E a liberdade de expressão?
Thilo Sarrazin é director do banco central alemão com o pelouro dos sistemas informáticos. Escreveu um livro onde, segundo noticiado pela imprensa internacional, certamente entre outras ideias, advoga que as comunidades muçulmanas na Europa não estão, por natureza, interessadas em se integrarem na vida das sociedades ocidentais, que os seus membros tem menos sucesso no aproveitamento escolar e portanto serão incapazes de contribuírem para o desenvolvimento dos países de acolhimento; que são uma ameaça populacional por terem taxas de nascimento muito superiores aos «autóctones», e que os judeus possuem um gene distintivo dos demais.
Pode-se, por preconceito (pois ninguém leu o livro ainda), pensar o que se quiser das ideias expostas. Pode alguém sentir-se ofendido e recorrer para os tribunais. Pode-se, quando for conhecido o seu argumentário, refutar os argumentos, os factos e as conclusões. Nada de muito especial, acontece com qualquer livro onde se exponham ideais.
Mas o verdadeiramente estranho, escandaloso e extremamente perigoso (e infelizmente, não é caso único), é o julgamento sumário na praça pública que o autor tem vindo a ser sujeito, tentando-se desde já puni-lo pelas suas ideias. Algo que se pensava não ser possível em sociedades abertas, livres e democráticas. Desde já, os seus colegas retiraram-lhe todas as suas competências e existem movimentos e pressões políticas para que seja demitido. Não porque tenha extravasado as suas competências. Ou por ser incompetente. Ou sequer por ter expressado alguma ideia que pusesse em questão o desempenho do seu cargo ou a instituição que serve. Não. Pura e simplesmente, querem puni-lo pelas suas ideias.
Ora, a refutação das ideias faz-se, em sociedades abertas e livres de censura, pelo seu debate, refutação e contrargumentário. Não pelo despedimento profissional e tentativa de silenciamento por via da denegrição pessoal e intelectual do autor.
Pode-se argumentar «ah, mas é xenófobo». Será. Ou não. «Ah, mas é racista». Talvez. Ou não. «Ah, mas é preconceituoso». Também quem o critica sem ler. Mas, e se for verdadeiramente isso tudo? Qual o problema mesmo? A liberdade de expressão deve ser plena, incluindo o direito ao disparate, pois que fica com quem o profere. E nada mais. O que não é aceitável é a condenação de quem profere ideias, sejam quais forem. Mas nos dias de hoje, parece crescer assustadoramente o número dos que assim não pensam, o que é perigoso sinal para a liberdade geral.

Até prova em contrário, isto é, que a islamização colonialista da Europa não é o que parece, achei que Thilo Sarrazin até foi demasiado suave.
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Se dói é porque fere e porque tem conteúdo.
Como não diria Mr. De La Palisse.
“pobre Monsieur que aqui jaz morto, quando ainda há pouco estava bem vivo…”.
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OK.
Então também podemos começar a publicar uns livros sobre as vantagens de sexo com menores ou de violar livremente qualquer mulher. Também podemos lançar um livro, fundamentado claro, os benefícios da lapidação em público das mulheres e homossexuais em público. No final ainda pode lançar um best-seller com uma análise económica dos benefícios da exterminação dos judeus… Não há que confundir liberdade com anarquia…
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Verdade,Gabriel.
A perseguição continua.Mudam apenas os dogmas.
Os homens não mudam nem em mil anos.
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Não faltará muito tempo para que o mundo seja dos racistas, xenófobos e preconceituosos…
Amén!…
Da minha parte estou farto destas minorias, que não contribuem em nada para o progresso da humanidade… antes pelo contrário.
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Verdade..mas não esquecer porém que foi uma pequena minoria que nos deu a diferença entre estar no Zoo a comer-mos amendoins e poder ir à Lua…o nosso ADN distingue-se dos nossos primos ditos macacos em 2 por cento….
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Se ele dissesse as verdades que disse dos católicos, dos protestantes ou de brancos, tenho a certeza de que iria ver a nossa esquerda caviar a louvar a sagacidade do homem e a elegê-lo como um dos expoentes do conhecimento ocidental.
É verdade, os judeus por linhagem, mesmo os europeus, têm um gene oriundo do crescente fértil, o chamado gene X. E os muçulmanos não se querem adaptar, como as revoltas em Paris demonstram.
Por mim, estou-me a preparar para dar o fora deste continente por causa emergência da Eurábia, com o alto patrocínio dos iludidos das esquerdas operária e caviar.
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#3, Socialista Sem Escroto,
Deixa estar, no lado do Rato estão os cujo ADN não tem os tais 2% de distinção.
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Caríssimo. O homem não foi afastado por ter ideias más, existem no banco central da Alemanha indivíduos com ideias piores, para não falar da perversidade de algumas taras e manias dos seus membros.
As ideias do ex director até são muito soft, o problema é que ele começou a dizer o que pensa. Incontinência verbal é o pior que pode acontecer na gestão de um banco.
Um bom gestor de um banco nunca pode dizer o que pensa, mas apenas o que os outros esperam que ele pense. Afinal de contas as pessoas depositam nos bancos o seu dinheiro, que como se sabe vale muito mais do que a alma nos dias que correm.
Não importa se é dinheiro roubado ou ganho com trabalho honesto e honrado
O dinheiro não tem cor nem cheiro
O que interessa é o seu valor em numerário
Sendo gerido pelo banqueiro no maior segredo
OBs – Os judeus e os governantes dos países árabes até são bons clientes do bancos europeus!!!
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Mas a questão não é “mas se não for tudo isso”. Ser xenófobo e racista pode ser uma “questão mental” ou uma questão de actos.
Se ele apenas exprime pensamento, qual é o problema se for isso tudo. Acaso existem franceses sem serem xenófobos e racistas?
Agora o que interessa saber é se o que diz é factual. Acho bem que sim.
E por último, para minha curiosidade- qual é o de “gene pencudo”?
ehehe
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Qual é o gene x?
É o da ganância e avareza?
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Thilo Sarrazin foi exonerado do Bundesbank.
Os motivos dessa exoneração dizem respeito ao Bundesbank, que admite ou exonera de acordo com o seu modelo de gestão.
Já as acções na praça pública contra o seu livro, não são novidade.
Outros autores de obras polémicas as têm sofrido.
Nos diferentes quadrantes políticos.
Quem é que alimenta a intolerância?
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Ah!… e já agora, os ai a tolas são o quê?
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Agora a fitinha do Gabriel com o problema da “liberdade de expressão” é que não se compreende.
Que raio de cena é essa de “liberdade de expressão” que devia ter como contrapartida toda a gente bater palmas e estar a salvo da crítica?
