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Mais Estado Social

28 Setembro, 2010

Estradas de Portugal pagou prémio de 351 mil euros a uma construtora por antecipação de abertura de obra mas que estava três meses atrasada.

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26 comentários leave one →
  1. lica's avatar
    lica permalink
    28 Setembro, 2010 18:13

    – Empresta me aí 100 euros
    – Eh! pá! não tenho. Olha só tenho aqui 20 euros
    – Ok! dá cá esses 20 e ficas-me a dever 80

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  2. Arlindo da Costa's avatar
    Arlindo da Costa permalink
    28 Setembro, 2010 18:13

    Uma vergonha.
    Aliás, o presidente dessa «empresa» é um chochinhas incompetente.
    A fama dele tem a ver com este «estado sucial», pois por onde passa só «torra» dinheiro dos contribuintes.

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  3. Outside's avatar
    Outside permalink
    28 Setembro, 2010 18:16

    Bom post Gabriel.
    “Eles comem tudo e não deixam nada.”

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  4. A C da Silveira's avatar
    A C da Silveira permalink
    28 Setembro, 2010 18:23

    Não é a empresa Estradas de Portugal que precisa de 4 mil milhões de euros até ao final do ano para pagar dividas? E que o sec de est Paulo Campos (esse craneo!) diz que nunca esteve tão bem financeiramente? Uma gestão deste estilo ajuda a explicar muita coisa.

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  5. Insurrecto Meditativ's avatar
    28 Setembro, 2010 18:43

    O Estado Português, enquanto agente económico, é canceroso. Basta procurarem a posição de Portugal no ranking da eficiência dos gastos estatais.
    Não percam a minha análise ao relatório da OCDE.

    Abraços,

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  6. Trinta e três's avatar
    28 Setembro, 2010 19:56

    Sobre a Estradas de Portugal a única coisa que não se percebe é porque é que o seu presidente ainda não foi demitido. Ou até percebe, o que só agrava o problema.

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  7. Ana C's avatar
    Ana C permalink
    28 Setembro, 2010 21:40

    E a massa que o Almerindo tem ganho como gestor público na ultima década?

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  8. Pedro C's avatar
    Pedro C permalink
    28 Setembro, 2010 23:02

    Deixem lá! Para uma dívida que se agrava a 2,5 milhões de euros por hora, o que é isso…

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  9. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 00:24

    Política de crédito da banca contribuiu para o atraso e estagnação do país
    – apenas 7,3% do crédito foi concedido à agricultura, pesca e indústria
    – 78,1% foi para a construção, habitação, imobiliário e consumo
    por Eugénio Rosa
    http://www.resistir.info/e_rosa/politica_credito_05mai10.html.

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  10. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 00:51

    “RTP- Isabel Alçada garante que a falta de funcionários (Assistentes Operacionais) será resolvida.
    0:44 TVI- Estado vai pagar 3 Euros brutos por hora a funcionários a contrato a prazo, não podendo exceder as 4 horas de trabalho por dia.
    Isto vai ser uma correria aos lugares…
    http://www.youtube.com/watch?v=lcDOSYb20WM&feature=player_embedded#!

    Há anos que assim é.

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  11. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 00:53

    Segundo Isabel Alçada “pessoas qualificadas” consideram que a formação nas Novas Oportunidades é equivalente ao ensino regular. A Ministra da Educação garante que as Novas Oportunidades são uma “oferta de qualidade”.
    Ah! Pois é!
    http://www.youtube.com/watch?v=HiVK5eHX9gc&feature=player_embedded

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  12. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 00:58

    Novas Oportunidades
    A ignorância certificada
    http://www.asa.pt/CE/PDF/348/CE_348_Artigo_01.pdf

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  13. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 00:59

