Como em quase todas as famílias existe um filho pródigo (1). Mas lá no fundo – debaixo da preguiça, do desleixo, da falta de respeito e da rebeldia – o filho tinha amor pelos pais, e acabava por ganhar juízo e endireitar. Hoje em dia, neste mundo cada vez mais egoísta, já nem isso. Esses filhos não têm escrúpulos e são capazes até de vender os próprios pais para “subir” na vida.
Conheci o caso de um casal (2) que se tinha esforçado imenso para ter uma vida desafogada. Durante anos trabalharam para juntar um “pé de meia” e prepararam-se para construir uma família. Tiveram um filho. Filho único – mimado e com tudo facilitado – tornou-se pródigo. Não estudava, nem queria trabalhar.
Chegado a adulto tudo piorou. Continuava a exigir dinheiro para fazer o que lhe apetecia e ameaçava sair de casa se os pais não lhe fizessem a vontade. O amor sobrepunha-se à razão e o casal continuava a desculpá-lo e a dar-lhe dinheiro. Enquanto os pais se esforçavam (3) todos os dias no trabalho, o menino comprava telemóveis topo de gama, roupa de marca e automóveis. Nas férias o casal ia para a Caparica, enquanto o filho esquiava em Dezembro e ia para o estrangeiro no verão.
Um dia os pais fartaram-se e fizeram-lhe um ultimato. Afinal de contas, depois de tantos anos de regabofe do menino, a situação financeira era insustentável. O “pé de meia” tinha-se esgotado e já tinham várias dívidas contraídas pelo filho. Vai daí o rapaz prometeu endireitar-se, pediu-lhes apenas mais um esforço. O amor de pai fê-los confiar nele.
O casal endividou-se mais uma vez (4) para que o filho pudesse abrir o negócio que desejava, uma loja de computadores. Passados uns meses a situação era ainda pior. A empresa não vendia, e em vez de trabalhar o filho comprava inutilidades e fazia grandes jantaradas com os amigos, armado em empresário chico-esperto. Os pais confrontaram-no e ele, com enorme cara de pau, pediu um novo cheque em branco (5), afirmando que desta vez é que se endireitava.
Legenda:
(1) filho = José Sócrates
(2) casal = Povo português
(3) 1º esforço = PEC
(4) 2º esforço = PEC II
(5) Cheque em Branco = OE2011
Já repararam que este OE foi feito em cima do joelho? Que não foi pensado, que não foi planeado e que não tem nenhuma estratégia que não sacar dinheiro aos portugueses, em nome de um psuedo Estado Social?
Já repararam na completa confusão das medidas, que algumas foram anunciadas e depois reavaliadas e canceladas? Que as medidas foram sendo sopradas ao sabor das conveniências políticas do governo e do grupo corrupto partidário que o domina?
Como é que se pode negociar com esta gente? Que boa fé existe naquele governo? Nenhuma.
E é tão triste ver tantos interesses políticos e económicos à volta da aprovação deste OE, que desconfio que isto é apenas o inicio de uma coisa ainda mais tenebrosa.
Este governo é liderado por um completo azelha. O tipo só sabe é mexer-se bem para se manter no poder, mas é um desastre completo. Ele não é estadista mas apenas um estatista.
A pequena lista de medidas de cortes no numero de entidades públicas apresentada no orçamento, demonstra o erro dos comentadores afectos ao PSD que há semanas vêm a pressionar o PPC para aprovar de cruz o orçamento só hoje apresentado.
Afinal é possivel diminuir o défice com a redução do tamanho do polvo e não por aumento de impsotos, falta só multiplicar os cortes por 3 ou 4 vezes, pois o método já está explicado pelo próprio Sócrates.
Continuo divertido a ouvir os palermas dos comentadores (profissionais) e a pandilha do PS a querer saber se o PPC irá aprovar o OE!!
Orçamento???
Nem o governo o conhece!!!!!!
Não consigo compreender qual o raciocínio destas alimárias.
Ainda não conseguiram fazer o trabalho para que foram incumbidos e esperam que os outros o aceitem à priori !!!!
Só mesmo em portugal.
