Nunca tinha assistido a uma declaração tão “jumenta”.
Esta Sra.! pensa e vive nas suas “Aventuras”, sem noção do ridículo da sua actuação.
Por mim, subtitua-se o antigo Vitinho…e a Sra. Ministra poderá dar as Boas Noites às nossas crianças todas as noites…mas só e tão só! que os deveres inerentes ao seu Ministério estão além das suas capacidades.
Desta senhora ninguém diz mal porque senão perdem direito aos convites para as vernissages e os concertos na Gulbenkian …
ah! pois! o rissol ainda é o jantar de muita gentinha!
Eu cá tenho muito orgulho numa ministra da educação que faz figuras destas. O Sampaio teve de ser assistido no hospital , tal o arrependimento de ter despedido o Santana Lopes.
Eu gosto das floooores!
A bandeira azul com estrelinhas é de alguma companhia de seguros de crédito? Perdoem-me a pergunta, mas esta míopia é grave.
Que bo!, este ano, correspondendo ao apelo ministerial, as criancinhas vão deitar-se cedo. Finalmente… vencidas pelo cansaço.
E trocou a mulher o ledo engano em que vivia como “escritora” (chiça!) pela demonstração da mais absoluta nulidade na praça pública.
É preciso topete, como diria o outro.
Talvez passe assim..
Na Finlândia, só três por cento dos estabelecimentos têm mais de 600 alunos
Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas
19.07.2010 – 07:49 Por Clara Viana
Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.
Os primeiros grandes agrupamentos nascem no próximo ano lectivo (Rui Gaudêncio (arquivo))
A criação de grandes agrupamentos escolares que irá começar a tomar forma em Portugal no próximo ano lectivo está em queda noutros países, que já viveram a experiência e tiveram maus resultados. Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência.
Em Portugal, para já, os novos agrupamentos, que juntam várias escolas sob uma mesma direcção, terão uma dimensão média de 1700 alunos, in- dicou o secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata. O número limite fixado foi de três mil estudantes.
Em Nova Iorque, o mayor Michael Bloomberg tem vindo a fazer precisamente o oposto. Desde 2002 foram fechados ou estão em processo de encerramento 91 estabelecimentos. Entre estes figuram mais de 20 das grandes escolas públicas secundárias da cidade, que foram substituídas por 200 novas unidades. Nas primeiras chegavam a coabitar mais de três mil alunos. Nas novas escolas, o número máximo vai pouco além dos 400.
Em algumas das grandes escolas que fecharam portas eram menos de 40 por cento os alunos que tinham êxito nos estudos. No conjunto das escolas da cidade, esta percentagem é de 60 por cento, mas entre os estudantes que estão nas novas unidades já subiu para os 69 por cento, revela um estudo financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, divulgado no final do mês passado.
A fundação criada pelo dono da Microsoft tem sido um dos parceiros da administração do mayor Bloomberg na implementação da reforma lançada há oito anos. O estudo, desenvolvido pelo centro de investigação MDRC, abrangeu 21 mil estudantes, dos quais cerca de metade está já a frequentar as novas escolas. Uma das conclusões: entre estes, a taxa de transição ou de conclusão dos estudos é superior em sete pontos à registada entre os alunos inquiridos que frequentam outros estabelecimentos de ensino.
Uma escala mais humana
Até 2014 terão passado à história dez por cento dos estabelecimentos com piores resultados. O objectivo fixado por Bloomberg duplica a meta estabelecida pela administração de Obama, que no ano passado desafiou os estados a fecharem cinco por cento das suas escolas mais fracas. No âmbito do novo programa Race to the top, lançado para combater o insucesso escolar, aos estados com melhores estratégias e resultados serão garantidos mais fundos para a educação.
Mas o objectivo não é só fechar as escolas com milhares de alunos e substituí-las por unidades com uma dimensão mais humana – embora este enfoque na “personalização” seja considerado vital. A mudança de escala está também a ser acompanhada pela implementação de novos currículos, pela fixação de um corpo docente mais qualificado e por uma maior autonomia das escolas.
