos. O comboio estava sujo, mal frequentado, não tinha primeira classe e demorou quase uma hora para percorrer 30 km. Uns meses depois voltei ao Algarve. O horário do Regional tinha sido alterado, e agora para ir para Tavira teria de esperar 45 minutos. Ou seja: 3 horas de Alfa Pendular (270 km), mais 45 minutos de espera mais uma hora de viagem (30 km). Optei pelo táxi, que partilhei com uma senhora idosa, muito polida, que também lamentou comigo sobre a porcaria que é a CP. Mas tenho mais episódios com a CP: uma indemnização de cerca de 50 euros, a que tinha direito, e que foi sempre adiada, e acabou por nunca ser entregue, entrega de bilhetes de segunda classe tendo pedido de primeira, má educação dos funcionários, etc.
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Foi isso mesmo. E ainda vi coisa mais gira- ele a largar o pão em sacos pendurados em estacas à porta das casas.
E depois, no Alvito, para regressar a Évora e poder apanhar comboio noutra estação, ainda vi coisa mais gira:
O único taxista da terra estava a monte. Ninguém sabia dele e eu quase a perder o comboio de regresso.
E só depois de muito perguntar é que um bacano me deu a morada e disse para bater com força porque ele devia estar com a espanhola.
E estava. Coitado, Lá lhe interrompi a brincadeira e ele veio despenteado e tudo.
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Para regressar a Beja, aliás. A outra estação já nem me lembro do nome mas só havia comboio de regresso a partir dela.
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Exacto- no Algarve é o fim da picada. Tentem ir de comboio para Portimão, por exemplo.
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Mas no Norte não é melhor. Há cenas malucas de ser impossível ir de transporte público a localidades fronteiriças.
Eu tive a sorte dos tipos das camionetas já me conhecerem e até me levaram à escondidas e à borla, a muito sítio, para eu fotografar as capelinhas.
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Em Trás-os-Montes foi uma maravilha. Por isso é que me dou bem com aquela gente.
São abrutalhados mas depois uns grandes bacanos.
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#40
Foi preciso ir ao Alvito para a Zazie ver o padeiro.
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Mas quem começou com a trapalhada foi o Sr. Professor Cavaco Silva. Ainda me recordo da estação da vila dos meus avós, nos arredores de Tavira. Servia uma população residente de mais de 7 mil habitantes, e ainda uma população flutuante que chega a triplicar no Verão. A estação fica a 1500 metros da praia, em pleno centro da vila. Havia muito movimento de estudantes, militares, turistas e residentes. Pois no segundo Governo do Sr. Professor a estação foi encerrada, a linha foi parcialmente abandonada e a primeira classe foi abolida. Os horários deixaram de estar compatibilizados com as escolas, e os estudantes começaram a utilizar o autocarro. Os locais adoptaram o carro privado, ou seja, endividaram-se. Resta agora um ou outro turista e os imigrantes da construção civil.
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Andam a poupar para gastar no TGV. Os comboios normais não dão audiências!
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Cada mongoloide que faz favor. Mas a estes não censuram. É boa educação nos padrões blasfemos.
Se fosse eu a mandar uma boca era logo bloqueio.
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Pois é isso. É só megalomanias. Para inglês ver. Como gosta o morcão postador.
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E isto do TGV é um roubo. O cidadão comum precisa de transportes públicos para ir para o emprego, para a faculdade, para as escolas, para os centros de saúde, não para andar a viajar entre Madrid e Lisboa ou entre Lisboa e Porto. E não me venham com estudos, o Professor João Duque já denunciou como são enviesado, nada que eu não soubesse. Mas volto a frisar, a trapalhada começou em força com Cavaco Silva. Já agora, então e a Linha do Norte? Quanto foi enterrado aí em derrapagens financeiras? Houve responsáveis? Cadeia? Indemnizações ao erário público? Para quê? Para o Alfa circular a menos de 50 km/h em parte do percurso?
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Vcs querem é avoar de TGV pelo paìs…assimderepentetudomuitorápido…e o TGV vai-vos fazer tão satisfeitos! Yuppies…a terra que desprezam há-de vos engolir !
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Trabalhei em Inglaterra de 1972 a 1996.
Continuo a achar estranhíssima essa postura de pessoas como Maria Filomena Mónica, Vasco Pulido Valente ou a Zazie “que estiveram em Inglaterra”, e se servem dela como bitola para tudo o que se passa no mundo exterior, na saloiada fora de Inglaterra.
Quanto a mim acho que a única coisa inglesa que deveríamos adoptar seria a obrigatoriedade de nos embebedarmos todos os Sábados.
Com a vida miserável que eles levam compreendo isso perfeitamente, mas à velocidade a que estamos a caminhar para o abismo já merecíamos uma bebedeira, pelo menos todos os quinze dias.
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Eu não estive. Eu tenho lá família desde antes de nascer.
Entende?
Falo por conhecimento dessa ordem. V. trabalhou lá quanto tempo para imaginar que sabe mais de Inglaterra do que eu?
Perdeu uma boa oportunidade de estar calado.
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Imbecil- e falo de Inglaterra como poderia falar de outro local, assim tivesse calhado ter família directa noutro país.
Calhou de ser Inglaterra, ainda antes de eu nascer.
