A desertificação do “oásis”
Crise no Ocidente, euforia no mundo, por Ricardo Reis (bolds meus):
(…) Um facto passa ao lado de todos nós. Mas é um facto importante, sobretudo para perceber as relações internacionais e os encontros do G-20 desta semana. O mundo não está em crise. Antes pelo contrário, de acordo com as últimas projecções do FMI, o PIB mundial vai crescer 4,5% em 2011. A economia do mundo vai acelerar ao ritmo mais rápido dos últimos 20 anos.
Onde está este crescimento? Antes de mais, vamos ver quem se estima vá crescer tão pouco como Portugal. As notícias são deprimentes. Dos 182 países considerados pelo FMI, as previsões, pré-orçamento, põem Portugal em 11.º lugar a contar do fim. Com a revisão em baixa do nosso crescimento por causa da contracção fiscal, Portugal corre mesmo o sério risco de ser o 3.º ou 4.º país do mundo a crescer menos em 2011. Pior que nós só a Grécia, a Venezuela e o Haiti.
No outro extremo, são 50 os países que vão crescer 5% ou mais. Sim, 50, e neles vive mais de metade da população mundial. Na China, onde vivem cerca de 20% dos seres humanos, o crescimento previsto é 10%; na Índia, onde moram outros 17%, o crescimento esperado é 8,6%. Mais próximo talvez do pensamento dos portugueses, o crescimento esperado em Angola é 7,7%, em Timor-Leste 7,5%, e em Moçambique 7%. O Brasil, que tem estado nas notícias portuguesas por causa das eleições onde se realçou a força da economia brasileira, vai crescer em 2011 4,8%. Não está sequer no top-50 mundial em taxas de crescimento. (…)
(…) Esta é uma tendência que já dura há alguns anos. Os países em desenvolvimento estão a crescer muito mais depressa do que os países ricos. A crise financeira internacional entre 2008 e 2009 afectou todos os países, mas daqui a umas décadas, quem olhar para a história destes anos vai provavelmente ver apenas uma breve pausa naquele que é um dos mais extraordinários períodos de redução da desigualdade no mundo. Ou, duma perspectiva mais pessimista, esta será talvez a década do declínio do ocidente.

este fascismo socialista criou um tipo de sociedade que entrou há muito no domínio da psiquiatria.
a responsabilidade recai nos mitos urbanos que os seus dirigentes criaram.
anda tudo em festa por os juros dos sucessivos empréstimos baixarem. nada se faz para criar riqueza.
existe um novo tipo de racismo contra todos os estrageiros ou descendentes.
a legião de pedintes tem como principal dirigente o pm.
a miséria não tem lei.
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Um dos caminhos a ter em conta é saber, acima de tudo, que previsões sobre o mundo são, como concordarão, demasiado abstractas e generalistas. As economias desenvolvidas estão estagnadas e endividadas. Isso é uma certeza. Os outros países, representados principalmente pela China, crescem, o que é natural: abertura a investimento externo; crescimento da acumulação de capital; industrialização da economia; exportação eficiente, etc. Dentro de 20 anos, a China estará como os EUA e outra “China” ocupará o lugar ocupado actualmente pela China.
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A lista dos caloteiros
http://www.economist.com/content/global_debt_clock
Falta a lista dos credores
Mas os gajos até vão ficar verdes com a novas geração de impressoras de notas da HP. Até o Governo da madeira vai ter uma no gabinete do madera big boss.
Vamos ter inflação superior a dois dígitos. Mais cedo ou mais tarde.
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Cada um cumpre o destino que lhe cumpre,
E deseja o destino que deseja;
Nem cumpre o que deseja,
Nem deseja o que cumpre.
