a bem da nação
21 Fevereiro, 2011
“Desde que a Lei do Tabaco entrou em vigor, em 2008, a ASAE instaurou 3078 processos de contra-ordenação (multas) e detectou 3161 infracções por violações às normas estabelecidas. Destas infracções, 632 prendem-se com a “proibição de fumar em determinados locais”.”, informa-nos o Público de hoje. Aguarda-se, então, para que a lei seja integralmente cumprida, que a Agência crie uma brigada para a fiscalização da proibição do fumo doméstico em horário de trabalho das empregadas. A Bem da Nação.
9 comentários
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Acresce que o horário de trabalho do serviço doméstico devia ser afixado e visível do exterior da residência, ou em alternativa, desfraldar uma bandeira portuguesa na fachada.
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Não há um ADVOGADO com TOMATES que interponha uma providencia cautelar para suspensão do auto de posse do P,R,. e acção para que as eleições sejam repetidas para quem não votou ???É obvio que houve viciação dos resultados . Ad minus os partidos foram prejudicados nas suas receitas e as legitimas expectativas destes eleitores foram ilicitamente frustadas . Razões de ESTADO ? Isto já acontece desde o tempo do atentado a Sá Carneiro . Tenham VERGONHA …
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Não é a primeira vez que digo: o TABACO DEVE SER PROIBIDO!
Deveria ser estipulado um período de transicção com vista à desintoxicação coerciva dos contaminados/viciados/drogados/pacientes/doidos da cabeça, e enquanto esse período de transicção durasse esses meliantes deviam andar na via pública com um targeta ou uma braçadeira com o símbolo da radioctividade para que todos nós soubéssemos o perigo que correríamos ao cruzar com esses cadáveres ambulantes.
A Bem da Nação e do aprumo da Raça Portuguesa!
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Devia-se colocar os fumadores todos, num campo de concentração! Matá-los a todos!
Essa raça que se intoxica com venenos (que cheiram, vêm-se e têm sabor, porque os que não sem vêm, não se cheiram, nem têm sabor, não são considerados venenos) deviam ser usados em experiências cientificas…
Fumadores, essa cambada de terroristas, mal-cheirosos, que não fazem falta nenhuma a este planeta, a seguir a eles, podemos matar os gordos, os abusadores do sal, os que sofrem de flatulências, os que cospem na rua, os que coçam os tomates, as que coçam a vulva, os que não usam drogas químicas legais (porque não fazem mal, nem são venenos – são vitaminas da mente), e por último todos os que não gastam € em ginásios, e já agora os deficientes também).
Vamos tornar o mundo mais belo, populado de zombies androides, sem personalidade.
Vamos exterminar todos os que ousarem não seguir os vícios que o Governo Mundial define como “saudáveis”.
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“Essa raça que se intoxica com venenos (que cheiram, vêm-se e têm sabor, porque os que não sem vêm, não se cheiram(…)”
.
Ó amigo, olhe que não! Eu não fumo mas venho-me, e tenho sabor e cheiro!
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Vai fazer um ano que o meu pai, José, como eu, morreu com cancro da garganta. Ao longo do ano anterior foram-lhe tirando bocados do pescoço, um por um; primeiro ficou mudo; depois, passou a comer por um tubo; até que o meteram numa cama e ele, penosamente, morreu. Todos temos que ir, e ele não foi novo, tinha 70 anos e gozou-os como entendeu, fumando e bebendo como entendeu. Exerceu, e muito bem, o seu gosto pela liberdade, a que muitos chamavam (mal) teimosia. Lamento, claro, que a neta não vá ter a sorte que eu tive, de aprender, com ele, o gosto dos livros, de gozar o seu humor e o seu amor e, às vezes, lamento não lhe poder contar uma anedota, ou uma irritação, ou uma coisa nova que aprendi, mas NUNCA me atreveria a recriminá-lo por fazer o que entendia. O meu pai jogou e perdeu, porque não acredito que quisesse ter o fim que teve. Exerceu o seu direito e não seria ele próprio, inteiro, se não o tivesse feito. Mas não é o direito de NINGUÉM oferecer aos outros, que nada fizeram por isso, o fim horrível que o meu pai teve. Fumar é um direito do indivíduo, sem dúvida, mas perante a evidência médica irrefutável, ninguém pode fumar diante de um terceiro sem saber que lhe está a causar um dano à saúde, e que o pode estar a matar. E ninguém deve ser obrigado a perder o seu emprego porque o patrão lhe está, irresponsavelmente, a dar cabo da saúde. Tudo o resto é conversa e, para conversa, há, sem dúvida, assuntos muito melhores.
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Pois caro JPT, tem toda a razão o seu pai jogou com o que era dele, e isso não há lei nenhuma que o impeça.
O que a lei não permite é que se jogue com a vida dos outros, mas isso é coisa que estes liberais de pacotilha dão voltas e reviravoltas para esconder.
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Já agora a ASAE também podia fiscalizar a comida dos frigoríficos, o sal na sopa e a data de validade dos preservativos que a malta guarda nas mesas de cabeceira.
Tudo para bem da saúde dos cidadãos.
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E se for o asaezinho a levar a empregada a um casino já pode fumar?
Se este palhacitos tivessem de viver do fruto do seu trabalho fariam o quê na vida?
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