como cresce o monstro (por que não funciona o estado social)
Miguel Cadilhe, antigo Ministro das Finanças de Cavaco Silva e provavelmente o melhor que tivemos desde o 25 de Abril, explicou que foi durante o governo de Cavaco que a Administração Pública portuguesa se transformou na terceira mais cara da Europa. Isto contra a sua expressa vontade e durante uma reforma do sector cujos resultados acabaram por «virar-se contra o reformador». Cadilhe não é exactamente um liberal clássico, mas demonstra assim que o monstro tem vida própria e uma voracidade insaciável. E que cresce e engorda no Estado Social independentemente de quem o governa, seja António Guterres, seja Aníbal Cavaco Silva. Cavaco, chefe do PSD, fez disparar astonomicamente os custos da Administração Pública. Os mesmos que agora José Sócrates, chefe do PS, terá de cortar radicalmente. Está visto que o monstro não tem ideologia, só apetite.
O sistema foi aprovado em conselho de ministros em 1998, recorda Miguel Cadilhe, no qual o ministro das Finanças se mostrou preocupado. De acordo com as palavras citadas pelo semanário, o então ministro terá tentado precaver problemas futuros impondo condições para a aplicação do novo sistema, nomeadamente a redução de despesas e melhoria de produtividade.
Cadilhe não hesita em denunciar que o Governo não deu sequência às suas propostas e conclui que isso “teve efeitos avassaladores” nas despesas estatais. O ministro escreve que o caso “foi uma demonstração de como uma importante e justa reforma pode ficar a meio do caminho, derrapar e virar-se contra o reformador”.»
Maio de 2005

Sobre a situação política, economica e financeira do país. Sobre a aprovação ou chumbo do OE 2011. Convido-vos a ler o meu post O burlão e os lorpas
GostarGostar
É melhor corrigir e colocar 1988. Como também é bom recordar o episódio Cadilhe e as Amoreiras. Não é por nada, mas foi o novo-riquismo de que Cadilhe era exemplo flagrante que estragou isto tudo,.
GostarGostar
O sistema retributivo dos funcionarios publicos do tempo do Cavaco tinha entre outros, dois pressupostos: trazer para a função publica gente habilitada e competente pagando-lhe bem e proporcinando-lhe uma carreira atractiva, porque as empresas privadas estavam a começar a pagar melhores salarios, e uma redução radical do numero de funcionarios publicos.
O 1º pressuposto cumpriu-se, mas o 2º deu no que sabemos. No entanto no tempo do Catroga como ministro das finanças do ultimo governo do Cavaco, o numero de funcionarios publicos diminuiu em cerca de 40 mil. Depois veio o Guterres e até hoje tem sido um fartar vilanagem.
Cadilhe vem hoje com esta conversa, porque está com ciumes pelo facto de o Catroga ter sido escolhido para negociar o orçamento com o PS. É tipico do personagem.
GostarGostar
Parabéns, Rui A.!
A desculpabilização do Sócrates continua de vento popa… e V. podia lá deixar de colaborar…
Pelo andar da carruagem, o grande culpado disto tudo ainda acaba por ser Sá Carneiro, abatido há 30 anos.
GostarGostar
vento em popa, é claro
GostarGostar
A minha tia Serralves não gosta de novos-ricos.
GostarGostar
Será por esta razão que os cavaquistas estão pouco interessados no corte do desperdicio do estado ?
GostarGostar
«A desculpabilização do Sócrates continua de vento popa… e V. podia lá deixar de colaborar…»
Se há aqui alguma «desculpabilização de Sócrates» é a Miguel Cadilhe, o autor destas declarações, que deve pedir explicações. Por mim, que sei bem das responsabilidades que o cavalheiro tem no cartório, também não me apetece cair na conversa de que ele é o pai e a mãe da criança. Não é. O PSD tem tantas – ou mais – responsabilidades do que ele na criação do monstro, que tem muito mais do que os 5 aninhos de idade que a concepção do eng. lhe poderia dar. Tem tantas responsabilidades do que ele, porque não só o engordou – remonto às declarações de Cadilhe -, como nunca o reformou. Com a agravante de que o eng. é socialista e sempre defendeu coerentemente o estado social. E o PSD, defende o quê?