RICARDO REIS
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Insurrecto Meditativ,
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Veja a pirâmide populacional da China. Hoje tem a maior parte das pessoas na zona de trabalho máximo (idade média 35 anos). Daqui a dez anos, a situação será diferente: idade média de 55 anos, pouquíssimos jovens. Muitos velhos a pedir pensões de reforma (que existem). Muitos filhos únicos e incapazes de competir, um dos grandes problemas da geração Naruto. Muitos homens e poucas mulheres (neste momento há menos de 900 mulheres por mil homens, e o aborto selectivo está a fazer mossa maior nas gerações que estão a nascer).
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Dê-lhe dez anos, à Rússia e à China. Não precisa de mais. A Europa sempre recebe imigrantes, e vai acabar um misto de eslavos com negros, com um pouquinho de traços a lembrar raças latinas ou germânicas (exagero por sarcasmo). A China não tem essa atractividade para imigrantes, e trata-os abaixo de cão.
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Preocupe-se com a Índia, o Irão, a Nigéria e o Brasil.
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Este artigo é interessante porque dá-nos pistas para o que aí vem: possível surto hiperinflacionista. (O que não está de acordo com a tese do autor desse mesmo artigo.)
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O que está a acontecer no mundo é isto: um forte crescimento económico que só alguns estão a aproveitar no mundo desenvolvido. Na Europa, alguns países nórdicos, Holanda, Alemanha e pouco mais.
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Quando a FED decide comprar obrigações do Estado americano, no famoso QE2, no fundo está a gerar um potencial risco hiperinflacionista no mundo, a começar na China e a acabar nos USA. Este dinheiro que a FED está a injectar na economia americana não terá muitos efeitos sobre a criação de empregos e crescimento económico no interior dos USA, já que a processo de alavancagem da economia americana ainda mal começou. (Alguns analistas até dizem que nem sequer começou, veja-se lá bem a coisa.)
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Ora, muitos analistas vêm neste QE2 o inicio de uma guerra comercial, cambial e económica entre os USA, crónico deficitário e a Europa, sob a liderança da Alemanha e do Eurosistema ao lado da China. Porquê? Porque os USA querem evitar uma estagnação económica sem tomar medidas estruturais de fundo para o seu elevado défice orçamental e comercial e por isso abrem guerra aos países mais exportadores. Neste caso a Alemanha e a China. O QE2 é a tentativa de inflacionar a economia americana e desvalorizar o dólar contra o resto do mundo.
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Esta guerra económica americana contra o resto do mundo começou há já alguns meses atrás. Aliás, os ataques especulativos contra os países do eurosistema, liderados a partir da City londrina, tem o fito de implodir o euro, já que é a única moeda mundial que pode rivalizar com o dólar, como moeda de reserva mundial. E implodindo com o euro, tentar com que a Alemanha adopte de novo o marco e deixe valorizar a sua moeda e deixar de exportar como exporta.
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Só que os americanos, cegos como estão nas suas políticas keynesianas, não estão a ter em conta que os movimentos de capitais são hoje muito fortes e bastante rápidos. E que as suas políticas monetárias e fiscais estão a conduzir a um mundo em sobreaquecimento, fortes pressões inflacionistas (a mais recente vítima é a China) e provável surto… Hiperinflacionista. Ou seja, os USA estão a exportar muita inflação, que ainda não se nota muito nos USA (e até na Europa, devido à crise destes) mas que acabarão por sofrer o efeito boomerang destas políticas laxistas e super expansionistas.
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A Europa está a sofrer com a crise da dita dívida soberana mas é a Alemanha e o €uro que vão aguentando bem esta forte injecção de liquidez americana e Japonesa. Se em Maio, quase que estoiraram com o €uro, também foi em Maio que o dólar atingiu o seu zénite. Porque, a crise da dívida soberana europeia é apenas periférica e logo que estes países estejam sob uma rota de redução da sua dívida pública, o euro servirá para eles voltarem ao ciclo vicioso do crescimento, se no próprio mercado da dívida europeia haver mecanismos que penalizem o laxismo, não apenas de devedores mas credores. Daí a excelente ideia de penalizar os investidores de países laxistas.
