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Pai Natal (a melhor prenda)

26 Dezembro, 2010

O Natal é um momento de reunião com a família. E é também um tempo de memórias. Em cada noite de Natal, todos voltamos um pouco à nossa infância.Daqui a muito tempo, quando o mundo for completamente diferente, os meninos de hoje lembrarão com saudade os tempos do natal de 2010, da mesma forma que eu recordo o dos anos sessenta, quando ao televisão era a preto e branco e um pião como prenda era um verdadeiro luxo. Não havia telemóveis, consolas ou DVD’s, mas já havia o Natal à lareira, já se comia bacalhau e rabanadas à volta de cada mesa.
Esta é a essência do Natal, a reunião da família. A melhor prenda de Natal é afinal a companhia da família.
E essa não se compra nos hipermercados.

26 comentários leave one →
  1. Pinto's avatar
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    26 Dezembro, 2010 08:20

    Se lesse estes dois últimos post’s sem conhecer o blogue onde estavam publicados, arriscava aí num Jugular.

    Agora as pessoas são mentecaptas? O meu filho, que tem 5 anos, pediu-me uma PSP e não lha comprei. Mas nada impede que para o ano ou daqui a dois anos lha compre. E? Qual o problema? Ainda bem; é sinal que há dinheiro.
    Assim como pouco me interessa que os pais por aí fora comprem o que quer que seja aos filhos. E se quiserem endividar-se que o façam; se alguém lhes empresta o dinheiro … . O que acho esquisito, dada a orientação ideológica que nos acostumaram os que escrevem no blogue, é a ideia de defender a intervenção do Estado nestes assuntos entre particulares (cidadão – Worten / cidadão – crediflex)

    Este post, com estes lugares-comuns do “antigamente é que era bom” e com os apelos à intervenção do Estado na carteira dos portugueses (como se de criancinhas se tratasse) não ficam nada bonitos neste blogue. É como ver um boné da Nike num homem vestido com um fato clássico ou um sapato de verniz num rapaz vestido com calças largas e camisa por fora.
    Não tarda muito estão a Fenanda Câncio e o Daniel Oliveira a convidá-lo para escrver no Jugular e Arrastão, respectivamente.

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  2. Unreal's avatar
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    26 Dezembro, 2010 12:46

    Desculpe lá, oh Pinto, mas você leu o mesmo post que eu?

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  3. Isabel's avatar
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    26 Dezembro, 2010 12:56

    Pinto

    A diferença entre os valores cristãos da democracia cristã e a austeridade marxista está no facto de os cristãos respeitarem e fomentarem a propriedade privada enquanto que a esquerda radical a abomina.

    A propriedade privada deve ser rentável para os detentores do capital e justa para quem lá trabalha e lhe garante os lucros.

    Parte desses lucros devem ser distribuídos por todos os trabalhadores independentemente dos prémios.

    Quando essas empresas atingem já alguma dimensão são chamadas a colaborar com o estado na responsabilidade social.

    Isto nada tem a ver com as políticas ditas socialistas do centrão que abriram a porta ao capitalismo selvagem e a grupos instalados a receber comissões de negócios.

    O consumismo dá vitalidade à economia, mas tem que haver respeito pelas pessoas para não as entender como mais um bem transacionável.

    O Natal é o tempo privilegiado para se estar com as pessoas e não as manipular através de bens materiais, como se faz o resto do ano.

    A vida que a Democracia Cristã propõe é uma vida simples, em que as necessidades básicas estão asseguradas e a mobilidade social é um bem a fomentar mas feita à custa do esforço e do trabalho.

    Apesar da fractura fundamental entre esquerda e direita em termos de resultado final nestas organizações sociais, os ricos ou responsabilizam-se pelos mais pobres e/ou dividem o lucros ou emigram.

    Por isso o grande capital não se encontra no CDS mas no centrão onde pode comer à farta.

    E são os partidos do centrão que mais combatem o CDS pois a sua política é radical e é credível, o que não acontece à esquerda pois as políticas que preconizam são ridículas de poéticas.