GostarGostar
Fantástico Cadilhe, deve ter sido o único Ministro das Finanças da História do Mundo relutante aos aumentos dos funcionários.
Se tivesse conseguido aprovar uma lei que autorizasse os Ministros das Finanças a fugir a impostos, nunca teria sido apanhado na história das Amoreiras.
GostarGostar
Caro Rui Albuquerque,
repare aqui: “No entanto, em 2005, o “Expresso”, fez estalar a polémica entre o economista e o actual Presidente da República quando escreveu que Miguel Cadilhe acusara Aníbal Cavaco Silva de ser o pai do “monstro” – referindo-se ao novo regime retributivo da função pública. Dias depois, o gestor explicou que na entrevista nunca havia falado quer no “monstro” quer na sua paternidade.”
http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/1073900.html
Repare que mesmo na notícia que linka é dito: “o então ministro terá tentado precaver problemas futuros”. Sabe quais foram os problemas futuros, não sabe? Consulte o número de funcionários públicos no quadro no final do mandato de Cavaco Silva e o número de funcionários públicos no quadro no final do mandato de Guterres e descobrirá. Quanto muito, a responsabilidade de Cavaco que é evocada é indirecta, por não ter previsto um governo tipo Guterres. Isto sem prejuízo de que durante os governos de Cavaco a despesa também nunca deixou de aumentar e que o Rui A. terá alguma razão. Mas, enfim, tenhamos algum cuidado porque as responsabilidades não são repartidas de igual modo por todos. Guterres e Sócrates, sem dúvidas, são os maiores responsáveis pelo estado a que isto chegou.
Um abraço.
GostarGostar
Num país a sério isto nunca se passava, agora aqui no sitio do costume, todos, mas todos mesmo sem excepções (e já de há uns bons anos para cá) da esquerda á direita aprovam estas politicas de expropriação de quem trabalha, (sejam empregados ou patrões) unicamente para beneficio próprio
GostarGostar
____ No entanto no tempo do Catroga como ministro das finanças do ultimo governo do Cavaco, o numero de funcionarios publicos diminuiu em cerca de 40 mil. Depois veio o Guterres
_____
Portanto, pelo que leio, foi Guterres quém destruiu a tendência de emagrecer as despesas do Estado. . .
Sabe-se que os *camaradas* dão-se muito mal com os FACTOS . . . MUITO MAL.
GostarGostar
Também não funciona por causa de mecanismos deliberados de sabotagem:
http://lishbuna.blogspot.com/2010/10/o-manelinho-em-discurso-directo-luis.html
GostarGostar
Passaram tantos e só agora é que o sujeito de lembrou de falar sobre isso? Não acredito que seja para desculpabilizar o actual PM mas, nunca se sabe…
GostarGostar
Julgava que o que Cadilhe diz pertencesse ao rol das evidências. Aliás, foi com Cavaco (um funcionário público, pouco culto) que percebi que a economia – e Portugal em geral – não «ia lá» – como não foi.
GostarGostar
“o eng. é socialista e sempre defendeu coerentemente o estado social”
Como se está a ver…
Nem é eng. nem o que defende é “o estado social”.
GostarGostar
Estou à espera que o encerramento desta série de posts do Rui A. seja assinado por João Miranda, tenha a figura de um gatinho, e a legenda seja: “se não acabar o Estado Social este gatinho vai morrer”.
GostarGostar
Monstrus Pater:
1988 – Juíz de círculo / Professor catedrático / Chefe de serviço / Director de serviço / Coronel do exército: Salários equiparados/aproximados;
1990: Início da descolagem;
2002: Juíz de C= 5.000 E
Prof C= 4.000 E;
Chefe S= 3.250;
Direct S= 2.600;
Coronel= 2.500
Quadro da contra capa de um boletim da AOFA (Assoc Of das FA, Jan04)
Até hoje:
Com os juízes, a reclamarem frequentemente que estão mal pagos.
