Havana precisará de bispo?
15 Setembro, 2010
D. Carlos Azevedo diz que é “indecente” o actual modelo económico entendendo D. Carlos Azevedo que o actual modelo económico é o capitalismo. Acompanho pouco a vida da Igreja Católica em Cuba mas creio que o Bispo de Havana agradeceria que o presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social portuguesa viajasse até àquela cidade e com esta clareza que o caracteriza se pronunciasse sobre outros modelos económicos. Caso Havana não lhe fique a jeito também pode seguir para Caracas e observar in loco a que leva o seu tipo de discurso. Mas é claro que nessas circunstâncias os bispos ficam afónicos. Ou quase. É que o capitalismo tem muitos defeitos mas costuma garantir uma vida tranquila e muita consideração àqueles que o criticam.
38 comentários
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Quem sabe se o senhor terá visitado países capitalistas tipo jamaica, haiti, equador, paquistão, etc. e tenha formado a sua opinião por aí.
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Vamos ver se entendi:
Como os regime de Castro e de Chavez são execráveis a única alternativa é o capitalismo actual, o mesmo que só nos tem trazido a nós bens incontáveios e que nos trará os amanhãs que cantam e a vida eterna.
Não será ter uma fé inabalável no sistema e falta de imaginação para alternativas?
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Pois claro que é bonito pôr as coisas assim, mas olhemos de cima a realidade. Portugal tem 3 milhões de pobres – a estatística diz coisas, como não ser pobre ter rendimento acima de 500 euros mensais, e. g., o que é muito engraçado, com rendas e tudo – o Estado mata e asfixia tudo com impostos, burocracia, agências para tudo e nada. Assim, não temos sequer capitalismo. E como isto são factos, ou antes, observações de um sistema complexo, dominado por canalha e irmandades inimigas das pessoas individuais, sim, o Bispo tem razão. E não, não vivemos num capitalismo, mas sim numa quase Albânia, com ares de respeitabilidade. Não interessa o nome na etiqueta, mas sim os resultados. Seria bom sermos outra coisa. Mas não somos. Há pior? Há. Mas o nosso sistema não presta. Pergunte-se aos pobres e aos desempregados. Espere, há mais: metade das famílias empregadas esteve na pobreza oficial pelo menos em um dos últimos cinco anos. Sim, o Bispo tem razão!
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Outra das caracteristicas do capitalismo são os inumeráveis mortos e miséria que vai deixando como rastro… e cada vez mais.
Oh Srª Helena Matos julga que toda a miséria que há por este mundo fora não é resultado do capitalismo?
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A Igreja Portuguesa é uma desgraça. O clientelismo e dependência como ideologia.
“…países capitalistas tipo jamaica, haiti, equador, paquistão, etc. e tenha formado a sua opinião por aí….”
Um dos esteios do capitalismo é propriedade privada, segurança nos negócios e uma justiça que funcione mas vocês na Esquerda continuam a sequer fazer um minímo de esforço intelectual para entender tal coisa.
“Outra das caracteristicas do capitalismo são os inumeráveis mortos e miséria que vai deixando como rastro”
Eu só vejo o capitalismo a chegar ao 3ºMundo e a aumentar a riqueza para números nunca vistos. Os mortos e a miséria fica com os totalitários: sejam de esquerda ou islamistas
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O comunismo trouxe mortes, miséria, fome, repressão, canibalismo, terrorismo, tráfico de droga e deportações: tudo em doses industriais (Cuba, Etiopia, Coreia do Norte, Vietname, Myanmar, Ucrânia, Paises Bálticos, Venezuela (200000 mortos em 10 anos), Zimbabwe, Angola, Moçambique, etc. A transição para o comunismo tem piorado todos os países: economicamente, socialmente e sempre feito perigar a paz mundial com o seu militarismo desenfreado (mercenários cubanos, apparatchiks, “Os rapazes de Lenine”, as Chekas, os Partizan, etc).
Viva o capitalismo
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O capitalismo é terrivel.