O País está a saque. A máfia chucha, a jacobinaria maçónica e restante máfia, assim como a restante classe politica portuguesa, encostaram-nos à parede. É altura de apear esta gente, confiscar-lhes os bens e mandá-los para o exílio. Como sempre soubemos fazer: de forma pacífica e ordeira, sem sangue.
eu estou com o grilo !
e se não temos dinheiro para institutos , fundações e patati patata de empregos políticos , é fechá-los. quem não tem dinheiro , não tem vícios.
Afinal José Sócrates e inimigo do estado social :
Diário de Noticias : “Cortes de 12,8% na Saúde e de 11,2% na Educação, contra apenas 1,1% no Parlamento”
Até parece impossível! A pegar com tudo, um orçamento mesmo à maneira dos ultra-liberais, e ainda resmungam para ganhar mais votos.
O orçamento foi ditado pelo capital à sua secretária Josefa de Socas. As secretarias nunca têm culpa dos actos dos patrões.
Os ultra-liberais coitados! Como não podem esfregar as mãos de contentes, na certa andam a esfregar os tomates às escondidas.
Mas respondendo à questão do blogueiro: Já dizia a grande dama de ferro na posse de uma atitude altiva, dura como o aço: O orçamento de um estado é como o orçamento de uma família. Esta bela Margareth, musa inspiradora da infância dos grandes economistas actuais estava certa
Ora quase todas as famílias conseguem saber com alguma exactidão quanto recebem ao fim do mês, o que não conseguem adivinhar é as despesas: uma multa para pagar, uma saída à noite que correu melhor do que o previsto, o aniversario da esposa na semana passada etc.
Ou seja, só um grande bruxo é que pode prever a despesa. Sejam realistas, que os ultra e os clássico-liberais não exijam dos outros melhor do que o que eles próprios conseguem.
Aliás desafio algum partido de direita a provar que consegue tomar medidas tão antipopulares, sem gerar motins como o partido das igualdades e afectos que é o partido socialista português
O Sr. Maurio tem razão. Seria muito dificil para um governo mais à direita fazer um orçamento pior que este no que respeita ao ataque ao estado social, mas o betão continua em força para ajudar os amigos da Mota, Brisa, etc :
TSF : “Despesa do Ministério das Obras Públicas aumenta 11,6%”
Francamente, João, eu gabo-vos a paciência de continuar a repetir eternamente a mesma coisa – que já andamos a dizer o mesmo há anos – quando estão a falar para pessoas que só querem “tacho”, defendem interesses muito para além do que imaginamos e estão-se nas tintas para o País e Serviço Público. É assustador, porque, às tantas, o discurso de uns e outros já não tem nada de substâncial e anda-se a responder a questiúnculas polítiqueiras sem qualquer interesse. E o mais assustador é que nós, gente que comenta os blogues, começamos a estar fartos de comentar sempre as mesmas questões e deixamos de vir tanto aos blogues: a conversa acaba por ser sempre igual….Nisso eles ganham-nos! Matam-nos pela falta de inteligência e matam o nosso interesse porque não temos nível para continuar a comentar burrices.
“…consegue tomar medidas tão antipopulares…”
>
Pelos vistos gora já é bom ser populista…
>
“Seria muito dificil para um governo mais à direita fazer um orçamento pior que este no que respeita ao ataque ao estado social”
>
Hahah, Delírios…
Sócrates nem tocou num cabelo do Estado Social, tudo continua a funcionar como sempre funcionou. Todas as competências e poderes do Estado não só se mantiveram como aumentaram.
A única Diferença é que vivia mais do crédito. Agora vive menos do crédito e mais dos impostos.
>
Eleutério, sobre Passos Vai-se ver se é aqui o seu fim da linha. Tem de dizer NÃO .
Ele está * à rasca* , as tais medidas impopulares
só as tomou quando o estrangeiro subiu tanto os juros
de empréstimo que o obrigou TÃO CONTRARIADO ,
não, como devia, a emagrecer o estado mas por um brutal
aumento dos IMPOSTOS/TAXAS . . .
e continua sem se justificar de como chegamos a este estado de coisas.
Comentar… de facto, uma completa perda de tempo!
Isto está transformado numa “papada”, não tem ponta por onde se lhe pegue e não se vislumbra, também, QUEM seja capaz de o fazer. A “comandita” é, toda ela e apesar das aparências, parte da mesma “sociedade”…
Venha a música, nós gostamos é de música! Aguarda-se um concerto de “ao rachadinho” e, de borla!