Agora com o Suplemento de Residência, é o que se vai vendo.
Vale, que já temos o PEC III e que
“Felizmente há luar, ou crise”
Corte-se portanto, nos abonos de família: “A bem do Futuro”
No Futuro: Vá lá alguém governar esta gente.
JB (Voluntário da campanha do Candidato independente a PR)
GostarGostar
Dá a impressão que C Silva saiu ontem do governo. Dá a impressão que volvidos estes anos ninguém governou este país. Esquece que no entretanto outros governaram, inclusive com maioria absoluta, gorvernaram e nada fizeram para alterar a situação. Os governos de C Silva são um bocado como os de Salazar. Ambos servem desculpa para branquear todos os incompetentes que entretanto desfilaram. Mas uma diferença é incontornável. A origem humilde, a honestidade e o percurso sem malabarismos, neste país de pequenos trapaçeiros e de elites saloias, ninguém lhes perdoa. Daqui a 30 anos, ainda servirão desculpa.
GostarGostar
Caro Rui A.,
i) Cadilhe desmentiu a notícia do Expresso sobre ter aribuido a paternidade do monstro a Cavaco.
ii) Até porque, se reparar, no corpo da notícia é dito que “o então ministro terá tentado precaver problemas futuros”. Sabe que problemas futuros foram esses? Basta consultar o nº de funcionários públicos no quadro no final do mandato de Cavaco e o nº de funcionários públicos no quadro no final do mandato Guterres e fica identificado o problema.
iii) é certo que nos governos Cavaco a despesa não deixou de subir, o que dá alguma razão ao que o Rui A. pretende transmitir, mas não façamos de conta que as responsabilidades da nossa actual situação são igualmente repartidas por todas as partes.
GostarGostar
Cavaco, chefe do PSD, fez disparar astonomicamente (mais que astronomicamente
astonomicamente é neologismo do inglês técnico combina astonished com no mica mente
os custos da Administração Pública que Soares e principalmente Cavaco ampliou e depois Sócrates emoldurou duplicando o custo de empresas públicas
e dando rédea livre a toda a câmara e camarilha que por ai passeia
seja junta seja na junta….e assi é
GostarGostar
…
As empresas privadas tinham que pagar melhor porque tinham de alimentar a burra dos estado.
A desgraça prolongou-se no tempo e foi aumentando até ao disparate actual e os governos foram esquecendo, na sua estúpida avidez, que a progressão salarial acabaria em geométrica.
As consequências são o que se vê e desastrosas: os privados têm os salários desvalorizados e sofrem pesadíssimos impostos e o funcionalismo público, desde o PR ao varredor, ganham bem – quase sempre o que não merecem -, têm menos descontos e, na sua esmagadora maioria, são de uma confrangedora incompetência, falta de assiduidade e pontualidade. Resumindo, a maioria é «gente de má qualidade e rasca».
É um problema grave e a solução que estão a aprontar é outra vez à custa dos privados.
GostarGostar
…
Escusado será dizer que o Povo paga muito, demais e duas vezes: nos descontos para pagar os salários dos serviçais e os serviços que lhe são mal e porcamente prestados.
GostarGostar
“arrumam com os concorrentes e começam a dar o ‘nó cego’ a sério ao dumping escandalosos salarial/direitos civilizacionais/social/economico/financeiro/cambial praticado praticado às escancaras pelo aparelho produtivo ‘indu-xino’ que está a arrasar com as sociedades e aparelhos produtivos ocidentais”
Continua a burrice endémica. O retrato do Português típico, do mercantilista, do trabalhador e empresário que quer a protecção do concorrente.
Ainda não percebeste que a única maneira da economia não descer é haver mais consumidores e esses só se encontram na China, Índia e África.
