O ESTADISTA que mais lutou pela democracia, direitos humanos, liberdade em Portugal.
Antes do 25 de Abril (não “fugiu” para viver nos luxos do exílio), depois do 25 de Abril, e principalmente, contra a aberração dos militares do Conselho da Revolução (e Comissão Constitucional!!!) até 1982…e que foi a causa directa ou indirecta do seu assassinato.
Em 79/80, alguns dos agora falam de Sá Carneiro ainda não tinham nascido, outros andariam de calções. Mas daí não virá concerteza mal ao mundo: afinal Sá Carneiro continua vivo e polémico como ele gostava.
Nas campanhas eleitorais de 79, 80, e depois nas presidenciais, tive a honra e o prazer de ter estado e falado com Sá Carneiro em várias ocasiões. Nesses encontros a tomar um café numa pausa da campanha, ou num almoço ou jantar improvisado como tivemos alguns, a preocupação que ele tinha em entender o que se estava a passar, neste caso no Alentejo, e o pragmatismo das perguntas que fazia para formar um juizo acerca da realidade, aliados à humildade que sempre manifestou, deixaram-me verdadeiramente impressionado.
E ouvindo as suas preocupações naqueles ambientes informais, fiquei com uma certeza que ainda hoje me acompanha: o futuro de Portugal, e o bem estar dos portugueses era o que verdadeiramente lhe importava. Sá Carneiro não tinha um projecto de poder pessoal; o projecto politico de Sá Carneiro chamava-se apenas Portugal.
Mais um, mitificado pela morte trágica.Admiração? não sei porquê.
GostarGostar
O ESTADISTA que mais lutou pela democracia, direitos humanos, liberdade em Portugal.
Antes do 25 de Abril (não “fugiu” para viver nos luxos do exílio), depois do 25 de Abril, e principalmente, contra a aberração dos militares do Conselho da Revolução (e Comissão Constitucional!!!) até 1982…e que foi a causa directa ou indirecta do seu assassinato.
GostarGostar
Em 79/80, alguns dos agora falam de Sá Carneiro ainda não tinham nascido, outros andariam de calções. Mas daí não virá concerteza mal ao mundo: afinal Sá Carneiro continua vivo e polémico como ele gostava.
Nas campanhas eleitorais de 79, 80, e depois nas presidenciais, tive a honra e o prazer de ter estado e falado com Sá Carneiro em várias ocasiões. Nesses encontros a tomar um café numa pausa da campanha, ou num almoço ou jantar improvisado como tivemos alguns, a preocupação que ele tinha em entender o que se estava a passar, neste caso no Alentejo, e o pragmatismo das perguntas que fazia para formar um juizo acerca da realidade, aliados à humildade que sempre manifestou, deixaram-me verdadeiramente impressionado.
E ouvindo as suas preocupações naqueles ambientes informais, fiquei com uma certeza que ainda hoje me acompanha: o futuro de Portugal, e o bem estar dos portugueses era o que verdadeiramente lhe importava. Sá Carneiro não tinha um projecto de poder pessoal; o projecto politico de Sá Carneiro chamava-se apenas Portugal.
GostarGostar