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  4. Isabel's avatar
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    26 Dezembro, 2010 13:02

    Pinto

    Isto para concluir que apesar da diferença entre a esquerda radical e o capitalismo social ser abissal em termos de qualidade de vida têm bastantes semelhanças. Por isso este post talvez pudesse ter sido publicado no Arrastão ou no Jugular.

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  5. Piscoiso's avatar
    26 Dezembro, 2010 14:40

    Pois a mim o post parece uma redacção da quarta classe do antigamente.
    Em vez das cinco linhas obrigatórias, tem sete e pico.
    É a Família, vem logo atrelada a Isabel com Deus (ou os valores cristãos) e não tarda aparece aí um gajo com os valores da Pátria de bandeira desfraldada.

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  6. Isabel's avatar
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    26 Dezembro, 2010 14:49

    Qual é a sua proposta? Tem alguma?

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  7. Piscoiso's avatar
    26 Dezembro, 2010 14:55

    É claro que não renego a família, enquanto protecção dos menores dela saídos,
    porque quanto ao resto, passadas as apaixonadas núpcias, é pouco mais do que uma célula corporativa.
    Já há crianças a dizerem: “O Google e a Wiki /i>” são melhores que os meus pais.

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  8. Piscoiso's avatar
    26 Dezembro, 2010 15:01

    Isabel,
    Não tenho receitas. Sou apenas um observador atento do mundo que me rodeia, que actualmente se expande pela net a uma dimensão de que Assange é um protótipo.

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  9. Isabel's avatar
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    26 Dezembro, 2010 15:14

    Há mais família para além da conjugal. A família alargada vai-nos protegendo ao longo da vida. É uma corporação mas afectiva.
    A Pátria também nos protege. Dá-nos uma identidade cultural que começa no idioma e vai até ao bacalhau na Consoada. Dá-nos um território que nos alimenta.
    Para nos desenvolvermos e prosperarmos é importante gostarmos de nós, do pouco que temos e do que somos.
    E não é isso que vejo. Tudo quanto fazemos parece que é sempre pouco e mau. Trabalhamos (alguns), fazemos sacrifícios (muitos) mas parece que nunca é suficiente. Se calhar pedimos demais.Vejo que alimentamos grandes negócios e que quando não formos úteis nos deitam fora. Por isso muita gente vai enchendo os bolsos com o que pode. Sabe que não vai durar sempre e quando for cuspido do sistema já terá o futuro prevenido.

    É urgente mudar esta mentalidade e voltar às coisas simples da vida.

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  10. uma qualquer's avatar
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    26 Dezembro, 2010 18:29

    concordo com a Isabel no que respeita a familia. e alias , para as criancas , e depois para todos , numa epoca de desestruturacao da ” famiia nuclear”, a familia alargada sera cada vez mais importante em termos de estabilidade afectiva , emocional e tal.

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  11. Piscoiso's avatar
    26 Dezembro, 2010 19:27

    Há uma afamada série televisiva que trata com minúcia esses conceitos de família nuclear e família alargada:
    Oa Sopranos.

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  12. Carlos Albuquerque's avatar
    26 Dezembro, 2010 19:46

    Só não percebo a ligação que a Isabel faz do CDS com a democracia cristã. O que é que o CDS actual tem de cristão mais do que qualquer outro partido?

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  13. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    26 Dezembro, 2010 23:51

    A diferença principal entre a democracia cristã e os outros partidos portugueses é que esta defende a propriedade privada e a pessoa humana como fulcro da ordem social e os outros, socialistas, PS, PSD, PCP e BE, defendem o homem subordinado ao estado.
    Essa subordinação vai-se atenuando conforme os partidos, mas o princípio é o mesmo.
    No capitalismo social a propriedade privada é um bem a defender pondo-a ao serviço da comunidade.
    No socialismo a propriedade privada é um mal que se deve “colectivizar” pois o homem é uma peça do estado e deve ser anulado. Os socialistas pensam que a massificação da sociedade é a resposta para a exploração, sendo o estado o dono de tudo e de todos.
    Os cristãos entendem que a promoção da pessoa humana é a base duma sociedade justa e equitativa. É pelo respeito pela vida e pela singularidade de cada ser que a sociedade evolui.
    É aqui que entra a filosofia cristã que torna o CDS diferente dos outros.