Cambada de lunáticos ,socialiistas e estatistas.
GostarGostar
Nuno,
Você é um aldrabão.
Indique-me números de pontualidade no sector público e no sector privado.
Indique.me quais os descontos que têm a menos e aqui, neste ponto, faça-o mesmo ou considero-o um canalha.
Indique-me fundamentadamente em que se baseia para classificar como incompetentes,
E, por fim, gente de má qualidade e rasca foram os seus progenitores, se é que ambos são conhecidos, coisa que duvido, por não lhe terem dado educação de forma a discutir civilizadamente as questões. Por isso tem respostas destas. Por fim, porque quem duvida da sua competência para entender o que escrevi, quero deixar claro que “se é que ambos são conhecidos” é uma referência pouco abonatória à honra da sua mãe. Se mesmo assim não entender, talvez assim “F**** da P**a” já lhe seja perceptível (quer dizer que talvez assim entenda)
Assinado
Um dos que faz parte da «gente de má qualidade e rasca» e se sentiu insultado.
Se este meu comentário for apagado exijo que aquele onde me apelidaram de «gente de má qualidade e rasca» também o seja pois é uma calúnia e ofensa à minha pessoa.
GostarGostar
Par o Lucky Lucky se forem macacos a trabalhar ou robots não importa desde que se produza…o factor principal é produzir..não interessa os meios..curioso que na essência esse pensamento não apresenta muitas diferenças com o Estalinismo…planos quinquenais e produzir o planificado..nem que seja a trabalhar 24 horas por dia..e resultou..a URSS desenvolveu-se bastante até aos anos 50…no que toca à indústria pesada e afins…mas a que custo..milhões de mortos…no fundo os liberais não são muito diferente dos estalinistas..são apenas mais softs..nada mais…
Curioso que na Irlanda o tal privado quase que arruinou o país e foi o horrível estado a ter de salvar o excelente privado-neste caso os bancos…não aprenderam nada ou quase nada com a crise de 29…
GostarGostar
Ah é verdade: os funcionários públicos com os brutos ordenados puseram mais de 600 milhões em Offshores..fora o resto…aliás se não fossem os ditos pagarem impostos eu queria ver quem os pagava…façam um bolo e vejam qual a parte de impostos que toca a nível nacional aos funcionários públicos e ao privado e vão chegar a uma conclusão gira…
GostarGostar
Bulshit!
GostarGostar
“Par o Lucky Lucky se forem macacos a trabalhar ou robots não importa desde que se produza”
.
Que tal você cortar a todos um braço? terá muito mais trabalho.
Proíba os tijolos, já não terá de falta de trabalho no imobiliário e obrigue a partir todos os vidros. Terá mais trabalho.
Sophisms of the Protectionists by Frédéric Bastiat(1801-1850)
Pode começar por aqui http://www.gutenberg.org/ebooks/20161
.
Robots, seriam excelentes notícias, você a sua família teria mais tempo livre,coisas muito mais baratas, muitas mais pessoas poderiam passar da produção para o desenvolvimento da ciência .
Muito fácil criar empresas.
Julga que passámos de 6 dias de trabalho para 5 porquê?
.
Já hoje poderíamos estar a trabalhar 4 dias por semana se uma data de empregos inúteis não existissem por causa de Estalinistas como você.
Se o aumento de produtividade não tivesse a ir para mais impostos, para o Estatistas terem de apresentar trabalho inútil e caro para justificar o lugar.
E impostos não bastou, foi preciso mais dívida.
Por sua vontade ainda estaríamos a passar fome para ter trabalho.
Tal como Estaline.
.
“Curioso que na Irlanda o tal privado quase que arruinou o país…”
Gozão. Quem arruinou a Irlanda foi a entrada de um País muito mais dinâmico na moeda – Euro- de um bloco quase estagnado e que andou a tomar injecções de crédito barato para ver se acorda. Irlanda foi obviamente onde a bolha ficou mais alta, o BCE estava a pensar em Paris e Frankfurt.