Por isso é que a China o adoptou.
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Toda a gente sabe que o actual modelo económico-social português é do mais perfeito que já houve à face da Terra.
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Os comunistas e vendedores de utopias estatizantes mataram dezenas e dezenas de milhões com isso demonstrando, uma e outra vez e sempre, o seu total desprezo pela vida humana.
O capitalismo – ainda que de forma mitigada – sempre trouxe prosperidade a quem o adoptou. Até em Cuba, se bem que tenham sido precisos 50 anos para mudar o rumo.
Seria bom que a prelatura da igreja católica estudasse um bocadinho de história e desse modo se aliviasse de muita da canga para-marxista de que muitos dos seus membros padecem.
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Helena Matos
Pedir a revisão de um modelo não é o mesmo de que pedir a sua destruição.
A Igreja em nenhum momento disse que a Economia de Mercado tinha que desaparecer…A Igreja tem criticado sempre todos os sistemas que se colocam acima da pessoa humana não respeitando a sua dignidade. É evidente que há mecanismos do capitalismo que são injustos… ver numa referência a essa injustiça a abertura de um caminho que nos leve a Caracas ou Havana é demagogia. Achar que a Igreja não reage contra os que se passa em Caracas ou Havana é desconhecimento.
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A Igreja reage em Caracas mas em Havana negociar o desterro de pessoas cujo único crime foi usar de liberdade de expressão sabe a pouco… mesmo muito pouco. O problema de Portugal não é o capitalismo é apenas o socialismo.
Usando uma frase de Esperanza Aguirre hoje, ver comunistas falar contra a fome e a liberdade de expressão é a mesma coisa que Paris Hilton falar em fundar conventos.
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O capitalismo português está enviezado e ferido de morte pela acção socialista dos últimos dez anos :
1º) A Justiça está dominada e domesticada pelos socialistas e pura e simplesmente não funciona , impedindo a resolução de qualquer contrato em tempo útil , e desta maneira impedindo os negócios e assim travando o capitalismo.
2º) A propriedade privada em Portugal tem sofrido fortes ataques , tanto pelo partido fascista de salazar como pelo partido socialista , sendo o caso mais grave as varias leis do arrendamento que pura e simplesmente extorquem os proprietarios dos direitos que teriam num regime capitalista.
3º)è uma odisseia kafkiana começar um pequeno negocio em Portugal! Não é capitalismo!
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Desde o século desanove, a Igreja Católica tem uma doutrina social (e, consequentemente, uma visão própria da economia) muito bem definida.
Não tem nada a ver com os diversos socialismos, em reacção aos quais, como a Helena sabe melhor do que eu, ela tentou inscrever-se.
Argumentar que quem não é favorável a um capitalismo de modelo Reagan só tem com alternativa o modelo cubano, não me parece lá muito decente.
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Indecente é o numero de padres pedófilos comprovados q se passeiam impunemente nas arcadas do Vaticano!!!
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PURO, TRISTE E FEIO MANIQUEÍSMO
Então, Helena Matos, estava indisposta é?!
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“O comunismo trouxe mortes, miséria, fome, repressão, canibalismo, terrorismo, tráfico de droga e deportações: tudo em doses industriais”, lá dizia o meu avô com a seringa espetada atrás da orelha enquanto o comuna de serviço fazia um belo guisado com o seu netinho.
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se calhar estava na altura de inovar. o socialismo é treta. se não nos deixarem ficar com a maior parte do nosso trabalho…trabalhamos cada vez menos , ninguém curte alimentar piolhos ; o capitalismo dos últimos tempos , hiperconsumo descartável e luxo , tb não dá ( não tarda não há matérias primas para ninguém , se os chinocas se lembram de aderir em massa à coisa , além de que é pescadinha de rabo na boca , se a gente deixa de consumir e poupa , é o que se vê : não há emprego e patati patata ). ora , o pensamento económico social podia fazer um intervalinho nas demagogias e pensar a partir da realidade , não era ?
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O Tacci já disse tudo o que havia a dizer.