Então e a “liberdade de pancada oposta” não existe?
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Dizem que são enraba-cabras mas avarentos e gananciosos não consta na História.
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Mas ele tem é um apelido giro para quem se preocupa com estas coisas- o sarraciono.
Eu prefiro o do Renato Carosone.
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Thilo Sarrazin foi exonerado do Bundesbank.
O Bundesbank está no seu direito de admitir ou exonerar de acordo com o seu modelo de gestão.
Sobre as reacções à publicação de um livro controverso, não é nada de novo.
Quem é que alimenta a intolerância?
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Bem, mas recordando umas coisas…
Tem piada o Gabriel ficar tão chocado com estes “julgamentos na praça pública” e pelo despedimento do sarraciono xenófobo e racista.
Eu cá lembro-me que o Arroja foi corrido daqui por muito menos.
E o Gabriel até garantiu- e com horas marcadas, que se não saísse ele, saía o Gabriel do Blasfémias.
Acho que ele se limitou a dizer uma coisa qualquer como “precaução dupla quando se lê teoria vinda de judeus”.
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Portanto, esta cena das reacções e dos processos de intenção têm dias.
E a treta de lhe chamarem “liberdade de expressão”, idem.
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Já para não falar em mim que continuo com o link para o Cocanha bloqueado.
“:O)))))))
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Teste.
Se passar é porque o link da Cocanha funcemina.
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Mais valia não teres má e desconfiares das minhas palavras, ó coisa pisca.
Não passa. E não passa em associação ao meu nick e e.mail.
Foi boicote do peixe podre e o Gabriel também teimava que era mentira.
Não é. O meu blogue está bloqueada. Nem sequer consigo escrever o link, aqui, na caixa de comentários.
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má-fé. toino.
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Aqui o pessoal do Blasfémias é demais. De segunda a quinta queimam a voz a apregoar a flexibilização laboral e até já vi por aí o João Miranda dizer que se o patrão não gosta das opiniões do empregado não deveria ser obrigado a manter-lhe o posto. De sexta a domingo a tónica já passa a ser “ai a liberdade de expressão, o Bundesbank não deveria poder despedir o gajo!”. Ou, se calhar, os princípios que defendem para os empregos privados não são os mesmos que defendem para os empregos públicos. Mas então isso não era manter os “privilégios” da Função Pública?
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No campo “Website” andas a escrever:
http://cocanha/
em vez de:
http://cocanha.blogspot.com/
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Mas dá mesmo vontade ir buscar os posts a justificarem a corrida que deram ao Pedro Arroja para se verem ao espelho.
Nessa altura também negaram que nada tinha a ver com “liberdade de expressão” mas liberdade de ter colaboradores numa cena colectiva.
Ora com este é o mesmo- pode-se dizer que ele é livre de expressar a opinião que entender e eles são livres de terem como funcionário quem entenderem.
Acho que já ouvi este slogan infinitas vezes quando se trata de justificar despedimentos.
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ò mongolóide- ando a escrever apenas Cocanha, meu mentecapto, porque, se escrever tudo completo, nem entra o comentário.
És muito burro. Então achas que eu não me fartei de escrever o link correcto ou que agora me tinha esquecido de preencher o resto?
mentecapto,
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Andas a escrever http://cocanha em vez de
http://cocanha.blogspot.com
Pois então pede ao Gabriel que vá ao Spam buscar os que levam o link completo.
E duvido que este entre.
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Agora vou tentar no resto.
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Teste:
http://cocanha.blogspot.com/2007/04/liberdade-um-bem-inestimvel.html
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És mesmo estúpida!
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Zazie, disse Celso, «o costume é a lei».
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Já foi liberto. Foi o Gabriel.
Vou aproveitar enquanto dura.
É isso mesmo, Crítico. Isto é à vez. Ou é liberdade de despedimento e de associação e colaboração com quem se quer, ou é problema de falta de liberdade de expressão.
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Pois. Aqui a lei é mais o costume.
Mas esta teve piada. É um fartote porque desacabelaram-se todos com umas bocas do Arroja.
A HM até fez ultimato e o CAA ainda pior. O Gabriel foi mais correcto. Ficou de tal modo chocado com essas bocas que preferia ser ele a largar o bloguinho de que tanto gosta.
Um sacrifício de honra por causa da “liberdade de expressão” de que não se gosta.
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Gabriel Silva
Obrigado pela divulgação desta história nada edificante.
Há temas demasiado perigosos para serem abordados. É um triste sinal dos tempos. Os novos censores têm cada vez mais poder e ocupam quase todo o espaço mediático. E são implacáveis para com os que ousam desafiá-los.
Quando o ditador Kadhafi disse, na recente visita a Itália, que os europeus devem aderir ao Islão não estava a proferir nenhuma provocação. Estava apenas a revelar um plano que há décadas vem sendo concretizado com a cumplicidade activa de uma certa esquerda. Basta observar a realidade. O afastamento da matriz cristã trouxe um vazio espiritual que o Islão procura ocupar. Não há notícia histórica de grandes civilizações sem religião. O cristianismo fez o mesmo há dois mil anos atrás. Não estou com isto a condenar o Islão – que é uma das três grandes religiões do Mundo e merece respeito -, estou apenas a constatar uma realidade.
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Nem a favor nem contra e fora de qualquer xenofobia, pouco resta que o deixar livre curso à natureza, aos ciclos della natura, com os ricos menos dados a crianças, a essa coisa chata de ter ‘crios’, e os pobres como os fanáticos, por uma razão inversa, propensos a dá-los mais e mais, que nem o milho, ou seja de roms ou seja de islams, não há volta a dar-lhe, já, se o comanda a mesma natura.
http://www.youtube.com/watch?v=P4j1pvqs508&feature=player_embedded#
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Olha, convidem-no para o Blasfémias, a ver quantos meses aguenta.
Enquanto lhe der para dar porrada no islão, na maior- hoje em dia é prova de civilidade.
Mas eu pagava para ver o que acontecia se ele escrevesse aqui as bocas à judiaria.
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O Império Romano, em parte, caiu por dentro. Os bárbaros começaram a ter posse de terrenos, a fundar colónias, mas tarde entraram nos cargos públicos, mas não era romanizados, as diferenças culturais entre ambos os povos mantinham-se. Olhem para trás e tirem as devidas lições.
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Este Marques anda a mostrar que ainda sabe fazer cópias.
“O afastamento da matriz cristã trouxe um vazio que o islão procura ocupar”.
Olha, tolinho, nunca viste o Jesus Camp e parece que te esqueceste que os evangélicos são cristãos.
E armagedónicos- a meias com quem se sabe. Foi com esse paleio que o Bush vendeu a guerra.