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  14. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    26 Dezembro, 2010 23:59

    pelo que se lê estariamos em presença de um Estado religioso, católico segundo o cds/pp, mas que poderia ser protestante, islâmico, enfim. Um peditório para o qual o cds/pp anda a pedir. Não, obrigado.

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  15. Isabel's avatar
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    27 Dezembro, 2010 00:08

    Não sei como pode depreender uma coisa dessas. A maioria dos países europeus são democratas cristãos e que eu saiba não são religiosos.
    A Democracia Cristã está na base do estado Social Europeu.

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  16. Carlos Albuquerque's avatar
    27 Dezembro, 2010 00:14

    Isabel

    A propriedade privada não é defendida pela Igreja como um direito absoluto mas sim subordinada ao “destino universal dos bens”.

    Quanto ao CDS, perante as situações de pobreza, só se tem lembrado de atacar as prestações sociais, com o pretexto da fraude. Ora isto parece-me terrivelmente anti-cristão: complicar a vida a todos os pobres, por vezes tratando-os de forma indigna, com o pretexto de que alguns não precisariam, é preferir que os que precisam não tenham para supostamente garantir que ninguém tem sem precisar.

    Outro ponto muito interessante uma vez observado por Miguel Portas a Paulo Portas foi o seguinte: o CDS não se preocupa com as fraudes em grande escala mas anda sempre pronto a atacar as fraudes dos mais pobres.

    No cristianismo os pobres são alvo de uma atenção e de um amor especial, não são alvo de ataques permanentes que fazem o justo pagar pelo pecador.

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  17. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    27 Dezembro, 2010 00:22

    o Estado Social defendido pela DC é uma organização do Estado baseada na caridadezinha e no lema “sempre existiram pobres e ricos”. O liberalismo e o desenvolvimento das sociedades estiveram sempre mais ligados a Estados não confessionais e a religiões não castradoras da liberdade dos povos (ex. Protestantes).

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  18. Pinto's avatar
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    27 Dezembro, 2010 11:06

    Isabel
    O consumismo dá vitalidade à economia, mas tem que haver respeito pelas pessoas para não as entender como mais um bem transacionável

    Mas a Worten e a Credibom faltam ao respeito a alguém? Vendem um produto: quem o quer compra, quem não quer deixa. Agora não vejo porque há-de o Estado intrometer-se dizendo, e.g. que a Credibom não pode fazer publicidade pois pode influenciar as pessoas e levá-las à asneira. Isso é uma intromissão abusiva.

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  19. licas's avatar
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    27 Dezembro, 2010 17:31

    Bem: o oferecer um bem, e quem quiser compra, quem não quiser, não compra, é um
    *bocadinho* alienado . . . Porquê? Pela simples razão de que pressupõe todas as pessoas
    possuirem discernimento para fazer escolhas inteligentes (ou não cairem em opções estúpidas
    , como quiserem …). Ora, infelizmente, não é sempreo caso. num mundo ideal o vendedores
    de droga estavam tramados, teriam que arranjar outra ocupação: toda a gente sabia que o seu consumo modifica a organização do cérebro (está provado clinicamente) e ninguém, mesmo ninguém, adquiriria o produto. . .
    A REALIDADE É CONSIDERAVELMENTE DIFERENTE ___

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  20. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    28 Dezembro, 2010 00:41