José Sócrates é o maior inimigo do estado social. http://economico.sapo.pt/noticias/seguranca-social-saude-e-educacao-sofrem-maiores-cortes_101797.html:
De acordo com o Orçamento para 2011, o Ministério da Saúde lidera os cortes na despesa consolidada para 2011 com um decréscimo de 12,8%, dos 9.818,88 para os 8.563 milhões de euros, o que será possível através das “medidas de contenção propostas, bem como aos ajustamentos decorrentes da aplicação de cativos, com especial relevo na dotação do Sistema Nacional de Saúde que sofreu uma redução de 6,4%”.
O Ministério da Educação é o segundo mais atingido com cortes no orçamento para 2011, que sofre um decréscimo de 11,2% face à estimativa para este ano, para os 6.391,1 milhões de euros.
Não seja mentiroso, o Estado Social aumentou. Ou para si o mercado que comprou a nossa dívida faz parte do Estado Social!?
Como você sabe muito bem o Estado Social vive parcialmente da Dívida e a única mudança é que passa a viver menos da dívida. Passa a colectar ainda mais impostos. Ou seja o Estado Social aumentou ainda mais.
Sr. LL,
Você é parvo ou disfarça muito bem.
Nunca nenhum outro governo em Portugal fez um corte tão grande no estado social como José Socrates ao cortar 13% na saúde e 12% na educação, mas aumentando nas Obras Públicas e mantendo as mordomias e compadrios do sector público alargado.
A TAP, a RTP, o Banco de Portugal, a ANACOM, a PArque Escolar e as dezenas de entidades supérfulas do estado, não são Estado Social.
A cultura despesista está, de resto, visível por todo o lado. Às vezes as facturas são grandes e não param de aumentar: é o que se passa na área da Saúde onde, só à indústria farmacêutica, o total em falta já ultrapassou os mil milhões de euros. Ou o que se passa com as empresas de transportes de Lisboa e do Porto (Metro, Metro do Porto, Carris e STCP) onde, de acordo com o mais recente relatório do Tribunal de Contas, a dívida total já ascendia (em 2008) a 5,8 mil milhões de euros. Ou na CP e na Refer (ainda sem TGV), onde a dívida quadruplicou nos últimos 14 anos e atinge hoje uns estratosféricos nove mil milhões de euros.
PÚBLICO, 15 de Outubro de 2010
A cartilha liberal e ultraliberal.. http://arcticcompass.blogspot.com/2008/01/gipper-iron-lady-disaster-economics.html
Between 1984 and 1988, the government privatized, among others, British Telecom, British Gas, British Airways, British Airport Authority and British Steel, while it sold it’s shares in British Petroleum … This was the real Operation Corporate, one with historical implications. Thatcher’s successful harnessing of the Falkland War was the first definitive evidence that the Chicago School economic program did not need military dictatorships and torture chambers in order to advance. She had proved that with a large enough political crisis to rally around, a limited version of shock therapy could be imposed in a democracy.
Still, Thatcher had needed an enemy to unite the country, a set of extraordinary circumstances that justified her use of emergency measures and repression – a crisis that made her look tough and decisive rather than cruel and regressive. The war had served her purpose perfectly …
It was in 1982 that Milton Friedman wrote the highly influential passage that best summarizes the shock doctrine: “Only a crisis – actual or perceived – produces real change. When that crisis occurs, the actions that are taken depend on the ideas that are lying around. That, I believe, is our basic function: to develop alternatives to existing policies, to keep them alive and available until the politically impossible becomes politically inevitable.”
Este parágrafo diz tudo…
The kind of crisis Friedman had in mind was not military but economic … if an economic crisis hits and is severe enough – a currency meltdown, a market crash, a major recession – it blows everything else out of the water, and leaders are liberated to do whatever is necessary (or said to be necessary) in the name of responding to a national emergency. Crisis are, in a way, democracy-free zones – gaps in politics as usual when the need for consent and consenus do not seem to apply.
A previsão da despesa é que aumente muito mais.
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Pois é preciso segundo toda a gente “responsável” dar mais poder a Sócrates, ao PS e ao Estado.
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O filho pródigo
Como em quase todas as famílias existe um filho pródigo (1). Mas lá no fundo – debaixo da preguiça, do desleixo, da falta de respeito e da rebeldia – o filho tinha amor pelos pais, e acabava por ganhar juízo e endireitar. Hoje em dia, neste mundo cada vez mais egoísta, já nem isso. Esses filhos não têm escrúpulos e são capazes até de vender os próprios pais para “subir” na vida.
