A capacidade de gestão tuga é mesmo assim tão má, como os comunas a pintam? Talvez não. Ultimamente têm sido postos os olhos no Grupo Jerónimo Martins que fez na Polónia um trabalho espectacular. Mas há um seu concorernte directo que também começa a surpreender. A Sonae, do Paulo Azevedo. (Cuja liderança parece ter trazido um novo elán ao grupo.)
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A Sonae decidiu complementar a oferta no mercado de distribuição em Portugal, aqui há uns tempos atrás. Criou lojas especializadas para tentar crescer, porque as anteriores estratégias de internacionalização falharam. Sobretudo no Brasil, onde foi atrás dos políticos. Enquanto a JM foi para a Polónia, a Sonae criou algumas marcas e apostou no retalho especializado. Todavia, talvez pelos bons resultados conseguidos no mercado português e pelo sucesso das suas novas marcas, decidou a Sonae aproveitar os espaços comerciais que construía em Espanha e decidiu abrir lojas em Espanha. Que é um mercado bastante dificil e fechado, com os consumidores sempre desconfiados sobre tudo o que é produzido em Portugal, com excepção das zonas raianas. (O espanhol médio não considera o tuga capaz de estar à altura dos demais europeus e com alguma razão, embora temam os portugueses.)
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Apesar das dificuldades em competir no mercado espanhol, a Sonae conseguiu crescer. E já aposta decisivamente na internacionalização, com as várias insígnias no seu portefolio de distribuição. Além de Espanha, a Soane decidiu abordar o médio-oriente, mas desta vez com parceiros locais para distribuir a sua marca de roupa infantil.
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Apesar da crise em Espanha e Portugal, a Sonae obteve um crescimento das vendas, tanto no seu mercado tradicional, a grande distribuição como no chamado retalho especializado. Nada mau para um grupo maduro, num sector maduro em Portugal. No entanto, ao contrário da JM, decidiu abordar uma segmentação do tipo de distribuição em que opera e só agora inicia uma nova estratégia de internacionalização mas pela via do retalho especializado.
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Estes bons resultados iniciais da Sonae na internacionalização das suas marcas de distribuição especializada poderão mostrar mais que mera sorte. A ver. Experiência de gerir redes logísticas e, sobretudo, reunir fornecedores capazes de fornecer a Soane com bons produtos, ágeis e flexiveis. No caso das suas marcas de moda, é de destacar que o Grupo compra 50% à produção portuguesa. E penso que aqui está a chave.
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Aqui há uns anos, quando a Zara começou a vender fora de Espanha, Portugal teve das primeiras lojas. Mas foi desde logo comprador do que era feito em Portugal. A Zara, na minha modesta opinião, tinha alguns trunfos mas realmente o seu principal trunfo foi aliar design apelativo e agressivo à qualidade da produção portuguesa. No entanto, nunca tal foi pensado assim. Nunca associamos o sucesso da Zara às capacidades dos produtores portugueses. A Zara, hoje em dia, (ou melhor, o Grupo Inditex) já compra muito menos à produção portuguesa e continua a crescer, mas menos do que antes.
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Provavelmente a Sonae vai beneficiar da capacidade de produção portuguesa, que tem uma excelente qualidade de fabrico. Provavelmente a Sonae irá construir marcas muito fortes e altamente competitivas devido à capacidade de produção nacional. Porque sabe vender, domina bem a gestão logistica e tem recursos para crescer sem pôr em causa a solvabilidade financeira do grupo. Não estou a dizer que a Sonae vai ser uma Inditex. Provavelmente não. Mas poderá ser um grupo muito forte na moda tuga, que poderá levar mais longe a capacidade da produção portuguesa vingar no futuro.
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Tudo isto serve para dizer que as empresas tugas mostram capacidade de gestão e capacidade para ultrapassar a crise. Neste caso temos a Sonae a abordar o seu crescimento de forma diversa do seu mais directo concorrente português: o grupo JM.
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Também é de destacar que estes dois grupos portugueses conseguiram resistir à forte concorrência dos grupos internacionais. Grupos esses que atacaram com força o nosso mercado mas mesmo assim os nossos dois principais concorrentes conseguiram sobreviver e crescer em Portugal. A liberalização do sector também foi importante, não apenas para pressionar os dois grupos portugueses como modernizar mais rapidamente o sector de distribuição.
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Dois grupos com estratégias diferentes para crescer mas que mostram que os portugueses não são coitadinhos nem atrasados mentais. Podem muito bem competir contra poderosos grupos concorrentes e vencer. Então o sucesso da JM na Polónia mostra que é possível sonhar mais alto e fazer vingar os trunfos portugueses.
Se Sócrates tivesse ido a sufrágio no lugar do Manuel Alegre, era óbvio para toda a gente que a esta hora Cavaco estava a preparar os baús para a Aldeia da Coelha.
Sócrates faz bem em candidatar-se, quer ao PS, quer futuramente a PR.
Esta helena, qual maya encapotada, deve ser levada muito a sério porque os seus palpites têm batido sempre na muche. Por agora esta previsão apenas dá para sorrir de tão descabelada que é.