Obviamente não sei o que o Governo Irlandês faria se tivesse Moeda própria.
GostarGostar
Percebe-se o ponto de vista … pertencem ao grupo daqueles que estão apostados em reconstruir a Europa segundo o modelo chinês.
GostarGostar
Claro e a Islândia idem..e porra já lhe disse que não sou estalinista…e se robots trabalhassem podiam então produzir mais barato e vender a quem..?
Os seus pontos de vista remontam à Inglaterra de Dickens…eu não sou contra o mercado agora o que não sou é mercantilista de almas…vai-me dizer que nos States os privados não foram ajudados pelo estado também não? E os lemons brothers e city bank agiram sempre em conformidade com o mercado…indo ao extremo no seu ponto de vista os velhos que cuidem pois não produzem…
GostarGostar
Cadilhe ultimamente tem estado no lugar errado no momento errado, estas afirmações neste momento só servem para alargar a cortina de fumo que a máquina socialista lançou; os governos de Cavaco já foram julgados em eleições anteriores. Já Cavaco como presidente irá ser julgado em Janeiro, é pena que tenha defraudado o seu eleitorado, e tenha sobreposto a sua agenda política à acção política moralizadora do bom funcionamento económico. Vai ganhar as eleições apenas por comparativamente ser o menos mau.
GostarGostar
Parece-me ter passado de moda, assacar as culpas desta nossa desgraça a Salazar… Justiça lhe seja feita, finalmente encontraram-se outros “bombos” p´ra (mesma) festa ou, talvez, porque já ninguém acredita na possibilidade de “tal sementeira” resistir a tantos invernos (+/- 40) já passados.
De facto, estamos perante novas e originais sementes, e de produtos nunca antes cultivados neste quintal…
O “outro”, antigo senhor, comparado com os actuais “inginheiros” que nos esmifram, não sabia nada deste tipo de agricultura, coitado… afinal, nem de off-shores percebia. Um verdadeiro nabo ao pé destes marmelos…
GostarGostar
Luck não se pique, não perca o verniz . Não vale a pena andar à procura de clubites ou fundamentalismos. Há muito gente que não sofre ou usa disso nem se zanga com isso. Adito:
.
-Ora ao que parece na sua óptica para ‘haver novos consumidores etc’ arrasa-se com os outros:
China Halts Rare Mineral Exports To US And Europe, Prices Set To Surge
http://www.zerohedge.com/article/china-halts-rare-mineral-exports-us-and-europe-prices-set-surge?
.
-Ou por exemplo a ‘vermelhissima burrice endémica da cambada de lunáticos ,socialiistas e estatistas” irlandeses e holandeses não hesitam:
Google usa paraísos fiscales para pagar solo un 2,4% de impuestos
La filial española declara una mínima parte de los ingresos que genera
http://www.elpais.com/articulo/economia/Google/usa/paraisos/fiscales/pagar/solo/24/impuestos/elpepieco/20101022elpepieco_6/Tes
.
GostarGostar
“que não sou é mercantilista de almas…vai-me dizer que nos States os privados não foram ajudados pelo estado também não? E os lemons brothers e city bank agiram sempre em conformidade com o mercado…indo ao extremo no seu ponto de vista os velhos que cuidem pois não produzem…”
.
Quer-me parecer que está a confundir mercantilismo com mercado. Mercantilismo é essencialmente um mercado fechado, a uma Companhia das Índias ou outra semelhante…
.
Foram ajudados, não deveriam ter sido, deveriam ter ido à falência.
.
Os velhos se as coisas ficarem mais baratas vivem melhor.
Se precisar de 4 dias para produzir X em vez de 5 é uma melhoria de 20% na produtividade.
A produtividade acaba com trabalho- para todos terem emprego tem de haver menos dias de trabalho para cada um.
Menos trabalho é virtuoso. São menos recursos gastos para produzir o mesmo.