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Falei há uns tempos com um casal holandês, onde me relataram os problemas que estão a ter com a comunidade islâmica. Consta que nos hospitais ameaçam os médicos de morte se não conseguirem salvar a vida aos doentes, mesmo em casos de cancro terminal ou de acidentes graves. Roubam, não querem trabalhar e nas escolas criam mau ambiente. E os filhos não mudam, continuam iguais aos pais, são como os ciganos.
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O ateísmo militante, sim, esse ajuda a deixar vazios que depois são ocupados pelo proselitismo das minorias.
Mas isso é porque interessa a mão de obra e os negócios de carne no porão, a todos.
Esta treta foi feita a meias entre escardalhada e liberotontos. Uns de mão dada com o multiculturalismo e a utopia farrusca; os outros com a boleia para a negociata a todo o vapor.
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“O que não é aceitável é a condenação de quem profere ideias, sejam quais forem.”
Ideias, enfim, assentes num pensamento lógico, fundamentado, por não semelhar mera excrescência de puro desprezo ou ódio.
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Zazie, o deus dólar, como escreveu Eça de Queirós.
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Esta já é a 3ª geração. Já não são nada. Criaram o monstro e agora não sabem o que fazer com ele.
Mas ai de quem se atreva a por em causa a política de porta aberta ou a sacrossanta globalização. É logo apelidado de “facista”.
Por todos.
Esperem que apareça aí o mongo do Luck ou o Peluche e já vão ver.
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Exactamente- Mammon é o deus deles.
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Mas este tipo tem cá uma carinha de coninhas em imitação rasca do furrer que faz favor.
“:O)))))
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Agora eu acho muita piada é às farsas da Bismerkel.
Assim até dá gosto- um panzer daqueles e até é de esquerda.
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Eheh a globalização. Não vou dizer o nome do senhor do PSD que proferiu estas palavras, em privado, mas afirmou que o federalismo europeu levará a que os portugueses sejam os futuros criados de servir à mesa e as portuguesas as empregadas domésticas dos alemães ou dos nórdicos…
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Esse vídeo está cheio de erros.
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Ele pode ter a opinião que quiser, é livre para isso. Não pode é ocupar aquele cargo com opiniões daquelas. Parece-me simples.
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“Mas, e se for verdadeiramente isso tudo? Qual o problema mesmo? A liberdade de expressão deve ser plena, incluindo o direito ao disparate, pois que fica com quem o profere.”
Porque se não for verdade ofende. No limite cria condições para a desestabilização social. No primeiro caso por exemplo, imagine que alguém influente na sociedade (através da comunicação social ou livros ou o que for) começa a dizer que o Gabriel Silva e a sua família são um bando de burros que têm dificuldades na escola que não contribuem para a sociedade etc. E onde traçar linha? Porque não além de acusar disto acusar que são um bando de pedófilos e uns quantos deles são uns assassinos de primeira água?
Eu cá para mim não sei bem o que acho do que o senhor europa disse porque não li o livro dele mas fico no principio que a liberdade de uns acaba quando interfere com a liberdade dos outros.
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Essa treta da liberdade acabar onde começa a dos outros é uma grande cretinice.
A liberdade aumenta-se, não se quarta. E muito menos aumenta se a for restringida.
Nada disto vem ao caso porque o tipo tem mais que liberdade para o que lhe dá na gana e a política e cargos de poder são mesmo assim- não foram feitos para naives nem ele o deve ser.
Como diriam o carapau de corrida- faça um blogue. Há sempre a hipótese de fazer blogues.
Ou fazer-se convidado aqui da casa que aí é que eu pagava para ver.
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Tempos verbais errados, adiante.
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Civilidade é a arte da mentira. Ele deve saber isto, já que tem um cargo desses.
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Mas isto está bera. Como fizeram asneira agora rosnam e esta treta vai dar bota e da grande.
E, em vez de travarem ou mudarem as leis, vão fazer a asneira maior: instigar as matilhas.
Tal e qual como antes da guerra- populismo foleiro e provocação reactiva para quem aceitam entre portas.
E os tipos são mais que as mães e, enquanto os “ocidentais” abortam eles reproduzem-se que nem coelhos.
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Zazie, os governos ficam caladinhos, então e as negociatas com os países muçulmanos? Se os cristão forem maltratados e expulsos num país islâmico ninguém diz nada, mas se os muçulmanos não podem construir minaretes na Suiça chovem logo ameaças de boicote aos bancos por parte de vários países islâmicos. Os cristãos no Sudão são maltratados, alguém vê a mui católica Itálica a lançar ameaças? Mas quando se trata da Palestina e de Israel, o caso muda de figura.
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Chapelada ao corajoso Thilo e ao Gabriel.
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Tema para reflexão:
discutir este post à luz de este outro:
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ehehehe
O Miguel Madeira tem boa memória. Pois é mesmo para comparar.
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A proxima a ser demitida por dizer a verdade :
Merkel says violence of Muslim youths is a problem in Germany
Sep 4, 2010, 12:23 GMT
Berlin – Chancellor Angela Merkel has weighed in on Germany’s fierce immigration debate, acknowledging in an interview released Saturday that fervently religious Muslim youths tended to be more violent than others.
‘This is a big problem and we can talk about it openly, without arousing suspicions of xenophobia,’ Merkel said in the interview Bild am Sonntag newspaper, which is to be published Sunday.
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A liberdade de expressão só existe num determinado sentido.
Toda a gente pode chamar porco a um alemão.
Mas ninguém pode chamar chamar porco a um judeu ou a um muçulmano!
É a ditadura do «politicamente correcto».
Sarrazin é alemão, está na sua terra, e deve poder dizer aquilo que todos os alemães pensam mas que estão proibidos de dizer!
E ainda por cima o homem é socialista.
Imaginem se o homem fosse da direita!
Diriam que o homem era a nova encarnação do Hittler…
Força Sarrazin!
Manda esses idiotas para a puta que os pariu!
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Existe um diferença abissal:
Os Judeus trabalham na Agricultura e na Indústria, os Muçulmanos, esses, tem o petróleo . . .
E gastam-no istentosa e novo-ricamente : Vejam o Dubai . . .
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Quando avisto um judeu, mudo de passeio e meto logo a mão à carteira…
Quando avisto um muçulmano começo logo a correr a toda a velocidade não vá o desgraçado desintegrar-se na atmosfera…
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___ostentosamente______
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Mal li o texto lembrei-me logo do Pedro Arroja. O “Crítico” em 5 Setembro, 2010 às 6:10 pm mostrou bem a coisa.
Não se pode querer que a sociedade seja tolerante se nós mesmos não o conseguimos ser.