Sócrates, candidato a PR ? É provável…
No entanto, quem se ‘perfila’ para assumir a candidatura do PS (e se necessário do novo parceiro BE), em 2016 (os “socialistas” vão ter que tragar o óleo de fígado de bacalhau-Cavaco durante 5 anos…), é, nem mais nem menos do que, Vitalino !
(Vitalino tem o ‘perfil’ adequado).
Realmente este país desceu muito baixo, quando há gente que defende o Socrates ou o Vitalino Canas,( é a gozar, bem sei) para presidente da Republica. Venha a Monarquia!
ACSilveira,
Eu, a gozar com Vitalino ? Com as potencialidades de Vitalino ?
Vitalino é o único candidato em 2016 com todas as condições para vencer o candidato do PSD/PP: Ângelo Correia !…
E se Sócrates “avançar”, o candidato natural do PSD/PP será Miguel Relvas !
Vocês estão a esquecer do Marco António de Gaia, o 4º secretário do Luis Filipe às Vezes.
Marco António tem o perfil adequado para PR, e até julgo que obterá nas urnas mais votos do que o actual PR….
Por favor, vamos começar já uma vigilia para que Deus nos livre de tal desgraça. Por favor, mais Sócrates não. Uma pessoa que destruiu um País pode alguma vez ser-lhe dado o mais alto cargo da Nação? Não. Por favor não. Sócrates que vá para a ACNUR II ou outras variantes das milhentas associações que a ONU arranja para encaixar ex-lideres. Por ex: http://pt-br.paperblog.com/onu-deve-coordenar-planos-para-lidar-com-extraterrestres-53841/
Coitados dos socialistas. Ninguém se atreverá a propor outro candidato, como medo do Stalinista Sócrates. Já os americanos sabiam muito bem quando disseram que Sócrates não gostava de partilhar o poder.
Com esta candidatura consegue-se o que parecia impossível: baixar o nível.
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A capacidade de gestão tuga é mesmo assim tão má, como os comunas a pintam? Talvez não. Ultimamente têm sido postos os olhos no Grupo Jerónimo Martins que fez na Polónia um trabalho espectacular. Mas há um seu concorernte directo que também começa a surpreender. A Sonae, do Paulo Azevedo. (Cuja liderança parece ter trazido um novo elán ao grupo.)
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A Sonae decidiu complementar a oferta no mercado de distribuição em Portugal, aqui há uns tempos atrás. Criou lojas especializadas para tentar crescer, porque as anteriores estratégias de internacionalização falharam. Sobretudo no Brasil, onde foi atrás dos políticos. Enquanto a JM foi para a Polónia, a Sonae criou algumas marcas e apostou no retalho especializado. Todavia, talvez pelos bons resultados conseguidos no mercado português e pelo sucesso das suas novas marcas, decidou a Sonae aproveitar os espaços comerciais que construía em Espanha e decidiu abrir lojas em Espanha. Que é um mercado bastante dificil e fechado, com os consumidores sempre desconfiados sobre tudo o que é produzido em Portugal, com excepção das zonas raianas. (O espanhol médio não considera o tuga capaz de estar à altura dos demais europeus e com alguma razão, embora temam os portugueses.)
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Apesar das dificuldades em competir no mercado espanhol, a Sonae conseguiu crescer. E já aposta decisivamente na internacionalização, com as várias insígnias no seu portefolio de distribuição. Além de Espanha, a Soane decidiu abordar o médio-oriente, mas desta vez com parceiros locais para distribuir a sua marca de roupa infantil.
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Apesar da crise em Espanha e Portugal, a Sonae obteve um crescimento das vendas, tanto no seu mercado tradicional, a grande distribuição como no chamado retalho especializado. Nada mau para um grupo maduro, num sector maduro em Portugal. No entanto, ao contrário da JM, decidiu abordar uma segmentação do tipo de distribuição em que opera e só agora inicia uma nova estratégia de internacionalização mas pela via do retalho especializado.
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Estes bons resultados iniciais da Sonae na internacionalização das suas marcas de distribuição especializada poderão mostrar mais que mera sorte. A ver. Experiência de gerir redes logísticas e, sobretudo, reunir fornecedores capazes de fornecer a Soane com bons produtos, ágeis e flexiveis. No caso das suas marcas de moda, é de destacar que o Grupo compra 50% à produção portuguesa. E penso que aqui está a chave.
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Aqui há uns anos, quando a Zara começou a vender fora de Espanha, Portugal teve das primeiras lojas. Mas foi desde logo comprador do que era feito em Portugal. A Zara, na minha modesta opinião, tinha alguns trunfos mas realmente o seu principal trunfo foi aliar design apelativo e agressivo à qualidade da produção portuguesa. No entanto, nunca tal foi pensado assim. Nunca associamos o sucesso da Zara às capacidades dos produtores portugueses. A Zara, hoje em dia, (ou melhor, o Grupo Inditex) já compra muito menos à produção portuguesa e continua a crescer, mas menos do que antes.