    Oportunidades simplex
    O Expresso contou na semana passada a admirável história de Tomás Bacelos que, sem ter
    feito o 12º ano, entrou na Universidade de Aveiro com a nota máxima a nível nacional.
    Mais do que os 20 valores no exame de acesso, o que distingue o caso de Tomás é o seu
    percurso académico. Ele não completou, como os seus colegas do ensino regular, os 12 anos
    de escolaridade. Quando os chumbos começaram a suceder-se no Secundário, procurou uma via
    rápida de acesso à Universidade e encontrou-a: chama-se Novas Oportunidades. Em escassos
    meses obteve a equivalência ao 12º ano. Depois foi só apresentar-se ao tal exame de
    ingresso no curso que escolheu.
    Tomás, não cometeu nenhuma irregularidade. Tem, aliás, o mérito de ser muito bom a
    Inglês, a avaliar pela nota da única prova que teve de fazer para chegar ao Ensino
    Superior, enquanto a esmagadora maioria dos outros concorrentes se maçavam com exames a
    várias disciplinas durante anos de estudo. A maioria, não todos. Soube-se agora que a
    oportunidade simplex foi descoberta por muitos – nada menos do que 530 (ver página 22).
    Um autêntico mercado paralelo gerador de flagrante injustiça e de concorrência desleal.
    Mais um convinte à desmotivação dos jovens que não pensam apenas em “safar-se” e ainda se
    dão ao trabalho de aprender”.
    Expresso

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  14. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:01

    Os ministérios da educação e do trabalho querem tornar o 12º ano patamar mínimo de
    escolaridade. Lançamento da campanha Secundário para Todos. Novas Oportunidades, entrega
    de diplomas, um milhão de Portugueses passaram por este programa, 400 mil obtiveram um
    diploma.
    VÍDEO:
    http://www.youtube.com/watch?v=rE0lhqOJZCA&feature=player_embedded

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  15. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:02

    A fraude é outra, é a oportunidade de emprego
    19 de Agosto de 2010

    Conta-se no Ionline que existem fraudes nos processos RVCC, ditos de Novas Oportunidades.

    A D. Filipa Martins, que escreve na referida publicação descobriu a pólvora:

    Quatrocentos euros.

    Valor pedido por Paula Duarte, num curto contacto telefónico, por um Portefólio Reflexivo
    de Aprendizagem que dará acesso ao 12.o ano. “Mas tudo é negociável”, garante ao
    jornalista do i – que se identificou como possível comprador – e acrescenta, “no ano
    passado, pedia 500 euros, mas agora com a crise…”. Paula Duarte, à semelhança de várias
    dezenas de pessoas, pôs na internet um anúncio de venda de portefólios para as Novas
    Oportunidades.

    Vamos por partes: a pólvora também não foi invenção minha, mas bastava ter lido este
    texto sobre as fraudes mais comuns nos processos de RVCC, aqui publicado em Julho do ano
    passado, e já faziam os foguetes.

    Há contudo uma pequena novidade, na peça do I: a de que a ANQ teria dado uma orientação
    no sentido de se ter cuidado nos CNO’s (Centros Novas Oportunidades) com os plágios e
    afins. Trabalhei durante 3 longos, custosos e penosos anos na nobre missão de certificar
    analfabetos funcionais (e não só, convenhamos) com o 12º ano de escolaridade, e nunca
    ouvi falar de tal nota. Claro que em formação todos os membros das equipas pedagógicas
    aprendem que o copy/past só certifica a competência de seleccionar informação, e nem
    sempre, mas isso é de senso comum.

    O problema não está aí. As fraudes só passam porque as equipas deixam. E as equipas
    deixam porque têm metas para cumprir, pairando sempre sobre a sua cabeça a ameaça de
    encerramento do CNO. Estamos a falar de pessoal maioritariamente contratado (agora menos
    a recibo verde, é certo) ou sem componente lectiva na escola onde está colocado, e do ou
    cumpres ou ficas desempregado.

    A fraude é essa. O resto, em americano, são amendoins.
    http://www.aventar.eu/2010/08/19/a-fraude-e-outra-e-a-oportunidade-de-emprego/

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  16. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:04

    Vamos Lá Pensar Nisto De Outra Maneira

    Falo do encerramento das escolas, da abertura dos Caixotes Escolares e
    da criação dos mega-agrupamentos. Pensemos antes assim: será que
    encerrar escolas e mega-agrupar permite mesmo muitas poupanças?