Esta aposta em escolas mais pequenas, mais bem qualificadas e com maior autonomia faz também parte das prioridades do novo primeiro-ministro conservador britânico, David Cameron, o que, a ser levado por diante, constituirá uma profunda inversão da tendência registada na última década no Reino Unido. O número de escolas com mais de dois mil estudantes quase quadruplicou e cerca de 55 por cento das secundárias têm mais de 900 alunos.
Com esta dimensão, a função dos docentes passou frequentemente a ser mais a de “apagar fogos” do que a de ensinar, constata-se num documento elaborado pela organização de professores Teach First.
Aumentar permite poupar
Um estudo elaborado há uns anos pelo EPPI-Centre, de Londres, com base nas experiências dos países da OCDE, concluía que os alunos tendem a sentir-se menos motivados nas escolas maiores e que os professores se sentem menos felizes com o ambiente vivido nestas.
Francamente interessante a sua exposição Maria de Lurdes e digo-lhe por experiência e conhecimento de, que ÓBVIAMENTE escolas e estabelecimentos de ensino com menos alunos e consequente maior acompanhamento e proximidade entre educandos e educadores se revelam mais produtivas, com superior qualidade da prestação da matéria prima em questão: A Educação.
Simplesmente errou no blog…por cá defende-se a privatização do ensino e como qualquer ser pensante sabe, as empresas privadas, concentram-se na obtenção a curto prazo do lucro e no processo fabril e mecanizado do ensino…e escolas com poucos alunos não serão rentáveis, especialmente porque podem garantir o igual canudo massificando o ensino (qual novas oportunidades não públicas mas privadas) e assim se abdica do amanhã.
Cumprimentos e agradeço o conhecimento deste texto.
“The Bostonians
Luís Campos e Cunha no Público de hoje:
A educação – outro problema calamitoso – também não deu boas notícias com a perspectiva do fim das reprovações. Há uns meses, numa conferência em S. Francisco na Califórnia, um professor americano já reformado, que escreveu muito sobre Espanha e também sobre Portugal, perguntou-me qual a razão dos maus resultados do ensino nacional. (…) A finalizar disse-lhe que boa parte da culpa também era deles, americanos. Perante a surpresa expliquei-lhe que no final dos anos sessenta (ou princípios de setenta) um ministro da Educação tivera a ingenuidade de mandar umas dezenas de pessoas estudar “ciências da educação” nos Estados Unidos. Ele interrompeu-me perguntando: não me diga que foram para Boston. Exactamente, disse-lhe. O meu amigo respirou fundo e calmamente concluiu: então, o caso é mesmo muito
grave.” http://www.educar.wordpress.com/2010/08/06/the-bostonians/#comments
Isabel Alçada – Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar
■Mestrado em Análise Social da Educação, Universidade de Boston, EUA (reconhecido pela
Universidade Nova de Lisboa), 1984
■Licenciatura em Filosofia, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1974
■Professora do 2.º Ciclo do Ensino Básico, de Português e História, 1976-1984
■Professora-Adjunta, Escola Superior de Educação de Lisboa, Área: Sociologia da Educação,
desde 1985
«Natércio Afonso, 61 anos, é o homem que vai definir metas de aprendizagem na educação, coordenando um estudo a convite da ministra da Educação Isabel Alçada. (…) A relação entre Natércio Afonso e Isabel Alçada remonta à década de 70, altura em que foram colegas como orientadores de estágio. Já depois fizeram mestrado na mesma universidade. (…)» http://www.ionline.pt/conteudo/32950-fixe-este-nome-natercio-ele-vai-fixar-as-metas-dos-seus-filhos
«Muito Interessante A Vários Níveis
Um deles os participantes. Será que por lá andarão, cordatos, algumas das vozes dissonantes de outrora?
Tomem bem atenção aos prelectores… e relembrem algumas nomeações, mais ou menos recentes…
«Directores das escolas preparam-se para novos modelos de gestão
Começa amanhã um programa promovido pela Microsoft Portugal em parceria com o Ministério da Educação com vista a preparar os directores das escolas do ensino básico e secundário para os novos modelos de gestão das escolas.
Denominado Líderes Inovadores, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais nas áreas da “gestão estratégica, marketing, liderança e inovação, gestão de equipas”, avança a tecnológica em comunicado.