Se a qualidade aumentar e um carro durar 7 anos média em vez de 5, a economia e o emprego também diminui por motivos virtuosos.
—–
“Luck não se pique, não perca o verniz .”
Não se preocupe, o meu verniz já há muito está estalado :))))
.
“China Halts Rare Mineral Exports To US And Europe, Prices Set To Surge”
Os EUA e muitos outros estão cheios de “rare minerals”.
.
“Google usa paraísos fiscales para pagar solo un 2,4% de impuestos”
Boa. Nenhuma empresa deveria pagar impostos. Não é mais que um truque dos Estatistas para o “povo” pensar que não paga tantos impostos…
Todos os impostos das empresas são pagos pelos clientes…
Infelizmentes vêem-se muitos títulos excitados de jornalistas sobre novos impostos para a Banca… mais valia colocarem: “Novos Impostos sobre os Clientes dos Bancos.”
.
É curioso que leia um site meio “austríaco” como o zerohedge, talvez porque eles sejam um bocado histéricos e não pareçam à primeira vista tal coisa… ;))))
http://en.wikipedia.org/wiki/Austrian_School
….
Há quem diga que o primeiro “austríaco” foi Bastiat que citei acima…
GostarGostar
…
Para o
Manuel Silva
Posted 23 Outubro, 2010 at 19:28 | Permalink
Para já, você (estrebaria) nem merece que lhe passe cartão.
Poderia acrescentar, como é evidente, muito mais ao que escrevi mas, como toda a gente que o leu concluiu, você (estrebaria) deve saber de onde veio e o que lá tem em casa. Assim bastará escrever que você (estrebaria), tal como a quase totalidade dos funcionários públicos, excede tudo o que se pode considerar ordinarice.
Desejo-lhe as melhores felicidades no esterco em que se sabuja.
GostarGostar
Luck é verdade leio e estudo de tudo, incluindo o ZeroHedge. A questão não é ler, é retirar o facto expurgado das emoções e das girandolas para embasbacar. Não sou adepto de seguidismos de ‘cartilhas teóricas ou biblias académicas’. Ajudam alguma coisa. Porém após milénios de ‘certezas e verdades absolutas’ a única certeza indiscutivel é que continuam incompetentes para criarem ‘felicidades de jardins de Eden ou dos tais Sóis na Terra’ que prometem. Entratanto a vida sempre continuou indiferente aos ‘apocalipses’, ‘fins do mundo’ e dos ‘aprés moi le deluge’ que anunciavam.
GostarGostar
E o canalha vai ou não fundamentar as suas intrujices? Ou vai continuar a ser um vil mentiroso?
Diga de uma vez por todas onde é que os funcionários públicos “têm menos descontos”.
Diga lá, e se associa o tratamento por “você” a estrebaria. não há dúvida que é aquele que devo empregar quando a si me dirijo.
Fundamente o que disse.
Veja a argumentação do Lucky. É assim que se discute, não é insultando com :
“quase sempre o que não merecem -, têm menos descontos e, na sua esmagadora maioria, são de uma confrangedora incompetência, falta de assiduidade e pontualidade. Resumindo, a maioria é «gente de má qualidade e rasca».”
Por isso é que merece um “você” de estrebaria. É o seu lugar pois nada mais sabe que dar pinotes.
Deixe de ser um intrujão, limpe aqui a sua face dizendo o que desconto eu a menos do que você (estrebaria). De outra forma ficará como um aldrabão aos olhos de todos.
Fico à espera dos números para me demonstrar que não é um canalha insultador ou um burro aos pinotes.
GostarGostar
Este tipóide é que é um monstro.
GostarGostar
Outro imbecil que quer protagonismo.
GostarGostar
Os números dos descontos?
Onde estão?
Estou à espera. Enquanto não aparecerem vai continuar a ser um burro aos pinotes. Um lixo mentiroso, um excremento fedorento. É isso que o Nuno é, insultou milhares de pessoas que não conhece, mentiu, inventou coisas falsas para denegrir.