    Eu acho que permite algumas, mas de modo nenhum algo que seja
    relevante em termos de défice, em especial se tomarmos em linha de
    conta os custos acrescidos com os transportes escolares, eventualmente
    com a alimentação por via da Acção Social Escolar e diversos outros etc.

    Porque não pensamos antes assim: estas medidas são necessárias para
    que, por via do investimento nas obras em Centros Escolares e Escolas
    Secundárias, se continuem a absorver fundos comunitários do QREN,
    empregar transitoria e precariamente uns milhares de trabalhadores,
    impedindo o descalabro nos índices de desemprego por um par de anos
    (até 2013, no máximo) e assim tornar a Educação como que uma espécie
    de pequena almofada que atenua o maior estrondo da crise em que vivemos.

    No fundo, o que está em causa é a necessidade de, numa adulteração
    minimalista do keynesianismo do New Deal, manter o investimento
    público no sector das obras (que já sabemos por via das autoestradas
    cavaquistas e expos guterristas e estádios do bloco central ser um
    investimento de consumo quase imediato e sem dividendos para a
    economia futura) e assim satisfazer algumas clientelas no sector
    empresarial e dar emprego pouco qualificado a alguma gente. Resumindo:
    o modelo jardinesco de desenvolvimento.

    Na verdade não são as pequenas escolas que necessitam de fechar por
    razões económicas directas: são os Centros Escolares que necessitam
    ser construídos para aplicar verbas comunitárias e gerar
    indirectamente emprego e receita fiscal.
    Na verdade não são os mega-agrupamentos que permitem grandes poupanças
    na gestão: é a Parque Escolar que assim alarga a sua área de
    influência sobre mais umas dezenas de estabelecimentos de ensino,
    entrando no mercado das EB2/3.
    Realmente a nossa ingenuidade tem sido enorme e o ME tem razão: fechar
    escolas não é uma medida economicista e talvez até seja uma medida
    que, na sua análise mais simples, esteja longe de ser economicamente
    muito vantajosa. Construir e abrir novas escolas de grandes dimensões
    é que é uma medida com interesse económico.

    E de certa forma, as Novas Oportunidades também têm uma lógica
    semelhante, ao gastarem grande parte das suas verbas numa rede
    administrativa e burocrática de certificação que cria algum emprego de
    consumo rápido até 2013.

    E neste caso a Educação é o motor da Economia não pela qualificação e
    formação da população, mas porque permite a continuação de uma
    estratégia de IBM (Introdução aos Baldes de Massa) para muitos dos
    ex-alunos.

    Em 2013, esgotadas as verbas do QREN, logo se vê, o que interessa é
    manter isto com uma aparência de acção… porque as eleições, o mais
    tardar, são nessa altura… e o pior é o que virá a seguir…
    http://www.educar.wordpress.com/2010/08/27/vamos-la-pensar-nisto-de-outra-maneira/

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  17. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:04

    Na verdade os encerramentos de escolas e e os mega-agrupamentos só se levaram a cabo –
    contra todas as razões de racionalidade, de pedagogia e de bom-senso -porque havia que
    criar obra pública que permitisse retribuir os imensos favores que firmas amigas nos
    fizeram durante uma campanha eleitoral extenuante e, na impossibilidade de se fazerem
    pontes, aeroportos e tgves, havia que ser imaginativo.
    http://www.educacaosa.blogspot.com/2010/08/elementar-meu-caro-general-depois-de-o.html

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  18. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:12

    I. “O Jornal de Negócios tem um artigo tão pouco rigoroso que parece uma “encomenda”. Se
    centenas de professores se reformaram e foram substituídos por docentes com salário mais
    baixo, se se fecham escolas ao ritmo que se conhece e se os salários estão congelados e
    as progressões na carreira residuais, como é que se pode avançar com números destes?