Workshops, formação online, trabalhos autónomos, conferências e debates são algumas das modalidades de formação previstas, numa acção com o objectivo de “incutir maior responsabilização e pro-actividade aos profissionais da educação, promovendo uma mudança organizacional nas escolas”, detalha a mesma fonte.
O programa desenvolve-se em três etapas. A primeira fase, com início amanhã, na Universidade Lusófona, será constituída por workshops. A segunda etapa está orientada para a realização de um plano de melhoria e desenvolvimento para a escola e a terceira passa pela avaliação da implementação dos planos de melhoria.
Dezembro de 2010 é a data prevista para conclusão dos trabalhos.
A coordenação científica está a cargo de José Canavarro (professor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado) e entre os especialistas convidados estão confirmados os nomes do ex-ministro da Educação Roberto Carneiro e dos professores universitários Jorge Adelino Costa (Universidade de Aveiro), Manuel José Damásio (Lusófona) e Natércio Afonso, que coordenou o estudo do Ministério da Educação sobre “Aprendizagem na Educação”.
Presença assegurada serão também os responsáveis de empresas (que acompanharão a criação e implementação dos Planos de Melhoria nas Escolas) como a NDrive, Sumol/Compal, Merck, Parpública, BESI, CIP, BluePharma ou de instituições bancárias como o BES ou Montepio. http://www.educar.wordpress.com/2010/05/07/muito-interesante-a-varios-niveis/
Ridícula.
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Nunca tinha assistido a uma declaração tão “jumenta”.
Esta Sra.! pensa e vive nas suas “Aventuras”, sem noção do ridículo da sua actuação.
Por mim, subtitua-se o antigo Vitinho…e a Sra. Ministra poderá dar as Boas Noites às nossas crianças todas as noites…mas só e tão só! que os deveres inerentes ao seu Ministério estão além das suas capacidades.
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errata: substitua-se
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Desta senhora ninguém diz mal porque senão perdem direito aos convites para as vernissages e os concertos na Gulbenkian …
ah! pois! o rissol ainda é o jantar de muita gentinha!
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Quando sai o livro “Uma Aventura no Ministério”? Ouvi dizer que acaba mal…
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Não sabia se havia de rir ou chorar, mas acabei a chorar por toda uma geração perdida e desgraçada por esta gentinha que nos governa
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Que nojo!
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Eu cá tenho muito orgulho numa ministra da educação que faz figuras destas. O Sampaio teve de ser assistido no hospital , tal o arrependimento de ter despedido o Santana Lopes.
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E eu que pensava que nunca haveria Ministra de Educação tão ridícula como a Dona Lurdes…
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Ai meu Deus! Coitadinha da senhora, coitadinha da Educação!
Volte para as suas historinhas e deixe a realidade em paz.
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Três comentários:
Eu gosto das floooores!
A bandeira azul com estrelinhas é de alguma companhia de seguros de crédito? Perdoem-me a pergunta, mas esta míopia é grave.
Que bo!, este ano, correspondendo ao apelo ministerial, as criancinhas vão deitar-se cedo. Finalmente… vencidas pelo cansaço.
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É uma remake:
http://lishbuna.blogspot.com/2010/09/o-pobre-coelhinho-compreendeu-e-embora.html
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Sem comentários…
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E trocou a mulher o ledo engano em que vivia como “escritora” (chiça!) pela demonstração da mais absoluta nulidade na praça pública.
É preciso topete, como diria o outro.
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Com esta declaração a Sra. Ministra faz de todos os portugueses uns atrasadinhos mentais.
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Talvez passe assim..
Na Finlândia, só três por cento dos estabelecimentos têm mais de 600 alunos
Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas
19.07.2010 – 07:49 Por Clara Viana
Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.
Os primeiros grandes agrupamentos nascem no próximo ano lectivo (Rui Gaudêncio (arquivo))
A criação de grandes agrupamentos escolares que irá começar a tomar forma em Portugal no próximo ano lectivo está em queda noutros países, que já viveram a experiência e tiveram maus resultados. Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência.
Em Portugal, para já, os novos agrupamentos, que juntam várias escolas sob uma mesma direcção, terão uma dimensão média de 1700 alunos, in- dicou o secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata. O número limite fixado foi de três mil estudantes.
