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Para compreender o Wikileaks

4 Dezembro, 2010

Hacker ethic

9 comentários leave one →
  1. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    5 Dezembro, 2010 02:02

    A tradução mais fácil e verdadeira de hacker será ladrão, vigarista, aproveita deliberadamente en proveito próprio o que é alheio.
    É uma má qualidade que se encontra genericamente nos jornalistas. Também se encontra, muito frequentemente, nos políticos.

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  2. João's avatar
    João permalink
    5 Dezembro, 2010 02:46

    Errado. Um hacker é talvez um “bom caótico” ou “neutro caótico”. Os ladrões e vigaristas como tu lhes chamas são os “crackers”. Há uma grande confusão em relação à nomenclatura dos hackers, crackers e variantes whitehat e blackhat.

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  3. miguelmadeira's avatar
    5 Dezembro, 2010 03:57

    Nun- – não.

    A palavra “hack” (de onde provém “hacker”) tem o significado de “truque usado para resolver um problema”; a tradução mais fácil de hacker será “engenhocas”

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  4. Nuno's avatar
    Nuno permalink
    5 Dezembro, 2010 04:16

    miguelmadeiraREGISTERED MEMBER,
    Não é com esse sentido, engenhocas, que o termo hacker é comummente utilizado. Aliás, é praticamente apenas utilizado para designar um ladrão de software.

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  5. João's avatar
    João permalink
    5 Dezembro, 2010 08:00

    Nem sequer é ladrão de software. Antes de se comentar um post, convém lê-lo ou o link que tem.

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  6. João Amaral's avatar
    João Amaral permalink
    5 Dezembro, 2010 12:26

    Com a devida vénia ao Alberto Gonçaslves ( DN ) “Os únicos segredos desagradáveis que o WikiLeaks já divulgou prendem-se, aparentemente, com o passado sexual do respectivo mentor, acusado na Suécia por estupro, e com os obscuros financiamentos que o alimentam. Por isto ou por aquilo, o sr. Julian Assange é perseguido pela Interpol e suspeito que o seu futuro será menos risonho que o da democracia que o sujeito abomina. O sujeito e todos os que o ergueram a herói do momento, o qual, aliás, promete ser breve.”.AH,AH,AH……

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  7. miguelmadeira's avatar
    5 Dezembro, 2010 15:21

    “Aliás, é praticamente apenas utilizado para designar um ladrão de software.”

    Penso que a palavra hacker nunca foi utilizada com esse sentido (nem cracker significa isso) – imagino que com “ladrão de software” queira dizer “pessoa que usa ilegalmente software desenvolvido por outros” (como o Microsoft Office pirateado que eu tenho no meu computador).

    Hacker/Cracker tem efectivamente a conotação, na cultura popular, de “pessoa especializada em entrar sem autorização em sistemas informáticos alheios”, mas mesmo isso não é um “ladrão de software” (tal como uma pessoa especializada em assaltar joalharias inactivando os seus alarmes não é um “ladrão de alarmes”).

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  8. JS's avatar
    6 Dezembro, 2010 23:55

    “Hacker” originalmente designava um “brincalhão” que gostava de pregar partidas. Isto nas Universidades na Califórnia e no tempo em que nem havia, e mal se sonhava com, “computadores”.
    O termo aparece nos primórdios associado aos computadores, porque havia “programadores” -só estes é que sabiam usar aquelas aparatosas máquinas- não oficiais, que criavam “partidas” informáticas, para os programadores oficiais deslindarem ” na manhã seguinte” ou pelo prazer de programar. Eram os apaixonados pela nova arte -programação de computadores- habilidosos que inventavam, recreavam, linguagens e programas. Quem já programou, percebe.
    “What the hack” expressão que mal traduzida “Que raio é isto ?” indica surpresa, o inesperado, fruto de uma brincadeira … de bom gosto. Originalmente “hacking” informático era “saudável” e prestigiádo.

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  9. João's avatar
    João permalink
    7 Dezembro, 2010 21:01

    Originalmente “hacking” informático era “saudável” e prestigiádo.

    Originalmente não, ainda é. Hoje em dia os hackers são contratados por empresas para tratar dos problemas de segurança informática. Os hackers são “inofensivos”, quanto muito invadem sistemas e não fazem nada, apenas provam que há falhas na segurança. Os crackers são os que fazem mal, roubam e destróiem dados. Estas é que são as verdadeiras e correctas definições, ou “white hat hackers” e “black hat hackers”. O resto são derivações erradas.

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