    No fim do artigo escreve-se que os gastos foram feitos através de outros ministérios com
    funções no mesmo sector. Como não diz quais nem em que percentagens, fica em causa a
    intenção com que se escolheu o título da notícia.

    Educação representa 31% da subida dos gastos do Estado
    “(…)Deste aumento, 31% veio de gastos ligados à educação – directamente, através da
    tutela correspondente, ou através de Ministérios com funções no mesmo sector.”
    http://www.correntes.blogs.sapo.pt/773715.html

    II. Ministério da Educação: € 544.882.709,10 a mais do que orçamentado para 2009
    http://www.cidadaniaproactiva.blogspot.com/2010/09/antes-de-prepararem-o-orcamento-de.html

    III. “o peso das despesas com pessoal no conjunto das despesas do Ministério da Educação baixou entre 2003 e 2008 de 83,4% para 77%.”
    “Esta evolução das despesas com pessoal poderia ter como explicação possível um eventual decréscimo do número de professores os quais constituem o essencial do pessoal do Ministério da Educação. Todavia as estatísticas disponíveis no site do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação não comprovam esta hipótese. De facto, considerando o período entre 2003 e 2007, terá existido um ligeiro decréscimo no número de docentes da educação pré-escolar (de 10.644 para 10.123) e do 1º CEB (de 34.516 para 31.209), mas nos restantes ciclos houve um aumento no número de docentes, pelo que, globalmente, em todo o Ministério da Educação, o número de docentes aumentou de 152.340 para 156.522.
    Assim, a significativa diminuição verificada nas despesas com pessoal na Educação, num período em que existem mais cerca de 4.000 professores, parece só poder ser explicada com a existência de uma significativa diminuição dos salários reais dos docentes e de outro pessoal da Educação. Os dados parecem mesmo indicar que esse é o factor determinante para a diminuição global das despesas com a Educação.”

    “A resposta dos governos portugueses nos anos recentes parece ter sido a de poupar nas despesas com os professores o suficiente para realizar algumas reformas,mesmo que tal seja dificultado pelo facto de o ensino secundário carecer ainda de se expandir implicando um crescimento no número de docentes.”

    “A análise da evolução das despesas por acções mostra-nos que as reformas que mobilizaram algum investimento entre 2005 e 2008 foram os complementos educativos (ensino de inglês no 1º ciclo), o ensino profissional e as “Novas Oportunidades” (EFA e CRVCC).”

    “Em conjunto, estas três medidas terão custado em 2007 e 2008 cerca de 543 Milhões de Euros (a preços de 2006). Nos mesmos anos de 2007 e 2008, o Estado poupou, relativamente a 2006 (também a preços constantes), cerca de 1099 Milhões de euros em pessoal.”

    Sobre o financiamento da Educação: condicionantes globais e realidades nacionais de Vasco Graça
    http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/rle/n13/13a04.pdf

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  19. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:15

    Professores portugueses são os mais precários
    17-Jun-2009

    O primeiro estudo realizado pela OCDE sobre as condições de
    trabalho dos docentes indica que os professores portugueses são os mais
    precários: 32,4% não têm contratato permanente, o dobro da média dos 23
    países analisados. O estudo revela também que 17,4% dos professores
    portugueses têm contratos inferiores a um ano. A Fenprof confirma que muitos
    docentes estão há mais de 15 anos em situação precária.

    Portugal é o campeão da precariedade docente, mesmo atrás de países como a
    Eslováquia, Turquia, Estónia, Brasil, Malásia e Polónia, sendo o único com
    valores inferiores aos 70% de estabilidade contratual (67,6%), contrastando
    com a média dos restantes países, que é de 84,5%. A tabela comparativa
    encontra-se na página 42 do *relatório da OCDE* http://www.oecd.org/dataoecd/17/51/43023606.pdf>

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  20. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:22