Em Nova Iorque, o mayor Michael Bloomberg tem vindo a fazer precisamente o oposto. Desde 2002 foram fechados ou estão em processo de encerramento 91 estabelecimentos. Entre estes figuram mais de 20 das grandes escolas públicas secundárias da cidade, que foram substituídas por 200 novas unidades. Nas primeiras chegavam a coabitar mais de três mil alunos. Nas novas escolas, o número máximo vai pouco além dos 400.
Em algumas das grandes escolas que fecharam portas eram menos de 40 por cento os alunos que tinham êxito nos estudos. No conjunto das escolas da cidade, esta percentagem é de 60 por cento, mas entre os estudantes que estão nas novas unidades já subiu para os 69 por cento, revela um estudo financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, divulgado no final do mês passado.
A fundação criada pelo dono da Microsoft tem sido um dos parceiros da administração do mayor Bloomberg na implementação da reforma lançada há oito anos. O estudo, desenvolvido pelo centro de investigação MDRC, abrangeu 21 mil estudantes, dos quais cerca de metade está já a frequentar as novas escolas. Uma das conclusões: entre estes, a taxa de transição ou de conclusão dos estudos é superior em sete pontos à registada entre os alunos inquiridos que frequentam outros estabelecimentos de ensino.
Uma escala mais humana
Até 2014 terão passado à história dez por cento dos estabelecimentos com piores resultados. O objectivo fixado por Bloomberg duplica a meta estabelecida pela administração de Obama, que no ano passado desafiou os estados a fecharem cinco por cento das suas escolas mais fracas. No âmbito do novo programa Race to the top, lançado para combater o insucesso escolar, aos estados com melhores estratégias e resultados serão garantidos mais fundos para a educação.
Mas o objectivo não é só fechar as escolas com milhares de alunos e substituí-las por unidades com uma dimensão mais humana – embora este enfoque na “personalização” seja considerado vital. A mudança de escala está também a ser acompanhada pela implementação de novos currículos, pela fixação de um corpo docente mais qualificado e por uma maior autonomia das escolas.
Esta aposta em escolas mais pequenas, mais bem qualificadas e com maior autonomia faz também parte das prioridades do novo primeiro-ministro conservador britânico, David Cameron, o que, a ser levado por diante, constituirá uma profunda inversão da tendência registada na última década no Reino Unido. O número de escolas com mais de dois mil estudantes quase quadruplicou e cerca de 55 por cento das secundárias têm mais de 900 alunos.
Com esta dimensão, a função dos docentes passou frequentemente a ser mais a de “apagar fogos” do que a de ensinar, constata-se num documento elaborado pela organização de professores Teach First.
Aumentar permite poupar
Um estudo elaborado há uns anos pelo EPPI-Centre, de Londres, com base nas experiências dos países da OCDE, concluía que os alunos tendem a sentir-se menos motivados nas escolas maiores e que os professores se sentem menos felizes com o ambiente vivido nestas.
Ver vídeo..vale mesmo a pena.
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Francamente interessante a sua exposição Maria de Lurdes e digo-lhe por experiência e conhecimento de, que ÓBVIAMENTE escolas e estabelecimentos de ensino com menos alunos e consequente maior acompanhamento e proximidade entre educandos e educadores se revelam mais produtivas, com superior qualidade da prestação da matéria prima em questão: A Educação.
Simplesmente errou no blog…por cá defende-se a privatização do ensino e como qualquer ser pensante sabe, as empresas privadas, concentram-se na obtenção a curto prazo do lucro e no processo fabril e mecanizado do ensino…e escolas com poucos alunos não serão rentáveis, especialmente porque podem garantir o igual canudo massificando o ensino (qual novas oportunidades não públicas mas privadas) e assim se abdica do amanhã.
Cumprimentos e agradeço o conhecimento deste texto.
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A outra, a Lurdes, fazia chorar. Esta, a Isabel, infelizmente para os pais e para os alunos, faz rir,
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É no que dá a palhaçada das quotas de género.
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A senhora julga que está num conselho de ministros?
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Completamente acéfala.
Diz-se que temos os governantes que merecemos…é triste, qualquer que seja a perspectiva.
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Mestra de Bostan!
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Ela já nasceu assim?