Não é muito decente, não é intelectualmente honesto, mas sem este esquematismo imbecil não tinham como combater o duplo fantasma do passado.
(continua bloqueado, o link)
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Quando vou a um certo sitio, costumam-me perguntar se quero cerveja ou vinho.
(referencia a um artigo sobre alcóol e Jovens alcóolicos no meu blog)
Estou farto de dizer que não quero nem uma coisa nem outra, Quero um sumol
Mas acho que fazem aquilo por brincadeira.
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Tacci, plenamente de acordo.
Não esperava este post da Helena Matos. Desiludiu-me.
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Havana já não dá porque nos últimos dias o Fidel tem dado sinais de que se está a transformar num capitalista perigoso, tencionando, por exemplo despedir 500.000 funcionários publicos.
Imagine-se o que se não diria cá de quem tentasse semelhante façanha.
Penso que para o monsenhor restarão a Venezuela e a Coreia do Norte e vá-se lá saber por quanto tempo.
Ou talvez ficar por cá mesmo. Porque ele grita, mas o sistema que nos tem regido não é o liberalismo desenfreado mas sim o estado social. Se não dá os resultados esperados, talvez fosse bom pensar em alternativas, em vez de culpar o capitalismo que não foi para aí houvido nem achado.
Ana
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Foi ouvido e achado, tosca. Se não fosse ouvido e achado capitalismo era cena chinoca e nunca poderia ter sido mais nada, como era antes desta palhaçada da globalização.
Topas?
Aprende porque isto estuda-se na escola.
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V.s decoram palavras e julgam que o mundo começou há 10 anos ou na semana passada.
E as palavras que decoram são esta palhaçada maniqueísta ilustrada pelo post da HM.
Ou bem que é imbecilidade comunista e socialista, ou bem que é a boa da utopia da selvajaria que està à vista.
Mas ambas são filhas da mesma patranha das luzes. Ambas foram teorizadas pelos mesmos internacionalistas de sempre.
E há capitalismo que nada tem a ver com esta merda
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Eu diria ainda mais: a grande «patranha das luzes» começou, não com os comunistas ou com os liberalistas-capitalistas, mas sim com os catolicistas. Porque inventaram a ideia original de que o deus ( a LUZ) dos judeus é o deus (a LUZ) de todos os homens (coisa que os judeus recusam, pois o povo eleito são eles e mais ninguém), e porque, por definição, os católicos têm a pretensão de ser universais – e, por isso mesmo, internacionais, ou mesmo cósmicos.
Dizer que há capitalismo que nada tem que ver com a globalização (ou com a mundialização ou com o «internacionalismo», como se queira) é não perceber em que consiste o capitalismo, que, tal como o catolicismo, também tem pretensões em ser universal, e de reduzir as relações sociais a relações de compra e venda. O capitalismo vive da expansão dos mercados, sob pena de se esgotar e de conduzir a crises de superprodução. A globalização é a forma de escapar a esse fim. Aliás, não é por acaso que determinados historiadores afirmam que a globalização começou com os descobrimentos. A grande diferença em relação aos dias de hoje é que actualmente a globalização é financeira. E, por isso, quando se der o estouro dá-se a um nível internacional, e não meramente local. Como a actual crise já mostrou…
Mas quem sabe se não será isso o Apocalipse e se não será nessa altura que se dará a segunda vinda do Messias universal, internacional e cósmico à Terra?
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«Na perspectiva do desenvolvimento integral e solidário, pode-se dar uma justa apreciação da avaliação moral que a doutrina social oferece sobre a economia de mercado ou, simplesmente, economia livre: «Se por “capitalismo” se entende um sistema económico que reconhece o papel fundamental e positivo da empresa, do mercado, da propriedade privada e da consequente responsabilidade pelos meios de produção, da livre criatividade humana no sector da economia, a resposta é certamente positiva, embora talvez fosse mais apropriado falar de “economia de empresa”, ou de “economia de mercado”, ou simplesmente de “economia livre”. Mas se por “capitalismo” se entende um sistema em que a liberdade no sector da economia não está enquadrada num sólido contexto jurídico que a coloque ao serviço da liberdade humana integral e a considere como uma particular dimensão desta liberdade, cujo centro seja ético e religioso, então a resposta é sem dúvida negativa [João Paulo II, carta encícl. Centesimus Annus, n.º 42, AAS 83, 1991, p. 845-846.]. Assim se define a perspectiva cristã acerca das condições sociais e políticas da actividade económica: não só as suas regras, mas a sua qualidade moral e o seu significado.»
