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Socialistas totalitários

29 Setembro, 2010

«El secretario general de UGT, Josep Maria Álvarez, ha afirmado este miércoles que “el derecho a no hacer huelga no existe“».

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(Negocios.com, via João Pedro Neto no twitter)
8 comentários leave one →
  1. aa's avatar
    29 Setembro, 2010 10:22

    deixe-me colocar uma dúvida que me parece pertinente: quando um patrão contrata fura-greves ou ameaça os funcionários de os despedir se fizerem greve, isso não é totalitário, pois não? pode o mercado ser totalitário?

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  2. CN's avatar
    29 Setembro, 2010 10:31

    As pessoas têm todo o direito de não aparecer para trabalhar. Ninguém tem o direito a não aparecer ao trabalho (coisa a que tem todo o direito) e exigir que tudo se passe como se tivesse aparecido. Ou antes, se existe esse direito é apenas por totalitarismo legal.

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  3. fms's avatar
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    29 Setembro, 2010 10:42

    Diria mais, o patrão tem todo o direito de despedir quem quiser e os trabalhadores têm todo o direito de procurar trabalho noutro sítio. É a ilusão da possibilidade de uma distribuição igualitária de riqueza e de todas as pessoas terem que ser iguais à força que impedem a existência de trabalho para todos.

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  4. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    29 Setembro, 2010 10:59

    Os patrões são os indivíduos que arcam com o risco do trabalho dos outros. Há bons e maus empresários. Há bons e maus trabalhadores. O trabalhador despedido não responde pelas dívidas da empresa. O empresário que teve de reduzir a sua actividade e não pôde se desenvencilhar do lastro afunda-se com o navio— muito depois de os ratos o terem abandonado.
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    Portugal não premeia o risco. Lambe as partes baixas aos bem sucedidos, mas não contemporiza aqueles que não o foram. O risco aqui é enorme, mais do que nos Estados Unidos ou mesmo em Espanha. Lá, pelo menos, pensa-se que quem se afundou poderá um dia dar a volta. Não se olha com tanto desprezo e um arzinho malfoito enquanto se diz em surdina «toma lá que bem mereceste».
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    Admiro os empresários, os verdadeiros, não os encostados à mesa do Estado ou à das autarquias. Estes últimos não arriscam, aproveitam, e fazem gastar mal o que pagamos de impostos. Por causa destes, nenhuma receita chega. E quanto mais receita, mais sanguessugas para a chupar.
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    Os empresários que arriscam, esses é que são raros, cada vez mais raros, e por isso deveriam ser mimados como se fossem meninos de ouro. E se foram uma vez ao fundo, dar-lhes o benefício da dúvida— podem voltar a crescer. E reparem que não falo de subsídios, mas de linhas de crédito.

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  5. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    29 Setembro, 2010 11:21

    O Socialiismo sempre foi totalitário. As manifestações de rua no caso dos sindicados nunca foram menos que ameaças veladas.

    “deixe-me colocar uma dúvida que me parece pertinente: quando um patrão contrata fura-greves ou ameaça os funcionários de os despedir se fizerem greve, isso não é totalitário, pois não?”

    Não.Você tem um problema com terminologia, deve ser por causa da escola socialiista.

    A Europa está de volta ao que empurrou para debaixo do tapete e nunca resolveu .

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  6. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    29 Setembro, 2010 11:37

    Sempre fui um fura-greves e um amarelo (termo da sindicalice). Ouvi de tudo.

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  7. Alves's avatar
    Alves permalink
    29 Setembro, 2010 12:23

    E como é que a Sra. Thatcher resolveu o assunto?

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  8. Francisco Colaço's avatar
    Francisco Colaço permalink
    30 Setembro, 2010 00:07

    Os mineiros desmobilizaram.

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