o cacareco
16 Outubro, 2010

Numa altura em que Portugal parece estar à beira do abismo, em que são necessários líderes fortes e resolutos (mas com capacidade de diálogo nos momentos mais difíceis…), fica aqui uma sugestão inspiradora: o Cacareco de São Paulo.
14 comentários
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tive um burro chamado ‘poeta’
e um macho conhecido por ‘latino’
qualquer deles se fosse vivo dava um bom pm
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De certeza que a foto não é daquele “célebre” encontro por causa do PEC II?
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Tomara o macaco de S. Bento chegar aos calcanhares do Cacareco.
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Quando é que Portugal sai do Euro? as pequenas e médias empresas estão a ser chacinadas…O engraçado é que querem apostar no modelo de desenvolvimento baseado nas exportações, canalizando para ai o pouco crédito que existe…com a conjutura internacional como está!!! é de uma estupidez primária! Portugal vai ter que se “fechar” economicamente, focando-se apenas no mercado interno e promovendo e desenvolvendo os negócios internos, do tipo: exporte pra fora, cá dentro…até arrumar a casa!
e o modelo economico a seguir, nem tem muito que pensar, é a espinha dorsal modelo económico-social de Salazar, que ja foi mais que demonstrado que funciona, e bem!!! (não acredito que as elites portuguesas, submetam novamente Portugal e os portugueses a modelos económicos dos Judeus…que só trazem … )
http://www.youtube.com/watch?v=8zF70SWGHCU
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E se o Cacareco estiver por algum motivo, impedido de aceitar o convite para ser candidato, existe também o Trombalazana, o elefante que toca o sino, sempre que alguem lhe mete uma moeda na tromba.
Um primeiro ministro, habituée nesta prática, iría revelar-se do maior préstimo, para terminar de vez com a corrupção e os dinheiros por fora, neste país. Além do mais, daría um imenso incremento à indústria de fundição que fabrica os instrumentos.
Dlin… dlão… dlin… dlin…
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“tric”…foi com a saída dos judeus no sec xv que este problema começou a ser criado. Este país daí para a frente nunca mais foi o mesmo.
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Por mim, seguíamos a sugestão de Maquiavel e contratávamos um governante estrangeiro para pôr em ordem a casa. Será que o José Maria Aznar aceitaria o repto? Se houver uma colecta nacional para o contratar, eu ponho EUR 100 do meu dinheiro na bolsa.
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(Vou desconfiando que bem vale mais do que os EUR 12 que pago em quotas anualmente).
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Francisco Colaço
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FCR,
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A grande parte dos judeus não saíram: tornaram-se marranos ou foram para o Brasil.
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Portugal não parece estar á beira do abismo!
Portugal está com uma perna no vazio!
O que vale é que com as medidas adoptadas pelas mentes brilhantes que nos governam,vamos seguramente dar um passo em frente!
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Mandem vir o FMI, que, denunciando os parasitas, dê travão à roubalheira e ponha mão nisto.
Ora, ora, antes que os ratos nos atirem ao abismo, enquanto é tempo, malta, sem delongas, chamem o FMI, não votem esse orçamento.
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…
Agradeço muito a quem apresentou o tríbuto ao Soldado Português. Tenho muita honra em descender desses Soldados e ter privado com Outros. Agora não há Soldados Portugueses; acabaram com uma revolução de idiotas no dia 25 de Abril de 1974 que teve a funesta consequência de destruir a minha Pátria: Portugal.
Nuno
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Fransico..
A colónia de Haia (Holanda) é o quê?
E o que aconteceu à Holanda depois????
Pois!
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FCR,
A maior parte dos judeus sefarditas não saiu daqui. Aliás, mesmo em Haia sempre foram muito menos que os Ashkenazi. A maior parte converteu-se. Mas continuou uma parte marrana, não sabemos bem quanto ou por quantas gerações.
No Brasil, os Sampaios eram judeus que colonizaram o Rio de Janeiro. O Brasil era uma terra de relativa liberdade dentro do Império, e ali rumaram muitos judeus. Os que fugiram para a Holanda eram poucos, mas eram os fretadores e os construtores de barcos e os financeiros: levaram para a Holanda o Fluygt (o barco da descoberta holandesa, derivado na nossa caravela) e os mapas que eram segredo de Estado. Nós, já depauperados de população pelas guerras intermináveis do Norte de África, simplesmente não conseguimos manter o nosso poder perante outras nações que se levantavam e exploravam elas mesmas os mares.
Do marranismo temos a alheira de Mirandela, a morcela de Marrazes, refogar com azeite e outras iguarias que não trocava por nada e que fazem parte do país que temos.
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Francisco,
obrigado, você respondeu exactamente ao que eu queria dizer.
Quanto às alheiras…são realmente saborosas.
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