Compêndio da Doutrina Social da Igreja, n.º 335.
http://www.ecclesia.pt/cdsi/
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Público, 15-Set-2010
O presidente da Comissão Episcopal de Pastoral Social (CEAS), D. Carlos Azevedo, criticou ontem o actual modelo económico “injusto, indecente, desigual, desproporcionado e que agrava a pobreza e a exclusão social”.
(…) Carlos Azevedo teceu duros reparos à situação económica e social, dizendo que o modelo económico “tem de ser revisto”. E acrescentou: “Há uma cultura de individualismo possessivo e de satisfação exacerbada, a contrariar.”
(…) E afirmou: “Como se tem verificado, a secularização não baixa com políticos de centrodireita. Os princípios morais têm de estar inscritos no coração das pessoas.”
(…)
Em concreto, o presidente da CEPS [CEAS] afirmou, em declarações aos jornalistas, que é pedido “esforço muito grande aos empresários que têm princípios e orientações cristãs”: o de reduzir “o mais possível os seus lucros e manter o mais possível o emprego – esse é o serviço que nesta hora lhes é pedido”, acrescentou.
(…)
“As consequências sociais da crise vão continuar a afectar os mais pobres durante vários anos, de forma mais intensa”, acrescentou o bispo. “Estamos convencidos de que a saída da crise não a sustentaremos com os mesmos processos que a produziram.”
(…)
“O corpo social está seriamente atingido e ferido. Crescem a incerteza e insegurança do emprego e angústia dos desempregados, aflição dos pobres, a solidão dos abandonados, sofrimento dos considerados supérfluos. Nem o futebol nem qualquer entretenimento podem dissimular a crise de valores e de sentido”
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ò Miguel F.
Não digas asneiras- os iluminados eram maçónicos e marxistas e judeus, também, já agora.
E não escrevas merda porque nunca, desde que o mundo é mundo existiu uma irmandade universal sem domínio político e colonialismo.
Esta patranha vem das luzes Kantianas.
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Aliás, a prova está aí. Estão a reconstruir-se os velhos impérios europeus- o germânico e o russo, sob a capa da globalização. E os restantes a Oriente, idem.
Porque, só utópicos idiotas e gananciosos do carcanhol eram capazes de acreditar na possibilidade do mundo deixar de ter sociedades absolutamente diferentes e ritmos civilizacionais incompatíveis-
A globalização vai dar bode. Está a dar bode e o bode é da responsabilidade dos utópicos de sempre- liberais e socialistas.
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Essa cena da segunda vinda armagedónica é outra pancada eterna dos milenaristas que mais crimes cometeram desde sempre.
Aos milenaristas se devem as chacinas étnicas e até o comunismo. E agora anda a judiaria e mais esses imbecis dos “cristões” evangélicos com a mesma pancada.
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O Marx também era milenarista, vê lá tu. E o cristianismo sempre combateu o milenarismo fanático. Apenas o pacífico foi tolerado e Portugal protagonizou, até, o melhor exemplo das teorias do Joachim de Fiore.
Mas nunca isso foi tara armagedónica como no resto da Europa- em particular nos países protestantes.
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A universalidade cristã é apenas espiritual.
A universalidade das famosas leis da economia e das mãozinhas invisíveis é que tanto foi a dos sovietes a electricidade como a do Fim da História de um Fukuyama.
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Esta malta é toda filha de Hegel, é o que é.
