o enigma
15 Outubro, 2010
Conhecido o sentido geral da proposta orçamental para 2011 e tendo em conta o que se tem passado nos últimos anos, há uma pergunta inevitável a fazer: por que razão está o Estado Social a destruir o Estado Social? Afinal, o que é que falhou?
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Assimetrias
A mon avis, parece que falhou isto:
http://dererummundi.blogspot.com/2010/10/assimetrias.html
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Já devia saber. Se meter ladrões na Universidade, a Universidade destrói a Universidade. E depois? Vai coincluir o quê? Que as universidades são inviáveis?
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O Estado Social Corrompe. Essa corrupção fomenta a dependência, tolerância para a mediocridade essencial para se atingir a igualdade; ataca a diferença que dá independência e iniciativa que cria a prosperidade. O Estado Social criou o seu próprio fim.
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O Estado Social trouxe a riqueza, desenvolvimento, educação, saúde, proteção na velhice, ciencia, tecnologia.
A mentira, a ganância, o compadrio , o despesismo, a ignorância, a manipulação, a ilusão fácil, atacam o estado social.
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o que falhou? o macedo já baixou a bolinha e deixou de perguntal tal coisa…mas os falhados daqui persistem na senda do falhanço…
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Com as PME´s a cairem que nem tordos, o desemprego e a fome a alastrarem impiedosamente…com os Bancos a emprestarem todo o seu crédito disponivel ao Estado e às Grandes Empresas “Nacionais”, não deixando umas migalhas para as PME´s…Portugal sai ou não sai do EURO?
http://www.youtube.com/watch?v=4ECi6WJpbzE
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Tem dúvidas? Eu, respondo.
O que falhou? foi a sociadade no seu todo, ao continuar a confiar o seu voto nesta corja.
Está esclarecido?
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O Estado Social foi o que melhor nos aconteceu após o 25 de Abril.
Porém, o Estado Social é um nó na garganta dos “grandes comilões da saúde e da educação” que gostavam de prosperar à conta dos mais necessitados. Os “comilões”, por isso, tudo fazem para destruir o Estado Social no intuito de, tudo e aos poucos, passar para a iniciativa privada. Pelo que vejo, há por aí muitos que lutam para alterar a constituição para assim escancarar o caminho a esse desiderato.
Neste momentos de grave crise, e mesmo que o Estado Social não consiga dar resposta a todas as solicitações, torna-se premente fazer a sua defesa. Os “abutres” estão à espera para comer tudo o que seja Estado Social.
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O DINHEIRO CORROMPE.
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A incompetencia, a irresponsabilidade, o compadrio deste primeiro-ministro e deste governo está a levar o país à reunião.
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queria dizer :
A incompetencia, a irresponsabilidade, o compadrio deste primeiro-ministro e deste governo está a levar o país à ruína !
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A razão é simples e pouco ou nada tem a ver com as “filosofices” e “patetices” apresentadas.
O “Estado Social” atingiu custos absolutamente insuportáveis, e isto aconteceu sob a demagogia (e/ou incompetência) de todos os governos. A insustentabilidade, que é matematicamente demonstrável, manter-se-á mesmo depois banidos os desperdícios prevalecentes.
É preciso rever seriamente toda a problemática das reformas, bem como o financiamento do SNS e da Educação.
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Arnaldo Madureira,
A sua explicação do fenómeno faz lembrar aquelas sobre o fim da URSS, que diziam que o comunismo era uma coisa muito boa, mas que tinha sido apropriada por pessoas muito más. Esta coisa de tentar explicar os sistemas e modelos políticos por factores que supostamente lhes são exógenos funciona sempre mal. Arranje lá outra explicação, se faz o favor.
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JFP,
O estado social não atingiu custos incomportáveis.
O despesismo, incompetência, amiguismo, compadrio, ganância deste governo e deste primeiro-ministro atingiram custos incomportáveis.
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Não é assim tão difícil de entender. A Suíça e os EUA têm despesa pública em educação e saúde, em percentagem do PIB, igual a Portugal. A carga fiscal é menor, o défice é menor, a dívida pública é menor. Além da educação e da saúde (e da segurança social) que mais é que pode ser estado social?
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JFP
Faz alguma ideia qual é a despesa pública em educação e saúde?
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“Porém, o Estado Social é um nó na garganta dos “grandes comilões da saúde e da educação” que gostavam de prosperar à conta dos mais necessitados. Os “comilões”, por isso, tudo fazem para destruir o Estado Social no intuito de, tudo e aos poucos, passar para a iniciativa privada. ”
Tu pelo contrário representas os Abutres que estão na carcassa do País . Não queres que haja Escolha, não queres a Liberdade de escolha por exemplo da ADSE para toda a população poder escolher livremente. Só para os amigos FP’s não é?
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O Estado Social está há muito a ser destruído por quem devia zelar por ele.
Ninguém vê os cortes que esta corja está a dar na saúde?
Nenhum governo deveria cortar na Saúde e na Educação, são estes dois sectores mais importantes, a par da Justiça, da vida de uma sociedade evoluída e justa.
Cps
S.Guimarães
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A ADSE deveria ser alargada a todos os contribuintes, pois é melhor e mais barata que o Serviço Nacional de Saúde.