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Mas esta crise da dívida soberana é apenas uma pálida ideia da crise da dívida soberana que vai acabar por atacar dois ou três países. O primeiro será o próprio USA. Quando as pressões inflacionistas mundiais começarem a minar a própria economia americana, a crise da dívida europeia vai passar para os USA. E os recentes desenvolvimentos nos mercados da dívida americanos mostram que já começou o fim da “bolha da dívida americana”. O que vai ter repercussões por todo o mundo. E um provável colapso do dólar americano. Que por sua vez irá reforçar ainda mais as pressões inflacionistas, paralisando ainda mais o mercado da dívida americana. A crise americana ainda mal começou e poderá acabar bem mal. Já cheira a Weimar.
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O outro país é o Japão, que é o país do mundo com mais dívida pública. Mas como também as suas autoridades monetárias estão apostadas em bater os americanos na injecção de liquidez, também a dada altura sofrerão as mesmas pressões inflacionistas. Por enquanto o yene vai aguentando bem esta injecção de liquidez, talvez por a economia japonesa estar mais forte do que se pensa, e haver o retorno dos capitais antes no famoso carry-trade Todavia, a dada altura, o Japão também pode sofrer um colapso da sua dívida soberana e as autoridades japonesas não poderem controlar as suas pressões inflacionistas. Pelo contrário, é mesmo possível também sofrerem com um fenómeno hiperinflacionista.
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O outro país é o RU. Mas como este novo governo está apostado em tentar controlar a sua elevada irresponsabilidade fiscal é possível que escapem a um fenómeno hiperinflacionista. Só que, ainda hoje, foi dito por um membro do BoE, que o RU tem que preparar mais um pacote de medidas de QE, tal como os americanos. Ou seja, mesmo que o governo inglês esteja a tentar controlar o seu défice orçamental, as suas autoridades monetárias estão apostadas em inflacionar ainda mais a economia inglesa, já a viver com taxas de inflação reais acima dos 4,5% ao ano.
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O mundo vai viver um período inflacionista perigoso. A única moeda que pode aguentar este surto inflacionista pode muito bem ser o €uro. E é aqui que Portugal não pode falhar. Não pode falhar a correcção dos seus défices orçamentais para se manter no euro. Pois o euro será a moeda que substituirá o dólar americano como moeda de referência internacional. E será o euro uma espécie de franco suiço. Que manterá o poder de compra dos europeus, num mundo fortemente apostado em viver sobreaquecido e inflacionado.
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Portugal tem que aproveitar esta crise inflacionista que aí vem para resolver grande parte dos seus desequilíbrios orçamentais e da sua balança de pagamentos. Mas para isso tem que se aguentar dentro do euro e fazer uma downsizing a sério do seu Estado, para aproveitar este forte crescimento económico mundial
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Só uma nota, que há poucos que se lembram disto. Os défices orçamentais são expansionistas e inflacionistas. E como as autoridades monetárias estão apostadas em injectar muita liquidez nas suas economias, uma coisa é quase certa. Vem aí uma onda inflacionista que vai fazer da década de 70 e 80, uma mera brincadeira de crianças. Salve-se quem puder.
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A tematica do declíno do Ocdente até pode ser benefíca para Portugal: somos relativamente bem vistos no mundo em desenvolvimento e teremos pelo menos dois países que partilham a mesma língua que nós que vão, com bastante certeza, jogar um papel relevante na geo-política mundial (Brasil é a referência mais óbvia, Angola nem tanto sendo Moçambique um trunfo mais seguro).
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Francisco Colaço,
concordo consigo. O problema é que a China é a China, isto é, a malta percebe como ela funciona, como ela projecta a sua política no exterior – força-a, ponto final. O crescente investimento nas forças armadas é um problema, assim como a falta de recursos naturais. A China é hoje um país politica e economicamente forte. Como será quando, dentro de poucos anos, podermos adicionar uns quantos submarinos e porta-aviões à equação? Quando a China, portanto, puder ameaçar outros países?