Ah, e achei piada ao “a liberdade … não se quarta” (sic), num comentário acima. Pode ser que a liberdade se ‘quinte’. 😀
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ehehe
O Skippy deu pela minha bacorada.
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Em Paris, no metro. Sentam-se à minha frente, dois tipos e nem sequer reparei no fácies dos ditos cujos. Olhando vagamente para o nada, isto é, para o fundo da carruagem,um deles, de forma grosseira perguntou:
-“Qu’est ce que tu regardes? Tu est raciste toi? Con! Je te casse la gueule!”
Nem queria acreditar, nem tinha dado conta das suas pouco diplomáticas gorduras e atreveu-se a ameaçar-me. Fiz de conta não ter percebido e respondi em português. Enfim, Paris no seu pior.
O tal banqueiro tem carradas de razão. Havia de ser bonito, se tivéssemos aqui problemas desses. Não haja dúvida de que a Reconquista sempre lhes está na memória e por outro lado, o facto de não sermos economicamente atractivos, sempre serve para alguma coisa.
*Quero lá saber das “cancioneiras” do costume. Que berrem à vontade.
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Ó Castelo-Branco, se leste o gajo, tinhas reparado que ele era capaz de dizer o mesmo em relação a ti.
É que ele estabeleceu categorias genéticas para imigrantes. Portanto, essa historieta de achares que só tocava em muçulmano são peneiras tuas.
Lá, tratam-te a pontapé e se fores com tretas a contar que até és filho de um Império, o mais que pode acontecer é dizerem-te que também têm criada portuguesa.
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Aliás, ele encontrou genes judaicos e biscainhos. Teve muita piada essa dos genes do País Basco e assim.
Imagina o que não encontraria para ti.
V.s nunca entenderam que um tuga é um preto sempre que se sobe um pouco mais para Norte.
Ainda andam convencidos que se notava que eram bem branquinhos só por viverem em África.
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Aliás, bastava recordar como é que os alemães tratavam os imigrantes portugueses noutros tempos.
A pontapé. Literalmente a pontapé nas fábricas de Dusseldorf.
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Caro Miguel (57)
Não vejo que se possa discutir um post «à luz» ou sequer em confronto com o outro.
Vejamos, o do jcd diz respeito a relações de trabalho, entre entidades empregadoras e empregado e/ou subordinado.
Não é de todo o caso.
Este senhor não é empregado nem está sequer sujeito a relação de subordinação. Ele faz parte do board de directores, todos por igual.
Acresce que se trata de uma cargo de nomeação política (pelo parlamento) mas cujo exercício é dele absolutamente independente.
Tanto assim é que por norma um director não pode ser afastado por nenhum outro poder, sendo a exoneração de um director um caso absolutamente excepcional tendo de ser realizado apenas e só pelo Presidente da República e por motivos muito precisos (não conhecendo a lei, julgo poder pressupor que a exposição de opiniões politicas/sociológicas/etc. não caibam em tais excepcionalismos…). Tanto assim é, que o presente Presidente, bem sabendo que a situação não confere com o previsto na lei, pretende escudar-se na previa opinião do parlamento e do governo antes de tomar a sua decisão, o que se por um lado satisfará o sistema politico e o respaldará de consequências politicas para satisfazer a turba, não evitará, nem poderá tal procedimento suprir a ilegalidade da coisa.
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A v. sorte foi terem sido réis em terra de cegos.
Tivessem ido para os bidonvilles ou para a boa da Alemanha e perdiam as peneiras em 3 tempos.
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Pois então, o Gabriel que faça o mesmo exercício com o exemplo que eu dei- a expulsão do Arroja do Blasfémias e a mesmíssima justificação que deram.
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Recordando exemplos de “liberdade de expressão” e reacções a ela, aqui no Blasfémias.
http://ablasfemia.blogspot.com/2007/04/dias-de-liberdade.html
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Quando se discute judeus, muçulmanos, portugueses e toda essa canalha, lá aparece a omnisciente «Zazie»….
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Alguém de bom senso, respondeu isto, a propósito da lapidação ao Arroja por ter sido politicamente incorrecto- como este tipo, mas os visados eram outros (esse sim, é que é o grande problema- com quem se brinca)
«E acrescento
Os Estados proferem ameaças de morte continuamente. Mas não é contra uma. Implicitamente é contra milhares.
Deveremos condenar (com prisão) então o incitamento à guerra (se o incitamento ao crime é crime…o incitamento ao mass-crime será apenas um “opinião livre?”) por todos os comentadores, analistas, não em nome de Deus mas em nome da “Razão”, “Democracia” and all that stuff?
Bom, na verdade, a liberdade de expressão (isto é, de dizer o que se quiser na propriedade de alguém com o consentimento deste) deve incluir tudo.
Podemos é concluir da moralidade.
Só os actos concretos e ligados directamente a crimes devem ser criminalizados.
Isso inclui o imã como inclui o incitamento à guerra por muitos e muitos “analistas” e “comentadores”.
PS: Não percebi essa sobre o Pedro Arroja.
PS2: e insisto, quem incentiva guerras é muito mais “culpado” do que uma simples fatah contra uma única pessoa, provavelmente sem qualquer concretização. E se a tiver é fácil identificar.
quarta-feira, 25 de Abril de 2007, 12:21:02
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«V.s nunca entenderam que um tuga é um preto sempre que se sobe um pouco mais para Norte.»
Português, andaluz, siciliano, grego, maltês…
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E tu vieste a quê, ó Arlindo? fazer de f a contar quem aparece e quem falta?
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Exacto. Todos pela mesma bitola. Mas há quem se imagine a enrolar a bigodaça loura, de capacete prussiano na mona.
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Os Afrikänders é que têm uma expressão boa para os portugueses: «pretos do mar».
Pois chegavam pelo mar….enquanto os outros andavam nas florestas e savanas!
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O bacano disse uma grande verdade:
«PS2: e insisto, quem incentiva guerras é muito mais “culpado” do que uma simples fatah contra uma única pessoa, provavelmente sem qualquer concretização. E se a tiver é fácil identificar.
Isto para responder aos histerismos da HM que já comparava o Arroja a um terrorista.
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Lá está outra vez a doida da «Zazie» a desancar na hassidica HM!
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O peixe podre a teorizar sobre “liberdade de expressão” e “ameaças religiosas” por causa de umas bocas do “colega” Arroja.
«”Caro JCD,
Respondo-lhe, mas é no post dos “cravos”, porque estamos a falar de liberdade de expressão, não é verdade?.