O Nuno é lixo.
GostarGostar
Miguel Cadilhe tem razão no que diz. Recordo sempre, a frase verdadeira de D. Carlos no primeiro dia em que assumiu o trono de Portugal, perante a situação financeira que lhe legavam: -« Tudo isto, são erros que de longe vêm.»
É esse, precisamente, o nosso drama, 120 anos depois.
Cavaco Silva é, sem dúvida, um dos maiores responsáveis pelo desastre actual do país.
Em dois momentos distintos: como primeiro-ministro; como presidente da república.
Como primeiro-ministro, ao apostar numa política de obras públicas que já se designou de «neofontismo»; como o «fontismo» do século XIX, aproximou as contas do país do colapso em que se encontram, menos de duas décadas depois.
Como presidente da república, ao apostar numa política de «laissez-faire, laissez -passer», representado pela frase que melhor simboliza este seu primeiro mandato: – «O presidente não comenta a questão»
GostarGostar
Amigos vá comecem a contribuir…assim se vê quem é ou não verdadeiramente português..
GostarGostar
Eu diria que o grande erro de Cavaco foi a bandalheira do desperdício dos fundos para formação profissional. Muito pouco daquele dinheiro todo teve real impacto na melhoria profissional dos portugueses. Isso pagou-se imensamente caro, ganhamos muito mais que os chineses e não sabemos fazer o que os outros europeus fazem.
GostarGostar
O que eu acho é que estamos todos muito mal habituados.Isto já tem séculos.A nossa sorte era termos a ex-colónias.Quando se acabou a “mama” isto veio por aí abaixo.Maior parte de nós quer é ostentar,ter garndes carros e casas, ganhar grandes salários sem fazer nada.Ser doutor é que é bonito,nem que seja a “cabular” ou com falsificações.Alguns nem Português correcto(escrito ou falado) sabem.Se diminuíssem alguns ordenados já havia mais dinheiro para pagar a pessoas que mais precisam.Há que fazer alguns sacrifícios agora. Mas continuam a haver alguns senhores que continuam a fazer grandes almoçaradas e grandes jantaradas à custa do nosso dinheiro. A fazer grandes obras(desnecessárias),que só favorecem alguns, para assim poderem ganhar mais dinheiro.
GostarGostar
Do meu ponto de vista essa reforma foi mais uma forma de esbanjar dinheiro.Os funcionários públicos não estavam assim tão mal que a carecessem.Não trouxe gente mais competente como já vi defender! Portanto,não foi importante e sobretudo foi injusta porque funcionários, que há muito já usufruiam de todas as diuturnidades,não tiveram direito à totalidade dos escalões.Que moral é esta?
GostarGostar
Cavaco concorda com a essencia das politicas despesistas e irresponsáveis de Sócrates, só que num menor grau.
GostarGostar
Caro Rui A.,
Não fosse já esse motivo bastante, “engordou-se” o Estado (e seus satélites) com funcionários (desde professores universitários a gestores) não qualificados e incompetentes (salvo flutuações estatísticas). (Alguns destes andam agora à pressa a fazer doutoramentos duvidosos para se enquadrarem na nova lei. Movimento típico em Portugal: muda-se a lei, para ficar tudo na mesma. Veja que qualquer dia irão fazer exames aos professores de Secundário, mas provavelmente será de “cruzinhas”…)
Os resultados são não apenas os sintomas que tem denunciado nos seus posts (i.e. o empobrecimento geral, o fado da quasi-estagnação económica desde o 25 do tal mês), como o melhor da nova geração está a ser empurrada para fora do País—é uma emigração lamentável e que deixará o País sem muitos daqueles que poderiam dar um contributo real, uma visão realista e com objectivos bem traçados, um programa de medidas que efectivamente modernizassem o País e desse oportunidade aos cidadãos de desenvolverem os seus projectos.
GostarGostar