Crescimento económico com crescente investimento em infra-estruturas e medidas sociais é positivo. A China cresce economicamente, é verdade, assim como o nível médio de vida (natural), mas restantes vértices permanecem abandonados: a discrepância brutal entre o estatuto de um camponês e de um citadino; a questão habitacional; a latente falta de direitos humanos e políticos; questões políticas (Índia e Japão). A China cresce tão rapidamente que antigos aliados, como o Vietname, a começam a rejeitar.
Sobre os imigrantes, é importante ter em conta que estes costumam vir de países ainda mais pobres, pelo que qualquer ganho salarial é tido em boa conta. A China não se alterará profundamente, do ponto de vista cultural e social, para os acomodar, mas certamente reconhecerá a sua importância, dessa forma aceitando a sua entrada no país. De onde virão, parece-me a pergunta mais indicada.
A Nigéria continua paralisada devido aos seus conflitos religiosos, nomeadamente aquela obrigatoriedade de rodar o principal representante, ou seja, num mandato será um homem da religião A, no outro terá de ser um da religião B. A sempre presente ameaça de terrorismo, que é pouco conhecida no Ocidente, também existe.
O Irão, porém, não concordo. Militarmente? Sim, é uma ameaça. Economicamente? Não me parece. É certamente uma força, mas nada que se compare a outros países.
O Brasil avança para um processo de consolidação.
A Índia, por outro lado, é um caso no qual concordo totalmente. Urge-se a solidificação do sistema político, principalmente, porque tudo o resto está lá: população, território, infra-estruturas, procura, recursos, vontade (talvez de mais, tal é a dispersão política e partidária)…
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Se se deixarem de continhas – que a maioria nem sabe fazer… – e foem para a rua correr com os chuchas ganhamos todos mais com isso…
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Há aqui um fatal equívoco; crescer não significa desenvolver.
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Quem sobreviver e puder comparar ainda vai chorar de saudades do imperialismo americano em comparação com o chinês.
Espero não estar cá quando isso acontecer. Não vão ser tempos em que podíamos ir à rua protestar, falar mal deles, escrever artigos extensos mal dizendo, boicotar multinacionais e coisa e tal.
Uma cultura de opressão/submissão (e não estou a falar só dos últimos 60 anos) sempre foi capaz das maiores façanhas tanto para o bem como para o mal, normalmente em simultâneo.
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A partir do momento que o 3ºMundo deixou de acreditar nas patranhas do S o c i a lis mo desatou a crescer.
Na Europa e em pouco menor grau nos EUA essas patranhas ainda são dogma.
Foi no Ocidente que essa ideologia corrupta nasceu. E será também aí que será estirpada em último lugar.
Nenhum Jornal, TV faz a pergunta: Porque é que a Índia e a China não cresciam e passaram a crescer? Porque é que o resto do mundo cresce a alta velocidade?
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Não fazem a pergunta porque o seu esquerdismo não gostam da resposta.
Não fazem a pergunta porque durante anos o tema deste jornalismo caduco foi sempre o Países do Terceiro Mundo são pobres por causa do Capitalismo que os “explora”.
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Acabou o Bloco Comunista e o Terceiro Mundo desatou a enriquecer…tanto que dentro de décadas será o primeiro.
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“Na China, onde vivem cerca de 20% dos seres humanos, o crescimento previsto é 10%; na Índia, onde moram outros 17%, o crescimento esperado é 8,6%. Mais próximo talvez do pensamento dos portugueses, o crescimento esperado em Angola é 7,7%, em Timor-Leste 7,5%, e em Moçambique 7%. O Brasil, que tem estado nas notícias portuguesas por causa das eleições onde se realçou a força da economia brasileira, vai crescer em 2011 4,8%.”
Se estes países que crescem tanto são tão bons a solução é fácil. VÁ VIVER PARA LÁ e desampare-nos a loja.
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A propósito…. é significativo uma Cimeira da NATO realizar-se num país na bancarrota…
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Luís, só não entendo como compaginas isto com o teu discurso habitual… Ab.