Pedro Arroja”
Esta questão não tem a ver com os cravos. Tem a ver com uma frase que escreveu no post “Dupla Precaução”. Esta:
“Aquilo que me surpreende é que ele não se tenha dado conta que tais ameaças de morte foram produzidas ao abrigo da mesma liberdade de expressão que ele, em primeiro lugar, defendeu.”
A questão é saber se uma ameaça de morte cabe no conceito da liberdade de expressão.»
Estas coisas são deliciosas de recordar.
E comparar.
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Doi-te à tabela?
Olha, lambe.
Para além disso tens alguma coisa a dizer?
Eu estou aqui a mostrar como este post do Gabriel é uma anedota e como essa expressão “liberdade de expressão” serve para tudo e o seu contrário.
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Ora explica lá onde é que está a consequência da defesa da blasfémia e da “liberdade de expressão” a sério- com cenas que metem políticos e forte influência social- com umas merdoquices virtuais em que reagem como se o Arroja tivesse feito uma declaração de guerra.
Literalmente. O tosco do peixe podre comparou a frase do Arroja a uma ameaça terrorista.
O CN é que desmontou bem a imbecilidade e contou logo que mais grave é incitar-se à guerra.
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Meus caros, o melhor que se pode fazer a um cavalheiro com o revelador nome de “Sarrazin” é investigar a sua genética e aplicar-lhe os seus próprios preceitos.
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Talvez o Sarrazin seja um um bom espécimen sarraceno.
Mas como é um cidadão alemão, ele tem todo o direito de olhar à sua volta, e ver que a multiculturalidade da porra alastra de forma alarmante.
O homem tem toda a razão!
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Pelos vistos a Zazie vai colocar o Cocanhas à disposição de todos. Bar aberto…
A rapariga ainda não percebeu a diferença entre publico e privado…
No caso deste tipo a questão resume-se: é ele um representante político do Governo Alemão? Se é nomeado pelo Governo deve poder demitido pelo Governo se este o quiser.
Se for um técnico e cumpre o seu serviço deve ser ilegal a sua demissão.
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ò imbecil- onde é que eu falei disso?
Em parte alguma. Limitei-me a comparar os vossos critérios com o caso do Arroja.
Tu, por exemplo- foste dos que defendeu a expulsão dele porque é sacrilégio mandar-se umas bocas politicamente incorrectas a neoliberais e pencudos.
E ele acertou logo nos 2 em cheio. E foi para a rua. Com levantamento de rancho e matilha agarrada às canelas.
E mais- até houve procissão de desagravo ao marrano das Espécies. Tudo em fila- com o ateu do CAA a liderar a palhaçada.
Aqui já não interessa a liberdade de expressão, pois não. Liberdade é apenas atacar os da moda e ai daquele que se atreva a boca aos intocáveis.
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Quanto ao público e privado nem foi exemplo meu. Foi do Miguel Madeira- vai lá chateá-lo que esse dá-te bailinho em 3 tempos.
O que eu disse é que os cargos políticos vivem da hipocrisia. E até chamei a isso “civilidade”.
E dei a indirecta para a Bismerkel que é tão chauvinista quanto todos os outros mas lá faz a fita “cívica”.
E é óbvio que este sarraceno germânico não há-de ser nenhum anjinho para vender livros destes.
E não é cientista para depois se desculpar com a pertinência da descoberta dos genes pencudos e bascos.
Ou isso não conta? só leste a parte dos turbantes?
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Mas por mim, bem pode continuar. Até tem piada ir a todos.
Assim ao menos sempre ficam baralhados.
Na volta vai ser preciso letreiro para a plateia de aficionados saber quando é que deve bater palmas e quando deve assobiar para o lado.
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Mas ficaste chateado pelo Gabriel ter desbloqueado o link.
Essa é que esse.
Mete uma cunha ao carapau que pode ser que tenhas sorte.
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Não percebo uma coisa… Então criticar as ideias do homem (O tal de Sarrazin) não é usar da liberdade de expressão tal como ele o fez em relação aos visados no seu livro?
Não é precisamente isso a liberdade de expressão?
As ideias acabam muitas vezes por antecipar as acções não? Se as ideias não nos agradam não faz todo o sentido combatê-las?
O gabriel Silva diz: “O que não é aceitável é a condenação de quem profere ideias, sejam quais forem. Mas nos dias de hoje, parece crescer assustadoramente o número dos que assim não pensam, o que é perigoso sinal para a liberdade geral.”
Perigoso é aceitar qualquer ideia! Não é essa a história do Homem, a condenação daqueles que proferem ideias contrárias ao que a comunidade aceita?
Para a Zazie: Há dias perguntei se era a mesma pessoa do cocanha e do blasfémias por uma questão de curiosidade: No cocanha parece mais comedida e tolerante do que aqui no blasfémias. Além disso no cocanha expressa melhor as suas ideias.
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Olha, que engraçado. O bloqueio voltou
—————————————
Eu acho que sou igual em todo o lado. Se me forem chatear ao Cocanha levam com a mesma corrida que aqui.
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E não sou tolerante com a imbecilidade e cretinice. Nem no Cocanha nem em parte alguma, mesmo ao vivo.
Agora, como é óbvio, o Cocanha não é um blogue político e os 2 ou 3 leitores que devem lá ir não promovem debates.
Mas sou a mesmíssima pessoa e tenho para lá insulto de 3 em pipa nas janelinhas. E gozo com o mesmo aqui, lá, em toda a parte.
Era impossível o contrário- verem-me com salamaleques ou betices ou cenas de “blogosfera no feminino” a fazer poesia e falar de intimidades.
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Mas vamos lá testar se aqui também dá bloqueio. Noutros posts já não entra o link para o Cocanha.
Foi o Gabriel que lá libertou a coisa ontem por parecer mal estar a defender a liberdade de expressão com censuras aqui.
Vou tentar a seguir. Se não entrar foi bloqueado.
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Experiência a ver se passa o link para http://cocanha.blogspot.com
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Passou. Vou tentar no outro onde não entrava. Limpei a cache.
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No post da mesmisse do LR não passa.
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Quanto muito, no Cocanha não deixo passar erros na primeira página porque não é coisa de chat instantâneo como nas caixinhas.
Mas, se quer saber, acho que é nas caixinhas que até exprimo melhor as minhas ideias porque o gozo que isto me dá é precisamente esse.
Estímulo mental em directo. Pensar para mim própria certas questões.
No Cocanha isso não acontece- aí faço brincadeiras e ofereço textos que são também misto de “arquivo de trabalho”
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Além de não ter o menor talento nem gosto de escrita. Se não fosse para dizer alguma coisa nem escrevia.
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(98)
Já é um bocado irritante ter que lhe tornar a dizer que não bloqueei (e portanto não desbloquei) coisa nenhuma, nem tem nada bloqueado por ninguém.