    Carlos Albuquerque
    Fiz uma distinção entre os partidos socialistas e o capitalista duma forma esquemática para que se percebesse a principal diferença. Se aprofundarmos concluímos que a propriedade privada não é para uso egocêntrico do dono mas para a por ao serviço de outros. Mas isso é um assunto que poderemos debater noutra altura.
    Em relação às situações de pobreza você reflecte os preconceitos que existem contra o CDS fruto das propagandas marxistas que não podem ouvir falar em Cristo e das propagandas do socialismo soft que vivem do grande capital e que têm horror a que um partido que defende o capitalismo lhes venha controlar os negócios e distribuir os lucros.
    Em relação ao RSI quase metade do usufruto é fraudulento. É fundamental a quem passa por uma mau momento na vida. É um subsídio que permite quebrar a adversidade e integrar-se na sociedade. Agora se eu trabalho e pago impostos tenho o direito de questionar porque é que esse dinheiro terá que garantir o metabolismo basal de pessoas que negoceiam falsificações, droga e armas e até têm um carro melhor que o meu.
    O CDS insurgiu-se contra a perda de valor das pensões e das reformas e foi quem mais lutou contra os cortes das prestações sociais que o governo decretou.

    http://economico.sapo.pt/noticias/cds-quer-beneficiarios-do-rsi-a-limpar-as-matas_96936.html
    http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1020802.html
    http://noticias.pt.msn.com/Economia/article.aspx?cp-documentid=153539082

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  21. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    28 Dezembro, 2010 00:44

    Portela Menos 1

    As DC em França, na Alemanha, na Holanda, em Espanha, em Itália e agora até na Suécia não têm feito mesmo mais nada senão alimentar a caridadezinha.

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  22. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    28 Dezembro, 2010 00:49

    ah sim?
    também por isso, é que a Europa está como está!

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  23. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    28 Dezembro, 2010 00:59

    Isabel,
    Também se deveria questionar sobre a corrupção da alta finança e empresarial – alguma dela ligada à sua DC- que por cada roubo efectuado daria para sustentar o RSI durante gerações.
    Mas o pessoal do CDS é inteligente e verificou que os ganhos de votos vêm de bandeiras de outra natureza … agricultores, antigos combatentes, RSI, etc,. A demagogia sempre ajudou à festa do largo do caldas.

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  24. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    28 Dezembro, 2010 01:03

    Pinto

    Hoje as pessoas não têm tempo para os outros. Estão cansadas, a vida é uma pressa. Mesmo que tenham algum tempo material, não têm pachorra, estão cansadas, querem estar sossegadas ou aproveitar esse tempo para descontrair, fazer desporto ou ir ao cinema.
    Mas normalmente têm família ou amigos que precisam de tempo e de atenção que nunca é suficiente. No fundo todos temos um qualquer complexo de culpa porque sabemos que podemos dar mais aos filhos, por exemplo, e não damos porque facilitamos, desleixamo-nos, arranjando sempre desculpas para justificar as nossas ausências. Isto é um cliché de tão comum.
    Aí entra a publicidade que ataca em duas frentes: nesse complexo de culpa que todos carregamos e num suposto sucesso que nunca alcançamos pois não temos pedalada para estarmos sempre magros, com a casa arrumada, com filhos sempre a sorrir, com acesso ao último modelo da gama dos 1600 cc, ipods e telemóveis que falam e andam sózinhos etc.
    Nós nunca chegamos lá…
    Por isso nestas alturas por uma razão ou por outra tentamos compensar as nossas falhas afectivas e materiais, comprando, comprando, comprando, os afectos e o “sucesso”.
    As crianças pressionam e os adultos compensam as falhas com bens materiais.
    Mas no fundo concordo consigo. Não é proibindo a publicidade que se resolve este problema civilizacional de desorientação de objectivos e valores neste deserto espiritual que atravessamos.

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  25. Carlos Albuquerque's avatar
    28 Dezembro, 2010 15:53

    “Em relação ao RSI quase metade do usufruto é fraudulento. É fundamental a quem passa por uma mau momento na vida. É um subsídio que permite quebrar a adversidade e integrar-se na sociedade. Agora se eu trabalho e pago impostos tenho o direito de questionar porque é que esse dinheiro terá que garantir o metabolismo basal de pessoas que negoceiam falsificações, droga e armas e até têm um carro melhor que o meu.”