Conheci o caso de um casal (2) que se tinha esforçado imenso para ter uma vida desafogada. Durante anos trabalharam para juntar um “pé de meia” e prepararam-se para construir uma família. Tiveram um filho. Filho único – mimado e com tudo facilitado – tornou-se pródigo. Não estudava, nem queria trabalhar.
Chegado a adulto tudo piorou. Continuava a exigir dinheiro para fazer o que lhe apetecia e ameaçava sair de casa se os pais não lhe fizessem a vontade. O amor sobrepunha-se à razão e o casal continuava a desculpá-lo e a dar-lhe dinheiro. Enquanto os pais se esforçavam (3) todos os dias no trabalho, o menino comprava telemóveis topo de gama, roupa de marca e automóveis. Nas férias o casal ia para a Caparica, enquanto o filho esquiava em Dezembro e ia para o estrangeiro no verão.
Um dia os pais fartaram-se e fizeram-lhe um ultimato. Afinal de contas, depois de tantos anos de regabofe do menino, a situação financeira era insustentável. O “pé de meia” tinha-se esgotado e já tinham várias dívidas contraídas pelo filho. Vai daí o rapaz prometeu endireitar-se, pediu-lhes apenas mais um esforço. O amor de pai fê-los confiar nele.
O casal endividou-se mais uma vez (4) para que o filho pudesse abrir o negócio que desejava, uma loja de computadores. Passados uns meses a situação era ainda pior. A empresa não vendia, e em vez de trabalhar o filho comprava inutilidades e fazia grandes jantaradas com os amigos, armado em empresário chico-esperto. Os pais confrontaram-no e ele, com enorme cara de pau, pediu um novo cheque em branco (5), afirmando que desta vez é que se endireitava.
Legenda:
(1) filho = José Sócrates
(2) casal = Povo português
(3) 1º esforço = PEC
(4) 2º esforço = PEC II
(5) Cheque em Branco = OE2011
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Já repararam que este OE foi feito em cima do joelho? Que não foi pensado, que não foi planeado e que não tem nenhuma estratégia que não sacar dinheiro aos portugueses, em nome de um psuedo Estado Social?
Já repararam na completa confusão das medidas, que algumas foram anunciadas e depois reavaliadas e canceladas? Que as medidas foram sendo sopradas ao sabor das conveniências políticas do governo e do grupo corrupto partidário que o domina?
Como é que se pode negociar com esta gente? Que boa fé existe naquele governo? Nenhuma.
E é tão triste ver tantos interesses políticos e económicos à volta da aprovação deste OE, que desconfio que isto é apenas o inicio de uma coisa ainda mais tenebrosa.
Este governo é liderado por um completo azelha. O tipo só sabe é mexer-se bem para se manter no poder, mas é um desastre completo. Ele não é estadista mas apenas um estatista.
Portugal não irá longe com esta gentalha.
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“Portugal implementa sistema de portagens mais caro e caótico do mundo”
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=448987
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já há orçamento?
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já há portagens
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Estes ao menos protestam..não aceitam as coisas como zombies..
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O *rapaz* é estouvado; parvos são os que ainda acreditam nele.
ATÉ QUANDO?
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A pequena lista de medidas de cortes no numero de entidades públicas apresentada no orçamento, demonstra o erro dos comentadores afectos ao PSD que há semanas vêm a pressionar o PPC para aprovar de cruz o orçamento só hoje apresentado.
Afinal é possivel diminuir o défice com a redução do tamanho do polvo e não por aumento de impsotos, falta só multiplicar os cortes por 3 ou 4 vezes, pois o método já está explicado pelo próprio Sócrates.
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Continuo divertido a ouvir os palermas dos comentadores (profissionais) e a pandilha do PS a querer saber se o PPC irá aprovar o OE!!
Orçamento???
Nem o governo o conhece!!!!!!
Não consigo compreender qual o raciocínio destas alimárias.
Ainda não conseguiram fazer o trabalho para que foram incumbidos e esperam que os outros o aceitem à priori !!!!
Só mesmo em portugal.