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Gabriel,
Irritante é, para mim, escrever e não entrar nenhum comentário sempre que vai o link para o Cocanha.
Entende?
É bom que entenda porque eu não gosto que me tomem por mentirosa.
Se eu digo que escrevo o link e o comentário não entra é porque é assim mesmo.
Percebeu?
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nada temos a ver com os seus problemas técnicos.
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E, se não foi v. ontem quem desbloqueou aquilo, quando até a coisa pisca fez a experiência e primeiro não entrava nada, então foi outro colega seu.
Mas não vai é levar a sua avante da má-fé e da cretinice de duvidar da minha palavra.
E já me mandou e.mails a dizer que eu não estou bloqueada, quando continuava a estar.
Estou- ainda agora fui ao outro post da “mesmisse do LR” e não entra com link completo para o Cocanha.
Diz que já disse isso, ou coisa no género e não aparece.
Não sei para que é que o Gabriel tem estas teimas comigo. Eu sei que v. não é pessoa falsa nem mentirosa e que se passa se duvidam da sua palavra.
Ora eu sou igual, nesse aspecto. Devia compreender melhor este “feito” comum.
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Arlindo,
Há uma diferença entre a colonização dos povos godos no Império Romano e a dos muçulmanos que ocorre na Europa. na primeira, os povos godos adoptaram o latim e integraram-ne no Império, infelizmente não de forma perfeita; na presente, eles querem-nos impor a sua cultura, a sua religião, as suas leis, e a sua língua.
Vou ser politicamente incorrecto agora. A nossa cultura, a europeia, é superior à mafomeca. Temos liberdade de religião, de expressão, económica, um sistema de apoio social que funciona infeliamente bem demais e uma ética de trabalho. Temos erros e más coisas? Temos, certamente os temos, e há que as corrigir. Mas apesar de todos esses erros, estou convicto que funcionamos uma ordem ou duas de magnitude melhor que as sociedades islamizadas. Afinal, e à laia de prova, são os europeus que vão em magotes para o Magreb ou eles que imigram para cá?
Tal como no fim do Império Romano, as pessoas deixaram de ter filhos e vão despovoando as cidades. E hoje não temos os godos que querem aprender latim, ser cristãos e ser parte do Império. Temos os Muhamadezecos que querem forçar-nos o árabe, o Mafoma e a sharia. Tal como no fim do Império, perdemos o respeito por nós próprios. Devíamos fazer-lhes ver que aqui mandamos nós, e que eles são hóspedes em casa alheia. Se querem impor o Islão, que o façam alhures. Se querem viver o Islão aqui pacatamente, são livres de o fazer; mas infelizmente um cristão não é tão livre de o fazer no Egipto, na Argélia, na Tunísia, no Dubai, na Turquia ou na Arábia Saudita.
A Europa Cristã está aberta a escrutínio. Comparemos as nossas civilizações presentes, sem andar em poéticas saudades com o Al-Andaluz, que não foi tão paradísico como Alhambra nos anda a sugerir.
Estou pronto para ser fuzilado pela esquerda caviar.
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#3, JF,
Podes lançar um livro como o Mein Kampf, e deves ter a liberdade de o fazer. Deves poder ter a liberdade de caricaturar Maomé ou Cristo, ou até defender a corrupção e que os engenheiros mal credenciados possam usar os seus cargos políticos para obter favores e apartamentos. Deves poder publicar um panfleto a defender o fim dos limites de velocidade. Deves poder dizer que os muçulmanos europeus se portam mal e que deviam retornar às suas casas e aos seus paraísos terreais.
Não podes é usar o teu cargo político para obter favores e apartamentos. Não podes matar, violar, furtar, comer pão com demasiado sal ou andar a mais de 120 Km/h na autoestrada. Não podes fazer justiça por contra própria sobre os muçulmanos europeus.
É esta a diferença. O Zarrazin não exortou à violência, verificou o que todos sabem. E se calhar foi apenas num capítulo de um livro muito mais geral— que infelizmente não tenho para ler.
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No PMF não entra, no LR não entra, no João Miranda não há bloqueio.
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E aqui já apagou um comentário.
Que engraçados que eles são. Que verdadeiros.
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E no post da HM há bloqueio.
Até agora só não há “problema técnico meu” nos posts do João Miranda (nem nunca houve, esse não é censor) e aqui. Mas aqui vão apagando o que não interessa que se leia.
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Somente para confirmar, declarar que não existe liberdade de expressão neste blog. (ponto)
Não é transversal a todos os autores porÊm JCD usa e abusa da censura, assim como CAA que é mais comedido.
P.S: E não se deve ao palavreado utilizado, a censura não é nem gramatical nem educacional…é direccionada e conveniente. (ponto)
Fiquem bem
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Caro Gabriel: infelizmente aqui está errado. Não há qualquer violação da liberdade de expressão. Acaso o homem vai ser processado, preso ou meramente punido por tribunais?
Legalidade não é moralidade. Liberdade de expressão quer apenas dizer ter a garantia de não se ser legalmente punido por exprimir algo – o que quer que seja. Não quer dizer proibir as pessoas de reagirem aos disparates (ou verdades) que alguém diz. Não quer dizer ter que aturar com paciência – e anuência – tais disparates.
Assim, temos o direito de dizer o que quer que seja. Mas os outros têm o direito de se afastar de nós se dissermos coisas que os incomodem. E tal como me é reservado o direito de não admitir em minha casa alguém que não aprecie, também na minha empresa é a mesma coisa (visto que ela é minha; e eu a posso encerrar quando quiser). E isto aplica-se a qualquer lado da questão: aos que não são racistas – e aos que são. Esta é uma das muitas razões porque as leis anti-discriminação são inimigas da sociedade – porque impedem as pessoas de se afastarem de outras pessoas cujo comportamento não aprovem, e permitem apenas ao estado fazer este julgamento – e perturbam assim um equilíbrio difícil e instável de civilidade.
Quanto à questão do local de trabalho ser uma instituição pública… não é tão simples quanto isto. No entanto o facto relevante é que, ao contrário do que o Gabriel diz, não há aqui cerceamento algum da liberdade de expressão. Tal só poderia acontecer se o senhor fosse processado (e punido) por dizer o que diz.
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João Paulo Magalhães (114)
«Não quer dizer proibir as pessoas de reagirem aos disparates (ou verdades) que alguém diz. Não quer dizer ter que aturar com paciência – e anuência – tais disparates.»
Claro. Nem ninguém disse o contrário.
«Mas os outros têm o direito de se afastar de nós se dissermos coisas que os incomodem.»