Na educação tendencialmente gratuita deveriam existir convenções com escolas privadas (com preços fixos da ordem dos 400 euros por mês, valor inferior ao custo no ensino publico oficial) que não discriminem os alunos à entrada (e à saída).
A qualidade das escolas deve ser aferida essencialmente pela média obtida em exames nacionais anuais com duas chamadas, devidamente fiscalizados.
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Defendo há muito tempo que os sistemas de educação e saúde devem fazer convenções com o sector privado. Na Suécia mais de 15% dos estudantes já são financiados publicamente para frequentarem escolas privadas. Mas tanto direito têm certos pais, como eu fiz, de optar por ensino privado para os filhos, como os outros pais de optar por ensino público. Quanto à saúde, a ADSE é um bom exemplo a seguir.Mas, se é mais barata, porque é que desconto mais?
O funcionamento das escolas públicas é mais barato do que esses 400 euros. O que agrava custos é o peso injustificado do ministério e das direcções regionais (15%).
A qualidade de qualquer escola é a qualidade da direcção, dos professores, dos alunos e dos pais.
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o estado social “falhou” se considerarmos o falhanço um ponto de vista económico, porque não é como o comunismo chinês, a única economia verdadeiramente próspera (triunfante?) nos dias de hoje.
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As percentagens – mesmo que citadas correctamente, o que raramente acontece – nada significam, sem a adequada ponderação dos valores sobre que incidem: duas famílias (de igual composiçao) podem gastar em alimentação a mesma percentagem dos seus rendimentos disponíveis, e uma delas morrer à fome e a outra saciar-se de lagosta.
Bom seria para nós, que as culpas fossem todas deste governo: antes dele, tudo teria estado em ordem (o que não é verdadeiro), e depois dele, tudo retomaria a sua ordem (no que não se a credita). O Estado Social tem de ser ajustado à capacidade de criação de riqueza, sem demagogias.
Infelizmente, é tudo bem mais compllicado e mais grave, e, repito, as “filosofices” e as “patetices” nada acrescentam.
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Conhecido o sentido geral da proposta orçamental para 2011…
Eu não conheço.
Nem sequer li o orçamento do estado.
Há gajos que foram eleitos para isso.
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terá falhado por mais coisas , mas suponho que também falhou por os custos de funcionamento ( muita gente come do estado social à grande e à francesa , é o sítio por excelência da cunha , corrupção e tal ) terem um valor bem maior do que o valor dos serviços que presta.
digamos que é um restaurante de frequência obrigatória em que o cliente pagante paga 20 euros por um par de sardinhas ” grátis “, e isto porque o chef é amigo do gerente , e claro , nunca se sabe quando a gerência muda , e por isso o chef , que não é michelin , recebe como se o fosse , para o caso de ficar desempregado nas próximas eleições ; também há para lá uma empresa ´ligada ao restaurante que fornece o carvão : diz que vendeu 5 kilos , o chef diz que gastou 5 kilos , pagaram-se 5 kilos , mas os 5 kilos eram só 3… ; também têm uns 5 chefes a mandar num tipo que espevita o lume ; e claro , oferecem mesmo 1 sardinha grátis a uns tantos para o restaurante não ficar sem clientela.
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Você, D, é mesmo um caso perdido.
Porventura ainda não reparou que “defensores” do Estado Social como V. são precisamente os seus coveiros?
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Apenas um comentário, talvez a destempo: ouvi hoje que os chefes das finanças vão poder passar a fazer vendas de penhorados por ajuste directo? É verdade? Não acreditei, penso que estavam a brincar… ou não? Será que eles se queixaram por só os das autarquias terem esse privilégio dos ajustes directos? Acho que uma pessoa de formação como o sr. eng. Sócrates nunca deixaria passar tal coisa. Ou não?
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O que falhou foi, naturalmente, o conceito de Estado “social”. Como Margareth Thatcher bem sublinhava “There is no such thing as public money… there is only taxpayer’s money“. O germe da destruição do Estado “social” está na inevitável destruição da economia a que ele conduz. O ESTADO NÃO PRODUZ RIQUEZA. SÓ O SECTOR PRIVADO DA ECONOMIA O FAZ!
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Isso é MENTIRA. O SNS é do estado e produz riqueza.
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Não deve ser por acaso que quase todos os países desenvolvidos têm um sector privado e um sector publico com dimensões significativas. Perto de Portugal, a Dinamarca e a Suécia têm sectores publicos consideráveis (cerca de 50% do PIB) mantendo uma riqueza e qualidade de vida muito altas. A chave está na gestão correcta do sector público, evitando desperdicios, compadrios e corrupção, através de uma correcta definição das instituições politico/económicas.
Os governos de Sócrates ampliaram a incompetência, a irresponsabilidade e o compadria na gestão das administrações públicas e no sector empresarial do estado.
A atitude correcta por parte da sociedade e da oposição é a denuncia deste estado de coisas e a proposta de reforma do estado.
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“quem paga o Estado em Portugal são os trabalhadores por conta de outrem e os pensionistas. Em 1996 pagavam 86 por cento das receitas do IRS. Em 2008, eram 92 por cento.”
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Falhou o “estado social”… A propósito, o que é e para que serve o “estado social”?
Nuno
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