“2010: O ano em que chegou a factura”
O documentário que acabou de ser exibido na RTP 1, “2010: O ano em que chegou a factura”, foi interessante mas perdeu pela falta explicações de alguns dos principais protagonistas da situação em que estamos. Sobretudo, daqueles que ainda estão no exercício de funções públicas – em contrapartida, a figura de D. Pina Moura transbordou durante quase todo o programa. Bem sei que a maioria dos responsáveis se devem ter recusado a falar. Não estou a lamentar a ausência da dupla circense “Lino & Pinho”, convenhamos, mas seria interessante, pelo menos, que o historial dos ex-governadores do BdP, os dos ex-ministros das Finanças e o dos muitos políticos que nos desgovernaram nos últimos 20 anos, fosse trazido a público. O que eram antes e como se ‘governaram’ depois…

A culpa é de quem se senta nos lugares do poder ou de quem os elegeu?
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Hoje, não há um postezito sobre o FCP? A primeira derrota desta época, ainda por cima a iniciar 2011, merecia uma referência qualquer. Ou uma pequena oração! 🙂
Quanto ao conteúdo deste post, tem toda a razão.
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e a comunicação social nestes ultimos 20 anos tem servido para quê!!?? qual é a função da comunicação social!!?? 2010- o ano em que a comunicação social informou os portugueses que estavam ja estavam a cair no precepicio…lol thank you!!!
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Os apitos estão a ficar caros. Só se podem gastar no campeonato. que se f.. a taça.
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Já estamos em 2011.
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a factura chegou há muitos anos
ninguém teve interesse em olhar para ela
factura cultural de milhares de lugarejos com centros culturais às moscas
construções megalómanas para um povo mais interessado em circo que na cultura que os intelectualóides lhe pretendem impingir
tudo para as universidades e escolas pensando que as universidades não são para os alunos mas sim para os prof’s que delas vivem
factura industrial desmantelou-se a agro-indústria e pensou-se que comeriamos as sobras dos outros
jornalistas que custaram e custam centenas de milhões por ano….
salvo um ou outro Letria fizeram o jogo partidário e dos empresários do cimento
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O título era “O ano em que chegou a fatura”, em português do Brasil.
Na assembleia da república ou na rtp acha-se importante usar o português do Brasil.
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“O que eram antes e como se ‘governaram’ depois…”
Finis coronat opus, bela frase, a terminar.
O que fizeram antes e como se governam agora, ao contrário dos pobrezinhos, que não previram a crise e colhem o que há muito mereciam, na certeza que, com governos destes, burros que são, é claro, jamais haverão de aprender.
E nada tem de anormal, se comprova a profecia de Cristo, que pobres sempre haveremos de os ter.
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De nada vale matar galinhas pretas com um único e bem dirigido golpe no pescoço, de faca afiada, lá pela meia noite de lua cheia no cruzamento antigo onde estão algumas “alminhas” a lembrar aqueles que morreram.
Mas não vejo outra solução!!!
É que se o ritual da galinha preta não funcionar, nada removerá esta gente do poder.
Após as eleições Sócrates enterra a ínfima brecha de vontade de Cavaco em por o menino a andar, com algo simples e esperado: muda cinco ministros e o PR fica umas noites sem dormir e depois lá se aconchega no regaço da Maria e põe o sono em dia.
Resta uma única solução, mas na qual não acredito poder ser praticada: o povo!! Sim, esse povo com permanente tensão alta e coragem baixa, doente de saudade e coragem arrumada em caixotes no sótão de memórias enroladas em pergaminhos não merecidos mas que existem porque ao lingo da história deste país aqui e ali foram surgindo homens únicos que não deixaram semente.
E de que falo(escrevo) eu?? Da rua meus caros, da rua, de carros calcinados, montras partidas, fazê-los sentir o calor das labaredas atravessar as vidraças de São Bento, de Belém…
Mas não creio que isso pode acontecer, especialmente porque quem tem o poder da mobilização, como os sindicatos do PC, têm primnado por uma cobardia histórica disfarçada de urbanidade democrática.