Certo. Mas o caso concreto não está em alguém se afastar dele, mas sim em afastá-lo…..o que não é a mesma coisa 🙂
«não há aqui cerceamento algum da liberdade de expressão. Tal só poderia acontecer se o senhor fosse processado (e punido) por dizer o que diz.»
Tem razão, aí é que discordamos: ele está em vias de ser despedido, afastado, demitido, não por qualquer motivo relacionado com o seu trabalho, desempenho ou mesmo declarações que pusessem em causa a sua idoneidade profissional para o cargo ou o bom nome da instituição, mas simplesmente porque outras pessoas não apreciam aquilo que julgam ser as suas ideias, movendo influencias politicas e mecanismos excepcionais para o sancionar, afastando-o, o que julgo totalmente inaceitável.
A via processual serviria, ao contrário do que afirma, não para o limitar na sua liberdade de expressão, uma vez que já publicou o seu livro, já se expressou livremente, mas sim para o responsabilizar por ofensas ou calúnias, se aplicável, responsabilização essa que é o contraponto legitimo e necessário da liberdade de expressão.
No caso concreto, e em outros similares, efectivamente, este tipo de pressões e sanções sobre a sua vida pessoal/profissional são formas especialmente graves de limitação da liberdade dele, e da liberdade em geral (pois outros sentir-se-ão futuramente limitados, por receio de enfrentarem igual situação), que foi o que me levou a escrever e a afirmar que é caso grave e perigoso.
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Zazie, na frase “A liberdade aumenta-se, não se quarta. E muito menos aumenta se a for restringida.” (comentário 54) quer dizer “coarcta” ou é mesmo do (novo) verbo “quartar” que se trata?
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#116, JAP,
Quartar é fazer em quartos, dividir ou partir. Pode ser que já seja um arcaísmo, mas dizia-se muito isto ainda há alguns anos nas zonas rurais perto de Coimbra.
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o caso concreto não está em alguém se afastar dele, mas sim em afastá-lo… o que não é a mesma coisa 🙂
Em primeiro lugar, “afastá-lo” não está -estritamente- correcto. Que conste, o senhor não foi apedrejado ou acossado como um cão: não foi fisicamente obrigado a manter-se distante das restantes pessoas. O que aconteceu foi que as pessoas, por reprovarem o que ele diz, se recusam a interagir com ele. Tanto na vertente pessoal (que registo com agrado não estar aqui em discussão), como economicamente – o pomo desta discórdia.
Adiante então. Cada transacção tem duas partes, e para que ocorra e seja livre, as duas partes têm de considerar individualmente a eligibilidade da outra parte para a transacção, tal como têm de acordar entre si os termos em que esta ocorre. Tanto os critérios de eligibilidade como os termos de transacção têm de poder ser livremente escolhidos, e sem restrições impostas por uma terceira parte (estado ou qualquer outro). Se não forem livres, no primeiro caso cerceia-se a liberdade de pensamento (ou, dado que tal é fisicamente impossível, a liberdade de expressão), e no segundo a liberdade de associação. Impôr contra a óbvia vontade do empregador que, por o empregado ter dito algo, não possa ser despedido corresponde (a menos que tal esteja expresso no contrato) a retirar ao empregador capacidade de julgamento. O empregador tem o direito de decidir e escolher quais são os critérios relevantes para a contratação: licenciatura, experiência, estupidez manifesta ou qualquer outro critério são relevantes para uma contratação se alguma das partes achar que são. Para o despedimento também. E por inerência, em qualquer transacção económica.
Em resumo, que isto não saiu simples: ninguém obrigou TS a fazer nada; por isso não está certo dizer que ele “foi afastado”. Outrossim, TS não tem o direito de obrigar alguém a interagir com ele. Liberdade de associação 101.
(O que complica esta análise é o facto de a propriedade sobre a qual ocorre a discórdia: não uma empresa privada, mas uma instituição pública).
No caso concreto, e em outros similares, efectivamente, este tipo de pressões e sanções sobre a sua vida pessoal/profissional são formas especialmente graves de limitação da liberdade dele, e da liberdade em geral (pois outros sentir-se-ão futuramente limitados, por receio de enfrentarem igual situação), que foi o que me levou a escrever e a afirmar que é caso grave e perigoso.
É precisamente isso que deve ser posto em prática, e é esse o único mecanismo intrínseco que a sociedade tem de acomodar simultaneamente a liberdade de expressão e as ideias perigosas: desencorajar que elas se tornem comuns. Ao achar o contrário, o Gabriel está a impedir as pessoas de se afastarem e repudiarem nazis enquistados, por exemplo (não afirmo que TS seja nazi; não o tendo lido não posso avaliar). O Gabriel está a substituir os dentes da sociedade pelas presas do estado (ie, pelas pessoas que ocupam o estado), algo que é muito mais perigoso.
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Mas alguém acredita na dita “tolerância” que apregoa a europa SOCIALISTA/SOCIAL-DEMOCRATA?? Tolerância para estas personagens é defender os gays e o pseudo-casamento entre eles, os transsexuais e mudança de sexo “à la minute”, defender e tentar impôr tudo o que seja para afrontar cristianismo, é defender à força a “integração” de muçulmanos, de ciganos que não querem respeitar a nossa sociedade. Tudo o resto, que venha noutro sentido, ou seja na defesa do casamento heterosexual, na defesa dos principios de uma europa judaico-cristã, na defesa da integração dos imigrantes c/regras clarinhas, tudo isto dizia, para esta gentinha já é intolerância. Democracia para esta gente que fez o Tratado de Lisboa e que toma decisões diariamente sem consultar os povos e de costas voltadas para os povos é uma coisa que eles definem e não aquilo que todos nós sabemos o que significa. Assim, também tolerância é para estes dirigentes, classe politica europeia em geral, uma coisa que eles inventaram e não o verdadeiro significado da palavra que todos os povos sabem bem o que significa.
Vivemos todos europeus numa mentira imposta por uns iluminados que se baseiam nos principios da Rev. Francesa para nos dizerem que há Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Tretas. O que há é a imposição de uma ideologia, o que há é cada vez mais o controlo do cidadão por parte de um super-estado e o que há cada vez mais é falta de liberdade, falta de tolerância.
É por isso que cada vez mais, aprecio os americanos, que perante um Obama que tenta impor ideias semelhantes às dos nossos queridos politicos europeus, reagem de imediato, porque acima de tudo, os americanos prezam e preservam sempre e acima de tudo a LIBERDADE DO INDIVIDUO.
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3 117- Sim, ao tempo que o Skippy reparou no meu erro e até me ri e chamei-lhe bacorada.
Mais alguma coisa?
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Francisco Colaço:
Foi bacorada minha e reparei mas depois não emendei.