Percebe, ó palerma?
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Portanto, v. conhece Inglaterra de 14 anos e lá ter trabalhado nos tempos recentes.
Eu tenho feedback directo desde o pós guerra.
Meta a viola no saco.
E tenho agora mais por lá ter família próxima a viver e a trabalhar. E isso há mais de uma década.
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Mais, tive um tio inglês que veio viver para cá.
Que raio de imbecilidade é que isto tem a ver com o Pulido Valente ou com a Filomena Mónica?
Esses foram para lá estudar e ganharam tiques british. Eu sou latina. A 100% e nunca fiz aqui apologia de Inglaterra, excepto em questões que muito me agradam,como seja o gosto pelo património, pela História e pela Natureza (a pancada dos jardisn, por exemplo).
Porque são coisas que vão ao encontro do que também gosto. Mais nada.
Betice foi a sua estúpida catalogação inventada.
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Percebi que me queria insultar mas não percebi os seus argumentos, e nem sequer sei se tinha família em Inglaterra antes de nascer, nem o que é que isto tem para o caso.
De 1972 a 1996 são 24 anos.
Não sou palerma.
Não sou beto.
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Na volta o gajo é que ganhou a mania que só ele é que pode falar de Inglaterra ou saber algo de lá, por lá ter vivido esse tempo todo.
Foi o único português a cometer tal proeza.
Os outros só podem ser caricaturas mediáticas à VPV e Filomena Mónica…
Palerma.
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E sim, és palerma, porque acabaste a dar um show de palermice e ainda lhe acrescentaste a má-fé acerca da palavra dos outros.
Viste-te ao espelho.
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Olha, estou a comer sushi.
Ora nega lá e prova que é mentira porque tu é que sabes a verdade acerca dos outros.
Que imbecilidade mais ressabiada que podia acontecer.
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E olha, já que te armaste em besta com o facto de eu ter dito que tinha família em Inglaterra ainda antes de nascer.
Tinha e até é facto que pode ser verificado e foi digno de nota porque essa minha tia, aos 22 anos, precisou de autorização do Salazar para ir para lá, sendo mulher e fazendo parte do Corpo Diplomático.
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E, se falei de Inglaterra foi porque alguém negou não sei o quê e me desafiou a dar exemplos de capitais europeias.
Mais nada. O post é que comparava com o estrangeiro. Era mais que natural responder-se assim.
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Eh Eh Eh! A Zazie não sabe fazer contas de subtrair, só de sumir.
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Esta malta é maluca. Uns, armam-se em ingleses por lá terem estudado uns anitos. Outros, acham que só eles podem falar de Inglaterra sem ser na qualidade de estudantes de Oxford porque o resto da população nunca saiu fora de portas.
ehehehe
E Inglaterra, de facto, deve fazer demasiada comichão. Eu cá sou mais british na versão pythoniana.
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Está calado, calhau. Eu nem reparei nas datas que ele deu.
Foi imbecilidade tão inesperada e fora de qualquer pretexto.
O maluco, que nem me lembro de ter entrado em diálogo alguma vez na vida.
Deu-lhe para me tirar o retrato errado. Já tinha a polaroide na cabeça.
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Agora tenho o outro comentário sujeito a aprovação.
Esta malta droga-se.
O Gabriel vem de férias e entra logo a trabalhar para mim. Nem janta com tempo, por causa da censura.
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Eu até deveria ser tomada por francófona, dado o nick.
Mas também nunca sabem quem foi o Raymond Queneau e acham que os nomes próprios em francês, podem ser do género masculino, terminando em “e”.
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Agora censuraram um outro qualquer por ter dito qualquer treta simpática a meu propósito.
Vai uma aposta que o carapau de corrida já veio de férias e está enfiado nas caves?
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Bora aí:
Bora apostar um mac última geração em como o peixe podre está a bordo.
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#77
Toda a gente sabe que Ravel (Maurice, como o Chevalier) era uma mulher.
Tronga.
O Raymond Queneau era um frequentador do metro, certo?
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ò trongo. zazie com “e” no fim. É um nome próprio francês. Se fosse masculino não levava “e”.
E o Raymond Queneau é o autor do livro zazie dans le metro. Bastava conhecer para saber que a personagem não é masculina.
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É no que dá tanta inglaterra. Não aprendeste francês e querias agora dar lições sem sequer teres entendido qual a questão gramatical.
A questão gramatical é que o feminino de um nome se faz acrescentando um “e”.
O Exemplo que deste é imbecil. Podias ter dado chère e cherie. Por exemplo.
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Chevalier, por exemplo, faria o feminino com “chevalière”
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E tendo proferido tais palavras, Zazie voltou para casa no seu metro. Lisboanoite Zazie.
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Só teorias, mas nada corresponde á verdade… esta bilheteira no verão só funciona neste periodo, pq o funcionario vai fazer tambem serviço na bilheteira em sao martinho do porto (zona balnear, muitos se calhar nao sabem onde fica), e não alfarelos como foi escrito por aqui. e não, o funcionario nao trabalha 1 hora, mas sim 12 horas por aqui. tal como mencionado no site da cp, fora do horario de funcionamento das bilheteiras, os bilhetes deverão ser adquiridos junto ao revisor do referido comboio.
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