    Isabel

    O que me parece essencial é que nestas questões do RSI, tal como na publicidade que as empresas fazem, aliás, sabe-se que metade do dinheiro gasto não chega ao destino pretendido. O difícil é saber qual metade. Ora o discurso contra o RSI e a associar o RSI à preguiça, à droga, etc., que o CDS faz e que a Isabel retoma, leva a que o RSI desapareça e a que as pessoas sérias que precisam tenham vergonha de o pedir.

    Outro exemplo: o sigilo bancário! O CDS acha que é importante ou não? Se for, todos devem ter direito a ele, sejam pobres ou ricos, façam ou não parte de um grupo de risco. Se os pobres podem ser obrigados a prescindir do sigilo bancário para receber umas migalhas, então qualquer cidadão ou empresa deve prescindir dele desde que receba qualquer benefício do estado ou desde que haja uma vaga possibilidade de estar a cometer ilegalidades.

    Ou o CDS aplica o rigor a todos os níveis da economia e da sociedade ou então estamos conversados sobre a seriedade das suas propostas.

    Quanto à religião, acho infeliz que seja puxada para a política mas como católico digo-lhe que considero o CDS um partido com propostas e práticas anti-evangélicas, até mais do que outros partidos. Quando se lê o Evangelho percebe-se até que ponto é importante a defesa dos pobres. a própria doutrina social da Igreja põe em causa a propriedade privada quando os bens da terra não chegam a todos.

    Atacar o RSI porque há fraudes, sabendo que isso vai penalizar os mais pobres que precisam, e fechar os olhos às grandes fraudes, é simplesmente contra o Evangelho.

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  26. Isabel's avatar
    Isabel permalink
    29 Dezembro, 2010 01:08

    Carlos Albuquerque

    O RSI é um assunto muito sério que tem que ser tratado com respeito e rigor. É fundamental para encaminhar pessoas para uma vida digna e não para alimentar vícios como vida de expedientes, furtos, parasitagem.
    Se os subsidiodependentes não conseguem ter a decência de perceber que estão a prejudicar os que verdadeiramente necessitam tem que ser o estado a fazê-lo.
    Os “desarvorados” e não me estou a referir só a toxicodependentes, mas a pessoas com comportamentos anti-sociais por perturbações do foro psíquico que normalmente se encontram nas ruas sem-abrigo, têm que ter acesso a cuidados de saúde pois são doentes que têm que ser tratados. É outro departamento, é o SNS ou MTSS pois estes doentes poderão ter que receber pensões de invalidez no mesmo valor ou superior.
    Aqui não está em causa que haja pessoas que não têm capacidade de trabalhar por circunstâncias várias. Mas deverão receber uma pensão atribuída como se duma doença incurável se tratasse, diagnosticada por médicos e assistentes sociais e não RSI. São situações diferentes.
    Entretanto há reformados muito pobres que podiam ser ajudados com o dinheiro entregue a pessoas que se preparam para o receber toda a vida.
    O CDS reformou o RSI impedindo a sua renovação automática. Para se obter a sua continuação era necessário provar a sua real necessidade. De um ano para o outro os pedidos baixaram 60%.
    Era a balda do sistema Guterres.
    E quem é que fecha os olhos às grandes fraudes? Qual foi o partido que mais denunciou o escândalo do BPN e BPP. Quem pediu a cabeça do Constâncio? E onde está este senhor?
    Em relação ao Portucale, espero que o julgamento se faça depressa e seja condenado quem estiver envolvido. Porque é que o julgamento não se desenvolve? A quem dará jeito que pairem suspeitas sobre políticos do CDS? Porque é que o assunto dos submarinos não se despacha?
    Para que muitas pessoas que vêem o que o CDS tem lutado possam sempre pensar mal dele, pois paira sempre a nuvem negra da dúvida.
    Mas quem não deve não teme.

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