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Pois é, o eixo Dubai-Mumbai-Xangai suplanta o eixo Wall Street-City anglo-saxão. E depois dos 4 Bric’s vêm aí os “next eleven”, futuras potências na próxima década… E destes 11, sete são muçulmanos: Turquia, Egipto, Irão, Paquistão, Bangla Desh, Indonésia e Nigéria (este com uma grande minoria cristã). Se a isto somarmos o facto de que a Europa no final do século também irá ser maioritariamente muçulmana, teremos de concluir que o Califado partilhará com a China a hegemonia mundial… Parabéns ao anti-comuna pela magnífica lição de economia. Já vão longe os tempos em que ele negava a fraqueza do dólar… Vão aprendendo árabe e chinês…
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“Árabe” = Turquia, Egipto, Irão, Paquistão, Bangla Desh, Indonésia e Nigéria.
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Hehehe, só vejo um. Eurofanático.
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Suponho que EuroLiberal se esteja a referir ao cenário neste Mapa sem evidências realistas:
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Europe 2015
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Pequena correcção: não é o Ocidente que está em crise: é essencialmente a Europa.
Os USA vão ultrapassar a crise, principalmente com a derrota colossal de Obama:
http://mentesdespertas.blogspot.com/2010/11/derrota-de-obama_15.html
E continuam com um PIB três vezes superior ao da China.
Significativo tb é o facto de nos USA à volta de 70% do PIB é gasto na economia, pprincipalmente pelos consumidores.
Na China, apenas 30%!!!
Por isso, a China, mantém centenas de milhões na pobreza…enquanto o Estado e empresas estatais nadam em dinheiro.
Obviamente, a cada vez maior consciencialização socal, política e cultural do povo chinês vai exigir uma distribuição civilizada da riqueza.
Acrescem os inúmeros problemas da China…normalmente, “esquecidos” pelos media…como se o país fosse umparaíso.
problema demográfico: a política do filho único vai desequilibrar as gerações: qdo o governo tiver que pagar pensões de velhice, a relação trabalhador pensionista vai ser pior do que na Europa.
corrupção: estima-se que todos os anos milhares de milhões de dólares se perdem com a corrupção.
será cada vez maior qto mais crescer a economia e o PC controlar o Estado e a nação.
Ambientais, etc…….
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Para os amiguinhos da selvajaria islâmica:
apesar do Obama, covarde e cego, andar a elogiar o Islão, o islamismo tem grandes inimigos, inimigos mesmo, pela frente:
CHINA
ÍNDIA.
Isso mesmo se nota ao ver a Al Jazeera em inglês…coisa que faço com frequência….pelas críticas à China, Índia e Rússia.
mais até do que ao grande satã-USA
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Lokiloki, vê-lá o que eu escrevi em cima: Paises MUÇULMANOS e não árabes. Os árabes só são 15% dos muçulmanos.
JCA: Não referia-me a este que prova o que digo:
http://il.youtube.com/watch?v=JWErYjdbOE0&feature=related
De facto, a bomba islâmica não é atómica, é demográfica, e esta é feita de valores familiares fortes, coesão social, recusa de toda as ideologias decadentes. Preparem-se, a Europa será muçulmana antes do final do século, e isto sem guerras e façam o que fizerem os histéricos Sarkozy, Wilders e islamófobos de todos os tipos…
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Eu vi que escreveste para aprender arabe…
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“valores familiares fortes, coesão social, recusa de toda as ideologias decadentes.”