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Provavelmente a Sonae vai beneficiar da capacidade de produção portuguesa, que tem uma excelente qualidade de fabrico. Provavelmente a Sonae irá construir marcas muito fortes e altamente competitivas devido à capacidade de produção nacional. Porque sabe vender, domina bem a gestão logistica e tem recursos para crescer sem pôr em causa a solvabilidade financeira do grupo. Não estou a dizer que a Sonae vai ser uma Inditex. Provavelmente não. Mas poderá ser um grupo muito forte na moda tuga, que poderá levar mais longe a capacidade da produção portuguesa vingar no futuro.
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Tudo isto serve para dizer que as empresas tugas mostram capacidade de gestão e capacidade para ultrapassar a crise. Neste caso temos a Sonae a abordar o seu crescimento de forma diversa do seu mais directo concorrente português: o grupo JM.
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Também é de destacar que estes dois grupos portugueses conseguiram resistir à forte concorrência dos grupos internacionais. Grupos esses que atacaram com força o nosso mercado mas mesmo assim os nossos dois principais concorrentes conseguiram sobreviver e crescer em Portugal. A liberalização do sector também foi importante, não apenas para pressionar os dois grupos portugueses como modernizar mais rapidamente o sector de distribuição.
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Dois grupos com estratégias diferentes para crescer mas que mostram que os portugueses não são coitadinhos nem atrasados mentais. Podem muito bem competir contra poderosos grupos concorrentes e vencer. Então o sucesso da JM na Polónia mostra que é possível sonhar mais alto e fazer vingar os trunfos portugueses.
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Se Sócrates tivesse ido a sufrágio no lugar do Manuel Alegre, era óbvio para toda a gente que a esta hora Cavaco estava a preparar os baús para a Aldeia da Coelha.
Sócrates faz bem em candidatar-se, quer ao PS, quer futuramente a PR.
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Sócrates nunca vai ganhar mais nada, muito menos a PR.
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Sócrates não tem perfil de corta-fitas; é um action-man!
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Esta helena, qual maya encapotada, deve ser levada muito a sério porque os seus palpites têm batido sempre na muche. Por agora esta previsão apenas dá para sorrir de tão descabelada que é.
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Sócrates, candidato a PR ? É provável…
No entanto, quem se ‘perfila’ para assumir a candidatura do PS (e se necessário do novo parceiro BE), em 2016 (os “socialistas” vão ter que tragar o óleo de fígado de bacalhau-Cavaco durante 5 anos…), é, nem mais nem menos do que, Vitalino !
(Vitalino tem o ‘perfil’ adequado).
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Realmente este país desceu muito baixo, quando há gente que defende o Socrates ou o Vitalino Canas,( é a gozar, bem sei) para presidente da Republica. Venha a Monarquia!
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ACSilveira,
Eu, a gozar com Vitalino ? Com as potencialidades de Vitalino ?
Vitalino é o único candidato em 2016 com todas as condições para vencer o candidato do PSD/PP: Ângelo Correia !…
E se Sócrates “avançar”, o candidato natural do PSD/PP será Miguel Relvas !
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Sócrates faz ainda menos falta no país do que uma gaita num funeral. Jamais (ou “jamé”) conseguirá chegar a PR.
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Vocês estão a esquecer do Marco António de Gaia, o 4º secretário do Luis Filipe às Vezes.
Marco António tem o perfil adequado para PR, e até julgo que obterá nas urnas mais votos do que o actual PR….
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SE Marco António “avançar”, o seu opositor pelo PS/BE será certamente Lacão.
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Eu voto no tipo que quiser abolir o AO.
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Por favor, vamos começar já uma vigilia para que Deus nos livre de tal desgraça. Por favor, mais Sócrates não. Uma pessoa que destruiu um País pode alguma vez ser-lhe dado o mais alto cargo da Nação? Não. Por favor não. Sócrates que vá para a ACNUR II ou outras variantes das milhentas associações que a ONU arranja para encaixar ex-lideres. Por ex: http://pt-br.paperblog.com/onu-deve-coordenar-planos-para-lidar-com-extraterrestres-53841/
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Coitados dos socialistas. Ninguém se atreverá a propor outro candidato, como medo do Stalinista Sócrates. Já os americanos sabiam muito bem quando disseram que Sócrates não gostava de partilhar o poder.
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Como dizem os alentejanos, isto é que vai uma moenga, os minhotos ‘são uns morcões’ ou os lisboetas ‘até a barraca abana’,
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-Davos WEF 2011: Nouriel Roubini: G20 has become G-Zero
http://www.telegraph.co.uk/finance/financetopics/davos/8285399/Davos-WEF-2011-Nouriel-Roubini-G20-has-become-G-Zero.html
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-George Soros tells David Cameron: change direction or face recession
o ESPECULADOR INTERNACIONAL avisou (The international speculator George Soros warned)
http://www.guardian.co.uk/politics/2011/jan/26/george-soros-david-cameron-recession
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-Davos 2011: JP Morgan boss hits out at ‘banker bashing’
http://www.guardian.co.uk/business/2011/jan/27/jp-morgan-boss-banker-bashing
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