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O País está a saque. A máfia chucha, a jacobinaria maçónica e restante máfia, assim como a restante classe politica portuguesa, encostaram-nos à parede. É altura de apear esta gente, confiscar-lhes os bens e mandá-los para o exílio. Como sempre soubemos fazer: de forma pacífica e ordeira, sem sangue.
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eu estou com o grilo !
e se não temos dinheiro para institutos , fundações e patati patata de empregos políticos , é fechá-los. quem não tem dinheiro , não tem vícios.
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O Dino Soares, tendo nascido em 1972, todo o seu Anti-Fascismo foi fruto de INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: Dador o Álvaro?
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Afinal José Sócrates e inimigo do estado social :
Diário de Noticias : “Cortes de 12,8% na Saúde e de 11,2% na Educação, contra apenas 1,1% no Parlamento”
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Até parece impossível! A pegar com tudo, um orçamento mesmo à maneira dos ultra-liberais, e ainda resmungam para ganhar mais votos.
O orçamento foi ditado pelo capital à sua secretária Josefa de Socas. As secretarias nunca têm culpa dos actos dos patrões.
Os ultra-liberais coitados! Como não podem esfregar as mãos de contentes, na certa andam a esfregar os tomates às escondidas.
Mas respondendo à questão do blogueiro: Já dizia a grande dama de ferro na posse de uma atitude altiva, dura como o aço: O orçamento de um estado é como o orçamento de uma família. Esta bela Margareth, musa inspiradora da infância dos grandes economistas actuais estava certa
Ora quase todas as famílias conseguem saber com alguma exactidão quanto recebem ao fim do mês, o que não conseguem adivinhar é as despesas: uma multa para pagar, uma saída à noite que correu melhor do que o previsto, o aniversario da esposa na semana passada etc.
Ou seja, só um grande bruxo é que pode prever a despesa. Sejam realistas, que os ultra e os clássico-liberais não exijam dos outros melhor do que o que eles próprios conseguem.
Aliás desafio algum partido de direita a provar que consegue tomar medidas tão antipopulares, sem gerar motins como o partido das igualdades e afectos que é o partido socialista português
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O Sr. Maurio tem razão. Seria muito dificil para um governo mais à direita fazer um orçamento pior que este no que respeita ao ataque ao estado social, mas o betão continua em força para ajudar os amigos da Mota, Brisa, etc :
TSF : “Despesa do Ministério das Obras Públicas aumenta 11,6%”
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Francamente, João, eu gabo-vos a paciência de continuar a repetir eternamente a mesma coisa – que já andamos a dizer o mesmo há anos – quando estão a falar para pessoas que só querem “tacho”, defendem interesses muito para além do que imaginamos e estão-se nas tintas para o País e Serviço Público. É assustador, porque, às tantas, o discurso de uns e outros já não tem nada de substâncial e anda-se a responder a questiúnculas polítiqueiras sem qualquer interesse. E o mais assustador é que nós, gente que comenta os blogues, começamos a estar fartos de comentar sempre as mesmas questões e deixamos de vir tanto aos blogues: a conversa acaba por ser sempre igual….Nisso eles ganham-nos! Matam-nos pela falta de inteligência e matam o nosso interesse porque não temos nível para continuar a comentar burrices.
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Ana C: Tem razão!
Isto já cansa. Só vou esperar até terça, a ver se o outro tem tomates ou é mais do mesmo…
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“…consegue tomar medidas tão antipopulares…”
>
Pelos vistos gora já é bom ser populista…
>
“Seria muito dificil para um governo mais à direita fazer um orçamento pior que este no que respeita ao ataque ao estado social”
>
Hahah, Delírios…
Sócrates nem tocou num cabelo do Estado Social, tudo continua a funcionar como sempre funcionou. Todas as competências e poderes do Estado não só se mantiveram como aumentaram.
A única Diferença é que vivia mais do crédito. Agora vive menos do crédito e mais dos impostos.
>
Eleutério, sobre Passos Vai-se ver se é aqui o seu fim da linha. Tem de dizer NÃO .
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Ele está * à rasca* , as tais medidas impopulares
só as tomou quando o estrangeiro subiu tanto os juros
de empréstimo que o obrigou TÃO CONTRARIADO ,
não, como devia, a emagrecer o estado mas por um brutal
aumento dos IMPOSTOS/TAXAS . . .
e continua sem se justificar de como chegamos a este estado de coisas.