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Por isso é que se fartam de matar uns aos outros, a tua ideologia islamita quer as mulheres fechadas em casa e coloca bombas nas escolas, além de atacar cristãos, coptas, assírios, bahá’í e muitos outros…até as mulheres não podem trabalhar como caixas de supermercado…
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Sátiro: Os EUA tem um taxa de crescimento de 1 a 2% , uma dívida astronómica e estão à beira do crash do dólar que afundará de vez a economia. Estão muito pior que a Europa…é que a Alemanha e o norte da Europa estão muito bem…
A China tem uma taxa de 10% ao ano já há trinta anos ! Já é o segundo PIB mundial e vai ser o 1% ultrapassando os EUA até ao final da década (ainda há poucos anos se dizia que seria lá para 2050…)
Quanto à India é “só” a terceira potência islâmica, depois da Indonésia e Paquistão, apenas com a sua minoria islâmica de 170 milhões… que se reproduz depressa… Até nas favelas brasileiras o avanço do Islão é fulgurante… E a China é só o melhor aliado do Irão , Paquistão e Turquia…
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Consumo na China ? Já são o maior mercado automóvel em vendas por ano… vejam na internet como é o luxo e la vida loca em Shangai, Singapura e Dubai e mordam-se de inveja, seus neoconeiros falidos…
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O Islão conquista o Brasil….
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porta voz do islão (euroliberal???)
Curioso falares e “reprodução” de islâmicos.
É só para isso que querem as mulheres…tipo suínos ou coelhas para reprodução.
Mesmo assim, ainda há betinhas cócós que vos defendem….talvez por serem super frustradas e precisarem de berrar contra os apis que as criaram…enfim, ptroblemas de psiquiatria.
Quanto à China e Índia serem amigos do Islão…dá vontade de rir….só paranóicos fanáticos diriam isso.
Vê a Al Jazeera…
Achas que a Índia esquece os atentados de Mumbai???
Caxemira?
o ódio do Paquistão?
os mísseis do paquistão é para atingir quem?
E sobre a China…
amiga do Islão????
então, porque dão porrada á minoria islâmica? tanta como dão aos Cristãos???
É por amor?
Eles apoiam os países que são contra os USA por egoísmo geopolítico:Coreia do Norte, Irão, etc…
E não seja parvo…o maior amigo do Paquistão, até em ajuda económica são so USA.
Sem os USA o paquistão explodia.
Quanto ao Irão, o ódio aos Ayatollahs é tanto que qdo o regime cair volta a ser um dos principais aliados dos USA!
E já que vive obcecado com o fim dos USA, de que lado estão:
AUSTRÁLIA?
JAPÃO?
CANADÁ?
AFRICA DO SUL?
MEXICO?
NOVA ZELÂNDIA?
etc…etc…
apesar de todas as selvajarias islãmicas no Mundo ( na Nigéria, é uma matança de Cristãos) o Planeta irá ficar farto de vós, da barbárie, da cultura da pedra lascada, da matança de mulheres à pedrada, dos carros bomba, etc….
E virá o dia em que se vai unir para acabar com a barbárie.
Aliás, na Europa já se nota isso.
Com a Srª Merkel.
na Holanda
em França,
na Catalunha
Itália…
Não demora, será todo o planeta…mais os gays-lesbos e stalinistas da UE que tanto vos adoram…por masoquismo, sem dúvida
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Este islamista paranóico é um caso patológico…
O islão conquista o Brasil…eh! eh! eh!…qual é a percentagem de islão?
tás mesmo a ver o Brasil do samba, do futebol, das telenovelas a ser islâmico…..és um tótó.
Mas isso só mostra a vossa barbárie.
no barsil, há liberdade de mudar para o islão.
mas em TODOS OS PAÍSES ISLÂMICOS É ILEGAL ABANDONAR O ISLÃO…
E NA MAIOR PARTE É CRIME
PQ?
Porque só a barbárie obriga o povo a ser islãmico.
O islão só se aguenta à força, com violência, prepotência, assassinos à solta… a mandar no povo.
É o tribalismo pré-histórico.
Os donos do islão (Ayatollhas, Imãs, Sheiks, chefes tribais…) têm medo que o povo fuja.
Por isso, o povo está preso, agrilhoado, polícias islâmicos à solta nas ruas .
se houvesse liberdade, era uma debandada geral.
Aquilo são panelas de pressão prestes a explodir.