Enfim, estamos fodidos!!
Rita
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Ai Rita, pelo que escreve… deve estar mesmo fodida.
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Deve ter sido gralha. Queriam dizer ” 2010: O ano em que chegou a fartura… de impostos. O Estado vai-se encher de massa.”
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Razoável programa, só possível agora na RTP1 porque cheira a fim de regime, e a rataria seguidista da televisão pública já se atira em pânico aos botes e coletes salva vidas.
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Deu-me Deus o privilégio de nascer numa Vila pobre do interior do país.
Quando andava na escola, a grande maioria dos meus colegas nunca tinha visto o mar.
Faziam-se excursões a Tarouca, para ver as únicas piscinas que existiam na região.
Ia-se a Pedras Rubras assistir ao descolar e ao aterrar dos aviões.
O meu concelho tinha quase 10. ooo habitantes.
A Câmara Municipal tinha um único membro a tempo inteiro.
Hoje, para mal de todos os meus pecados, não moro na minha querida Vila de Tabuaço, que continua tão pobre como sempre.
Não faço ideia se a maioria dos meninos da escola primária (hoje básica), já viram o imenso oceano.
Já não se fazem excursões a Tarouca, porque temos duas piscinas (uma ao ar livre, outra coberta, que foi inaugurada há dois anos, mas que ainda não funciona).
O aeroporto chama-se agora Francisco Sá Carneiro e os meninos que iam ver os aviões, devem lá ter voltado algumas vezes, para emigrar para a para a Suíça.
Hoje o meu concelho terá – estou a ser muito simpático!- uns 5.500 habitantes.
A Câmara Municipal tem um Presidente, dois vereadores a tempo inteiro, variadíssimos assessores, chefes de gabinete e afins.
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O insulto a um docente é crime sancionado pela lei penal. A não instauração e a não aplicação de medidas sancionatórias disciplinares aos infractores tem uma justificação mesquinha, inqualificável: a de que se iria prejudicar o aproveitamento dos discentes.
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Achei a pretensa reportagem muito pobrezinha. Faltou-lhe interpretação… Para ver factos, não é necessário olhar para a têvê.
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Reforçando o que já acima disse «VSC», no título do programa está «fatura» e não «factura».
O «acordo ortográfico» ficará (?), muito provavelmente, como o maior «legado» do «socretinismo». A não ser que os que vierem a seguir anulem essa aberração abjeCta.
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E o Cavaco? Que encheu os bolsos aos seus discipulos, não paga nada?
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Desculpem lá, eu não vi o programa mas por acaso falou-se ali da corrupção? De offshores? Da premiscuidade entre políticos e sector privado que se serviram do Estado para tratarem das suas vidinhas? Das fortunas que se fizeram rapidamente sem se saber como e à custa de quê? Da incompetência dos gestores públicos nomeados pelos partidos do poder desde a revolução e dos danos que eles causaram? De para onde foram os dinheiros vindos de Bruxelas na década de 80? Só para as auto-estradas? Se tudo isto constou da repotagem então deve ter sido boa. Ou só terão focado na reportagem o facto de os portugueses terem gasto acima das suas possibilidades? Já agora, se foram por aí disseram quais foram esses portugueses? Os de contratos precários? Os desempregados? Os que ganham o ordenado minímo nacional? Ah, se foram esses então foram muitos. Claro agora há que pagar a factura ou fatura haja acordo ou não. Ide em paz e que Deus vos acompanhe. Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que dizem.
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Erro! Escreve-se fatura… FATURA!
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É interessante, mas o video do programa referido não se encontra acessível no site da RTP e foi retirado do blog “http://rtpblogs.blogspot.com/2011/01/2010-o-ano-em-que-chegou-fatura-2011-01.html”.
Há coisas tão interessantes na democracia em que vivemos…
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