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Comentar… de facto, uma completa perda de tempo!
Isto está transformado numa “papada”, não tem ponta por onde se lhe pegue e não se vislumbra, também, QUEM seja capaz de o fazer. A “comandita” é, toda ela e apesar das aparências, parte da mesma “sociedade”…
Venha a música, nós gostamos é de música! Aguarda-se um concerto de “ao rachadinho” e, de borla!
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José Sócrates é o maior inimigo do estado social. http://economico.sapo.pt/noticias/seguranca-social-saude-e-educacao-sofrem-maiores-cortes_101797.html:
De acordo com o Orçamento para 2011, o Ministério da Saúde lidera os cortes na despesa consolidada para 2011 com um decréscimo de 12,8%, dos 9.818,88 para os 8.563 milhões de euros, o que será possível através das “medidas de contenção propostas, bem como aos ajustamentos decorrentes da aplicação de cativos, com especial relevo na dotação do Sistema Nacional de Saúde que sofreu uma redução de 6,4%”.
O Ministério da Educação é o segundo mais atingido com cortes no orçamento para 2011, que sofre um decréscimo de 11,2% face à estimativa para este ano, para os 6.391,1 milhões de euros.
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Não seja mentiroso, o Estado Social aumentou. Ou para si o mercado que comprou a nossa dívida faz parte do Estado Social!?
Como você sabe muito bem o Estado Social vive parcialmente da Dívida e a única mudança é que passa a viver menos da dívida. Passa a colectar ainda mais impostos. Ou seja o Estado Social aumentou ainda mais.
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Sr. LL,
Você é parvo ou disfarça muito bem.
Nunca nenhum outro governo em Portugal fez um corte tão grande no estado social como José Socrates ao cortar 13% na saúde e 12% na educação, mas aumentando nas Obras Públicas e mantendo as mordomias e compadrios do sector público alargado.
A TAP, a RTP, o Banco de Portugal, a ANACOM, a PArque Escolar e as dezenas de entidades supérfulas do estado, não são Estado Social.
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A cultura despesista está, de resto, visível por todo o lado. Às vezes as facturas são grandes e não param de aumentar: é o que se passa na área da Saúde onde, só à indústria farmacêutica, o total em falta já ultrapassou os mil milhões de euros. Ou o que se passa com as empresas de transportes de Lisboa e do Porto (Metro, Metro do Porto, Carris e STCP) onde, de acordo com o mais recente relatório do Tribunal de Contas, a dívida total já ascendia (em 2008) a 5,8 mil milhões de euros. Ou na CP e na Refer (ainda sem TGV), onde a dívida quadruplicou nos últimos 14 anos e atinge hoje uns estratosféricos nove mil milhões de euros.
PÚBLICO, 15 de Outubro de 2010
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A cartilha liberal e ultraliberal..
http://arcticcompass.blogspot.com/2008/01/gipper-iron-lady-disaster-economics.html
Between 1984 and 1988, the government privatized, among others, British Telecom, British Gas, British Airways, British Airport Authority and British Steel, while it sold it’s shares in British Petroleum … This was the real Operation Corporate, one with historical implications. Thatcher’s successful harnessing of the Falkland War was the first definitive evidence that the Chicago School economic program did not need military dictatorships and torture chambers in order to advance. She had proved that with a large enough political crisis to rally around, a limited version of shock therapy could be imposed in a democracy.
Still, Thatcher had needed an enemy to unite the country, a set of extraordinary circumstances that justified her use of emergency measures and repression – a crisis that made her look tough and decisive rather than cruel and regressive. The war had served her purpose perfectly …
It was in 1982 that Milton Friedman wrote the highly influential passage that best summarizes the shock doctrine: “Only a crisis – actual or perceived – produces real change. When that crisis occurs, the actions that are taken depend on the ideas that are lying around. That, I believe, is our basic function: to develop alternatives to existing policies, to keep them alive and available until the politically impossible becomes politically inevitable.”
Este parágrafo diz tudo…
The kind of crisis Friedman had in mind was not military but economic … if an economic crisis hits and is severe enough – a currency meltdown, a market crash, a major recession – it blows everything else out of the water, and leaders are liberated to do whatever is necessary (or said to be necessary) in the name of responding to a national emergency. Crisis are, in a way, democracy-free zones – gaps in politics as usual when the need for consent and consenus do not seem to apply.
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