Nenhum ser humano livre e civilizado aguenta a “sharia”.
O caso mais emblemático é de uma emigrante filipina católica na Arábia Saudita que foi VIOLADA e presa por ter relações sexuais FORA DO CASAMENTO.
Foi torturada na prisão tendo que abortar.
AINDA LEVOU COM DEZENAS DE CHICOTADAS EM PÚBLICO.
PQ?
PORQUE NÃO PODIA TER RELAÇÕES SEXUAIS NÃO SENDO CASADA!!!
E os violadores?
Safaram-se, claro…eram muçulmanos!!!
Coisas destas são frequentes em zonas tribais do paquistão,afeganistão, sudão, somália, irão…
Esta barbárie NÃO TEM FUTURO.
É como o NAZISMO….vai ser derrotada!
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Insurrecto Meditativ,
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O Irão já é a potência regional.
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A Nigéria é a potência regional. Trabalhei lá ao lado, nos Camarões, e sei.
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O que tem salvo os Estados Unidos é o precedente cultural que têm no mundo. Faz um apanhado dos programas que vês: quantos são filmes e séries estadunidenses?
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Quanto aos Estados Unidos, vão cair, e não duram até ao fim da década incólomes. Não acho, porém, que seja por forças externas, mas internas. A Europa tornar-se-á, receio, uma «ditabranda» antes do final da década, com um furher kein Deutscher, aber Französicher oder Englischer. A China colapsará, assim como a Rússia, e os bárbaros europeus (muçulmanos que se recusam adaptar) irão embora na sua maioria para outras paragens, receosos dos ataques da Extrema Direita e por desinteresse que no fundo e paradoxalmente unificará a Europa, desaparecendo o poder de pequenos países como Portugal.
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É verdade que estou a ouvir «A Noite Sobre o Monte Calvo» de Mussorgski— talvez tenha algo a ver com o nebulismo do parágrafo anterior.
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Exemplo de selvajaria e barbárie islâmica:
http://mentesdespertas.blogspot.com/2010/07/selvajaria-islamica.html
Assassinados por capangas por estarem a ver o Mundial de Futebol!!!
É isto que os “euroliberal” mais os gays-lesbos, PCPs, BEs, Ana Gomes, Canotilho, Adalberto Alves, Cláudio Torres, MPortas, stalinistas frustrados e todos os mercenários a soldo do islão nas Universidades, TVs, Jornais, rádios….
ESCUMALHA DA HUMANIDADE.
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Sátiro,
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O vinho e o chouriço português dão cabo de qualquer muçulmano.
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Francisco Colaço.
Sim, o chouriço português será demolidor para o islão.
qto à decadência dos USA, discordo.
A grande depressão foi muito pior do que a actual e salvaram-se.
Dois anos para o Obama e depois o poder da livre iniciativa, da capacidade de empreender, de inovar, de investir fará os USA retomar a liderança…felizmente.
Com excepção do Obama, sempre foram os USA quem pressionou para haver respeito pelos Direitos Humanos e democracia.
Actualmente, o que se passa com as minorias no Islão é uma vergonha para a Humanidade muito por culpa do Obama-Hillary.
Idem, com o Tibete, Darfur, Coreia do Norte, etc….
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Na Alemanha também…
http://www.youtube.com/watch?v=AcTB83D3GZY&feature=related
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Euroliberal
essesescroques que se “convertem” ao islão são órfãos do stalinismo…
precisavam de uma ideologia de barbárie com o fim da URSS e acolheram-se no islão.
E já agora:
no ocidente qqer indivíduo pode ser sarraceno; há toda a liberdade para isso.
Pq é que no islão é proibido deixar de ser sarraceno?
Tal é o medo da debandada geral.
só com chicotadas, enforcamentos, lapidações é que o islão se aguenta nos vossos países.
Qdo o povo tiver acesso à cultura e à civilização vai revoltar-se como no irão.
E não tendes prisões, nem fuzilamentos suficientes para travar o povo.
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