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“The Bostonians
Luís Campos e Cunha no Público de hoje:
A educação – outro problema calamitoso – também não deu boas notícias com a perspectiva do fim das reprovações. Há uns meses, numa conferência em S. Francisco na Califórnia, um professor americano já reformado, que escreveu muito sobre Espanha e também sobre Portugal, perguntou-me qual a razão dos maus resultados do ensino nacional. (…) A finalizar disse-lhe que boa parte da culpa também era deles, americanos. Perante a surpresa expliquei-lhe que no final dos anos sessenta (ou princípios de setenta) um ministro da Educação tivera a ingenuidade de mandar umas dezenas de pessoas estudar “ciências da educação” nos Estados Unidos. Ele interrompeu-me perguntando: não me diga que foram para Boston. Exactamente, disse-lhe. O meu amigo respirou fundo e calmamente concluiu: então, o caso é mesmo muito
grave.”
http://www.educar.wordpress.com/2010/08/06/the-bostonians/#comments
Isabel Alçada – Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar
■Mestrado em Análise Social da Educação, Universidade de Boston, EUA (reconhecido pela
Universidade Nova de Lisboa), 1984
■Licenciatura em Filosofia, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, 1974
■Professora do 2.º Ciclo do Ensino Básico, de Português e História, 1976-1984
■Professora-Adjunta, Escola Superior de Educação de Lisboa, Área: Sociologia da Educação,
desde 1985
«Natércio Afonso, 61 anos, é o homem que vai definir metas de aprendizagem na educação, coordenando um estudo a convite da ministra da Educação Isabel Alçada. (…) A relação entre Natércio Afonso e Isabel Alçada remonta à década de 70, altura em que foram colegas como orientadores de estágio. Já depois fizeram mestrado na mesma universidade. (…)»
http://www.ionline.pt/conteudo/32950-fixe-este-nome-natercio-ele-vai-fixar-as-metas-dos-seus-filhos
«Muito Interessante A Vários Níveis
Um deles os participantes. Será que por lá andarão, cordatos, algumas das vozes dissonantes de outrora?
Tomem bem atenção aos prelectores… e relembrem algumas nomeações, mais ou menos recentes…
«Directores das escolas preparam-se para novos modelos de gestão
Começa amanhã um programa promovido pela Microsoft Portugal em parceria com o Ministério da Educação com vista a preparar os directores das escolas do ensino básico e secundário para os novos modelos de gestão das escolas.
Denominado Líderes Inovadores, conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais nas áreas da “gestão estratégica, marketing, liderança e inovação, gestão de equipas”, avança a tecnológica em comunicado.
Workshops, formação online, trabalhos autónomos, conferências e debates são algumas das modalidades de formação previstas, numa acção com o objectivo de “incutir maior responsabilização e pro-actividade aos profissionais da educação, promovendo uma mudança organizacional nas escolas”, detalha a mesma fonte.
O programa desenvolve-se em três etapas. A primeira fase, com início amanhã, na Universidade Lusófona, será constituída por workshops. A segunda etapa está orientada para a realização de um plano de melhoria e desenvolvimento para a escola e a terceira passa pela avaliação da implementação dos planos de melhoria.
Dezembro de 2010 é a data prevista para conclusão dos trabalhos.
A coordenação científica está a cargo de José Canavarro (professor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado) e entre os especialistas convidados estão confirmados os nomes do ex-ministro da Educação Roberto Carneiro e dos professores universitários Jorge Adelino Costa (Universidade de Aveiro), Manuel José Damásio (Lusófona) e Natércio Afonso, que coordenou o estudo do Ministério da Educação sobre “Aprendizagem na Educação”.
Presença assegurada serão também os responsáveis de empresas (que acompanharão a criação e implementação dos Planos de Melhoria nas Escolas) como a NDrive, Sumol/Compal, Merck, Parpública, BESI, CIP, BluePharma ou de instituições bancárias como o BES ou Montepio.
http://www.educar.wordpress.com/2010/05/07/muito-interesante-a-varios-niveis/
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Esta gaja é parva todos os dias ou tem dias de folga?
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Folga a 30 de Fevereiro.
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É mesmo assim todos os dias. Ou melhor: tem dias piores do que este!
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CROMA!
RIDÍCULA!
TÃO, TÃO, TÃO MAUUUUUUUUUUU!
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