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Filhos, netos, bisnetos. Uma trampa que nunca mais acaba.
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E o Hegel é filho de quem, ó inteligente? Do cristianismo, pois claro. Ou não fosse o hegelianismo uma teologia cristã disfarçada, como disse Feuerbach. Hegel construiu um sistema filosófico que pretendia integrar deus (o deus cristão) na Filosofia e na sociedade crescentemente secularizadas. O Pai, o Filho e o Espírito Santo são na filosofia hegeliana a Ideia, a Natureza e o Espírito (desdobrado por sua vez em espirito subjectivo, objectivo e absoluto). Por outras palavras, a filosofia hegeliana expressa através de conceitos filosóficos aquilo que a religião cristã expressa de forma simbólica, segundo as palavras do próprio Hegel.
E tens que estudar melhor o que é, ou foi, o cristianismo mais primitivo: o que o caracteriza melhor é precisamente a visão apocaliptica do mundo, a chegada do dito reino de Deus. A igreja católica é que decidiu fazer uma «revisão» dessa doutrina original e proclamar que ela própria (igreja católica) era o reino de deus instituido na Terra. Hegel foi mais «longe» e aplicou essa doutrina original à História: e daí que tenha dito que é o Estado e não a Igreja a «encarnação final» de deus no mundo. O Estado é, para Hegel, a manifestação, a sintese final, do Espirito. Portanto, para Hegel é com Estado que se atinge a universalidade espiritual que o cristianismo e o catolicismo defendem. Por outras palavras, a universalidade espiritual abstracta (desligada do mundo) cristão atingiria a sua objectivação com o Estado moderno, e tornar-se-ia assim numa universalidade espiritual concreta.
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São todos filhos do cristianismo, já agora, pois é uma religião com mais de 2 mil anos.
Mas, se não fosses parvo, percebias que os exemplos que deste nada têm a ver com cristianismo mas com cabalística.
De resto, nem vale a pena continuar conversa. A única coisa que podias desenvolver era a globalização e a diferença entre essas épocas passadas e a do presente.
Mas isso já foi feito por quem sabe.
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E o cristianismo nunca foi política ou economia.
Este post é que misturou tudo por pura paranóia.
A teoria social da Igreja não é um programa político. Mas, é um facto que não é comunismo nem capitalismo selvagem.
Poder-se-ia dizer que o cristianismo está mais próximo da social democracia.
E, a globalização é o fim da social-democracia. Foi isto que o bispo disse, por outras palavras.
Mas nem concordo com o que aplicou ao que se passa por cá, porque o nosso problema é de máfias, não é de “teorias políticas”- aliás, ninguém tem uma única teoria para amostra. Ninguém. Nem sequer sabem o que fazer.
Por isso é que a oposição é mentira.
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Na realidade, o bispo utilizou expressões erradas ou, no mínimo, passíveis de gerar confusão.
Uma coisa é dizer que esta sociedade e esta política é indecente ( no que parece estarmos muito de acordo), outra, muito diferente, é englobar os regimes democráticos-capitalistas no qualificativo “indecente”.
Aliás, não é a primeira vez que ele usa termos incorrectos.
Se ele vivesse uma quarentena com os católicos em Cuba (onde a ICAR tem um papel importantíssimo de defesa dos perseguidos do comunismo e suas famílias!!!), Coreia do Norte, China, Vietname, Irão, Afeganistão, Somália, Arábia Saudita, Sudão, Zimbabwé, Venezuela, Laos, Eritreia, etc, etc… (como muito bem diz a HM) obviamente teria juízo e cuidado com as frases que diz com leviandade
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Ontem fui sair. O empregado perguntou-me se queria Vinho ou Sumo.
Não queria nem uma coisa nem outra, mas respondi-lhe , apontando para a colega giraça, que estava numa de Hegel. Ele riu-se, e disse para esperar. Trouxe-me uma sangria.
Realmente estava certo, nessa sintese de juntar partes diferentes, mas era à colega que me referia
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http://logicasentida.blogspot.com/
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