    Escola Secundária Poeta António Aleixo
    A Escola Secundária Poeta António Aleixo funciona num edifício construído em 1964. Era
    então Liceu Nacional de Portimão. Já foi alvo de várias remodelações , a última das quais
    há bem pouco tempo, quatro, cinco anos, que apetrecharam a escola de todas as valências e
    funcionalidades. Ouso até dizer que poucos serão os edifícios escolares, mesmo os mais
    recentes, que se lhe podem comparar. Alberga cerca de mil e trezentos alunos. Estão
    projectadas obras que visam ocupar quase todo o espaço livre que existe, vulgo recreios,
    duplicando a população escolar (o que é nitidamente uma medida sensata e inteligente,
    visto ser fácil gerir uma comunidade tão sensível, cada vez mais sensível…),
    descaracterizando o edifício e a zona onde este se insere. Preço orçamentado: 25 milhões
    de euros. Uma bagatela.
    Comentário de João A.
    Data: 23 de Março de 2010, 21:08
    Já que foi dado um destaque inesperado ao comentário que deixei noutro post, deixai-me
    acrescentar que esta Escola Poeta António Aleixo é realmente modelar nas instalações e na
    articulação dos espaços que a constituem. Não há alunos à chuva quando se deslocam de um
    para outro módulo porque… é uni-modular; tem um elevador instalado há quatro anos para
    facilitar a vida a quem tiver problemas de locomoção; tem um pavilhão polivalente,
    construído há quatro anos, a aumentar as capacidades na área da Ed. Física já razoáveis
    com os dois ginásios originais; tem auditório equipado com o que de mais recente se usa
    na área do Audio-visual. O estado de conservação é notável e espaço envolvente tem vastas
    zonas verdes que irão desaparecer, pelo que se pode ver na maquete.
    Claro que as obras permitirão aumentar a população escolar para cerca de dois mil e
    quinhentos alunos, quase o dobro dos que tem actualmente. Numa época em que a
    conflitualidade da população escolar é cada vez visível, esta alteração é uma decisão de
    alto risco.
    A insanidade mental dos decisores é cada vez maior.
    Este é apenas mais um exemplo dos efeitos dessa insanidade.
    Custo – 25 milhões.
    http://www.5dias.net/2010/03/23/escola-secundaria-poeta-antonio-aleixo/

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  21. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:25

    Uma percentagem do parque escolar em Portugal está hipotecado ao BCE. E esta, hã?
    Parque-Escolar-Mota-Engil SA.
    Tem piada.

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  22. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:27

    Investimento da Parque Escolar segura sector da construção
    Nuno Aguiar, 24 de Agosto de 2010
    .Só o investimento público continua a segurar a economia. Parque Escolar vale 32% dos
    concursos públicos este ano
    http://www.ionline.pt/conteudo/75078-investimento-da-parque-escolar-segura-sector-da-construcao

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  23. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:33

    http://www.alertaconstante.blogspot.com/2010/02/parque-escolar.html
    «Com um investimento que poderá chegar aos 3,5 mil milhões de euros –
    um montante superior ao da construção do novo aeroporto de Lisboa -,
    este programa é financiado por verbas do Orçamento do Estado, por
    fundos comunitários e por empréstimos que podem ser contraídos pela
    Parque Escolar. Neste recurso ao mercado de capitais, o património da
    empresa pode ser utilizado como aval. A empresa já contratualizou um
    empréstimo de 300 milhões de euros, (…) e outros dois num montante de 850 milhões»

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  24. anonimo's avatar
    29 Setembro, 2010 01:34

    “Mais Estado Social” – CAA
    Mas, por acaso, o CAA considera que vive num Estado?
    Ou numa choldra?

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  25. Licas's avatar
    Licas permalink
    29 Setembro, 2010 01:52

    Por copy-paste:
    Fontes Pereira de Melo morreu pobre e na solidão. Enquanto viveu, “destacouse pela honestidade” e “o país gozou de uma liberdade de expressão ímpar”, recorda Filomena Mónica, a autora da sua biografia.
    _________
    Agora uma pergunta (recreativa)
    Qual é a semelhanças e qual a diferença com um político actual muito em voga?

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  26. Licas's avatar
    Licas permalink
    29 Setembro, 2010 09:50

    _______não tenho a culpa : destacou-se

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