Quem deu por isso foi o Elaites/Luis M. Machado. Esse nunca dá um erro e topa-os logo.
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Mas percebeu a ideia, JAP?
Ou também é dos que diz que a liberdade aumenta sempre que alguém o impede?
Para o caso era secundário. Não percebo este post. Nem é político, nem económico, nem sequer faz pensar.
É cartilha que não bate certo com os exemplos próprios, aqui, em formato de laboratório virtual.
Eu nunca faria a censura que os blasfemos fazem. Ainda assim, nunca diria que a expressão de certas tretas em termos públicos é sempre um dogma a permitir.
Fui contra a imbecilidade do Fitna, por exemplo- aqui defenderam-no.
Mas aqui expulsam um colaborador se manifestar ideias politicamente incorrectas em relação a questões intocáveis.
Portanto, é mentira. São dois pesos e duas medidas. E acho até mais hipócrita fingir-se que se defende a tal “liberdade de expressão” censurando sempre que vai contra umas tribos em vez de outras, que censurar por padrão de valores ou outra bitola.
Desde que sejam justos e tratem todos da mesma maneira, é mais correcto.
O cretino é inventar-se muitas aberturas para umas coisas e até acirrar matilhas e depois armarem-se em virgens ofendidas se há outros a quem se manda umas bocas.
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Oh Zazie: vem aqui pr’a cima que esse post já cheira mal.
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Mas não inclui o tal sarraceno naquele tipo de tretas que considero normal serem evitadas.
O ogre do Wilders, sim. Porque esse vive da provocação, é pago para a fazer e é um asco de sujeito.
Do mesmo modo que achei natural terem impedido aquele idiota do cientoino idolatrado pelos crentes de ETs na cena da genética aplicada a preto- o Watson (plagiador de Galton).
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Cada nome que estes bimbos têm. Arlindos e Laricas podiam emparelhar.
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Zazie:
Quando te dirigires ao comentador Arlindo, trata-o por «Vossa Mercê».
Não andámos na mesma escola.
O respeitinho é muito bonito.
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Isto aqui não é o blogo do doido do Arroja.
Aqui 2 e 2 são 4.
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Bem me queria vieste das Mercês.
Arlin@, o que é bom na freguesia das Mercês é bom nos Champs-Elysées
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#122, Zazie,
Se quartar for um erro seu, foi por ignorância. A palavra, pelo menos no jargão popular, existe.
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Parece que a Zazie tem-se esquecido de tomar a testesterona : daí o desconforto que persiste mostrar.
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______testoesterona_______
OUTO ASSUNTO:
___como estará no Largo do Rato o tenebroso caso do BANDO DOS 100 comandado pelo traidor NARCISO MIRANDA.
O visado afirma que não vai interromper as férias para recolher na caixa de correio da sua residencia a intimação do processo de expulsão do P.S. . . .
Sendo este a cabeça do polvo, como tratará os militantes que alinharam no bando?
MISTÈRIO INSONDÀVEL . . .
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Não. Foi por engano. Eu queria dizer coarctar= do latim -> coarctare= restringir, limitar, reduzir, etc.
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PRÓS e CONTRAS: Daniel Oliveira está a *penicar* no processual o no *segredo* essencial. TOLICE.
O Marinho Pinto também desvaloriza as vítimas. O Carlos Cruz sente-se perseguido . . .
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#136, Licas,
E dia haverá em que os únicos culpados no processo serão o Bibi e o Pedro Namora (sim, esse mesmo, que não faz mais que defender as vítimas).
Toda a gente, mesmo os supostos pedófilos, pode e deve protestar inocência. Agora, que raio andou a fazer a PJ e o Ministério Público para andar durante seis anos averiguando algo que em menos de três meses poderia ser verificado?
Em menos de três meses houve que conseguisse dar cabo de duas quadrilhas que furtavam em armazéns de empresa, e garanto-vos que eram muito mais difíceis de detectar que estes pedófilos.
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#133, Zazie,
É verdade, os nossos povos podem ser maiores latinistas que os segudores da neo-anglófila-acefalogia.
Antes dizia-se implantar, concretizar, realizar. Hoje implementa-se alguma coisa (o que quer dizer que na verdade não se vai realizar nada). Antes pormenorizava-se. Hoje detalha-se. Antes havia precaridade. Hoje, sei lá porquê (talvez influência da e-Internet) há precari-e-dade. Sempre houve a palavra rendibilidade. Hoje rentabiliza-se tudo, sei lá porquê. Hoje anda tudo mal empregue, em vez de empregados.
E há tantos exemplos como estes!
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137.Francisco Colaço disse
7 Setembro, 2010 às 10:44 am
#136, Licas,
E dia haverá em que os únicos culpados no processo serão o Bibi e o Pedro Namora (sim, esse mesmo, que não faz mais que defender as vítimas).
*********
Eu, que não sou um génio, nem ando perto, já tenho a boca seca de dizer desde há um ano, pelo menos: o único culpado do Caso é o Bibi.
O BIBI, prontos!!!
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Como o Caso da Garagem do Farfala / Ricardo Rodrigues foi resolvido no espaço de meses, eu defendo que a trupe da PJ de cá vá às ilhas para lhe ser ministrado um Curso Intensivo de Investigaçõ Criminal.
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—> As mais variadas ocorrências… não são uma surpresa… porque, hoje em dia, a Europa é dominada por uma ‘Política à Hitler’:
1-> Uma desesperada ‘Fuga para a Frente’… para a implosão!…
{nota: só os Parvos-à-Sérvia é que acreditam que os futuros/novos dominadores demográficos da região… irão preservar a antiga Identidade}
2-> Teorias (vulgo intolerância) para negar o Direito à Sobrevivência de outros!…
ANEXO:
SEPARATISMO NA EUROPA
—> Sim, quem quiser ficar à mercê do pessoal (africanos, islâmicos, etc) que anda numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios… QUE FAÇA BOM PROVEITO: tchau!….; todavia, pelo legítimo Direito à diferença:
TODOS DIFERENTES!!! TODOS IGUAIS!!!
— Isto é, TODOS os Povos Autóctones do Planeta Terra:
-> Inclusive os de ‘baixo rendimento demográfico’ (reprodutivo)!…
-> Inclusive os economicamente pouco rentáveis!…
devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no Planeta!!!
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Esta é para a Zazie.
Sabe que o seu camarada Fidel de Castro já percebeu, e disse-o, que o Anti-Semitismo da República Islâmica do Irão (mas que raio de adjectivo. . .) é injusta e potencialmente susceptível de levar á Guerra Atómica?
APRENDA que ele não viverá para sempre. . .
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